sábado, 21 de março de 2026

Jhenny Figueira directora da Naturnorte acusada por jornal clandestino de embolsar 150 mil euros sem trabalhar

  A menina em questão é muito arrogante e é um alto quadro do PSD em S. Vicente. O Jornal clandestino denuncia tudo. 

  A falta de liberdade de imprensa na Madeira e a actuação repressiva e sabuja dos juizes da Comarca da Madeira, fazem com que surjam estes jornais clandestinos que funcionam sem contraditório mas que na maior parte dos casos refletem a verdade à qual o povo tem direito.   Estas notícias nunca podem ser lidas nos dois jornais do regime: Diário de Noticias do sr. padre "das esmolinhas" e JM do sr. "Meia-Saca"!



𝐀 𝐃𝐞𝐟𝐞𝐬𝐚 𝐈𝐧𝐞𝐬𝐩𝐞𝐫𝐚𝐝𝐚: 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲 𝐅𝐢𝐠𝐮𝐞𝐢𝐫𝐚, 𝐚 𝐀𝐝𝐦𝐢𝐧𝐢𝐬𝐭𝐫𝐚𝐝𝐨𝐫𝐚 𝐝𝐚 𝐍𝐚𝐭𝐮𝐫𝐧𝐨𝐫𝐭𝐞, 𝐕𝐞𝐦 𝐞𝐦 𝐒𝐨𝐜𝐨𝐫𝐫𝐨 𝐝𝐨𝐬 𝐓𝐫𝐚𝐢𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬⁣⁣⁣
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O Jornal São Vicente publicou a verdade. Expôs os factos. Mostrou ao povo de São Vicente quem são os vereadores que estão a tentar destruir o concelho. E, como era de esperar, a 𝐦á𝐪𝐮𝐢𝐧𝐚 𝐝𝐚 𝐝𝐞𝐬𝐢𝐧𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚çã𝐨 entrou em ação.⁣⁣⁣
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A 𝐋𝐚𝐝𝐲 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲 𝐅𝐢𝐠𝐮𝐞𝐢𝐫𝐚, vice-presidente do concelho de administração da Naturnorte, 𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐢𝐝𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐬𝐮𝐚 𝐚𝐫𝐫𝐨𝐠â𝐧𝐜𝐢𝐚, veio a público defender os indefensáveis. Diz ela que "manter uma empresa municipal aberta quando existem pareceres legais que a mesma deve ser encerrada é simplesmente uma irresponsabilidade". Diz ela que os vereadores "nunca votaram contra a abertura das grutas". Diz ela que "vivemos num estado de direito".⁣⁣⁣
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𝐌𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐛𝐞𝐦, 𝐬𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲. 𝐉á 𝐪𝐮𝐞 𝐠𝐨𝐬𝐭𝐚 𝐭𝐚𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐞𝐬𝐜𝐥𝐚𝐫𝐞𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬, 𝐝𝐞 𝐝𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐚𝐫ê𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐞 𝐝𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐞𝐜𝐞𝐫𝐞𝐬 𝐥𝐞𝐠𝐚𝐢𝐬, 𝐨 𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥 𝐒ã𝐨 𝐕𝐢𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐭𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐚𝐭𝐫𝐨 𝐩𝐞𝐫𝐠𝐮𝐧𝐭𝐚𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐬𝐢. 𝐃𝐢𝐫𝐞𝐭𝐚𝐬, 𝐬𝐢𝐦𝐩𝐥𝐞𝐬 𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐩𝐨𝐯𝐨 𝐝𝐞 𝐒ã𝐨 𝐕𝐢𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐦𝐞𝐫𝐞𝐜𝐞 𝐯𝐞𝐫 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐨𝐧𝐝𝐢𝐝𝐚𝐬.⁣⁣⁣
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𝐐𝐮𝐞𝐦 É 𝐚 𝐋𝐚𝐝𝐲 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲 𝐅𝐢𝐠𝐮𝐞𝐢𝐫𝐚?⁣⁣⁣
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Para quem não sabe, a senhora Jhenny Figueira, também 𝐜𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐢𝐝𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐜𝐚𝐧𝐠𝐚𝐥𝐡𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐝𝐚𝐬 𝐠𝐫𝐮𝐭𝐚𝐬, foi 𝐚𝐝𝐦𝐢𝐧𝐢𝐬𝐭𝐫𝐚𝐝𝐨𝐫𝐚 𝐝𝐚 𝐍𝐚𝐭𝐮𝐫𝐧𝐨𝐫𝐭𝐞, a empresa municipal que agora está no centro da discórdia. A mesma empresa que os vereadores dizem querer proteger. A mesma empresa que a senhora agora defende com unhas e dentes nas redes sociais.⁣⁣⁣
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Ora, sendo assim, as perguntas são legítimas e urgentes:⁣⁣⁣
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𝟏. 𝐏𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐫𝐚𝐳ã𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐫𝐚𝐫𝐚𝐦 𝐨 𝐒𝐨𝐥𝐚𝐫 𝐝𝐨 𝐒𝐚𝐫𝐚𝐦𝐚𝐠𝐨?⁣⁣⁣
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A Naturnorte, sob a sua administração, adquiriu o famoso Solar do Saramago. Foi um negócio transparente? Foi um negócio vantajoso para o concelho? Quanto custou? E, mais importante: 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞𝐫𝐯𝐞? O solar está a ser utilizado? Está a gerar receita? Ou é mais um elefante branco pago com o dinheiro dos vicentinos?⁣⁣⁣
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𝟐. 𝐏𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐫𝐚𝐳ã𝐨 𝐚 𝐍𝐚𝐭𝐮𝐫𝐧𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐬𝐞 𝐦𝐚𝐧𝐭𝐞𝐯𝐞 𝐞𝐦 𝐚𝐭𝐢𝐯𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐧𝐨𝐬 ú𝐥𝐭𝐢𝐦𝐨𝐬 𝐜𝐢𝐧𝐜𝐨 𝐚𝐧𝐨𝐬?⁣⁣⁣
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Se há pareceres legais que indicavam que a empresa devia ser encerrada, porque é que a senhora e os seus colegas administradores não fecharam a empresa mais cedo? 𝐄𝐬𝐭𝐢𝐯𝐞𝐫𝐚𝐦 𝐜𝐢𝐧𝐜𝐨 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐚 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐞𝐫 𝐨𝐫𝐝𝐞𝐧𝐚𝐝𝐨𝐬, 𝐚 𝐠𝐚𝐬𝐭𝐚𝐫 𝐝𝐢𝐧𝐡𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐝𝐚 𝐂â𝐦𝐚𝐫𝐚, 𝐚 𝐚𝐜𝐮𝐦𝐮𝐥𝐚𝐫 𝐝𝐞𝐬𝐩𝐞𝐬𝐚𝐬, e agora vêm defender que a empresa se feche, porquê? Não é um bocado tarde para terem essa preocupação?⁣⁣⁣
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𝟑. 𝐐𝐮𝐚𝐥 𝐟𝐨𝐢 𝐨 𝐯𝐚𝐥𝐨𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐂â𝐦𝐚𝐫𝐚 𝐢𝐧𝐣𝐞𝐭𝐨𝐮 𝐧𝐚 𝐍𝐚𝐭𝐮𝐫𝐧𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐝𝐮𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨?⁣⁣⁣
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O povo tem direito a saber. Durante os últimos cinco anos, quanto dinheiro saiu dos cofres da Câmara para alimentar a Naturnorte? 𝐌𝐢𝐥𝐡𝐚𝐫𝐞𝐬? 𝐂𝐞𝐧𝐭𝐞𝐧𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐦𝐢𝐥𝐡𝐚𝐫𝐞𝐬? 𝐌𝐢𝐥𝐡õ𝐞𝐬? Esse dinheiro podia ter ido para as escolas, para as estradas, para os animais que a senhora agora defende nas redes sociais.⁣⁣⁣
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𝟒. 𝐎 𝐬𝐚𝐥á𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝟏𝟓𝟎 𝐦𝐢𝐥 𝐞𝐮𝐫𝐨𝐬 𝐬𝐞𝐦 𝐟𝐚𝐳𝐞𝐫 𝐧𝐚𝐝𝐚 é 𝐣𝐮𝐬𝐭𝐨?⁣⁣⁣
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Esta é a pergunta que mais arde. Corre na vila que a senhora Jhenny Figueira, enquanto administradora da Naturnorte, auferiu 𝐮𝐦 𝐬𝐚𝐥á𝐫𝐢𝐨 𝐧𝐚 𝐨𝐫𝐝𝐞𝐦 𝐝𝐨𝐬 𝟏𝟓𝟎 𝐦𝐢𝐥 𝐞𝐮𝐫𝐨𝐬 𝐚𝐨 𝐥𝐨𝐧𝐠𝐨 𝐝𝐨𝐬 ú𝐥𝐭𝐢𝐦𝐨𝐬 𝐜𝐢𝐧𝐜𝐨 𝐚𝐧𝐨𝐬. E a pergunta que todos fazem é: para fazer o quê?⁣⁣⁣
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A empresa estava parada. As grutas fechadas. Os projetos encostados. E a 𝐬𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐢𝐚 𝐮𝐦 𝐨𝐫𝐝𝐞𝐧𝐚𝐝𝐨 𝐩𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐞𝐬𝐜𝐨, 𝐩𝐚𝐠𝐨 𝐩𝐨𝐫 𝐬𝐢, 𝐩𝐚𝐠𝐨 𝐩𝐨𝐫 𝐦𝐢𝐦, 𝐩𝐚𝐠𝐨 𝐩𝐨𝐫 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐯𝐢𝐜𝐞𝐧𝐭𝐢𝐧𝐨𝐬.⁣⁣⁣
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Agora, com a moral toda, vem para o Facebook defender os vereadores que traíram o presidente. 𝐕𝐞𝐦 𝐟𝐚𝐥𝐚𝐫 𝐞𝐦 "𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐚𝐫ê𝐧𝐜𝐢𝐚". 𝐕𝐞𝐦 𝐟𝐚𝐥𝐚𝐫 𝐞𝐦 "𝐞𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐢𝐭𝐨".⁣⁣⁣
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𝐀 𝐌𝐨𝐫𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐍ã𝐨 𝐋𝐡𝐞 𝐅𝐢𝐜𝐚 𝐁𝐞𝐦, 𝐒𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲⁣⁣⁣
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𝐀 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞, 𝐦𝐞𝐮𝐬 𝐚𝐦𝐢𝐠𝐨𝐬, é 𝐮𝐦𝐚 𝐬ó: 𝐞𝐬𝐭𝐚 𝐠𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐯𝐢𝐯𝐞𝐮 à 𝐬𝐨𝐦𝐛𝐫𝐚 𝐝𝐨 𝐩𝐨𝐝𝐞𝐫 𝐝𝐮𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐚𝐧𝐨𝐬. 𝐀𝐥𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐫𝐚𝐦-𝐬𝐞 𝐝𝐨 𝐝𝐢𝐧𝐡𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐩ú𝐛𝐥𝐢𝐜𝐨. 𝐄𝐧𝐜𝐡𝐞𝐫𝐚𝐦 𝐨𝐬 𝐛𝐨𝐥𝐬𝐨𝐬 à 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐚 𝐝𝐨 𝐬𝐮𝐨𝐫 𝐚𝐥𝐡𝐞𝐢𝐨. 𝐀𝐠𝐨𝐫𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐥𝐠𝐮é𝐦 𝐪𝐮𝐞𝐫 𝐥𝐢𝐦𝐩𝐚𝐫 𝐚 𝐜𝐚𝐬𝐚, 𝐟𝐚𝐳𝐞𝐫 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐚𝐬 𝐜𝐞𝐫𝐭𝐚𝐬, 𝐠𝐞𝐫𝐢𝐫 𝐜𝐨𝐦 𝐡𝐨𝐧𝐞𝐬𝐭𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞, 𝐯ê𝐦 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚 𝐩𝐫𝐚ç𝐚 𝐟𝐚𝐳𝐞𝐫 𝐝𝐢𝐬𝐜𝐮𝐫𝐬𝐨𝐬 𝐛𝐨𝐧𝐢𝐭𝐨𝐬.⁣⁣⁣
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𝐀 𝐬𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲 𝐅𝐢𝐠𝐮𝐞𝐢𝐫𝐚, 𝐪𝐮𝐞 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐞𝐮 𝟏𝟓𝟎 𝐦𝐢𝐥 𝐞𝐮𝐫𝐨𝐬 𝐬𝐞𝐦 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐚𝐫, que ajudou a manter uma empresa fantasma aberta durante cinco anos, que assistiu ao definhar do concelho enquanto enchia a conta bancária, agora acha que tem autoridade para falar em "irresponsabilidade"?⁣⁣⁣
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Francamente.⁣⁣⁣
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𝐎 𝐑𝐞𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐅𝐢𝐧𝐚𝐥⁣⁣⁣
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Senhora Jhenny, já que gosta tanto de esclarecimentos, responda ao povo de São Vicente. Responda a estas quatro perguntas. Explique o Solar do Saramago. Explique os cinco anos de inatividade. Explique o dinheiro que a Câmara lá meteu. Explique os 150 mil euros.⁣⁣⁣
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E depois dessa explicação, se lhe sobrar alguma vergonha, junte-se aos seus amigos vereadores e renuncie também. 𝐑𝐞𝐧𝐮𝐧𝐜𝐢𝐞 𝐚 𝐚𝐩𝐚𝐫𝐞𝐜𝐞𝐫. 𝐑𝐞𝐧𝐮𝐧𝐜𝐢𝐞 𝐚 𝐝𝐚𝐫 𝐥𝐢çõ𝐞𝐬. 𝐑𝐞𝐧𝐮𝐧𝐜𝐢𝐞 𝐚 𝐭𝐞𝐧𝐭𝐚𝐫 𝐞𝐧𝐠𝐚𝐧𝐚𝐫 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐬𝐚𝐛𝐞 𝐚 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞.⁣⁣⁣
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O povo vicentino não é totó. O povo vê, o povo lembra-se, o povo tira as suas conclusões.⁣⁣⁣
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𝐄 𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐥𝐮𝐬ã𝐨, 𝐬𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲, é 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐬𝐮𝐚 𝐝𝐞𝐟𝐞𝐬𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐭𝐫𝐚𝐢𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐬ó 𝐩𝐫𝐨𝐯𝐚 𝐮𝐦𝐚 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚: 𝐨 𝐜𝐡𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐚 𝐪𝐮𝐞𝐢𝐦𝐚𝐝𝐨 𝐯𝐞𝐦 𝐝𝐨 𝐦𝐞𝐬𝐦𝐨 𝐥𝐚𝐝𝐨. 𝐃𝐨 𝐥𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐯𝐢𝐯𝐞𝐮 𝐝𝐨 𝐦𝐮𝐧𝐢𝐜í𝐩𝐢𝐨 𝐬𝐞𝐦 𝐝𝐚𝐫 𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐞𝐦 𝐭𝐫𝐨𝐜𝐚.⁣⁣⁣
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𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥 𝐒ã𝐨 𝐕𝐢𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞⁣⁣⁣ 

Sonia Branco responde
«Ela que reponha o dinheiro que ganhou anos a fio sem ter posto os pés na empresa, que tenha a dignidade de fechar a matraca , funcionárias que durante anos procuravam na para tratar de seus assuntos e que nunca obtiveram qualquer resposta, nem o telefone atendia, quem é essa sujeita nisto tudo, que durante anos estava de licença ou de baixa e auferia um salário milionário, não tinha e nem nunca terá capacidade para gerir tal empresa nem o fecho do auto silo sabia fazer, incompetente pode ter entrado em psicologia mas nem pode exercer porque não fez estágio na ordem, e deus nos livre se algum dia exerce, com a arrogância e prepotência que lhe é conhecida os pacientes iam precisar depois dum psiquiatra , os 50.000 mil euros que o pai investiu na candidatura pelos Unidos por São Vicente valeu lhe o posto, mas capacidades não se compram, e aí reside a verdadeira diferença!»

sexta-feira, 20 de março de 2026

Após um longo afastamento, os Trovante regressam aos palcos para quatro concertos “únicos e irrepetíveis” em Lisboa e no Porto.

“Anunciámos que estes espetáculos eram únicos, portanto não vamos trair as pessoas e, passado uma semana, estar a tocar em Carnaxide ou noutro sítio qualquer”
MANUEL FARIA TROVANTE
 O mote inicial era, e continua a ser, “Viver Tudo Numa Noite”. Contudo, o regresso dos Trovante aos palcos reverberou tanto junto do público que aquela prometida noite acabou por desdobrar-se: de um concerto em Lisboa e outro no Porto passaram a duas datas em cada uma das cidades. É já esta sexta e sábado que a banda de João Gil, Luís Represas e Manuel Faria sobe ao palco da grande sala da Meo Arena, na capital, com os concertos da Invicta a realizarem-se na Super Bock Arena — Pavilhão Rosa Mota, nos dias 27 e 28. Consigo levam as canções históricas de um percurso musical que arrancou, em Sagres, há precisamente 50 anos e que rendeu à memória musical do país clássicos tão incontornáveis quanto ‘125 Azul’, ‘Perdidamente’, ‘Xácara das Bruxas Dançando’ ou ‘Timor’. E, claro, ‘Memórias de Um Beijo’, canção a cuja letra foram buscar a ideia para este regresso: “Queria viver tudo numa noite/ sem perder a procurar/ o tempo ou espaço/ que é indiferente para poder sonhar.” Quando subirem ao palco evocarão não só memórias de muitos beijos vividos por um público que sempre os acarinhou como também inesquecíveis experiências de estrada vividas ao longo de 16 anos de atividade contínua, entre 1986 e 1992. “Ao fim de todos estes anos temos a sensação de que ainda há pessoas que não nos viram e podem agora ter uma oportunidade de ver”, confessava-nos Luís Represas quando a banda anunciou este regresso aos palcos. “O que nós queremos é entregar às pessoas a música como sempre a tocámos, para que alguém que for pela primeira vez possa dizer: ‘Finalmente, consegui ver Trovante.’” Quando falámos, inicialmente, com Represas, Gil e Faria, a quem, em palco, se juntarão Artur Costa, Fernando Júdice, António José Martins, José Salgueiro e João Nuno Represas, os três músicos confessaram-nos que não estava em cima da mesa expandir estas datas para uma digressão pelo país. “Depois, cada um segue a sua vida”, assegurou Faria. Agora, nas vésperas do regresso, o músico reitera a ideia. “Houve muitos convites e muitas propostas vindas de várias direções, mas há duas razões [para não aceitarmos]: primeiro, anunciámos que estes espetáculos eram únicos e queremos ser fiéis a essa postura, portanto não vamos trair as pessoas e, passado uma semana, estar a tocar em Carnaxide ou noutro sítio qualquer; a segunda razão, que também é muito importante, é o facto de todos os elementos do grupo terem carreiras individuais, que têm de continuar”, defende. “Se nós ficássemos, de repente, disponíveis no mercado, estaríamos a canibalizar as carreiras uns dos outros. Pessoalmente, faria isto o ano inteiro, mas as coisas têm de ter peso e medida e acho que estamos com a medida certa.” A banda tem consciência de que estas quatro noites terão de ir ao encontro das expectativas de um público que cresceu com a música dos Trovante, não podendo fugir às canções ‘obrigatórias’. Contudo, assumem que poderá haver espaço para temas que não tenham tocado das últimas vezes que se reuniram. Num momento em que já estão em ensaios finais, Manuel Faria assegura que o alinhamento que tinham definido no início não se alterou. “Temos a ordem feita desde agosto do ano passado e há muita gente a trabalhar sobre ela, portanto tinha de haver um motivo muito forte para alterar alguma coisa”, começa por dizer. “Mas estamos muito satisfeitos e a tocar as músicas no ritmo que tocávamos há 30 anos, digamos assim. Estamos surpreendidos por estarmos a fazer as coisas exatamente com a mesma energia.”  Assumindo que algumas canções “deram bastante mais trabalho do que outras”, Faria explica: “Temos músicas com poucos acordes e que funcionam de uma forma regular e depois temos outras cheias de picos e arestas e de coisinhas pequeninas, que, na minha opinião, são as que dão mais gozo.” Apesar de a tarefa de pegar em canções antigas ser desafiante e de os Trovante nunca terem sido banda de facilitismos, garante que a ‘memória muscular’ funciona. “Nós vamos tocar as músicas sem nenhum arranjo novo, mas nunca tocávamos da mesma maneira”, recorda o músico. “Agora, em dois dias seguidos, não tocamos igual. Isso é que dá gozo, pelo menos a nós.” A adesão massiva do público a estes concertos — os bilhetes estão praticamente esgotados — trouxe ao coletivo uma sensação diferente da dos espetáculos esporádicos que foram fazendo desde que declararam o fim dos Trovante. “Temos tido o cuidado de fazer uma trajetória ascendente. Começámos por fazer a Aula Magna, depois fizemos o Coliseu, o Campo Pequeno, depois dois Coliseus, a Meo Arena… Quando o Vasco Sacramento [da agência e promotora de espetáculos Sons Em Trânsito] nos propôs voltar agora, uma das coisas que pensámos foi: ‘Eh pá, já fizemos isto’”, assume Faria. “Mas depois houve a ousadia de passar de um para dois dias, coisa que nunca fizemos, de facto. A adesão do público é fundamental. Acho que houve aqui algum malentendido, que costuma haver neste tipo de espetáculos, com muita gente a pensar que estava tudo esgotado, quando não está, mas, tirando isso, foi uma aposta ganha.” Com o regresso à sala de ensaios, a vontade de criar música nova poderia surgir naturalmente, mas a banda descartou essa hipótese à partida. “Nós tínhamos uma forma muito especial de fazer música. O compositor apresentava uma espécie de esqueleto, que no fundo era uma melodia e pouco mais, e depois estávamos todos os dias a ensaiar e a construir aquilo como se fosse um castelo de lego”, recorda Faria. “Hoje, não temos condições para fazer isso. Ou seja, ia aparecer alguém com uma composição, alguém fazia o arranjo para os outros tocarem e, depois, alguém ia produzir. O resultado não ia ser relevante. Seria uma coisa meio arraçada do que nós não somos. E há outra coisa: nós não ouvimos todos a mesma música... na altura, ouvíamos. Estas músicas são um ponto de encontro de todos nós, mas uma música nova não sei se seria. Sinceramente, nunca pusemos isso em cima da mesa.” 

 

Os "camaradas" do MPLA mataram mais camaradas do Movimento do que os colonialistas portugueses

 

A HISTÓRIA É PARA SER CONTADA E NÃO GUARDADA ✍️🇦🇴

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Memória e Verdade – 27 de Maio de 1977
🇦🇴
Hoje recordamos duas jovens angolanas que perderam a vida num dos momentos mais sombrios da nossa história: Euvira da Conceição e Fernanda Anandi.
📅
Quando foram mortas?
Ambas foram mortas no contexto da repressão que se seguiu aos acontecimentos de 27 de Maio de 1977.
⚠️
O que aconteceu?
Após a alegada tentativa de golpe liderada por Nito Alves, o governo da época, sob liderança de Agostinho Neto, iniciou uma forte repressão contra pessoas suspeitas de envolvimento com o chamado “fraccionismo”.
👩🏾
Euvira da Conceição e Fernanda Anandi foram:
Presas
Acusadas de ligação ao movimento nitista
E acabaram por ser executadas sem julgamento público conhecido
❗
Porquê foram mortas?
Foram consideradas, pelas autoridades da época, como parte ou simpatizantes do grupo que ameaçava o poder político vigente. No entanto, até hoje:
Muitos casos continuam sem provas públicas claras
Famílias nunca tiveram respostas completas
E há relatos de execuções injustas
🕯️
Por quem foram mortas?
As mortes ocorreram no contexto da repressão levada a cabo pelas forças de segurança do Estado angolano, durante aquele período.
📌
Para não esquecer:
O 27 de Maio não é apenas uma data — é uma memória de dor, silêncio e muitas vidas perdidas. Falar sobre isso é também uma forma de honrar quem partiu e exigir verdade histórica.
✊🏾
Que a memória dessas jovens nunca seja apagada.
🔥 SEXTA-FEIRA SANGRENTA – UM DIA QUE ANGOLA NÃO ESQUECE 🇦🇴
A chamada “Sexta-feira Sangrenta” aconteceu nos dias que se seguiram ao 27 de Maio de 1977, em Luanda. Foi um momento marcado por prisões em massa, execuções e desaparecimentos, deixando milhares de famílias angolanas em luto até hoje.
📌
Mas porquê aconteceu?
Tudo começou com uma tentativa de golpe dentro do próprio MPLA, liderada por Nito Alves e os seus apoiantes. O objetivo era contestar a liderança de Agostinho Neto.
Após o fracasso da tentativa, o governo reagiu com uma forte repressão, alegando que estava a defender o Estado contra uma ameaça interna.
⚠️
O que aconteceu na Sexta-feira Sangrenta?
Forças de segurança iniciaram uma onda de perseguições:
Pessoas foram retiradas de casa sem explicação
Muitos foram executados sem julgamento
Outros desapareceram até hoje sem qualquer informação
👥
Quem fez isso?
As ações foram conduzidas por estruturas do Estado ligadas ao governo do MPLA na época, incluindo forças de segurança e órgãos de defesa. Tudo aconteceu sob a liderança do então Presidente Agostinho Neto.
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Consequências
Estima-se que milhares de angolanos perderam a vida, embora os números exatos ainda sejam desconhecidos. Foi um período de medo, silêncio e dor profunda.
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Memória e reflexão
Hoje, a “Sexta-feira Sangrenta” é lembrada como um símbolo de repressão e sofrimento, mas também como um alerta para a importância da verdade, justiça e reconciliação em Angola.
👉
Que nunca se apague a memória dos que partiram.

Florentino Ferreira "o Reizinho" já foi um leitor assíduo do jornal satírico "O Garajau"

 


Florentino Ferreira um dos homens mais cultos de Gaula


PUTIN ESTÁ INDIGNADO COM OS BRICS

 


quinta-feira, 19 de março de 2026

Ricardo Araújo Pereira satiriza o Bloco e o JPP

 

Vão ter de nos aturar atá ao fim afirma José Manuel Pureza

Doninha de mini-saia há muitos anos a fazer boa vida à custa dos velhinhos. Graças à nossa grande Autonomia

 

Fernanda Chícharo aqui de mini-saia. Um loock extraordinário desta filhota da nossa Autonomia.

Sr.  Bispo do Funchal abençoou todos estes filhinhos da nossa Autonomia. Por isso mesmo o PSD nunca perde eleições. Ganha sempre com a benção da Santa madre Igreja!
Escultor do regime Ricardo Velosa mais um "filhinho" da nossa Autonomia. Foi director do Museu do Bordado nunca fez nada pelas bordadeiras e acabou com aquilo que restava da sua actividade. Bem haja este bemfeitor das bordadeiras!
Leonel Silva ex-presidente da Câmara Municipal de Cãmara de Lobos onde substitui Pedro Coelho que agarrou um tachão na AR pelo PPDê. Para dar lugar ao Betencourt foi "dirigir" o Instituto Habitacional da Madeira. Foi uma chuchinha na boquinha dele para não chorar. Viva  a mais este grande Autonomista!