sexta-feira, 5 de julho de 2019

Ambiente descontraído esta manhã no Tribunal da Comarca da Madeira antes da leitura da sentença condenatória de José Manuel Coelho

 Ricardo Oliveira, director do Diário de Notícias do Funchal era também réu neste julgamento (foi  absolvido porque o objectivo era condenar somente o Coelho)


Marinho da TVI, atrás o repórter do Correio da Manhã. Ao lado o  António Candelária outrora homem forte do PSD e da FSD (Fundação Social Democrata). Tinha fugido para o Brasil com uma pipa de massa e depois Jaime Ramos fê-lo regressar sob coação. Ao chegar à Madeira, processou o deputado José Manuel Coelho.


Sr. Correia correspondente da agência Lusa. Miguel Fernandes Luís, jornalista do Diário de Notícias e adeputada Raquel Coelho


 Advogada do Diário de Notícias do Funchal, a primeira à esquerda

Três advogados de acusação contra José Manuel Coelho

Através de um comunicado enviado à imprensa, o PTP-Madeira, pela voz do seu presidente, Quintino Costa, assume que a condenação de José Manuel Coelho “é uma vergonha para o Portugal democrático” e exige “a intervenção do presidente da República e do Parlamento”.“Não foi com surpresa que o Partido Trabalhista Português, recebeu a notícia da condenação a três anos e meio de prisão efectiva, do deputado José Manuel Coelho. Sabemos há muito tempo do desejo de vingança do poder político, económico e judicial da Madeira. Que usa todas as armas ao seu alcance para destruir os adversários”, começa por referir Quintino Costa, acrescentando que repudia esta condenação que é “um atentado à liberdade democrática”.“A lei da difamação está a acabar com a liberdade de imprensa e de expressão em Portugal. Sendo usada para reprimir as críticas com multas, indemnizações, custas judiciais e até penas de prisão. Tendo um efeito devastador sobre o sistema democrático, pois acaba por servir como arma de arremesso político, dissuadindo e intimidando todos aqueles que exercem a sua cidadania e as suas opiniões publicamente. Os tribunais portugueses têm produzido um conjunto de condenações completamente absurdas para um Estado que se diz democrático, em matéria de opinião. Tanto que o nosso país tem sido, consecutivamente, condenado no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, por violar a liberdade de imprensa e de expressão. Para o PTP, esta é mais uma das muitas batalhas que enfrentamos pela transformação da nossa sociedade. A democracia não é um dado adquirido e precisa de ser defendida”, atira ainda o líder do PTP-Madeira, manifestando a sua “inteira solidariedade para com o José Manuel Coelho, um grande combatente da democracia, da justiça e da liberdade”, lembrando que o PTP não se renderá “tão facilmente perante esta ignóbil injustiça e afronta a todos os madeirenses e porto-santenses”.diário
SOLIDÁRIOS


Indivíduo exótico e com inegáveis exageros que permitiram as forças obscuras intentar, e conseguir, um castigo exagerado, descabido se comparado com tantas situações mais graves onde a vista grossa, o arquivamento, a caducidade, o desaparecimento de provas e os advogados resolvem ...

Uma má Governação que cria dívida escondida e nos lança para a pobreza é o quê na vida de todos? Agora compare com as acções de José Manuel Coelho?

Os negócios dolosos de que todos desconfiam e oneram as famílias madeirenses são o quê na vida de todos? Agora compare com as acções de José Manuel Coelho.

Não é ladrão de colarinho branco nem é assassino, se fosse, a pena até seria suspensa. É simplesmente um homem que exageradamente usa a liberdade na luta política e atinge o poder. Como tantos dependem, ao fim de 40 anos, é um enorme uníssono de raiva.

Uma decisão típica de fim de regime, para segurar o poder por intimidação e medo. Fica claro muita coisa, cabe ao eleitorado avaliar se quer continuar a alimentar a situação. (solidariedade do Correio da Madeira com José Manuel Coelho)

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Rodrigo Trancoso, fala no inimigo que quer entrar!

Muito bem Rodrigo; tens razão!


Ora cá está ele:"Se tenho algum inimigo não está nesta assembleia, quanto muito está lá fora a querer entrar" (ver Diário)



quarta-feira, 3 de julho de 2019

Gil Canha fala dos "padres de Viseu" citando o escritor Aquilino Ribeiro

Gil Canha fala da promiscuidade empresarial entre o grupo AFA e o Governo Regional da Madeira através do vice presidente Pedro Calado


segunda-feira, 1 de julho de 2019

Alberto João irónico ataca Helder Spínola, Victor Freitas e a "falsa bordadeira"




(ver blog do Alberto João)
https://www.facebook.com/qqissugordelicia/photos/a.747045569013967/828228104229046/?type=3&theater

Discurso do PTP – Autonomia em Dia da Região Raquel Coelho diz que "está tudo nas mãos dos grupos económicos"!

Discurso do PTP – Autonomia em Dia da Região


Raquel Coelho diz que "está tudo

nas mãos dos grupos económicos"!

Hoje, nas comemorações dos 43 anos da Autonomia da Região Autónoma da Madeira, não posso deixar de lembrar as destemidas prosas do primeiro jornal publicado na nossa ilha, “o Patriota Funchalense”. Que graças à Revolução Liberal de 1820, tornou-se um importante veículo de expressão, contra centralismo de Lisboa. Pouco interessado no progresso do nosso arquipélago e quase sempre alheio às principais reivindicações insulares.
A Pátria era considerada 'madrasta' e as manchetes falavam por si: “somos tratados como colónia”, “a sorte infeliz da Madeira é a dos enteados”, “a escravidão consiste em alguém viver sujeito absolutamente à vontade de outrem”, “uma província que deve sujeitar os seus interesses aos da metrópole, deixa de ser província é de facto uma colónia e vive escrava”.

E foi graças a este insistente empenho e protesto, na resolução dos principais problemas dos ilhéus, que se iniciou o movimento autonomista. Claro, que o mesmo, foi sol de pouca dura. Já que em 1823, deu-se a Contra-revolução Liberal Miguelista e foi instalada na Madeira uma comissão de censura, que silenciou “O Patriota Funchalense”.

 A imprensa livre teve um papel fundamental no desenvolvimento de uma consciência madeirense, que culminou em muitas conquistas para o nosso povo.

 Justiça também seja feita aos colaboradores do famoso jornal “O Comércio do Funchal”, que durante a longa noite salazarista a defenderam, culminando esse desejo na célebre carta ao Governador Coronel Braamcamp Sobral.

 No entanto, a nossa Autonomia só foi conquistada muitos anos depois das reivindicações destes ilustres madeirenses. Em 1974, com a Revolução dos Cravos. Hoje, passados 43 anos da conquista da autonomia política e administrativa, verificamos que está longe de ser um projeto acabado. Usada muitas vezes como um mero chavão, para a guerrilha com o Governo da República. Uma independência que ironicamente acabou por aprisionar os madeirenses aos senhorios da “Madeira Nova”.  Uma série de empresários que se tornaram milionários, à sombra do protecionismo do poder político e que já dominam toda a economia da ilha, pondo e dispondo do Governo Regional, inclusive do aparelho de justiça.

Controlam setores vitais para o nosso desenvolvimento: os portos, os transportes, as vias rápidas, a energia, o turismo. Está tudo nas mãos destes grupos económicos. E os resultados desta usurpação do regime autonómico estão à vista. Estamos pouco desenvolvidos economicamente e a única perspetiva de uma vida melhor e de emprego seguro, resume-se ao setor público. Assim, formou-se, em torno do partido do poder, uma nomenclatura interminável de fiéis seguidores, graças aos empregos no governo, na administração pública e nas empresas privadas que dependem do setor público. Há festas para todos os gostos e subsídios para as mais variadíssimas instituições, desde a imprensa, ao desporto, à agricultura, às instituições de solidariedade social. Tudo isto, à custa de um endividamento insustentável, já que os impostos gerados não são suficientes para pagar este regime de festa permanente e a subsidiodependência da população. Com estas práticas, subjugou-se o nosso povo a uma nova “canga”, imprescindível para a sobrevivência na “Madeira Nova”, o cartão laranja. Numa Região, onde a geração de riqueza é diminuta e onde o emprego escasseia é normal que a maior parte das pessoas façam as suas escolhas políticas não com base na sua consciência, mas com o objetivo de garantir a sua subsistência. Assim, se explica os 40 anos de poder do mesmo partido. Apesar da nossa difícil condição de ilhéu. Mergulhados na pobreza, no ostracismo, na corrupção, no clientelismo e na má aplicação dos dinheiros públicos. Um povo que assistiu impávido e sereno a tudo isto, como se tratasse de uma inevitabilidade. E quando todos esperavam uma mudança política, digna desse nome, aparecem os cafofianos socialistas, prontos a capturar esse sonho, para depois replicar sem qualquer pudor a fórmula jardinista. 

E perante este dilema político, perguntamos: - que caminho devemos traçar? Bem...a resposta não é inovadora, basta honrarmos o legado da imprensa livre, que iniciou “O Patriota Funchalense” na nossa ilha.

Aproveito este discurso, esta oportunidade, para fazer o chamado àqueles que provaram não se render perante as adversidades, aos democratas e autonomistas ligados ao Jornal Garajau, quero dizer-vos que o nosso projeto está longe de estar acabado. Clamo também a todos os amantes da democracia, da justiça e da liberdade na nossa terra, que porventura possam se sentir desalentados com as perspetivas que se afiguram. Quero dizer-vos que o destino da nossa Região ainda não está traçado, que há esperança e que têm ao vosso dispor uma grande ferramenta para a transformação da nossa sociedade. O Partido Trabalhista Português.

Ao nosso povo, a mensagem é simples: Só peço que voltem a acreditar! (Fénix do Atlântico)



Festa Rija no arraial de S. Pedro na vila da Ribeira Brava














Gil Canha denuncia no Dia da Região a corrupção no aparelho de justiça na Madeira

Discurso no Dia da Região

Gil Canha lembra a Joana Marques Vidal
que a corrupção também capturou
o aparelho judicial 
Esta semana, a antiga procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, disse na comunicação social que há “redes de corrupção e compadrio na contratação pública”, e que essas redes estão disseminadas por vários organismos do próprio Estado português, desde ministérios, serviços diretos ou indiretos do Estado, até as próprias autarquias.

Na nossa opinião, esta ilustre magistrada só se esqueceu de se referir ao próprio aparelho judicial, que, em muitos casos, também foi capturado por essas tais redes de corrupção e influência, que utilizam certos magistrados sem escrúpulos para travarem investigações, absolverem governantes que praticaram atos ilícitos e lesivos dos interesses da comunidade, e pior ainda, engendram decisões e sentenças completamente estapafúrdias para perseguirem os cidadãos que se atrevem a pôr em causa essas mesmas práticas criminosas, e que, felizmente, não foram mais longe, porque entretanto, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem começou a impor a sua jurisprudência sobre a liberdade de expressão que o nosso país prometera respeitar. 
Então aqui na região, os requintes maquiavélicos que tomaram certos magistrados para silenciar as oposições e perseguirem todos aqueles que ponham em causa a oligarquia dominante e suas maroscas, tomaram proporções verdadeiramente kafkianas, em que os jornalistas ou os críticos são duramente castigados pelos tribunais, enquanto os corruptos ligados a processos como o  “Cuba Livre”, o caso dos milhões de euros de faturas falsas engendradas num apartamento na Nazaré, o processo de investigação à Máfia dos portos da Madeira, as golpadas de milhões de euros à segurança social, a falsificação de assinaturas em concessões públicas,  - são absolvidos ou recebem sentenças leves para “inglês ver”!
E hoje que estamos todos aqui a comemorar o Dia da Região Autónoma da Madeira não nos podemos esquecer que a nossa região também foi capturada pelos grandes grupos económicos que controlam toda a nossa economia, que parasitam o orçamento público com uma ferocidade nunca vista; que exploram o povo madeirense como verdadeiros senhores feudais, monopolizando os transportes marítimos,  a distribuição de bens alimentares, a energia, o centro internacional de negócios, as inspeções automóveis, a rapinagem dos nossos recursos naturais, o controle da comunicação social, as parcerias público-privadas, e em todos os setores onde há dinheiro público, vemos estas “ratazanas” sem vergonha a rondar e a cheirar como verdadeiros vampiros da Transilvânia.
E o mais confrangedor é que a maioria dos nossos governantes, em vez de velarem pelo bem-comum e por uma boa administração da coisa pública, optam muitas vezes por facilitarem a atuação dessas redes de compadrio e corrupção, como muito bem denunciou a Doutora Joana Marques Vidal. 
E com o aproximar das eleições, vemos esses grupos que enriqueceram e ganharam grande poder durante estes últimos 40 anos de cumplicidade criminosa governativa, a se posicionarem entre os MAIORES PARTIDOS (PSD, CDS e PS) para continuarem a usufruir dos seus privilégios e da sua influência política, sem que ninguém lhes deite a mão. (fenix do atlântico)