quarta-feira, 22 de julho de 2026
Professor do PSD da Escola dos Salesianos no Funchal acusado de assédio de alunos de menor idade
Meninos do PSD de Santa Cruz criam site para dizer mal dos verdinhos de Gaula
Mas vocês têm memória curta: Essas práticas do JPP, são as mesmas que foram usadas desde o princípio pelo PSD, ao longo dos mandatos de PAULO DE JESUS, LUÍS GABRIEL, SAVINO CORREIA e JOSÉ ALBERTO GONÇALVES. Não olham para trás?
Comparam Filipe Sousa ao empresário Jorge Mendes olheiro do futebol
O poder das polícias para multar os pobres é aquilo que defende o partido fascista CHEGA. (Neste caso a GNR polícia fascista do Salazar que deveria ter sido extinta na Revolução do 25 de Abril)
terça-feira, 21 de julho de 2026
A menina enfermeira Bruna está louca para correr com os verdinhos da CMSC
Na sequência da investigação do Ministério Público que determinou a suspensão de três funcionárias da Câmara Municipal de Santa Cruz e a constituição da presidente, Élia Ascensão, como arguida, a coligação Mais Santa Cruz esclarece que os vereadores "tiveram conhecimento da existência deste processo através de notícias divulgadas on-line por diversos órgãos de comunicação social da Região, na passada quinta-feira à tarde".
"Tendo tal ocorrido antes do início da reunião de Câmara, foram de imediato solicitados esclarecimentos à senhora presidente. Foi a própria quem assumiu ter sido constituída arguida neste processo, referindo, no entanto, que a Câmara ainda não havia sido notificada pelo Ministério Público", refere em comunicado.
Acrescenta que "tudo o resto não passa do habitual folclore político do JPP, numa tentativa clara de se fazer passar por vítima num processo onde, para já, não há vítimas — há arguidos". "Caberá à justiça, como sempre, determinar se existem culpados", sustenta.
Sublinha ainda que, "tal como noutras situações em que o JPP foi célere na reacção política, seria de elementar bom senso que a senhora presidente, Élia Ascensão, viesse a público prestar esclarecimentos aos santacruzenses". "Está em causa a credibilidade da governação do município e a confiança dos munícipes na gestão camarária", afirma.
E concluiu: "Por muito que interesse alimentar teorias da conspiração para justificar o injustificável, a credibilidade da justiça não pode variar em função de quem está sob investigação, tal como a presunção de inocência não pode ser aplicada de forma selectiva". (diário)
Nas Américas temos as ditaduras democráticas e as ditaduras absolutistas
As ditaduras democráticas são por exemplo nos EUA onde ganham sempre os dois partidos (Republicano e Democrata) são sempre os mesmos dois há mais de 200 anos, nunca há outros. A alternância é sempre entre aqueles dois.
Na Nicarágua o Ortega é mais claro na sua Democracia: Não pode haver eleições para não colocar em perigo as conquistas da Revolução Sandinista na Nicarágua. Não havendo eleições a reação nunca chegará ao poder. Bem visto sr. Ortega!
Em Portugal com a democracia pluralista o partido fascista CHEGA vai ganhar as eleições e restaurar o regime do Salazar.
Para aí caminhamos!
Daniel Ortega anuncia que Nicarágua não voltará a ter eleições, reforçando o seu regime absolutista
O ditador anuncia que já nem as eleições limitadas dos últimos anos, que os analistas consideram terem sido fraudulentas, se repetirão
O Presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, descartou qualquer possibilidade de alternância democrática no país. Este domingo, o ditador de raiz marxista anunciou que o seu regime não permitirá processos eleitorais que ponham em risco o controlo da Frente de Libertação Nacional Sandinista, que chefia.“Aqui não haverá mais eleições para que tentem, por essa via, tomar o Governo, tomar o poder”, afirmou Ortega num discurso proferido durante um comício em comemoração do 47.º aniversário da revolução sandinista, celebrado em Manágua, citado pela Lusa. A efeméride marca o fim da ditadura de Anastasio Somoza, apoiada por Washington, em 1979. Ortega ascendeu então à presidência, que manteve até perder eleições para a democrata Violeta Chamorro, em 1990.
O antigo guerrilheiro, atualmente com 80 anos, regressou ao poder em 2007, num contexto de denúncias de fraudes eleitorais e eliminação da oposição. Há dez anos que partilha o poder com a sua mulher. Vice-presidente desde 2017, Rosario Murillo foi nomeada copresidente em fevereiro de 2025, na sequência de uma reforma constitucional.
Na cerimónia de domingo, Ortega afirmou que os opositores no exílio andam “agachados”, acusando-os de quererem ganhar eleições para enriquecerem. O chefe de Estado anunciou que irá trabalhar com o Parlamento, subordinado à Presidência, “e com as organizações competentes nas leis para que se erga uma barreira, um bloqueio, contra os golpistas e os traidores da pátria, e que, por mais dinheiro que os ianques [Estados Unidos] lhes deem, não o consigam fazer”.
“Aqui não haverá mais eleições para que tentem, por essa via, tomar o Governo, tomar o poder”, afirmou Ortega num discurso proferido durante um comício em comemoração do 47.º aniversário da revolução sandinista, celebrado em Manágua, citado pela Lusa. A efeméride marca o fim da ditadura de Anastasio Somoza, apoiada por Washington, em 1979. Ortega ascendeu então à presidência, que manteve até perder eleições para a democrata Violeta Chamorro, em 1990.
O antigo guerrilheiro, atualmente com 80 anos, regressou ao poder em 2007, num contexto de denúncias de fraudes eleitorais e eliminação da oposição. Há dez anos que partilha o poder com a sua mulher. Vice-presidente desde 2017, Rosario Murillo foi nomeada copresidente em fevereiro de 2025, na sequência de uma reforma constitucional.
Na cerimónia de domingo, Ortega afirmou que os opositores no exílio andam “agachados”, acusando-os de quererem ganhar eleições para enriquecerem. O chefe de Estado anunciou que irá trabalhar com o Parlamento, subordinado à Presidência, “e com as organizações competentes nas leis para que se erga uma barreira, um bloqueio, contra os golpistas e os traidores da pátria, e que, por mais dinheiro que os ianques [Estados Unidos] lhes deem, não o consigam fazer”.
REVISÃO CONSTITUCIONAL REFORÇOU AUTORITARISMO
Em fevereiro de 2025, a Nicarágua reviu a fundo a sua Constituição. A reforma, que eliminou o equilíbrio de poderes e conferiu poder total a Ortega e Murillo, foi duramente criticada pelas Nações Unidas, pela Organização dos Estados Americanos (OEA), pelos Estados Unidos, pelo Parlamento Europeu e pela oposição nicaraguense.
Entre as alterações à Lei Fundamental estão o alargamento do mandato presidencial de cinco para seis anos, a criação da figura de “copresidente”, a determinação de que o Executivo passasse a “coordenar” os restantes “órgãos” do Estado e a legalização da condição de apátrida.
Até à revisão constitucional, a Nicarágua deveria realizar eleições gerais em novembro de 2026. Com o prolongamento do mandato presidencial, passariam para novembro de 2027, em teoria.
Em janeiro passado, o Departamento de Estado dos Estados Unidos acusou Murillo de ter inventado o cargo de “copresidente” na Nicarágua, sem eleições, sem mandato e sem legitimidade, “cobardemente”, “porque sabe que não pode vencer” num processo eleitoral livre. Washington considera a Nicarágua uma ditadura e impôs sanções a mais de dois mil dos seus dirigentes.
Em fevereiro de 2025, a Nicarágua reviu a fundo a sua Constituição. A reforma, que eliminou o equilíbrio de poderes e conferiu poder total a Ortega e Murillo, foi duramente criticada pelas Nações Unidas, pela Organização dos Estados Americanos (OEA), pelos Estados Unidos, pelo Parlamento Europeu e pela oposição nicaraguense.
Entre as alterações à Lei Fundamental estão o alargamento do mandato presidencial de cinco para seis anos, a criação da figura de “copresidente”, a determinação de que o Executivo passasse a “coordenar” os restantes “órgãos” do Estado e a legalização da condição de apátrida.
Até à revisão constitucional, a Nicarágua deveria realizar eleições gerais em novembro de 2026. Com o prolongamento do mandato presidencial, passariam para novembro de 2027, em teoria.
Em janeiro passado, o Departamento de Estado dos Estados Unidos acusou Murillo de ter inventado o cargo de “copresidente” na Nicarágua, sem eleições, sem mandato e sem legitimidade, “cobardemente”, “porque sabe que não pode vencer” num processo eleitoral livre. Washington considera a Nicarágua uma ditadura e impôs sanções a mais de dois mil dos seus dirigentes.
AS ELEIÇÕES JÁ NÃO ERAM LIVRES NEM JUSTAS
Ortega renovou a sua legitimidade nas urnas, pela última vez, há cinco anos. Obteve 76% dos votos, segundo resultados oficiais que organizações de defesa dos direitos humanos consideraram fraudulentos, até porque o regime baniu partidos e encarcerou candidatos da oposição.
Já nas eleições de 2016 e 2011 houvera acusações semelhantes. O Presidente controla as forças armadas e a justiça, não existindo separação de poderes no país centro-americano.
Os copresidentes nicaraguenses são acusados pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas de estarem a montar um “Estado autoritário”. Exemplo disso foi a repressão de protestos antigovernamentais, que em 2018 matou mais de 300 pessoas. Milhares foram presos e cerca de um milhão preferiu o exílio.
O opositor Felix Maradiaga afirmou ao jornal britânico “The Telegraph” que a manobra agora anunciada é “uma confissão de medo” de um homem que parece adoentado. “Reconheceu em público o que sempre foi a sua verdadeira intenção: evitar que o seu projeto tirânico seja sujeito a qualquer forma de concorrência democrática.” A seu ver, Ortega “enterrou a democracia nicaraguense há muito tempo”.
As organizações observadoras reportam cerca de 50 presos políticos na Nicarágua, que tem uma população de sete milhões de habitantes. Destes, 546 perderam a nacionalidade. A ditadura de Ortega encerrou 5600 organizações não governamentais, 29 universidades e 58 órgãos de comunicação social, avança o jornal “The Guardian”.
Ouvido pelo diário espanhol “El País”, o advogado opositor Juan Diego Barberena, exilado, frisa que “há duas décadas que o direito de escolha estava conculcado, mas agora Ortega diz que não haverá sequer as eleições fraudulentas, as pantomimas que organizava”. Tal implica a “perpetuação do poder de forma dinástica”, confirmando “o caráter absolutista” do regime vigente.
https://www.jn.pt/mundo/artigo/daniel-ortega-anuncia-fim-das-eleicoes-na-nicaragua/18108231
Ortega renovou a sua legitimidade nas urnas, pela última vez, há cinco anos. Obteve 76% dos votos, segundo resultados oficiais que organizações de defesa dos direitos humanos consideraram fraudulentos, até porque o regime baniu partidos e encarcerou candidatos da oposição.
Já nas eleições de 2016 e 2011 houvera acusações semelhantes. O Presidente controla as forças armadas e a justiça, não existindo separação de poderes no país centro-americano.
Os copresidentes nicaraguenses são acusados pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas de estarem a montar um “Estado autoritário”. Exemplo disso foi a repressão de protestos antigovernamentais, que em 2018 matou mais de 300 pessoas. Milhares foram presos e cerca de um milhão preferiu o exílio.
O opositor Felix Maradiaga afirmou ao jornal britânico “The Telegraph” que a manobra agora anunciada é “uma confissão de medo” de um homem que parece adoentado. “Reconheceu em público o que sempre foi a sua verdadeira intenção: evitar que o seu projeto tirânico seja sujeito a qualquer forma de concorrência democrática.” A seu ver, Ortega “enterrou a democracia nicaraguense há muito tempo”.
As organizações observadoras reportam cerca de 50 presos políticos na Nicarágua, que tem uma população de sete milhões de habitantes. Destes, 546 perderam a nacionalidade. A ditadura de Ortega encerrou 5600 organizações não governamentais, 29 universidades e 58 órgãos de comunicação social, avança o jornal “The Guardian”.
Ouvido pelo diário espanhol “El País”, o advogado opositor Juan Diego Barberena, exilado, frisa que “há duas décadas que o direito de escolha estava conculcado, mas agora Ortega diz que não haverá sequer as eleições fraudulentas, as pantomimas que organizava”. Tal implica a “perpetuação do poder de forma dinástica”, confirmando “o caráter absolutista” do regime vigente.

%20JM-1.jpg)
%20JM-11.jpg)

%20JM-11.jpg)
