sexta-feira, 24 de abril de 2026

Resolvido o mistério do desaparecimento de Catarina Castro da SEDES Madeira

 Uma P*** fina sem dúvida!



«Um palminho de cara muitas insinuações, lábia aos montes com acento do retângulo e uns parolos a ver arder uns bons milhões. Bem feito!
A história é destaque numa publicação semanal continental.
Ladrão que rouba a ladrão tem um século de perdão.» 

Antes de comentar precisava de ler a notícia, e só agora o pude fazer. Fui daqueles que notaram o súbito desaparecimento da Catarina Castro da Madeira, quando estava tão bem lançada com o poder, naqueles tempos amiga de Pedro Calado, e do show off que foi a inauguração da sede da SEDES na Madeira, que como sabem é liderada a nível nacional pelo Álvaro Beleza.

Na altura escrevi para o então Correio da Madeira, agora Madeira Opina, e disse que a instituição na Madeira enfermava de falta de independência para poder analisar a verdade económica e social da Região com tamanha proximidade ao poder. Profissionalmente ligada à renegociação da dívida da Madeira e com relações próximas a políticos, a Madeira é outro local onde o conflito de interesses não se notam. Sabemos o que a casa gasta nesta Madeira, e esperava mais propaganda em vez de analise, disse que não sabia como Álvaro Beleza tinha pactuado com isto, mas eis que no seu próprio discurso e entrevistas percebi alguns fretes do mesmo e a partir daí perdi a confiança na instituição. Especulo eu, mais uma para se financiar fazendo fretes ao poder da Madeira, pensei na altura.

Mas depois das rusgas judiciais na Madeira, tempos depois, a senhora desaparece de uma hora para outra, criou suspeita com a conjuntura que se vivia, tivemos outra pausa temporal até reaparecer a comentar na TV, volta a não surpreender que fosse na SIC, que mal de finanças agarrou-se ao PSD. Até agora ninguém me sabia explicar o porquê da situação perante tanto comprometimento na Região.

Eis que sai a notícia da Sábado e agora muitas luzes se acendem... resumindo...

Com base na notícia completa da revista Sábado, a economista e comentadora da SIC está a ser investigada pelo Ministério Público e pela Polícia Judiciária por suspeitas de burla e abuso de confiança. O caso baseia-se numa queixa-crime apresentada no início de 2025 por um grupo de investidores da Madeira.

Os principais denunciantes são figuras conhecidas da sociedade madeirense, o Humberto Jardim (empresário), Sérgio Marques (ex-eurodeputado) e Sandro Freitas (fisioterapeuta). Cada um terá investido cerca de 50 mil euros. No total, as perdas individuais rondam os 48 a 49 mil euros, o que significa que o capital investido foi quase totalmente "comido" por comissões e prejuízos.

modus operandi  derivava da confiança e proximidade, a Catarina Castro apresentava-se como agente vinculada do Banco Best e insistia com os clientes para que abrissem contas geridas pela sua empresa, a Great Search. Depois solicitava as passwords de acesso às contas dos clientes para realizar as transações diretamente, o que os visados aceitaram por confiança na sua imagem pública.

A gestão terá passado para investimentos do tipo CFD (altamente especulativos), contrariando o perfil de investidor dos clientes. Este modelo gerava comissões sobre cada operação, quer desse lucro ou prejuízo. Numa das contas, as comissões a pagar eram superiores ao saldo restante na própria conta.

Sérgio Marques afirma conhecer pelo menos mais meia dúzia de lesados no continente, com perdas de maior dimensão. Existe ainda um investidor anónimo a ponderar queixa por valores "substancialmente mais significativos".

Aqui se resolve o mistério, a Catarina Castro foi excluída do Conselho Consultivo do Banco de Fomento em março e dispensada da presidência da SEDES-Madeira. O Ministro das Finanças terá tentado obter informações detalhadas sobre o caso. O Banco Best afirma que já não mantém relação com a economista desde o início de 2024 e terá avançado com a sua própria denúncia criminal devido a contradições num processo cível.

Através do seu advogado, a visada afirma desconhecer qualquer processo-crime e nega todas as acusações, classificando-as como falsas. Sublinha que nunca foi ouvida ou notificada pelas autoridades. Uma resposta que explora a verdade possível mas omite o resto.

Da minha parte fico a pensar se era uma pessoa deste calibre, que presidia ao Conselho Coordenador da SEDES na Madeira, o núcleo regional responsável por adaptar estes debates e propostas à realidade específica do arquipélago, que iria decifrar a realidade da Madeira?! Aquela que está para além dos PIBs, dos carros de alta cilindrada e uma ostentação de "antro", quando a população é esquecida.

É preciso recordar que a SEDES é ou era uma das associações cívicas mais antigas e prestigiadas de Portugal, fundada em 1970. Se por um lado é um think-tank e debate, um fórum de reflexão independente onde se discutem os grandes problemas estruturais do país (economia, justiça, saúde, educação), por outro, exerce influências políticas, elabora estudos e propostas que visam influenciar as decisões políticas e o desenvolvimento de Portugal, independentemente de partidos. Creio que se confirma e explica o porquê do poder regional acolher com tanta pompa e circunstância a SEDES. Agora que deu barraca, é mais uma instituição moribunda e controlada pelo sistema com um assalariado dependente do GR.

Tudo isto é muito triste, gente fraca e o arrastar de asa destrói uma escola de cidadania. Historicamente, a SEDES foi um espaço de liberdade antes e depois do 25 de Abril, agregando personalidades de diversos quadrantes políticos (muitos dos quais vieram a ser ministros ou presidentes). Catarina Castro pretendia um salto no Governo Regional com Pedro Calado?

E por agora, a SEDES está onde há dinheiro e não clareza na situação social do país, mantém grupos de trabalho especializados que analisam setores como a Segurança, Defesa, Inovação e Finanças.

Escolher pessoas e fretes implica poder perder a credibilidade. è um caso.

Agora a solução é regressar à Madeira, porque aqui se recicla rapidamente acusados e o povo perdoa, Albuquerque e Calado podem ensinar nessa matéria. Vamos acumulando factos e ninguém acorda para o que é a Madeira.

https://www.madeiraopina.com/2026/04/resolvido-o-misterio-do-desaparecimento.html

Os tachos e as grandes obras são sempre para os mesmos do costume

 






Os "cabrões" ganham 6 mil euros por mês e ainda querem mais dinheiro. "Vade retro Satanás" com esta canalha sanguessuga!

 
Greve dos magistrados adia leitura de sentença da Operação Babel

 A leitura da sentença do processo Babel, que deveria ocorrer esta manhã de sexta-feira, no Tribunal de Vila Nova de Gaia, foi adiada por causa da greve dos magistrados do Ministério Público (MP). Foi marcada nova data de leitura para a manhã do dia 8 de maio.

No processo Babel está em causa está a suposta viciação de normas e instrução de processos de licenciamento urbanístico em Vila Nova de Gaia em favor de promotores associados a projetos de elevada densidade e magnitude, pelo menos até 2022, estando em causa interesses imobiliários na ordem dos 300 milhões de euros, mediante a oferta e aceitação de contrapartidas de cariz pecuniário.

Patrocínio Azevedo, que esteve em prisão preventiva durante cerca de 23 meses, está acusado pelos crimes de corrupção passiva, prevaricação, participação económica em negócio, tráfico de influência, abuso de poderes, branqueamento e recebimento ou oferta indevidos de vantagem.

Tal como Patrocínio Azevedo, o empresário do ramo imobiliário Paulo Malafaia, o fundador do grupo Fortera, Elad Dror, e o advogado João Pedro Lopes, igualmente arguidos no processo, estão acusados pelos mesmos crimes.

A estes quatro arguidos juntam-se ainda a antiga diretora municipal de Urbanismo e Ambiente de Gaia Luísa Aparício e o economista Jordi Busquets, ambos acusados de corrupção e prevaricação, e mais 10 empresas.

O MP sustenta que Elad Dror e Paulo Malafaia "combinaram entre si desenvolverem projetos imobiliários na cidade de Vila Nova de Gaia, designadamente os denominados Skyline/Centro Cultural e de Congressos, Riverside e Hotel Azul", contando com o alegado favorecimento por parte do antigo vice-presidente de Gaia, que receberia em troca dinheiro e bens materiais como relógios.

Já o advogado João Pedro Lopes fazia a ponte de Paulo Malafaia e Elad Dror com Patrocínio Azevedo, defende o MP.

Durante as alegações finais, os procuradores do MP pediram penas entre os 08 a 12 anos de prisão para Patrocínio Azevedo, Paulo Malafaia, Elad Dror e João Pedro Lopes.

Para Luísa Aparício e Jordi Busquets, o MP pediu penas entre os quatro anos e seis meses de prisão e os cinco anos, suspensas na sua execução, e para as empresas penas de multas.O MP alegou que havia uma "cultura de corrupção e de impunidade" entre os arguidos, "cultura de corrupção essa" que lesa bens jurídicos de "forma intensa" e demonstra, por parte destes, um sentimento de impunidade.

A Câmara de Gaia, atualmente liderada pelo social-democrata Luís Filipe Menezes, que regressou à câmara e acabou com 12 anos de liderança socialista, desistiu de ser assistente do processo e do pedido da indemnização de 50 mil euros.

https://www.jn.pt/justica/artigo/greve-dos-magistrados-adia-leitura-de-sentenca-da-operacao-babel/18076567?utm_source=egoi&utm_medium=push&utm_term=18076567