sábado, 11 de maio de 2019
José Manuel Coelho e seu amigo Nataniel Pereira
Nataniel Pereira amigo de infância de José Manuel Coelho veio de visita à Madeira por altura do 25 de Abril.Ele é atualmente pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia na Austrália, onde se encontra há mais de 20 anos.
sexta-feira, 10 de maio de 2019
Luis Miguel Sousa o homem mais rico da Madeira, penhora a reforma de José Manuel Coelho
Luís Miguel Sousa o grande armador Madeirense e um dos maiores de Portugal tem o aparelho de justiça da Madeira no bolso: Conseguiu a penhora de parte da reforma do deputado José Manuel Coelho. Vejam esta justiça fandanga, que rouba e expolia o pobre e miserável para dar ao rico e poderoso.
Vejam toda esta história no blog do Luís Calisto FÉNIX do ATLÂNTICO
No cumprimento de uma decisão judicial, José Manuel Coelho começa a pagar neste Maio uma indemnização a Luís Miguel de Sousa, verba que, contando com despesas inerentes, ascende aos 209,99 € por mês.
O montante é deduzido da pensão paga pela Segurança Social ao dirigente do PTP, a rondar os 800 €. O donativo forçado continuará até atingir o valor total de 6.506,58 €. São 5.000 € para Luís Miguel e o resto para despesas. Com uma particularidade: nos meses em que há subsídio, a verba segue toda para abatimento da pena determinada pela condenação. O que não dá grande jeito ao benfeitor forçado, especialmente na época de Natal.
José Manuel Coelho está a pagar a indemnização que o Tribunal achou ser devida ao conhecido empresário de portos e transportes marítimos pelos danos não patrimoniais alegadamente causados por dois artigos do 'Garajau' em 2010, altura em que Coelho era director do jornal satírico em causa.
Um desses artigos, noticiando que o 'Onassis da Mamadeira" fora muito bem recebido nos Açores, avisava Carlos César: cuidado com "esta gente". A outra peça, intitulada "Os dentes da Moreira", com alusões à empresa Açorline, também alertava o então presidente açoriano: "Olho neles!"
Em suma, o 'Garajau' dava conselhos a César perante as estratégias do grupo económico que era "monopólio" na Madeira. Tudo numa linguagem acutilante, porém claramente marcada pelo "humor" - o "humor cruel" que a equipa do mensário escolheu para marca do seu projecto editorial.
As acções judiciais deram entrada nos tribunais. De resto, isso era uma prática rotineira na Madeira dessa época, posta em moda pelo governo regional. Todos os dias, era uma caterva de comunicados a "desmentir" as notícias do DN-Madeira e dos correspondentes do Público e do DN-Lisboa. Muitos dos comunicados avisando já que 'incluso' havia já processo a dar entrada na comarca.
Processos porque sim.
Vários secretários regionais explicaram-me: "Desde que toquem na Secretaria, temos ordens para levar a tribunal."
A ideia era travar a informação por via do processo judicial. Uma estratégia como qualquer outra. Sabe-se o que é política. O que custava entender era o papel dos tribunais, a darem andamento, com as descomunais perdas de tempo e dinheiro, a processos políticos de mero interesse partidário.
No DN, o consultor jurídico, Dr. Custódio Tavares, não tinha mãos a medir.
Alguns jornalistas e os directores que por lá passaram nas mais de duas décadas de Madeira Nova ficaram a conhecer corredores de tribunal e salas de audiências como os seus dedos.
E as coisas engraçadas à boleia da moda criada! Um membro de uma junta de freguesia no Funchal ameaçou avançar com um processo caso não fosse publicado na íntegra um discurso qualquer que o indivíduo fez lá na terreola. O presidente de um clube desportivo sem a menor expressão avisou que só por amizade não metia o DN em tribunal por causa do reduzido destaque a um jogo da sua equipa contra o Trinca-na-Pera F.C. Até o meu amigo e antigo colega Castro me ameaçou publicamente processar por causa de um escrito humorístico sobre qualquer coisa do Posto Avançado da Democracia, nos tempos do areal. E aquela do arquitecto que obrou aquele prédio tipo penitenciária em S. Martinho: também ameaçou meter advogados quando de um concurso bem humorado nas páginas do Diário para eleger o melhor mamarracho do Funchal. Ele ganhou e ainda reclamou!
Não admirou portanto que Luís Miguel de Sousa recorresse mais uma vez à Justiça contra Coelho. O chefe do Grupo Sousa tinha adoptado a estratégia de travar os artigos incómodos chateando os jornalistas com processos em cima de processos. Contra o DN foram às dezenas e dezenas.
No processo que condenou Coelho a este "donativo" de 200 euros mensais, apresenta-se Luís Miguel como personalidade conhecida pela maioria dos cidadãos da Madeira, quer pela sua actividade económica, nomeadamente ao nível da área portuária, quer pela sua participação em diversas instituições culturais e desportivas da ilha - prestígio que ninguém lhe nega sem esquecermos, desculpem a vaidade clubista, que ele é o Presidente da Assembleia Geral do Glorioso Marítimo. Reconhece-se esse destaque a Luís Miguel. Mas depois alega-se que o réu José Manuel Coelho pretendeu visar, com a publicação das notícias, a reputação do autor da queixa, junto das pessoas das suas relações sociais e entre profissionais do meio... e conseguiu!
Conseguiu?! Como é que alguém, com humor ou a sério, conseguiria influenciar negativamente pessoas das relações pessoais e profissionais de uma pessoa prestigiada, como é o caso?
Oh diabo! (espero não ir bater a tribunal por causa desta interjeição)
Não me parece que os dois artigos, mesmo que a puxar à 'sacanagem', provocassem tantos males nos projectos de Luís Miguel, apesar de haver um banco que por causa do Garajau ainda fez perguntas ao nosso empresário do mar - logo um banco, imaginem. A verdade é que o teor dos escritos não impediu que o Grupo Sousa continuasse a crescer por aí acima, influenciando as linhas marítimas e as operações portuárias e saindo por aí além de espada em riste à conquista do Porto de Lisboa, não me admirando nada que um dia chegue a mostrar o que vale no impressionante porto de Roterdão. Ou no gigante Xangai. O primo já anda por aqueles lados a ensinar como é que se negoceia no ramo cervejeiro.
Uma das razões aceites pelo tribunal para punir Coelho: Luís Miguel ficou "agastado e revoltado" com os artigos. Olha lá se o empresário também tivesse ido aos "arames", ficado "lixado da cabeça" e "para o diabo o levar", "pior que estragado", "passado" e "possesso"! Não haveria dinheiro para a indemnização.
Então, 200 euros por mês. Para aprender. Uma dentada vingadora numa mísera pensão de 800 euros. Mas nem é esse dinheiro nem outro qualquer que garante o "bom nome" a quem quer que seja. O estratagema marcou a época louca da Madeira Nova, por razões políticas, mas caiu em desuso. Logo agora, que Luís Miguel de Sousa não precisa de dar trabalho aos seus advogados para calar a imprensa. Muito pelo contrário. A Luís Miguel até deve aborrecer tanta lambuzadela na imprensa e na televisão.
200 euros por mês! Tenham vergonha. Depois do que já se apagou na poeira do tempo, deixem a história avançar. Pelo menos não começassem a fazer cobrar a pensão-extra logo no mês em que se comemora o Dia Internacional da Liberdade de Imprensa. Ah, peço desculpa. A Tabanca ainda não atingiu o estatuto de "internacional", continuamos na imprensa do chumbo.
terça-feira, 7 de maio de 2019
Assanje denunciou crimes de guerra praticados contra civis desarmados no Iraque e foi entregue aos criminosos dos EUA
DO SILENCIAMENTO AO ENLAMEAMENTO
Primeiro tentaram ocultar a infame prisão de Julian Assange: nenhum dos grandes media corporativos internacionais (CNN, BBC, NYT, etc) esteve presente no acto da sua prisão. Só através da RT o mundo pôde ter imagens de Assange, doente e combalido, a ser arrastado por polícias para fora da embaixada onde estava asilado. A seguir, como não puderam ocultar o escândalo, estes media tentam enlamear Assange. Por isso veiculam acriticamente todas as sandices vis propaladas governo equatoriano.
No burgo lusitano, o semanário Expresso faz as duas coisas: oculta o assunto na pg. 31 da sua edição e em simultaneo calunia Assange. É de se perguntar qual a integridade e decência dos dois sujeitos, Paulo Anunciação e Daniel Lozano, que assinam a nota do Expresso de 13/Abril. Indivíduos venenosos que se lançam contra um homem ameaçado de ser entregue às Guantanamos dos EUA – e que é o maior jornalista de todos os tempos – não merecem o nome de jornalistas. São apenas áulicos do poder. (Resistir info)
Que é subserviente ou elogioso de modo servil (ex.: submissão áulica). = ADULADOR,
"áulicos", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/%C3%A1ulicos [consultado em 07-05-2019].
Acesso à cabeceira 05 do aeroporto Cristiano Ronaldo, condicionado
Muito bem! Infelizmente a cultura prevalecente é a de quem avisa é alarmista e agoirento. Depois de acontecer, são fatalidades que acontecem em qualquer parte do mundo!
A estrada onde se despistou o autocarro da SAM no Caniço era só mais um exemplo à espera de acontecer...
No mesmo Concelho de Santa Cruz e na tutela do Governo Regional, temos há muitos anos o acesso ao Cais por debaixo do Aeroporto obstruído. Em caso de acidente aéreo é impossível prestar socorro junto ao mar, na Cabeceira 05! Nem os Bombeiros do Aeroporto, nem Vinci, nem ANA, nem SANAS, nem Câmara Municipal, nem Vialitoral, nem Governo Regional, nem Protecção Civil vêem isso? Mas fazem ensaios e treinos todos os anos a fingir que estão preparados...
quinta-feira, 2 de maio de 2019
Repsol da Nazaré pode processar o denunciante desta carta do leitor. Basta usar o artigo 180-187 do código penal fascista em vigor
E alegar que a empresa perdeu clientes com a denúncia do cidadão João Sousa. Basta o empresário da Repsol querer e logo teremos um qualquer juíz fascista (nos tribunais portugueses são quase todos) a condenar o missivista por difamação e atentado ao bom nome da empresa.
Abastecimento de chatices
«No dia 15/3, fui, como habitualmente, ao posto de abastecimento de combustível mais próximo da minha residência – Repsol da Nazaré – e atestei o depósito do carro da minha mulher. De seguida, dirigi-me ao interior da loja e paguei com cartão o valor que o funcionário indicou, sem o conferir, pois confiei sempre na seriedade e competência de quem está do outro lado do balcão.
Contudo, no dia 26/4, em véspera de fim de semana, a minha mulher recebeu na caixa de correio um Aviso Convocatório para comparecer, no dia 29, na Esquadra de Investigação Criminal do Funchal, para ser ouvida sobre assunto não mencionado no referido documento. Como é natural em pessoas que não frequentam estes meandros criminais, até ser ouvida, a inquietação e a ansiedade eram enormes, razão pela qual nem foi trabalhar nesse dia. Também acabei por faltar ao serviço na parte da tarde do referido dia para a acompanhar.
Quando nos comunicaram o motivo da convocação – roubo de combustível no posto de abastecimento referido –, fiquei com a noção de que se tratava de algum equívoco ou, na pior das hipóteses, alguma falha no sistema informático da referida bomba. Na documentação exibida, constava, de facto, uma foto do automóvel em causa. Para mim, não era suficiente. Queria ver o vídeo com a gravação das imagens, porque não acreditava naquela acusação.
Assim que recebi a ordem de pagamento que a BIC me passou, dirigi-me ao referido posto e fiz questão de visionar o tal ato de fuga ao pagamento do combustível. A funcionária/responsável pela loja foi averiguar o processo e, afinal, não era necessário ver as imagens, porque o que se tinha passado não fora um roubo nem uma fuga ao pagamento, mas, simplesmente, um erro do funcionário, no cálculo do valor a pagar pelo combustível, que registou 20,00 em vez de 67,00. Como o único meio de corrigir o erro era o recurso à BIC, segundo ela, toca a chatear o cliente e a entupir os serviços policiais com processos criminais, apenas para tentar corrigir um erro de caixa da sua responsabilidade exclusiva.
É caso para questionarmos se não será abusivo recorrer aos serviços policiais para corrigir erros de caixa e se é aceitável que uma pessoa de bem seja incomodada, chateada e lesada na sua imagem pública devido à incompetência dos funcionários das lojas. Não aceito que os meus impostos sejam consumidos em investigações criminais que de crime não têm nada e, como não sou masoquista, não tenho prazer em sofrer, mesmo que devido à falta de profissionalismo dos outros, só me resta alertar os leitores para estas situações, por forma a evitarem chatices. É o que vou fazer. Nunca mais abasteço o carro na Repsol da Nazaré!»
quarta-feira, 1 de maio de 2019
A segunda revisão contitucional de 1982 subverteu as liberdades conquistadas com a Revolução de Abril de 1974
Miguel Urbano Rodrigues foi o director do "Diário" que foi a primeira vítima da lei da rolha à liberdade de expressão em Portugal!
Constituição de 1976
O mesmo artigo após a segunda Revisão da Constituição, efectuada em 1982 no VIII Governo Constitucional presidido por Francisco Balsemão, sendo Meneres Pimentel ministro da Justiça e Reforma Administrativa. (ver quadro abaixo)
O Jornal "O Diário" foi a primeira vítima desta revisão Constitucional
Quando "O DIÁRIO" terminou, o jornal Público, provocatoriamente, usou como markting provocatório “mais tarde ou mais cedo, o seu jornal”! Nunca foi o meu jornal! Não gosto de gastar dinheiro com lixo! O Diário, doeu tanto a perda deste jornal. Que orgulho era comprar um jornal tendo como director o Miguel Urbano Rodrigues! “A VERDADE A QUE TEMOS DIREITO” depois foi o que se viu! Nunca mais houve um jornal isento. Agora, os jornais são do governo e do grande capital! Os jornais são do sistema, da mentira e do medo!
Fernando Luso Soares, foi o advogado do "Diário" nos numerosos processos nos tribunais portugueses após a introdução do novo Código Penal fascista introduzido em 1982 depois da 2ª revisão Constitucional.
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