Os políticos da Madeira promovem o culto aos idolos e imagens de barro para angariarem votos.
O obscurantismo da idolatria é promovido por todos eles. É meio caminho andado para segurarem os seus tachos.
No dia de Nossa Senhora do Monte os politicos dos maiores partidos vão à procissão e à missa para caçarem os votos dos fiéis católicos.
Graças ao poder religioso e obsurantista existente na ilha da Madeira, o PPDê governa de pedra e cal a Região Autónoma há 50 anos e assim vai continuar.
O Culto e veneração de Imagens de escultura é condenado pela Bíblia e pelo próprio Apóstolo S. Paulo o fundador da igreja cristã.
Numa pregação na cidade de Atenas disse claramente:
²⁹ "Sendo nós, pois, geração de Deus, não havemos de cuidar que a Divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens." Atos 17:29.
Adorar e prestar culto à imagem de nossa Senhora do Monte é idolatria grosseira e uma desobediência clara ao 1º e 2º mandamentos da lei de Deus tal com vem Na Biíblia no livro do Êxodo:
³ Não terás outros deuses diante de mim.
⁴ Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
⁵ Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.
⁶ E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.
Êxodo 20:3-6
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Albuquerque pode fazer os "negócios" que puder com Pedro Calado que não vão presos por causa da benção e proteção de Nossa Senhora do Monte que está com ele.
Quem o garante é o grande cónego madeirense Marcos Gonçalves.
Na Capela dos Lamaceiros, a rainha é Nossa Senhora do Monte.
Acredita nisso mesmo o nosso "arroz de lapas" e seu respectivo filhote.
Olhem os ratos de sacristia do JPP também não arredam pé do culto à mariolatria (o culto a Maria).
Isso traz muitos votos para eles do povo católico madeirense.
O cónego Marcos Gonçalves tranquiliza Élvio de Sousa do JPP:
"Nossa Senhora vai te ajudar e tu vais angariar ainda mais votos do que aqueles que já tiveste"- lá lhe assegurou o pardalão.
«Faz hoje, 13 de Agosto, um século desde o nascimento de Fidel Castro. Em
Cuba e um pouco por todo o mundo são várias as iniciativas que
assinalam a data e, sobretudo, o legado revolucionário, internacionalista
e solidário do principal dirigente da Revolução Cubana, revolução essa
que resiste corajosamente em condições particularmente adversas. E
que continua a apontar-nos o caminho do progresso e da justiça social.
Falar de Fidel Castro é falar de
uma das mais marcantes
personalidades do século XX, de
um revolucionário que liderou a
revolução socialista “dos humildes,
pelos humildes e para os humildes” a
poucos quilómetros da maior
potência imperialista do mundo, os
EUA. É falar de um estadista que
dirigiu um país que foi capaz de
eliminar injustiças sociais, raciais e
sexuais fortemente enraizadas,
garantir a todos amplos direitos políticos, económicos, sociais e
culturais e provar que “sim, é
possível!” construir uma sociedade
centrada na satisfação das
necessidades humanas.
Falar de Fidel Castro é falar de um
internacionalista, que colocou os
recursos do seu pequeno país ao
serviço da luta de outros povos pela
liberdade, a independência e o direito
ao desenvolvimento – do Vietname à
Argélia, de Angola à Namíbia, da África
do Sul à Venezuela, da Nicarágua ao
Brasil. É falar de uma voz incansável
na denúncia da guerra, da
globalização capitalista, da exploração
de países e povos por um punhado de
grandes potências, das relações
económicas desiguais e do seu rasto
de miséria e atraso. É falar de um
abnegado combatente pela necessária
unidade anti-imperialista.»
O livro foi escrito por João Lizardo, advogado de Leonel Nunes.
Nunes foi despedido do Hotel Reids em 1976 por se ter ausentado do trabalho para participar num curso sobre sindicalismo na ex- Checoslováquia.
Um país de Leste no tempo da antiga União Soviética. Dez anos depois (1986) Leonel Nunes ganhou o processo no Tribunal. Mas só foi reintegrado dez anos depois em 1996.
O "Meia-Saca" do JM hoje faz grande manchete com a juiza Teresa de Sousa.
O "Meia-Saca" do JM hoje faz grande manchete com a juiza Teresa de Sousa.
Aqui na Madeira os juizes dão sentenças pesadas pelo crime de difamação. Quem disser mal dos caciques do PSDê está tramado. Basta eles não gostarem de qualquer critica feita em espaco público ou através dos órgãos de Comunicação Social, colocam processo em tribunal por difamação contra o cidadão que se atreveu a criticar ou colocar a boca no trombone.
Se o processo chegar à mão deles, o cidadão crítico está tramado. É logo condenado a pagar indemnizações muito elevadas e se não o fizer é penhorado nos seus bens ou activos. Teresa de Sousa é uma juiza muito perigosa para os democratas ou qualquer cidadão que se atreva a colocar a dizer que "o rei vai nu!"
Isto consegue ser pior que aqueles juízes dos tribunais plenários do tempo do Salazar! Como Juiza presidente ganha uma pipa de massa: 7 mil euros por mês. É inimputável e inamovível no seu lugar. Só sai da Comarca da Madeira quando quiser. -Já cá anda há 19 anos tempo de mais- Tem um estatuto elevado por ser titular de um Órgão de Soberania!)
Sempre que aparece um deputado sério que deseja combater a corrupção e logo alvo de críticas injustas e notícias falsas e maldosas com o objectivo de lhe destruir a imagem e a reputação perante a opinião pública.
Roberto Ferreira publicou hoje estas mentiras grosseiras e maldosas disfarçadas de noticias para desacredirar a imagem do grande deputado madeirense anti corrupção Francisco Gomes.
Luís Amado integrou os governos de José Sócrates como Ministro da Defesa Nacional (2005–2006) e Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros (2006–2011), desempenhando um papel central na diplomacia portuguesa e na presidência europeia de 2007
Luís Amado foi quem meteu o Roberto Ferreira no Diário de Notícias do Funchal
«O Jornalista com o estatuto de equiparado, Roberto Ferreira é o vice-director do Diário de Notícias do Funchal onde ganha uma pipa de massa (4 mil €/mês) para manipular a informação a favor do grupo Sousa e ao serviço do PS Madeira, onde é financiado pelo Miguel Gouveia da CMF, afim de assegura-lhe a vitória nas próximas autárquicas e num futuro próximo a vitória de Paulo Cafofo para a presidência do Governo Regional da Madeira.
O SOUSA dos portos apoia este projecto uma vez que já tem a garantia de Paulo Cafôfo e do próprio PS Madeira, que os seus interesses empresariais nunca serão beliscados.
Onde andava Roberto Ferreira, enquanto os "desaparecidos em combate" tentavam apear do poder o corrupto regime jardinista que sob a orientação do Bokassa AJJ, sequestrou a democracia no arquipélago da Madeira durante 42 anos?
Andava em assessor de imprensa do gabinete do Luís Amado, ex-ministro dos negócios estrangeiros do governo corrupto de José Sócrates.
Este sr. Luís Amado que trouxe para a CPLP o ditador africano Teodoro Obiang da Guiné Equatorial, levando-o a lavar dinheiro roubado ao seu povo no BANIF onde ao lado dos PSDês mais corruptos deram cabo desse banco, lesando centenas de compatriotas a maioria deles emigrantes na nossa diáspora?
Roberto Ferreira deveria ter vergonha na cara e deveria de entregar a sua carteira de jornalista equiparado, uma vez que além de não ser jornalista é apenas um assessor e comissário político da LPM, empresa de assessoria que trabalha para Cafôfo, Miguel Gouveia e o PS local.
Um comissário político não pode ser jornalista, é apenas um infiltrado para usar o jornalismo afim de fabricar notícias, que são pura propaganda, ao serviço dos interesses do grupo Sousa e de um partido político, nada mais.
Agora que dizer da sabotagem e boicote informativo que o padre Oliveira e seu grupo de jornalistas vendidos, ao regime albuquerquista»--
TJ afasta juiz que bebeu e
fumou durante audiência
«O ministro Mauro Campbell
Marques, corregedor nacional de Justiça, marcou para o
dia 18 o julgamento do juiz
Milton Lívio Lemos Salles,
do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Salles foi flagrado, anteontem, durante audiência online, bebendo uma
garrafa de vinho do gargalo e
acendendo um cigarro com
um maçarico. Ele já havia sido suspenso das atividades
pelo tribunal mineiro.
Campbell disse que o juiz
está “privado do domínio de
si e das faculdades exigidas
para o desempenho do encargo”. O caso seria julgado hoje
no Órgão Especial do TJMG, mas a decisão foi adiantada depois que Salles divulgou vídeo em que afirma que
o Tribunal estadual, o Superior Tribunal de Justiça
(STJ), o Supremo Tribunal
Federal (STF) e o ministro
Alexandre de Moraes “são todos corruptos”. O Estadão
procurou Moraes e as Cortes, mas não houve resposta.
“Sei de corrupção do Nelson Missias, do Gilson Lemos, do Luiz Carlos, do Vicente, da compra de mais de 170
Corollas híbridos. Vocês me
dão vergonha”, afirmou, citando colegas do TJ-MG. Vicente de Oliveira Silva é presidente do TJ de Minas. Gilson Lemos e Nelson Missias são expresidentes. Luiz Carlos Corrêa Júnior foi corregedor-geral. Procurados, os magistrados não se manifestaram.» -Estado de S. Paulo
Texto da notícia do jornalista Miguel Fernandes Luís:
"O megaprocesso que envolve a ex-agente de execução Maria JoãoMarques, acusada de desviar 352 mil euros em 15 processos de cobrança de dívidas, vai mesmo ser julgado no tribunal do Funchal (Edifício 2000). Assim o decidiu em 20 de Julho passado o Tribunal da Relação de Lisboa, que foi chamado a resolver uma teima entre os tribunais do Funchal e de Cascais, cada um a empurrar para o outro o julgamento do caso.
O processo, com mais de 12 anos, é dos mais complexos e antigos que aguardam julgamento na Madeira e junta, além de Maria João Marques, o marido Rui Marques, a funcionaria madeirense Ana Cristina e a sociedade Oceanflowers, SGPS. Os ar-guidos respondem por peculato, branqueamento de capitais e falsidade informática, sendo a ex-agente de execução ainda acusada de falsificação de documento.
Segundo a acusação do Ministério Público, confirmada por pronúncia do Juízo de Instrução do Funchal de Fevereiro de 2025, o esquema terá sido montado a partir de 2007, quando Maria João Marques e o marido delinearam um plano para desviar para contas próprias e para sociedades que controlavam os valores que ela recebia no exercício das funções de agente de execução, encobrindo os desvios através de registos falsos no sistema informático de apoio à profissão.
A disputa sobre o tribunal competente para investigar e julgar o caso arrasta-se há 13 anos e já envolveu as comarcas do Porto, Cascais, Sintra, Lisboa e Funchal. Em Janeiro de 2026, a juíza do Funchal declarou-se territorialmente incompetente e remeteu o volumoso processo com 10 mil páginas (a que acrescem 98 volumes apensos) para Cascais, por entender que fora na Parede, onde reside o casal arguido e onde a ex-agente de execução tinha o escritório principal que o plano terá sido gi-zado. A defesa de Maria João e Rui Marques, que considera que a crimes de falsificação de document e falsidade informática já prescreverem, também acha que o caso devia ser julgado em Cascais.
Em Abril, contudo, o tribunal de Cascais entendeu que o processo devia ser julgado no Funchal, por ser o local do último acto do crime mais grave (peculato) e não o local onde alegadamente foi traçado o plano. Segundo o tribunal conti-nental, o último acto de apropriação ocorreu na Madeira, com o depósito de cerca de 17.471 euros na conta de uma empresa sediada na capital madeirense e criada para o efeito, no âmbito de uma execução que correu termos na então VaraMista do Funchal.
Chamado a dirimir o impasse, o Tribunal da Relação de Lisboa deu razão a Cascais. A juíza desembargadora Simone Pereira considera que a decisão do Funchal assentava numa presunção sem suporte nos factos da pronúncia, pois em lado nenhum da acusação consta que o plano tenha sido decidido na Parede. Tal alegação vinha apenas na contestação dos próprios argui-dos, sem valor probatório pleno. E mesmo que constasse da pronún-cia, sublinha a juíza desembargadora, "o local da resolução criminosa e centro de comando da actividade criminosa" não é, por si só, O tribunal recordou que, quando um crime se consuma por actos su-cessivos, é competente o tribunal da área onde foi praticado o último acto. Como o peculato é o crime mais grave no processo e o seu último acto ocorreu no Funchal, é este o tribunal competente, concluiu o Tribunal da Relação.
Quando esta decisão se tornar definitiva (trânsito em julgado), o regaprocesso regressará ao tribunal do Funchal, oito meses depois deste se ter declarado incompetente para o julgar. Resta saber se o julgamento arrancará a tempo de evitar a prescrição dos crimes." -Dn/Madeira edicão de hoje
Quando a própria Justiça e seus agentes corruptos protegem os ladrões de colarinho branco é assim que acontece.
José Manuel Coelho, todos os meses vê penhorado dinheiro da sua reforma para entregar à senhora ladra.
Já lhe "deve" mais de 2 milhões de euros, nas contas do seu advogado António Fontes.
"António Fontes o advogado de José Manuel Coelho já andou fazendo as contas e chegou à surpreendente conclusão, que decorrido este tempo todo, Maria João Marques já tem créditos de penhora a receber de José Manuel Coelho no valor superior a 2 milhões de euros.Isto tal como nos antigos filmes americanos dos anos sessenta, chegamos finalmente à conclusão, que o crime compensa.
A justiça em Portugal tal como a do Brasil, é fundamentalista, terrorista, corrupta e fascista! Por isso vivemos numa República corrupta, de juízes e magistrados do MP ainda muito piores dos que existiam durante a ditadura do velho Salazar! »