sábado, 1 de agosto de 2026

Paulo Cafofo e Emanuel Bento dois traidores aos democratas madeirenses1

 Paulo Cafôfo destruiu a luta dos últimos 20 anos dos democratas que almejavam derrubar o regime proto-fascista do Alberto João Jardim. O pardalão diziaa todos os partidos da coligação que era independente e uma vez eleito para a CMF filiou-se logo no PS Mamadeiras, tornou-se amigo do tachista Vitinho. Aliou-se depois ao DDT (o bebé vietnamita) e correu com Gil Canha de vereação da Câmara. Mais tarde foi-se desacreditando e perdendo quase todo seu capital político, de tal forma que hoje vegeta penosamente nos bancos da nossa Assembleia Regional, onde abocanha chorudo ordenado de deputado mais o tachista Vitinho e alguns acólitos do PS/mamadeiras. 

 Nada diz de relevante só bazófias e futilidades. Fora da Assembleia é um consumidor inveterado de arepas mais a sua mais que tudo a Venezuelana com quem se desloca de lambreta vespa a tirar abundantes selfies. 

 Emanuel Bento outro traidor: Andou com os democratas a escrever no Jornal satírico Garajau

 Quando o Gil Canha e o Eduardo Welsh, mais tarde fecharam o jornal por causa das perseguições da célebre JUÍZA dos SETE MARIDOS, Bento ficou desempregado e a passar fome. 

 Vendo-se teso, e sem meios para garantir a sua subsistência, resolveu  mudar de poio e passar com armas e bagagens para o PSD do Miguel Albuquerque. 
 Ficou por lá até hoje, no chorudo tacho de assessor de Imprensa. Muito bem pago, nunca mais andou teso e deixou de passar fome.  
  Nós aqui na redação do Pravda-ilhéu já perdoamos a traição do nosso Emanuel Bento uma vez que ele tem sido generoso para connosco enviando-nos de vez em quando com a sua sensibilidade de poeta fotos, com esta de musas femininas para que os nossos leitores fiquem sempre bem dispostos. 



A Revolução do 25 de Abril de 1974, foi branda a aplicar penas de prisão leves aos criminosos da PIDE/DGS

 Os fascistas do antigamente reorganizaram-se e reapareceram de novo com o nome de CHEGA. Eles estão aí!

O ESTADO NOVO, A PIDE E A DEMOCRACIA PORTUGUESA

As ditaduras têm uma característica curiosa: são quase sempre mais fáceis de derrubar do que de julgar. O dia em que caem costuma ficar gravado na memória coletiva. Os anos seguintes, porém, são invariavelmente mais difíceis, porque obrigam uma sociedade a responder a uma pergunta incómoda: o que fazer às pessoas que serviram o regime anterior?
Em Portugal, o Estado Novo governou durante quase meio século. Sob António de Oliveira Salazar e, mais tarde, Marcello Caetano, o regime sobreviveu a guerras, crises internacionais e mudanças profundas no mundo ocidental. Mas essa longevidade assentava numa combinação bem conhecida de censura, controlo político e repressão da dissidência. Quem contestava o regime sabia que, mais cedo ou mais tarde, poderia cruzar-se com a polícia política.
A PIDE, mais tarde denominada DGS, foi provavelmente a face mais temida do Estado Novo. A sua missão era simples: proteger o regime dos seus inimigos, reais ou imaginados. Fê-lo através de redes de vigilância, detenções, interrogatórios e de uma presença constante na vida dos opositores políticos. Para muitos portugueses, a falta de liberdade tinha um rosto, uma porta e uma morada.
Quando a Revolução de 25 de Abril de 1974 derrubou a ditadura, a celebração da liberdade foi imediata. Menos imediato foi o problema da justiça. Um país que acabava de recuperar a democracia tinha agora de decidir como lidar com aqueles que tinham servido o aparelho repressivo do regime. A questão era tanto política como moral: até que ponto se devia punir? E até que ponto uma democracia nascente podia construir-se sobre a lógica da vingança?
À data da Revolução existiam cerca de 4.418 elementos da DGS em Portugal e nas colónias, dos quais 3.244 chegaram a estar detidos às ordens da Comissão de Extinção da PIDE/DGS. O estudo dos julgamentos realizados pelos Tribunais Territoriais Militares permite perceber não apenas o destino destas pessoas, mas também a forma como a jovem democracia portuguesa procurou fazer o seu próprio acerto de contas com o passado.
É neste contexto que ganha particular relevância o trabalho da historiadora Irene Flunser Pimentel:
«As sentenças proferidas foram muito leves, pois 3% acabaram absolvidos e outros cerca de 3% apenas condenados à perda de direitos políticos. A penas de prisão até um mês foram sentenciados mais de 64,1%, enquanto 11,86% receberam condenações a penas até um ano de prisão correcional e 13,5% sentenças entre 13 meses e dois anos. Realce-se que a duração destas últimas penas se aproxima do tempo de prisão preventiva já sofrida — habitualmente, até 23 meses —, para que pudessem sair em liberdade definitiva. Apenas 30 arguidos (3,2%) — acusados de crimes de sangue ou julgados à revelia — foram condenados a penas entre os dois e seis anos de prisão maior, ou seja, com duração superior ao tempo da prisão preventiva sofrida.»

Irene Flunser Pimentel, “O Caso da PIDE/DGS – Foram julgados os principais agentes da Ditadura portuguesa?”,

CECOT a prisão de alta segurança de El Salvador contra as gangues organizadas que tornavam a vida impossivel naquele país da América Central

 


quarta-feira, 29 de julho de 2026

Em 1933 os nazis incendiaram o Parlamento alemão, qualquer dia os CHEGANOS queimam o parlamento português e culpam os comunistas e os emigrantes

 Os comunistas é que foram acusados de pegar fogo no edifício do parlamento alemão.


O fato é que Hitler, segundo testemunhas contemporâneas, esteve no local pouco depois do incêndio e deu instruções sobre como lidar com os comunistas e outros chamados ‘inimigos do Estado’.

(Fonte)”
O incêndio do Reichstag ocorreu a 27 de fevereiro de 1933, tendo sido usado pelo partido nazi para culpar os comunistas, prender opositores e acabar com a democracia na Alemanha. Os historiadores discutem se o autor do fogo, o jovem Marinus van der Lubbe, agiu sozinho ou se os nazis ajudaram no ataque.
  • Pretexto político: Adolf Hitler usou o fogo para criar medo de uma revolta comunista.
  • Prisões em massa: Milhares de comunistas e opositores foram presos logo a seguir.
  • Decreto de emergência: Hitler convenceu o presidente a assinar leis que tiravam as liberdades do povo.

  • Os nazis arranjaram um culpado






  • Rubina Leal vai na moda de viajar pelo mundo à custa do erário público

     

    É moda conhecer mundo com o dinheiro do erário público.

    A nova moda no Governo Regional: governar para estrangeiros, para os negócios políticos com a diáspora, viajar de borla a fazer fortunas em subsídios de representação, gastar milhares em eventos sem retorno, infraestruturar possibilidades de negócio para os oligarcas do regime com o poder. O retorno para os madeirenses é zero. A Madeira não decide as políticas externas do país, não tem poder para isso, tudo o resto é encenação justificativa. O objetivo é a viagem e "fazer dinheiro" para a sua conta bancária.

    A

    gosto é para Descansar. A Rubina Leal Descansa no Canadá e nos EUA. Com o Nosso Dinheiro. O Verão chega. Os madeirenses estão no trabalho, nas obras, nos hotéis a servir os 12 milhões de turistas que enchem a ilha. Os professores preparam o próximo ano letivo. Os enfermeiros fazem turnos duplos. Os pescadores saem de madrugada. As bordadeiras bordam.

    E a Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Rubina Leal, foi ao Canadá e aos Estados Unidos representar a Madeira. No Verão. Com o dinheiro dos contribuintes madeirenses.

    Não é ilegal. Percebemos. Os titulares de cargos públicos têm direito a viagens institucionais, e se for esse o caso, que o digam claramente. Mas é precisamente por isso que existe uma palavra muito importante no léxico da democracia que parece ter ficado esquecida algures entre o aeroporto do Funchal e o destino transatlântico: prestação de contas.

    Não é um favor. Não é uma opção. É uma obrigação legal de quem exerce funções pagas pelo erário público.

    Por isso, Rubina Leal, com todo o respeito que o cargo merece, e que se ganha, não se herda, os madeirenses têm perguntas simples. Perguntas de contribuinte. Perguntas que qualquer democracia digna desse nome deveria responder sem hesitar:

    Quem pagou a viagem?

    Se foi o erário público, ou seja, nós, queremos saber o valor total. Bilhetes de avião. Hotel. Refeições. Deslocações. Tudo.

    Qual foi o motivo institucional?

    Uma visita ao Canadá e aos EUA em Verão, em plenas férias, tem enquadramento em que agenda oficial exatamente? Que reuniões? Com quem? Para quê? Com que resultado concreto para os madeirenses?

    Existe relatório?

    Toda a deslocação oficial paga com dinheiro público exige relatório. Não é burocracia, é transparência. É o mínimo que se exige a quem gere o dinheiro de uma ilha inteira.

    E o recibo?

    Sim. O recibo. Esse documento humilde e democrático que qualquer cidadão madeirense tem de apresentar quando quer deduzir uma despesa. O mesmo que o Estado exige a quem ganha mil euros por mês. O mesmo que a Rubina Leal, na sua função de Presidente da Assembleia Legislativa, tem obrigação de apresentar quando viaja com dinheiro público.

    Queremos o recibo.

    Não é pedido excessivo. É o contrato básico entre quem governa e quem paga. É a diferença entre um cargo público e um cheque em branco.

    A Madeira tem problemas sérios, o mar contaminado, as ETAREs avariadas, as rendas inacessíveis, os jovens que partem, os velhos sem sombra para passear. Problemas que ficaram cá enquanto a Presidente da Assembleia viaja.

    Um relatório detalhado. Com todos os custos. Para conhecimento público. Publicado.

    Não pedimos muito.

    Pedimos o que é nosso.

    Contribuinte madeirense. Que nunca foi ao Canadá com o dinheiro de ninguém.

    Todos os outros que antecederam não estão esquecidos.
    E a fortuna em Vista Alegre para agradecer os vendidos no Parlamento muito menos.
    Foi pena não ter normalizado o Bentley com amigos e jornalistas.