terça-feira, 10 de março de 2026
segunda-feira, 9 de março de 2026
A questão da má escolha e preparação dos quadros autárquicos vai dar cabo do partido CHEGA na Madeira
Em vez de se reunirem previamente para analisarem a Órdem de Trabalhos para poderem a falar a uma só voz. Cada um vota e age como lhe dá na cabeça e depois dá nisto ficam divididos contra si mesmos.
Já dizia o Cristo de Nazaré no seu célebre Sermão da Montanha:
«Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá» Mat.12:25.
O partido CHEGA está condenado a desaparecer. Anda infestado de oportunistas que são rejeitados pelos outros partidos por serem vira-latas oportunistas e tontos e agora ao chegarem a ser eleitos não dão uma para a caixa. São desunidos covardes e desleais uns para os outros. Apenas se servem do partido CHEGA para serem eleitos e agarrarem tacho para depois passarem a independentes. Os pardalões roem a corda ao partido pelo qual foram eleitos.
Helena Freitas e Fábio Costa (à esquerda) perderam a confiança de José Carlos Gonçalves.A opção de José Carlos Gonçalves expõe uma clara divisão interna no executivo e poderá trazer dificuldades acrescidas à gestão camarária, sobretudo no que respeita às deliberações tomadas em reunião de câmara.
Recorde-se que o Chega tem três vereadores contra dois do PSD. Nesta fase, porém, José Carlos Gonçalves poderá ficar politicamente isolado no executivo municipal.»
José Carlos Gonçalves rodeado destes dois falsos não tem condicões para continuar a dirigir a CMSV. É um presidente nado mort,o ao lado destes dois pardalões. Além de vilhões e falsos eles são tontos!
O impasse teve origem na última reunião camarária, onde uma proposta relacionada com a empresa municipal Naturnorte e com o processo das grutas de São Vicente acabou rejeitada. A iniciativa da presidência foi chumbada com os votos contra dos dois vereadores do PSD e do próprio vereador do Chega, Fábio Costa, expondo uma divisão inédita dentro da maioria.
Após essa votação foi convocada uma reunião de emergência que juntou o executivo e responsáveis nomeados da autarquia para analisar a situação política criada. A única ausência foi a da vice-presidente Helena Freitas, que se encontrava de férias. Ainda assim, segundo foi possível apurar, a vice-presidente terá deixado lavrada uma declaração de voto onde indicava que também votaria contra a proposta apresentada pelo presidente caso tivesse participado na reunião. Na sessão camarária acabou por ser substituída por Cátia Capontes, que votou favoravelmente a proposta.
Entretanto, numa nova reunião realizada hoje com os vereadores, descrita por fontes próximas como particularmente tensa, José Carlos Gonçalves terá mesmo solicitado a renúncia dos dois vereadores ao cargo. O pedido, contudo, foi recusado por Helena Freitas e Fábio Costa, que decidiram manter o mandato para o qual foram eleitos.
Perante essa recusa, o presidente da Câmara avançou com a retirada dos pelouros que estavam atribuídos aos dois vereadores. A decisão é interpretada nos bastidores da política local como consequência directa da quebra de confiança política dentro do executivo.
Apesar de ficarem sem responsabilidades executivas nas áreas que tutelavam, Helena Freitas e Fábio Costa mantêm o estatuto de vereadores e continuam a integrar o executivo municipal, participando nas reuniões e votações da Câmara.
O episódio aprofunda a fractura dentro do executivo liderado pelo Chega e abre uma nova fase de instabilidade política no município de São Vicente, numa altura em que o processo das grutas e da empresa Naturnorte continua a marcar a agenda política do concelho.»
https://www.dnoticias.pt/2026/3/9/484091-vereadores-do-chega-ficam-sem-pelouros/
O ex- banco dos ladrões do PPDê da Madeira vira emprendimento imobiliário para o pato Bravo da SOCICORREIA o tal dos edificios pretos
Os miras foram as principais vítimas deste banco. Muitos perderam no BANIF todas as suas economias. No entanto não desistem de dar cada vez mais votos ao PSD que os burlou através da gestão fraudolenta do banco. Pobre povo! A ignorância deles roça o absurdo.
A falta de liberdades democráticas e a punição da liberdade de expressão pelos tribunais fascistas leva a que se recorra cada vez mais ao anonimato
Agora são os polícias que estão descontentes. querem mais poder para multar e espancar os detidos tal como faziam antigamente. Querem mais liberdade para reprimir e mais efectivos para terem cada vez menos trabalho.
Os sindicatos deles são todos do Partido fascista CHEGA. Se o novo presidente da República não proceder à extinção de PSP tal como se fez com o SEF, dentro de pouco tempo vamos ter um problema sério de segurança aqui na nossa Região Autónoma da Madeira.
domingo, 8 de março de 2026
Assalto ao Banco de Portugal por Herminio Palma Inácio, em 1967
Assalto ao Banco de Portugal por Palma Inácio
No assalto ao Banco de Portugal da Figueira da Foz desapareceram quase 30 mil contos. Uma fortuna, que serviu, em parte, para financiar a luta da LUAR, uma organização revolucionária que de pretendia o fim do regime do Estado Novo.
Em 1991 a RTP juntou os funcionários do Banco de Portugal da Figueira da Foz, com Palma Inácio, o líder do grupo que assaltou a instituição, em 1967, com o objetivo de financiar a Liga da União e Ação Revolucionária (LUAR). Foi um encontro que juntou várias perspetivas sobre o mesmo acontecimento.
O assalto aconteceu a meio da tarde do dia 17 de março, e o grupo escapou num carro que os levou até ao aeródromo de Cernache, onde voaram numa avioneta até ao Algarve. Dali seguiram para Espanha e França de automóvel.
Parte dos 30 mil contos (cerca de 149 mil euros) foram devolvidos à PIDE poucos meses depois, mas o resto do dinheiro continuou a financiar a atividade da LUAR na sua luta contra o regime. Em 1968, num outro golpe em Bragança, Palma Inácio seria preso, encontrando-se no Forte de Caxias quando se deu a revolução do 25 de Abril de 1974.
Antigos redactores do jornal satírico "O Garajau" estiveram reunidos ontem para comemorar as lutas antigas em prol da Democracia na Madeira contra o despotismo do Alberto João Jardim.(um fascista do velho regime)













