terça-feira, 17 de março de 2026

"Uma política cultural de direita"

 


Mês e meio depois de uma deputada do Chega ter exigido, na Assembleia

municipol de lisboa. uma"política cultural de direita"que promovesse aristas

ligados à direita", a EGEAC (a empresa municipal de cultura de Lisboa) decidiu, sem explicações, despachar o diretor do Teatro do Bairro Alto (Francisco Frazão), expressamente referido na intervenção da deputada. Margarida Bentes Penedo queixou-se do que chamou *esta espécie de cultura panfletária" e de umas *porcarias sem público".

A EGAC seguramente com ni conhecimento de Carlos Moedas, aproveitou para, a par de Frazão, afastar Rita Rato, que, vencedora de concurso a que se apresentaram 60 candidatos, desde 2020 dirigia o Museu do Aljube, aberto em 2015.

*Fui elogiada pelo meu trabalho, mas não me foram dados motivos objetivos para a não renovação (da comissão de serviço)", explicou Rita Rato (PÚBLICO, 13.3.2026).

Perante o elogio unânime que foi recebendo ao longo destes anos pelo trabalho de consolidação do Aljube como um dos museus municipais mais visitados de Lisboa, é revelador que a EGEAC tenha aproveitado para, de entre 30 dirigentes da empresa,

"Tivrar-se" também de Rita Rato, sem uma explicação, sem poder invocar falta de resultados. Durante mais de quatro anos, o executivo Moedas não apontou problema algum à sua gestão. E não se pense que há "mandatos" destes diretores; há quem esteja, e bem, mais de 20 anos à frente de equipamentos culturais de Lisboa.

Custou muito criar o Museu do Aljube.

Quarenta anos depois do 25 de Abril, continuava a não haver política pública de memória da resistência à ditadura e de construção da democracia semelhante à de todos os países em que esta resultou da derrota do fascismo e da condenação do colonialismo e do racismo. O Aljube foi o primeiro museu criado em Portugal para organizar e documentar práticas pedagógicas que permitissem *dar a

conhecer o silêncio em que todo um povo foi..mergulhado, resgatando-o para ensinamento de toda a comunidade  em articulação com as escolas, a cidade, a investigação em História contemporânea. E teve de ser uma autarquia a fazê-lo; só dez anos depois, em 2024, é que o Governo concretizou a transformação da fortaleza de Peniche em Museu Nacional Resistência e Liberdade. É muito preocupante que se procedaà substituição injustificada de uma diretora especialmente bem-sucedida, nomeando-se, sem um processo público de recrutamento, uma pessoa de curriculo no mínimo insólito - deputada municipal da mesma autarquia que gere o museu, nenhum trabalho conhecido nas políticas de memória democrática.

Aida Tavares, também ela "despachada" do Centro Cultural de Belém pela atrabiliária Dalila Rodrigues em 2024, recorda que, também nesse caso, "em nenhum momento foram postos em causa a qualidade técnica, o pertil ou os resultados demonstrados" pelo que o "processo parece configurar uma purga ideológica* (PÚBLICO, 14.3.2026). E tem razão. Esta é a enésima prova da convergência política (e da mesma falta de ética) entre a direita PSD/CDS/Il. com a ultradireita do Chega, e onde ela é mais fácil de se fazer, comprando as "guerras culturais* desta nebulosa do novo fascismo do século XXI.

 Quando a deputada Penedo tentou organizar um pouco o seu discurso, saiu-lhe esta pérola: "Quando os eleitores escolhem governos de direita, escolhem também uma determinada conceção de cultura", pelo que se "precisa de uma política cultural coerente com o mandato político (de quem] governa" (Observador, 29.1.2026). É o que achava o SPN salazarista de 1933, é o que acham Trump, Meloni, Milei ou Orbán, que têm aplicado esta tese no ataque as políticas da memória, à educação, à própria ciência, como se houvesse uma "ciência de direita" e outra "de esquerda" na investigação sobre a mudança climática ou vacinas!

Em Portugal, há muito que as direitas (e os intelectuais que lhes fazem a opinião) abriram uma guerra à História, num processo que se conhece como "revisionismo histórico" e que tem na escravatura, no fascismo, na Guerra Colonial e na Revolução um amplo terreiro para o disparate e a provocação anticientifica.

E agora comportam-se como se tivesse havido uma mudança de regime. Onde julgam elas que estamos?

Manuel Loff

Historiador. Escreve quinzenalmente à terça-feira



Antes quem era acusado de difamação nos tribunais fascistas da Madeira eram o ex-deputado Coelho e também o extinto jornal "O Garajau". Agora são todos e qualquer pessoa que coloque a boca no trombone

 Notícia publicada hoje no JM do "Meia-Saca"
Vejam o caso  da falsificadorea de conteudos e plagiadora do trabalho  dos ourtos LILIANA RODRIGUES. Ela vai tramar o historiador NESON VERÍSSIMO e a professora ALICE MENDONÇA

Antonio Costa presidente do Conselho Europeu está subserviente ao louco varrido do Donald Trump

 

 António Costa apela ao primeiro ministro Orban da Hungria para que viabilize a aprovação dos 90 mil milhões de euros para a continuação da guerra da Ucrânia. Este Costa de Socialista não tem absolutamente nada é ,mais um artista como o José Sócrates e o Mário Centeno, que apos ser presidente do Banco de Portugal durante 5 anos, arrancou uma reforma milionária e vitalícia de 20mil euros aos 59 anos.

segunda-feira, 16 de março de 2026

Júlia Palha mostra-se com pouca roupa e fãs ficam à beira de um ataque de nervos.

 Página  a cargo do genial poeta Emanuel Bento


Jane Fonda, uma mulher imortal diz Emanuel Bento!

O fascismo ganha terreno pelo mundo

 


Mais um padre com distúrbios sexuais na cabeça. Precisa ser tratado (se calhar andou a ser violado no seminário!)

 

Professor da APEL acusado por alunas de comportamentos "menos adequados"

Questionada pelo DIÁRIO, a escola confirma que está a averiguar a situação.
Manuel Ornelas é pároco em Santa Maria Maior

A direcção da Escola da APEL confirmou ao DIÁRIO que recebeu recentemente uma denúncia de duas alunas sobre alegados "comportamentos menos adequados" de um docente da instituição. A situação ganhou visibilidade esta tarde, através de uma publicação nas redes sociais a denunciar alegados comportamentos inadequados do docente e pároco Manuel Ornelas.

Segundo a direcção, o caso está a ser tratado com a "máxima seriedade" desde o primeiro momento, tendo desencadeado os procedimentos internos para averiguação da situação, nomeadamente "a recolha de informação junto das partes envolvidas, garantindo sempre o respeito pelos princípios de confidencialidade, presunção de inocência e protecção dos alunos e restantes membros da comunidade educativa."

A Escola da APEL sublinha que "não tolera qualquer comportamento que possa comprometer o bem-estar, a segurança ou a dignidade de qualquer membro da sua comunidade educativa, mantendo um compromisso firme com a promoção de um ambiente educativo seguro e respeitador para todos."

Por se tratar de um processo ainda em fase de averiguação e que envolve membros da comunidade educativa, a direcção indica que, para já, não é possível prestar mais detalhes sobre o caso.

A situação continuará a ser acompanhada pela escola, que explica que serão adoptadas as medidas consideradas adequadas após o apuramento dos factos. "A Direcção continuará a acompanhar a situação com toda a atenção e adoptará as medidas que se revelem adequadas em função do apuramento dos factos", lê-se na resposta enviada. 

O DIÁRIO contactou igualmente a Diocese do Funchal para obter esclarecimentos sobre o caso, mas ainda não recebeu qualquer resposta. 

Manuel Ornelas da Silva é pároco de Santa Maria Maior e dá também aulas no Externado Princesa D. Maria Amélia.


https://www.dnoticias.pt/2026/3/16/485017-professor-da-apel-acusado-por-alunas-de-comportamentos-menos-adequados/


Aguenta-te oh! José Carlos! E não devolvas os pelouros a essa falsa vereadora de S. Vicente!

 

 
Helena Paula Barbado de Freitas, vereadora do CHEGA sem pelouro e sem direito a receber o pilim! Ah! ah! ah!

Até o fascista Alberto foi crítico no seu comentário para a atitude da vereadora do CHEGA!

Deputado Paulo Neves o peralvilho
Dois deputados traidores à Madeira!
Alexandro Pestana deita abaixo a cagançosa 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲 𝐅𝐢𝐠𝐮𝐞𝐢𝐫𝐚 

𝐀 𝐃𝐞𝐟𝐞𝐬𝐚 𝐈𝐧𝐞𝐬𝐩𝐞𝐫𝐚𝐝𝐚: 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲 𝐅𝐢𝐠𝐮𝐞𝐢𝐫𝐚, 𝐚 𝐀𝐝𝐦𝐢𝐧𝐢𝐬𝐭𝐫𝐚𝐝𝐨𝐫𝐚 𝐝𝐚 𝐍𝐚𝐭𝐮𝐫𝐧𝐨𝐫𝐭𝐞, 𝐕𝐞𝐦 𝐞𝐦 𝐒𝐨𝐜𝐨𝐫𝐫𝐨 𝐝𝐨𝐬 𝐓𝐫𝐚𝐢𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬⁣⁣⁣
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O Jornal São Vicente publicou a verdade. Expôs os factos. Mostrou ao povo de São Vicente quem são os vereadores que estão a tentar destruir o concelho. E, como era de esperar, a 𝐦á𝐪𝐮𝐢𝐧𝐚 𝐝𝐚 𝐝𝐞𝐬𝐢𝐧𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚çã𝐨 entrou em ação.⁣⁣⁣
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A 𝐋𝐚𝐝𝐲 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲 𝐅𝐢𝐠𝐮𝐞𝐢𝐫𝐚, vice-presidente do concelho de administração da Naturnorte, 𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐢𝐝𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐬𝐮𝐚 𝐚𝐫𝐫𝐨𝐠â𝐧𝐜𝐢𝐚, veio a público defender os indefensáveis. Diz ela que "manter uma empresa municipal aberta quando existem pareceres legais que a mesma deve ser encerrada é simplesmente uma irresponsabilidade". Diz ela que os vereadores "nunca votaram contra a abertura das grutas". Diz ela que "vivemos num estado de direito".⁣⁣⁣
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𝐌𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐛𝐞𝐦, 𝐬𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲. 𝐉á 𝐪𝐮𝐞 𝐠𝐨𝐬𝐭𝐚 𝐭𝐚𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐞𝐬𝐜𝐥𝐚𝐫𝐞𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬, 𝐝𝐞 𝐝𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐚𝐫ê𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐞 𝐝𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐞𝐜𝐞𝐫𝐞𝐬 𝐥𝐞𝐠𝐚𝐢𝐬, 𝐨 𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥 𝐒ã𝐨 𝐕𝐢𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐭𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐚𝐭𝐫𝐨 𝐩𝐞𝐫𝐠𝐮𝐧𝐭𝐚𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐬𝐢. 𝐃𝐢𝐫𝐞𝐭𝐚𝐬, 𝐬𝐢𝐦𝐩𝐥𝐞𝐬 𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐩𝐨𝐯𝐨 𝐝𝐞 𝐒ã𝐨 𝐕𝐢𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐦𝐞𝐫𝐞𝐜𝐞 𝐯𝐞𝐫 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐨𝐧𝐝𝐢𝐝𝐚𝐬.⁣⁣⁣
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𝐐𝐮𝐞𝐦 É 𝐚 𝐋𝐚𝐝𝐲 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲 𝐅𝐢𝐠𝐮𝐞𝐢𝐫𝐚?⁣⁣⁣
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Para quem não sabe, a senhora Jhenny Figueira, também 𝐜𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐢𝐝𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐜𝐚𝐧𝐠𝐚𝐥𝐡𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐝𝐚𝐬 𝐠𝐫𝐮𝐭𝐚𝐬, foi 𝐚𝐝𝐦𝐢𝐧𝐢𝐬𝐭𝐫𝐚𝐝𝐨𝐫𝐚 𝐝𝐚 𝐍𝐚𝐭𝐮𝐫𝐧𝐨𝐫𝐭𝐞, a empresa municipal que agora está no centro da discórdia. A mesma empresa que os vereadores dizem querer proteger. A mesma empresa que a senhora agora defende com unhas e dentes nas redes sociais.⁣⁣⁣
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Ora, sendo assim, as perguntas são legítimas e urgentes:⁣⁣⁣
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𝟏. 𝐏𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐫𝐚𝐳ã𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐫𝐚𝐫𝐚𝐦 𝐨 𝐒𝐨𝐥𝐚𝐫 𝐝𝐨 𝐒𝐚𝐫𝐚𝐦𝐚𝐠𝐨?⁣⁣⁣
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A Naturnorte, sob a sua administração, adquiriu o famoso Solar do Saramago. Foi um negócio transparente? Foi um negócio vantajoso para o concelho? Quanto custou? E, mais importante: 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞𝐫𝐯𝐞? O solar está a ser utilizado? Está a gerar receita? Ou é mais um elefante branco pago com o dinheiro dos vicentinos?⁣⁣⁣
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𝟐. 𝐏𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐫𝐚𝐳ã𝐨 𝐚 𝐍𝐚𝐭𝐮𝐫𝐧𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐬𝐞 𝐦𝐚𝐧𝐭𝐞𝐯𝐞 𝐞𝐦 𝐚𝐭𝐢𝐯𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐧𝐨𝐬 ú𝐥𝐭𝐢𝐦𝐨𝐬 𝐜𝐢𝐧𝐜𝐨 𝐚𝐧𝐨𝐬?⁣⁣⁣
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Se há pareceres legais que indicavam que a empresa devia ser encerrada, porque é que a senhora e os seus colegas administradores não fecharam a empresa mais cedo? 𝐄𝐬𝐭𝐢𝐯𝐞𝐫𝐚𝐦 𝐜𝐢𝐧𝐜𝐨 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐚 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐞𝐫 𝐨𝐫𝐝𝐞𝐧𝐚𝐝𝐨𝐬, 𝐚 𝐠𝐚𝐬𝐭𝐚𝐫 𝐝𝐢𝐧𝐡𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐝𝐚 𝐂â𝐦𝐚𝐫𝐚, 𝐚 𝐚𝐜𝐮𝐦𝐮𝐥𝐚𝐫 𝐝𝐞𝐬𝐩𝐞𝐬𝐚𝐬, e agora vêm defender que a empresa se feche, porquê? Não é um bocado tarde para terem essa preocupação?⁣⁣⁣
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𝟑. 𝐐𝐮𝐚𝐥 𝐟𝐨𝐢 𝐨 𝐯𝐚𝐥𝐨𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐂â𝐦𝐚𝐫𝐚 𝐢𝐧𝐣𝐞𝐭𝐨𝐮 𝐧𝐚 𝐍𝐚𝐭𝐮𝐫𝐧𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐝𝐮𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨?⁣⁣⁣
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O povo tem direito a saber. Durante os últimos cinco anos, quanto dinheiro saiu dos cofres da Câmara para alimentar a Naturnorte? 𝐌𝐢𝐥𝐡𝐚𝐫𝐞𝐬? 𝐂𝐞𝐧𝐭𝐞𝐧𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐦𝐢𝐥𝐡𝐚𝐫𝐞𝐬? 𝐌𝐢𝐥𝐡õ𝐞𝐬? Esse dinheiro podia ter ido para as escolas, para as estradas, para os animais que a senhora agora defende nas redes sociais.⁣⁣⁣
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𝟒. 𝐎 𝐬𝐚𝐥á𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝟏𝟓𝟎 𝐦𝐢𝐥 𝐞𝐮𝐫𝐨𝐬 𝐬𝐞𝐦 𝐟𝐚𝐳𝐞𝐫 𝐧𝐚𝐝𝐚 é 𝐣𝐮𝐬𝐭𝐨?⁣⁣⁣
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Esta é a pergunta que mais arde. Corre na vila que a senhora Jhenny Figueira, enquanto administradora da Naturnorte, auferiu 𝐮𝐦 𝐬𝐚𝐥á𝐫𝐢𝐨 𝐧𝐚 𝐨𝐫𝐝𝐞𝐦 𝐝𝐨𝐬 𝟏𝟓𝟎 𝐦𝐢𝐥 𝐞𝐮𝐫𝐨𝐬 𝐚𝐨 𝐥𝐨𝐧𝐠𝐨 𝐝𝐨𝐬 ú𝐥𝐭𝐢𝐦𝐨𝐬 𝐜𝐢𝐧𝐜𝐨 𝐚𝐧𝐨𝐬. E a pergunta que todos fazem é: para fazer o quê?⁣⁣⁣
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A empresa estava parada. As grutas fechadas. Os projetos encostados. E a 𝐬𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐢𝐚 𝐮𝐦 𝐨𝐫𝐝𝐞𝐧𝐚𝐝𝐨 𝐩𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐞𝐬𝐜𝐨, 𝐩𝐚𝐠𝐨 𝐩𝐨𝐫 𝐬𝐢, 𝐩𝐚𝐠𝐨 𝐩𝐨𝐫 𝐦𝐢𝐦, 𝐩𝐚𝐠𝐨 𝐩𝐨𝐫 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐯𝐢𝐜𝐞𝐧𝐭𝐢𝐧𝐨𝐬.⁣⁣⁣
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Agora, com a moral toda, vem para o Facebook defender os vereadores que traíram o presidente. 𝐕𝐞𝐦 𝐟𝐚𝐥𝐚𝐫 𝐞𝐦 "𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐚𝐫ê𝐧𝐜𝐢𝐚". 𝐕𝐞𝐦 𝐟𝐚𝐥𝐚𝐫 𝐞𝐦 "𝐞𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐢𝐭𝐨".⁣⁣⁣
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𝐀 𝐌𝐨𝐫𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐍ã𝐨 𝐋𝐡𝐞 𝐅𝐢𝐜𝐚 𝐁𝐞𝐦, 𝐒𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲⁣⁣⁣
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𝐀 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞, 𝐦𝐞𝐮𝐬 𝐚𝐦𝐢𝐠𝐨𝐬, é 𝐮𝐦𝐚 𝐬ó: 𝐞𝐬𝐭𝐚 𝐠𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐯𝐢𝐯𝐞𝐮 à 𝐬𝐨𝐦𝐛𝐫𝐚 𝐝𝐨 𝐩𝐨𝐝𝐞𝐫 𝐝𝐮𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐚𝐧𝐨𝐬. 𝐀𝐥𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐫𝐚𝐦-𝐬𝐞 𝐝𝐨 𝐝𝐢𝐧𝐡𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐩ú𝐛𝐥𝐢𝐜𝐨. 𝐄𝐧𝐜𝐡𝐞𝐫𝐚𝐦 𝐨𝐬 𝐛𝐨𝐥𝐬𝐨𝐬 à 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐚 𝐝𝐨 𝐬𝐮𝐨𝐫 𝐚𝐥𝐡𝐞𝐢𝐨. 𝐀𝐠𝐨𝐫𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐥𝐠𝐮é𝐦 𝐪𝐮𝐞𝐫 𝐥𝐢𝐦𝐩𝐚𝐫 𝐚 𝐜𝐚𝐬𝐚, 𝐟𝐚𝐳𝐞𝐫 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐚𝐬 𝐜𝐞𝐫𝐭𝐚𝐬, 𝐠𝐞𝐫𝐢𝐫 𝐜𝐨𝐦 𝐡𝐨𝐧𝐞𝐬𝐭𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞, 𝐯ê𝐦 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚 𝐩𝐫𝐚ç𝐚 𝐟𝐚𝐳𝐞𝐫 𝐝𝐢𝐬𝐜𝐮𝐫𝐬𝐨𝐬 𝐛𝐨𝐧𝐢𝐭𝐨𝐬.⁣⁣⁣
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𝐀 𝐬𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲 𝐅𝐢𝐠𝐮𝐞𝐢𝐫𝐚, 𝐪𝐮𝐞 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐞𝐮 𝟏𝟓𝟎 𝐦𝐢𝐥 𝐞𝐮𝐫𝐨𝐬 𝐬𝐞𝐦 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐚𝐫, que ajudou a manter uma empresa fantasma aberta durante cinco anos, que assistiu ao definhar do concelho enquanto enchia a conta bancária, agora acha que tem autoridade para falar em "irresponsabilidade"?⁣⁣⁣
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Francamente.⁣⁣⁣
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𝐎 𝐑𝐞𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐅𝐢𝐧𝐚𝐥⁣⁣⁣
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Senhora Jhenny, já que gosta tanto de esclarecimentos, responda ao povo de São Vicente. Responda a estas quatro perguntas. Explique o Solar do Saramago. Explique os cinco anos de inatividade. Explique o dinheiro que a Câmara lá meteu. Explique os 150 mil euros.⁣⁣⁣
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E depois dessa explicação, se lhe sobrar alguma vergonha, junte-se aos seus amigos vereadores e renuncie também. 𝐑𝐞𝐧𝐮𝐧𝐜𝐢𝐞 𝐚 𝐚𝐩𝐚𝐫𝐞𝐜𝐞𝐫. 𝐑𝐞𝐧𝐮𝐧𝐜𝐢𝐞 𝐚 𝐝𝐚𝐫 𝐥𝐢çõ𝐞𝐬. 𝐑𝐞𝐧𝐮𝐧𝐜𝐢𝐞 𝐚 𝐭𝐞𝐧𝐭𝐚𝐫 𝐞𝐧𝐠𝐚𝐧𝐚𝐫 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐬𝐚𝐛𝐞 𝐚 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞.⁣⁣⁣
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O povo vicentino não é totó. O povo vê, o povo lembra-se, o povo tira as suas conclusões.⁣⁣⁣
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𝐄 𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐥𝐮𝐬ã𝐨, 𝐬𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲, é 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐬𝐮𝐚 𝐝𝐞𝐟𝐞𝐬𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐭𝐫𝐚𝐢𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐬ó 𝐩𝐫𝐨𝐯𝐚 𝐮𝐦𝐚 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚: 𝐨 𝐜𝐡𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐚 𝐪𝐮𝐞𝐢𝐦𝐚𝐝𝐨 𝐯𝐞𝐦 𝐝𝐨 𝐦𝐞𝐬𝐦𝐨 𝐥𝐚𝐝𝐨. 𝐃𝐨 𝐥𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐯𝐢𝐯𝐞𝐮 𝐝𝐨 𝐦𝐮𝐧𝐢𝐜í𝐩𝐢𝐨 𝐬𝐞𝐦 𝐝𝐚𝐫 𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐞𝐦 𝐭𝐫𝐨𝐜𝐚.⁣⁣⁣
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𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥 𝐒ã𝐨 𝐕𝐢𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞⁣⁣⁣