terça-feira, 5 de maio de 2026

Crianças judias selecionadas para serem mortas (Esta ideologia inspira o partido CHEGA)


 «Em 2 de junho de 1944, em Auschwitz II-Birkenau, uma fila separada foi formada para as crianças durante a seleção.

Elas estavam juntas, sem entender por que haviam sido separadas.
Algumas davam as mãos.
Outras procuravam na multidão por rostos familiares que haviam desaparecido repentinamente.
Uma criança mais velha tentava tranquilizar as mais novas, falando baixinho, pedindo-lhes que se acalmassem — embora nem ela entendesse o que estava acontecendo.
Os guardas se moviam rapidamente, sem dar explicações, apenas com gestos e ordens. Conforme a fila avançava, as crianças a seguiam.
Não porque não tivessem medo, mas porque ainda não lhes haviam sido dados um motivo para compreender o verdadeiro significado do medo.
Em 2 de junho de 1944, em Auschwitz II-Birkenau, uma fila separada foi formada para as crianças durante a seleção.»

Que diabo, também não há necessidade de fazer isso oh sr. Diogo! Se é verdade o caso; ´pode não ser! Que isto ás vezes há muita maneira de matar pulgas!

 

«Venho alertar a todas as empresas de rent a car para terem cuidado com este indivíduo. Utiliza os carros mesmo depois de o contrato acabar, cria danos no mesmo e nao paga nenhum e para alem disso deixa o carro sem gasolina abandonado e todo porco.
Diogo Fernandes és um rapaz muito esperto mas não te esqueças que tem sempre um mais esperto. Fica a dica. Toma vergonha.»

«Um brasileiro com cadastro nos EUA e antecedentes por crime organizado e assaltos à mão armada, o Matheus Marley Machado, assassinou o jovem “Manu” num bar universitário em Braga no dia 12 de abril.
Ainda no ano passado, quando o salário mínimo nacional era de 820 euros, este indivíduo recebia quase 900 euros de prestações sociais.
Enquanto portugueses lutam para sobreviver com ordenados baixos, o Estado financia criminosos estrangeiros que depois matam os nossos jovens.
É suicídio assistido com o dinheiro dos contribuintes.»

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 Documentos inéditos do acervo do coronel Cyro Etchegoyen revelam que Luiz Inácio Lula da Silva foi alvo de monitoramento intensivo pelos órgãos de inteligência do Exército entre 1980 e 1981. Relatórios assinados pelo general Léo Etchegoyen detalham uma viagem de um mês de Lula à Europa e aos Estados Unidos, onde ele se reuniu com líderes como o Papa João Paulo II e o sindicalista Lech Walesa. O Exército demonstrava profunda preocupação com o prestígio internacional do então sindicalista, registrando em documentos oficiais que a recepção calorosa no exterior servia para neutralizar a imagem do governo brasileiro da época.

A repressão ao movimento sindical no ABC paulista culminou na prisão de Lula em 19 de abril de 1980, sob ordens do general Milton Tavares de Souza, o “Miltinho”, então comandante do II Exército. Na ocasião, agentes armados cercaram a residência de Lula enquanto a Polícia Militar ocupava o estádio de Vila Euclides para impedir assembleias. Lula permaneceu incomunicável por oito dias em uma cela do Dops, em São Paulo, e enfrentou um total de 41 dias de cárcere. O general Miltinho, conhecido por sua atuação no Centro de Informações do Exército (CIE), justificava as ações como uma medida para impedir o avanço do movimento comunista no Brasil.
Os relatórios militares da época expressavam indignação com o fato de opositores do regime passarem a ocupar espaços na imprensa, em meios culturais e em universidades. Documentos produzidos pela 2ª Seção de Informações alertavam que líderes sindicais estrangeiros prometiam retaliações comerciais contra o Brasil caso Lula fosse condenado pela Justiça Militar. Em 1981, Lula e outros dez dirigentes sindicais foram condenados a três anos e meio de prisão pela Lei de Segurança Nacional, sentença que seria posteriormente anulada pelo Supremo Tribunal Militar em 1982, pouco antes de sua trajetória política levá-lo à presidência décadas depois.

segunda-feira, 4 de maio de 2026

E esta hein! (como dizia Fernando Pessa)


“Eram pretos. Tratados como sub-homens.”

 “Eram pretos. Tratados como sub-homens.” José Pacheco Pereira denuncia a violência exercida pela PIDE nas antigas colónias.

O historiador recorda os métodos de tortura utilizados em Moçambique, sublinhando que muitas das vítimas eram alvo de discriminação racial e desumanização.

Tenente coronel Vasco Lourenço fala dos soldados mortos na guerra colonial (diziam que tinha sido um acidente de carro)

 


Massacre no Ohio no dia 4 de maio de 1970.Quatro estudantes mortos

 


Neste dia, a 4 de maio de 1970, aconteceu o massacre de Kent State quando a Guarda Nacional de Ohio disparou 67 tiros contra uma multidão de estudantes que protestava contra o bombardeio do Camboja durante a guerra do Vietnã. Morreram quatro pessoas e nove ficaram feridas. Foram mortos Sandra Scheuer, de 20 anos, Allison Krause, de 19, Jeffrey Miller, de 20, e William Schroeder, de 19.

O massacre ampliou o sentimento antiguerra, e estudantes em Nova York penduraram faixas com a mensagem: "Vocês não podem matar todos nós". Nos dias seguintes, milhões de pessoas foram às ruas em protesto.