quinta-feira, 24 de março de 2016

Morreu uma lenda do futebol mundial

Johan Cruyff


Diego Maradona também homenageou Johan Cruyff.
D.António Carrilho discursa na cerimónia do lava-pés. Uma liturgia cristã da Páscoa.
Cristina Pedra da ACIF, hoje com um penteado horroroso
Duarte Mendonça escreveu livro sobre a Revolta da Madeira ocorrida no dia 4 de Abril de 1931




Todas as guerras são injustas, inúteis e desnecessárias

quarta-feira, 23 de março de 2016

Carlos Cruz denuncia corrupção na escolha de Portugal para organizar o Euro 2004

António Sequeira, Carlos Cruz, Gilberto Madaíl, José Sócrates, Miranda Calha e Eusébio após o anúncio de que Portugal iria receber o Europeu de 2004

Carlos Cruz acusa Sócrates de suborno Livro refere episódios que ocorreram em 1999 e anos anteriores.

Carlos Cruz acusou ontem Gilberto Madaíl, ex-líder da Federação Portuguesa de Futebol, e José Sócrates, ex-chefe de governo, da compra de votos para Portugal acolher o Euro 2004, durante a apresentação da autobiografia com o nome ‘Uma Vida’. Situações que, segundo Cruz, ocorreram em 1999 ou em anos anteriores. O ex-apresentador, que se encontra preso por pedofilia no caso Casa Pia (desde 2010) e que presidiu à comissão executiva da candidatura portuguesa ao Euro 2004, refere episódios em que Madaíl entregou envelopes com dinheiro a um presidente de uma federação para que esse votasse em Portugal e influenciasse outros dirigentes a fazer o mesmo. "Alguém teve a ideia de oferecer as férias ao senhor e à família [...]. À saída da reunião, Madaíl, discretamente, entregou-lhe o envelope [...]. O senhor ficou muito feliz com o segundo envelope que recebeu; penso que foram 12 500 ou 15 000 dólares", lê-se. Cruz relata ainda uma conversa em que confronta José Sócrates, na altura ministro adjunto do primeiro-ministro António Guterres, com as palavras de um "presidente de uma multinacional" que prometia o voto do país onde estava sediada a empresa e prometia ainda influenciar várias federações de Leste a favor de Portugal, a troco de "uma vivenda no Algarve no valor de 100 mil dólares". Segundo o livro, Sócrates terá respondido: "Ó Carlos Cruz, não podemos perder isto por uma questão de dinheiro! Era o que faltava!" "Perguntei-lhe se aquela afirmação era um ‘sim’ à proposta. Se garantisse o voto, era", lê-se. Confrontado com a situação, Gilberto Madaíl disse ao CM: "É deselegante e ressabiado ele envolver-me nisso. Nunca dei dinheiro a ninguém." Também Pedro Delille, advogado de José Sócrates, negou as acusações. "Isso não tem fundamento algum, é falso", disse ao CM. (correio da manhã)

Comentário pertinente de um leitor:

«Sendo verdade, o que não custa a acreditar pelas pessoas envolvidas, porquê só agora falou?»


terça-feira, 22 de março de 2016

«Carta do Leitor» do deputado Independente Gil Canha, publicada no Diário de Notícias.

Fogo à peça

A Ordem dos Arquitectos emitiu um comunicado a semana passada, onde reconheceu que a Petição Pública sobre o polémico caso do Savoy fora um falhanço, pois conseguira somente 1028 assinaturas (!)Ora, como cidadão e conhecendo bem a nossa terra, acho que foi um GRANDE sucesso. E digo que foi um GRANDE sucesso, porque nunca imaginei que houvesse tanta gente de bem, imbuída de espirito cívico e amor à sua terra, preocupada com uma aberração arquitectónica que irá manchar irremediavelmente o nosso destino turístico e pôr em causa a sustentabilidade socioeconómica da ilha.Quando em inícios de 2009, eu e o dr. Baltasar fomos a uma reunião pública da Câmara para denunciar o “aborto”, a maioria dos Vereadores ficaram envergonhados, e nada disseram, somente o Vereador Ricardo Vieira, advogado dos promotores na altura, é que abriu “o bico” a defender vergonhosamente os seus clientes, como é seu hábito nestas andanças.No entanto, o verdadeiro padrinho desta tragédia urbanística anunciada foi (e é) Miguel Albuquerque, porque de uma forma habilidosa e desonesta, engendrou o Plano de Urbanização do Infante, para deste modo “blindar” judicialmente o projecto e favorecer os seus comparsas da altura, Joe Berardo e Horácio Roque, e assim aumentar os índices de construção do novo Savoy, para valores noviorquinos. E ainda não contentes com a dimensão do “crime”, obrigaram a autarquia a ficar com um “abica burros” de acácias e silvado, no Pico das Romeiras, em troca de mais volumetria neste gigantesco “bidé”.Se Portugal fosse um Estado de Direito, com um Ministério Público activo e eficaz, o actual Presidente do Governo não estaria na Quinta Vigia, mas sim na Cancela.Mas como a “roda manhosa” gira sempre para o lado dos GRANDES INTERESSES, o actual Presidente da Câmara, Paulo Cafofo, que tinha a faca e o queijo na mão para negociar e defender os interesses da Cidade e dos seus munícipes, optou por entregar o “ouro ao bandido”, sem mais conversas.Se já com o gigantesco “Funchal Centrum”, a cidade perdeu o seu comércio tradicional e entrou em lenta agonia fantasmagórica, arrastando centenas de pessoas para o desemprego, com o novo Savoy, além do desemprego e do “abcesso” na paisagem, eu pergunto: quem será o “louco” que irá reabilitar prédios no Centro da cidade, sabendo que terá a concorrência feroz deste verdadeiro “buraco negro” turístico?Miguel Albuquerque e Paulo Cafofo que respondam… (VER)


Alberto João contra «directora» que não gostava de partidos




Fotos do Correio da Manhã

 Colaboração Institucional
 Liliana Rodrigues deslumbrada com o seu lugar no Parlamento Europeu

Sérgio Marques o"sem malícia" dá a sua opinião sobre os atentados na  Bélgica


O deputado José Manuel Coelho, cumprimenta o camarada António Costa na ALRAM


segunda-feira, 21 de março de 2016

«Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir».





Falta de medicamentos para doentes crónicos preocupa o PTP

PTP denuncia responsáveis pela “vergonha” na Saúde

Não só para “alertar em nome dos doentes que esperam e desesperam por medicamentos”, José Manuel Coelho foi hoje junto ao Hospital Dr. Nélio Mendonça também para expor a “vergonha” e responsabilizar os “ladrões do regime jardinista” pelo dinheiro “roubado” que condena os madeirenses, “quando adoecem, a uma morte certa e prematura”.


Impiedoso nas acusações, o líder regional do PTP desafiou os madeirenses a “abrir os olhos” o quanto antes, sob pena de morrerem à espera das consultas. Lembra que muitos “esperam anos para serem atendidos”, só que “entretanto as doenças progridem e vão matando os nossos doentes”, aponta. “Se não tiverem dinheiro para irem ao privado morrem à espera”, concluiu.

Contestou também o argumento de que não há dinheiro, quando afinal “há dinheiro para pagar viagens caríssimas” para o presidente do Governo “ir vender a Região” à América e Canadá e à Austrália “com o nosso dinheiro”. Dinheiro que diz estar a ser usado “para ajudar os compadres do regime”, voltando a apontar o dedo acusador aos Sousas, que exploram três portos de mar “e não pagam um cêntimo à Região”, repudiou.  (dnoticias.pt)


Desinformação

As escolhas políticas do Padre Martins Júnior, deram origem a um dos casos mais emblemáticos e controversos da história política da Madeira. Em que um padre foi perseguido e suspenso do sacerdócio por ter sido candidato e eleito deputado da UDP na Assembleia Legislativa da Madeira. Quem não se recorda, da célebre ocupação da igreja da Ribeira Seca pela polícia durante 18 dias e 18 noites, em 1985? O golpe levado a cabo pelo bispo D. Teodoro de Faria e o PSD, com o intento de retirar a paróquia ao Padre Martins e acabar com a influência das forças de esquerda no Concelho de Machico, deu origem a um longo e inédito braço de ferro, entre a população da Ribeira Seca e as forças policias, que não acataram os ditames do Bispo - ficando a favor do Padre Martins Júnior.Apesar do caso ter sido algo inédito em Portugal, e bastante escandaloso para a época, os órgãos de informação regional trataram de censurar o assunto e se não fosse pela imprensa nacional, o caso era desconhecido dos madeirenses. Até na altura, foi lançado um panfleto por parte da paróquia da Ribeira Seca que dizia assim: “Continente informado, Madeira desinformada”. Pois bem, passados tantos anos julgaríamos que este hábito de censurar as forças de esquerda anti-regime estivessem ultrapassadas, mas infelizmente a desinformação persiste. Vejamos só a cobertura dada pelos principais órgãos de informação da Madeira, quando o deputado do PTP, José Manuel Coelho retirou a roupa e entregou-a ao Presidente do Parlamento em protesto às tentativas de silenciamento por parte do poder político e judicial - nunca mencionam o porquê do protesto e ainda tiveram o desplante de retratar o caso como algo do foro pessoal, sem contornos políticos. Se não fosse pelas televisões nacionais, ninguém saberia que o deputado do PTP, pelo exercício das suas funções, por defender aqueles que o elegeram, está condenado a pagar 106.977,99 € a uma pessoa que cometeu talvez a maior burla da justiça portuguesa, uma pessoa que desgraçou a vida a milhares de cidadãos, que estima-se ter roubado mais de 2 milhões de euros por via de penhoras que nunca entregou aos exequendos. É caso para dizer, que velhos hábitos nunca morrem. Mesmo os maus.(Artigo Tribuna da Madeira)

Video na parte final fala nas denúncias de José Manuel Coelho acerca dos gastos sumptuosos de Ventura Garcês e um assessor de 26 mil €em viagens à Austrália e do regabofe do Jornal da Madeira  cujo valor ultrapassa já os 50 milhões de €

domingo, 20 de março de 2016

A fotografia que está a dividir o Brasil

Representam as classes sociais no Brasil:Burguesia endinheirada e o povão

Captada no domingo, quando mais de um milhão de brasileiros protesteram nas ruas contra o governo de Dilma Rousseff, a imagem viral mostra um casal com as filhas pequenas num carrinho, empurrado por uma "babá" com a farda branca que tanta polémica tem gerado no país

De t-shirt com as cores do Brasil, Claudio Pracownik, diretor financeiro do clube de futebol do Flamengo, e a mulher foram fotografados a caminho da manifestação, em Ipanema. Uns passos atrás, a empregada, negra e vestida de branco, como é comum ver-se nos locais frequentados pelos mais abastados em cidades como Rio de Janeiro ou São Paulo, a empurrar o carrinho com as duas filhas do casal.
Partilhada no Facebook, a imagem tornou-se rapidamente viral e divide, até agora, as opiniões, entre os que vêem nela retrato da desigualdade social no Brasil e um exemplo da "escravatura" moderna e os que não vêem mais do que um casal acompanhado por uma mulher com um trabalho digno e remunerado, quando tantos brasileiros estão desempregados.
Este é, aliás, o argumento do próprio protagoniosta da foto, que reagiu à sua publicação ainda no domingo. "A babá da foto só trabalha aos finais de semana e recebe a mais por isso. Na manifestação, ela está a usar a sua roupa de trabalho e a ganhar o com dignidade o seu dinheiro", sublinha Pracownik.
"Não a trato como vítima, nem como se fosse da minha família. Trato-a com respeito e ofereço a dignidade a que qualquer trabalhador faz jus", acrescenta.