Estão vendo o Rali Vinho da Madeira
O actor americano Big Jonhn
Os comunistas é que foram acusados de pegar fogo no edifício do parlamento alemão.
A nova moda no Governo Regional: governar para estrangeiros, para os negócios políticos com a diáspora, viajar de borla a fazer fortunas em subsídios de representação, gastar milhares em eventos sem retorno, infraestruturar possibilidades de negócio para os oligarcas do regime com o poder. O retorno para os madeirenses é zero. A Madeira não decide as políticas externas do país, não tem poder para isso, tudo o resto é encenação justificativa. O objetivo é a viagem e "fazer dinheiro" para a sua conta bancária.
A
E a Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Rubina Leal, foi ao Canadá e aos Estados Unidos representar a Madeira. No Verão. Com o dinheiro dos contribuintes madeirenses.
Não é ilegal. Percebemos. Os titulares de cargos públicos têm direito a viagens institucionais, e se for esse o caso, que o digam claramente. Mas é precisamente por isso que existe uma palavra muito importante no léxico da democracia que parece ter ficado esquecida algures entre o aeroporto do Funchal e o destino transatlântico: prestação de contas.
Não é um favor. Não é uma opção. É uma obrigação legal de quem exerce funções pagas pelo erário público.
Por isso, Rubina Leal, com todo o respeito que o cargo merece, e que se ganha, não se herda, os madeirenses têm perguntas simples. Perguntas de contribuinte. Perguntas que qualquer democracia digna desse nome deveria responder sem hesitar:
Quem pagou a viagem?
Se foi o erário público, ou seja, nós, queremos saber o valor total. Bilhetes de avião. Hotel. Refeições. Deslocações. Tudo.
Qual foi o motivo institucional?
Uma visita ao Canadá e aos EUA em Verão, em plenas férias, tem enquadramento em que agenda oficial exatamente? Que reuniões? Com quem? Para quê? Com que resultado concreto para os madeirenses?
Existe relatório?
Toda a deslocação oficial paga com dinheiro público exige relatório. Não é burocracia, é transparência. É o mínimo que se exige a quem gere o dinheiro de uma ilha inteira.
E o recibo?
Sim. O recibo. Esse documento humilde e democrático que qualquer cidadão madeirense tem de apresentar quando quer deduzir uma despesa. O mesmo que o Estado exige a quem ganha mil euros por mês. O mesmo que a Rubina Leal, na sua função de Presidente da Assembleia Legislativa, tem obrigação de apresentar quando viaja com dinheiro público.
Queremos o recibo.
Não é pedido excessivo. É o contrato básico entre quem governa e quem paga. É a diferença entre um cargo público e um cheque em branco.
A Madeira tem problemas sérios, o mar contaminado, as ETAREs avariadas, as rendas inacessíveis, os jovens que partem, os velhos sem sombra para passear. Problemas que ficaram cá enquanto a Presidente da Assembleia viaja.
Um relatório detalhado. Com todos os custos. Para conhecimento público. Publicado.
Não pedimos muito.
Pedimos o que é nosso.
Contribuinte madeirense. Que nunca foi ao Canadá com o dinheiro de ninguém.
Todos os outros que antecederam não estão esquecidos.
E a fortuna em Vista Alegre para agradecer os vendidos no Parlamento muito menos.
Foi pena não ter normalizado o Bentley com amigos e jornalistas.
Agradeçam ao Cafofo!
O Comando Regional da Madeira da Polícia de Segurança Pública (PSP) veio dar conta de que, no dia 27 de Julho de 2026, deteve um homem de 66 anos de idade, residente no concelho do Funchal, pela presumível prática do crime de tráfico de estupefacientes.
A intervenção policial teve origem na detecção de uma plantação de cannabis existente numa horta localizada no interior de uma habitação. Na sequência das diligências efectuadas e após realização de uma busca domiciliária, a PSP apreendeu:
No total, foram apreendidas 11 plantas de cannabis, correspondentes a um peso bruto superior a 3,8 quilogramas, suficiente para a produção de aproximadamente 1.523 doses individuais da referida substância estupefaciente, diz a Polícia.
O suspeito foi detido e presente às diligências processuais competentes. Após contacto com o Ministério Público, foi restituído à liberdade, ficando sujeito à medida de coação de Termo de Identidade e Residência, aguardando os ulteriores termos do inquérito.
A PSP reafirma o seu compromisso no combate ao tráfico de estupefacientes, prosseguindo uma actuação determinada na prevenção e repressão deste tipo de criminalidade, contribuindo para a segurança e tranquilidade da população.
Esta reportagem nunca poderia ser feita por um jornalista madeirense, estão todos subserviêntes ao regime albuquerquista
É
1) Quando diz que não tinha conhecimento dos factos, a verdade é que teve. Se foi interrogada como arguida, foi-lhe necessariamente dado conhecimento dos factos, da sua qualificação jurídica e das provas recolhidas. Por isso, não se percebe como pode afirmar que não teve conhecimento de nada, nem, principalmente, como ousa afiançar a sua convicção de que não foi cometido qualquer crime. Pergunta-se: perante isto, como não teve a iniciativa de tomar medidas quanto às funcionárias, nem mandar auditar os demais concursos públicos em que essas funcionárias intervieram como júri.
2) Élia Ascensão procurou sacudir a água do capote, dizendo que apenas praticou actos de gestão, a assinatura do despacho que abriu os concursos e que não sabia de nada. O problema é o que o despacho judicial deu como fortemente indiciado: ANTES de abrir os concursos, Élia Ascensão trocou mensagens com a presidente do júri (que foi suspensa de funções); numa dessas mensagens a presidente do júri disse a Élia Ascensão a quem se destinavam três das vagas postas a concurso; Élia Ascensão lei essa mensagem; SABENDO, porque lhe foi dito, QUE A PRESIDENTE DO JÚRI DESTINAVA TRÊS DAS VAGAS POSTAS A CONCURSO A PESSOAS DETERMINADAS, Élia Ascensão nomeou essa pessoa como presidente do júri dos concursos. Pergunta-se: Élia Ascensão acha isto normal?!?! Uma funcionária pública diz-lhe que as vagas de um concurso que ainda não abriu se destinam a pessoas concretas e Élia Ascensão nomeia essa funcionária presidente do júri: achava que ia acontecer o quê? Que o concurso não ia ser viciado?!?! Mas está a gozar?!?!
Afinal, bem vistas as coisas, percebe-se a razão pela qual Élia Ascensão não toma medidas. Sabia, porque lhe fora anunciada, da viciação dos concursos e escolheu nada fazer.
Gente perigosa esta raça CIGANA!
O homem condenado a 23 anos de cadeia pelo homicídio do filho, no Baldio das Ferrarias, em Amareleja, Moura, onde discutiram por causa de um cavalo, não aceita a sentença e recorreu junto do Tribunal da Relação de Évora para que o julgamento seja repetido e tenha intervenção de um júri.
"O senhor não merece voltar a saborear a liberdade. [Com] esta pena, a ser cumprida na totalidade, não lhe resta alternativa de vida", disse o presidente do coletivo, Vítor Maneta. No julgamento, o arguido dissera que "um pai que mata um filho não deve ser preso, deve ser enforcado".
O tribunal deu como provado que Sanches empunhou a caçadeira e, a dois metros, fez um disparo contra António Cardas. "Dispara nele", terá instigado o outro filho, segundo o tribunal.
Esqueceu-se de dizer que a censura atual passou a ser feita dentro das redações dos jornais e chama-se autocensura que é feita pelo próprio jornalista que escreve afim de não ser despedido. Se Élvio Passos escrever por exemplo acerca dos portos da Madeira e do monopólio do grupo SOUSA, é logo despedido sem apelo nem agravo. Tem de passar a ser funcionário do PCP/madeira afim de poder sobreviver. Ele sabe bem disso.
Era o partido Comunista Português Reconstruido
I
Existe uma apetência crescente e notória da população local em consumir puro entretenimento, aforismos fáceis e conteúdo mastigado, em detrimento do consumo de informação séria, escrutínio político ou jornalismo de investigação. O madeirense aborrece-se com coisas sérias e procura o lúdico. A busca pelo riso rápido, pelo meme, pela piada fácil e pelo escárnio superou quase por completo o interesse por aquilo que realmente afeta a vida do cidadão no seu dia a dia, desde a habitação aos custos de vida, passando pelas decisões ambientais e governamentais.
Esta apetência traduz-se em traços marcantes da nossa sociedade atual:
O triunfo da piada sobre o facto: se uma notícia ou publicação for falsa ou desinformadora, mas vier acompanhada de uma piada audaz ou de um tom cómico, a probabilidade de ser partilhada e celebrada aumenta exponencialmente. A verdade tornou-se secundária perante a capacidade de fazer rir.
A fuga ao mundo real: discutir orçamentos, licenciamentos, transparência de investimentos ou políticas públicas dá trabalho e exige reflexão. O entretenimento leve surge como uma anestesia social, uma bolha confortável onde o Madeirense prefere refugiar-se para não enfrentar a complexidade da realidade à sua volta.
A cultura do "Pão e Circo" (mesmo sem pão): paz, pão, povo e liberdade é cada vez mais mentira na Madeira. Aceita-se a festa, o evento, a arraial e o aparato cor-de-rosa com um entusiasmo quase hipnótico. A ilusão de abundância que os palcos e os festivais transmitem consegue, sistematicamente, abafar as carências reais do dia a dia e apagar do debate público as perguntas que deviam ser feitas aos tomadores de decisão.
Quando uma sociedade escolhe ativamente a desinformação, desde que esta venha disfarçada de humor, o escrutínio desaparece e a exigência cidadã dissipa-se. E, enquanto a plateia se diverte a olhar para os palhaços do circo, a realidade lá fora continua a ser decidida à porta fechada por quem bem entende.