sexta-feira, 13 de março de 2026

Cristina Gonçalves directora da defesa do consumidor ( Meia-saca concede-lhe uma grande entrevista)

 A ilustre senhora ganha uma pipa de massa para gerir um caríssimo gabinete com vários entachados do PSD, que nada fazem em prol do consumidor. Deste os jovens porteiros que estão na porta de entrada, aos juristas que trabalham no primeiro andar são autênticas nulidades que apenas consomem dinheiro dos nossos impostos.    Estão instalados na rua do Esmeraldo na cidade do Funchal. Quando algum cidadão se vai queixar de um mau funcionamento de alguma repartição ou serviço do governo, é sempre bem atendido por um jurista de serviço, ou pela própria directora.  Depois o cidadão nunca mais é contactado para saber o resultado da sua queixa e o tratamento ou encaminhamento que lhe foi dado. 

 Concluindo é mais um organismo inútil que apenas consome dinheiro dos contribuintes e apenas serve para dar um chorudo empregozinho a meninas e meninos laranjinhas com o cartão partidário do PSD.





"Padre das esmolinhas" no primeiro congresso do Direito Regional dos advogados na Madeira

 

(2)Padre Ricardo diector do Diário de Notícias do Funchal; (1) Juiz desembargador pró-regime Paulo Pereira de Gouveia preside à secção do Tribunal de contas no Funchal. Já foi presidente do tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal. é um grande amigo do Jaime Ramos.
Padre Ricardo usa da palavra

quarta-feira, 11 de março de 2026

A fama de José Carlos Gonçalves já é noticia no CORREIO da MANHÃ

 


Os PPDês estão a promover a traidora Helena Freitas no jornal "Madeira Opina" para derrotar o José Carlos Gonçalves do partido CHEGA

 


Helena de São Vicente é um submarino do PSD para deitar abaixo o partido CHEGA na CMSV.


«N

o grande romance O Monte dos Vendavais, as personagens vivem presas a paixões, rivalidades e jogos de poder que se prolongam no tempo até que, inevitavelmente, a história encontra a sua heroína. Se alguém quisesse escrever uma versão política local, quase cinematográfica, poderíamos imaginar um título semelhante: A Ilha do Chega em São Vicente. E, nesse enredo, há uma figura que acabará inevitavelmente por ganhar relevo: Helena.

 No xadrez político que se desenhou, Zé Carlos tomou uma decisão estratégica clara: retirar poderes políticos diretos a Helena e ao seu escudeiro Fábio. Em contrapartida, optou por nomear um conjunto de chefes de divisão e reforçar a dimensão técnica da máquina administrativa. À primeira vista, pode parecer uma solução inteligente, diluir responsabilidades, distribuir decisões e proteger-se politicamente.

 Mas a política municipal raramente funciona de forma tão simples.

 Quando os poderes ficam formalmente concentrados numa estrutura técnica, na prática continuam a convergir para quem lidera. A pressão, as decisões difíceis, os conflitos internos e externos acabam sempre por regressar ao mesmo ponto: ao presidente e ao centro do poder político.

 Zé Carlos é, reconhecidamente, um excelente vendedor de seguros. É um homem habituado ao mundo das vendas, da negociação e da persuasão. Esse perfil pode funcionar muito bem numa primeira fase, especialmente quando se trata de gerir relações e construir consensos.

 Contudo, governar uma autarquia é uma maratona, não um sprint. Durante um ou dois anos, é possível suportar a pressão constante que vem de todos os lados, da oposição, da administração, da população e das inevitáveis crises locais. Mas manter durante muito tempo todos os focos de tensão concentrados numa só liderança pode tornar-se um teste psicológico e político difícil de sustentar.

 É precisamente aí que a história política pode dar a sua volta.

 Tal como nas grandes narrativas clássicas, quando o protagonista começa a vacilar, surge a figura que estava à espera do seu momento. E nesse enredo, Helena pode muito bem assumir esse papel.

 Helena reúne características que, no tempo certo, podem transformá-la numa figura de liderança forte. Experiência local, conhecimento das pessoas e capacidade de se afirmar num contexto político exigente.

 Não seria absurdo imaginar, num futuro não muito distante, um cenário em que Helena reunisse as condições para se tornar a primeira mulher presidente da Câmara Municipal de São Vicente.

 A política local tem muitas surpresas. E, por vezes, as verdadeiras protagonistas entram em cena quando menos se espera.

Força, Helena.»

https://www.madeiraopina.com/2026/03/helena-de-sao-vicente.html