terça-feira, 5 de maio de 2026

Grande camarada Lula!

 Os obstáculos que temos pela frente são enormes. Cada vez que damos um passo pra melhorar a vida do povo brasileiro, o sistema joga contra. Mas todo dia eu renovo minha fé em Deus e no povo brasileiro. Na força de quem levanta cedo, enfrenta dificuldades, cultiva esperança e nunca desiste dos seus sonhos.

Você que tem carteira assinada, que é MEI, que trabalha por aplicativo, que faz bico, que vende pela internet. Você que cuida, que ensina, que pega ônibus cheio, que planta, colhe, cozinha e constrói. Tenha uma certeza: o Governo do Brasil está do seu lado.

Presidente do México . GRANDE MULHER

 

Daniel Chipenda, começou bem a luta mas depois borrou a pintura acabou lutando ao lado dos racistas do Apartheid da África do Sul.

 

Daniel Júlio Chipenda

Nasceu em Lobito, província de Benguela, em 15 de maio de 1931.
Seu pai era o reverendo Jessé Chiúla Chipenda, pastor e primeiro líder nacional negro da Igreja Evangélica Congregacional em Angola (IECA).
E sua mãe era a costureira Teresa Laurinda Chipenda.
Seu irmão mais velho é o reverendo e militante dos direitos humanos José Belo Chipenda.
Casou-se com a escritora Eva de Carvalho Chipenda e teve dois filhos.
Conseguiu uma bolsa de estudos e rumou para estudar geologia na Universidade de Coimbra, passando a trabalhar como desportista para sustentar a família.
No período em Portugal, entre 1956 e 1961, foi futebolista na posição avançado do Sport Lisboa e Benfica e da Associação Académica de Coimbra – Organismo Autónomo de Futebol.
Chegou a ser campeão pelo Benfica da Primeira Divisão de 1956–57 do Campeonato Português de Futebol. Enquanto na Académica de Coimbra foi titular e um dos principais pontas-de-lança e goleadores da equipa. Sua carreira no futebol foi encerrada precocemente por suas atividades políticas que lhe fizeram ser preso em 21 de junho de 1961.
Articula em Lisboa a criação da Juventude do Movimento Popular de Libertação de Angola (JMPLA), e mesmo no exterior (a referida ala jovem foi fundada oficialmente em Kinshasa) é eleito seu primeiro presidente.
Foge de Portugal em setembro de 1962 com um passaporte concedido pelo Marrocos, seguindo com a família até chegar em Kinshasa, onde ainda localizava-se a sede em exílio do MPLA e da JMPLA.
No período de tensões entre o MPLA e o governo Congo-Kinshasa chega a ser preso.
Entre março e abril de 1964 participa como líder da JMPLA na reunião de estudantes em que Jonas Savimbi propõe unificar a União dos Estudantes Negros de Angola (UNEA) e a União Geral dos Estudantes da África Negra sob Dominação Colonial Portuguesa (UGEAN).
Segue, em abril de 1964, para a Assembleia Geral do Fórum Mundial da Juventude.
Em setembro de 1964 começa a fazer os preparativos para o que viria a ser a exitosa "Frente Leste" do Exército Popular de Libertação de Angola (EPLA), a ala armada do MPLA.
Segue para Lusaka, na Zâmbia, para instalar o novo escritório operacional do partido.
Acaba por ser supreendido por uma prisão inesperada por porte ilegal de armas e propaganda política com Ciel da Conceição e Costa.
Dois meses depois é libertado.
O partido passa a o destacar para atividades diplomáticas no Gana e na Tanzânia a partir de 1965.
Em maio de 1966 Chipenda passou a liderar a Frente Leste, aumentando enormemente a zona de influência do MPLA em Angola.
Quando esta frente foi reconquistada pelas tropas portuguesas, em 1972, Chipenda e Agostinho Neto, líder do MPLA, acusaram-se mutuamente pela derrota.
Em 1972, a União Soviética passou a apoiar a facção de Chipenda.
Em 1973, o governo soviético convidou Neto a deslocar-se a Moscovo e informou-o que Chipenda o pretendia assassinar.
A União Soviética reafirmou o seu apoio ao MPLA, com Neto na sua liderança, em 1974.
A seguir à Revolução dos Cravos, em Portugal, em 1974, Mário Pinto de Andrade, então presidente de honra do MPLA, organizou um congresso do movimento em Lusaka.
Neto e Chipenda tinham 165 delegados, cada um, e Gentil Ferreira Viana, da facção Revolta Activa, tinha 70.
Chipenda liderava a facção Revolta do Leste.
Chipenda liderava a corrida e há relatos que a maioria dos delegados preparavam-se para o eleger como presidente.
Após vários dias de negociação, a facção de Neto sai do congresso, mantendo-se o MPLA dividido em três facções.
Semanas depois, houve um encontro reunificador, entre alas do MPLA, em Brazzaville, sob proposta de Marien Ngouabi, em que o Neto foi indicado como presidente do MPLA, Chipenda 1° Vice-Presidente e Mário P. de Andrade 2° Vice-Presidente.
Chipenda visita Kinshasa onde foi recebido com honras de presidente "oficial" do MPLA.
Mobutu convoca Meeting no mítico estádio 20 de Maio (hoje Tata Raphaël), para apresentar Chipenda, Savimbi e naturalmente Holden, a populaçâo angolana refugiada no ex-Zaire, como verdadeiros combatentes na luta contra o regime colonial em Angola.
Enquanto Neto foi qualificado de "colaborador do colonialismo em Angola" e constituir, desde 1962, o obstáculo na reunificação de movimentos angolanos.
Dias depois do memorável comício, Chipenda encontra-se com jornalistas portugueses, em Kinshasa, rejeita os acordos de Brazzaville, tendo afirmado o seguinte:
" - É preciso que os militantes do MPLA que estão em Luanda, que estão no interior de Angola fiquem sabendo isto: o Dr. Agostinho Neto não foi investido no cargo de presidente do MPLA, em qualquer congresso, por qualquer assembleia; não foi eleito pelos nossos militantes, mas apenas por quatro chefes de estado que, muito desprotocolarmente, muito em família nos disseram: Neto, você fica a ser o presidente, o Chipenda fica como 1º vice-presidente e você, Pinto de Andrade será o 2º vice-presidente.
O que se passou em Brazzaville, não teve qualquer aspecto de eleição, de congresso.
-O Dr. Agostinho Neto não está nada interessado na unificação do MPLA e a cópia que temos em nosso poder sobre o acordo de Brazzaville não vale absolutamente nada!"
Chipenda deixa o MPLA, levando consigo cerca de 2000 militares de elite do MPLA.
Chipenda opunha-se à liderança do MPLA acusando-a de ser demasidado influenciada pela ideias europeias, e mantinha uma certa cautela face ao apoio da União Soviética.
Em setembro de 1974, Chipenda junta-se à FNLA, apenas regressando ao MPLA em 1989.[carece de fontes]
Chipenda foi designado por Holden Roberto a liderar as tropas da ala armada da FNLA, o Exército de Libertação Nacional de Angola (ELNA), que lutariam pela tomada de Luanda.
Com suas tropas derrotadas na capital angolana pela aliança MPLA-Cuba, retira-se para o Cuando-Cubango, montando seis bases militares do ELNA/FNLA nos vales dos rios Cubango e Cuanavale.
Em março de 1976, no avanço das tropas ango-cubanas, e sem armamento e pessoal para enfrentá-los, o chamado "Esquadrão Chipenda" abandonou Angola e tornou-se a base principal de formação do 32º Batalhão de Elite da África do Sul, a legião estrangeira do regime do apartheid.
Em Portugal, na década de 1980, fundou a Convergência Nacional Angola (CNA), um movimento político que se opunha ao MPLA, com o apoio do médico angolano António Ferrão Pinto Leite Paiva.
Em 1989 é nomeado Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da Republica Popular de Angola na Republica Árabe do Egipto, cargo que ocupa até 1992, sendo exonerado para disputar a Presidência nacional como nome independente nas eleições gerais em Angola em 1992.
Morreu em sua residência em Cascais, Portugal, aos 28 de fevereiro de 1996.
Honra e glória aos filhos da Pátria Angola.


As pessoas em S.Vicente são muito viloas e não sabem conviver em democracia

 


Grande camarada Dilma Rousseff !

 

«Você sabia que Dilma Rousseff iniciou sua trajetória na política aos 16 anos, integrando organizações de esquerda como o Comando de Libertação Nacional (Colina) e a VAR-Palmares? Durante o período da ditadura militar no Brasil, essas frentes atuavam na resistência armada e política contra o regime. A atuação da jovem militante foi interrompida em janeiro de 1970, quando ela foi capturada pelas forças de repressão aos 22 anos de idade.
A ex-presidente permaneceu encarcerada por quase três anos, sendo libertada apenas no final de 1972. Durante o período de custódia, Dilma foi submetida a sessões de tortura que incluíram o uso de choques elétricos e o método do pau de arara, práticas que causaram danos severos à sua saúde física. O relato desses abusos faz parte dos registros históricos sobre a violência institucional praticada pelos órgãos de segurança do governo militar contra prisioneiros políticos.

Após deixar a prisão, Dilma Rousseff buscou reconstruir sua vida civil e acadêmica longe de seu estado natal. Ela se mudou para Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde decidiu retomar sua formação intelectual. Foi na capital gaúcha que ela ingressou no curso de economia, dando início a uma fase de estudos técnicos e teóricos que, anos mais tarde, serviriam de base para sua entrada definitiva na gestão pública e na política partidária.»
(Estas publicações de hoje estiveram a cargo do professor Luís Miguel da Fonseca)

O criminoso Anselmo

 

«Você sabia que o Massacre da Chácara São Bento, ocorrido em janeiro de 1973 em Pernambuco, foi um dos episódios mais violentos da ditadura militar e contou com a traição direta de um agente infiltrado? O ex-cabo da Marinha, José Anselmo dos Santos, conhecido como Cabo Anselmo, atuou como peça-chave na emboscada que resultou na morte de seis militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR). Na época, Anselmo gozava de total confiança do grupo, mas já operava secretamente como informante do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS).
A participação de Cabo Anselmo foi determinante para atrair as vítimas até o local do crime, sob o pretexto de uma reunião da organização. Entre os mortos estava a paraguaia Soledad Barrett Viedma, que mantinha um relacionamento afetivo com Anselmo e estava grávida dele no momento em que foi executada. O agente infiltrado forneceu as coordenadas e as identidades dos militantes aos órgãos de repressão, permitindo que as forças de segurança realizassem o cerco e o extermínio sem que houvesse, segundo registros posteriores da Comissão da Verdade, um confronto real.

O caso foi oficialmente divulgado pelo regime militar como um tiroteio em que os militantes teriam resistido à prisão, mas investigações e laudos periciais realizados décadas depois contestaram essa versão. Os corpos apresentavam marcas de execução à queima-roupa e sinais de tortura severa, evidenciando que não houve chance de defesa. Cabo Anselmo sobreviveu ao episódio e permaneceu na clandestinidade por décadas com proteção estatal, tornando-se o símbolo mais notório da infiltração e da delação premiada informal durante os anos de chumbo.»

Crianças judias selecionadas para serem mortas (Esta ideologia inspira o partido CHEGA)


 «Em 2 de junho de 1944, em Auschwitz II-Birkenau, uma fila separada foi formada para as crianças durante a seleção.

Elas estavam juntas, sem entender por que haviam sido separadas.
Algumas davam as mãos.
Outras procuravam na multidão por rostos familiares que haviam desaparecido repentinamente.
Uma criança mais velha tentava tranquilizar as mais novas, falando baixinho, pedindo-lhes que se acalmassem — embora nem ela entendesse o que estava acontecendo.
Os guardas se moviam rapidamente, sem dar explicações, apenas com gestos e ordens. Conforme a fila avançava, as crianças a seguiam.
Não porque não tivessem medo, mas porque ainda não lhes haviam sido dados um motivo para compreender o verdadeiro significado do medo.
Em 2 de junho de 1944, em Auschwitz II-Birkenau, uma fila separada foi formada para as crianças durante a seleção.»