domingo, 5 de julho de 2026
Os PPDês do Alberto João e do Miguel Albuquerque desvirtuaram os objectivos da Autonomia madeirense denuncia o grande deputado Francisco Gomes
sábado, 4 de julho de 2026
Quem é o ratinho que se fez presidente? -Rábula do Madeira Opina encaixa no José Carlos Gonçalves de S. Vicente
O ratinho que se fez Presidente. Era uma vez um ratinho de capacete apertado, perna fina e ego em subida de montanha. Chamavam-lhe Ratinho Pedaleiro, porque passava a vida em cima da bicicleta, a fugir do vento, dos buracos da estrada e, sobretudo, da própria biografia.O Ratinho não tinha grande formação, mas tinha uma coisa que ninguém lhe tirava: teimosia. Estudou, estudou e estudou. Estudou tanto que até os livros pediram transferência. Era de poucos amigos, porque dizia ele que “os grandes líderes caminham sozinhos”. A verdade é que os outros ratos é que atravessavam a rua quando o viam chegar.
Um dia, por força da vontade e talvez por falha administrativa da escola, o Ratinho acabou a dar aulas no ensino secundário. Entrava na sala com ar importante, giz numa mão, queijo na outra, e dizia:
— Meninos, hoje vamos falar de disciplina, esforço e como subir na vida sem travões.
(José Carlos Gonçalves eleito pelo partido CHEGA é o personagem da rábula do Madeira Opina.) Só que o Ratinho confundia autoridade com abuso de confiança, com apalpadelas, com lambidelas, e houve queixas. Muitas queixas. Tantas que a direção da escola, que até era paciente, percebeu que aquilo já não era professor: era problema com horário completo – um lâmbuzio. Foi afastado. E bem afastado, que certas portas, quando se fecham, deviam até levar cadeado.
Mas o Ratinho não desistiu. Afinal, quem pedala em contrarrelógio também sabe pedalar contra a vergonha.
Tinha uma paixão antiga: queijo. Queijo fresco, queijo curado, queijo amanteigado, queijo de ovelha, queijo de cabra (loiras, morenas, ruivas, russas), queijo “ninguém sabe de onde veio mas cheira que se farta”. O Ratinho dizia que era gourmet. Os outros diziam que era vício.
E não era só queijo de comer. O Ratinho também gostava de perfumes com cheiro a queijo. Quando passava uma ratinha com aroma a “Gouda Nº 5”, ele perdia o juízo, o equilíbrio e às vezes metade da receita da seguradora.
Porque sim: o Ratinho tinha uma seguradora. Chamava-se Segura-Queijo, Lda., especializada em proteger bicicletas, bigodes e reputações frágeis. O problema é que entrava dinheiro por um lado e saía pelo outro, quase sempre atrás de aventuras, promessas, viagens para o Brasil e ratinhas exóticas com perfume a queijo derretido.
Casou-se com uma ratinha séria, paciente e desconfiada, que cedo percebeu que aquele casamento tinha mais furos do que os pneus dele nas provas de ciclismo. Quando o Ratinho perdia corridas, chegava a casa furioso. Quando ganhava, chegava vaidoso. Quando tinha ciúmes do rato cabeleireiro, chegava insuportável. Ou seja: chegava sempre mal. Chapadão para um lado, chapadão para o outro, saía a ratinha esposa para a casa de apoio à vítima.
A ratinha esposa, cansada de viver numa casa onde o amor vinha com rodas empenadas, acabou por perceber que merecia muito mais do que um campeão de bairro com cheiro a queijo e mania de imperador.
Entretanto, o Ratinho apaixonou-se por uma ratinha tropical, vinda do distante Reino do Queijil, onde, segundo ele, “o queijo cheira melhor e ninguém passa fome.
https://www.madeiraopina.com/2026/07/o-ratinho-que-se-fez-presidente.html
sexta-feira, 3 de julho de 2026
Jerónimo Emiliano dos Santos Pina trama a sua própria tia com a usurpação de terrenos pelo conhecido método de usucapião. Era um Comissário brilhante com excelente folha de serviço , mas a ganância e o desejo de enriquecer tramou-o
É igual ao que se passa em alguns países africanos! Os capangas, os régulos e os curandeiros tudo podem! Graças ao Altíssimo!
Começou a "adquirir" terras de camponeses analfabetos na Freguesia da Serra de Água (concelho da Ribeira Brava) pelo método de usucapião. Fez escrituras falsas de 600 mil metros quadrados e ficou com imensas áreas de terrenos pertencentes a campesinos analfabetos da freguesia da Serra de Água. Aquilo agora é quase tudo dele. Ele agora recebe dinheiro de fundos europeus para proceder à reflorestação desses locais ardidos pelo grande incêndio de 2025 naquela freguesia. Tambem recebe indemnizações do Governo Regional da Madeira pelo facto de alguns dos "seus" "agora" terrenos terem sido expropriados para o projecto governamental dos açudes da Ameixieira naquela freguesia.
Acontece que a CEREJA EM CIMA DO BOLO é o facto de ele também se apoderar dos terrenos da própra tia, a senhora que aparece ao lado dele na foto aqui da nossa reportagem. A senhora Felismina Baptista, foi denunciá-lo ao deputado Francisco Gomes, no gabinete dele na Assembleia da República em Lisboa. A respectiva senhora (que reside actualmente no Algarve), gravou um vídeo junto com o deputado madeirense que fez a denúncia. Ela pediu ao deputado para não revelar o nome do oficial da PSP pelo facto de ser seu sobrinho. O deputado fez-lhe a vontade.
A senhora Felismina já entrou com um processo no tribunal da Ponta do Sol contra o seu sobrinho e colocou outro no tribunal judicial do Funchal. Já gastou uma pipa de massa com advogados ladrões ligados ao regime Papadé, para elaborar e entrar com estes dois processos nos dois tribunais supracitados.
A senhora está desesperada e cheia de mêdo, depois de se ter descoberto que o ladrão dos terrenos da tia era o seu próprio sobrinho.
A senhora Felismina bem pode esperar sentada porque esses dois processos que ela colocou no tribunal contra o próprio sobrinho vão criar teias de aranha nos tribunais da Comarca dos mamadeiras.
Agora a senhora Felismina vive angustiada e com mêdo daquilo que lhe possa acontecer por causa da influência do Sr. Comissário junto dos senhores juizes que a podem condenar por difamação e ofensa grave à honra do seu ilustre sobrinho que apesar da ladroíce dos terrenos da tia tem direito à sua honra e ao seu bom nome. Pois as juízas da Comarca são tudo um putedo a f¨**** à força toda com aqueles grandalhões da Polícia e da própria GNR. Aqueles processos acabam tudo em águas de bacalhau nos tribunais dos Mamadeiras. Vão criar teias de aranha com toda a certeza até acabarem prescritos, como é o costume.
A senhora Felismina angustiada e cheia de mêdo das influências do seu ilustre sobrinho, que bem podem causar mal a ela; já telefonou ao deputado Francisco Gomes para não revelar o nome do Comissário PINA o seu poderoso sobrinho.Agora os polícias fascistas ligados ao CHEGA ameaçavam deixar o partido do nosso Ventrucha se este vídeo permanecer na página do deputado madeirense na Assembleia da República o nosso ilustre Francisco Gomes. Mas Francisco Gomes não se deixa intimidar e não vai apagar o vídeo!
A verdade acima de tudo reafirma o corajoso deputado madeirense na Assembleia da República. Nada mais claro: Branco é galinha o põe!
Paulo Cafôfo planeava criar a Polícia Municipal, comandada pelo seu amigo Jerónimo Pina. Criando na altura imenso desconforto no Subcomissário Adelino Camacho que andava há muito tempo a dar muita graxa no Paulo Cafofo para ficar com o lugar.
Adelino Camacho é aquele conhecido sindicalista da PSP, ligado ao partido CHEGA. O tipo por vezes escrevinha uns artigalhos de opinião no DN/Funchal do falso padre das esmolinhas o Ricardo Oliveira.
Quem é Jerónimo Pina, o comandante controverso que vai dirigir a Fiscalização Municipal do Funchal?
Ricardo Duarte Freitas28 fev 2019
Jerónimo Pina (o primeiro à esquerda) troca o Comando Regional da PSP pelos Paços do Concelho a 1 de Março.
O subcomissário da PSP Jerónimo Pina apresenta-se amanhã, sexta-feira, na Câmara Municipal do Funchal (CMF) para iniciar funções à frente do Departamento Jurídico e de Fiscalização numa comissão de serviço (renovável) de três anos, uma noticia que o DIÁRIO desenvolve na edição impressa de hoje. Mas quem é Jerónimo Pina e que marca tem deixado pelos locais por onde passou?
Natural de Lisboa, o ainda comandante da Esquadra de Trânsito do Funchal é uma figura discreta no seio da PSP, bastante reservado e com pouca disponibilidade para eventos sociais onde habitualmente se reúnem as figuras mais proeminentes da Madeira e também da elite.
Com formação militar nos pára-quedistas, Pina chegou a subcomissário da PSP por progressão na carreira, sendo reconhecido pelos seus pares por ser uma pessoa trabalhadora, se não mesmo um ‘workaholic’.
Embora pouco dado ao diálogo, o oficial da PSP dá o exemplo. Nas vezes em que está destacado como oficial em períodos de 24 horas, raramente se recolhe e é habitual vê-lo no terreno, seja na estrada a acompanhar os seus subordinados nas operações de fiscalização do trânsito, como também nos policiamentos em festas e arraiais e nas rusgas.
Assim foi em São Vicente e Porto Moniz, quando comandou a esquadra do norte da ilha da Madeira, entre Julho de 2014 e Março de 2018. Jerónimo Pina rompeu com o estilo de uma Polícia de brandos costumes sobretudo nas grandes festas e arraiais e inovou, fazendo cumprir a lei à letra. Logo em Setembro de 2014, montou operações de fiscalização nas saídas do arraial de São Vicente e fez rusgas surpresa à entrada visando sobretudo os excursionistas, apreendo droga, armas e bastões.
Desde então, a visibilidade policial aumentou nas recônditas localidades serranas e litorais da zona norte. A estrada regional entre Porto Moniz e Boaventura foi palco de Operações Stop aos fins-de-semana onde foram detectados condutores sob o efeito do álcool com taxas altíssimas, como as registadas num mesmo dia, em Dezembro de 2016: 3,77gls e 2,20g/l.
Desde cedo, Pina deu provas que ninguém está acima da lei: em São Vicente, deu voz de detenção a um militar da GNR e a um agente da sua própria corporação, ambos por condução sob o efeito do álcool.
Mas foi a partir de Março de 2018, já na Esquadra de Trânsito do Funchal, que a actuação de Jerónimo Pina deixou de passar despercebida.
O subcomissário esteve na atribulada operação de fiscalização do trânsito que envolveu disparos para o ar e que resultou na detenção do deputado do PSD, Luís Miguel Calaça, após fuga e perseguição, em Dezembro de 2018. O deputado do Caniçal foi abordado na rotunda do Ribeiro Seco mas foi interceptado quando já seguia na via rápida. Foi então algemado e levado para a esquadra onde foi identificado, sendo aí que os agentes perceberam que estavam perante um deputado. Calaça acabou por colocar o seu lugar à disposição na sequência da detenção, uma noticia avançada pelo DIÁRIO.
Na Noite do Mercado e na Passagem de Ano, o comandante da esquadra de Trânsito rompeu com a tradicional tolerância e fez 20 detenções por condução sob o efeito do álcool, metade das que foram efectuadas nos 18 dias da operação ‘Festas Seguras 2018/19’, não se livrando, contudo, de críticas devido à sobrecarga horária dos agentes, havendo deles que acumularam trabalho (serviço regular, remunerados e operações Stop) ao longo de 22 horas sem tempo para ir à cama.
Pina protagonizou um outro episódio controverso quando ordenou aos agentes que lavassem a viatura policial por ocasião do aniversário do Comando Regional da PSP, que contaria com a presença do ministro Eduardo Cabrita.
A optimização das balanças, devidamente calibradas, abriu espaço às acções de fiscalização de veículos pesados, na sequência de denúncias de camiões com carga a mais. Por ordem de Pina, foram multados todos os que foram detectados em infracção, inclusive aqueles que são detidos pelas grandes empresas de construção civil da Madeira e que facturam largos milhões de euros em consórcios para empreitadas dentro e fora do país.
Muitos destes, por estes dias, estão a respirar de alívio com a transferência de Jerónimo Pina da PSP para os Paços do Concelho.
O subcomissário da PSP Jerónimo Pina apresenta-se amanhã, sexta-feira, na Câmara Municipal do Funchal (CMF) para iniciar funções à frente do Departamento Jurídico e de Fiscalização numa comissão de serviço (renovável) de três anos, uma noticia que o DIÁRIO desenvolve na edição impressa de hoje. Mas quem é Jerónimo Pina e que marca tem deixado pelos locais por onde passou?
Natural de Lisboa, o ainda comandante da Esquadra de Trânsito do Funchal é uma figura discreta no seio da PSP, bastante reservado e com pouca disponibilidade para eventos sociais onde habitualmente se reúnem as figuras mais proeminentes da Madeira e também da elite.
Com formação militar nos pára-quedistas, Pina chegou a subcomissário da PSP por progressão na carreira, sendo reconhecido pelos seus pares por ser uma pessoa trabalhadora, se não mesmo um ‘workaholic’.
Embora pouco dado ao diálogo, o oficial da PSP dá o exemplo. Nas vezes em que está destacado como oficial em períodos de 24 horas, raramente se recolhe e é habitual vê-lo no terreno, seja na estrada a acompanhar os seus subordinados nas operações de fiscalização do trânsito, como também nos policiamentos em festas e arraiais e nas rusgas.
Assim foi em São Vicente e Porto Moniz, quando comandou a esquadra do norte da ilha da Madeira, entre Julho de 2014 e Março de 2018. Jerónimo Pina rompeu com o estilo de uma Polícia de brandos costumes sobretudo nas grandes festas e arraiais e inovou, fazendo cumprir a lei à letra. Logo em Setembro de 2014, montou operações de fiscalização nas saídas do arraial de São Vicente e fez rusgas surpresa à entrada visando sobretudo os excursionistas, apreendo droga, armas e bastões.
Desde então, a visibilidade policial aumentou nas recônditas localidades serranas e litorais da zona norte. A estrada regional entre Porto Moniz e Boaventura foi palco de Operações Stop aos fins-de-semana onde foram detectados condutores sob o efeito do álcool com taxas altíssimas, como as registadas num mesmo dia, em Dezembro de 2016: 3,77gls e 2,20g/l.
Desde cedo, Pina deu provas que ninguém está acima da lei: em São Vicente, deu voz de detenção a um militar da GNR e a um agente da sua própria corporação, ambos por condução sob o efeito do álcool.
Mas foi a partir de Março de 2018, já na Esquadra de Trânsito do Funchal, que a actuação de Jerónimo Pina deixou de passar despercebida.
O subcomissário esteve na atribulada operação de fiscalização do trânsito que envolveu disparos para o ar e que resultou na detenção do deputado do PSD, Luís Miguel Calaça, após fuga e perseguição, em Dezembro de 2018. O deputado do Caniçal foi abordado na rotunda do Ribeiro Seco mas foi interceptado quando já seguia na via rápida. Foi então algemado e levado para a esquadra onde foi identificado, sendo aí que os agentes perceberam que estavam perante um deputado. Calaça acabou por colocar o seu lugar à disposição na sequência da detenção, uma noticia avançada pelo DIÁRIO.
Na Noite do Mercado e na Passagem de Ano, o comandante da esquadra de Trânsito rompeu com a tradicional tolerância e fez 20 detenções por condução sob o efeito do álcool, metade das que foram efectuadas nos 18 dias da operação ‘Festas Seguras 2018/19’, não se livrando, contudo, de críticas devido à sobrecarga horária dos agentes, havendo deles que acumularam trabalho (serviço regular, remunerados e operações Stop) ao longo de 22 horas sem tempo para ir à cama.
Pina protagonizou um outro episódio controverso quando ordenou aos agentes que lavassem a viatura policial por ocasião do aniversário do Comando Regional da PSP, que contaria com a presença do ministro Eduardo Cabrita.
A optimização das balanças, devidamente calibradas, abriu espaço às acções de fiscalização de veículos pesados, na sequência de denúncias de camiões com carga a mais. Por ordem de Pina, foram multados todos os que foram detectados em infracção, inclusive aqueles que são detidos pelas grandes empresas de construção civil da Madeira e que facturam largos milhões de euros em consórcios para empreitadas dentro e fora do país.
Muitos destes, por estes dias, estão a respirar de alívio com a transferência de Jerónimo Pina da PSP para os Paços do Concelho.
O bandido assaltou idosa mas foi tramado pela video vigilância de uma gasolineira onde abasteceu sem pagar, o cabrão!






