sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Foto com história

 Rotularam Nelson Mandela e o PCP esteve a seu lado, na luta do povo da África do Sul contra o Apartheid, a discriminação racial e pela independência nacional deste grande país da África Austral!


Afinal quando é que o Pedro Calado entra no calabouço?

 


Albuquerque e artista de música pimba Vasco de Freitas (bonitinho como o sol; observem as ventas largas que ele tem!)



O cabeça de Bigorna elogia o fascista António Gil da Silva fundador do PPDê na Madeira

 O pardalão já está na terra das tabuletas mas deixou-nos um filho muito importante: O João Cunha e Silva o célebre construtor da Marina do Lugar de Baixo na Ponta do Sol

«Foi ele, António Gil Silva, o fundador do PPD na Madeira. Tinha orgulho em ser o militante número um. De ter ido, em 1974, ao Porto falar com Francisco Sá Carneiro para o deixar abrir uma estrutura regional do PPD. É a partir daí, é após integração da Frente Centrista de Luciano Castanheira, António Aragão e Alberto João Jardim, entre outros, que o PPD/M se emancipa e adquire um estatuto autónomo dentro do partido.

Mas a intervenção de António Gil Silva foi determinante na fundação e organização do que seria o partido maioritário e hegemónico da vida política madeirense nos seus primeiros 50 anos - PPD/PSD.»

https://www.dnoticias.pt/2026/8/25/503413-antonio-gil-silva/


Vejam a prosápia deste fascistóide



Personagens fascistóides do concelho do norte: São Vicente. CHEGA o partido dos bófias!

 Isto é tudo gente que não presta. São todos do 24 de Abril! Não se vê aqui um democrata.

Es
Este José António Gonçalves sempre conseguiu ser eleito nas listas do CHEGA em S. Vicente (só podia ser) naquela terrinha cheia de vilões fascistas  que não votam no SALAZAR porque não podem uma vez que o maldito Botas já o Diabo o levou!
Este Drumond não vota no Salazar porque ele está morto e enterrado em Santa Comba Dão!


Tudo tipos com cara de tasqueiros. Gente rasca que não acrescenta nada à política.






Correio da manhã ganhou a acção em tribunal que o Tony Saramago havia feito contra o jornalista Egídio Carreira

 Se fosse outro jornal que não fosse o Correio da Manhã o jornalista Egídio Carreira estaria já condenado e com o ordenado penhorado. Como a notícia foi publicada num grande e prestigiado órgão de informação português, o  Juiz Alexandre Azadinho meteu o rabo entre as pernas e não se atreveu a condenar por difamação o jornalista acusado..

Juiz dá razão à investigação do Correio da Manhã  sobre salário da filha de Miguel Albuquerque

Tribunal do Funchal rejeita ação da Atalaia contra o jornalista e a MediaLivre.

O Juízo Central Cível do Funchal julgou totalmente improcedente a ação apresentada pela Associação Atalaia Living Care contra a Medialivre, proprietária do Correio da Manhã, o jornalista Egídio Carreira e três antigos responsáveis da instituição. Em causa estava uma notícia publicada em abril de 2024 sobre o salário pago a Sara Albuquerque, filha do presidente do Governo Regional da Madeira, que não prestava afinal quaisquer serviços para a entidade. Os ordenados eram pagos por uma sociedade ligada ao empresário Tony Saramago, fundador da Atalaia Living Care.

A associação reclamava 100 mil euros à Medialivre e ao jornalista, além de uma retratação pública, e pedia ainda 50 mil euros a cada um dos três antigos responsáveis. O tribunal, contudo, concluiu que a notícia não imputava qualquer ilícito à IPSS, que não ficaram demonstrados danos concretos na sua imagem ou reputação e que a informação publicada tinha relevante interesse público, nomeadamente por envolver contratos financiados por dinheiros públicos.

Para Maria Manuel Oliveira, advogada principal da CCA Law Firm, responsável pelo processo e pelo julgamento, a preparação da defesa começou por assentar no trabalho jornalístico realizado. “Trabalhamos muito de perto com o jornalista, que tinha feito uma investigação muito detalhada, muito rigorosa, que fez sempre o contraditório com todas as partes envolvidas, que cruzou várias fontes”, começou por explicar.

A advogada considera, contudo, que o momento decisivo aconteceu em tribunal. “Mas onde vencemos mesmo o processo foi em julgamento, pois conseguimos demonstrar através das declarações prestadas por Tony Saramago – que depôs em tribunal – que havia muita coisa na sua versão que não coincidia, que nem sempre era muito objetiva. Cruzando as suas palavras, conseguimos mostrar as dinâmicas que existiam no seio da empresa, as ligações familiares e onde estava, de facto, a verdade.”

A sentença deu particular importância ao facto de a notícia distinguir a Associação Atalaia Living Care da sociedade comercial “Atalaia Living Care - Cuidados de Saúde Integrados, Lda.”, a entidade à qual era atribuído o pagamento do salário de Sara Albuquerque. Tony Saramago confirmou em tribunal que a jovem recebia uma remuneração daquela sociedade, gerida pelo seu filho, e confirmou também a existência de um contrato da associação com o Governo Regional para prestação de cuidados continuados, superior a 17 milhões de euros. (CM)



A mãe de Mahomed Atta e seus familiares em destaque aqui no blog Pravda

 



















MOHAMMED ATTA WITH FAMILY
1 of 40A young Mohammed Atta standing between his father, Mohammed el-Amir Atta and mother at what appears to be an outdoor cafe. His two older sisters are also pictured. Circa late 1970s, early 1980s








quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Khalid Sheikh Mohammed será julgado em 2028. Mas Mohammed Atta o piloto que "nunca quis pousar" esse herói nunca será julgado pelos imperialistas americanos

 

Tribunal dos EUA marca julgamento de mentor do 11 de setembro. Relembre quem é o réu

Um juiz militar marcou nesta quarta-feira (27) o julgamento de Khalid Sheikh Mohammed, considerado mentor dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, e de outros três réus. O processo começará em 5 de junho de 2028

A incrível história de Mohammed Atta o piloto que nunca quis pousar
O pai de Atta era advogado no Cairo
Quem era Mohamed Atta?
Agarrado ao testamento que Mohamed Atta deixou, o pai ainda se recusa a acreditar e coloca a possibilidade de ter sido um outro Mohamed, segundo o diário francês "Libération". O pai apresenta uma tese: o verdadeiro Atta foi raptado, os seus documentos foram destruídos e foi morto pelo verdadeiro terrorista, ligado à Mossad israelita, que pilotou o primeiro avião a chocar com as torres gémeas. "O meu filho não sabia pilotar e, além disso, detestava Bin Laden desde a explosão da embaixada do Egipto em Islamabad", garante.Nascido a 1 de Setembro de 1968, em Kafr al-Sheikh, Mohamed Atta passou a infância no Cairo, estudou arquitectura.
"Excelente aluno, passava as férias a ler romances ou publicações científicas. Não gostava dos tradicionais jogos de rapazes, como as lutas com pistolas de brincar. O seu passatempo preferido era jogar xadrez comigo", conta o pai, advogado reconhecido, chefe de uma família de classe média, que se diz crente, mas sem excessos. "Somos bons muçulmanos, mas nunca nenhum de nós pertenceu a um movimento político", afirma Mohamed al-Amir Atta.
Mohamed Atta começou por estudar arquitectura na Universidade do Cairo, ao mesmo tempo que aprendia inglês na universidade americana da capital egípcia e alemão no Instituto Goethe. O pai incentivou-o a contactar universidades na Alemanha e Suíça. "Não seria fácil ele partir. Tinha laços muito fortes com a família, especialmente com a mãe", lembra Mohamed al-Amir Atta. Ainda assim, em 1992, Mohamed Atta desembarca em Hamburgo, Alemanha, ingressando no terceiro ano de Urbanismo da universidade técnica. O professor de urbanismo Dittmar Machule lembra-se que o egípcio "falava muito bem alemão, logo à chegada" e que era "muito inteligente e aplicado".
Mohamed Atta vivia com outros estudantes estrangeiros e, em finais de 1992, começou a trabalhar como desenhador em Plankontor, departamento de urbanismo de Hamburgo. "Os desenhos eram muito precisos e muito peculiares. Ele era muito amável", recorda um dos colegas de trabalho. A única particularidade de Atta era interromper o trabalho para rezar. "Manifestava abertamente a sua religiosidade, mas de resto era muito reservado", acrescentou o colega.
A dada altura, Atta desaparece. Os professores deixam de saber dele e começa o hiato na sua biografia, até 1997.
Em 1998, reaparece em Hamburgo, com barba, manifestamente mudado, mas decidido a obter o seu diploma. "Deu-me a entender que tinha tido problemas de família e que se tinha tornado mais crente", explica o professor Dittmar Machule.
A entrega de diplomas ficou na memória de todos. Em 1999, após a apresentação de Atta, uma professora avança para ele para o felicitar pelo excelente trabalho e estende-lhe a mão. Atta recusa cumprimentá-la, explicando que os seus princípios o impedem de tocar numa mulher.
Ainda que já com o diploma nas mãos, Atta não abandonou Hamburgo. Com dois amigos — Said Bahaji, alemão de origem marroquina, e Ramzi Binalshibh, iemenita, ambos objecto de mandado de captura internacional, na sequência dos atentados de 11 de Setembro nos EUA — alugou um apartamento perto da universidade, onde ficaram até Fevereiro de 2000. Em Janeiro de 1999, o egípcio obteve autorização da associação de estudantes para formar um "grupo de trabalho islâmico", podendo usufruir de uma pequena sala de orações. Pouco depois, responsáveis universitários descobriram que um computador e um telefone tinham sido instalados na sala de preces.
Atta começou a preparar os atentados em 1999 com dois outros terroristas a bordo dos aviões desviados — Marwan al-Shehhi e Ziad Samir Jarrah —, que estudavam também em Hamburgo. Os três deram conta de terem perdido os seus passaportes, ao mesmo tempo, em finais de 1999. Os investigadores supõem que o objectivo fosse apagar do registo entradas em países suspeitos.
Segundo a revista alemã "Focus", Atta chegou a ser seguido por agentes da CIA, entre Janeiro e Maio de 2000, por ter comprado demasiados produtos químicos, que poderiam ser utilizados para fabricar explosivos, em drogarias e farmácias. Isso não impediu que o consulado americano em Berlim lhe concedesse um visto de entrada nos EUA, em Maio de 2000, onde pretendia aprender a pilotar aviões. O seu rasto aparece de novo já em Venice, Florida, onde entre Julho e Novembro ele e Marwan al-Shehhi têm aulas de pilotagem de pequenos aviões. Ambos passavam muito tempo na sala de informática, a navegar na Internet e a enviar e-mails, conta uma aluna, que os apanhou um dia a dançar de alegria, por alturas do ataque contra o navio americano "USS Cole", ao largo do Iémen.
Em Dezembro de 2000, Atta e Marwan al-Shehhi passaram por um centro de pilotagem de Miami, onde reservaram três horas num simulador de voo de um Boeing 727. O instrutor lembra-se que eles não queriam aprender as manobras de descolagem e aterragem, só queriam saber como se andava no ar e fazia curvas.
Os últimos meses de Atta permanecem um mistério. Poucas semanas antes dos atentados, passou a noite em Espanha, onde visitou um prisioneiro árabe detido por homicídio. No dia 28 de Agosto regressou aos EUA e reservou, através da Internet, um bilhete simples, em classe executiva, para o voo Boston-Los Angeles, da American Airlines, com partida às 07h59. A 7 de Setembro, é visto na Florida. A 11 de Setembro, parte de Portland a bordo de um pequeno avião que o leva até Boston. As suas duas malas de viagem não chegam a tempo ao aeroporto de Boston. O FBI encontrou-as depois dos atentados e continham cassetes de vídeo de simulação de voos, um calendário de preces e um testamento em árabe, onde se descrevia como um mártir.
(público)