sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Juíz Filipe Câmara elogia o juiz desembargador fascista Paulo Barreto e diz que falta recrutar mais escrivães para melhor aplicar a JUSTIÇA dos Cubanos na terra dos mamadeiras

 Que é uma Justiça para pobres e outra Justiça para ricos. Não falou nos salários das arábias que custam os senhores juízes aqui na Região para os contribuintes madeirenses pagarem. 

Vejam aqui toda a entrevista deste pardalão ao JM do "Meia-Saca":



Bófias da PSP de Santa Cruz habituados a não fazer nada senão multar revoltam-se contra a sua Comandante que quer acabar com as baixas fraudolentas



A Revolução não pode continuar a ser revolução se repetir os mesmos mecanismos de exploração do capitalismo

 

O Discurso do Argelaço que Separou Che Guevara de Fidel Castro e Enfureceu a União Soviética...

Argel amanheceu com um sol branco, daqueles que não aquecem o corpo, mas a memória. A cidade ainda carregava cicatrizes de guerra: paredes remendadas, olhares que aprenderam a desconfiar, ruas onde a independência era um orgulho novo, frágil, quase sagrado. Ainda assim, naquela manhã de 24 de fevereiro de 1965, o auditório do seminário afro-asiático estava cheio como se todos procurasem a mesma coisa: uma palavra que os unisse, um sinal de que não estavam sozinhos contra o mundo.
Delegados da África, Ásia e América Latina estavam se empurrando. Havia fatos gastos, uniformes acabados de passar, caras de guerrilha e caras de escritório. Nos corredores cruzavam-se emissários soviéticos com sorrisos certos, representantes chineses com gestos de aço, jovens líderes que ainda cheiravam a montanha. A Argélia, recém-nascida, tinha-se tornado o espelho onde todos queriam se ver: um povo que venceu o colonialismo e agora tentava vencer algo mais invisível, mais profundo, mais difícil de atirar... dependência.
Quando Ernesto “Che” Guevara subiu ao banco de testemunhas, o murmúrio desceu de repente. Não era um ministro qualquer. Era o guerrilheiro que se tornou estadista, o homem que tinha sobrevivido à Sierra Maestra e aos salões oficiais sem perder completamente o olhar de combate. Muitos esperavam uma mensagem de unidade, um discurso com aplausos fáceis, palavras polidas que confirmassem a irmandade do campo socialista. Ninguém imaginava que estavam prestes a ouvir uma heresia.
O Che ajustou o microfone com calma. Seu tom não era teatral. Não queria gostar. Havia uma serenidade perigosa no seu jeito de falar, como se já tivesse tomado uma decisão e nada pudesse movê-lo. Seus olhos percorreram o auditório sem pressa, parando por um instante nos representantes do bloco socialista. Depois disse o que ninguém esperava: que a revolução não poderia ser chamada revolução se repetisse, com outro nome, os mesmos mecanismos de exploração do imperialismo.
Nas primeiras filas alguém engoliu saliva. Um tradutor hesitou, como se as palavras fossem grandes demais para passar de uma língua para outra sem quebrarem. Mas aconteceram. E quando eles passaram, sentiu o golpe.
O Che falou da troca desigual. Dos países pobres vendendo matérias-primas baratas e comprando tecnologia cara. Dívida que não foi anunciada em discursos, mas cobrada na fome. Da solidariedade convertida em contrato, em factura, em juros. E então lançou a frase que partiu o ar: que alguns países socialistas, por actuarem sob as regras do mercado mundial, acabavam por ser cúmplices da exploração imperialista.
Ele não pronunciou “União Soviética”, mas todo mundo entendeu. Um murmúrio, primeiro baixo, depois espalhado como um incêndio lento, atravessou a sala. Alguns delegados se olharam com incredulidade...


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Albuquerque continua a somar suspeitas. Mais acusações! (O povo habituou-se à corrupção e vota sempre neles)

 

 A convergência de dados entre o jornalismo de investigação, os relatórios de auditoria e a atualidade política vão desenhando um cenário onde o "caso Madeira" parece ser apenas a ponta do iceberg de uma rede de influências que transformou a solidariedade social num negócio de milhões, operado à margem da lei e da ética. Já avisaram nas páginas do Madeira Opina que não morremos de amores pelo que simboliza Albuquerque e que talvez tenha ganho as últimas Regionais por termos uma oposição miserável, no entanto, como nada acontece, Albuquerque prossegue... mas há um fenómeno à espreita. Como a oposição é fraca, o Chega no seu populismo e frases secas cavalga. Nunca se sabe o que o eleitorado poderá fazer um dia, aquele que no espaço de 15 dias deu a vitória a Ventura e depois a Seguro, mas certamente que Albuquerque na impunidade da imunidade está a semear.

A acusação de que a filha de Miguel Albuquerque, Sara Albuquerque, recebeu vencimentos da Atalaia Living Care enquanto residia na Suécia, sob o pretexto de angariar idosos estrangeiros, levanta sérias dúvidas sobre a idoneidade da gestão. A fundamentação de que este serviço justificaria o salário cai por terra perante a realidade, fontes indicam que nunca foi visto um idoso sueco nas instalações e que a própria Sara nunca terá estado na IPSS. Este facto ganha um peso diferente quando o Correio da Manhã revela que, apenas três dias após as buscas da PJ, a companheira de Albuquerque tentou movimentar 170 mil euros, operação bloqueada por suspeitas de branqueamento de capitais. Meus amigos, qual sueco vem para o Atalaia da sarna com as condições que têm lá?

 O relatório 02/2026 do Tribunal de Contas é, como refere a imprensa, demolidor. O documento aponta que a Atalaia Living Care é uma "falsa unidade de cuidados continuados", funcionando na prática como um lar de idosos comum (ERPI), mas recebendo financiamentos públicos muito superiores aos devidos. Entre 2019 e 2021, esta entidade recebeu mais de 21,8 milhões de euros, representando cerca de 60% de todo o financiamento regional para esta área.

O Tribunal alerta para a falta de prova de formação e experiência dos recursos humanos colocados na unidade, o que poderá ter comprometido a qualidade dos cuidados. Não nos esqueçamos da debandada do conhecimento com os quadros públicos a sair aquando da "privatização".

O relatório é explícito ao sugerir que, quando uma IPSS subcontrata serviços a empresas comerciais relacionadas (que visam o lucro) usando dinheiro público, pode estar a ocorrer uma "fraude objetiva à lei", transformando a solidariedade social em "comércio privado sob máscara social".

Apesar de Albuquerque desvalorizar as conclusões, alegando que "ninguém roubou nada a ninguém" (RTP Madeira), a pressão política aumenta. O PS-Madeira já chamou ao parlamento as entidades da Rede Regional de Cuidados Continuados para prestar esclarecimentos sobre estas irregularidades (DN-Madeira).

O cenário especulativo torna-se cada vez mais factual e o alegadamente em factos, a constituição de Albuquerque como arguido por suspeitas de corrupção ativa e passiva não é um evento isolado, mas o resultado de um padrão de gestão onde o erário público parece ter sido canalizado para estruturas privadas sem fiscalização, beneficiando círculos próximos e empresas ligadas ao regime, como a Atalaia, cujo contrato vale 17 milhões de euros até 2025. Albuquerque com 8 acusações continua santo e beatificado pela Igreja local?

 À medida que os relatórios técnicos confirmam o que a opinião pública há muito sussurrava nos cafés e no Blog Pravda, vamos vendo algum trabalho a sair na comunicação social, sempre de forma indireta, o que pode indiciar que não querem ser assados em público como aconteceu com Pedro Calado, compincha de Albuquerque.

  Força Pravda Ilhéu! A comunicação social do continente fará o trabalho se a da Madeira for a enterrar com o regime. Esta é a mesma Segurança Social que perdoou milhões a empresas do Regime, as contas vão ser validadas ou prossegue a tradição.

PTP questiona papel do Provedor do Animal e do MP no caso de cão agredido

 

Iolanda Chaves

Jornalista

Data de publicação
12 Fevereiro 2026
17:40

Uma agressão a um cão, no Caniçal, posteriormente resgatado pela Associação Ajuda a Alimentar Cães, foi hoje condenada pelo PTP, que questiona a “inação” do Provedor do Animal e do Ministério Público.

Em nota enviada ao JM, Raquel Coelho classifica o episódio como “grave, chocante e absolutamente inaceitável”.

“Em causa está a agressão a um labrador sénior, de 11 anos, alegadamente atacado pelo próprio dono com um pé de cabra, após o animal ter ladrado. O cão foi encontrado com cortes profundos na cabeça e em evidente estado de sofrimento, tendo sido resgatado pela Associação Ajuda a Alimentar Cães, em articulação com o Canil Municipal de Machico e a PSP”, descreve a dirigente do PTP.

O Partido Trabalhista defende “a adoção de medidas concretas para prevenir e combater os maus-tratos a animais, bem como a implementação de mecanismos eficazes que garantam a responsabilização criminal dos agressores”.

A atuação do Provedor do Animal, perante situações desta gravidade, é questionada pelo partido, sublinhando que “foi necessário que a associação formalizasse a queixa-crime com o apoio de uma advogada do continente, especializada em direito animal, que se deslocará à Madeira para acompanhar o processo”.

O partido lamenta igualmente “a alegada inação do Ministério Público, recordando que os maus-tratos a animais constituem crime público, não dependendo de queixa para que haja procedimento criminal”.

“Para o Partido Trabalhista, esta situação evidencia fragilidades no acompanhamento institucional destes casos e reforça a necessidade urgente de se rever os cargos como o do provedor do animal”, conclui Raquel Coelho.


João Henriques Freitas  é o falso provedor do animal aqui na Madeira

Puxa vida outra vez temos que aturar o «meia saca» no dossier de imprensa

 


EMANUEL SILVA
 Este jornalista também é bom para voltas curtas. O pardalão quando escrevia no DN do Blandy praticava muito a autocensura e encobria informação que detinha e não partilhava com seus leitores. Foi o caso do assassinato do Christian Poucet em França. Ele sabia que a Maria João Marques estava por detrás do assassinato e encobria isso dos seus Leitores foi preciso anos mais tarde o Jornal "Quebra Costas" fazer luz sobre esse assunto.



. Acabamos de assistir à decisão do Governo de Montenegro, ao cortar os apoios às vítimas da tempestade Kristin quando possuam dívidas fiscais

 

Montenegro vai cair como Passos Coelho por insensibilidade social.

 "Vade retro Satanás" oh Montenegro! Com essa tua tanga das dívidas à AT.

Montenegro e a insensibilidade social, mais uma vez os números valem mais do que as pessoas, como se os números não fossem consequência das pessoas.

São estes momentos que definem claramente o que é Direita e o que Esquerda. Nunca o PS teria esta atitude. O problema é que não sou socialista, sou social democrata, mas a Direita anda de extremos, o PS que ocupe o lugar da social democracia. O Estado dos corruptos, das jogatanas de amigos, de tachos, das burocracias, da chulice de muitos impostos que inviabilizam famílias e projectos está sempre no pedestal do moralismo.
Se Montenegro faz isto para manter a coerência, saiba que nem no Subsídio Social de Mobilidade nem na catástrofe das intempéries esteve bem. E pode ter a certeza que começou a queda do PSD do poder, ainda por cima quando uma ministra da administração interna, em estágio, demite-se.
O facto de o Governo negar apoio a quem perdeu tudo numa tempestade, apenas por causa de dívidas fiscais, é o exemplo perfeito da tecnocracia cega que ignora o sofrimento humano. Toca no nervo exposto da justiça social.
Diz-se que é nos momentos de crise que se revelam os verdadeiros líderes e as verdadeiras ideologias. O que acabamos de assistir com a decisão do Governo de Montenegro, ao cortar os apoios às vítimas da tempestade Kristin que possuam dívidas fiscais, é um retrato fiel de uma direita que perdeu a humanidade. É bom que os eleitores registem para ter presente na hora do Carnaval eleitoral.
Vivemos num Estado que se coloca sempre num pedestal de moralismo, mas que é o primeiro a falhar. A vida não é linear e quando um activo da economia cai é preciso reabilitar, porque pode não ser culpa própria. Montenegro, sabes porque o PSD-M é contra a mesma atitude no Subsídio Social de Mobilidade? Porque a Madeira foi à falência duas vezes e são os madeirenses que estão a pagar. Se a bitola é esta, que não haja mais uma falência porque o povo poder se tornar insensível e haver violência da grossa. Esmagados por impostos que inviabilizam famílias e projetos, no socorro após uma catástrofe natural, o Governo responde com a frieza de um contabilista, tens dívidas? Então não tens ajuda.
Não se esqueçam nunca deste episódio. Isto não é rigor orçamental, é chulice estatal. É exigir tudo a quem já não tem nada, ignorando que, muitas vezes, essas dívidas fiscais são fruto da própria asfixia económica que o Estado impõe.
Montenegro parece não ter aprendido nada com a história recente com Passos Coelho. Está a trilhar o mesmo caminho que levou à queda, o caminho da insensibilidade social. Ao colocar o cumprimento de regras administrativas acima da sobrevivência de famílias que viram as suas casas e bens destruídos pela tempestade, o Primeiro-Ministro assina um atestado de desconexão total com a realidade do país.
Uma governação que prefere deixar um cidadão na miséria porque ele deve uns euros às Finanças, enquanto fecha os olhos aos grandes esquemas de corrupção e ao desperdício de dinheiros públicos em "amiguismos", é uma governação que não merece a confiança do povo.
As intempéries provaram como este governo é fraco, pequeno e incompetente. Não todos têm negócios de casino.