segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

Padre José Luís Rodrigues responde ao bispo emérito D. Teodoro Faria

 O velho bispo Teodoro anda contente


ostenta já devia saber que vai reduzir-se a pó como o comum dos mortais.
Pelo que se pode ver eis uma rica história que ainda falta fazer relacionada com estacraposa velha, que devia ter vergonha de sair da toca para vangloriar-se com uma soberba desmedida de si mesmo como se fosse a última bolacha do pacote.»

Samuel manda a Saul destruir os amalequitas

15 Então, disse Samuel a Saul: Enviou-me o Senhor a ungir-te rei sobre o seu povo, sobre Israel; ouve, pois, agora a voz das palavras do SenhorAssim diz o Senhor dos Exércitos: Eu me recordei do que fez Amaleque a Israel; como se lhe opôs no caminho, quando subia do Egito. Vai, pois, agora, e fere a Amaleque, e destrói totalmente tudo o que tiver, e não lhe perdoes; porém matarás desde o homem até à mulher, desde os meninos até aos de peito, desde os bois até às ovelhas e desde os camelos até aos jumentos.

E Saul convocou o povo e os contou em Telaim: duzentos mil homens de pé e dez mil homens de Judá. Chegando, pois, Saul à cidade de Amaleque, pôs emboscada no vale. E disse Saul aos queneus: Ide-vos, retirai-vos e saí do meio dos amalequitas, para que vos não destrua juntamente com eles, porque vós usastes de misericórdia com todos os filhos de Israel, quando subiram do Egito. Assim, os queneus se retiraram do meio dos amalequitas. Então, feriu Saul os amalequitas, desde Havilá até chegar a Sur, que está defronte do Egito. E tomou vivo a Agague, rei dos amalequitas; porém a todo o povo destruiu a fio de espada. E Saul e o povo perdoaram a Agague, e ao melhor das ovelhas e das vacas, e às da segunda sorte, e aos cordeiros, e ao melhor que havia e não os quiseram destruir totalmente; porém a toda coisa vil e desprezível destruíram totalmente.

Deus manda Samuel repreender a Saul

10 Então, veio a palavra do Senhor a Samuel, dizendo: 11 Arrependo-me de haver posto a Saul como rei; porquanto deixou de me seguir e não executou as minhas palavras. Então, Samuel se contristou e toda a noite clamou ao Senhor12 E madrugou Samuel para encontrar a Saul pela manhã; e anunciou-se a Samuel, dizendo: Já chegou Saul ao Carmelo, e eis que levantou para si uma coluna. Então, fez volta, e passou, e desceu a Gilgal. 13 Veio, pois, Samuel a Saul; e Saul lhe disse: Bendito sejas tu do Senhor; executei a palavra do Senhor14 Então, disse Samuel: Que balido, pois, de ovelhas é este nos meus ouvidos, e o mugido de vacas que ouço? 15 E disse Saul: De Amaleque as trouxeram; porque o povo perdoou ao melhor das ovelhas e das vacas, para as oferecer ao Senhor, teu Deus; o resto, porém, temos destruído totalmente. 16 Então, disse Samuel a Saul: Espera, e te declararei o que o Senhor me disse esta noite. E ele disse-lhe: Fala.

17 E disse Samuel: Porventura, sendo tu pequeno aos teus olhos, não foste por cabeça das tribos de Israel? E o Senhor te ungiu rei sobre Israel. 18 E enviou-te o Senhor a este caminho e disse: Vai, e destrói totalmente a estes pecadores, os amalequitas, e peleja contra eles, até que os aniquiles. 19 Por que, pois, não deste ouvidos à voz do Senhor? Antes, voaste ao despojo e fizeste o que era mal aos olhos do Senhor20 Então, disse Saul a Samuel: Antes, dei ouvidos à voz do Senhor e caminhei no caminho pelo qual o Senhor me enviou; e trouxe a Agague, rei de Amaleque, e os amalequitas destruí totalmente; 21 mas o povo tomou do despojo ovelhas e vacas, o melhor do interdito, para oferecer ao Senhor, teu Deus, em Gilgal. 22 Porém Samuel disse: Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios como em que se obedeça à palavra do Senhor? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros. 23 Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e o porfiar é como iniquidade e idolatria. Porquanto tu rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei.

24 Então, disse Saul a Samuel: Pequei, porquanto tenho traspassado o dito do Senhor e as tuas palavras; porque temi o povo e dei ouvidos à sua voz. 25 Agora, pois, te rogo, perdoa-me o meu pecado e volta comigo, para que adore o Senhor26 Porém Samuel disse a Saul: Não tornarei contigo; porquanto rejeitaste a palavra do Senhor, já te rejeitou o Senhor, para que não sejas rei sobre Israel. 27 E, virando-se Samuel para se ir, ele lhe pegou pela borda da capa e a rasgou. 28 Então, Samuel lhe disse: O Senhor tem rasgado de ti hoje o reino de Israel e o tem dado ao teu próximo, melhor do que tu. 29 E também aquele que é a Força de Israel não mente nem se arrepende; porquanto não é um homem, para que se arrependa. 30 Disse ele então: Pequei; honra-me, porém, agora diante dos anciãos do meu povo e diante de Israel; e volta comigo, para que adore o Senhor, teu Deus. 31 Então, Samuel se tornou atrás de Saul, e Saul adorou ao Senhor.

Samuel mata a Agague

32 Então, disse Samuel: Trazei-me aqui Agague, rei dos amalequitas. E Agague veio a ele animosamente; e disse Agague: Na verdade, já passou a amargura da morte. 33 Disse, porém, Samuel: Assim como a tua espada desfilhou as mulheres, assim ficará desfilhada a tua mãe entre as mulheres. Então, Samuel despedaçou Agague perante o Senhor, em Gilgal.

34 Então, Samuel se foi a Ramá; e Saul subiu à sua casa, a Gibeá de Saul. 35 E nunca mais viu Samuel a Saul até ao dia da sua morte; porque Samuel teve dó de Saul. E o Senhor se arrependeu de que pusera a Saul rei sobre Israel.

domingo, 1 de dezembro de 2024

Parece que estes tipos são de etnia cigana-O CM não diz mas parece

 


Um Pêpedê mamão manda Élvio de Sousa cavar semilhas para Gaula

 «Vou-te oferecer um que é "A arte de enganar", que é o que andas a fazer aos madeirenses, com a tua propaganda chavista. Vai cavar semilhas para Gaula!»

Élvio Sousa 'oferece' livro 'Arte de Furtar' a Miguel Albuquerque
O líder do JPP, num comunicado partilhado este domingo, diz que, atendendo a esta quadra natalícia, considerou oportuno "oferecer alguns livros a várias personalidades da Região". O primeiro desses livros será oferecido a Miguel Albuquerque, tratando-se de "um clássico do século XVII, e que durante anos trocou aceso debate sobre a verdadeira autoria". Trata-se de 'A Arte de Furtar' do padre António Vieira."A leitura desta obra é proveitosa e revela que a «arte de roubar» é extensiva aos «que furtam com unhas reais, os que furtam com unhas militares, os que furtam com unhas disfarçadas; os que furtam com unhas maliciosas; os que furtam com unhas descuidadas; os que furtam com unhas sábias»".Segundo o autor a “ladroice é descarada e acontece de mil maneiras”.  A este propósito o Presidente do Tribunal de Justiça Henrique Araújo dizia em entrevista que o “fenómeno da corrupção, que está instalado em Portugal, tem uma expressão muito forte na Administração Pública. Isto não é uma simples percepção, é uma certeza”. Aflora que os recursos se sucedem para as várias instâncias, pois “os ladrões, à solta, riem-se de todos nós. É a justiça. Destituída dos mecanismos essenciais para funcionar sem bloqueios, continua, de tribunal em tribunal. Sempre á espera das condições indispensáveis para julgar e para decidir em tempo útil.”Élvio Sousa faz ainda uma referência sobre a dedicatória que deixa no livro, que será enviado por correio ainda esta segunda-feira: "Na dedicatória a Albuquerque achei conveniente salientar o pensamento de LAO TSE: «se o povo deixa de temer o teu poder é porque um grande poder se aproxima»".Élvio Sousa

O Autonomista comentador do diário do padre das esmolinhas:

«Vou-te oferecer um que é "A arte de enganar", que é o que andas a fazer aos madeirenses, com a tua propaganda chavista. Vai cavar semilhas para Gaula!» 

O grande tubarão da medicina privada: Joaquim Chaves Saúde

 Joaquim Chaves 1929-2024 Farmacêutico e empresário

 Destacou-se na área da saúde, fundando uma empresa com centenas de postos de análises clínicas. Desaparece aos 94 anos, mas o seu nome continuará espalhado em amarelo por todo o país.
 Foi em 1959 que surgiu a primeira clínica com o nome de Joaquim Chaves. Passados 65 anos, já se fala num “império” de clínicas, postos de análises e laboratórios: no total, são mais de 400. Todas exibem o nome do seu fundador, sobre um plano de fundo amarelo. Desde cedo, as prioridades de Joaquim Chaves assentaram na “inovação técnica e científica, na qualidade analítica, na automatização e na robótica”, escreve a Ordem dos Farmacêuticos. Hoje, multiplicam-se os laboratórios — um deles fora do país, em Moçambique — ligados às análises clínicas, mas também a áreas como a anatomia patológica ou genética médica. Também se vão somando as clínicas, gerais ou especializadas na oncologia. Já na área das análises clínicas, o grupo Joaquim Chaves Saúde é omnipresente. São cerca de 400 postos destinados a este fim, localizados no continente e ilhas. Um verdadeiro “império”, como reconhece o seu colega e rival na área das análises clínicas, Germano de Sousa. Por trás deste “império” na saúde, um nome: Joaquim Francisco Jorge Martins Chaves. Nascido em 1929, em Lisboa, foi na Universidade do Porto que se licenciou em Farmácia, em 1958. Quando concluiu a especialidade em Análises Clínicas pela Ordem dos Farmacêuticos, em 1968, já tinha começado a afirmar o seu nome na área, saber que foi sendo colocado “ao serviço dos cidadãos”, diz Hélder Mota Filipe, bastonário da Ordem dos Farmacêuticos. A primeira pedra desse empreendimento foi colocada em Mafra, onde foi fundada a primeira clínica, ainda em 1959. As primeiras novidades surgiram logo na década que estava perto de começar: em 1963, Joaquim Chaves desenvolveu os primeiros kits completos de reagentes. Em 1966, já trazia para Portugal um equipamento para determinar o metabolismo basal e, em 1968, na área da hematologia, foi a vez de mostrar ao país o primeiro auto-analisador de células. Vinha trazendo estas novidades para Portugal porque não perdia de vista o que se fazia no exterior. Assim que o país aderiu à União Europeia, em 1986, entendeu que era importante começar a fazer certos exames que, até então, eram sempre enviados para o exterior, para serem analisados em França, Espanha e Inglaterra. Joaquim Chaves queria acrescentar Portugal e o seu nome a essa lista: a meta era que esses exames também pudessem ser feitos no seu laboratório. Foi o próprio fundador que começou por viajar pela Europa para perceber o que era necessário e possível fazer. Depois, também os trabalhadores que a empresa foi acolhendo viajaram, através de estágios em que foram aprimorando as técnicas necessárias. Em simultâneo, o laboratório foi sendo enriquecido com a tecnologia que complementaria essas técnicas. Por essa altura, além de investir no próprio laboratório, Joaquim Chaves também fundou a Associação Portuguesa dos Analistas Clínicos e passou pela direcção da Secção de Biologia Clínica da Federação Internacional Farmacêutica. Entre 1980 e 1982, chegou ao auge da sua colaboração com a Ordem dos Farmacêuticos, assumindo a presidência da Secção Regional do Sul. Nesse período, fez, enquanto cidadão, o que faz agora a entidade empresarial com o seu nome: percorrer o país visitando outros laboratórios de análises clínicas, numa época em que se estavam a consolidar as primeiras convenções com os Serviços Médico-Sociais. Mas, nessa altura, a empresa ainda teria um longo percurso pela frente — não apenas no tocante à sua internacionalização, em Moçambique, em 2014. Em 1998, fundou a primeira clínica de ambulatório, com o objectivo de dar resposta às necessidades de exames complementares de diagnóstico; e, desde 2017, o grupo também começou a dar resposta a pedidos de cirurgia. E, em 2002, a empresa voltou-se para o tratamento oncológico, inaugurando o Centro Oncológico Dra. Natália Chaves: um nome fundamental na sua história. Natália Chaves, esposa de Joaquim Chaves, abdicou das profissões de fisioterapeuta e médica para se dedicar à gestão administrativa e organizativa da empresa, enquanto esta se tornava numa “referência em análises clínicas”. Joaquim Chaves foi pioneiro no desenvolvimento de empresas privadas na área da saúde. A maioria das que existem agora foi fundada ou desenvolveu-se mais tarde, quando Joaquim Chaves já estava a tentar colocar o seu grupo ao nível dos avanços internacionais. E, ainda assim, contribuiu, em tempos, para a construção do SNS, em conjunto com o antigo ministro da Saúde António Arnaut, afirmam os responsáveis da empresa. Um “homem bastante interessado e dotado, que trouxe dignidade para a área”, resultando  numa “grande perda”, reconhece Germano de Sousa. “Perdemos uma figura maior quer da profissão farmacêutica quer da área das análises clínicas”, considera o actual bastonário da Ordem dos Farmacêuticos. Destacou-se pela sua “dedicação à classe farmacêutica” e pelo seu “envolvimento na comunidade profissional”. Aliás, recebeu, ainda em 2023, uma Medalha de Honra da Ordem dos Farmacêuticos em reconhecimento da sua carreira profissional. Uma “visão muito à frente do seu tempo” é outra das descrições da vida proÆssional de Joaquim Chaves. O laboratório central da empresa é hoje totalmente robotizado e é visto como uma referência na área, recebendo visitas tanto nacionais como internacionais. Desenvolveram-se novas áreas e técnicas e diversificaram-se outras, como a radioterapia, reconhece o bastonário da Ordem dos Farmacêuticos. E, a par das funções principais da empresa, o fundador também esteve sempre empenhado em dar “apoio a projectos de investigação cientifica”. (jornal Público)

A quadrilha do PPD veio para ficar até os juizes fascistas dos tribunais da Madeira os protegem

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Javier Milei o demagogo fascista que engana o povo argentino

 

Viva a familhinha Socialista
A familinha Socialista à volta do Paulo Cafofo e da sua venezuelana especialista na confecção de arepas.
Este cacique do PSD da junta de freguesia de Câmara de Lobos quer ser o presidente da Câmara
Rubina Leal, um dos melhores quadros do PSD. Não foi eleita presidente da CMF por causa do machismo patriarcal que ainda enferma a mentalidade da sociedade madeirense.
Mais uma mira tonta para comer arepas e votar no PSD

O regime do fascista Salazar mandava estes rapazes servir de carne para canhão na guerra do ultramar

 Eram enganados pela doutrina chauvinista da defesa da Pátria. Morriam ficavam mutilados e estropiados tudo a bem da nação.
 O nacionalismo e o chauvinismo é um mito que tem levado à morte milhões de soldados por todo o mundo. No caso da guerra colonial portuguesa morreram 13 mil jovens para nada. 
 Salazar deve ficar ardendo no inferno para todo o sempre.

Grande e imortal José Vilhena. Obrigado amigo Bento por nos enviares esta preciosidade.