domingo, 21 de junho de 2026

A ambientalista Liliana Valente conhece a história do regabofe de Albuquerque de cor e salteado

 

 O Conde-das-rosas do "Polvo-Superior-da-Corrupção-na-Madeira", mais recentemente conhecido como o DESVALORIZA entre outras alcunhas populares, jamais teve palavra...

A União Europeia fechou a torneira dos Milhões de Euros que vinham directamente para o Arquipélago da Madeira, agora o chefe-môr TEM DE SUBMETER-SE aos desígnios de
Luís Montenegro, Primeiro-ministro da
República Portuguesa.
Portanto, toda aquela retórica vazia da Cúpula governativa do PSD Madeira ao longo destes últimos 52 anos, sobre a "Autonomia Regional da Madeira" e o conteúdo da comemoração dos 50 anos valem ZERO!
Por certo, a Justiça Portuguesa, nomeadamente a Procuradoria geral da República e a Polícia Judiciária nacional, quando vão, finalmente, agir para párar este permanente REGABOFE DE MILHÕES, enquanto a população #madeirense, #portossantense, #portuguesa e #residentenaMadeira é submetida à esta barbárie silenciosa???!!!
Um abraço fraterno à cada uma/um de vós,
Liliana Valente
Funchal, 21 de Junho de 2026

Quando é que a senhora ministra Maria do Rosário Paula Ramalho pede a sua demissão depois da derrota humilhante infligida pelo partido CHEGA?

 

A senhora ministra dos patrões, depois da clamorosa derrota ficou com a boca mais torta!

O fascista do CDS está muito irritado com o volte face do CHEGA do André Ventura.

sábado, 20 de junho de 2026

Francisco Gomes denuncia e acusa entachados do PPDê no SESARAM de criarem esquemas para receberem dinheiro sem trabalhar!

 

Podem não gostar do estilo do deputado Francisco Gomes mas ele denuncia as roubalheiras do regime Albuquerquista.
 Para os DEMOCRATAS «não importa a côr do gato desde que caçe ratos» como outrora dizia o grande Deng Xiaoping!
Deng Xiaoping

   (Francisco Gomes é como um grande elefante numa loja de loiça: Parte tudo!)

O deputado do Chega na Assembleia da República, Francisco Gomes, veio hoje  a público denunciar a existência de alegadas “irregularidades graves” no Serviço de Transporte de Doentes Não-Urgentes do SESARAM.

  Em comunicado de imprensa, o parlamentar refere que o partido recebeu informações que “apontam para situações suscetíveis de configurar fraude, favorecimento indevido, pagamentos irregulares e eventual lesão do erário público”.

Segundo Francisco Gomes, as denúncias recebidas relatam “alegadas práticas que se prolongam há vários anos e que envolvem registos de assiduidade, horas extraordinárias, distribuição de escalas de serviço e atribuição de benefícios laborais”.

  “Se estas denúncias forem confirmadas, estaremos perante uma situação escandalosa. Dinheiro público que deveria servir os doentes e os madeirenses pode ter sido utilizado para alimentar esquemas e privilégios dentro de um serviço público essencial”, sublinha.

 A mesma nota diz ainda que as informações recebidas pelo Chega apontam para alegados registos de “presença ao serviço em feriados, fins-de-semana e tolerâncias de ponto sem que tenha existido prestação efetiva de trabalho, situação que poderá ter originado pagamentos indevidos de remunerações, suplementos e trabalho extraordinário”.

  A denúncia refere ainda alegadas “irregularidades na distribuição de escalas, horas extraordinárias e outros benefícios laborais, que estariam concentrados num número reduzido de trabalhadores, em prejuízo dos restantes profissionais do serviço”.

 Francisco Gomes considera igualmente preocupantes as dúvidas levantadas relativamente à gestão operacional da frota de ambulâncias e à validação de documentação administrativa relacionada com assiduidade e processamento salarial.

  Neste contexto, o deputado defende a realização de uma auditoria completa aos registos de assiduidade, escalas de serviço, processamento salarial e pagamentos de trabalho suplementar, bem como o apuramento de todas as responsabilidades que possam existir.

 Segundo Francisco Gomes, a gravidade das informações recebidas exige “uma resposta rápida das entidades competentes e uma investigação sem condicionamentos”.

  “Quem roubou dinheiro público deve responder pelos seus actos. Quem autorizou, validou ou fechou os olhos também deve ser responsabilizado”, conclui.

https://www.dnoticias.pt/2026/6/20/496152-francisco-gomes-exige-investigacao-urgente-a-alegada-fraude-no-sesaram/

CHEGA denuncia alegada fraude no SESARAM e pede investigação

O deputado do CHEGA na Assembleia da República, Francisco Gomes, denunciou a existência de alegadas irregularidades graves no Serviço de Transporte de Doentes Não-Urgentes do SESARAM, afirmando que o partido recebeu informações que apontam para situações suscetíveis de configurar fraude, favorecimento indevido, pagamentos irregulares e eventual lesão do erário público.

Segundo o parlamentar, as denúncias recebidas relatam alegadas práticas que se prolongam há vários anos e que envolvem registos de assiduidade, horas extraordinárias, distribuição de escalas de serviço e atribuição de benefícios laborais.

«Se estas denúncias forem confirmadas, estaremos perante uma situação escandalosa. Dinheiro público que deveria servir os doentes e os madeirenses pode ter sido utilizado para alimentar esquemas e privilégios dentro de um serviço público essencial.»

As informações recebidas pelo CHEGA apontam para alegados registos de presença ao serviço em feriados, fins de semana e tolerâncias de ponto sem que tenha existido prestação efetiva de trabalho, situação que poderá ter originado pagamentos indevidos de remunerações, suplementos e trabalho extraordinário.

A denúncia refere ainda alegadas irregularidades na distribuição de escalas, horas extraordinárias e outros benefícios laborais, que estariam concentrados num número reduzido de trabalhadores, em prejuízo dos restantes profissionais do serviço.

Francisco Gomes considera igualmente preocupantes as dúvidas levantadas relativamente à gestão operacional da frota de ambulâncias e à validação de documentação administrativa relacionada com assiduidade e processamento salarial.

«Os madeirenses estão fartos de esquemas na governação e em organismos públicos. A saúde não pode ser transformada num terreno fértil para compadrios, esquemas ou abusos pagos com o dinheiro dos contribuintes. Isso tem de acabar!»

O deputado defende a realização de uma auditoria completa aos registos de assiduidade, escalas de serviço, processamento salarial e pagamentos de trabalho suplementar, bem como o apuramento de todas as responsabilidades que possam existir. Segundo Francisco Gomes, a gravidade das informações recebidas exige uma resposta rápida das entidades competentes e uma investigação sem condicionamentos.

«Quem roubou dinheiro público deve responder pelos seus atos. Quem autorizou, validou ou fechou os olhos também deve ser responsabilizado. O tempo da impunidade tem de acabar e que faz isto tem de responder pelo que fez!»

https://funchalnoticias.net/2026/06/20/chega-denuncia-alegada-fraude-no-sesaram-e-pede-investigacao/

O fascista Alberto ataca Francisco Gomes no seu blog RENOVADINHOS:

«Um pateta (na verdade um analfabeto presunçoso) enviou em seu nome um texto para os dois panfletos, que subservientemente o publicaram na íntegra. O escrito assinado pelo fascista/comunista da nova vaga, Gomes, recorre ao estilo do antigo aliado da extrema-direita coelho, falando de corrupção e ladrões.

O má língua esquece que à luz do texto constitucional e do estatuto da Região, os deputados e os membros do governo não respondem civil nem criminalmente pelas declarações feitas durante os debates parlamentares. Por isso a manobra do PS (santa aliança) nunca devia ter sido aceite. O que a desgraçada oposição que temos queria era era ver um secretário arguido, o que não quer dizer que esteja ilibado seja do fôr, pois um dia que deixe o cargo pode ser ouvido.  É claro que o destino da manobra será o arquivamento e isso dói muito naquelas mentes doentes.»

https://renovadinhos.blogspot.com/2026/06/um-pateta-na-verdade-um-analfabeto.html#comment-form

quinta-feira, 18 de junho de 2026

500 mil euros para um jantar em Washington com um embaixador . Eis o regabofe de Miguel Albuquerque


500 mil euros por um almoço. Meio milhão. Uma refeição.

 Numa ilha onde os madeirenses nao tem dinheiro para comprar casa, num país onde se pede contenção, onde faltam recursos para tantas necessidades básicas, onde os cidadãos são constantemente lembrados de que "não há dinheiro para tudo", surge a notícia de que foram gastos cerca de 500 mil euros num almoço na casa do embaixador em Miami. Era mesmo necessário? Não estamos a falar de construir uma escola, de equipar um hospital ou de apoiar famílias em dificuldades. Estamos a falar de um almoço. Um evento protocolar. Uma tarde de fotografias, discursos e apertos de mão. O mais curioso é a coincidência da data. Justamente quando joga Portugal, milhares de portugueses juntam-se em cafés, em casa ou nas ruas para apoiar a seleção. Uns fazem contas ao preço da gasolina, outros ao custo das compras do mês, enquanto uma pequena elite almoça em ambiente de luxo à custa do contribuinte. É aqui que o cidadão comum se sente enganado. Porque 500 mil euros não são apenas números num orçamento. São impostos pagos por trabalhadores, pensionistas, empresários e famílias. É dinheiro que saiu do bolso de todos nós. Os defensores destas iniciativas dirão que servem para promover a região, atrair investimento ou fortalecer relações institucionais. Mas a questão mantém-se: qual foi o retorno concreto? Quantos empregos foram criados? Quantos investimentos foram assinados? Que benefícios reais chegaram ao madeirense que paga impostos? Quando se gasta dinheiro público, a exigência deve ser máxima. Porque não é dinheiro de quem governa. Não é dinheiro de quem organiza. Não é dinheiro de quem convida. É dinheiro nosso. E quando meio milhão de euros desaparece num único almoço, o mínimo que os cidadãos têm o direito de exigir é transparência, justificação e resultados. Relatório final destes gastos público, por favor. Quem foi, quem pagou, quem recebeu e porquê. O povo madeirense está à espera. Porque, convenhamos, para gastar 500 mil euros numa refeição, a sobremesa devia pelo menos vir acompanhada de um milagre económico.

Anda devolve o dinheiro à rapariga seu maladro!

 O jornalista Egídio Carreira não poupa nas palavras e publica verdades duras contra o Garcês ex presidente da CMSV.




Cunhas para obter bons empregos na funcão pública, na ilha da Madeira.

 António Figueira, o mais conhecido como o preto das feiteiras, patrocinou a sua campanha eleitoral e até pagou aos melhores bruxos/feiticeiros/espiritistas da Madeira e África do Sul para angariar apoios até dos partidos da oposição e dar cabo de qualquer pessoa que se opusesse à candidatura de Garcês, tudo com o intuito de facturar depois ajustes diretos de obras para a sua empresa de construção e venda de materiais e arranjar um tacho para a sua filha na empresa municipal grutas de são vicente. José António Garcês só chegou ao poder para servir os mesmos de sempre, ao preto das Feiteiras e ao Humberto Vasconcelos que saiu do poder sem concluir algumas obras onde iria receber chorudas quantias de dinheiro por baixo da mesa, algumas dessas obras todas localizadas na zona à beira mar do Calhau de São Vicente. Tudo isto é público mas a PJ nem o MP investigam nada porque toda esta gente está ligada à maçonaria, uma associação criminosa que opera na sombra e que controla o poder político e económico na Madeira. Há crimes de corrupção ativa e passiva graves não só dentro da câmara de são vicente como também na gestão do clube desportivo de são vicente onde este António Figueira e José António Garcês estão enrolados na mamice até dizer basta.
http://mamadeiralaranja.blogspot.com/2017/08/como-jose-antonio-garces-foi-eleito.html
 


Antigos deputados inúteis que passaram pela Assembleia Regional da Madeira

 

Ao centro o Vicente do PSD (o tal que recebia avenças da ILMA sem lá por os pés). Ao lado esquerdo temos o deputado inútil do PS (Gregório Gouveia) que actualmente vive na Calheta gozando uma reforma dourada. Como deputado foi uma nulidade. À direita temos o Ricardo Vieira o conhecido advogado sacristão.
Ao centro na foto temos José Emanuel Ferraz Janes não é deputado mas sim professor e  historiador graxa do regime Jardinista. Ele não via outra coisa senão o Alberto João.
O jornal satírico garajau em fevereiro de 2010 serrava este pardalão direitolas, graxa do regime mamadeiras. Vejam o delicioso texto então publicado desmantelando a hipocrisia deste historiador de meia-tijela:

  • «...Na Madeira, o governo populista de Jardim, aprova tudo desde que a viloada lhe dê o voto nos dias das eleições, e é por esta razão que uma pequena intempérie é suficiente para causar enormes prejuízos em pessoas e bens.

  • Há dias no "pravda JM", um desconhecido escrevinhador de inanidades, de nome Emanuel Janes, aproveitou este tema para lamber as botas ao regime, atacando aqueles que na sua óptica, se aproveitam dos temporais para fazerem política contra o regime, que ele tanto adora. Este pobre diabo quer imitar o Gilberto Teixeira, que como é do conhecimento público, engraxa o regime há décadas, com os únicos objectivos de recolher dividendos sem fazer nenhum e arranjar tachos lucrativos para o seu filhote, que recentemente se transformou em EUROMAMÃO.

  • O problema é que a língua do sr. Emanuel Janes não é tão comprida como a do Teixeira, por isso ele não pode dar lustro às botas do regime com o mesmo talento e a eficácia do último. Aliás , já antes o pobre do Janes tinha escrevinhado um livro sobre um empreiteiro do regime ( que coitado não merecia tal desagravo), que pôs o Funchal a rir às gargalhadas.
  •  Caro amigo Janes, o mister da bajulação exige empenho e arte, como bem sabem os srs. Teixeira e Casimiro, deste modo você só tem duas opções: aprenda com eles ou então abandone definitivamente a nobre profissão de "engraxador".»