domingo, 8 de fevereiro de 2026

O humor sarcástico de Laura Flores




@laurajoflores

É do stress 🥲

♬ A comical comedy orchestra(1610450) - LeonardoFujimura
@laurajoflores

Qual destas já conheceste? Eu, todas 😆

♬ El Torero (Main) - Intermede Music

Roubalheira do amigo do Albuquerque: 68.501 horas de trabalho contratualizadas mas nunca prestadas entre 2020 e 2021 no Atalaia Living Care

 

 Nos tribunais os réus têm direito ao silêncio. A menos que o tribunal seja um enviesado custa muito a crer que tantos factos ainda tenham uma resposta, curta para não gerar mais "sarna". O problema do Atalaia Living Care ou até o Bela Vista é visto pelos parentes dos que lá estão. As pessoas falam-se. Depois um ou outro partido assume como bandeira.

A opinião pública madeirense acordou com um soco no estômago. O relatório do Tribunal de Contas sobre a Rede Regional de Cuidados Continuados não é apenas uma auditoria, para mim é uma autópsia a um sistema que faliu moral e financeiramente. A Associação Atalaia Living Care, é uma entidade que, segundo o Tribunal, operou com uma "negligência grave" que ultrapassa a má gestão e entra no domínio do inaceitável. Um caso de negligência que se disfarça de "Serviço Público". Os políticos que decidem nesta matéria, alguns subiram de posição no Governo, deveriam ser chamados e ter a mesma culpa por compactuarem.

 Hoje, surge a resposta da Atalaia Living Care, é um exercício clássico de sacudir a água do capote. Dizem-se "entidade executora" de decisões públicas, como se fossem meros funcionários sem poder de decisão. São uma entidade privada! Os números do Tribunal de Contas desmentem esta "obediência cega" com uma precisão cirúrgica!

 O TdC detetou um défice de 68.501 horas de trabalho contratualizadas mas nunca prestadas entre 2020 e 2021. A Atalaia recebeu dinheiro público por cuidados que, na prática, nunca chegaram aos nossos idosos.

 Entre 2019 e 2020, a instituição embolsou 1,3 milhões de euros sem qualquer base legal ou contratual adequada. Enquanto a Atalaia fala em "cooperação", o Tribunal fala em pagamentos indevidos e falta de transparência.

Enquanto os comunicados da instituição tentam "clarificar responsabilidades", a realidade biológica impõe-se, com 9 casos de sarna confirmados. Uma infestação de escabiose numa unidade que recebe milhões é o sintoma físico de um abandono que nenhum selo de "IPSS" pode branquear. Mas isto não é por conta do TdC

O ponto mais negro do relatório revela que a Atalaia funcionou como uma "empresa comercial disfarçada de IPSS", drenando recursos públicos para entidades comerciais, algumas delas sediadas no estrangeiro. É aqui que a defesa da instituição colapsa. Não se pode alegar ser uma "vítima do sistema" quando se montam estruturas que visam o lucro à custa de cuidados continuados deficientes e falta de pessoal qualificado.

 Mas e o Governo Regional depois traz o "coar mosquitos para engolir camelos", aquilo que alguém bem designou por "Inquisição digital", aplicando de novo a receita forte contra os fracos... mas cego para devedores, lobistas e amigos?

A Atalaia Living Care afirma que a perceção pública está "desajustada da realidade". Engana-se. A realidade é o que está no relatório enviado para o Ministério Público e para o DCIAP. A realidade são as famílias que confiam os seus idosos a uma unidade que, no papel, é de excelência, mas que, na prática, apresenta níveis críticos de solvabilidade e higiene!

 Não há comunicado que apague 68 mil horas de ausência. Não há "respeito pelo papel constitucional" do Tribunal que substitua a prestação de contas criminal que se avizinha. A Madeira não pode continuar a ser um feudo onde o dinheiro dos impostos serve para alimentar redes de cuidados que, na hora da verdade, deixam os mais vulneráveis à mercê de ácaros e da negligência.

Acreditem que os madeirenses estão a ficar fartos. O PSD e o Governo ainda não entenderam isso, não sabem sair da teia, vão usufruir até cair de podre.


NOTA da REDACÇÃO:

  Estas notícias só podem chegar aos cidadãos através da imprensa anónima ou clandestina. Pela imprensa chamada legal nada disto pode ser tornado público, por causa da acção repressiva dos juízes fascistas dos tribunais.

Governo do PSD/mamadeiras fiscaliza os fracos e faz vista grossa aos ladrões das elites do regime

 

A nova "Inquisição digital": o PSD-Madeira na boca do lobo


Será que vai haver plataforma para deixar de prescrever
dívidas das empresas do regime na Segurança Social?
Esses milhões sim fazem mossa.

A recente propaganda governamental sobre a nova Plataforma Digital de Apoios Sociais é um exercício de hipocrisia política que merece uma análise profunda! Sob o lema do "fim dos apoios às cegas", o Governo Regional da Madeira não está a lançar uma ferramenta de justiça social, mas sim um manifesto de rendição ideológica! O PSD-M imita o radicalismo sem corrigir os seus erros... intocáveis.

O cenário é claro, o PSD-Madeira, acuado pelos resultados em São Vicente e pela dinâmica das últimas eleições (primeira volta das Presidenciais), está a ser capturado pela agenda do Chega. Tal como acontece com Montenegro a nível nacional, o regime regional prefere adotar os "ódios de estimação" da extrema-direita em vez de regenerar a sua própria governação. Em vez de combater a corrupção instalada e o modelo de clientelismo que sustenta o partido há décadas, o Governo foca a sua "metralhadora fiscalizadora" nos mais vulneráveis. Outra vez... nada mais errado, trunfos para o Chega.

O PSD, fornecedor de militantes do Chega, está a tornar-se extremista em busca de votos em vez de corrigir a sua governação, motivo radical pelo qual as pessoas votam no Chega. A pobreza cresce, o social desce, o PSD a se meter na boca do lobo, quando imita os seus ex-colegas de partido, que afinal descobriram a fórmula para Chegar ao poder ou do poder (sistema) se manter, iludindo os eleitores como em muitos lugares já aconteceu.

É um insulto à inteligência dos cidadãos falar em "transparência" e "rigor" nos apoios sociais enquanto se mantém intacto o modelo económico que destrói a qualidade de vida na Região:

  • Obras e betão, continua o investimento cego em infraestruturas que alimentam os mesmos grupos económicos.
  • Turismo massivo, um modelo que incrementa o custo de vida e expulsa os locais dos seus centros urbanos.
  • Pobreza em crescimento, enquanto o RSI cai para mínimos históricos (com uma queda de 70% face a 2010), a pobreza real e a precariedade não param de aumentar.
O PSD tornou-se extremista na busca desesperada por votos, validando a narrativa de que o problema da Região são os "subsídios", quando o verdadeiro cancro são os gastos públicos descontrolados em benefício de elites políticas. Vão cortar o subsídio "social" da comunicação social que infesta a informação em favor do Governo? É que se O Chega é que tem razão, é melhor aumentar o Jackpot na ALRAM.

A plataforma das omissões, será? Onde estão as "Cunhas"? A grande questão que esta plataforma levanta é o que ela não fiscaliza:

  • As cunhas políticas, onde está o algoritmo que deteta as nomeações por favor e as trocas de influência dentro do aparelho partidário?
  • Compras eleitorais, onde está o "rigor" para monitorizar as benesses distribuídas estrategicamente em vésperas de atos eleitorais, muitas vezes sob o disfarce de "ajudas de emergência"?
  • Fiscalização do topo, esta plataforma visa as famílias que recebem o mínimo para sobreviver, mas ignora os contratos de milhões onde a "duplicação" de custos e a falta de transparência são a norma. Quando deixa de haver gabinetes de fiscalização faz-de-conta como nas obras do hospital novo, PRR, etc? Quando deixa de haver indemnizações para compensar vitórias de baixo preço em concursos e os litígios inventados?

A Cópia nunca vence o Original

Ao focar-se na perseguição social para travar o Chega, o PSD-Madeira entra voluntariamente na boca do lobo. Quando um governo tradicional valida o discurso da exclusão, as pessoas acabam por escolher o radicalismo original. O PSD está a abdicar da sua história, social democracia, para tentar sobreviver ao monstro que a sua própria má governação criou. Tem piada que é agora o Chega, de novo populista e ardiloso, que fala em Sá Carneiro. Escusam de ir colocar flores ao homem na rotunda, o Chega pode fazer isso.

A plataforma pode prometer "rigor", mas enquanto não houver coragem para fiscalizar as contas do regime e o modelo económico que asfixia a Madeira, isto não passa de uma cortina de fumo digital para esconder uma decadência ética muito real.

Nota: ninguém se preocupou com o PRR ter falhado no social?

NOTA da REDACÇÃO:

  Estas notícias só podem chegar aos cidadãos através da imprensa anónima. Pela imprensa chamada legal nada disto pode ser publicado por causa da acção repressiva dos juízes fascistas dos tribunais.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Manuel Nicolau abominava o regime de terror que abateu sobre o diário das notícias do Funchal, efectuado pelo padre Ricardo das esmolinhas

Ainda a perfídia feita ao grande democrata Manuel Nicolau. Como é sabido, o grande fotógrafo Manuel Nicolau sempre foi um homem de Abril e admirador do padre Martins. Ora vejam lá que Albucocas deixou-se comover pelo desejo do Nicolau publicar um livro. Mesmo assim, só depois de morto e quem arranjou Albucocas para apresentar a obra?

 Nada menos do que o reles padre das esmolinhas, que Nicolau abominava pelo regime de terror que abateu sobre o diário de notícias. Vejam a lata do pardalão! Padre das esmolinhas aproveitou para dar mais um show de hipocrisia dizendo que fez isto e aquilo com Nicolau. Mentira! Nicolau odiava o padre das esmolas e o meia saca. 
  Ah pobre Nicolau perdoa-lhes!
Foto do saudoso Manuel Nicolau, cedida pelo nosso colaborador Rui Olim Marote

Um legado que distingue o DIÁRIO

Ricardo Oliveira destaca jornalismo de proximidade de Manuel Nicolau

O director geral editorial do DIÁRIO, Ricardo Miguel Oliveira, destacou hoje, terça-feira, dia 3, o legado humano e jornalístico de Manuel Nicolau, no lançamento do livro Manuel Nicolau, Retratos, sublinhando que o fotógrafo “não procurou o rosto estético nem o enquadramento ideal”, mas antes a Madeira real, crua e profundamente humana.

Na sua intervenção, Ricardo Oliveira afirmou que Manuel Nicolau nunca vendeu a sua identidade nem se afastou do território, assumindo com orgulho a ligação à Madeira, ao 25 de Abril e à autonomia. “Não invadiu privacidades, não recriou cenários, nem bajulou exclusivos”, frisou, apontando a obra como prova de um jornalismo assente em rostos e factos, e não em encenações.

O responsável editorial recordou a experiência pessoal de trabalhar com Manuel Nicolau em 1997, numa extensa reportagem pela Madeira e Porto Santo, que permitiu conhecer “uma ilha desigual, a desenvolver-se a várias velocidades”, consolidando um jornalismo de proximidade que ainda hoje diferencia o DIÁRIO.

Ricardo Miguel Oliveira salientou ainda a paixão do fotógrafo pela profissão, a disponibilidade permanente para aprender e surpreender, bem como a convicção de que a realidade não podia ser ficcionada. Considerou que Retratos é mais do que uma homenagem, assumindo-se como “um ensinamento”.

A edição da obra póstuma de Manuel Nicolau é da Secretaria Regional de Turismo, Ambiente e Cultura, através da Direcção Regional de Cultura, e reúne uma selecção do vasto acervo fotográfico acumulado ao longo de décadas de actividade no DIÁRIO.

https://www.dnoticias.pt/2026/2/3/479980-um-legado-que-distingue-o-diario/

Fotos da Joana Amaral Dias (recolha feita pelo poeta madeirense Emanuel Bento)







Templo de Leiria Fátima muito devastado pelo temporal em Portugal

 Parece que nossa Senhora de Fátima não está lá muito contente com a pouca fé dos moradores de Leiria



O senhor Presidente está muito preocupado

Em 1956 Autherine Lucy foi a primeira negra a entrar nodia 3 de Fevereiro na universidade de Alabama (EUA)

 Autherine Lucy uma vida de luta contra a discriminação