quarta-feira, 25 de julho de 2018

Correio da Madeira fala do "cervejeiro".Lol!


O Cervejeiro nunca foi a votos, e se fosse, o único voto garantido seria o dele próprio. É um exemplo típico de um político que chegou ao poder sem saber como, e pior do que isso,  mantém-se lá, sem ninguém perceber como.

Mas deixemo-nos de fantasias e vamos ao que interessa. 

Com o avançar da idade, o Cervejeiro começa a apresentar grandes sintomas de demência e Alzheimer, e sempre que isso acontece, usa o Diário para escrever umas bacoradas conforme as vendas de grades correm-lhe de feição ou não. E os textos humorísticos vão desde querer nacionalizar a TAP mas esquecer-se dos Portos, à sua ultima declaração de amor eterno ao PSD. Até chorei comovido!

Malabarista como é, será sempre um dos efémeros candidatos à liderança de qualquer coisa. A última candidatura ao PSD-Madeira foi para marcar território e roçou o hilariante quando apresentou para Secretário-geral um empresário falido com ligações sentimentais ao CDS.

E quando viu que a coisa ia descambar, equilibrista como é, negociou logo o apoio com os ingénuos dos Renovadinhos. Foi o primeiro mau negócio  destes porque, caros colegas, ninguém negoceia com alguém que vale zero. Ou será que foi apenas para o calar?

O Cervejeiro é sobejamente conhecido por não ter bandeira e de ferver em pouca água, e  quando se sente encurralado dispara em todas as direções matando amigos, inimigos e afins. E isso aconteceu com a acusação pública de que o PSD e um tal Sanitas ganhavam 10% de  comissões com as obras do regime. Grave, muito grave, e a se provar os factos denunciados, isso indicia vários crimes, desde peculato, corrupção, a associação criminosa, entre tantos outros.

Do Ministério Público esperava-se uma investigação e dos visados a defesa do bom nome em Tribunal.  No entanto parece que ficou tudo em águas de bacalhau, porque, ou já ninguém liga ao que o Cervejeiro escreve ou, pela passividade demonstrada, o PSD-Madeira tem medo de que o Cervejeiro fale mais do que sabe. Infelizmente, ninguém sabe quando volta outra vez  a por a boca  no trombone e a única esperança do PSD para 2019 é que o Alzheimer progrida rapidamente de modo a que o Cervejeiro esqueça tudo o que viu e ouviu durante as décadas dos Governos laranja.

Com tudo isto fiquei com sede mas vou beber uma Superbock não vá a Coral estar fora de prazo ou inquinada.

A política é a condução dos negócios públicos para proveito dos particulares" (correio da madeira)

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Adolfo Mesquita Nunes assume a sua homossexualidade


Mesquita Nunes fala da sua homossexualidade: não é “nenhuma excepcionalidade” na direita europeia

O vice-presidente do CDS não vê o falar da questão como "assumir", já que "nunca escondeu" a sua orientação sexual. Até falou uma vez publicamente do assunto num comício com jornalistas nas autárquicas, mas estes não prestaram atenção.

Raquel Coelho representou o PTP no Congresso do CDS/Madeira




DrªIsabel Torres a senhora mais bem vestida do Congresso
Alberto João diz cobras e lagartos do José Manuel Rodrigues.Diz que ele fala meio Lisboeta do cais do Sodré e meio madeirês de do campo do almirante Reis...é um malandro este Alberto!

Está na natureza daquela gente

Imagine-se que o PS não encontrou melhor do que aquele cubano, o ouvidor de Lisboa, para representar o partido no encerramento de uma reunião da direita sem qualificações (direitola) que ambiciona o poder mesmo que isso represente uma traição histórica ao povo madeirense.Ao ponto ponto que isto chegou, uns agacham-se a qualquer bicho-careta que por aqui desembarque, e o partido de Lisboa manda o ''impedido'' receber a madame cubana e os berloques que a acompanharam na excursão.Cubano faz as honras à cabuna e o ''senhor'' rodrigues o inchado que fala à cais do Sodré com madeirês da zona velha da cidade, sai aos abraços com a madame que não tarda vai ser corrida e substituída pelo assumido que também aqui veio.Estão todos bem uns para os outros...A ida do sequestrador do PS ao congresso do CDS-M, confirma que a decisão de tudo controlar na politica madeirense é uma coisa bem real. Ali em ''sentido'' estavam três devedores de favores (empregos para as respectivas no Largo do Colégio) o ''senhor'' rodrigues, o infiltrado Pimenta e a marionete Barreto.No final do convívio o agente de cuba numa de ensaiar algum distanciamento, lamentou que a madame não tenha ''dedicado uma linha aos problemas da Região''.Mas como??? se a incapaz nunca mostrou o mínimo interesse pelos madeirenses e porto-santesnes. Se houvesse alguma seriedade naquela sala e não um estado de conluio e traição, os presentes teriam ouvido o reconhecimento de uma dívida inferior à Republica em temos de Pib... enquanto a nossa dívida desce eles por lá estão à beira do abismo, que a Saúde por aqui não caiu no caos que por lá se vive, que ao contrário daquilo que dizem os ouvidores e golpistas, também temos melhores políticas na educção. A senhora ''quero lá saber é tempo de férias e como vê estou aqui com a família a banhos e assino por baixo'' (lembram-se da resolução do Bes?) também mostrou de que massa é feita ao não falar (estaria também intimidada pela presença do ouvidor?) da vergonha que é obrigar os madeirenses a pagarem 400 e 500 euros por uma passagem aérea lá para os lados dela.Quanto ao ''senhor'' rodrigues viu serem-lhe garantidos mais quatro anos de chulice à custa dos impostos dos madeirenses, aqueles que não renegam as suas origens e orgulham-se do seu modo de falar.O que vai falhar é o bombom de que falou a madrinha Asssunção quando acenou com a eleição de um deputado para a Assembleia da República.


É que ao contrario daquilo que a madrinha do rodriguinhos pensa, o povo madeirense está vacinado contra os vendedores de banha de cobra e os oportunistas..
. Renovadinhos

sábado, 21 de julho de 2018

Filipe Sousa e Miguel Alves cortam a água na praça do peixe aos vendedores

Os dois sonsinhos de Gaula a fazerem das suas!

Ai estes verdinhos! também fazem as suas vigançazinhas.. para evitar estas situações teria sido bom que o PTP tivesse elegido um vereador na Câmara Municipal de Santa Cruz!
Até mandaram fechar as torneiras a cadeado para o sr. João, não poder arranjar o peixe! Mauzinhos heim!
Afinal os verdinhos do JPP estão a copiar certos vícios do velhinho PSD do tio Alberto... tolerância precisa-se no exercício do poder!





sexta-feira, 20 de julho de 2018

Francisco Teixeira da Mota escreve sobre a zona franca da Madeira

Estas dúvidas da Comissão Europeia, que demarcam a investigação aprofundada sobre a Zona Franca da Madeira (ZFM) que agora vai avançar, são não só absolutamente legítimas e fundadas, como só pecarão por tardias. A resposta a ambas as perguntas da Comissão é seguramente negativa: nem os lucros das sociedades da ZFM foram obtidos exclusivamente de actividades realizadas na Madeira nem essas empresas criaram e mantiveram emprego, pelo menos, nos termos declarados ao longo dos anos para Bruxelas.
A criação de postos de trabalho e a existência de uma actividade económica efectiva são duas condições para as empresas poderem beneficiar das vantagens fiscais de terem a sua sede na ZFM; quando a Comissão, em 2006, autorizou o regime fiscal da ZFM considerando-o compatível com o mercado comum da União Europeia, referiu expressamente a necessidade da criação e manutenção de empregos locais para as empresas poderem ter acesso aos benefícios fiscais.
Mas o que aconteceu não foi bem isso: foram sendo criadas inúmeras empresas que, embora não tendo nenhuma actividade na ZFM, senão a sede e um único trabalhador, o chamado gestor, tiveram acesso a benefícios fiscais que nunca deveriam ter tido. Segundo o economista João Pedro Martins no essencial livro Suite 605 (Smartbook, 2011), na ZFM existiam dois supergestores em que um deles era gestor de 752 empresas, das quais 686 sedeadas na Suite 605, e o outro geria 697, das quais 686 na Suite 605, uma morada no Funchal que, nas palavras de João Pedro Martins, era um “verdadeiro hipermercado de empresas de 'marca branca' das grandes multinacionais que procuram poupar nos impostos”.
A contabilização dos empregos criados e mantidos na ZFM que foi declarada à União Europeia pelas autoridades portuguesas ao longo dos anos será, assim, uma enorme fraude, já que terá, por exemplo, contabilizado como centenas de empregos o pacato trabalho de um ou dois “gestores”. Quanto às actividades desenvolvidas por muitas destas empresas na Madeira, o panorama é igualmente devastador: não fizeram nada! Serviram para que grandes multinacionais não pagassem impostos...


O problema é que as autoridades fiscais da Madeira gozam de uma ampla ou mesmo total autonomia e ninguém fiscaliza a realidade que se esconde por detrás dos números que são fornecidos pelas empresas à concessionária da ZFM que, por sua vez, os fornece às autoridades tributárias para serem enviadas para Bruxelas. Segundo Pedro Crisóstomo no PÚBLICO, “A fiscalização realizada pelo fisco sobre as empresas da Zona Franca da Madeira só foi alvo de duas auditorias da Inspecção-Geral de Finanças (IGF) nos últimos 15 anos. A primeira foi em 2003 e o relatório mais recente de auditoria foi concluído nos primeiros dias de Junho de 2011 e, desde aí, nem o Governo de Pedro Passos Coelho nem o executivo de António Costa ordenaram novas acções de controlo à IGF com esse objectivo específico”Sucede que Bruxelas já há muito tempo que ouvia denúncias e relatos das ilegalidades por pessoas como a eurodeputada Ana Gomes ou o economista João Pedro Martins, mas as vozes institucionais e empresariais fizeram-se sempre ouvir mais alto. Alberto João Jardim, então presidente do Governo Regional da Madeira, decretou que “a Zona Franca da Madeira é sagrada para o governo regional” e quem levantava publicamente questões sobre o funcionamento da ZFM foi sempre fustigado na comunicação social. Lembro o jornalista Tolentino da Nóbrega, que era dos que não tinham medo de escrever...
Mas as informações oficiais calaram sempre mais fundo nos ouvidos da Comissão, até que no passado dia 6 foi decidida a abertura desta investigação aprofundada para esclarecer as duas dúvidas da Comissão que transcrevemos acima. Do meu lado, as duas dúvidas são outras: será que a Europa, apesar de morosa como a justiça, se move como a Terra? Será que na sagrada Zona Franca da Madeira o rei vai nu? (público)