segunda-feira, 9 de março de 2026

A questão da má escolha e preparação dos quadros autárquicos vai dar cabo do partido CHEGA na Madeira

 


Em vez de se reunirem previamente para analisarem a Órdem de Trabalhos para poderem a falar a uma só voz. Cada um vota e age como lhe dá na cabeça e depois dá nisto ficam divididos contra si mesmos. 

 Já dizia o Cristo de Nazaré no seu célebre Sermão da Montanha:

«Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá» Mat.12:25.

 O partido CHEGA está condenado a desaparecer. Anda infestado de oportunistas que são rejeitados pelos outros partidos por serem vira-latas oportunistas e tontos e agora ao chegarem a ser eleitos não dão uma para a caixa.  São desunidos covardes e desleais uns para os outros. Apenas se servem do partido CHEGA para serem eleitos e agarrarem tacho para depois passarem a independentes. Os pardalões  roem a corda ao partido pelo qual foram eleitos.

Helena Freitas e Fábio Costa (à esquerda) perderam a confiança de José Carlos Gonçalves.

«A autarquia de São Vicente atravessa um momento politicamente conturbado. Depois de o JM ter noticiado o chumbo do vereador do Chega, Fábio Costa, a uma proposta apresentada pelo presidente da Câmara, José Carlos Gonçalves, o DN revela agora que os dois vereadores eleitos pelo Chega perderam os pelouros que detinham, numa decisão tomada pelo autarca.

A opção de José Carlos Gonçalves expõe uma clara divisão interna no executivo e poderá trazer dificuldades acrescidas à gestão camarária, sobretudo no que respeita às deliberações tomadas em reunião de câmara.

Recorde-se que o Chega tem três vereadores contra dois do PSD. Nesta fase, porém, José Carlos Gonçalves poderá ficar politicamente isolado no executivo municipal.»

«É uma 'bomba' que acaba de cair em São Vicente. A crise política na Câmara Municipal de São Vicente agravou-se após o chumbo de uma proposta apresentada pelo presidente na última reunião de Câmara. Na sequência desse episódio, esta manhã o presidente da autarquia, José Carlos Gonçalves, decidiu retirar os pelouros à vice-presidente Helena Freitas e ao vereador Fábio Costa, ambos eleitos pelo Chega.

O impasse teve origem na última reunião camarária, onde uma proposta relacionada com a empresa municipal Naturnorte e com o processo das grutas de São Vicente acabou rejeitada. A iniciativa da presidência foi chumbada com os votos contra dos dois vereadores do PSD e do próprio vereador do Chega, Fábio Costa, expondo uma divisão inédita dentro da maioria.

Após essa votação foi convocada uma reunião de emergência que juntou o executivo e responsáveis nomeados da autarquia para analisar a situação política criada. A única ausência foi a da vice-presidente Helena Freitas, que se encontrava de férias. Ainda assim, segundo foi possível apurar, a vice-presidente terá deixado lavrada uma declaração de voto onde indicava que também votaria contra a proposta apresentada pelo presidente caso tivesse participado na reunião. Na sessão camarária acabou por ser substituída por Cátia Capontes, que votou favoravelmente a proposta.

Entretanto, numa nova reunião realizada hoje com os vereadores, descrita por fontes próximas como particularmente tensa, José Carlos Gonçalves terá mesmo solicitado a renúncia dos dois vereadores ao cargo. O pedido, contudo, foi recusado por Helena Freitas e Fábio Costa, que decidiram manter o mandato para o qual foram eleitos.

Perante essa recusa, o presidente da Câmara avançou com a retirada dos pelouros que estavam atribuídos aos dois vereadores. A decisão é interpretada nos bastidores da política local como consequência directa da quebra de confiança política dentro do executivo.

Apesar de ficarem sem responsabilidades executivas nas áreas que tutelavam, Helena Freitas e Fábio Costa mantêm o estatuto de vereadores e continuam a integrar o executivo municipal, participando nas reuniões e votações da Câmara.

O episódio aprofunda a fractura dentro do executivo liderado pelo Chega e abre uma nova fase de instabilidade política no município de São Vicente, numa altura em que o processo das grutas e da empresa Naturnorte continua a marcar a agenda política do concelho.»

https://www.dnoticias.pt/2026/3/9/484091-vereadores-do-chega-ficam-sem-pelouros/

[Como se vê em São Vicente, o Chega não é oposição, é um "fala barato" que atua a mando do PSD para destruir a imagem de qualquer alternativa real. Ao estar ao lado do PSD em decisões críticas, o Chega apenas prova aos eleitores que votar neles é, por via indireta ou direta, voltar a dar o poder ao PSD. Portanto, os militantes e simpatizantes do PSD estava azedos, vingaram-se com o Chega e agora o poder volta ao PSD?]

O ex- banco dos ladrões do PPDê da Madeira vira emprendimento imobiliário para o pato Bravo da SOCICORREIA o tal dos edificios pretos

 Os miras foram as principais vítimas deste banco. Muitos perderam no  BANIF todas as suas economias. No entanto não desistem de dar cada vez mais votos ao PSD que os burlou através da gestão fraudolenta do banco. Pobre povo! A ignorância deles roça o absurdo.


A falta de liberdades democráticas e a punição da liberdade de expressão pelos tribunais fascistas leva a que se recorra cada vez mais ao anonimato

 Agora são os polícias que estão descontentes. querem mais poder para multar e espancar os detidos tal como faziam antigamente. Querem mais liberdade para reprimir e mais efectivos para terem cada vez menos trabalho.

  Os sindicatos deles são todos do Partido fascista CHEGA. Se o novo presidente da República não proceder à extinção de PSP tal como se fez com o SEF, dentro de pouco tempo vamos ter um problema sério de segurança aqui na nossa Região Autónoma da Madeira.


domingo, 8 de março de 2026

Assalto ao Banco de Portugal por Herminio Palma Inácio, em 1967

 Assalto ao Banco de Portugal por Palma Inácio


https://ensina.rtp.pt/artigo/assalto-ao-banco-de-portugal-por-palma-inacio/


No assalto ao Banco de Portugal da Figueira da Foz desapareceram quase 30 mil contos. Uma fortuna, que serviu, em parte, para financiar a luta da LUAR, uma organização revolucionária que de pretendia o fim do regime do Estado Novo.

Em 1991 a RTP juntou os funcionários do Banco de Portugal da Figueira da Foz, com Palma Inácio, o líder do grupo que assaltou a instituição, em 1967, com o objetivo de financiar a Liga da União e Ação Revolucionária (LUAR). Foi um encontro que juntou várias perspetivas sobre o mesmo acontecimento.

O assalto aconteceu a meio da tarde do dia 17 de março, e o grupo escapou num carro que os levou até ao aeródromo de Cernache, onde voaram numa avioneta até ao Algarve. Dali seguiram para Espanha e França de automóvel.

Parte dos 30 mil contos (cerca de 149 mil euros) foram devolvidos à PIDE poucos meses depois, mas o resto do dinheiro continuou a financiar a atividade da LUAR na sua luta contra o regime. Em 1968, num outro golpe em Bragança, Palma Inácio seria preso, encontrando-se no Forte de Caxias quando se deu a revolução do 25 de Abril de 1974.

A Democracia é sempre um presente envenenado por parte do imperialismo americano

 Cartoon de Sérgio Piçarra


Antigos redactores do jornal satírico "O Garajau" estiveram reunidos ontem para comemorar as lutas antigas em prol da Democracia na Madeira contra o despotismo do Alberto João Jardim.(um fascista do velho regime)

 

 Ao centro temos o  Eduardo Pedro Welsh, cartoonista do jornal. Ao lado direito na foto, o seu redactor principal Gil da Silva Canha. 
  Recordamos aos nossos leitores que o jornal  quinzenário, foi obrigado a encerrar por causa da perseguição judicial existente na ilha da Madeira. 
 No território insular os juízes gozam de um estatuto de falsa independência, uma vez que são todos aliados do partido que governa a ilha há décadas. 
 O Jornal era sucessivamente condenado pelo "crime de difamação" teve de encerrar, vergado pelo peso das multas e indemnizações que foi obrigado a pagar, pelo poder judicial conservador e intolerante. 
 Na ilha da Madeira só têm liberdade de expressão os dois únicos jornais existentes. Ambos controlados pelo governo regional da Madeira. Funcionam como caixa de ressonância da propaganda do Governo.
 Os juizes são todos corruptos e trabalham para o poder politico do PSD afim de protegerem os  negócios dos seus governantes.






  Joana Pereira Dias, foi a juiza que mais condenações aplicou ao jornal garajau contribuindo para o seu encerramento. A democracia na ilha ficou condicionada parecida com o antigo  regime salazarista onde se praticava a mordaça da imprensa. Ela ainda continua na Comarca da Madeira em serviço ao regime politico lá instalado há decadas sem qualquer alternância.