sábado, 28 de fevereiro de 2026

Francisco Teixeira da Mota escreve no jornal PÚBLICO sobre os três milhões de euros que o activista Coelho foi condenado a pagar à agente de execução Maria João Marques



A justiça em acção

 No processo em que é arguida a agente de execução, já se avista a luz ao fundo do túnel. Quanto ao activista, a escuridão é total

 O caso da agente de execução Maria João Marques, que é acusada de desviar 352 mil euros de 15 processos de cobrança de dívidas, um dos maiores, mais complexos e antigos processos penais que aguardavam julgamento na comarca da Madeira sofreu um novo percalço. Isto porque a principal arguida alegou que o tribunal que tem competência para julgar a acção é o de Cascais. A juíza do Tribunal do Funchal aceitou esta perspectiva e ordenou a remessa dos autos para o continente. É mais um atraso de um processo que já leva mais de 12 anos. Os crimes correm agora risco de prescrição.” É assim que começa um esclarecedor artigo publicado, no passado domingo, no jornal Diário de Notícias Madeira, da autoria do jornalista Miguel Fernandes Luís, e que nos dá conta do notável percurso, pelos nossos tribunais, deste processo “constituído por 28 volumes, com quase dez mil páginas, além de 98 volumes apensos”. Segundo refere Miguel Fernandes Luís, o Juízo Central Criminal de  Cascais “tem um número elevado de processos cuja complexidade é considerável”, sendo que, devido ao seu escasso número de juízes e funcionários, “é manifestamente inviável dar cumprimento atempado de todos eles, havendo processos que se movimentam muito lentamente”, como consta do relatório do ano de 2024 da Comarca de Lisboa Oeste. Não sendo “o caso de Maria João Marques considerado um processo prioritário, pois não tem arguidos presos, mesmo que o Tribunal de Cascais não levante novo incidente sobre a competência territorial, possibilidade em aberto e que teria de ser resolvida pelo Tribunal da Relação de Lisboa, não se antevê para tão cedo o julgamento da antiga agente de execução. A hipótese de todos os crimes prescreverem também não deve ser descartada”. Os crimes por que responderão (?), em juízo, a agente de execução, o seu marido, uma sua funcionária e a empresa OceanFlowers, SGPS, são o de peculato, de falsidade informática e de branqueamento capitais e estão em causa 351.729,16 euros que teriam sido desviados pela agente de execução Maria João Marques no exercício da sua actividade profissional. Curiosamente (mas não surpreendentemente), enquanto este processo se arrasta pelos meandros da nossa justiça, um outro processo na Madeira foi célere: o processo cível que a referida agente de execução intentou, no Funchal, contra José Manuel Coelho (declaração de interesses: defendi José Manuel Coelho em diversos casos, tanto a nível nacional como junto do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, mas não tive qualquer intervenção neste processo que lhe moveu Maria João Marques). Um processo proposto em tribunal em 2013, que teve sentença em Junho de 2013 e que condenou o activista político José Manuel Coelho, que denunciara, publicamente, a actuação da solicitadora em causa, no seu conhecido estilo, nomeadamente referindo-a, entre outras expressões, como “uma burlona”, “uma corrupta”, “a pessoa que contratou os assassinos do sindicalista francês Christian Poucet”, “a pessoa que rouba os madeirenses” ou “a solicitadora que rouba os madeirenses”. A 2.ª Secção da Vara de Competência Mista do Funchal condenou o activista a indemnizar a solicitadora, em dez mil euros, pelos danos morais que lhe provocara, uma vez que este tribunal deu como provado que Maria João Marques era “uma pessoa sensível, educada, trabalhadora, honesta, séria, com competência e notoriedade reconhecida por todos quanto a conhecem, com ela trabalham, nomeadamente em termos profissionais por colaboradores, mandatários e exequentes”. Condenou-o, ainda, a remover da Internet todos os vídeos e textos relacionados, directa ou indirectamente, com um vídeo com o título “Coelho fecha a cadeado escritório de solicitadora burlona”, que contivessem “referências à personalidade, ao comportamento pessoal e ao desempenho profissional” da agente de execução. Com um pequeno acrescento: José Manuel Coelho teria de pagar mil euros “por cada dia de atraso na efectivação de tal remoção”. Sucede que o ex-deputado e candidato presidencial madeirense não recorreu desta decisão e não retirou da Internet tudo o que era determinado na sentença, por, segundo afirmou, ser inexequível, até porque não é o responsável exclusivo pela sua colocação. E, assim, desta forma, podemos ver a justiça a exercer-se de duas formas. No processo em que é arguida a agente de execução, já se avista a luz ao fundo do túnel: a prescrição que, de resto, invocou na contestação apresentada na Madeira. Quanto ao activista madeirense, a escuridão é total: para além de ter a sua pensão penhorada à ordem da agente de execução, já lhe devia cerca três milhões e 300 mil euros em 6 de Janeiro de 2020. Estão, assim, ambos a ser premiados pela nossa justiça em acção.
-Francisco Teixeira da Mota, advogado, escreve ao Sábado

Padre maquiavélico obriga o grande Jornalista Élvio Passos a fazer uma entrevista laudatória ao direitolas José Manuel Rodrigues

 Quando o ganha pão está em jogo é sempre melhor entrar no jogo dos corruptos , porque ser democrata e antifascista não paga as contas no fim do mês.




Élvio Passos foi obrigado a entrevistar o aliado nº1 do Luís Miguel de Sousa o monopolista dos Portos na Madeira. Se não fizesse esta laudatória entrevista claro que era logo  despedido do Diário de Notícias do Funchal.

Este é o "padre das esmolinhas" que bem podia despedir Élvio Passos se ele não fizesse a entrevista ao direitolas do regime mamadeiras.

Joana Amaral Dias denuncia o ministro da agricultura do Governo de Montenegro

 


🚨
José Manuel Fernandes, Ministro da Agricultura e Pescas
👇🏻
1️⃣
Apesar de possuir duas casas em Lisboa, e património superior a 1,4 milhões de euros, está a receber subsídio de alojamento para exercer funções governativas.
2️⃣
Apesar de estar empregado com salário de ministro, recebe subsídio de reintegração profissional europeu.
3️⃣
Chama aos dirigentes do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas “mentirosos”, “cobardes”, “radicais”, “empatas” e ainda acrescenta que “só está a pôr os nomes aos gatinhos”- isto tudo porque defende promotores e não qualidade dos projetos e o cumprimento das regras.
4️⃣
Como se não bastasse, anda por aí a zurrar jumentices como “a longevidade é maior onde se bebe tinto verde”.
🚨
Se isto não é um representante do fim do Estado de Direito, é o quê
⁉️
Digam-me o que acham.

Vítimas da guerra colonial fascista nas ex-colónias bem cantava Zeca Afonso:" o soldadinho não volta do outro lado do mar!"

 

Carne para canhão no tempo do fascismo em Portugal

A FOTOGRAFIA DESTACA O CONTRASTE entre o protocolo militar rígido (representado pelos oficiais em farda de gala e as tropas formadas ao fundo) e o luto profundamente pessoal da humilde mulher, vestida de preto e com o lenço tradicional, simbolizando o sacrifício das famílias portuguesas durante a Guerra do Ultramar nas décadas de 1960 e 1970, . Estas mulheres jovens tinham direito (além da medalha) a uma pensão de sobrevivência que perderiam caso se casassem de novo!

O sobrinho riquinho Sauda o tio riquinho na sua página do facebook

 

Bernardo Trindade
Estas duas fotografias distam 10 anos.



Nos EUA as ideias do Socialismo nunca vingaram. Porquê?

 


Os três senhores da Guerra que podem causar a destruição do Mundo tal como o conhecemos

 


Para o comentador fascista Nuno Rogeiro na SIC o Trump é um grade estadista e o Ali Khamenei é o vilão do filme. Este nuno Rogeiro é filho Clemente Rogeiro foi o último ministro da Saúde do Governo de Marcelo Caetano. Filho de fascista sai aos seus e não degenera.


Tragédia em Meio ao Conflito: Ataque atinge escola feminina no Irã e deixa dezenas de vítimas
ApósIsrael e Estados Unidos lançarem ataques contra o Irão, uma escola primária feminina na província iraniana de Hormozgan foi atingida por um míssil israelense.
O número de estudantes mortos já chegou a 51.Outras 60 alunas ficaram feridas.
Assim como eu disse no post anterior, a guerra sempre faz com que inocentes paguem o preço!