segunda-feira, 12 de outubro de 2026

 


Hugo Chavez fala da cobiça do petróleo venezuelano por parte dos imperialistas americanos

 

Os profetas fartos dos negócios do Albuquerque com o golfe já se começam a se mexerem e a fazer destruíções

 

Oh albuquerquistas!: Cuidado com a certeza que vocês têm de que o povo será sempre sereno ...

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oje parece que prestaram atenção a alguma coisa, porque anda nas bocas do mundo, afinal sempre é verdade que falando não ligam, é preciso ação. Lamento. O Porto Santo é destratado, menorizado e secundarizado. Não merece ser solução da inoperacionalidade do aeroporto da Madeira, elimina-se o parque de campismo, ocupa-se as dunas, a ligação ferry faz o que lhe apetece e paralisa a economia da ilha por mês e meio e, agora com a idade do navio, parece que vai haver mais paragens, tudo é negligenciado, o Porto Santo é coisa menor. O Presidente da câmara prefere estar com os ditames dos empresários do regime em vez de estar ao lado dos portossantenses. Há dinheiro para golfe mas não para acabar o centro de saúde.

 A revolta subjacente ao vandalismo das máquinas da Socicorreia no golfe do Porto Santo reflete o profundo choque entre as prioridades do investimento público e as necessidades básicas da população. Enquanto se canalizam cerca de 10 milhões de euros para a ampliação de um campo de golfe em nome do turismo para o negócio imobiliário, infraestrutura para gerar negócios a privados, outras infraestruturas essenciais como o centro de saúde da ilha continuam por concluir, deixando os cidadãos desamparados no que toca aos seus direitos mais fundamentais. Depois dos transportes, a saúde.

 Esta disparidade gera um sentimento crescente de injustiça social e marginalização, o Porto Santo é mais do que a cobertura jornalística do Presidente da CMPS. Para a população local, a mensagem transmitida pelas decisões políticas é clara, o conforto, o lazer e os interesses económicos das elites e dos visitantes sobrepõem-se à dignidade e à saúde de quem ali vive e trabalha diariamente.

 A passagem a atos de vandalismo e destruição, embora ilegal e violenta, surge como a manifestação duma sociedade extremada e sufocada pela frustração. Quando os canais democráticos e o diálogo parecem falhar na resposta às carências essenciais, a tensão acumulada acaba por rebentar na forma de revolta contra os símbolos visíveis do investimento milionário.   

 É preciso "ler" a situação, onde, quem, porque, aquelas perguntas que os jornalistas deixaram de fazer. Cuidado com a certeza de que o povo será sempre sereno e o regime fará sempre as obras para a elite esquecendo-se da população. Pode acabar o ambiente de serenidade para governantes e seus negócios. Está de caras.

 Este aviso foi no campo de golfe que existe e está para nascer outro. Algum povo pode ser iludido no Curral e na Ponta do Pargo, ou pelo menos caracterizado por populares escolhidos a dedo, mas de repente o controlo foge da mão.

Padre José Luís Rodrigues questiona a suposta independência do Diário de Notícias do Funchal por ocasião das comemorações dos 150 anos de existência

 





Afirma a investigadora Teresa Consuelo Cardona:

 

«Desacreditar os comunistas é um esporte nacional, mesmo entre alguns setores da esquerda. Os comunistas são atribuídos a "ser estranhos" para alimentar-se de sangue ou comer crianças. Pulpits, microfones, mass media, academia e partidos políticos têm servido a este desacreditamento. A maioria daqueles que se referiu a comunistas com ideias absurdas ou acusações viles fazem isso pela profunda ignorância do que o comunismo realmente contém. Eles sempre desafiam os anti-comunistas, aqueles que querem atirar em um mulo e jogá-lo no rio, perguntando-lhes o que sabem sobre o comunismo e sempre saem com boasias escandalosas que não têm nada a ver com esse ideal econômico e político. Talvez seja isso que os incomoda, que o comunismo os força a pensar em vez de acreditar.»


Os dois possíveis pais da criança assassinada na ilha de Santa Maria (Açores) voltam a ser denunciados por Rafael Macedo

 "Os putativos pais da criança, a mãe da criança e a putativa madrinha da criança assassinada à nascença, Secretária da Saúde da Região Autónoma dos Açores, Dra. Mónica Seidi, que mantém como responsável da saúde dos Açores, o moçambicano Dr. Carlos Pinto (putativo pai da criança e que é putativo responsável pela morte da criança à nascença? Já tem historial desse comportamento!). São 26 suspeitos de pais da criança que tinha ar nos pulmões na nova autópsia, alegadamente. Quer dizer: nasceu viva como eu disse."



Elisabete Sousa Simão



«Pois pais (putativos?) da criança assassinada à nascença? O tipo da vossa esquerda é o putativo médico Presidente do CA da Saúde da Ilha de Santa Maria, da confiança do Governo Regional dos Açores. O Presidente do Governo Regional Bolieiro mantém a confiança no putativo pai da criança assassinada à nascença na Ilha de Santa Maria. A mãe da criança tem limitações intelectuais clinicamente evidentes».- diz Rafael Macedo



A verdadeira missão da PSP é reprimir pela força as manifestações de protesto do povo

 

A Polícia Municipal do Porto, apoiada pela PSP, retirou, esta segunda-feira de manhã, as tendas onde manifestantes pernoitaram nas últimas duas noites na Praça D. João I.

  A Polícia chegou ao local às 6.30 horas e informou que era preciso desmontar as tendas porque estavam a obstruir a via pública. O JN sabe que os manifestantes começaram a cumprir a ordem, ainda que em protesto. Entretanto, chegou um camião da Câmara do Porto para levar as tendas que ainda não estavam desmontadas. Pessoas juntaram-se a bloquear o camião para que conseguissem continuar a desmontar, sendo empurradas pelas forças policiais que intervieram e retiraram as tendas. Durante a operação, ouviam-se cânticos como: (jornal de notícias)