quarta-feira, 22 de julho de 2026

Qual a relação entre a juiza Susana Mão de Ferro e o advogado Tranquada Gomes (ex-presidente da Assembleia Regional da Madeira)

 Aparentemente não há nenhuma. Numa Democracia saudável e com separação de poderes, o poder judicial é independente do poder político e não há quaisquer interferências entre um e outro. Mas na Região Autónoma da Madeira não é assim que funciona. 

  Existe uma coisa que se chama TRÁFICO de INFLUÊNCIA.

 Quando o MP ou a Polícia Judiciária empreendem no Funchal uma investigação sobre algum figurão importantre do PSD local, geralmente ligados a casos de corrupção; o ex- deputado Tranquada Gomes telefona para a juiza Susana Mão de Ferro que é a magistrada que actualmente faz a ligação entre o regime corrupto do PSD e as Magistraturas da Comarca da Madeira. 

 O que acontece depois é quase sempre isto:

A juiza Susana Mão de Ferro usa o seu poder de ÓRGÃO de SOBERANIA e nessa condição pode avocar o processo de investigação retirando-o da alçada do MP ou da Polícia Judiciária paralisando o curso das investigações. 

  Depois usa o seu poder de veto e manda arquivar todo o processo, fazendo cessar imediatamente as investigações sobre aquela instituição pública ou aquela pessoa, figura importante do PSD. 
 Depois claro, o processo de investigação sobre aquele arguido ou determinada instituição pública, morre logo aí à nascença e nem sequer vai a julgamento.
 É assim que funciona de uma forma mais ou menos encapotada.
 A Juiza manhosamente avoca o processo para ser ela supostamente a fingir que vai continuar a aprofundar as investigações sobre o mesmo. Depois passados uns dias, manda arquivar e como geralmente ninguém sabe nada sobre o funcionamento destas manigâncias, por isso mesmo ninguém recorre dessa decisão. Passados 20 dias o mesmo processo transita em julgado e fica sepultado nos arquivos do Tribunal para todo o sempre. 
  Depois acabou-se e ninguém fala mais do caso.
É IGUALZINHO ÀQUILO QUE SE FAZ NAQUELAS REPÚBLICAS DAS BANANAS DA AMÉRICA CENTRAL

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