segunda-feira, 2 de março de 2026

A impunidade é imagem de marca dos mamadeiras


Albuquerque destaca Pedro Calado como “quadro importantíssimo” na apresentação da moção 'Madeira Livre'


Foto obtida através dos nossos técnicos de IA

 A elite da Madeira parece acreditar que vive numa bolha de impunidade eterna. Talvez o contexto internacional, europeu e nacional estejam já a trocar as voltas. Pessoalmente estou tão farto deste disco riscado que já desejo qualquer coisa que acabe com a horda da Madeira.

 Isto não tem nada novo, o que dá pena é sermos uma terra pequena onde poderíamos viver todos bem, por ser fácil de gerir, e o que estamos a fazer é ter um grupo de bandidos que não largam o poder e estão a incorporar na nossa sociedade o descalabro a vários níveis. Muitos cientistas políticos chamam a isto o "Estado Capturado" ou "Capitalismo de Compadrio" (Crony Capitalism). 

 O regresso de Pedro Calado à primeira linha da Comissão Política do PSD-Madeira, pela mão de Miguel Albuquerque, não é apenas uma movimentação partidária, é um símbolo de resistência e desrespeito de um sistema que se recusa a auto-reformar, mesmo sob o peso de investigações judiciais.

 Ao classificar Pedro Calado como um "quadro importantíssimo", Albuquerque está a fazer mais do que elogiar a competência técnica, está a validar politicamente alguém que esteve no centro de processos judiciais que abalaram a confiança nas instituições, a quem não se reconhece visão política nem lisura no dinheiro público, antes é um quadro que deveria ficar de fora, mas regressa para, tacitamente, chamar muitos de estúpidos.

 Para o sistema, não importa a suspeição ética, mas sim a lealdade e a "prova dada" na manutenção da estrutura. Ao trazer Calado de volta, o PSD sinaliza que não abandona os seus, criando uma frente unida que confunde a defesa jurídica individual com a defesa da própria Autonomia, criam uma classe de profissionais da sobrevivência partidária. Quando a política deixa de ser uma missão temporária e passa a ser o único meio de subsistência, o eleito deixa de servir o cidadão para servir quem lhe garante o lugar na lista.

É irónico que a moção se intitule "Madeira Livre"! Livre, de quem? Na narrativa de Albuquerque, é livre do "centralismo de Lisboa", mais um inimigo externo com esta horda cá dentro? Para o cidadão comum, a pergunta é se a Madeira é livre de um sistema clientelar que utiliza o erário público para alimentar contas bancárias e favores. A "liberdade" apregoada parece ser a liberdade de agir sem o escrutínio da Justiça ou da oposição.

Foto histórica: Do Bentley para o calabouço!

Recordando o grandioso complexo turístico da Matur em Água de Pena

 

No início dos anos 70, o grandioso complexo turístico da Matur em Água de Pena.
"O início da sua construção data dos finais dos anos sessenta e foi inaugurado no ano de 1972. Funcionou como empreendimento turístico até janeiro de 1994. Do complexo fazia parte o hotel Holiday Inn (primeira designação), junto ao aeroporto, como todos os hotéis dessa cadeia internacional, no complexo da Matur, do grupo Grão Pará, da empresária Fernanda Pires da Silva, representou uma inovação no contexto da hotelaria insular. Foi, assim, criada a primeira Cidade Turística do País. A sua construção, até hoje, é única, em escada, acompanhando a orografia do terreno.
A diferença deste empreendimento hoteleiro, baseava-se na distanciação do centro da cidade do Funchal. Este empreendimento localizava-se na Freguesia de Água de Pena, Concelho de Machico, ponta este da Ilha da Madeira. Marcava a proximidade do aeroporto, favorecendo a rápida instalação e saída de hóspedes.
Com a proximidade do mar e com uma altura considerável, oferecia uma paisagem peculiar e única diretamente para o aeroporto, a Ponta de São Lourenço e as Desertas.

Com a ampliação do aeroporto Internacional da Madeira, este teve de ser eliminado, culminando com a sua implosão (primeira registada no país) em 28 de março do ano 2000."

Partido Trabalhista questiona a actuação da Justiça na Madeira

 Nota da redação do Pravda: 

Claro que o PTP não pode ter quaisquer ilusões com a juizada fascista que o poder colonial de Lisboa coloca na Madeira. 

 Os Juizes gozam de total imunidade para todas as decisões que venham a tomar (quer sejam boas ou más). São inamovíveis nos seus lugares que são vitalícios até à jubilação. 

 Ganham 6 mil euros por mês e não pagam IRS (são isentos). Recebem ajudas de custo para irem trabalhar. Recebem mais 850€ por mês para "ajuda" da renda da casa, mesmo morando em casas gratuitas cedidas pelos corruptos do governo PSD da Madeira.

 Têm livre Trânsito (gratuito) em todos os voos no interior do país; não precisam de qualquer autorização para o uso e porte de armas.

 São considerados Órgãos de Soberania, mas não prestam contas ao povo português nem vão a eleições. Apenas são controlados pela maçonaria que é de facto quem dirige os tribunais superiores incluíndo o Tribunal Constitucional.

  Coelho bem pode esperar sentado que é para não se cansar, porque desta canalha não vai ter qualquer atenção ou reparação pelos danos que lhe foram causados!

PTP pede explicações à Comarca da Madeira pelo risco de prescrição do processo Maria João Marques.


O Partido Trabalhista Português (PTP) exige explicações à Comarca da Madeira "pelo risco de prescrição do processo que envolve a agente de execução Maria João Marques, acusada de alegadamente ter desviado mais de 351 mil euros de 15 processos".

"Mais de 12 anos depois, o processo continua sem julgamento e, com a recente remessa para o continente, aumenta a probabilidade de prescrever. Como foi noticiado na imprensa", revela o partido. 

O PTP questiona "como é possível que um processo desta gravidade se arraste durante mais de uma década sem decisão, quem é responsável por esta demora e que medidas concretas foram tomadas para evitar a prescrição".

O partido lembra que "existem vítimas que aguardam há anos por justiça — e que podem nunca ver o caso julgado".

O PTP denuncia ainda o que considera ser "um caso de dois pesos e duas medidas: a mesma justiça que permitiu que este processo chegasse à beira da prescrição foi célere a condenar o líder do PTP por difamação quando este falou publicamente em defesa das alegadas vítimas". 

Para José Manuel Coelho, "este caso representa a degradação e o descrédito total sobre o sistema judicial". 

https://www.dnoticias.pt/2026/3/2/483266-ptp-pede-explicacoes-a-comarca-da-madeira-pelo-risco-de-prescricao-do-processo-maria-joao-marques/

Mais uma entrevista a um direitolas do regime no diário do falso padre

 O Diário do Sousa só entrevista lambúzios mamões ligados ao fascista JARDIM. E nós a pagarmos com os nossos impostos este Órgão de informação pago com os dinheiros do MEDIARAM !


Só faltava mais este direitolas fascista Passos Coelho

 O patife ainda pretende voltar para expremer ainda mais os pobres os que menos têem.

Passos Coelho recandidata-se "quando quiser" e defende acordo com Chega e IL
O antigo presidente do PSD diz-se "de bem com a política" e "de bem com o país", não andando "à procura de nada em particular" e sem quaisquer "desforras para fazer"O antigo primeiro-ministro Passos Coelho assumiu esta segunda-feira que se recandidata "quando quiser", defendendo a necessidade de acordos com Chega e IL, sob pena de aqueles partidos virem a "lucrar" eleitoralmente.

"Acho natural que as pessoas possam querer especular ou ter qualquer outra associação de ideias sobre o que são as minhas intenções (...), mas quando me perguntam, diretamente, sobre quais são, não vejo nenhuma razão para (...) dissimular. Quando eu quiser candidatar-me, candidato-me, e anuncio que me vou candidatar", disse, em entrevista ao jornal ECO.

O antigo presidente do PSD diz-se "de bem com a política" e "de bem com o país", não andando "à procura de nada em particular" e sem quaisquer "desforras para fazer".

"Encontro-me de bem comigo, com a vida e com o mundo. Por essa razão, não sinto necessidade de correr atrás de nada. Agora, não sinto nenhuma necessidade de excluir qualquer coisa que venha a fazer no futuro, porque razão haveria de o fazer?", afirmou.

Passos Coelho analisou o sucedido entre 2011 e 2015, quando teve responsabilidades governativas, durante a intervenção externa a que Portugal esteve sujeito, e a formação da denominada "geringonça" (PS, PCP, BE e "Os Verdes") entretanto.

"O PS, contra a ameaça do regresso do PSD ao Governo, esvaziou o BE e o PCP, o que é uma coisa profundamente irónica. O problema é que essa história não é hoje repetível, porque o PSD não pode esperar o mesmo exercício de um parlamento tripartido", continuou.

Para o antigo chefe de Governo da coligação Portugal à Frente (PSD/CDS-PP), que teve o atual primeiro-ministro, Luís Montenegro como líder parlamentar, tanto BE como PCP, naquela altura, "esvaziaram-se para o PS com o receio de que o PSD e o dr. Rui Rio pudessem ganhar as eleições".

"Mas não creio que o Chega se esvazie, nem que a IL se esvazie, porque o PS pode ganhar as eleições futuras. Eu, de resto, até acho muito pouco provável que, no dia em que o PSD perca as eleições, seja o PS a ganhá-las...", prognosticou, adiantando que, "muito provavelmente, é o Chega".

Passos Coelho considerou ter "sido preferível procurar um caminho de estabilidade", ou seja, de entendimento com os partidos do espetro político da direita.

"Arrisco dizer que, se esse caminho tivesse sido prosseguido, das duas, uma. Ou não teria sido bem-sucedido porque os líderes do Chega e da IL não teriam aceitado fazê-lo, mas seriam responsabilizados pelos eleitores por terem recusado dar condições de estabilidade. E se tivessem acedido e criado um quadro de estabilidade, estaríamos melhor, seguramente", disse.

Antes, o ex-líder social-democrata já tinha explicitado a sua tese: "é mais fácil que, quando não se procura uma base comum, as divergências se acentuem para permitir evidenciar as diferenças, do que quando procuramos à partida um caminho mais comum".

"Neste caso, ele teria de ser procurado entre o Chega e a IL. É possível construir ou não um acordo de legislatura? Eu diria: Só o tempo demonstraria se era possível ou não, mas desejável era, e deveria ter sido tentado. É desejável ter um quadro de estabilidade", declarou.

O presidente do PSD entre 2010 e 2018 reiterou a necessidade de reformas políticas em Portugal, uma vez que tem sido cumprida "a disciplina orçamental que não se cumpriu durante muitos anos".

"Mas uma coisa é não estarmos à beira da bancarrota, outra coisa é desperdiçarmos as condições políticas que as pessoas procuraram dar quando expressaram uma vontade de mudar, justamente para reformar o País, para regressar a uma visão reformista. E o PSD vendeu as eleições com essa missão", atestou.

Passos Coelho disse que não acompanha "há muitos anos o espaço mediático televisivo", preferindo "os jornais, sobretudo".

"E tenho dúvidas de que o projeto reformista tenha sido o que tivesse sido mais destacado na comunicação. Ouvi muito a mensagem da pacificação... Que era preciso pacificar, pacificar os professores, pacificar os setores que estavam... os pensionistas", criticou, na extensa entrevista ao ECO. (TSF)

domingo, 1 de março de 2026

Uma pessoa isenta para futuro representante da República e não um representante do sistema de mamões instalado!

 




tema da "insularidade instrumentalizada" é recorrente pelo sistema que suga a Madeira. Usa-se o discurso da autonomia e do "orgulho madeirense" para proteger monopólios e interesses de uma elite que, ironicamente, prejudica o próprio madeirense no dia a dia. Os jornais e os jornalistas, parte do sistema, fazem o seu trabalho para encaminhar a mente dos madeirenses.

O debate sobre a naturalidade do próximo Representante da República na Madeira está lançado, e a pergunta parece óbvia, "não deveria ser um madeirense"? À primeira vista, qualquer pessoa responderia que sim. Mas, na política da nossa Região, o óbvio é quase sempre uma armadilha.

Esta pergunta é manhosa, há empresários e um governo madeirense que não quer saber dos madeirenses, querem saber de si. Já tivemos muitos exemplo, pego em dois emblemáticos, bloquearam a entrada do Lidl ou expulsaram o navio do Armas, impedindo que os madeirenses tivessem preços mais justos e liberdade de escolha. Passamos décadas com a instrumentalização do inimigo externo, mas foram madeirenses que conduziram a Região a duas falências financeiras e outros são protagonistas de processos de corrupção que envergonham a autonomia, entre outras coisas. O Diário de Notícias encaminha as pessoas para que seja um madeirense do SISTEMA! O que se pretende é uma pessoa ISENTA e longe do esquema que vicia a região!

O que a Madeira precisa não é de uma certidão de nascimento específica, mas de ISENÇÃO. O cargo de Representante da República exige alguém que esteja fora do "esquema" que vicia a política e a economia regional. O "madeirense" aqui funciona como "DO SISTEMA". Colocar alguém que cresceu e se alimentou do sistema local é, na prática, dar as chaves do galinheiro à raposa. Permitir crivo largo às tentativas de "legalizar" diversas formas de sucção. Precisamos de um árbitro que não jante com os jogadores. Se for madeirense e isento, excelente. Mas se for para ser mais um "amigo" para facilitar a vida ao governo e aos empresários do regime, então o regionalismo é apenas uma máscara para a corrupção.

Não nos deixemos enganar pelo falso patriotismo regional. A autonomia serve para servir o povo, não para blindar os privilégios de quem se acha dono da ilha.

Este é um momento de clara instrumentalização do jornalismo regional em benefício do "seu governo e seus empresários".

POLÍTICOS DE PLÁSTICO: Cafôfo goza a vida mais a sua mais-que-tudo à custa dos madeirenses (ceguinhos) que ainda votam no PS

 Paulo Cafofo, faz boa vida à custa dos madeirenses ingénuos que ainda votam no PS/Mamadeiras. Ele, o primeiro Damo e meia dúzia  de oportunistas que andam à volta dele.   A menina venezuelana actual companheira de Paulo Cafofo lá se vai safando! Também disfruta de um tachão sem fazer népia. 
  É assessora do eurodeputado do grupo Sousa, Sérgio Gonçalves e ganha quase 4 mil euros por mês pagos pelo Parlamento Europeu. Ela supostamente trata dos contactos entre o eurodeputado mamão e os ilhéus que ele lá diz representar.