sábado, 13 de junho de 2026

Recordando o caso Barbosa: Contabilista da Polícia Judiciária do Funchal passava informações à rede do nosso famoso Barbosa

 A Agência de viagens Barbosa, estava intimamente ligada ao PSD Madeira. Até o Jornal da Madeira fazia a propaganda dos concursos da agência. Por isso mesmo não há nenhuma fotografia do sr. Barbosa disponível nas páginas do Jornal.
Será esta a  foto do José Quintal Barbosa?





Quanto custam aos contribuintes madeirenses os tachos desta gentinha privilegiada?

 


O pardalão do Provedor dos Animais disponível para continuar com o seu tacho bem remunerado

 Pelos vistos vai continuar por causa da sua fidelidade ao PSD partido que à custa dos subsídios se vai consolidando no Poder. Pois  cada vez que aumenta o número de tachos pagos com o dinheiro dos contribuintes e com retorno zero para o povo que paga aquilo tudo!

Ele viu que o tacho está acabando e quer continuar a mamar sem fazer nenhum.



sexta-feira, 12 de junho de 2026

Grande pensamento do padre José Martins Júnior

 


Paulo Cafofo um bom vivant mas sem o carisma de outrora

No inicio parecia ter um carisma que arrastava multidões. Mas depois tornou-se numa estrela cadente que foi empalidecendo com o tempo. Ficando pálido e perdendo o brilho. O mais grave foi não ter seguido sua luta em unidade com os democratas quando esteve na presidência da CMF






Vietname continua a trabalhar para superar sequelas de guerra de agressão dos EUA


  O primeiro-ministro do Vietname, Le Minh Hung, foi designado para dirigir o Comité Directivo Nacional para superar as consequências das bombas, minas e toxinas químicas lançadas durante a guerra de agressão promovida pelos EUA. Uma resolução sobre o assunto, emitida no dia 5, em Hanói, informa da composição desse organismo, que inclui governantes, militares e membros de organizações sociais. O Comité terá a missão de investigar e propor ao primeiro-ministro directrizes, tarefas e soluções para abordar questões intersectoriais importantes. Além disso, cabe-lhe sugerir soluções para mobilizar recursos nacionais e estrangeiros para superar rapidamente as sequelas do conflito, organizar revisões preliminares e finais e avaliar os resultados da implementação das tarefas acordadas, pormenorizou o governo vietnamita ao anunciar a medida.Os EUA lançaram sobre o Vietname, nas décadas de 1960 e 1970, mais de 15 milhões de toneladas de bombas, minas terrestres e projécteis, quatro vezes mais do que todo o arsenal desse tipo consumido na Segunda Guerra Mundial. Segundo dados do Centro Nacional de Acção contra as Minas, entre 600 mil e 800 mil toneladas de explosivos sem detonar permanecem hoje ocultas no subsolo, em cerca de 18 por cento do território vietnamita. A partir de 1961, o exército dos EUA realizou a primeira missão de pulverização do chamado “agente desfolhante” ou “agente de limpeza de terrenos” no sul do Vietname, iniciando uma guerra química que durou 10 anos, com aproximadamente 80 milhões de litros de substâncias tóxicas dispersadas. Como consequência, mais de 4,8 milhões de vietnamitas foram expostos a substância química, enquanto os filhos, netos e bisnetos de outros três milhões de pessoas continuam a sofrer os seus efeitos, apesar da guerra ter acabado há mais de meio século. Segundo estatísticas da Associação Vietnamita de Vítimas do Agente Laranja ja, desde 1975 quase um milhão de vítimas desta substância química morreram e ainda se contabilizam mais de 850 mil  doentes de segunda geração, 350 mil de terceira geração e aproximadamente 500 de quarta geração.

Padre José luis Rodrigues critica e muito bem o cardeal Patriarca de Lisboa. Se fosse no tempo da Inquisição seu destino era a fogueira como arqui hereje

 


«A vossa atenção para um 1m 28s para o espaço publicitário.

Os poderosos agradecem, enquanto se lambuzam com os lucros astronómicos dos preços que queimam a pele dos pobres deste país.
Se o sr. cardeal fosse ao supermercado dos ilustres a quem presta esta triste vassalagem, saberia como a vida custa a tantos milhões de portugueses, para que esteja ele (o cardeal e outros como ele) a receber as tais generosas benesses dos poderosos seus amigos para as loucuras das festas que organizam.
Eis o "moment of crazy" do dia.»
Um mártir da monstruosidade que a Igreja devia ter a coragem de beatificar.
Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas e fato
ESSE JOVEM FOI ABANDONADO, VIOLENTADO, CASTRADO E DESTRUÍDO DE TODAS AS FORMAS!
A história de Henk Heithuis começa com um abandono absoluto. Nascido na Holanda em 1935, seus pais se divorciaram quando ele era apenas um bebê. Ele se tornou um "estorvo". A mãe não o quis, e o pai não teve interesse em criá-lo.
Aos seis meses de vida, Henk foi entregue a instituições católicas. Ele cresceu sem saber o que era um lar, pulando de orfanato em orfanato. Enquanto outras crianças recebiam visitas ou tinham a esperança de voltar para casa nas festas, Henk aprendeu cedo que seu endereço era o Estado e sua família eram as instituições.
Aos 15 anos, Henk foi enviado para o internato Saint Vincentius, em Harreveld. Foi aqui que o pesadelo começou. Entre os 15 e os 18 anos, ele foi submetido a abusos sexuais sistemáticos por parte dos frades que deveriam educá-lo.
O ponto mais cruel era sua vulnerabilidade: como a família biológica havia deixado claro que ele não era bem-vindo em casa, Henk não tinha para onde fugir durante as férias ou após concluir os estudos. Ele continuava vivendo no internato por pura falta de opção, tornando-se uma presa fácil e constante para os religiosos.
Em 1956, aos 20 anos, Henk decidiu quebrar o silêncio e foi à polícia denunciar os crimes dos frades. A reação do internato foi brutal. Em vez de investigar os crimes, a instituição ativou uma máquina de destruição.
Os líderes do internato alegaram que Henk era um "psicopata sexual" e um "perverso". A tese oficial dos religiosos era de que o jovem órfão havia seduzido os frades.
Henk foi rotulado como um perigo moral e, sob o pretexto de que Henk era um homossexual que seduzia homens de Deus, ele foi enviado para o hospital psiquiátrico Huize Padua.
No hospital, naquele mesmo ano de 1956, Henk foi submetido a uma cirurgia de castração total no Hospital Católico St. Joseph, em Veghel. Naquela época, a maioridade legal na Holanda era de 21 anos; Henk tinha 20. Ele era legalmente um menor de idade, mas não houve qualquer consentimento dele ou de sua família para o procedimento.
​O objetivo declarado era "diminuir sua libido" e curá-lo de seus "instintos impuros".
Após a cirurgia, Henk tentou seguir em frente. Ele se tornou marinheiro, uma profissão que o permitia estar longe da terra firme onde havia sofrido tanto. No entanto, os efeitos foram devastadores: A castração interrompeu sua produção hormonal, causando fadiga crônica e mudanças corporais.
​Testemunhas que o conheceram na época, como os irmãos IJsbrand e Cornelius Rogge, relataram que Henk era um homem quebrado, vivendo em um estado permanente de depressão e vergonha. Cornelius chegou a confirmar que, fisicamente, "tudo havia sido removido" dele.
Em 1957, Henk tentou denunciar os frades novamente, desta vez pela castração. Mas o destino foi cruel: em 28 de outubro de 1958, Henk morreu em um acidente de carro aos 22 anos, pouco antes de o caso avançar.
No dia de sua morte, a polícia confiscou e destruiu todos os seus pertences pessoais, diários e documentos do processo, o que muitos consideram uma queima de arquivo.
Investigações jornalísticas feitas décadas depois revelaram que Henk não foi o único. Pelo menos 10 jovens foram castrados em instituições psiquiátricas católicas na Holanda durante a década de 1950 como "tratamento" para a homossexualidade ou como punição por denunciarem abusos.
Documentos revelaram que inspetores do governo holandês estavam presentes em reuniões onde essas castrações eram discutidas, sugerindo que as autoridades sabiam o que estava acontecendo e não impediram.
a Igreja Católica na Holanda emitiu um pedido de desculpas oficial em 2011. Como parte do processo de reparação, foi estabelecido um fundo de indenização que pagou valores variados às vítimas; nos casos gravíssimos de castração cirúrgica, as compensações chegaram a aproximadamente 25 mil euros. Embora o gesto tenha sido um marco histórico, ele foi criticado por muitos sobreviventes como insuficiente diante da magnitude dos danos físicos e psicológicos sofridos.