quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Vera Silvia a intrépida guerrilheira brasileira contra a ditadura militar (um exemplo para os jovens de hoje no combate à tirania)

 

5 de fevereiro marca o nascimento, em 1948, de Vera Silvia, que nos deixou em 2007, aos 59 anos.
Militante do MR-8, participou do sequestro do Embaixador Americano, Charles Burke Elbrick, em 4 de setembro de 1969, em uma ação conjunta de integrantes da ALN e do MR-8, pela liberdade de 15 presos políticos. Implacavelmente caçada, foi presa e barbaramente torturada. Meses depois, em 31 de março de 1970, foi libertada juntamente com outros 39 companheiros, pela ação de bravos camaradas da VPR e da ALN, trocada pelo embaixador Alemão Ehrenfried von Holleben. Sua imagem numa cadeira de rodas, muito combalida e cheia de marcas pelo corpo, mostrou ao mundo o tamanho do suplício a que os nossos resistentes eram submetidos nos porões da ditadura militar.
Vera Silva Vive!

O EMBAIXADOR DOS EUA, CHARLES BURKE ELBRICK, conferência DE IMPRENSA APÓS SUA LIBERTAÇÃO EM SETEMBRO DE 1969.

Entre 1969 e 1974, no governo Nixon, o fenômeno dos sequestros diplomáticos cresceu em diferentes partes do mundo, apesar da adoção de medidas de prevenção por parte dos imperialistas dos EUA 

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Júlio César de Melo

 


Charlie Hebdou satiraza o Aiatolá do Irão

 








Recordando os 50 anos de “o diário”

 


Passaram a 10 de Janeiro 50 anos sobre a 1ª edição do jornal “O Diário”. Publicou-se entre 1976 e 1990. (50 anos de “O Diário”)




Passaram a 10 de Janeiro 50 anos sobre a 1ª edição do jornal “o diário”. Publicou-se entre 1976 e 1990.

Certamente um jornal com características únicas. Não houvera nada de semelhante antes, nem voltou a existir depois. Jornal de Abril, instrumento de combate no plano da informação e da opinião, desempenhou um muito importante papel num período de refluxo social e de aceleração do processo contra-revolucionário no nosso país.

Surgiu como imediata resposta à alteração da correlação de forças resultante do golpe de 25 de Novembro de 1975, nomeadamente com o afastamento de centenas de jornalistas progressistas dos órgãos de informação então existentes. Deve aliás recordar-se que foram sobretudo estes, juntamente com grande parte dos militares de Abril, os primeiros a ser afastados, e alguns até detidos. O seu lema, “A verdade a que temos direito”, é revelador do seu compromisso deontológico e ético fundacional.

Durante os 14 anos e meio de publicação cumpriu o papel para que foi criado: informou, investigou, integrou a opinião e o contributo das mais destacadas figuras do jornalismo, da ciência, da cultura, da política. Revisitar a sua colecção integral causa genuíno assombro. E mais ainda se o compararmos com o actual panorama mediático, cujos órgãos dominantes se converteram em completas engrenagens de desinformação e manipulação.

Foi um jornal de um tempo especial. Continua a constituir um excepcional padrão do que a informação jornalística pode ter de melhor: a busca da verdade, a coragem de a afirmar em condições adversas, o procurar que o que se publica seja instrumento de real entendimento da riqueza, da complexidade, das contradições existentes num mundo que se deseja melhor.

Nota do PRAVDA:
Faltou informar aqui na peça, que "O DIÁRIO", fechou por causa da perseguição judicial à liberdade de imprensa em PORTUGAL. A juizada fascista encheu o jornal de condenações pelo crime de difamação e ofensa ao bom nome. Foi obrigado a encerrar tal como num passado recente aconteceu na Madeira com o quinzenário humorístico "O Garajau". O DIÁRIO era propriedade de uma empresa ligada ao PCP e tinha como director Miguel Urbano Rodrigues (já falecido).
O jornalista Miguel Urbano Rodrigues.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Padre Ricardo (das esmolinhas) anda sempre acompanhado por Miguel Albuquerque. é um aliado do Governo

 



A foto mais famosa do "padre" Ricardo a andar de Benntley em Londres escassos dias antes do seu amigo Pedro Calado dar entrada no calabouço!

Momentos de bom humor captados pelo nosso talentoso poeta Emanuel Bento

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O nosso colaborador Rui Olim Marote aqui ao lado dos dois homens do regime dos mamadeiras
Oferta do poeta Emanuel Bento para os nossos leitores




Filha de Christian Poucet lamenta o assassinato do seu pai e elogia a sua obra

 





Lunel le dimanche 01 février 2026.
Merci d’être ici aujourd’hui, merci d’être venus pour mon père, Christian Poucet.
Pour beaucoup, il était un homme engagé, un défenseur des commerçants et des artisans qui demandait une réforme en profondeur du système social pour la retraites des travailleurs indépendants et la fin du monopole des caisses de sécurité sociale ( CANCAVA, AVA) qui fut remplacées plus tard par le Regime Sociale des Indépendants (RSI).
D'abord avec le COSAC (Comité
Organisation Sociales des Artisans et Commerçants) à la Grande Motte à partir de 1982 avant de rejoindre ensuite le CDAC (Comité de Défense des Artisans Commercants) qui a fusionné avec le Comité de Défense des Commercants Artisans (C.D.C.A. Bretagne) pour devenir CDCA National à Lunel en 1985 avec son secrétaire général Christian Poucet avant de devenir le Président de la Confédération Européenne de Défense des Commercants Artisans Agriculteurs et Professions libérales (C.D.C.A.E) jusqu'à son assassinat toujours non élucidé à ce jour, le lundi 29 janvier 2001 dans les locaux du CDCi à Baillargues (Hérault).
Pour moi, il était avant tout mon père.
En 2001, sa vie a été brutalement interrompue.
Beaucoup d'encre à couler dans les médias ce qui n'a empêché l'enquête d'être classé en non lieu, avant que celle-ci soit rouverte en 2024.
Ce n’est donc pas une fin, mais un espoir, et une reconnaissance que la vérité compte encore aujourd'hui après 25 années écoulés.
Ces derniers jours, son histoire a été à nouveau entendue dans les médias, notamment avec la diffusion de l'émission Affaires sensibles sur France 2 et sur les ondes Radio dans l'heure du crime sur RTL.
Cela permet de rappeler qu’il ne s’agit pas seulement d’un dossier (#coldcase ), mais d’un homme, un père de famille et aujourd'hui même un grand père.
Aujourd’hui, ce repas est un moment de mémoire et de fidélité.
Tant que nous parlerons de lui, tant que nous demanderons justice, il ne sera pas oublié.
Merci, du fond du cœur, pour votre présence et votre soutien.
Alexandra Poucet

Lua no domingo, 01 de fevereiro de 2026.

 

Obrigado por estarem aqui hoje, obrigado por terem vindo pelo meu pai, Christian Poucet.
Para muitos, ele era um homem comprometido, um defensor dos comerciantes e artesãos que exigiam uma profunda reforma do sistema social de pensões por conta própria e o fim do monopólio dos fundos de segurança social (CANCAVA, AVA), que mais tarde foi substituído pelo regime Sociedade dos Independentes (RSI).
Primeiro com o COSAC (Comitê).
Organização Social de Artesan and Traders) em Grand Motte a partir de 1982 antes de se juntar ao CDAC (Comitê de Defesa de Artesan Traders) que se fundiu com o Comitê de Artesan Traders (C.D.C.A. Brittany) para se tornar o CDCA Nacional em Lunel em 1985 com o seu secretário Geral Christian Poucet antes de se tornar o Presidente da Confederação Europeia para a Defesa dos Comerciantes, Agricultores Artesanais e Profissões Liberais (C.D.C.A.E) até o seu assassinato ainda não está resolvido até hoje, na segunda-feira, 29 de janeiro de 2001 nas instalações do CDCi em Baillargues (Hérault).
Para mim, ele era meu pai antes de qualquer coisa.
Em 2001, sua vida foi brutalmente interrompida.
Muita tinta para derramar nos meios de comunicação o que impediu que a investigação fosse classificada como um não-lugar, antes de reabrir em 2024.
Então isto não é um fim, mas uma esperança, e um reconhecimento de que a verdade ainda importa hoje após 25 anos.
Nos últimos dias, a sua história voltou a ser ouvida nos meios de comunicação, especialmente com a transmissão do programa Affaires sensible sur France 2 e na rádio na hora do crime na RTL.
Este é um lembrete de que este não é apenas um caso (#coldcase), mas um homem, um homem de família e até hoje um avô.
Hoje, esta refeição é um momento de memória e devoção.
Enquanto falarmos dele, enquanto pedirmos justiça, ele não será esquecido.
Agradeço do fundo do coração pela presença e apoio.
Alexandra Poucet
O Brasileiro Segurança de Maria José Marques assassinou o sindicalista a mando da sua patroa afirmou o jornal Quebra Costas.