terça-feira, 14 de agosto de 2018

Lina Pereira do JPP parte a louça toda e ataca o médico dissidente da Ribeira Brava

ISTO É UMA AUTÊNTICA PALHAÇADA, E EU NÃO GOSTO DE CIRCOS«Mantive-me calada, ao ver o acumular de palhaçadas que se tornaram num autêntico circo. E como já disse, não gosto de circos.O mais caricato é a tentativa constante de denegrir o maior número de pessoas possível (agora acha-se no direito de me identificar numa publicação feita hoje, 10 de agosto 2018). Porque para este senhor, ninguém é válido. A sabedoria absoluta está centralizada nele próprio.Mas mais caricato ainda é a falta de argumentos o que faz com que, acabe por demonstrar o pretendido enquanto militante do JPP: um “tacho”. Vejamos:- Este senhor é o único capaz de falar sobre saúde, tendo inclusivamente demonstrado desagrado quando, no decurso do trabalho parlamentar, foram realizadas reuniões com outros profissionais de saúde pois…“são [meros] técnicos”. Pediu (em tom de exigência) para ser informado sempre que existissem reuniões relacionadas com a saúde (!) – reforço, no decurso do trabalho PARLAMENTAR. Ou seja, mais ninguém pode falar sobre um setor estruturante da nossa sociedade que, de forma direta ou indireta, afeta todos e cada um de nós. Porque a sabedoria reside, única e exclusivamente, no próprio.- Este senhor, enquanto membro do grupo da Saúde nunca se manifestou em relação à moderação das jornadas, inclusive, concordou. Agora demonstra desagrado pela escolha da deputada que integra a 5.ª Comissão Especializada, enquanto moderadora da mesa, que tem vindo a acompanhar, exatamente, o que tem sido produzido no âmbito legislativo, no que à Saúde diz respeito. E aqui, saliento, o papel da deputada foi de mera moderação da mesa.- É irónico que o senhor fale em rotatividade na Assembleia quando ele próprio, deputado de uma Assembleia, não a pratica. Aliás, não abdicou do lugar mantendo-se como independente (mas eleito pelo JPP). Acresce a isto o facto de fazer bandeira com assuntos, por exemplo, o apoio ao doente oncológico, onde todo o trabalho e documentação entregue foi feito por nós, JPP.- Este senhor queria encabeçar a componente executiva da concelhia da Ribeira Brava, diz na sua entrevista. Contudo, na reunião em que estive presente e cujo assunto era, exatamente, tratar assuntos da Concelhia, foi o próprio que propôs o nome do atual rosto para a Ribeira Brava para ser candidata do órgão executivo! Mas que palhaçada é esta?- E ainda fala, ao longo da sua “dissertação”, do facto de não ter sido consultado nas listas para as autárquicas…ora vamos lá ver…o senhor integrou a Comissão Política Nacional, como elemento convidado pelo Congresso, desde janeiro de 2018, com a revisão estatutária pelo que, não poderia, nem deveria ser “tido nem achado” para a criação de listas para as autárquicas, uma vez que esta escolha foi prévia à sua integração! (Difícil de entender?).…Sei que o circo ainda está a decorrer…e não ficará por aqui (está mais do que visto). Mas cansa “assistir” a tanta palhaçada…a tanta Mentira (sim, esta é a palavra correta).Por este motivo, farei o favor de bloquear o referido senhor do facebook, dando razão, pela primeira, às suas palavras sobre os bloqueios de que diz ter sido vítima…pois…esta é mais uma das mentiras do mesmo. Pois quem procedeu aos bloqueios referidos não foram os militantes a que se refere inúmeras vezes…Reitero…não gosto de circos»

Resposta à Lina Pereira (JPP) no Correio da Madeira:
Em primeiro lugar, o lugar de moderadora foi imposto. Não quis contrariar.
Segundo, a minha eleição da Ribeira Brava não prescindi do lugar de deputado por legitimidade com a população; darei oportunidade ao segundo da lista (Marco Almas, que é independente); não o fiz antes porque não aceitaram. 
Terceiro, não aceitei ficar com a componente deliberativa (publicarei o e-mail no seu devido tempo) que não obteve resposta para a concelhia da Ribeira Brava. 
Quarto: nunca disse mal de ninguém do grupo da saúde e a proposta para que fosse coordenador foi aceite por unanimidade (Fui eu que falei da importância de alguns desses elementos da saúde que são de relevância ímpar; tratem-os bem). Senão nem teria avançado; vocês é que mandam. Quem sou eu para impor alguma coisa. A Patrícia Spínola não aceitou integrar o grupo. Ficou de fora para controlar o grupo da saúde por imposição do Élvio. Um grupo destes até pode ser monitorizado por um professor de ensino básico! 
Quinto: não preciso de ser tratado dessa maneira porque não dependo monetariamente do tacho. Você sim. 
Sexto: a nomeação de elementos para listas é feita de forma obscura e imposta. Como foi imposto ter de ficar com a componente deliberativa da Ribeira Brava para onerar amigos à custa do meu trabalho suportado pelo meu bolso. Na comissão política nacional falaram-se de contas nunca de estratégia partidária. A nomeação de amigos é feita não sei por mais quem, de que forma, quando e onde? Eu nunca soube. 
Sétimo: o apoio ao doente oncológico quiseram que fosse proposto o que tinha sido apresentado na AR (que foi chumbado). Eu pedi a sua adaptação para os doentes deslocados para o estrangeiro. Foi aceite. Eu defendi isso na assembleia e foi aprovado por unanimidade. Vocês perderam na AR porque sabem do que falam? 
Oitavo: a comissão de inquérito em Saúde não convidaram a senhora oncológica que vocês expuseram na comunicação social televisiva ; aproveitamento político? Vergonhoso aproveitarem-se de pessoas vulneráveis e depois abandonarem-nas.
Nono: eu faço os atendimentos na Ribeira Brava e as minhas expensas apoio a vários níveis essas pessoas (quer provas?); vocês nunca apoiaram em nada essas pessoas. 
Décimo: posso acrescentar muito mais. Deixo para a próxima. 
No meio disto, lamento dizer mas quem está no circo é V.Exa. Com que função, não sei. 
Para finalizar, não lhe fica bem ser pombo correio para proferir tamanhas mentiras ou adaptações da realidade a vosso favor. 
Passe bem.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Raquel Coelho participa nos trabalhos da 5ª Comissão especializada da Saúde e Assuntos Sociais


Rui Tavares diz que a democracia não se defende sozinha!

 «A democracia defende-se com democratas que lhe conheçam a história e que não estejam dispostos a repetir os erros do passado. E entre todos os erros do passado, talvez sobretudo este: achar que a democracia se pode salvar tolerando os intolerantes não é uma defesa da tolerância. É uma defesa da tolice.»

OPINIÃO

A democracia não se defende sozinha

As nossas democracias nasceram contra o fascismo e essa história faz parte da sua razão de ser
Para os deslembrados, a Europa teve uma coisa na primeira metade do século passado chamada fascismo. Numa dúzia de anos, de 1921 a 1933, da Itália à Alemanha passando por Portugal, colapsaram a maioria das democracias parlamentares europeias, com os seus estados de direito e as liberdades e direitos fundamentais dos seus cidadãos. Na dúzia de anos a seguir, de 1933 a 1945, colapsou tudo: a decência humana e a própria civilização, no continente que se julgava o mais civilizado de todos. De 1945 a 1957, mais uma dúzia de anos, e a Europa encontrou-se em escombros e, o que é mais, espartilhada entre duas superpotências, uma das quais dominada pelo totalitarismo estalinista. Depois de mais de uma geração perdida, a Europa redemocratizada começou a unificar-se e essa é a história que nos traz até hoje. A Europa do pós-guerra nasceu contra o fascismo e por isso não admira que o fascismo deteste o projeto europeu; é talvez a corrente política que tem verdadeiramente razões para isso, e ainda bem.

Dada a dimensão da catástrofe moral e humana provocada pelo fascismo europeu, é natural que a sua impopularidade se tenha estendido para lá das imediatas gerações do pós-guerra, até que a memória coletiva se começasse a desvanecer. E por isso, se o tipo de políticos e políticas que fizeram o fascismo tiverem ambições de regressar ao poder, é previsível que o queiram fazer sob outro nome, outra aparência e outro estilo, ocultando a essência que permaneceu igual: o mesmo ódio ao outro, o mesmo culto da autoridade e a mesma vontade de poder. Acima de tudo, o fascismo europeu empregará a mesma estratégia de ontem: usar as ferramentas da democracia para destruir a democracia.
Não é por acaso que a constituição alemã proíbe a existência de partidos nazis ou que a Constituição da República Portuguesa contenha também uma proibição — ainda que pouco usada — contra a possibilidade de existência legal de organizações fascistas. É para não nos esquecermos de onde viemos. As nossas democracias nasceram contra o fascismo e essa história faz parte da sua razão de ser. Se nos esquecermos ou cansarmos desta história estaremos já a caminho da regressão. Ela é tão fundamental para as democracias europeias como a Declaração de Independência o é para a história dos EUA. Achar que o fascismo é só uma opção política como as outras seria o mesmo que os EUA acharem que reverter à monarquia britânica não significaria o fim do projeto americano ou Portugal achar que, depois de treze anos de guerra em África, ter ou não o anti-colonialismo e à autodeterminação dos povos na Constituição seria indiferente, porque já não teria nada a ver connosco. Os regimes e os países, tal como as pessoas, têm história. Se se esquecem de onde vieram, perdem-se.




Nada é mais inimigo da democracia do que a ideia de que ela é apenas um recipiente vazio a cujos valores podemos ser indiferentes porque, mesmo se deixado à mercê do acaso, produz sempre resultados aceitáveis. Não foi assim no passado, não é assim hoje. Se a democracia fosse só a expressão amoral da vontade da maioria acabaria por ser tão pouco sustentável, e tão auto-destrutiva, como o foi na Europa de entre-guerras. A democracia não é um recipiente sem conteúdo: para ela a tolerância tem de ser melhor do que a intolerância, a convivência mais desejada do que a exclusão, e o pluralismo não pode ser considerado senão moralmente superior ao absolutismo.
Acontece que nos encontramos hoje de novo na luta das nossas vidas pela democracia na Europa, luta essa que só é realista ganhar preservando o estado de direito democrático em cada um dos nossos países e construindo uma democracia à escala da UE. E acontece que há quem ache — na imprensa, na academia e na sociedade civil — que se pode normalizar os novos fascistas sem com isso arriscar a própria democracia. Grave erro. A democracia não se defende sozinha. A democracia defende-se com democratas que lhe conheçam a história e que não estejam dispostos a repetir os erros do passado. E entre todos os erros do passado, talvez sobretudo este: achar que que a democracia se pode salvar tolerando os intolerantes não é uma defesa da tolerância. É uma defesa da tolice. (público)

Cantora Aretha Fraknlin está gravemente doente em Detroit

Cantora Aretha Fraknlin está gravemente doente em Detroit
A cantora negra norte-americana Aretha Franklin, autora de canções como “Respect” e “I Say a Little Prayer”, está gravemente doente, anunciou hoje o jornalista Roger Friedman, um amigo da família, no seu site.
A cantora, de 76 anos, está “gravemente doente em Detroit e a sua família pede ao público que reze por ela e que respeite a sua privacidade”, escreveu o repórter.
“Por enquanto, Aretha está a pedir às pessoas na sua cidade natal de Detroit para rezarem por ela”, disse o jornalista, acrescentando que a sua família pediu para que não fossem divulgadas mais informações sobre o seu estado de saúde.
As reações à notícia do agravemento do estado de saúde da cantora, diagnosticada com cancro em 2010, multiplicam-se, desde o ‘rapper’ americano Missy Elliott ao cantor britânico Boy George, que desejaram uma rápida recuperação a uma das maiores estrelas da música norte-americana.
“Rezo pela ‘Rainha do Soul’, escreveu Mariah Carey no Twitter, uma das cantoras que, como Beyonce, Alicia Keys ou Mary J. Blige, foram inspiradas por Aretha Franklin.
A artista, segundo a agência AFP, foi diagnosticada com cancro em 2010 e cantou pela última vez em novembro do ano passado, para a Elton John AIDS Foundation, tendo feito o seu último concerto em Filadéflia, no Estado da Pensilvânia, em agosto desse ano.
Durante a sua longa carreira, a cantora ganhou 18 prémios Grammy, os mais prestigiados prémios musicais, tendo sido a primeira mulher a ser admitida no “Rock and Roll Hall of Fame”, o panteão americano do rock, em 1987.
Os seus principais ‘hits’ incluem “You make me feel like a natural woman”, “Day Dreaming”, “Jump to It”, “Freeway of Love” ou “A Rose Is Still A Rose”.
Em 2005, recebeu do então Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, a Medalha da Liberdade, o mais alto galardão para um civil nos Estados Unidos.
Em janeiro de 2009, cantou na posse do presidente Barack Obama, o primeiro presidente afro-americano na história dos Estados Unidos, depois de cantar para a posse do ex-presidente democrata Bill Clinton, em 1993. (diario)

https://www.youtube.com/watch?v=XHsnZT7Z2yQ

domingo, 12 de agosto de 2018

Jose Manuel Coelho esteve na festa luso venezuelana ontem na vila da Ribeira Brava

 Coelho encontrou na festa o seu amigo do Caniço, José Manuel Caires ex-emigrante

E também uma jovem amiga da freguesia de Gaula
























sábado, 11 de agosto de 2018

Governo Regional governa apenas para interesses privados

«Acabei de cruzar-me com esta notícia. Apesar da notícia ser de 2007, mostra bem o quanto o nosso governo protege os grandes grupos económicos em detrimento da maioria da população. Na altura o LIDL quis vir para a Madeira, mas o Sá não quis. O governo da altura baixou as calças e fez tudo para ajudar o Sá nas suas ambições. Actualmente temos o mesmo governo corrupto, mas com outras moscas e a defender os Sousas. A estratégia é a mesma: dar de mamar aos amigos e lixar o povo.
Seremos um caso único no mundo, em termos um governo privado?
Continuem a votar na corrupção.»- disse  José Fernandes  no ocorrências madeira


O Governo Regional (GR) ganhou o braço-de-ferro jurídico que manteve com a cadeia de hipermercados 'LIDL' que, em Agosto de 2001, propôs-se instalar sete novos hipers na Região. A 'LIDL' pediu autorização prévia mas, a 3 de Outubro de 2002, através de resolução, o Conselho de Governo (CG) inviabilizou a pretensão ao suspender a concessão de novas autorizações para a instalação,...  (Diário)