Um caso que "glorifica" a nossa AUTONOMIA!
Em breve Adelino Camacho vai ter motivo para escrever lindas histórias no diário do todas as estações, sobre as jogadas deste alto comissário da PSP que exerce funções no comando da Madeira.
Um caso que "glorifica" a nossa AUTONOMIA!
Em breve Adelino Camacho vai ter motivo para escrever lindas histórias no diário do todas as estações, sobre as jogadas deste alto comissário da PSP que exerce funções no comando da Madeira.
Isto é o que se chama o roubo institucionalizado protegido pelos juízes dos Tribunais que estão todos comprados pelo regime.
São milhões e milhões que foram roubados pelos amigos do regime albuquerquista que estão a enriquecer escandalosamente com os dinheiros enviados por Lisboa para a construção do novo hospital. Com a queda dos partidos de esquerda e da esquerda caviar o combate à corrupção ficou nas mãos do CHEGA e do seu grande deputado Francisco Gomes.
O deputado do CHEGA, Francisco Gomes, dirigiu uma pergunta formal à ministra da Saúde sobre o processo de construção do Hospital Central e Universitário da Madeira, que classificou como um dos maiores desastres de gestão de dinheiros públicos alguma vez registados na Região Autónoma.
Em nota à imprensa, o parlamentar sustenta a iniciativa em informações recentemente tornadas públicas pelo Tribunal de Contas, "que identificam irregularidades contratuais, falhas de fiscalização, atrasos significativos na execução da obra e uma derrapagem financeira que poderá fazer disparar o custo total do empreendimento para valores superiores a 700 milhões de euros".
Segundo o deputado, "o relatório do Tribunal de Contas identificou situações de subcontratação não comunicada, dezenas de subcontratos alegadamente irregulares, atrasos acumulados na execução dos trabalhos e insuficiências graves nos mecanismos de fiscalização da empreitada".
Francisco Gomes recorda ainda que "o concurso para a terceira fase da obra, avaliado em cerca de 265 milhões de euros, ficou deserto em maio deste ano, situação que considera reveladora do fracasso da estratégia seguida pelo executivo regional".
Aquilo que foi apresentado aos madeirenses e ao país como um projeto estruturante para a saúde transformou-se num monumento à incompetência, à falta de planeamento e à ausência de transparência do governo regional. Ou seja, um festival de opacidade que é típico dos governos de Miguel Albuquerque". Francisco Gomes, deputado na Assembleia da República
Segundo o deputado, "o relatório do Tribunal de Contas identificou situações de subcontratação não comunicada, dezenas de subcontratos alegadamente irregulares, atrasos acumulados na execução dos trabalhos e insuficiências graves nos mecanismos de fiscalização da empreitada".
Francisco Gomes recorda ainda que "o concurso para a terceira fase da obra, avaliado em cerca de 265 milhões de euros, ficou deserto em maio deste ano, situação que considera reveladora do fracasso da estratégia seguida pelo executivo regional".
Estamos perante uma obra que acumula atrasos, irregularidades, custos descontrolados e concursos falhados. Os madeirenses têm o direito de saber o que aconteceu ao dinheiro público e quem será responsabilizado por este desastre". Francisco Gomes, deputado na Assembleia da República
E concluiu: "O governo regional passou anos a vender propaganda e anúncios. O resultado está à vista: uma obra mergulhada em dúvidas, com custos a disparar e com sucessivos alertas das entidades fiscalizadoras. É mais um retrato governação de esquemas e favores que temos da Madeira". (dnoticias.pt)
A renovar apelo de anos para que se faça o bloco central, Jardim considera que Montenegro tem de mudar equipa e que Carneiro tem de deixar de ser "tímido ante as vozes mais esquerdistas do partido".
A maioria absoluta sonhada por Luís Montenegro não vai acontecer a não ser que o primeiro-ministro “mude o Governo”, a sua “maneira de atuar” e que “mande o Passos Coelho dar uma volta ao bilhar grande”. As palavras são de Alberto João Jardim, ex-presidente do Governo Regional da Madeira, numa entrevista publicada esta segunda feira no jornal público (observador)