terça-feira, 4 de agosto de 2026

Palpites sobre os possíveis actores que estão por detrás do jornal anónimo "MADEIRA OPINA"

 A imprensa clandestina é preciso. Tal como passado salazarista faziam os comunistas na longa noite fascista.


Raúl Ribeiro o pardalão!


«O Raul Ribeirão escreve bem demais para ser o escriba habitual do Madeira Opina. Essa página é financiada pela Controlmedia do Jaime Sanitas e coordenada pelo famigerado Hernâni Correia. O escriba e censor principal é o seu lacaio dos tempos da JSD o Carlos Vares. Nunca perdoou o Jorge Carvalho ter afastado a irmã dos apetites românticos desde ex-cronista do DN, daí desancar no mesmo. Já o chamar de Eduardinho ao Secretário do Toyrisme e Mau Ambiente, denota um fraquinho reprimido. Há mais panascas na Madeira do que gajas boas...»
Carlos Vares

Entre eles uma senhora reformada do porto santo com seu marido desbocado.

 Serão estes os pardalões do anónimo que fez este comentário no nosso blog?!  «O diabo veste prada anda maluquinho para tomar o governo, acha que será o novo eleito pelo zé povinho... a disputa aberta é entre ele e o tal abreu arrogante ........vai sonhando LOL
 Prepara terreno com uns descontestes de todas a variantes...o lixo dos partidos........ Entre eles uma senhora reformada do porto santo com seu marido desbocado. Consta que fazem reuniões secretas para estudar formas de atraicoar o governo, a clara de ovo podre, o clube de miras arrogantes e enteresseiros de uma associação de miras fantasmas ou para angariacão de clientes. Os chatagistas de plantão do psd que o albuquerque sabe também está por trás. Ohhh Albuqurrque abre o olho que na tua própria casa mora o diabo, na rosa e na outra. Aprende de uma vez a não emprenhar pelos ouvidos toda a verborreia de maldade dessas mulheres vampirísticas. Uma ruiba falsa e a loira sonsa evescarninhas. Dizem as l8guas que reune-se com a esposa de um que ambiciona agora ser presidente da camara. Mas sao tao snob que o máximo que vão ter é um pontapé nesse rabo. Uma gente tonta que cresce na horizontal e na tezura da vaidade e maldade e cabeça... zero!»

"O Porto do Germano": Quem foi Gonçalo Cristóvão, o homem preso por Marquês de Pombal

 No episódio desta semana de "O Porto do Germano", o jornalista e historiador conta-nos a história de Gonçalo Cristovão, um homem de grande riqueza que teve direito a uma rua com o seu nome mas que foi preso pelo Marquês de Pombal

https://www.jn.pt/amp/18109143/o-porto-do-germano-quem-foi-goncalo-cristovao-o-homem-preso-por-marques-de-pombal

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Gratidão do cordelista (poeta popular) ao presidente LULA

 Os cordelistas nordestinos são os escritores da tradicional literatura popular em verso do Brasil, destacando-se grandes nomes como Leandro Gomes de Barros, Patativa do Assaré e Bráulio Bessa. Eles criam poemas rimados impressos em pequenos folhetos que contam histórias do sertão, críticas sociais e a vida do povo.

O Alberto João foi traído e afastado do poder pelos seus próprios seguidores bajuladores. Entre eles temos José Prada e Miguel de Sousa

 

O rei deposto da Tabanca

«Tanto o Bokassa como o cabeça-de-bigorna são seres deformados. São feios, parecem o homem de Neanderthal.»

  Na velha Tabanca viveu, durante muitos anos, um homem chamado Alberto. Autoproclamava-se o maior génio político que aquelas paragens alguma vez tinham conhecido. Se alguém ousasse discordar, era logo catalogado como ignorante, invejoso ou conspirador. Para Alberto, o único erro possível era o dos outros.

 Enquanto reinou, distribuiu favores pelos amigos e benesses pelos companheiros mais obedientes. A corte prosperava e os seus fiéis garantiam-lhe aplausos permanentes. Convencido de que era insubstituível, nunca percebeu que eram precisamente esses aduladores que lhe iam cavando a sepultura política.

 Com o passar dos anos, Alberto começou a perder o norte. Via conspirações em toda a parte, imaginava perseguições constantes e desconfiava até da própria sombra. Na Tabanca comentava-se que o velho rei já confundia a realidade com os delírios que lhe enchiam a cabeça. Ainda assim, continuava a proclamar que era o único capaz de salvar o reino.

 O mais cómico era que o alegado génio nunca percebeu quem realmente lhe fez a folha. Enquanto discursava sobre a sua inteligência incomparável, os seus próprios correligionários tratavam de lhe retirar o trono. Quando finalmente abriu os olhos, já era tarde. Foi corrido pelos mesmos que durante anos lhe chamaram líder, mestre e visionário.

 Antes de abandonar o poder, decidiu deixar a Tabanca num caos absoluto. Se ele já não podia mandar, então ninguém governaria em paz. Deixou problemas por resolver, confusão instalada e um reino abandonado à própria sorte. Pouco lhe importava. Afinal, os seus comparsas já tinham lucrado o suficiente para nunca mais se preocuparem com o futuro da Tabanca.

Hoje, Alberto vive refugiado na Rua do Rebenta Costas, onde passa os dias mergulhado nas recordações de uma grandeza que só existe na sua imaginação. Continua convencido de que foi vítima da maior injustiça da história e repete, vezes sem conta, que todos lhe roubaram o lugar que lhe pertencia por direito divino.

Mas é na velhice que se revela a sua maior transformação. Durante décadas insultou jornalistas, atacou televisões e acusou os comentadores de serem o pior mal da Tabanca. Agora faz precisamente o contrário. Anda de porta em porta a oferecer-se para entrevistas, aceita qualquer convite para televisão e comenta tudo o que mexe, mesmo quando nada sabe sobre o assunto.

Tornou-se o mais fervoroso defensor daquilo que antes combatia com fúria. Cada aparição pública é uma nova cambalhota. Cada declaração desmente a anterior. Cada intervenção confirma que a coerência abandonou a Rua do Quebra Costas muito antes dele.

Na reta final da vida, já à beira de bater as botas, Alberto acabou por deixar a única herança verdadeiramente incontestável. Não foi a de um estadista nem a de um génio político. Foi a de um homem consumido pela vaidade, derrotado pela própria arrogância e recordado como o maior hipócrita que a Tabanca alguma vez conheceu. No fim, o antigo rei não passava de um velho em delírio.

Meia Saca anuncia concurso para recrutar quatro jornalistas para o seu pasquim JM

 

É mais um concurso feito à medida, tal como a presidenta Élia Ascenção faz na Câmara Municipal de Santa Cruz. Acreditem nele que estão bem servidos.

O perigo fascista

 Os EUA desenvolvem descaradas acções de promoção e apoio às forças mais reaccionárias


O imperialismo “trás a guerra como a nuvem trás a tempestade”. Fascismo e guerra caminham de mãos dadas, e a deriva antidemocrática e militarista intrínseca ao neoliberalismo, se não for derrotada, tem o fascismo como desenvolvimento lógico. O revisionismo histórico, a promoção do racismo, do ódio e da violência; a propaganda da inevitabilidade da guerra para “defesa dos valores e do modo de vida do Ocidente”, a construção acelerada de “economias de guerra”, aí estão a apontar para uma brutal intensificação da exploração e da opressão dos trabalhadores e dos povos que salve o capitalismo da crise estrutural em que se debate. É muito significativo que o fantasma do “comunismo” esteja a ser agitado pela administração norte-americana não só para justificar a sua cruzada reaccionária no plano interno (onde até os opositores “democratas” são taxados de comunistas, lembrando a “caça às bruxas” dos tempos do “macartismo”) mas também para justificar a agressão a países soberanos e a promoção e apoio às forças mais reaccionárias e fascizantes por esse mundo fora. Como no caso da América Latina (desde El Salvador à Argentina passando pela Venezuela e Cuba) ou na Europa onde os EUA têm desenvolvido descaradas acções de promoção e apoio às forças mais reaccionárias. É neste quadro que a reunião do passado dia 16 de Julho em Washington sob a bandeira do “combate ao terrorismo internacional de extrema-esquerda” não deve ser subestimada. Apesar de entre os representantes de 67 países se encontrar o embaixador de Portugal nos EUA, ela esteve praticamente ausente nos comentários dos ditos “especialistas” em relações internacionais que enxameiam o espaço público. Mas o tema da reunião, as gravíssimas afirmações nela produzidas por Marco Rubio (nada mais nada menos que o Secretário de Estado da maior potência capitalista do mundo) e a proclamação de “liderança” pelos EUA do combate à “ameaça comunista” representam um perigoso passo adiante das forças mais negras da reacção norte-americana na promoção do fascismo a partir do próprio poder. Haverá quem assobie para o lado ou atribua tudo isto às “maluqueiras” e à megalomania de Trump, a um acidente de percurso da “potência imprescindível” e “farol do mundo livre” que próximas eleições corrigirão. Mas é uma evidência que a questão é bem mais séria, tem raízes na própria essência reaccionária e criminosa do imperialismo. Atente-se na apresentação de Israel (genocídio do povo palestiniano) e da Ucrânia (com a aberta reabilitação de nazis ao ponto de provocar o protesto da Polónia) como postos avançados da “democracia” e da “civilização ocidental”. Atente-se no poder das chamadas Big Tech” norte-americanas e no activismo fascizante de Elon Musk e outros bilionários seus proprietários. Atente-se na consideração da República Popular da China com a sua orientação socialista como “ameaça existencial” aos EUA. Atente-se num infame relatório do Departamento de Estado de 20 de Julho significativamente intitulado “Cuba: a capital do comunismo do século XXI” que o Governo cubano prontamente desmascarou como propaganda visando dar cobertura a uma agressão militar à Ilha da Liberdade.

-Albano Nunes