terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Padre Ricardo (das esmolinhas) anda sempre acompanhado por Miguel Albuquerque. é um aliado do Governo

 




Momentos de bom humor captados pelo nosso talentoso poeta Emanuel Bento

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O nosso colaborador Rui Olim Marote aqui ao lado dos dois homens do regime dos mamadeiras
Oferta do poeta Emanuel Bento para os nossos leitores




Filha de Christian Poucet lamenta o assassinato do seu pai e elogia a sua obra

 





Lunel le dimanche 01 février 2026.
Merci d’être ici aujourd’hui, merci d’être venus pour mon père, Christian Poucet.
Pour beaucoup, il était un homme engagé, un défenseur des commerçants et des artisans qui demandait une réforme en profondeur du système social pour la retraites des travailleurs indépendants et la fin du monopole des caisses de sécurité sociale ( CANCAVA, AVA) qui fut remplacées plus tard par le Regime Sociale des Indépendants (RSI).
D'abord avec le COSAC (Comité
Organisation Sociales des Artisans et Commerçants) à la Grande Motte à partir de 1982 avant de rejoindre ensuite le CDAC (Comité de Défense des Artisans Commercants) qui a fusionné avec le Comité de Défense des Commercants Artisans (C.D.C.A. Bretagne) pour devenir CDCA National à Lunel en 1985 avec son secrétaire général Christian Poucet avant de devenir le Président de la Confédération Européenne de Défense des Commercants Artisans Agriculteurs et Professions libérales (C.D.C.A.E) jusqu'à son assassinat toujours non élucidé à ce jour, le lundi 29 janvier 2001 dans les locaux du CDCi à Baillargues (Hérault).
Pour moi, il était avant tout mon père.
En 2001, sa vie a été brutalement interrompue.
Beaucoup d'encre à couler dans les médias ce qui n'a empêché l'enquête d'être classé en non lieu, avant que celle-ci soit rouverte en 2024.
Ce n’est donc pas une fin, mais un espoir, et une reconnaissance que la vérité compte encore aujourd'hui après 25 années écoulés.
Ces derniers jours, son histoire a été à nouveau entendue dans les médias, notamment avec la diffusion de l'émission Affaires sensibles sur France 2 et sur les ondes Radio dans l'heure du crime sur RTL.
Cela permet de rappeler qu’il ne s’agit pas seulement d’un dossier (#coldcase ), mais d’un homme, un père de famille et aujourd'hui même un grand père.
Aujourd’hui, ce repas est un moment de mémoire et de fidélité.
Tant que nous parlerons de lui, tant que nous demanderons justice, il ne sera pas oublié.
Merci, du fond du cœur, pour votre présence et votre soutien.
Alexandra Poucet

Lua no domingo, 01 de fevereiro de 2026.

 

Obrigado por estarem aqui hoje, obrigado por terem vindo pelo meu pai, Christian Poucet.
Para muitos, ele era um homem comprometido, um defensor dos comerciantes e artesãos que exigiam uma profunda reforma do sistema social de pensões por conta própria e o fim do monopólio dos fundos de segurança social (CANCAVA, AVA), que mais tarde foi substituído pelo regime Sociedade dos Independentes (RSI).
Primeiro com o COSAC (Comitê).
Organização Social de Artesan and Traders) em Grand Motte a partir de 1982 antes de se juntar ao CDAC (Comitê de Defesa de Artesan Traders) que se fundiu com o Comitê de Artesan Traders (C.D.C.A. Brittany) para se tornar o CDCA Nacional em Lunel em 1985 com o seu secretário Geral Christian Poucet antes de se tornar o Presidente da Confederação Europeia para a Defesa dos Comerciantes, Agricultores Artesanais e Profissões Liberais (C.D.C.A.E) até o seu assassinato ainda não está resolvido até hoje, na segunda-feira, 29 de janeiro de 2001 nas instalações do CDCi em Baillargues (Hérault).
Para mim, ele era meu pai antes de qualquer coisa.
Em 2001, sua vida foi brutalmente interrompida.
Muita tinta para derramar nos meios de comunicação o que impediu que a investigação fosse classificada como um não-lugar, antes de reabrir em 2024.
Então isto não é um fim, mas uma esperança, e um reconhecimento de que a verdade ainda importa hoje após 25 anos.
Nos últimos dias, a sua história voltou a ser ouvida nos meios de comunicação, especialmente com a transmissão do programa Affaires sensible sur France 2 e na rádio na hora do crime na RTL.
Este é um lembrete de que este não é apenas um caso (#coldcase), mas um homem, um homem de família e até hoje um avô.
Hoje, esta refeição é um momento de memória e devoção.
Enquanto falarmos dele, enquanto pedirmos justiça, ele não será esquecido.
Agradeço do fundo do coração pela presença e apoio.
Alexandra Poucet
O Brasileiro Segurança de Maria José Marques assassinou o sindicalista a mando da sua patroa afirmou o jornal Quebra Costas.

O país está ficando perigoso os cidadãos perdem a confiãnça nas instituições e fazem justiça pelas próprias mãos

 Os bófias abusam dos cidadãos e querem multar, multar ...depois acontecem cenas destas. Isto é só o começo!

Agente da PSP arrastado 200 metros por carro em fuga no aeroporto do Porto.

Segundo disse ao JN fonte da PSP do Porto, o condutor, um homem de 63 anos, foi mandado parar pelas 11 horas, mas não acatou a ordem e arrancou ao perceber que seria fiscalizado. O agente só conseguiu libertar-se após ser arrastado, sofrendo "escoriações e ferimentos ligeiros", tendo sido transportado ao Hospital de São João.

O suspeito prosseguiu a fuga, mas foi intercetado e detido mais à frente, acrescentou a fonte.A PSP acrescentou que o caso está a ser tratado como tentativa de homicídio, tendo sido remetido à Polícia Judiciária, que é quem tem competência para investigar este tipo de crimes. (jn)

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Televisão Francesa faz um filme sobre a misteriosa morte do Dr.Yves Godard. Em que Maria João Marques é suspeita juntamente com o seu guarda costas Brasileiro

A história não contada do desaparecimento do Dr. Yves Godard. Uma tragédia familiar isolada ou um mistério de assassinato internacional?

É um dos maiores mistérios criminais dos últimos anos. Em Setembro de 1999, um médico de Caen, na Normandia, desapareceu no mar com os filhos. Vestígios de sangue da sua mulher foram descobertos em sua casa. O desaparecimento do Dr. Yves Godard dominou as manchetes durante muitos anos. Mas onde está ele? Matou a esposa? Assassinou os próprios filhos? Porque é que o veleiro nunca foi encontrado?

A versão geralmente aceite é que o Dr. Godard desapareceu no mar, matando a mulher e os filhos. Ao fim de quinze anos, o sistema de justiça desistiu de tentar resolver o enigma, e não surgiu nenhuma verdade oficial. Seguindo o rasto da família desaparecida, desde a Normandia até ao norte da Escócia, passando por Saint-Malo e pela Ilha de Man, a investigação liga esta tragédia familiar ao assassinato, em 2001, do líder de um pequeno sindicato. A trágica história do médico que decidiu largar tudo para mudar de vida cruza-se com a bruma mafiosa que rodeia este sindicato "anti-sistema". Será que foi realmente apenas uma tragédia familiar ou podemos ligar este enigma judicial a outro crime impune?

Setembro de 1999. Sol brilhante e mar calmo. O caso começou com a descoberta de um barco na costa de França, o bote de um veleiro alugado em Saint-Malo. O barco continha um casaco de marinheiro e um livro de cheques e tinha sido alugado por um médico de Caen, que tinha saído para o mar com os seus dois filhos pequenos. A busca pelo barco e pela família desaparecida continuou. Tudo em vão. A polícia encontrou vestígios de sangue na carrinha do médico e em sua casa. O sangue da mulher do Dr. Godard. Este foi o ponto de partida de um processo judicial que duraria mais de doze anos. O desaparecimento ficou envolto em mistério quando pistas foram inexplicavelmente espalhadas no mar. Foi um suicídio disfarçado de naufrágio?
Este primeiro episódio da série expõe o enigma e conclui com a carta anónima enviada à polícia, que levará a investigação até à Ilha de Man, no Mar da Irlanda. Poucos sabem que este é apenas o primeiro passo, uma vez que o desaparecimento do Dr. Godard e da sua família vai tomar um rumo completamente diferente e inesperado nos episódios seguintes.





QUEM FOI CHRISTIAN POUCET

Foi uma personagem multifacetada e controversa do activismo sindical francês e foi assassinado a 29 de Janeiro de 2001, em Baillargues, nos arredores de Montpellier, cidade do sul de França, por dois indivíduos, encapuçados, que o atingiram mortalmente com armas de grosso calibre.


Christian Poucet ganhou grande notoriedade a partir dos anos oitenta, liderando a Confederação de Defesa dos Comerciantes e Artesãos (CDCA), movimento que depois se estendeu à Europa, em 1992. Defendiam o fim do monopólio das contribuições obrigatórias à Segurança Social, especialmente para trabalhadores independentes, comerciantes, artesãos, agricultores e profissões liberais. Graças a acesas manifestações de rua e outras reivindicações, o movimento cresceu, atingindo o número surpreendente de 220 mil membros em 1995.


C. Poucet notabilizou-se pelo dom da oratória e grande carisma pessoal que electrizavam as massas. Entretanto, começou a oferecer aos seus associados esquemas de seguros privados e outros produtos financeiros de fuga ao fisco, assentes em empresas localizadas em paraísos fiscais, nomeadamente na Zona Franca da Madeira.


O sucesso do movimento, escreve o jornal L’Express, levou-o a anunciar em 1995, a sua candidatura à Presidência da República Francesa. No entanto o sonho é logo desfeito em 1996, porque a justiça francesa começou a investigar as actividades do CDCA no estrangeiro, sendo o seu líder acusado de burla, falsificação, posse de armas e infracção ao código dos seguros. Esta investigação originou a primeira visita da polícia judiciária de Montpellier, à Madeira, que confirmou a existência de empresas offshore, detidas por C. Poucet e pelo seu braço direito na organização, Philippe Wargnier, um profissional de seguros de Avignon. Em 1997, C. Poucet é preso por ameaças de morte a um magistrado, e na ala VIP da Prisão de Santé conhece Jeam-Michel Boucheron, ex-autarca e deputado e antigo Secretário de Estado do Governo de François Mitterrand.


Depois de curtas penas de prisão, Boucheron torna-se o principal conselheiro financeiro do CDCA e sócio de C. Poucet que, juntamente com Philippe Wargnier, fazem crescer o universo de sociedades de investimento e deslocalização, sedeadas na Madeira, com as empresas-mãe, Brasilinvest SGPS e Londinvest SGPS, onde orbitam: a Tripletrade Consultadoria Lda; a Pencolvin Lda; a Mountlhan Lda; a KieskaLda; Brookinvest Lda; a Montaubun Trading e Serviços Lda; a Trait D’Union Lda etc… Todas estas empresas tinham uma particularidade muito especial: o gerente na ilha era a nossa solicitadora, MARIA JOÃO MARQUES.

Como o CDCA usava o Centro Internacional de Negócios da Madeira para que os seus membros fugissem ao fisco e à Segurança Social, e no sentido de estancar a colossal fuga aos impostos, o Senado Francês aprovou em 1999 uma emenda à lei da Segurança Social.


Ao mesmo tempo, a movimentação de milhões de euros transforma o sindicalistaChristian Poucet num verdadeiro homem de negócios, com avião particular e com excentricidades do tipo andar sempre vestido de negro, guiar um Corvette Chevrolet, e se transformar num ‘bom vivant’, perdido em jogos de casino, mulheres e ligações ao crime organizado.


No dia 9 de Setembro de 2000, o ‘homem invisível’ do CDCA e braço direito do líder, Philippe Wargnier (que Maria João Marques considerava “como um irmão”) morre num estranho acidente de avião, que muito espantou as autoridades; os tanques do combustível estavam completamente vazios.


Cinco meses mais tarde, Christian Poucet é abatido a tiro no seu escritório, num crime que abalou a França e cujo mandante as autoridades francesas suspeitam ser a Dr.ª Maria João Marques (na altura o seu último nome era Mendes), hoje Solicitadora de Execução, com escritório na Rua da Carreira, n.º 125, Funchal.
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O jornal francês Midi Libre publicou, no dia 20 de Abril de 2012, um artigo noticiando que estavam na Madeira investigadores da Polícia Judiciária Francesa, munidos de uma carta rogatória internacional, passada por um juiz de Montpellier, para ouvirem novamente o casal suspeito do assassínio de Christian Poucet.
 Segundo o Midi Libre, somente o homem foi interrogado pela PJ na presença do seu advogado, pois não foi possível localizar a mulher, por ser uma empresária muito movimentada.
 Ora o QC investigou e veio a descobrir que, afinal, a tal “empresária” é a actual solicitadora de execução Maria João Fernandes Pinto Mendes Marques, que na altura dos acontecimentos era companheira, depois esposa, de um cidadão francês residente na Madeira.
O QC falou com este cidadão, que nos confirmou o interrogatório na PJ, mas que não quis prestar mais declarações e, inclusivamente, pediu-nos o anonimato, pois a Madeira “é uma terra pequena”. “Até porque já estou divorciado dessa senhora há muito”, justificou.
 Relembramos que este caso, ocorrido há onze anos, foi muito badalado pela imprensa francesa, mas foi o Diário de Notícias da Madeira que, em Janeiro de 2002, publicou uma brilhante reportagem apontando a Madeira como o local de onde partiu a ordem para matar Christian Poucet.


 Um anos após o assassinato, dois jornalistas do DN receberam várias chamadas do Brasil, que foram gravadas, por parte de um cidadão brasileiro chamado Alexandre Maia Louchard, que muito agitado e assustado, contou que sabia de tudo sobre a morte de Poucet e os “nomes das pessoas que foram contratadas para o fazer”.
Explicou que chegou à Madeira em 1999 e que foi trabalhar para a Dr.ª Maria João Mendes, como chefe de cozinha, porteiro e guarda-costas.
 Refere também que ela e o companheiro francês tinham vários negócios, como o bar/club “Excesso”, na Avenida Camões, lojas no Marina Shopping, empresas de formação e contabilidade, e o restaurante “Sabores de Paladares”, na Rua do Bispo. “Tinham muito dinheiro e poder aí” e conheciam pessoas da “pesada” em França, envolvendo negócios na Zona Franca da Madeira. “Gente rica mesmo”, acrescentando que eles viviam numa luxuosa mansão alugada no Caniço. A Dr.ª Maria João conheceu o companheiro em França, que era porteiro de uma “boite de troca de esposos” (Swing – troca de casais).
 Em finais de 2000, a patroa, muito triste e assustada, contou-lhe que o seu amigo Philippe (Wargnier) tinha morrido num acidente de avião e que como era gerente e tinha as preocupações das empresas dele e do CDCA, no offshore da Madeira, o Christian (Poucet) pensava que ela tinha desviado o dinheiro da organização e exigia-lhe uma avultada quantia, por isso vinha à Região para esclarecer as coisas.
“Como ela sabia que ele era perigoso, pediu-me para eu fazer a segurança do encontro, juntamente com o Vinicius, que era jogador de vólei, e mais dois seguranças. Adiantou que a reunião entre o Christian Poucet e a Dr.ª Maria João realizou-se no restaurante “Sabores e Paladares”, na Rua do Bispo, e foi muito turbulenta, com acusações de ambas as partes, ela foi muito corajosa”, declarou.
Quebra Costas falou com um funcionário desse antigo restaurante que testemunhou o encontro na altura e que disse que a Rua do Bispo parecia uma cena de um filme, com seguranças vestidos de negro por todo o lado.
Depois desse encontro e do regresso de Christian Poucet a Marselha, a patroa entrou em pânico, porque apareceu em frente à casa do pai, no Porto, um carro roubado em França. Era um sinal intimidador, de que eles sabiam onde atacar.
“Ela chamou-me novamente ao escritório e disse-me: – Alexandre, preciso de um serviço, necessito de abrir uma conta no seu nome. Tens que me ajudar, eu e o meu companheiro precisamos de transferir 2 milhões de euros do Uruguai para uma conta no Luxemburgo. Será que podes ir lá e abrir essa conta em teu nome? É por causa dos impostos”. “Eu disse «Aí, qual o prejuízo que eu vou ter nisso?» A doutora disse-me «você vai ganhar um dinheiro extra e fica calado». Eu respondi, «faço, sem problema nenhum» e ficou combinado que eu receberia 6 mil contos (30 mil euros), a pagar em duas tranches”.
Só que havia um problema a resolver. Alexandre Louchard casara em Abril de 2000 com uma rapariga madeirense, mas ainda não tinha os papéis legais para poder viajar pela Europa.
Então foi o seu padrinho de casamento, João Carlos Abreu, secretário do Turismo, que falou com o Dr. Felisberto, do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, para este lhe conseguir os papéis com urgência. Quando teve os documentos em ordem, a Dr.ª Maria João ficou muito feliz, e preparam a viagem. A 18 de Janeiro de 2001, Alexandre e o casal partiram para Lisboa. Ele ficou hospedado numa suite do hotel Meridien. Seguidamente, foram para o Porto, numa carrinha Mercedes alugada.
A Dr.ª Maria João ficou no Porto e Alexandre prosseguiu viagem, juntamente com o companheiro dela, rumo a Luxemburgo, sempre de carro para não deixar rasto. Entretanto, passados os Pirinéus, desviaram a rota e foram até Marselha, onde Alexandre afiança que o companheiro da patroa se encontrou com duas pessoas da “máfia” e lhes entregou 150 mil dólares.
 Feitos os contactos, prosseguiram viagem até o Luxemburgo, onde o Alexandre abriu conta num banco para a qual foi transferidos os tais 2 milhões de euros e depois novamente transferidos para a conta do casal.
 Jura que só soube da morte de Christian Poucet quando regressou à Madeira e ficou admirado porque a patroa lhe pediu para arranjar uma arma. Dias mais tarde, a Dr.ª Maria João chamou-o e disse-lhe que ele tinha que abandonar imediatamente a ilha, pois a polícia andava alegadamente a sondar e que poderia ligar a abertura da conta no nome dele com o assassínio de Christian Poucet. Furioso, porque se viu metido numa cilada bem urdida, foi obrigado a abandonar a Região contra a sua vontade, mas com o desejo de se vingar da tramóia da patroa.
 Em Setembro de 2001, já no Brasil, denuncia o caso da transferência dos 2 milhões de euros à Polícia Federal Brasileira, mas estranhamente não falou do caso do homicídio de Christian Poucet. Só em Janeiro de 2002 é que resolveu abrir parte do “jogo”, aos jornalistas do DN.
Novas revelações   
 Passados estes onze anos, o Quebra Costas encontrou indícios que poderão ajudar a explicar o crime. Alexandre Louchard não é nenhuma flor que se cheire. No Brasil já era referenciado pela Polícia como uma personagem ligada ao crime organizado. Aliás, um ano antes de vir para a Madeira, foi baleado com gravidade na face e no pescoço.
 Já na nossa ilha, foi acusado pela justiça portuguesa, de falsificação de documentos e outras falcatruas. A própria família madeirense que o acolheu de braços abertos foi burlada por ele em milhares de euros. Igualmente, dois dias antes de abandonar a ilha cometeu uma série de deslizes. Confessou, emocionado, a pessoas amigas ligadas às empresas de Maria João Marques que tinha sido ele a matar a sangue frio Christian Poucet, a mando da patroa. Um desses amigos, incrédulo, até lhe disse: “Mas, Alexandre, como foste capaz disso?! E ele respondeu o «o dinheiro! O dinheiro põe um cara louco!»”.
Também descobrimos contradições evidentes nas conversas estabelecidas com os jornalistas do DN, nomeadamente a maneira minuciosa como ele viu os alegados assassinos a mudar as chapas de matrícula do carro alugado e utilizado pelos homicidas no dia do crime; que as armas, juntamente com 200 balas, foram jogadas perto do escritório de Christian Poucet, num rio.
Depois disfarça e inventa outros lugares. Diz ainda que o carro utilizado não fora um BMW, mas sim um Mercedes preto, e que foi um rapaz, com um carro desportivo branco, que, junto ao MacDonald’s de Montpellier, deu as informações sobre as rotinas de Christian Poucet ao companheiro de Maria João. Muito pormenor para um homem que diz que foi a França somente para abrir uma conta fantasma no Luxemburgo.
Cópia com a devida Vénia do jornal satírico madeirense "Quebra Costas"

Música ao vivo esta tarde na cidade do Funchal

Momento cultural, a cargo do genial poeta Emanuel Bento, nosso colaborador

 

Élia Ascenção tem o seu maior erro na governação da CMSC: Oferecer dois carros às polícias dos cubanos.
Miguel Pinto Luz, o ministro cubano inimigo dos madeirenses.

Tomás Freitas e seu fervor religioso impressionou o nosso poeta Emanuel Bento