terça-feira, 29 de março de 2016
Diário de Noticias traz fotos e vídeo de Coelho a oferecer a roupa como ativo a penhorar
Veja as fotos e o vídeo registado pelo canal on-line do parlamento madeirense
Programa parlamento com vários figurantes que falaram muito, muito e disseram quase nada!
segunda-feira, 28 de março de 2016
«A Madeira é uma grande autarquia» Marcelo Rebelo Sousa não acredita na Autonomia da "mamadeira"
Chamou-lhe e com razão uma Grande Autarquia. Veja tudo no vídeo do da entrevista da SIC "sinais de fogo" conduzida por Miguel Sousa Tavares. Ambos têm uma certeza comum: Na Madeira não existe liberdade de imprensa. (veja as declarações surpreendentes de Marcelo ao minuto 15.9)
domingo, 27 de março de 2016
Portugal Visto do Céu. Vale a pena ver!
Na foto do lado esquerdo temos o madeirense Frederico Vieira Coelho, tio materno de José Manuel Coelho.Esteve em 1936 envolvido na chamada Revolta do Leite. Foi preso junto com mais 600 camponeses da Madeira. Foram enviados pela ditadura de Salazar para Caxias, Angra do Heroísmo e Forte de nossa Senhora da Graça em Elvas.O tio de José Manuel Coelho esteve em Elvas 4 anos como preso político. Quando regressou à Madeira morreu ainda novo com 49 anos por falta de assistência médica.
Cromos da edição do "Renovadinhos" deste domingo (Alberto João Jardim não dorme apenas descansa)
Jardim não dá tréguas aos «Renovadinhos» seus detratores
Ver
Ricardo Sousa e Luís Miguel Sousa «o famigerado Grupo Sousa,»
Dionísio Pestana «Veja-se o caso do Grupo Pestana,»
Miguel Sousa « o conhecido ''cervejeiro renovado'', »
compadre do Bettencourt da Câmara
José Betetencourt da Câmara ''doutor'' do ''diário''
«Agora é o ''areeiro'' que aspira a ter monopólio do futebol.»
Finalmente Alturas o cromo do inútil Sindicato da Construção civil da Madeira
Lá está Tranquada Gomes e o Diário de Notícias a darem novamente protagonismo ao deputado Coelho quando sabem que o não devem fazer!
Um ano chegou para mudar muita coisa na
Madeira e abrir "novo ciclo"
Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira e o representante da República na região são unânimes
O presidente da Assembleia Legislativa da Madeira e o representante da República na região são unânimes ao considerarem que, um ano passado sobre as eleições legislativas regionais, "muita coisa mudou" e abriu-se "um novo ciclo" no arquipélago.
"Mudou muita coisa no parlamento [da Madeira] e, em geral, no funcionamento do sistema regional", diz o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira (ALM) à agência Lusa.
Segundo Tranquada Gomes (PSD), a Madeira caminha "para uma credibilização das instituições, um melhor diálogo entre a República e a região" e há "uma nova forma de fazer política".
O responsável da ALM aponta que foi encetado um conjunto de reformas do sistema político na região que "tem beneficiado muito a autonomia", nomeadamente a revisão do Regimento da Assembleia e do Estatuto Político-Administrativo, visando "aprofundar a autonomia" que tem "40 anos, é adulta e responsável".
Tranquada Gomes considera que "tem sido um ano muito produtivo" e existe "uma nova dinâmica parlamentar", tendo sido realizadas 74 reuniões plenárias, quatro debates mensais com a presença do Governo Regional -- o que não acontecia com o anterior executivo liderado por Alberto João Jardim --, mais de 200 reuniões de comissões e cerca de 30 audições parlamentares.
"Há uma interação muito positiva entre o Governo e o parlamento", sublinha este responsável, realçando que o atual Governo Regional "tem dado mostras de uma cultura democrática, porque tem respeitado o parlamento, tem interagido bem com as funções parlamentares e tem-se deixado fiscalizar, não só a nível das reuniões de comissões, como dos próprios requerimentos da oposição".
O presidente do Assembleia Legislativa da Madeira sublinha, por outro lado, que "hoje, praticamente, não há nada escondido, é uma administração transparente, também por via do exercício desta função fiscalizadora do parlamento", e admite que esta "era a vertente em que, talvez, o parlamento [regional] pecasse mais no passado".
Tranquada Gomes salienta que existe, igualmente, um "apaziguamento nas relações com a República, que é positivo, porque a democracia faz-se de cooperação, de diálogo".
O presidente da ALM reconhece, no entanto, "ainda, uma das fragilidades do parlamento" regional: os episódios caricatos protagonizados pelo deputado do PTP, José Manuel Coelho.
"Ficam mal ao senhor deputado" e são já uma "questão de justiça, está entregue aos tribunais, que devem avaliar se esses desempenhos constituem ou não crime", diz Tranquada Gomes.
Também o representante da República na Madeira argumenta que, no último ano, "se abriu um novo ciclo, com novos protagonistas, com novas formas de atuação, talvez com novas visões sobre aquilo que deve ser a governação da região".
Ireneu Barreto declara que, "descontando algumas peripécias" que de vez em quando ainda acontecem, "o ambiente na própria Assembleia [Legislativa] melhorou, há menos crispação atualmente entre os seus diversos componentes".
Numa outra esfera, o juiz-conselheiro é de opinião de que o mau relacionamento entre a região e a República nos mandatos do anterior Governo insular, liderado por Alberto João Jardim, "muitas vezes era mais aparente que real".
"Era uma forma de fazer política, discutida ou não discutida. Mas o que interessa, no fundo, na política são os resultados e nós podemos dizer que, no tempo do dr. Alberto João Jardim, a região conseguiu alguns bons resultados", diz Ireneu Barreto, acrescentando que o atual chefe do executivo, Miguel Albuquerque (PSD), "tem outra maneira de fazer política, que também tem dado bons resultados à região".
Para o futuro, o representante da República -- cuja extinção do cargo é desejada por muitos responsáveis políticos no arquipélago -- deseja que a Madeira "continue a ter uma boa relação" com o poder central e "continue, pelo menos, a obter os bons resultados que merece nesta relação dialética que se estabelece entre a Região Autónoma e a República em geral".
O PSD conquistou no dia 29 de março de 2015 a sua 11.ª maioria absoluta consecutiva nas eleições legislativas regionais da Madeira, as primeiras sem Alberto João Jardim.
O PSD/Madeira, liderado por Miguel Albuquerque, alcançou 44,33% dos votos e 24 dos 47 deputados eleitos, menos um do que nas eleições anteriores. (dnoticias.pt)
O presidente da Assembleia Legislativa da Madeira e o representante da República na região são unânimes ao considerarem que, um ano passado sobre as eleições legislativas regionais, "muita coisa mudou" e abriu-se "um novo ciclo" no arquipélago.
"Mudou muita coisa no parlamento [da Madeira] e, em geral, no funcionamento do sistema regional", diz o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira (ALM) à agência Lusa.
Segundo Tranquada Gomes (PSD), a Madeira caminha "para uma credibilização das instituições, um melhor diálogo entre a República e a região" e há "uma nova forma de fazer política".
O responsável da ALM aponta que foi encetado um conjunto de reformas do sistema político na região que "tem beneficiado muito a autonomia", nomeadamente a revisão do Regimento da Assembleia e do Estatuto Político-Administrativo, visando "aprofundar a autonomia" que tem "40 anos, é adulta e responsável".
Tranquada Gomes considera que "tem sido um ano muito produtivo" e existe "uma nova dinâmica parlamentar", tendo sido realizadas 74 reuniões plenárias, quatro debates mensais com a presença do Governo Regional -- o que não acontecia com o anterior executivo liderado por Alberto João Jardim --, mais de 200 reuniões de comissões e cerca de 30 audições parlamentares.
"Há uma interação muito positiva entre o Governo e o parlamento", sublinha este responsável, realçando que o atual Governo Regional "tem dado mostras de uma cultura democrática, porque tem respeitado o parlamento, tem interagido bem com as funções parlamentares e tem-se deixado fiscalizar, não só a nível das reuniões de comissões, como dos próprios requerimentos da oposição".
O presidente do Assembleia Legislativa da Madeira sublinha, por outro lado, que "hoje, praticamente, não há nada escondido, é uma administração transparente, também por via do exercício desta função fiscalizadora do parlamento", e admite que esta "era a vertente em que, talvez, o parlamento [regional] pecasse mais no passado".
Tranquada Gomes salienta que existe, igualmente, um "apaziguamento nas relações com a República, que é positivo, porque a democracia faz-se de cooperação, de diálogo".
O presidente da ALM reconhece, no entanto, "ainda, uma das fragilidades do parlamento" regional: os episódios caricatos protagonizados pelo deputado do PTP, José Manuel Coelho.
"Ficam mal ao senhor deputado" e são já uma "questão de justiça, está entregue aos tribunais, que devem avaliar se esses desempenhos constituem ou não crime", diz Tranquada Gomes.
Também o representante da República na Madeira argumenta que, no último ano, "se abriu um novo ciclo, com novos protagonistas, com novas formas de atuação, talvez com novas visões sobre aquilo que deve ser a governação da região".
Ireneu Barreto declara que, "descontando algumas peripécias" que de vez em quando ainda acontecem, "o ambiente na própria Assembleia [Legislativa] melhorou, há menos crispação atualmente entre os seus diversos componentes".
Numa outra esfera, o juiz-conselheiro é de opinião de que o mau relacionamento entre a região e a República nos mandatos do anterior Governo insular, liderado por Alberto João Jardim, "muitas vezes era mais aparente que real".
"Era uma forma de fazer política, discutida ou não discutida. Mas o que interessa, no fundo, na política são os resultados e nós podemos dizer que, no tempo do dr. Alberto João Jardim, a região conseguiu alguns bons resultados", diz Ireneu Barreto, acrescentando que o atual chefe do executivo, Miguel Albuquerque (PSD), "tem outra maneira de fazer política, que também tem dado bons resultados à região".
Para o futuro, o representante da República -- cuja extinção do cargo é desejada por muitos responsáveis políticos no arquipélago -- deseja que a Madeira "continue a ter uma boa relação" com o poder central e "continue, pelo menos, a obter os bons resultados que merece nesta relação dialética que se estabelece entre a Região Autónoma e a República em geral".
O PSD conquistou no dia 29 de março de 2015 a sua 11.ª maioria absoluta consecutiva nas eleições legislativas regionais da Madeira, as primeiras sem Alberto João Jardim.
O PSD/Madeira, liderado por Miguel Albuquerque, alcançou 44,33% dos votos e 24 dos 47 deputados eleitos, menos um do que nas eleições anteriores. (dnoticias.pt)
sábado, 26 de março de 2016
Contestação estudantil no final da Taça de Portugal em 1969 no Jamor entre a Académica e o Benfica
Futebol de causas
A propósito do Dia do Estudante, celebrado ontem dia 24 de Março. Irão celebrar-se no próximo mês de Abril, os 47 anos da maior crise Académica registada no nosso país, crise da qual resultou o maior comício realizado em Portugal na era do Estado Novo: a célebre partida realizada em 1969 no Estádio Nacional do Jamor a contar para a final da Taça de Portugal dessa temporada entre o Benfica e a Académica.
Orgulhoso do trabalho realizado pelos meus antepassados, enquanto antigo estudante da Universidade de Coimbra e antigo atleta da Académica, venho por este meio relembrar o glorioso passado desta instituição.(Aventar)
Banda desenhada de "armandinho"
sexta-feira, 25 de março de 2016
No Brasil a reação faz tudo para destruir as forças progressistas e restabelecer por inteiro o poder do grande capital.
O Brasil vive tempos difíceis. A reacção e o imperialismo nunca se conformaram com as mudanças de sentido progressista que desde 2003 melhoraram as condições de vida de muitos milhões de brasileiros e nunca desistiram de reverter um processo que, apesar de ter mantido praticamente intocados o poder económico e o aparelho de Estado, pressentiram como uma ameaça mortal aos seus interesses. O forte apoio popular ao processo de mudança limitou-lhes a capacidade de intervenção, colocou-os na defensiva, mas nunca desistiram. Nas eleições de 2014 em que foi eleita presidente Dilma Rousseff jogaram uma fortíssima cartada mas perderam. Agora, aproveitando-se de uma conjuntura económica desfavorável, aliás indissociável da profunda crise do capitalismo que atinge seriamente os países «emergentes», passam abertamente à ofensiva para reconquistar as posições perdidas. É esse o sentido da campanha golpista visando a destituição da presidente Dilma. É esse o sentido da operação contra Lula da Silva, visando descredibilizar a sua imagem e impedir que possa voltar a desempenhar um papel relevante na vida política do Brasil.
A desinformação sobre o que realmente se passa no Brasil é enorme e o que é essencial tende a ser soterrado pela avalanche de «informação» sensacionalista. Porque, por detrás da cortina de fumo de uma suposta independência no apuramento de responsabilidades no corrupto sistema capitalista brasileiro, o que está realmente a verificar-se é a instrumentalização do aparelho judicial em articulação com a comunicação social, para afastar as forças progressistas e restabelecer por inteiro o poder do grande capital. O que está verdadeiramente em causa na aguda luta de classes em curso no Brasil é o sentido – progressista ou reaccionário, de soberania ou de submissão aos EUA – do desenvolvimento político e social deste grande país. E está em causa a própria democracia, sem dúvida muito limitada no seu conteúdo, mas em que as liberdades e direitos políticos fundamentais são uma realidade que incomoda uma grande burguesia que é portadora de uma longa senda de crimes como os praticados durante a ditadura fascista que se seguiu ao golpe militar de 1964 que derrubou João Goulart.
O que nestes dias está em jogo no Brasil diz em primeiro lugar respeito aos trabalhadores e ao povo brasileiro e as poderosas manifestações populares que no passado dia 18 encheram as ruas de numerosas cidades sob a palavra de ordem «contra o golpe, pela democracia» mostram que existem no Brasil forças capazes de defender e aprofundar os avanços alcançados. Mas diz também respeito a todos os povos do mundo, e em primeiro lugar da América Latina. O Brasil é um grande país com uma crescente projecção e influência na vida internacional. É um dos cinco países dos BRICS, uma aliança que desempenha um importante papel na contenção dos projectos de domínio mundial totalitário do imperialismo norte-americano e que, apesar de limites e contradições resultantes da sua natureza capitalista, tem convergido com países como Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador no processo de transformações progressistas e de soberania que tem percorrido o continente latino-americano (de que são expressão organizações como a CELAC ou a UNASUR) e que o imperialismo procura a todo o custo subverter. O empenho golpista da reacção brasileira e do imperialismo visa muito para além do próprio Brasil. A nossa solidariedade de princípio com o PCdoB, o PT, o MST e demais forças que lutam para barrar o caminho da reacção tem também em conta a imperiosa necessidade de unir forças para fazer frente ao imperialismo no plano mundial.
A desinformação sobre o que realmente se passa no Brasil é enorme e o que é essencial tende a ser soterrado pela avalanche de «informação» sensacionalista. Porque, por detrás da cortina de fumo de uma suposta independência no apuramento de responsabilidades no corrupto sistema capitalista brasileiro, o que está realmente a verificar-se é a instrumentalização do aparelho judicial em articulação com a comunicação social, para afastar as forças progressistas e restabelecer por inteiro o poder do grande capital. O que está verdadeiramente em causa na aguda luta de classes em curso no Brasil é o sentido – progressista ou reaccionário, de soberania ou de submissão aos EUA – do desenvolvimento político e social deste grande país. E está em causa a própria democracia, sem dúvida muito limitada no seu conteúdo, mas em que as liberdades e direitos políticos fundamentais são uma realidade que incomoda uma grande burguesia que é portadora de uma longa senda de crimes como os praticados durante a ditadura fascista que se seguiu ao golpe militar de 1964 que derrubou João Goulart.
O que nestes dias está em jogo no Brasil diz em primeiro lugar respeito aos trabalhadores e ao povo brasileiro e as poderosas manifestações populares que no passado dia 18 encheram as ruas de numerosas cidades sob a palavra de ordem «contra o golpe, pela democracia» mostram que existem no Brasil forças capazes de defender e aprofundar os avanços alcançados. Mas diz também respeito a todos os povos do mundo, e em primeiro lugar da América Latina. O Brasil é um grande país com uma crescente projecção e influência na vida internacional. É um dos cinco países dos BRICS, uma aliança que desempenha um importante papel na contenção dos projectos de domínio mundial totalitário do imperialismo norte-americano e que, apesar de limites e contradições resultantes da sua natureza capitalista, tem convergido com países como Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador no processo de transformações progressistas e de soberania que tem percorrido o continente latino-americano (de que são expressão organizações como a CELAC ou a UNASUR) e que o imperialismo procura a todo o custo subverter. O empenho golpista da reacção brasileira e do imperialismo visa muito para além do próprio Brasil. A nossa solidariedade de princípio com o PCdoB, o PT, o MST e demais forças que lutam para barrar o caminho da reacção tem também em conta a imperiosa necessidade de unir forças para fazer frente ao imperialismo no plano mundial.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




































