quarta-feira, 25 de março de 2026

Quem não se lembra do grande Maritimista José Vieira, grande adepto do Clube Sport Marítimo o maior das ilhas

 

  Senhor maritimista dá cabeça aos pés foram muitos bons anos á ver este senhor nós barreiros se o marítimo é o maior das ilhas foram maritimistas como este senhor que mostrou como é amar o marítimo.
  O SR. JOSÉ QUE VENDIA FRUTA NA RUA DE JOÃO TAVIRA,NOS ANOS 70 80 
 Recordo uma entrevista deste senhor à RTP-M no dia asseguir daquele célebre Farense-1 Marítimo-2 ali para 1991 talvez, com reviravolta no marcador na segunda parte, só a vitória do Farense dava acesso à taça UEFA, e só a vitória do Marítimo salvava da despromoção, ele disse muito emocionado que estava a tomar uma cerveja quando o Marítimo marca o segundo, deu um murro tão forte na mesa que a garrafa de cerveja saltou e partiu-se.

 Levava laranjas para os jogadores do hóquei do Maritimo nos jogos da Quinta Vigia. Actual Casino.- (Rui Marote)

Pobre Senhora foi morta por um filho tresloucado na Matur freguesia de Água de Pena concelho de Machico

 A senhora enfermeira São, pobre senhora que teve um fim tão trágico



Homem que matou a mãe na Madeira abriu porta de casa à vizinha coberto de sangue

João Silva, que matou a mãe, Maria Santos, só fugiu após a patrulha ter chegado à casa em Machico, Madeira.

Foi uma vizinha a primeira a dar pela falta de Maria da Conceição Santos, uma enfermeira reformada, de 64 anos, na tarde de segunda-feira, em Machico, Madeira. Bateu à porta de casa e foi o filho da vítima, João Silva, de 36, a aparecer, coberto de sangue. Aterrorizada, a conhecida da família telefonou à filha da enfermeira, que chamou a PSP.

Uma patrulha da esquadra de Machico não demorou a chegar. E os agentes, sabe o CM, ainda viram o doente esquizofrénico em casa. Só que este não abriu a porta. Em vez disso, terá escapado da residência através de uma janela nas traseiras. A PSP ainda o perseguiu, mas sem o conseguir capturar. Para trás, o homem deixou inúmeros sinais que o incriminam na prática do brutal homicídio da mãe. Maria da Conceição Santos, cujo óbito foi declarado no interior da residência, foi atingida na cabeça  por um objeto contundente. Tinha ainda muitos sinais de agressão com arma branca. Ao que o CM apurou, havia sangue em vários pontos da casa. 

O cenário do homicídio foi preservado, para que a Polícia Judiciária da Madeira iniciasse a investigação. O cadáver da enfermeira assassinada foi, depois, levado para autópsia. João Silva ainda é procurado pelos inspetores.

https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/vizinha-viu-homicida-da-mae-coberto-de-sangue

Mais uma equipa para inglês ver e esbanjar o dinheiro dos contribuintes madeirenses. Bem podem trabalhar com os juizes da Comarca da Madeira que absolvem sempre todos os ladrões do PPD desta terra

 

  Isto na nossa terra é uma maravilha, não é? Sempre que aparece um problema grosso, em vez de o resolverem, inventam uma "equipa", um "conselho" ou um "provedor". É a técnica do "maquilha que o povo esquece". A última moda agora é a tal Equipa de Prevenção da Corrupção. Olhei para a foto no jornal e até me deu uma travadinha de riso. Aquilo é o quê? Mais um filtro para o café não sair amargo?

Nós já conhecemos a peça. É o mesmo filme do Gabinete de Defesa da Paisagem... que deve defender a paisagem dos outros, porque a nossa está cravejada de betão e gruas por todo o lado. É o tal Radar dos Ventos no aeroporto, que custou uma nota preta e os aviões continuam a ir "passear" para o Porto Santo ou para as Canárias mal sopra uma brisa mais tesa. É tudo "p'ra inglês ver".

E o que dizer do Provedor do Animal? Coitado, aquilo funciona de empurrão, como os carros velhos. Ou as comissões que fiscalizam o PRR e as obras do Novo Hospital. Fiscalizam o quê? Se os milhões estão a cair direitinhos no bolso dos mesmos do costume? É que a gente vê as obras a andar, mas vê também as negociatas de ajuste direto a voar mais baixo que as cagarras à noite.

Esta nova equipa anti-corrupção vai combater a Pobreza? A culpa é sempre dos "critérios falaciosos". Se a equipa é nomeada por quem manda, acham mesmo que vão morder a mão que lhes dá o tacho? Nunca na vida! Olhem para o jornalismo e assim se faz uma pandilha do mesmo a cobrir os rabos de palha uns dos outros. Mais uma vez os outros é que não prestam.

Vamos ver quantos apanha na corrupção, ou o resultado é que não existe já à partida como as Comissões de Inquérito da Assembleia sempre com o redactor jeitoso?

O que nós temos na Madeira é uma inflação de tachos e uma deflação de vergonha. Criam-se estes órgãos para dizerem que "está tudo controlado", enquanto a malta continua a se orientar com ordenados de miséria e a ver os "intocáveis" a jogarem golfe e a rir-se da nossa cara.

É a política do "pão e circo", mas o pão está caro e o circo já perdeu a piada. Governam para a elite. Defendem a elite.

A gente vota, a gente paga e eles... eles fazem a festa, atiram os foguetes e ainda guardam as canas. Esta equipa vai ser só mais um "instantinho" de publicidade antes de cair no esquecimento.

Mais um tacho, mais um banquete, e o povo que se lixe.

terça-feira, 24 de março de 2026

Glória ao imortal Luís Inácio Lula da Silva

 

Miguel Salazar é o herói de hoje no jornal PÚBLICO. O filho ataca o hiper conservadorismo da própria mãe

 



Estes é que são os verdadeiros socialistas. Boas pessoas mas muito mamões e cheios de sinecuras e privilégios

 

Mostrou-se contra as reformas antecipadas, mas agora é ele que beneficia de uma pensão milionária antes de atingir a idade legal! Saiba quanto recebe Mário Centeno

O ex-governador do Banco de Portugal e ex-ministro das Finanças tem 59 anos de idade, e já pode parar de trabalhar. Só que não! Neste momento está na Flórida a dar aulas na Universidade de Miami, enquanto professor convidado.Mostrou-se contra as reformas antecipadas, mas agora é ele que beneficia de uma pensão milionária antes de atingir a idade legal! Saiba quanto recebe Mário Centeno
Mário Centeno está a auferir mensalmente de uma pensão paga pelo Banco de Portugal [BdP]. Muito antes de atingir a idade legal de reforma - que neste momento foi fixada nos 66 anos e 9 meses - o ex-governador do BdP não se pode queixar do valor dessa mesma pensão

Mário Centeno recebe 10 mil euros brutos por mês. O valor da pensão atribuída ao ex-governador do BdP e ex-ministro das Finanças é, segundo fonte próxima de Centeno, ligeiramente inferior ao montante da pensão a que teria direito se continuasse no BdP, no qual poderia continuar a trabalhar até aos 70 anos de idade.O valor da pensão é também inferior ao salário de 15 mil euros brutos que recebia como consultor do conselho de administração do BdP. Pode ler a notícia completa no  Entretanto, a mesma publicação dá conta que o antigo ministro das Finanças encontra-se na Flórida, nos EUA. O ex-governador está a dar aulas na Universidade de Miami, enquanto professor convidadoe foi fotografado num dos locais mais típicos para ver o pôr do sol, o The Cleat Mia, localizado em Key Biscayne, Bill Bags State Park.

segunda-feira, 23 de março de 2026

Maria Helena Costa do partido CHEGA não aceita que o filho seja homossexual

Membro da concelhia do Chega na Póvoa de Varzim arrasada pelo filho homossexual: "Fascista lunática"

Em causa revogação da lei que permite a mudança de género. A coordenadora da concelhia da Póvoa de Varzim, Sónia Vieira de Carvalho, fez-nos chegar, entretanto, um esclarecimento.

Avotação na Assembleia da República esta semana, que levou à em menores, foi o mote para Miguel Salazar voltar a deixar duras acusações à mãe, Maria Helena Costa, presidente da Associação Família Conservadora e membro (e não dirigente) da concelhia do Chega da Póvoa do Varzim, que em 2021 integrou o  - além de ser autora de vários livros sobre ideologia de género - e que, segundo o filho terá estado nas galerias do parlamento a assistir à votação.

Miguel Salazar, que já tinha acusado a mãe, numa entrevista ao portal , de o ter submetido a “terapia” por ser homossexual e de o ter, inclusivamente, agredido, partilhou um duro texto nas redes sociais onde acusa a militante do Chega de ter "diabolizado" a sua existência, descrevendo-a como uma "fascista lunática".

"Por mais que tenha vindo a ignorar a existência de quem me deu à luz - Maria Helena Costa -, percebo que o ódio que a consome não parou no momento em que me libertei de toda a violência desta fascista lunática que vive cada dia para nos atormentar, desde que descobriu que sou gay. Enquanto fui prisioneiro dos seus delírios, dos seus insultos, dos seus estalos e puxões de cabelo, das gritarias das milhentas discussões até às tantas da noite, das suas ameaças de que me bateria, me expulsaria de casa, me proibiria de me relacionar com pessoas LGBTI+ e me cortaria a internet se eu abusasse na defesa da minha dignidade, da sua menorização e diabolização da minha existência, soube que não iria parar em mim", relata Miguel.

O filho da presidente da Associação Família Conservadora da Póvoa de Varzim, recorda que tudo começou "aos 16 anos".  Ela achava que eu não tinha idade para me assumir como gay. 'Ele diz que é gay'. Eu só tinha idade para a APAV confirmar ao meu treinador que eu sofria de violência doméstica e para me pré-diagnosticarem, no Centro Gis, com ansiedade e depressão resultantes do ambiente a que a ideóloga do Chega e deputada à Assembleia Municipal da Póvoa de Varzim me submeteu."

Miguel Salazar descreve os livros da mãe como "homofóbicos e transfóbicos sem qualquer respaldo científico estão à venda em praticamente qualquer livraria" e aborda a suposta "paixão" de Maria Helena Costa por Rita Matias (deputada do Chega), que descreve como "a sua miniatura". "Nos dois dias em que se debateu a vida de pessoas trans, ali estava a Maria Helena. Sentada nas galerias da Assembleia da República, sedenta por ver materializada a sua luta pela opressão de quem nunca lhe fez mal, para fazer às pessoas LGBTI+ deste país tão mal ou pior do que o que me fez a mim. Enquanto ali estava, a deputada Rita Matias apontava para ela e para o seu gangue de fanáticos fascistas, descrevendo-os desde a tribuna como 'bons pais' e 'boas mães'."

E prossegue, recordando que chegou a pensar em acabar com a própria vida: "Para a Rita Matias, a Maria Helena Costa é uma boa mãe, mesmo ela tendo conseguido a proeza de me fazer sentir vontade de tirar a minha própria vida, só e apenas porque gosto de rapazes. Uma boa mãe que, quando eu tinha 16 anos, me disse que eu tinha uma doença mortal, que ia acabar na prostituição, que estava possuído por demónios, que ia arder no inferno, entre outras barbaridades pelas quais nunca me pediu desculpa. Mas mais importante para ela do que defender-me e proteger-me, era garantir que não arderá no inferno depois de morrer por aceitar que tem um filho gay."

Miguel admite, por outro lado, que "gostava de poder eliminar" da sua mente "a presidente da Associação Família Conservadora", cujo casamento terá acontecido "quando era bebé". "Por ser impossível, tenho vindo a ignorar sucessivamente a sua existência e a sua militância odiosa e visceralmente hipócrita, mas o País acabou de recuar graças também aos contributos diretos e indiretos da minha mãe na redação das propostas aprovadas no dia 20 de março. Agora, a vida, a segurança e os direitos humanos das pessoas trans, a quem devo a minha vida, estarão em risco."

Esclarecimento

SÁBADO recebeu, entretanto, um esclarecimento, assinado por Sónia Vieira de Carvalho, Coordenadora do Chega da Concelhia da Póvoa de Varzim, a explicar que "Maria Helena Costa não é dirigente da concelhia da Póvoa de Varzim, mas sim apenas membro da mesma".

Acrescenta ainda que "Miguel Salazar é membro da concelhia do PS da Póvoa de Varzim" e que "os factos invocados pelo filho de Maria Helena Costa serão, inclusive, anteriores à própria formação do partido Chega, o que torna ainda mais incompreensível a associação". "Tal enquadramento não corresponde à realidade e configura uma ligação forçada e descontextualizada."

Mais explica que se "trata, na essência, de uma situação de natureza pessoal e familiar, que deveria ser tratada no foro privado e não exposta publicamente com enquadramentos políticos indevidos. A tentativa de imputar a um partido responsabilidades por vivências familiares individuais revela uma interpretação abusiva e desproporcionada."

"Importa ainda referir que dentro de qualquer partido existem inúmeras realidades familiares diversas, incluindo pessoas com filhos homossexuais, sem que tal tenha qualquer relação com a sua posição política ou com a estrutura partidária. Misturar estes planos é não só incorreto como intelectualmente desonesto", conclui a Coordenadora da Concelhia da Póvoa de Varzim.

https://www.ssta-lunaticaabado.pt/portugal/detalhe/dirigente-da-concelhia-do-chega-na-povoa-de-varzim-arrasada-pelo-filho-homossexual-faci


Miguel Salazar

«Este retrocesso civilizacional assusta, estes disparates sem fundamento movidos por ódios e causas pessoais e distrações convenientes que andam por aí, nao podem acontecer! Não ataquem a liberdade de cada um. Informem-se! Deixo um dos testemunhos mais impactantes que já li de quem viveu na pele, a violência, o ódio e a ignorância de que está por trás deste retrocesso. Só de o ler arrepia qualquer pessoa, qualquer boa mãe. Miguel Salazar para ti o meu respeito e admiração pela tua coragem de contar em público a tua dura história.
Miguel Salazar é filho de Maria Helena Costa, ideóloga do Ch., evangélica e uma das responsáveis pela redação da legislação sobre identidade de género aprovada na AR.
"Isto tornou-se pessoal. Outra vez. Por mais que tenha vindo a ignorar a existência de quem me deu à luz - Maria Helena Costa -, percebo que o ódio que a consome não parou no momento em que me libertei de toda a violência desta fascista lunática que vive cada dia para nos atormentar, desde que descobriu que sou gay. Enqunto fui prisioneiro dos seus delírios, dos seus insultos, dos seus estalos e puxões de cabelo, das gritarias das milhentas discussões até às tantas da noite, das suas ameaças de que me bateria, me expulsaria de casa, me proibiria de me relacionar com pessoas LGBTI+ e me cortaria a internet se eu abusasse na defesa da minha dignidade, da sua menorização e diabolização da minha existência, soube que não iria parar em mim.
Tudo isto começou com 16 anos. Até lá, ignorava os meus pedidos para me fazer companhia, bem como os avisos de amigos e amigas próximas da família que a avisavam de que estava a negligenciar a atenção que devia dar-me por ficar dias inteiros seguidos a escrever e a publicar livros sobre o porquê de todas as religiões, menos a dela, estarem erradas.
Ela achava que eu não tinha idade para me assumir como gay. "Ele diz que é gay". Eu só tinha idade para a APAV confirmar ao meu treinador que eu sofria de violência doméstica e para me pré-diagnosticarem, no Centro Gis, com ansiedade e depressão resultantes do ambiente a que a ideóloga do Chega e deputada à Assembleia Municipal da Póvoa de Varzim me submeteu."
Os seus livros homofóbicos e transfóbicos sem qualquer respaldo científico estão à venda em praticamente qualquer livraria, as suas palestras espalhadas por toda a internet, tem palco no Observador para nos desumanizar em cada artigo que escreve, não esconde a sua paixão e a sua relação próxima com Rita Matias - a sua miniatura -, é elogiada por André Ventura em Congressos, tem um dos seus livros prefaciado por Paulo Otero, uma indicação do Chega para o Tribunal Constitucional (que comparou o casamento entre pessoas do mesmo sexo a relações sexuais entre humanos e animais) e, nos dois dias em que se debateu a vida de pessoas trans, ali estava a Maria Helena. Sentada nas galerias da Assembleia da República, sedenta por ver materializada a sua luta pela opressão de quem nunca lhe fez mal, para fazer às pessoas LGBTI+ deste país tão mal ou pior do que o que me fez a mim.(...)
Enquanto ali estava, a deputada Rita Matias apontava para ela e para o seu gangue de fanáticos fascistas, descrevendo-os desde a tribuna como "bons pais" e "boas mães".
Para a Rita Matias, a Maria Helena Costa é uma boa mãe, mesmo ela tendo conseguido a proeza de me fazer sentir vontade de tirar a minha própria vida, só e apenas porque gosto de rapazes. Uma boa mãe que, quando eu tinha 16 anos, me disse que eu tinha uma doença mortal, que ia acabar na prostituição, que estava possuído por demónios, que ia arder no inferno, entre outras barbaridades pelas quais nunca me pediu desculpa. Mas mais importante para ela do que defender-me e proteger-me, era garantir que não arderá no inferno depois de morrer por aceitar que tem um filho gay.
Quando eu andava na primária, foi traída pelo meu pai - candidato pelo Chega, nas últimas eleições autárquicas, na lista por Argivai -, que escondia o adultério dizendo que ia para o monte orar a Deus, à noite. Lembro-me perfeitamente de ter cerca de seis anos e de o ver a preparar-se para ir dormir na sala, já depois de tudo ter sido descoberto, e de lhe ter ido perguntar se ele ainda amava a minha mãe, a pedido dela. A resposta foi que não, só se fossem amigos, mas isso ela não queria.(...)
Em suma, não tinha idade para saber que gosto de rapazes, mas tinha idade para ser terapeuta de um casal falhado. Hoje, fingem-se felizes, depois de terem deitado para baixo do tapete uma traição que deitou a autoestima dela ao chão e afetou o meu desempenho escolar, e de terem transformado a minha homossexualidade na maior monstruosidade que alguma vez pisou aquela casa.(...)
"Não se brinca com a vida das pessoas trans. Cada vida trans que vier a ser perdida no decorrer desta legislação medieval será sangue derramado.»