terça-feira, 19 de março de 2019

Diário de notícias dá relevo ao julgamento de José Manuel Coelho

Julgamento de José Manuel Coelho começou sem o arguido, que chegou atrasado 40 minutos.

AGÊNCIA lusa

A sessão do julgamento do dirigente do Partido Trabalhista Português (PTP) José Manuel Coelho recomeçou hoje sem a presença do arguido, que chegou atrasado cerca de 40 minutos à sala do tribunal da Comarca da Madeira.
A audiência teve início pelas 10:15, tendo a presidente do colectivo, Teresa de Sousa, feito constar nos autos que “o arguido não se encontrava presente apesar de devidamente notificado, não sendo a sua comparência indispensável para o apuramento da verdade”.
“Não tendo justificado a sua ausência”, declarou Teresa de Sousa, decidiu condená-lo na correspondente pena de multa.
Por seu turno, a advogada de defesa informou ter feito um contacto telefónico com o arguido e que este lhe tinha dito que “vinha a caminho” e estava “retido no trânsito”.
O arguido chegou ao tribunal pelas 10:50, tentou perturbar e interromper os trabalhos, fazendo chegar à juíza presidente um exemplar do panfleto satírico “Garajau”, que faz críticas aos magistrados, incluindo à presidente do colectivo.
Contudo, foi impedido pelo funcionário do tribunal.
“Não posso ter, neste momento, nenhum momento de diversão, agora tenho de trabalhar”, afirmou Teresa de Sousa e avisou o arguido para a forma como devem decorrer os trabalhos no tribunal.
Também o proibiu de distribuir a publicação na sala de audiências, incluindo às testemunhas.
O julgamento de José Manuel Coelho, que foi adiado sucessivamente, começou em 25 de fevereiro, sendo o dirigente do PTP acusado de vários crimes, entre os quais os de difamação qualificada, injúria agravada e desobediência qualificada, devido a declarações proferidas contra diversas entidades, em alguns casos em períodos de campanha eleitoral.
Este julgamento resulta da junção de 11 processos movidos por vários assistentes, que começaram no tribunal da Instância Local da Madeira, no Funchal, tendo o arguido pedido sucessivamente escusa dos juízes dos diversos casos.
o arguido foi pedindo escusa dos juízes nos processos na Instância Local da Comarca da Madeira, tendo os magistrados optado por juntá-los num só e enviaram-no para a Instância Central.
A sessão da manhã hoje foi dedicada ao apenso relacionado com o processo que envolve a procuradora Maria Gameiro, criticada publicamente por José Manuel Coelho por ter construído uma casa em zona reservada, considerando que esta estava “subserviente aos interesses do regime jardinista”. (diário)
A sessão do julgamento do dirigente do Partido Trabalhista Português (PTP) José Manuel Coelho recomeçou hoje sem a presença do arguido, que chegou atrasado cerca de 40 minutos à sala do tribunal da Comarca da Madeira.

A audiência teve início pelas 10:15, tendo a presidente do coletivo, Teresa de Sousa, feito constar nos autos que “o arguido não se encontrava presente apesar de devidamente notificado, não sendo a sua comparência indispensável para o apuramento da verdade”.
“Não tendo justificado a sua ausência”, declarou Teresa de Sousa, decidiu condená-lo na correspondente pena de multa.
Por seu turno, a advogada de defesa informou ter feito um contacto telefónico com o arguido e que este lhe tinha dito que “vinha a caminho” e estava “retido no trânsito”.
O arguido chegou ao tribunal pelas 10:50, tentou perturbar e interromper os trabalhos, fazendo chegar à juíza presidente um exemplar do panfleto satírico “Garajau”, que faz críticas aos magistrados, incluindo à presidente do coletivo.
Contudo, foi impedido pelo funcionário do tribunal.
“Não posso ter, neste momento, nenhum momento de diversão, agora tenho de trabalhar”, afirmou Teresa de Sousa e avisou o arguido para a forma como devem decorrer os trabalhos no tribunal.
Também o proibiu de distribuir a publicação na sala de audiências, incluindo às testemunhas.
O julgamento de José Manuel Coelho, que foi adiado sucessivamente, começou em 25 de fevereiro, sendo o dirigente do PTP acusado de vários crimes, entre os quais os de difamação qualificada, injúria agravada e desobediência qualificada, devido a declarações proferidas contra diversas entidades, em alguns casos em períodos de campanha eleitoral.
Este julgamento resulta da junção de 11 processos movidos por vários assistentes, que começaram no tribunal da Instância Local da Madeira, no Funchal, tendo o arguido pedido sucessivamente escusa dos juízes dos diversos casos.
o arguido foi pedindo escusa dos juízes nos processos na Instância Local da Comarca da Madeira, tendo os magistrados optado por juntá-los num só e enviaram-no para a Instância Central.
A sessão da manhã hoje foi dedicada ao apenso relacionado com o processo que envolve a procuradora Maria Gameiro, criticada publicamente por José Manuel Coelho por ter construído uma casa em zona reservada, considerando que esta estava “subserviente aos interesses do regime jardinista”. (JM)



Manuel Baptista o marido da procuradora Maria Antunes Gameiro

 A tal procuradora do Ministério Público que processou o deputado José Manuel Coelho por descobrir que ela tinha construído uma quinta no parque natural da Madeira sem ter licença nem projecto aprovado na CMF. 

 Foi uma oferta do regime para a comprar!

domingo, 17 de março de 2019

Liliana Rodrigues, foi afastada do Parlamento europeu por não arranjar tacho para um conhecido tachista do PS

Segundo o blogue do Luís Calisto (Fénix do Atlântico), afinal a Liliana Rodrigues foi afastada de ser de novo a candidata do PS/Madeira ao Parlamento Europeu por causa de ter dispensado de Assessora a dona Micaela esposa do Bruno Ferreira presidente da Junta de freguesia de S. Gonçalo. Este Bruno Ferreira além de presidente da junta também foi entachado pelo Paulo Cafôfo na empresa municipal "Frente Mar" onde se abotoa com um chorudo ordenado de 2500 € por mês, sem fazer a puta de um corno (como diz o nosso povo). O tachista também queria  ser assessor da Liliana no Parlamento Europeu, mas como esta não o quis então tratou de mover os cordelinhos junto do Paulo Cafôfo e da "lebre do norte" afim de a afastar da recandidatura aquele "eldorado" do Parlamento Europeu. Estes PSesses Madeira são iguais ao PSD sem tirar nem pôr uma vírgula.

O nosso tachista de serviço!
 "Ela teve a coragem de interromper o eldorado de uma assessoria concedida à mulher de um carreirista bem colocado na nomenclatura socialista, devolvendo-a à Tabanca por falta de competência nas funções atribuídas. 
Teve também a coragem de recusar "meter" em Bruxelas um dos beneficiários da Frente Mar que desejava uns aninhos no olimpo europeu, mesmo sem possuir as habilitações exigidas".
Ver tudo no blogue do Luís Calisto AQUI

 O nosso tachista aqui bem repimpado!

sábado, 16 de março de 2019

Mais um direitolas que concorda com a lei da rolha e a mordaça à imprensa


Afinal Ana Gomes tem razão



(Público)

A deputada do PTP  na Assembleia Legislativa da Madeira Raquel Coelho,  bem desconfiou da saída repentina do fundador e CEO da SDM (Empresa que detém a concessão da Zona Franca da Madeira). trazia água no bico.
O Partido Trabalhista Português (PTP) vai pedir uma audição parlamentar para esclarecer a situação do processo de infracção despoletado pela UE ao ajuste direito atribuído ao CINM”, para a qual deverão ser convidados o vice-presidente do Governo Regional, Pedro Calado, o presidente do C.A., Francisco Costa e os administradores executivos José António Câmara e João Machado.
Em causa está a renovação por ajuste directo, e por mais dez anos, da concessão do Centro Internacional de Negócios da Madeira (CINM) - Zona Franca da Madeira à Sociedade de Desenvolvimento da Madeira (SDM), detida maioritariamente pelo Grupo Pestana. Ver notícia do DN Aqui

A justiça no país e na Madeira, está formatada para safar corruptos e toda a sorte de ladrões alapados no Poder

sexta-feira, 15 de março de 2019

Distrital da Ordem dos Advogados da Madeira atira-se a José Manuel Coelho

Por causa dos advogados oficiosos todos do PSD que queria impingir ao deputado José Manuel Coelho. A Juíza Teresa Miranda do PSD não dava nenhum prazo para José Manuel Coelho procurar arranjar um advogado da sua confiança . Querendo agilizar a condenação do deputado do PTP pediu um oficioso à Distrital da Ordem. Esta forneceu-lhe dois. Ambos quadros políticos do PSD, que em  total desprezo do conflito de interesses, pensavam em «defender» Coelho fazendo-lhe a folha como é evidente. Perante a recusa  deste enviaram esta missiva a José Manuel Coelho protestando pela sua atitude. Os juízes que julgam Manuel Coelho, são todos do PSD. A distrital da Ordem dos Advogados é um covil de advogados reacionários, quase todos do PSD. Quem faz as queixas contra José Manuel Coelho são caciques vingativos do PSD. Como pode o acossado político José Manuel  Coelho acredidar numa justiça destas. Os juízes são do PSD. O delegado do MP é um reacionário do PSD. Os oficiosos são do PSD! Como pode José Manuel Coelho ter um julgamento imparcial e justo!?