Em vez de se reunirem previamente para analisarem a Órdem de Trabalhos para poderem a falar a uma só voz. Cada um vota e age como lhe dá na cabeça e depois dá nisto ficam divididos contra si mesmos.
Já dizia o Cristo de Nazaré no seu célebre Sermão da Montanha:
«Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá» Mat.12:25.
O partido CHEGA está condenado a desaparecer. Anda infestado de oportunistas que são rejeitados pelos outros partidos por serem vira-latas oportunistas e tontos e agora ao chegarem a ser eleitos não dão uma para a caixa. São desunidos covardes e desleais uns para os outros. Apenas se servem do partido CHEGA para serem eleitos e agarrarem tacho para depois passarem a independentes. Os pardalões roem a corda ao partido pelo qual foram eleitos.
Helena Freitas e Fábio Costa (à esquerda) perderam a confiança de José Carlos Gonçalves.A opção de José Carlos Gonçalves expõe uma clara divisão interna no executivo e poderá trazer dificuldades acrescidas à gestão camarária, sobretudo no que respeita às deliberações tomadas em reunião de câmara.
Recorde-se que o Chega tem três vereadores contra dois do PSD. Nesta fase, porém, José Carlos Gonçalves poderá ficar politicamente isolado no executivo municipal.»
José Carlos Gonçalves rodeado destes dois falsos não tem condicões para continuar a dirigir a CMSV. É um presidente nado mort,o ao lado destes dois pardalões. Além de vilhões e falsos eles são tontos!
O impasse teve origem na última reunião camarária, onde uma proposta relacionada com a empresa municipal Naturnorte e com o processo das grutas de São Vicente acabou rejeitada. A iniciativa da presidência foi chumbada com os votos contra dos dois vereadores do PSD e do próprio vereador do Chega, Fábio Costa, expondo uma divisão inédita dentro da maioria.
Após essa votação foi convocada uma reunião de emergência que juntou o executivo e responsáveis nomeados da autarquia para analisar a situação política criada. A única ausência foi a da vice-presidente Helena Freitas, que se encontrava de férias. Ainda assim, segundo foi possível apurar, a vice-presidente terá deixado lavrada uma declaração de voto onde indicava que também votaria contra a proposta apresentada pelo presidente caso tivesse participado na reunião. Na sessão camarária acabou por ser substituída por Cátia Capontes, que votou favoravelmente a proposta.
Entretanto, numa nova reunião realizada hoje com os vereadores, descrita por fontes próximas como particularmente tensa, José Carlos Gonçalves terá mesmo solicitado a renúncia dos dois vereadores ao cargo. O pedido, contudo, foi recusado por Helena Freitas e Fábio Costa, que decidiram manter o mandato para o qual foram eleitos.
Perante essa recusa, o presidente da Câmara avançou com a retirada dos pelouros que estavam atribuídos aos dois vereadores. A decisão é interpretada nos bastidores da política local como consequência directa da quebra de confiança política dentro do executivo.
Apesar de ficarem sem responsabilidades executivas nas áreas que tutelavam, Helena Freitas e Fábio Costa mantêm o estatuto de vereadores e continuam a integrar o executivo municipal, participando nas reuniões e votações da Câmara.
O episódio aprofunda a fractura dentro do executivo liderado pelo Chega e abre uma nova fase de instabilidade política no município de São Vicente, numa altura em que o processo das grutas e da empresa Naturnorte continua a marcar a agenda política do concelho.»
https://www.dnoticias.pt/2026/3/9/484091-vereadores-do-chega-ficam-sem-pelouros/












