Era uma vez um reino à beira-mar, onde as marés da política começaram a subir de forma ameaçadora. O céu, antes azul, carregava agora o peso de novas leis de mobilidade que, como ventos contrários, ameaçavam empurrar as embarcações do PSD para longe da costa do apoio popular. No centro deste tabuleiro, Eduardo Jesus movia-se com a cautela de quem já conheceu a fúria das ondas. No entanto, nas sombras, uma receita antiga era preparada. Os ingredientes não eram especiarias, mas sim números turvos nas contas da Secretaria Regional de Turismo, Ambiente e Cultura, misturados com as "artimanhas" milionárias da Associação de Promoção da Madeira. O tempero final vinha de favores pessoais do Diretor Regional de Cultura e de viagens oferecidas a amigos, servidas em pratos de prata. Os astros pareciam alinhar-se para um eclipse planeado: uma denúncia "anónima" destinada ao Ministério Público, um dardo envenenado moldado à imagem daquele que derrubou Pedro Calado, com o único propósito de retirar Eduardo do seu posto. Enquanto o lema "dividir para reinar" ecoava nos corredores, uma das Diretoras de confiança de Eduardo, Maria da Paz Clode, preparava a sua "saída habilidosa". Como uma peça de xadrez que recua para atacar melhor, ela planeia refugiar-se temporariamente nas Finanças, longe dos holofotes, à espera que o sangue azul das famílias influentes abra caminho para o cargo de Secretária. No entanto, para o xeque-mate, ela sabe que precisa primeiro de derrubar a torre que protege o mestre: a Chefe de Gabinete, Raquel França. Nos bastidores da SRTAC, os técnicos, como marinheiros que sentem a pressão baixar antes da tormenta, procuram botes salva-vidas. Sabem que, quando a tempestade rebentar, quem ficar no navio servirá apenas de lastro para as chamas. Eduardo Jesus, que outrora sobreviveu à tempestade dos Sousas, traz as cicatrizes dessa lição. Mas a pergunta que paira no ar húmido do arquipélago é: conseguirá ele resistir agora ao cerco dos Clode e das restantes famílias de sangue azul, ou será esta a corrente que finalmente o levará?
Nada que as barracas (que o Eduardo trata por casinhas) de poncha montadas mesmo à frente, não sirvam para afogar as mágoas! Afinal, os amigos tasqueiros.queques, escolhidos a dedo, são para as ocasiões! E nem a ARAE, nem as Finanças, os fiscalizam...
FMI, Banco Mundial e AIE em alerta máximo: turismo, viagens e alimentação vão demorar a recuperar https://sapo.pt/artigo/fmi-banco-mundial-e-aie-em-alerta-maximo-turismo-viagens-e-alimentacao-vao-demorar-a-recuperar-69dd5860f9b8534ae31d4de9
Parabéns e uma luta grande
ResponderEliminarEra uma vez um reino à beira-mar, onde as marés da política começaram a subir de forma ameaçadora. O céu, antes azul, carregava agora o peso de novas leis de mobilidade que, como ventos contrários, ameaçavam empurrar as embarcações do PSD para longe da costa do apoio popular.
ResponderEliminarNo centro deste tabuleiro, Eduardo Jesus movia-se com a cautela de quem já conheceu a fúria das ondas. No entanto, nas sombras, uma receita antiga era preparada. Os ingredientes não eram especiarias, mas sim números turvos nas contas da Secretaria Regional de Turismo, Ambiente e Cultura, misturados com as "artimanhas" milionárias da Associação de Promoção da Madeira. O tempero final vinha de favores pessoais do Diretor Regional de Cultura e de viagens oferecidas a amigos, servidas em pratos de prata.
Os astros pareciam alinhar-se para um eclipse planeado: uma denúncia "anónima" destinada ao Ministério Público, um dardo envenenado moldado à imagem daquele que derrubou Pedro Calado, com o único propósito de retirar Eduardo do seu posto.
Enquanto o lema "dividir para reinar" ecoava nos corredores, uma das Diretoras de confiança de Eduardo, Maria da Paz Clode, preparava a sua "saída habilidosa". Como uma peça de xadrez que recua para atacar melhor, ela planeia refugiar-se temporariamente nas Finanças, longe dos holofotes, à espera que o sangue azul das famílias influentes abra caminho para o cargo de Secretária. No entanto, para o xeque-mate, ela sabe que precisa primeiro de derrubar a torre que protege o mestre: a Chefe de Gabinete, Raquel França.
Nos bastidores da SRTAC, os técnicos, como marinheiros que sentem a pressão baixar antes da tormenta, procuram botes salva-vidas. Sabem que, quando a tempestade rebentar, quem ficar no navio servirá apenas de lastro para as chamas.
Eduardo Jesus, que outrora sobreviveu à tempestade dos Sousas, traz as cicatrizes dessa lição. Mas a pergunta que paira no ar húmido do arquipélago é: conseguirá ele resistir agora ao cerco dos Clode e das restantes famílias de sangue azul, ou será esta a corrente que finalmente o levará?
O gilinho acordou hoje inspirado. O Bento ficou invejoso.
EliminarNada que as barracas (que o Eduardo trata por casinhas) de poncha montadas mesmo à frente, não sirvam para afogar as mágoas! Afinal, os amigos tasqueiros.queques, escolhidos a dedo, são para as ocasiões! E nem a ARAE, nem as Finanças, os fiscalizam...
EliminarEste quer beber poncha à borla.
EliminarFMI, Banco Mundial e AIE em alerta máximo: turismo, viagens e alimentação vão demorar a recuperar
ResponderEliminarhttps://sapo.pt/artigo/fmi-banco-mundial-e-aie-em-alerta-maximo-turismo-viagens-e-alimentacao-vao-demorar-a-recuperar-69dd5860f9b8534ae31d4de9
Quem é esse gajo?
ResponderEliminarNão o conheço de algum lado
O Macedo anda a enganar os açorianos. Esse foi mais longe..um vírus infestado em todo o lado. Um cuelhada de difícil extermínio.
ResponderEliminarEsse traste tem mesmo cara de ca*****
ResponderEliminarJosé Nascimento.....!!!!
ResponderEliminarMais um paraquedista inventado pela coelhada de Gaula.
O mira macedo tem os dias contados nos Açores ( os coriscos já o toparem), agora vai tentar ir tambem a ver se engana os sarauis.. Boa sorte.
ResponderEliminarHá sempre um madeirense aldrabão lá fora a estragar o bom nome da Ilha da Madeira.
ResponderEliminarVedada a entrada dessa xunga na ilha.
A cuelha inculta a se meter no assunto das passagens. Anda a tentar convencer que percebe da matéria.
ResponderEliminarPara completar falta ali o demente cuelho para se juntar a esse trio de chanfrados
ResponderEliminarEste advogado da treta é mais um pardalão
ResponderEliminarAdvogado preparado para resolver os problemas dos esquimós.
ResponderEliminarLeve o mirra macedo para enfermeiro
EliminarEssa "anedota" tem mesmo cara de "yupik"
ResponderEliminarParece um esquimó pinguim.
ResponderEliminarCara de "galo sertanejo balão"
ResponderEliminarUm "saruga" a enganar incultos.
ResponderEliminarMas os esquimós já toparam esse labrego
ResponderEliminarSó consegue safar-se em países analfabetos.
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