segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
O Socialista oportunista congratula-se com a vitória do Seguro e dá graxa no Víctor Freitas a fim de conseguir um futuro tachinho de deputado
O CASO BALLET ROSE (*) (O caso tornou-se conhecido através da imprensa estrangeira)
domingo, 8 de fevereiro de 2026
A proximidade entre o Estado Novo e a Igreja Católica foi um dos pilares do regime
A Moral na ideologia e na prática do Estado Novo
O humor sarcástico de Laura Flores
@laurajoflores É do stress 🥲
♬ A comical comedy orchestra(1610450) - LeonardoFujimura
@laurajoflores Qual destas já conheceste? Eu, todas 😆
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Roubalheira do amigo do Albuquerque: 68.501 horas de trabalho contratualizadas mas nunca prestadas entre 2020 e 2021 no Atalaia Living Care
A opinião pública madeirense acordou com um soco no estômago. O relatório do Tribunal de Contas sobre a Rede Regional de Cuidados Continuados não é apenas uma auditoria, para mim é uma autópsia a um sistema que faliu moral e financeiramente. A Associação Atalaia Living Care, é uma entidade que, segundo o Tribunal, operou com uma "negligência grave" que ultrapassa a má gestão e entra no domínio do inaceitável. Um caso de negligência que se disfarça de "Serviço Público". Os políticos que decidem nesta matéria, alguns subiram de posição no Governo, deveriam ser chamados e ter a mesma culpa por compactuarem.
O TdC detetou um défice de 68.501 horas de trabalho contratualizadas mas nunca prestadas entre 2020 e 2021. A Atalaia recebeu dinheiro público por cuidados que, na prática, nunca chegaram aos nossos idosos.
Entre 2019 e 2020, a instituição embolsou 1,3 milhões de euros sem qualquer base legal ou contratual adequada. Enquanto a Atalaia fala em "cooperação", o Tribunal fala em pagamentos indevidos e falta de transparência.
Enquanto os comunicados da instituição tentam "clarificar responsabilidades", a realidade biológica impõe-se, com 9 casos de sarna confirmados. Uma infestação de escabiose numa unidade que recebe milhões é o sintoma físico de um abandono que nenhum selo de "IPSS" pode branquear. Mas isto não é por conta do TdC
O ponto mais negro do relatório revela que a Atalaia funcionou como uma "empresa comercial disfarçada de IPSS", drenando recursos públicos para entidades comerciais, algumas delas sediadas no estrangeiro. É aqui que a defesa da instituição colapsa. Não se pode alegar ser uma "vítima do sistema" quando se montam estruturas que visam o lucro à custa de cuidados continuados deficientes e falta de pessoal qualificado.
Mas e o Governo Regional depois traz o "coar mosquitos para engolir camelos", aquilo que alguém bem designou por "Inquisição digital", aplicando de novo a receita forte contra os fracos... mas cego para devedores, lobistas e amigos?
A Atalaia Living Care afirma que a perceção pública está "desajustada da realidade". Engana-se. A realidade é o que está no relatório enviado para o Ministério Público e para o DCIAP. A realidade são as famílias que confiam os seus idosos a uma unidade que, no papel, é de excelência, mas que, na prática, apresenta níveis críticos de solvabilidade e higiene!
Não há comunicado que apague 68 mil horas de ausência. Não há "respeito pelo papel constitucional" do Tribunal que substitua a prestação de contas criminal que se avizinha. A Madeira não pode continuar a ser um feudo onde o dinheiro dos impostos serve para alimentar redes de cuidados que, na hora da verdade, deixam os mais vulneráveis à mercê de ácaros e da negligência.
Acreditem que os madeirenses estão a ficar fartos. O PSD e o Governo ainda não entenderam isso, não sabem sair da teia, vão usufruir até cair de podre.
NOTA da REDACÇÃO:
Estas notícias só podem chegar aos cidadãos através da imprensa anónima ou clandestina. Pela imprensa chamada legal nada disto pode ser tornado público, por causa da acção repressiva dos juízes fascistas dos tribunais.
Governo do PSD/mamadeiras fiscaliza os fracos e faz vista grossa aos ladrões das elites do regime
A nova "Inquisição digital": o PSD-Madeira na boca do lobo
Será que vai haver plataforma para deixar de prescrever
dívidas das empresas do regime na Segurança Social?
Esses milhões sim fazem mossa.
A recente propaganda governamental sobre a nova Plataforma Digital de Apoios Sociais é um exercício de hipocrisia política que merece uma análise profunda! Sob o lema do "fim dos apoios às cegas", o Governo Regional da Madeira não está a lançar uma ferramenta de justiça social, mas sim um manifesto de rendição ideológica! O PSD-M imita o radicalismo sem corrigir os seus erros... intocáveis.
O cenário é claro, o PSD-Madeira, acuado pelos resultados em São Vicente e pela dinâmica das últimas eleições (primeira volta das Presidenciais), está a ser capturado pela agenda do Chega. Tal como acontece com Montenegro a nível nacional, o regime regional prefere adotar os "ódios de estimação" da extrema-direita em vez de regenerar a sua própria governação. Em vez de combater a corrupção instalada e o modelo de clientelismo que sustenta o partido há décadas, o Governo foca a sua "metralhadora fiscalizadora" nos mais vulneráveis. Outra vez... nada mais errado, trunfos para o Chega.
O PSD, fornecedor de militantes do Chega, está a tornar-se extremista em busca de votos em vez de corrigir a sua governação, motivo radical pelo qual as pessoas votam no Chega. A pobreza cresce, o social desce, o PSD a se meter na boca do lobo, quando imita os seus ex-colegas de partido, que afinal descobriram a fórmula para Chegar ao poder ou do poder (sistema) se manter, iludindo os eleitores como em muitos lugares já aconteceu.
É um insulto à inteligência dos cidadãos falar em "transparência" e "rigor" nos apoios sociais enquanto se mantém intacto o modelo económico que destrói a qualidade de vida na Região:
- Obras e betão, continua o investimento cego em infraestruturas que alimentam os mesmos grupos económicos.
- Turismo massivo, um modelo que incrementa o custo de vida e expulsa os locais dos seus centros urbanos.
- Pobreza em crescimento, enquanto o RSI cai para mínimos históricos (com uma queda de 70% face a 2010), a pobreza real e a precariedade não param de aumentar.
A plataforma das omissões, será? Onde estão as "Cunhas"? A grande questão que esta plataforma levanta é o que ela não fiscaliza:
- As cunhas políticas, onde está o algoritmo que deteta as nomeações por favor e as trocas de influência dentro do aparelho partidário?
- Compras eleitorais, onde está o "rigor" para monitorizar as benesses distribuídas estrategicamente em vésperas de atos eleitorais, muitas vezes sob o disfarce de "ajudas de emergência"?
- Fiscalização do topo, esta plataforma visa as famílias que recebem o mínimo para sobreviver, mas ignora os contratos de milhões onde a "duplicação" de custos e a falta de transparência são a norma. Quando deixa de haver gabinetes de fiscalização faz-de-conta como nas obras do hospital novo, PRR, etc? Quando deixa de haver indemnizações para compensar vitórias de baixo preço em concursos e os litígios inventados?
A Cópia nunca vence o Original
Ao focar-se na perseguição social para travar o Chega, o PSD-Madeira entra voluntariamente na boca do lobo. Quando um governo tradicional valida o discurso da exclusão, as pessoas acabam por escolher o radicalismo original. O PSD está a abdicar da sua história, social democracia, para tentar sobreviver ao monstro que a sua própria má governação criou. Tem piada que é agora o Chega, de novo populista e ardiloso, que fala em Sá Carneiro. Escusam de ir colocar flores ao homem na rotunda, o Chega pode fazer isso.
A plataforma pode prometer "rigor", mas enquanto não houver coragem para fiscalizar as contas do regime e o modelo económico que asfixia a Madeira, isto não passa de uma cortina de fumo digital para esconder uma decadência ética muito real.
Nota: ninguém se preocupou com o PRR ter falhado no social?
NOTA da REDACÇÃO:
Estas notícias só podem chegar aos cidadãos através da imprensa anónima. Pela imprensa chamada legal nada disto pode ser publicado por causa da acção repressiva dos juízes fascistas dos tribunais.







