segunda-feira, 14 de setembro de 2026

O fenómeno politico religioso da Ribeira Sêca e do padre Martins

 


 A luta do padre Martins pela democracia na Madeira teve o seu epicentro na Ribeira Sêca concelho de Machico. 
 Na ilha da Madeira onde o  catolicismo tem a sua maior força em Portugal, o movimento só poderia triunfar através de um ministro da própria Igreja. O padre Martins teve esse êxito e libertou uma parte da população da ilha ao controle dos novos fascistas saídos da Flama apoiados pelo bispo reacionário Francisco Santana e acantonados à volta do protofascista Alberto João Jardim, (escolhido e apoiado pelo bispo) todos eles inimigos hostis às conquistas da revolução do 25 de Abril!
  A Obra do padre Martins no final acabou no entanto por eclipsar-se após sua entrada no Partido Socialista local, um partido que mais tarde seria totalmente manipulado e absorvido pelo maior grupo monopolista da ilha ou seja o grupo SOUSA, tal como o PPDê e sua bengala Regional o CDS do Rodrigues.   As grandes lutas impulsionadas pelos grandes Homens acabam sempre por morrer e passar ao rodapé da História quando não há continuadores consequentes e sobretudo numa terra onde a informação é totalmente manipulada e controlada pelos tribunais ao serviço dos grandes senhores do Dinheiro.
  Olhem o caso do jornal "Garajau": Desapareceu! quem o eliminou? 

 Os tribunais com juizes fascistas ao serviço do regime que controla a vida económica de toda a ilha!

 "Hoje, 15 meses após a partida do Senhor Padre Martins para a eternidade, a saudade mantém-se viva no coração de todos aqueles que tiveram o privilégio de o conhecer".




«Hoje, 15 meses após a partida do Senhor Padre Martins para a eternidade, a saudade mantém-se viva no coração de todos aqueles que tiveram o privilégio de o conhecer.
Hoje celebramos a Festa de Nossa Senhora do Amparo, uma festa que ele tanto prezava e à qual se dedicava com especial carinho e devoção.
A sua ausência faz-se sentir, mas a sua memória permanece viva entre nós, nas palavras, nos gestos, na fé e em tantos momentos que guardamos com carinho.
Hoje, de forma especial, lembramos o Senhor Padre Martins, vivendo com alegria em paz a Festa da Senhora do Amparo.
15 meses de saudade, uma vida inteira de memória.» - (facebook da paróquia da Ribeira Sêca)

domingo, 13 de setembro de 2026

Eis uma definição dos fascistas e aquilo que eles têm em comum em várias épocas

 


O madeirense tem tanto medo que desconhece o que significa a União faz a Força.

 


  Há uma cobardia mansinha que se entranhou na espinha dorsal do povo madeirense. Habitou-se a cochichar indignações à mesa do café, a aplaudir em segredo quem dá o corpo ao manifesto e a desejar, no íntimo, colher os frutos da coragem alheia. Mas quando chega a hora de sair à rua, de dar a cara e de assumir o custo da dignidade, o madeirense encolhe-se. Recua. Espera que outros façam o trabalho sujo por si. E, pior do que a cobardia, vem o sarcasmo de quem precisa de desculpar a sua própria insignificância.

  Há dias, um único homem teve a coragem de protestar sozinho contra o aumento sufocante dos combustíveis. O que fez a multidão de mansos? Gozou. Riu-se da solidão de quem lutava também pelos bolsos de quem o ridicularizava. E a comunicação social do regime, adestrada e vigilante, cumpriu prontamente a sua missão, transformou a coragem em chacota, o protesto em folclore, enviando o sinal claro a todos os outros... “vejam o que acontece a quem se atravessa, fiquem em casa, continuem calados”. É a tática perfeita de uma engrenagem que funciona há décadas para anestesiar consciências.

 Repete-se o cenário em cada tentativa de protesto. Quando os professores se manifestam ou quando qualquer setor tenta levantar a voz, a máquina trata logo de descredibilizar, de contar as cabeças na praça e de apontar o dedo aos “do costume”, enquanto o povo assiste do camarote, gozando com quem tenta defendê-lo. É o triunfo da subserviência, um povo que prefere ridicularizar quem luta a ter de encarar no espelho o seu próprio medo.

  Este medo reverencial ao sistema criou uma sociedade de joelhos. Querem os benefícios do progresso, mas não querem pagar o preço da contestação. Enquanto nos entretemos a gozar com quem dá a cara, a ilha vai sendo fatiada.

  Os madeirenses estão a desaparecer da sua própria terra. Não nascem crianças e os jovens com talento e espinha dorsal emigram, porque recusam vender a alma por uma tuta-e-meia. A Madeira está a transformar-se a passos largos num resort de luxo para estrangeiros e numa lavandaria à vista de todos, onde a população local serve apenas para limpar os quartos, servir às mesas e engrossar as filas do subsídio. O futuro que aceitamos em silêncio é de salários de miséria, dependência absoluta do erário público e a resignação de sermos meros serventes da oligarquia que tudo domina.

  Qualquer dia, de tanto medo e vassalagem, o madeirense deixará de ter até o direito à indignação. E quando esse dia chegar, que não procurem socorro nem compaixão. Porque mais ninguém, nenhum destes raros heróis que hoje são achincalhados, voltará a levantar uma palha por um povo que não cuida de quem lhe quer bem, nem tem a coragem mínima para se emancipar do regime que o escraviza.


"Primeiro levaram os negros.

Mas não me importei com isso.
Eu não era negro.
Em seguida levaram alguns operários.
Mas não me importei com isso.
Eu também não era operário.
Depois prenderam os miseráveis.
Mas não me importei com isso.
Porque eu não sou miserável.
Depois agarraram uns desempregados.
Mas como tenho meu emprego.
Também não me importei.
Agora estão a levar-me.
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém.
Ninguém se importa comigo."
-Bertolt Bresct

sábado, 12 de setembro de 2026

José Pacheco Pereira erra quando afirma que o PCP apoiou a invasão da Ucrânia por Putin

 Oh! senhor Pacheco Pereira: O  PCP nunca apoiou a invasão russa da Ucrânia !

"Quando este artigo for colocado no Facebook do PÚBLICO, em meia dúzia de minutos vão aparecer dezenas de comentários insultuosos, “comunista”, “MRPP”, “senil”, “estás com Alzheimer”, “devias era ir para casa”, “nunca trabalhaste”, “já devias estar na cova”, etc. São uma boa introdução para a continuação deste artigo com referência aos temas populistas e ao papel da comunicação social, e a utilização profissional das redes sociais...

 Claro que houve muitos erros cometidos, pelo PS em particular, a que se seguiu o facto de o PCP, ao apoiar a invasão russa na Ucrânia, e o BE, com os temas “fracturantes”, cavarem a sua sepultura eleitoral. "

Fotografias do lançamento do livro do grande jornalista madeirense Élvio Passos

 Deveria era ter convidado outra pessoa para presidir ao lançamento do livro em vez do Guilherme Silva que já fez muito mal a alguns democratas desta terra. Mas também se convidasse outra pessoa que não fosse um doutor não aparecia ninguém no lançamento do livro! Em terra de viloada preconceituosa e saloia, tem de ser mesmo assim. 

Bem haja o jornalista Élvio Passos. 

O seu a seu dono: (o ex-deputado Edgar Silva é co-autor do livro)


Aqui na companhia do padre José Luís! Edgar Silva co-autor do livro escreve dedicatórias aos compradores do livro.



O ex-deputado do PSD Guilherme Silva é semelhante ao falecido professor Freitas do Amaral: Evoluiram da direita para a esquerda!

 


A história da bandeira nazi no tempo em que o José Manuel Coelho era deputado lá na Madeira