Os miras foram as principais vítimas deste banco. Muitos perderam no BANIF todas as suas economias. No entanto não desistem de dar cada vez mais votos ao PSD que os burlou através da gestão fraudolenta do banco. Pobre povo! A ignorância deles roça o absurdo.
segunda-feira, 9 de março de 2026
A falta de liberdades democráticas e a punição da liberdade de expressão pelos tribunais fascistas leva a que se recorra cada vez mais ao anonimato
Agora são os polícias que estão descontentes. querem mais poder para multar e espancar os detidos tal como faziam antigamente. Querem mais liberdade para reprimir e mais efectivos para terem cada vez menos trabalho.
Os sindicatos deles são todos do Partido fascista CHEGA. Se o novo presidente da República não proceder à extinção de PSP tal como se fez com o SEF, dentro de pouco tempo vamos ter um problema sério de segurança aqui na nossa Região Autónoma da Madeira.
domingo, 8 de março de 2026
Assalto ao Banco de Portugal por Herminio Palma Inácio, em 1967
Assalto ao Banco de Portugal por Palma Inácio
No assalto ao Banco de Portugal da Figueira da Foz desapareceram quase 30 mil contos. Uma fortuna, que serviu, em parte, para financiar a luta da LUAR, uma organização revolucionária que de pretendia o fim do regime do Estado Novo.
Em 1991 a RTP juntou os funcionários do Banco de Portugal da Figueira da Foz, com Palma Inácio, o líder do grupo que assaltou a instituição, em 1967, com o objetivo de financiar a Liga da União e Ação Revolucionária (LUAR). Foi um encontro que juntou várias perspetivas sobre o mesmo acontecimento.
O assalto aconteceu a meio da tarde do dia 17 de março, e o grupo escapou num carro que os levou até ao aeródromo de Cernache, onde voaram numa avioneta até ao Algarve. Dali seguiram para Espanha e França de automóvel.
Parte dos 30 mil contos (cerca de 149 mil euros) foram devolvidos à PIDE poucos meses depois, mas o resto do dinheiro continuou a financiar a atividade da LUAR na sua luta contra o regime. Em 1968, num outro golpe em Bragança, Palma Inácio seria preso, encontrando-se no Forte de Caxias quando se deu a revolução do 25 de Abril de 1974.
Antigos redactores do jornal satírico "O Garajau" estiveram reunidos ontem para comemorar as lutas antigas em prol da Democracia na Madeira contra o despotismo do Alberto João Jardim.(um fascista do velho regime)
sexta-feira, 6 de março de 2026
Pedro Sanchez um exemplo para toda a União Europeia













