Regime nascido do golpe de 24 de março de 1976 gerou a reação mais forte da sociedade civil na região
sexta-feira, 27 de março de 2026
Nasceu há 50 anos a ditadura que mais matou na América do Sul
Aqui na Madeira está tudo controlado o MP e as juizas da Comarca trabalham todas para ajudar os corruptos do Betão e do alcatrão
Os irmãos Metralha na República do Betão.
Com jeitinho reúnem primeiro com o "Petit Salazar" para tomar decisões e ainda vão ao Kampo almoçar, um relacionamento de boas vizinhanças. Isto é gozar com povo à descarada, é a mesma coisa que pôr os lobos a vigiar o galinheiro
O presidente deste órgão saiu da Comissão Política do PSD, para não dar nas vistas, e assim assumir o cargo, mas quer continuar a exercer advocacia (!) coisa que a lei não permite. Mas nesta terra vale tudo. Olhamos para o grupo e tudo o que transpira é "credibilidade". Ai processos, ai dívidas, ai "brancas" que vai haver com gente condicionada. Comecem por fiscalizar a negociata do próprio local de trabalho, as rendas que a ALRAM paga ao monopolista quando poderiam ter comprado o espaço.
quinta-feira, 26 de março de 2026
Acto de pirataria do regime Yanque sobre a venezuela com a cumplicidade da vice-presidente Delcy Rodríguez
Secretário do Interior dos EUA trouxe da Venezuela 100 milhões de dólares em ouro
O secretário norte-americano do Interior, Doug Burgum, afirmou quarta-feira ter trazido da Venezuela para os Estados Unidos 100 milhões de dólares em ouro, que serão destinados a investimentos industriais.
Burgum, que visitou a Venezuela este mês juntamente com executivos do setor petrolífero, afirmou ter regressado a Washington com o ouro físico avaliado em 100 milhões de dólares.
"Não se verificava qualquer envio de metais preciosos entre a Venezuela e os EUA há mais de 20 anos", disse Burgum aos executivos do setor energético na conferência CERAWeek, no Texas.
O secretário do Interior esteve em Caracas no dia 3 de março e afirmou ter passado mais de 10 horas reunido com a Presidente interina, Delcy Rodríguez, na qualidade de intermediário de um conjunto de empresários do setor petrolífero e mineiro que pretendem iniciar operações no país sul-americano.
Burgum classificou a indústria mineira venezuelana como "colapsada" e reduzida a minas artesanais "controladas por gangues", mas afirmou ter encontrado um compromisso governamental para modernizar e criar condições para gerar negócios bilaterais.
Em janeiro, os Estados Unidos capturaram o ex-líder venezuelano Nicolás Maduro numa operação militar em Caracas, deixando o resto do regime praticamente intacto.
O governo norte-americano tem desde então trabalhado com Rodríguez, a quem o Presidente Donald Trump qualificou como "uma pessoa maravilhosa", em repetidas ocasiões
https://www.dnoticias.pt/2026/3/26/486197-secretario-do-interior-dos-eua-trouxe-da-venezuela-100-milhoes-de-dolares-em-ouro/Lugar de polícia criminoso é na cadeia
O "cliente trabalhador" a moderna exploração do homem pelo homem para enriquecer cada vez mais os grandes grupos económicos!
Vivemos numa era em que, sob o pretexto da "agilidade" e da "modernidade digital", as empresas transferiram os seus custos operacionais diretamente para as costas do consumidor. Ele faz todo trabalho, paga e ainda tem direito a uma fiscalização desconfiada dos supervisores.
Falam das asneiras das políticas de Eduardo Jesus, mas há mais formas de destruir a nossa qualidade de vida. Houve um tempo em que ser cliente significava ser servido. Hoje, ser cliente é ser um funcionário não remunerado de todas as empresas com as quais interagimos. O cansaço que a sociedade sente não é apenas fruto das horas de emprego formal, mas da escravidão invisível que nos obriga a fazer tudo neste novo mundo impessoal.
No supermercado, passamos as nossas próprias compras e pesamos a nossa fruta; no bricolage, carregamos e montamos o nosso próprio material. Na banca, somos nós que gerimos transferências, resolvemos erros de sistema e operamos máquinas que substituíram o rosto humano. As empresas venderam-nos a ideia da "autonomia", mas o que nos entregaram foi a transferência de esforço e assim elas ganham mais dinheiro com trabalho de borla.
Se a máquina falha ou se cometemos um erro no processo, a culpa é nossa. Não há ninguém a quem reclamar, apenas um ecrã frio que exige que reiniciemos o processo. O tempo que deveríamos usar para descansar é gasto a aprender a usar novas aplicações de serviços básicos ou a lutar com chatbots desumanos.
Somos "mal vistos" se não dominamos a tecnologia da empresa, como se tivéssemos a obrigação de ser peritos em cada serviço que pagamos para obter. Quando não desconfiam de que poderemos roubar algo e ainda nos ferem a dignidade, tudo porque os clientes são todos iguais e "funcionários".
Este mundo "eficiente" é, na verdade, um sistema de exaustão. Transformaram o cidadão num empregado multifunções de todas as marcas, sem salário, sem descanso e com a obrigação de sorrir enquanto faz o trabalho que, outrora, dava emprego e dignidade a outra pessoa.
Este cenário é particularmente irónico quando olhamos para os números da pobreza e da habitação, enquanto as grandes empresas lucram ao eliminar postos de trabalho e ao passar o serviço para o cliente, a base da população continua a lutar para sobreviver a este "fabuloso" crescimento económico que não se traduz em tempo nem em qualidade de vida.
CDU dá apoio a moradores das zonas altas de Santo António mas depois os mesmos vão votar todos no PPDê
CDU leva moradores do Ribeiro Lavadouro à Câmara do Funchal
A CDU acompanhou um grupo de moradores das zonas altas de Santo António, nomeadamente do Ribeiro Lavadouro, no Lombo dos Aguiares, a uma reunião pública da Câmara Municipal do Funchal, com o objetivo de exigir a resolução de reivindicações antigas da população.
Segundo os moradores, apesar de abaixo-assinados, audiências e promessas do executivo camarário, continuam por concretizar melhorias consideradas essenciais, entre as quais a construção da estrada que ligará o Laranjal Pequeno ao Ribeiro Lavadouro. A população manifestou descontentamento, afirmando sentir-se abandonada e defendendo que estas intervenções representam necessidades básicas para melhorar as condições de vida.
A CDU sublinha que continuará a acompanhar as populações das zonas altas de Santo António na reivindicação de soluções para os problemas de quem vive e trabalha naquela área do concelho do Funchal.

