Depois de oferecer carros à policia dos cubanos agora vem com esta de arranjar melhores instalações para eles.
Haja Deus! Agora é vão roubar dinheiro com multas em linhas amarelas.
Vai sair mais barato os munícipes de Santa Cruz andarem de taxi!
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“Viram reconhecidos integralmente os seus créditos laborais porque acreditaram no Sindicato da Hotelaria, acreditaram no trabalho sindical e acreditaram na reivindicação dos seus direitos. A justiça tarda mas chega”, declarou o advogado Marco Gonçalves, esta tarde, numa conferência de imprensa, na qual participou ainda o presidente da estrutura sindical, Adolfo Freitas, e os trabalhadores envolvidos.
O Madeira Palácio fechou portas em Outubro de 2006, para obras de renovação e ampliação. No entanto, a proprietária ‘Lignum’ (do grupo continental Fibeira) entrou em situação de insolvência em 2015 e iniciou-se então um longo processo de reclamação de créditos laborais. De um grupo inicial de 147 trabalhadores, muitos desistiram ou fizeram acordos com a entidade patronal. Entretanto, o tribunal veio a reconhecer que a insolvência era culposa e responsabilizou pessoalmente o administrador Armando Martins pelo pagamento dos créditos.
A última fase do processo foi um incidente de liquidação, que envolvia 17 trabalhadores. Sete destes acabaram por fazer acordo com a representação da antiga entidade patronal. Os restantes dez permaneceram no processo e, em várias decisões individuais tomadas entre Fevereiro e Abril, o tribunal reconheceu o direito a todos os créditos laborais. O primeiro destes dez casos já foi saldada a dívida: trata-se de uma trabalhadora que faleceu no decorrer do processo e foram os seus herdeiros quem beneficiou da indemnização.
Ladrões do povo madeirense
A Calheta prepara-se para assinalar o Dia Mundial da Criança com um evento de grande dimensão no próximo dia 31 de Maio, numa parceria com o DIÁRIO, que este ano celebra 150 anos de existência.
A iniciativa foi apresentada esta tarde, no salão nobre da Câmara Municipal, pelo director geral e editorial do DIÁRIO, Ricardo Miguel Oliveira, e pela presidente da autarquia, Doroteia Leça. A sessão contou ainda com a presença do vice-presidente, Norberto Sardinha, e de Susana Pimenta, directora de Marketing da Empresa Diário de Notícias.
Na ocasião, Doroteia Leça enquadrou o momento como “mais do que uma parceria”, classificando-o como “um fruto do trabalho destes 150 anos” e destacando o papel da comunicação social num contexto marcado pela desinformação.
“Contrariamente ao que muitas vezes se ouve, a comunicação social tem hoje mais importância do que nunca, pela desinformação com que somos confrontados diariamente. As falsas notícias chegam com facilidade, mas cada vez mais ganha relevo o trabalho de quem garante seriedade, objectividade e imparcialidade”, afirmou, defendendo a proximidade entre instituições públicas e órgãos de comunicação credíveis.
A autarca social-democrata sublinhou também a evolução do papel das câmaras municipais, defendendo uma actuação mais abrangente. “Já não são o que eram nos primórdios. Não é só fazer obra. É olhar para várias áreas da sociedade. A cultura e a educação são, para nós, uma prioridade”, disse.
A escolha de um evento dedicado às crianças surge, segundo explicou, como parte dessa visão. “O dia da criança é todos os dias. A 1 de Junho assinala-se, mas a verdade é que muitas crianças não têm a atenção, o carinho ou as oportunidades que deviam ter. Este é um momento para lembrar essa responsabilidade colectiva”, sublinhou.
O programa arranca às 9h30 e inclui um conjunto alargado de actividades, como pinturas faciais, insufláveis e animação variada. O ponto alto está marcado para as 11 horas, no Porto de Recreio, com um espectáculo infantil que reúne personagens como Pocoyo, Heidi, Abelha Maia e Ovelha Choné, prometendo envolver não só os mais novos, mas também as famílias.
Durante a apresentação, Doroteia Leça deixou ainda um agradecimento à equipa envolvida na organização, com destaque para Susana Pimenta, elogiando o profissionalismo demonstrado: “O que faz, faz bem. E isso vê-se nos resultados”, afirmou.
A iniciativa insere-se numa estratégia de dinamização cultural e de proximidade com a população, reforçando a ambição de afirmar a Calheta como palco de grandes eventos familiares. “O caminho é este”, concluiu, manifestando a expectativa de uma forte adesão nesta edição.
Os exemplos sucedem-se.
A filha de Américo Amorim, presidente da Galp, encerra a refinaria de Matosinhos, despede milhares para usar os terrenos em especulação imobiliária. É exposto o esquema, quem denuncia leva com um processo em Tribunal. Isabel dos Santos, acusada de lavar dinheiro por Ana Gomes, reage.
Desmente, explica? Não, processa. Chamados de SLAPP (strategic lawsuit against public participation), estes processos visam censurar quem denuncia, usando processos-crime por difamação. Os autores das queixas não querem sequer defender a honra, somente calar a participação pública.
Exigem indemnizações milionárias, avançam com vários processos sobre o mesmo assunto, ameaçam, intimidam. Para obstar a este verdadeiro bullying jurídico, a UE aprovou uma directiva anti-SLAPP. Portugal está obrigado a aplicar a directiva a partir do dia 7 de Maio.»
(Transcrito do CM deste domingo)