sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Afinal nada mudou e a história repete-se!

 Quando se deu a Revolução de Abril de 1974 extinguiu-se a polícia política do Estado Novo Salazarista a sinistra PIDE que prendia e torturava os presos políticos que se opunham à ditadura do Salazar. Uma das tarefas da PIDE além de prender o torturar os opositores do regime era assaltar residências que fossem suspeitas de terem no seu interior tipografias clandestinas ligadas ao partido comunista, aos sindicatos ou a forças ligadas à Acção católica que eram uma parte progressista da Igreja, que nessa época se opunha a Salazar e à guerra do Ultramar.
 Em 2004 a casa de José Manuel Coelho também foi invadida por uma brigada da Policia Judiciária do Funchal, comandada pelo então inspector Ricardo Tecedeiro. Qual motivo da diligência daquela polícia?
 A suspeita de que na casa dos pais do José Manuel Coelho existia uma gráfica clandestina onde este activista político, supostamente imprimia o jornal satírico:"Os Democratas de Gaula" e o distribuia gratuitamente no Funchal.
 Coelho nessa altura recebe um contra-fé da PSP de Santa Cruz, afim de se apresentar na esquadra. Uma vez lá, foi-lhe dito que esperasse porque chegaria uma brigada da PJ para o levar para interrogatório na sede daquela polícia na cidade do Funchal.
 Coelho foi levado preso para interrogatório , foi ouvido e fotografado à maneira da PIDE frente e de lado (esquerdo e direito). Passou a constar nas listas das personas nom gratas nos ficheiros daquela polícia, que pelos vistos tinha os mesmos tiques do antigamente.
 Ricardo Tecedeiro disse a Coelho:Olhe você está detido e nós vamos fazer uma busca à sua casa. Lá foram, refundiaram o quarto da sua filha Raquel de alto abaixo, viraram do avesso estantes e livros. Inspecionaram o computador e nada encontraram. Depois regressaram de mãos a abanar ao Funchal.
Este senhor Ricardo Tecedeiro aqui assinalado nas fotos com o círculo amarelo, foi o actor principal desta diligência típica dos tempos fascismo salazarista!
Só no tempo da ditadura é que se invadiam casas à procura de tipografias clandestinas, mas pelos vistos essa prática continuava mesmo em Democracia; por conseguinte nada mudou e voltamos à mesma; aos tempos da velha senhora!
Aqui nas fotos dos matutinos madeirenses desta manhã os leitores podem ver: Além do tal famigerado senhor, Ricardo Tecedeiro , o Tranquada Gomes presidente da ALRAM e o lacaio do poder colonial de Lisboa, o representante da República Irineu Barreto.
  Moral da breve história como dizia Felipe de la Féria:Isto só vem demonstrar uma coisa :Tanto os tribunais como as polícias todas instaladas aqui na ilha, estão ao serviço do PSD Madeira e de todos os corruptos daquele partido que têm ocupado posições nos sucessivos governos regionais, até hoje. Quer sejam do fascista Jardim até ao queque proto-fascista Miguel Albuquerque. Bom dia a todos meus amigos!




terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Olhem o Órgão de Soberania ditador Paulo Barreto!

O figurão ganha 7500€ por mês, mais 800€/mês para ajuda da renda da casa. Considera-se Órgão de Soberania, apesar do povo não votar nele



Mais um fascista do  PSD

Alguém precisa do trabalho desta gente? Podem fazer greve toda a vida e mais seis meses que ninguém precisa deles para coisa nenhuma.são como antigamente os agentes da PIDE/DGS


Raquel Coelho luta em defesa da liberdade de expressão como pedra basilar da democracia

Quando o debate político é transferido para a esfera judicial, atingimos o absurdo...Enquanto as leis da difamação imperarem no nosso país é só tristezas destas...Se por cada crítica que recebesse na minha actuação política fosse apresentar queixa, pois não fazia outra coisa senão colocar processos em tribunal...

Susana Prada anuncia queixa-crime contra Filipe Sousa que a acusou de dizer asneiras
A secretária regional do Ambiente e Recursos Naturais, Susana Prada, apresentou hoje no Ministério Público uma nova queixa-crime contra o edil santacruzense, Filipe Sousa. Tudo por causa da afirmação do autarca proferida há cinco dias: “A secretária do Ambiente sempre que abre a boca só diz asneiras”. Isto em resposta ao facto de Susana Prada ter alertado para perdas de água no concelho de Santa Cruz, que afirma atingir 70% daquela que é distribuída em alta pela ARM, quando “o razoável seria apenas 40%”.
“Asneira”, em qualquer dicionário, significa tolice ou grosseria. A Secretária Regional não disse qualquer disparate, pois baseou-se em dados estatísticos fiáveis, nem proferiu qualquer palavrão, pois quanto a (falta de) educação está tudo dito!”, cita um comunicado do seu gabinete.
Entendendo que esta é uma “afirmação infundada, descabida, maldosa e proferida de forma inteiramente gratuita, que ultrapassa largamente os limites que uma intervenção pública pode conter”, e como “viu o seu bom-nome, dignidade e honorabilidade atingidos”, a governante afirma que não podia deixar passar em claro, sem apresentar esta queixa de alguém “que reincide na difamação e na ofensa”.
Susana Prada afirma que, “como se tratam de ofensas pessoais que extravasam o âmbito de uma sã convivência entre interlocutores políticos, redigiu esta queixa, tal como a anterior, com apoio dos juristas que tem na família mais próxima, não tendo qualquer encargo para o erário publico” e diz esperar o mesmo do acusado em sua defesa. (funchal noticias)


segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

O tráfico de influência nos tribunais da Madeira: Favorecem sempre os mesmos do costume

 Aqui na foto temos (assinalada pelo círculo) a juíza do regime Elsa Serrão, companheira do empresário António Henriques.

 Está explicado o enigma do sucesso deste empresário nas decisões dos tribunais que acabam por lhe serem sempre favoráveis no que toca ao aspecto financeiro! Elsa Serrão absolveu o director regional de estradas quando atropelou mortalmente uma senhora de 78 anos e abandonou a sinistrada sem lhe prestar assistência. Depois absolveu o deputado  José Pedro Pereira mais conhecido pelo mijinhas, quando este burlou o empresário Paixão  em 22 mil euros e acabou por ficar absolvido depois de ter falsificado assinaturas e outras falcatruas.     Com as trafulhices destas juízas manhosas, os vigaristas do regime jardinista, levam sempre a água ao seu moinho e conseguem sempre as decisões mais favorávéis em todos os tribunais da nossa praça, que, como sabemos são instituições cheias de corrupção e tráfico de influência!

Depois dos 21 milhões… 
só nos faltava mais esta!

Gil Canha


Um anónimo escreveu num dos comentários publicados nas páginas deste blog que os grandes empresários, leia-se “monopolistas”, deviam investir fora da Madeira porque aqui são infernizados pelos invejosos.
Para certos espíritos de mentalidade canina, quando os cidadãos intervêm, reivindicam ou velam pela boa gestão dos dinheiros públicos, são para esses imbecis: - invejosos e más-línguas! Segundo a inteligente versão deles, o pessoal deve ser aliviado e sodomizado pela máfia do costume sem ripostar nem esboçar qualquer sinal de dor. 
Em termos mais prosaicos - levar no pakote sem abrir o bico!

Ainda esta semana, veio uma notícia no DN dizendo que a Câmara Municipal do Funchal terá de pagar uma choruda indemnização de 300 mil euros a um ex-engenheiro de uma empresa do sr. António Henriques.
Esta história é um clássico de entre muitas outras negociatas e favorecimentos promovidos pelo jardinismo, albuquerquismo e cafofismo. Em 1997, Alberto João Jardim preteriu a empresa que ganhou o concurso para montar o Centro de Inspecções Automóveis, na Madeira, e deu o “monopólio” entretanto criado a uma empresa do seu protegido António Henriques. A empresa excluída meteu o caso em tribunal, ganhou-o em todas as instâncias judiciais, e agora a Região, isto é, todos os madeirenses, tem que arranjar 21 milhões de euros para pagar o “grande favor” de Jardim ao seu “empresário” de estimação.
Esta história até ganhou contornos caricatos e absurdos próprios de uma República das Bananas. Primeiro, sai uma lei nacional que não permite a concentração de centros de inspecções automóveis na mão de uma só empresa numa determinada circunscrição administrativa. Só que a maioria PSD no parlamento regional adapta ardilosamente a lei, deturpando e corrompendo a ideia inicial do legislador, e em vez de promover a sã concorrência e proteger os utentes, que era o princípio basilar da nova lei, o novo “cozinhado” legislativo “made in Madeira” fez precisamente ao contrário – reforçou ainda mais o monopólio das inspecções automóveis nas mãos do sr. Henriques. Segundo, a viloada não herdou só este berbicacho.  O regime de Jardim também deu de mão-beijada o milionário negócio dos parquímetros e dos auto-silos da cidade ao amigo Henriques, uma verdadeira mina de milhões de euros, num tempo de “vacas gordas” onde quase não havia concorrência.
Chegado o termo dessas concessões, as empresas do amigo Henriques são obrigadas a devolver esses negócios à administração pública regional. Só que, para espanto de todos, vêm com um BRINDE monumental, uma fava gigantesca impingida pelos tribunais, que são os trabalhadores. Livrando assim o sortudo Henriques dos milhares de euros de indemnizações, dias de férias etc… que teria de pagar aos seus funcionários. 
Pior ainda: no meio dos “ossos” que o amigo Henriques mandou para a administração pública roer, veio uma espécie de omoplata gigante de um mamute siberiano descongelado, que são os salários milionários do Eng. Rui Neves, durante anos responsável pelo MADINSP -  Inspecções de Veículos, SA (a sua nomeação esteve envolta em polémica, entre acusações de promiscuidade e pagamento de favores, pois o seu irmão, o Eng. Cruz Neves, era na altura o Director Regional dos Transportes) e que por um acaso da sorte é transferido nos últimos três anos de trabalho por conta do patrão Henriques, para outra empresa do grupo, o SEP, a empresa que explorava os parquímetros da capital madeirense. E bastou este clique, este pequeno talão temporal de lotaria, para o sr. Henriques se livrar de mais esta indemnização milionária, que agora vai ser “roída e digerida” pelos submissos munícipes da cidade do Funchal.
Outro dado curioso é que houve casos semelhantes a este que foram esgrimidos no Tribunal de Trabalho, mas cujo desfecho foi completamente contrário, precisamente porque essas entidades contrataram advogados 'laboralistas' de qualidade e de reconhecidos méritos. Na altura, eu era vereador sem pelouro, e um advogado amigo disse-me que era para avisar o Presidente de Câmara para a especial complexidade do caso (era nova jurisprudência europeia recentemente adoptada por Portugal) e que era necessário contratar um advogado especialista em direito laboral. Quando falei do assunto em reunião de Câmara, Miguel Albuquerque gozou com a advertência, e o próprio advogado da autarquia até afirmou que jogava a toga se perdesse o caso em tribunal. E o mesmo se passou com o atual Presidente Paulo Cafôfo, que achou que o caso era canja e favas-contadas, quando o desfecho acabou nesta hecatombe milionária, onde ninguém é responsabilizado nem preso.
Mas pronto… Segundo alguns imbecis temos de estar calados! (fénix do Atlântico)

João Garcia escreve e muito bem que a Justiça precisa de um vídeo-árbitro

No final da primeira partida (primeira, porque ainda falta saber se há e quais as decisões dos recursos), com a equipa de acusadores derrotada, as opiniões saíram de rajada: para um dos lados, a contenda terminou numa vergonha para o Ministério Público; mas para os da bancada contrária, afinal foi o tribunal que julgou mal. A ver vamos o que diz a Relação.
Sem se fazerem esperar, as opiniões definitivas surgiram por todo o lado. Não se esperou pelo vídeo-árbitro para melhor ver se a bola passou ou não a linha de golo.
Muito mais do que nos campos de futebol, é importante saber-se se a decisão tomada no Campus foi ou não a correta.
A demonstrar que a credibilidade da Justiça anda por baixo está a declaração do tribunal de que ali “não se fazem fretes”. Porque sentiu o coletivo necessidade de tal afirmação? Por noutros casos haver fretes? Quando se sente necessidade de apregoar o respeito por obrigações básicas, é porque algo vai mal. As virtudes não se proclamam, praticam-se e demonstram-se.
Mas o que ainda inquieta mais é a disparidade entre a acusação feita pelo Ministério Público e considerada suficientemente razoável por um juiz de instrução, ao remetê-la para julgamento, e a decisão do coletivo que julgou o caso, jogando-a quase totalmente para fora das linhas. Em que ficamos? Não chega dizer-se que é assim a Justiça, que uns acusam e outros julgam e que é este o jogo da Justiça. Não chega para os inocentes que vão ou estiveram presos nem para os que têm a vida estragada. E embora sempre seja melhor deixar escapar um culpado do que punir um inocente, não é tranquilizador admitir-se que acusados de vários crimes podem sair pela porta grande, por inépcia (nem é bom admitir que seja por “fretes”) dos julgadores. Quem responde e é responsabilizado pelos erros judiciais?
Venha, por isso, o vídeo-árbitro. Alguém tem de sindicar, de forma credível e compreensível, os magistrados. Alguém tem de saber escolher os procuradores competentes e atribui-lhes os processos complicados e desclassificar os impreparados. Alguém tem de classificar os juízes de forma que casos sensíveis não vão parar a coletivos insensíveis. Alguém tem de ir ver as imagens do vídeo-árbitro e dizer quem errou. Não há só grandes casos, também há pequenos furtos. Escolham os mais competentes (não por tempo de serviço...) para os primeiros, deixem os restantes para os menos aptos. Ninguém vai a neurocirurgião para coser uma cabeça partida.
Correm-se riscos. Estará a nossa democracia suficientemente madura? Quem vigia e quem nomeia os vídeo-árbitros? Quem seleciona e quem diz quem vai a jogo?
Os vídeo-árbitros são uma afronta à independência dos magistrados. Mas pergunta-se: o que se passou com o caso dos vistos gold não é um desprestígio para a Justiça? O que não há dúvida é que alguém errou: ou quem promoveu e deixou passar a acusação, ou quem a rejeitou da forma que o fez. (ver Público)

domingo, 13 de janeiro de 2019

Os estados gerais do PS

 Ana Vitorino, ministra do Mar, muito amiga do grupo Sousa tal como Paulo Cafôfo e todos os tachistas do PS
Estas duas estão pensativas na ambição de obterem um tachinho na possível futura governação de Paulo Cafofo.

 Um fartote de Gentalha da direita na Área  da Justiça



Jovem refugiada saudita, Rahaf Mohammed al-Qunun, chega a Toronto

Os camaradas  do PCP; estão a envelhecer, mas lutam sempre!  desta vez no Caniçal, por causa do fecho da estação de Correios

O Governo do Costa copia todas as leis da direita e transformou-se no maior centro de pirataria do País

Será que os portugueses irão votar nos mesmos que mantêm leis fiscais que os roubam impiedosamente?
Vão votar nos partidos do sistema que roubam constantemente o povo com cada vez mais impostos e repressão. Com máquina Fiscal, polícias, agentes de execução, juízes e magistrados do MP a ganharem 7 mil  euros por mês para penhorarem e roubarem o povo com toda a sorte de multas e pesadas contra-ordenações?
 O nosso povo deve votar fora dos partidos do sistema afim de correr de vez com a escumalha dos partidos do arco do poder que outra coisa não fazem na Assembleia da República  do que leis para pilharem e roubarem o nosso povo que trabalha e sobrevive apenas com o ordenado mínimo ao longo do Mês!?
Vão continuar a votar nos partidos que permitem que os juízes e magistrados do MP  ganhem 7 mil euros por mês, estejam isentos de impostos e ainda sejam agraciados com um abono de 800 € por mês para a ajuda de renda da casa e outras mordomias?
 Vão votar nos partidos do poder para continuar a alimentar os tachos desta canalha que vos oprime? 
 O povo português sobrecarregado de impostos sustenta toda esta malandragem e quando está doente não tem médico  e quando se aposenta recebe apenas reformas de miséria!
 Podem contar com o Partido Trabalhista para os derrubar. Basta acreditarem em nós e votarem no PTP no próximo mês de Outubro!


à propósito: Os ladrões do PSD Madeira que roubaram o Banif, algum foi preso?
 O Leonardo Jardim, por exemplo ficou a arder com um milhão de euros a exemplo de milhares de emigrantes madeirenses que foram roubados!