sábado, 29 de agosto de 2026

EUA sempre foi um país racista. Vejam esta história

 



ELE ERA MILES DAVIS. MESMO ASSIM, A POLÍCIA O TRATOU COMO SE NÃO PERTENCESSE ÀQUELE LUGAR.
25 de agosto de 1959. Nova York.
Miles Davis acabara de se apresentar no lendário Birdland, um dos templos do jazz.Seu nome estava iluminado no letreiro do clube.
Ele saiu por alguns minutos para fumar um cigarro antes de voltar ao palco.
Foi quando um policial mandou que ele saísse dali.
Miles apontou para o próprio nome no letreiro.
Ele estava trabalhando ali.
A situação terminou em violência.
Davis foi atingido na cabeça, preso e levado para o hospital. Recebeu dez pontos no couro cabeludo.
E existe algo profundamente simbólico nessa história:
o homem que estava sendo agredido não era um desconhecido.
Era um dos maiores músicos negros da história.
Um homem cujo nome estava literalmente brilhando acima da porta do estabelecimento.
Ainda assim, naquele momento, seu talento, sua fama e sua contribuição para a cultura americana não foram suficientes para impedir que ele fosse tratado como alguém que precisava justificar sua própria presença.
O episódio também mostra que o racismo não precisava necessariamente aparecer em uma lei escrita para produzir humilhação e violência.
Às vezes, bastava uma pergunta:
“O que você está fazendo aqui?”
E essa pergunta, quando dirigida repetidamente a uma população, pode se transformar em algo muito maior: a sensação de que determinados espaços nunca foram realmente feitos para ela.
Mais de seis décadas depois, a história de Miles Davis continua sendo lembrada porque levanta uma questão incômoda:
quantas vezes pessoas negras precisaram provar que pertenciam a lugares onde já tinham todo o direito de estar?
Miles Davis entrou para a história pela música.
Mas naquela noite, diante do Birdland, ele também se tornou parte de outra história:
a história de uma América onde ser negro ainda podia significar ser tratado como suspeito — mesmo quando seu próprio nome estava escrito na porta.
Não é apenas uma história sobre Miles Davis.

É uma história sobre quem tinha o direito de ocupar espaço.


Foto histórica da visita da deputada italiana Ciciolina à Assembleia da República

 

 Natalia Correia com a deputada italiana Cicciolina na Assembleia da Republica - 19/11/1987

Jornalista reacionária da revista Sábado tenta denegrir a 50ª edição da Festa do Avante de 2026

 

A jornalista subserviente aos valores da burguesia e da imprensa reacionária para a qual trabalha!



sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Foto com história

 Rotularam Nelson Mandela de pertencer a um movimento terrorista e o PCP esteve a seu lado, na luta do povo da África do Sul contra o Apartheid, a discriminação racial e pela independência nacional deste grande país da África Austral!


Afinal quando é que o Pedro Calado entra no calabouço?

 


Albuquerque e artista de música pimba Vasco de Freitas (bonitinho como o sol; observem as ventas largas que ele tem!)



O cabeça de Bigorna elogia o fascista António Gil da Silva fundador do PPDê na Madeira

 O pardalão já está na terra das tabuletas mas deixou-nos um filho muito importante: O João Cunha e Silva o célebre construtor da Marina do Lugar de Baixo na Ponta do Sol

«Foi ele, António Gil Silva, o fundador do PPD na Madeira. Tinha orgulho em ser o militante número um. De ter ido, em 1974, ao Porto falar com Francisco Sá Carneiro para o deixar abrir uma estrutura regional do PPD. É a partir daí, é após integração da Frente Centrista de Luciano Castanheira, António Aragão e Alberto João Jardim, entre outros, que o PPD/M se emancipa e adquire um estatuto autónomo dentro do partido.

Mas a intervenção de António Gil Silva foi determinante na fundação e organização do que seria o partido maioritário e hegemónico da vida política madeirense nos seus primeiros 50 anos - PPD/PSD.»

https://www.dnoticias.pt/2026/8/25/503413-antonio-gil-silva/


Vejam a prosápia deste fascistóide





Personagens fascistóides do concelho do norte: São Vicente. CHEGA o partido dos bófias!

 Isto é tudo gente que não presta. São todos do 24 de Abril! Não se vê aqui um democrata.

Es
Este José António Gonçalves sempre conseguiu ser eleito nas listas do CHEGA em S. Vicente (só podia ser) naquela terrinha cheia de vilões fascistas  que não votam no SALAZAR porque não podem uma vez que o maldito Botas já o Diabo o levou!
Este Drumond não vota no Salazar porque ele está morto e enterrado em Santa Comba Dão!


Tudo tipos com cara de tasqueiros. Gente rasca que não acrescenta nada à política.