terça-feira, 21 de julho de 2015

Coelho identifica 4 "Jornais da Madeira"


Jornal da Madeira, Diário de Notícias, RDP (antena1) e RTP/Madeira.


Coelho critica o juíz fascista ou quase fascista da Comarca da Madeira Paulo Barreto.

Coelho denuncia que primo de Miguel Albuquerque fica com a maior parte dos subsídios atribudos a ASA


https://www.facebook.com/xico.santos.549/videos/882194131863140/?pnref=story

A «solidariedade» da camarada Sílvia Vasconcelos para com o seu colega deputado Coelho

É por causa destas «solidariedades» que o PSD se eterniza no poder


O trabalho da representação parlamentar do PTP esta manhã na Assembleia Legislativa da Madeira

segunda-feira, 20 de julho de 2015

domingo, 19 de julho de 2015

O ditador africano de Angola eterniza-se no poder


Eles acreditam na história do fim do mundo


Fonte: O Expresso desta semana

Diarreias mentais do escrevinhador albuquerquista

por Jorge Freitas  de Sousa

Sozinhos


 Um, de megafone na mão, a gritar numa assembleia de cadeiras vazias. O outro, a dar uma grande entrevista, no horário nobre... das telenovelas. Os dois falaram para meia dúzia de distraídos que não saíram da sala a tempo ou falharam a mudança de canal porque atrasaram o jantar.
 José Manuel Coelho e Alberto João Jardim foram protagonistas da semana que terminou, mas não pelas razões que pretenderiam com as suas performances. Os dois conseguiram mostrar que o tempo se encarrega de dizer que já chega, já não há paciência e as figuras ridículas são isso mesmo, para rir ou ter pena.
 Os dois, no meio da gritaria e das frases gastas de décadas, até dizem uma ou outra verdade mas já ninguém lhes liga. O modelo que deu votos, pancadas nas costas e promessas de apoio, está gasto, como uma comédia vista dezenas de vezes e em que se sabem todas as frases e piadas. Não surpreende e torna-se patético.
 Na Assembleia não foi chamada a polícia e os funcionários não tiveram de praticar luta livre. A esmagadora maioria dos deputados pura e simplesmente fez o que o bom senso recomenda: virar as costas, ir embora e deixar Coelho a gritar.
Jardim não ficou a falar sozinho porque o jornalista de serviço foi obrigado a fazer meia dúzia de perguntas, mas foi colocado num horário impossível quando a esmagadora maioria estava a ver as telenovelas dos canais generalistas.
 Infelizmente a um e a outro o tempo pouco ensinou. Vão continuar assim, a falar e a gritar para o boneco, até serem totalmente esquecidos. Triste. (dnotícias.pt)

Nota da redação:

http://www.tvi24.iol.pt/politica/alberto-joao-jardim/estou-desapaixonado-pelo-meu-partido

Este senhor (JFS)  que é tão moralista dos bons costumes na vida política esqueceu-se de mencionar no seu artigo de opinião a dívida do seu amo Miguel Albuquerque à Segurança Social no valor astronómico de 171 mil €

Acho curioso que moralista dos bons costumes na política, Jorge Freitas Sousa, seja tão opinioso no que diz respeito a José Manuel Coelho e até mesmo a AJJ, mas no que toca a Miguel Albuquerque anda bastante distraído.Miguel Albuquerque deve uma autêntica fortuna à EEM, à Segurança Social e em indemnizações aos trabalhadores e nada lhe é penhorado, mas apesar deste ter sido o escândalo da semana, este senhor acha que "outros valores mais altos se levantam".E dando resposta ao dito artigo, sim de facto à muito tempo que José Manuel Coelho anda na luta "sozinho" contra a corrupção e os interesses instalados da Madeira. Porque a grande parte dos jornalistas e orgãos de informação na Madeira há muito tempo que abandonaram esse papel. Limitando-se a ser escribas do regime em vigor.E já agora lembrando quem são em grande parte os protagonistas do parlamento regional de facto "mais vale só que mal acompanhado" até porque no final de contas a nossa luta é demasiado árdua e espinhosa para que nos possam acompanhar e é sem dúvida mais fácil ceder ao sistema, do que remar contra ele.


sábado, 18 de julho de 2015

Donato Vares Macedo "Albuquerque" abandona o PND e volta à barriga da Mãe à procura de um tachinho

Donato Paulo Vares Macedo 16/7 às 10:03 ·

«Um dos seis eleitos pela Mudança, não muda mesmo...»



Donato Paulo Vares Macedo 

18 h · 

«Sem negar alguns dos pressupostos do comunicado do PND, é preciso ter o necessário discernimento para perceber, que apesar de todo o passado recente, e pese embora o facto, de ainda estarmos "enfermos" de certos tiques que subsistem, a ambiência democrática é diferente e mais arejada. Infelizmente o tom de guerrilha-espectáculo, parece não querer descolar de algumas franjas do parlamento, talvez porque, na verdade, nada mais tenham a acrescentar à marca com que apenas são identificados.. Considero o comunicado da Conferência de Líderes perfeitamente consentâneo, com aqueles que pretendem verdadeiramente dignificar o Parlamento regional.»

Comentário da sua página do Facebook criticando o apoio do PND ao deputado José Manuel Coelho

Donato Macedo "Albuquerque" saiu da Coligação MUDANÇA e do PND da Assembleia Municipal do Funchal passando a independente e agora quando vota, olha para os eleitos do PSD para votar igual a eles!Lol!

Voltou ao lugar de onde nunca deveria ter saído: O PSD!

Com "soldados" desta apanha já não se fazem revoluções!

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Jornal Público dá grande relêvo às lutas de José Manuel Coelho



Assembleia da Madeira pede parecer à PGR sobre como lidar com José Manuel Coelho


Deputado do PTP protagonizou mais um episódio no parlamento regional, ao recorrer a um megafone depois do ter esgotado o tempo de intervenção, motivando a suspensão dos trabalhos.
A Assembleia Legislativa da Madeira pediu esta quinta-feira de manhã um parecer “urgente” à Procuradoria-Geral da República (PGR), sobre as atitudes que pode tomar perante os episódios protagonizados pelo deputado do PTP, José Manuel Coelho.
O pedido de parecer à Procuradoria-Geral da República surge da vontade da Assembleia madeirense de travar os actos irreverentes de José Manuel Coelho, de uma forma que evite que este retire aproveitamentos políticos.
A decisão foi tomada pela Conferência dos Representantes dos Grupos Parlamentares, com a presença do PSD, CDS, JPP, PS, PCP e BE, que censuraram o comportamento de José Manuel Coelho que, durante a sessão, recorreu a um megafone para continuar a falar depois de esgotado o tempo de intervenção.
Coelho insurgia-se contra a Justiça que acusa de proteger a “máfia jardinista”, lamentado ter parte do reembolso do IRS penhorado por processos judiciais movidos pelas “denúncias” que tem feito.
O presidente da Assembleia, Tranquada Gomes, alertou o deputado que o tempo tinha esgotado, e chegou mesmo a mandar cortar o microfone, mas Coelho continuou a falar através de um megafone, motivando a suspensão da sessão.
“Foi deliberado por unanimidade solicitar à Procuradoria-Geral da República um parecer urgente sobre quais as atitudes passíveis de serem tomadas no sentido de obviar ao reiterado incumprimento pelo deputado José Manuel Coelho das normas regimentais e das mais elementares regras de convivência democrática”, comunicou Tranquada Gomes, no final da reunião de líderes, vincando que o comunicado reflecte a posição ”unânime” dos líderes parlamentares, e não do presidente da Assembleia.
“A Conferência lamenta o comportamento ilegal e anti-democrático do deputado em questão, que paralisou por hoje a actividade parlamentar em claro desrespeito pela Instituição, pela vontade e em prejuízo das populações da Madeira e do Porto Santo”, acrescentou Tranquada Gomes.
A reunião, em que apenas o PND, antigo partido de Coelho, e o PTP não estiveram presentes, acusou o deputado em causa de ter sido “o único responsável pela suspensão dos trabalhos”.
José Manuel Coelho, primeiro como deputado do PND, e depois eleito pelo PTP, foi o rosto de várias polémicas no Parlamento madeirense. Este foi o primeiro episódio que protagonizou na actual legislatura, que conta já com um novo regimento na Assembleia, aprovado por todos os partidos, e que garante à oposição mais tempo de intervenção, mais oportunidades para apresentar diplomas e uma maior pluralidade na mesa do parlamento regional.
Em 2012, Coelho, foi retirado à força por funcionários da Assembleia, depois de ter ocupado o lugar do presidente do Governo Regional no Parlamento, em protesto pelas sucessivas ausências de Alberto João Jardim dos debates. Nesse mesmo ano, foi a PSP, a pedido do então presidente da Assembleia, Miguel Mendonça, a retirá-lo em braços da sessão comemorativa do Dia da Madeira, também por estar a perturbar os trabalhos.
Coelho, que nas últimas regionais, viu o PTP passar de três para um único deputado, já se apresentou na Assembleia com um enorme relógio pendurado ao pescoço, com farda militar e até de calção de banho, em protesto contra o que considerou férias excessivas dos deputados.  (público)