quarta-feira, 11 de março de 2026
Os PPDês estão a promover a traidora Helena Freitas no jornal "Madeira Opina" para derrotar o José Carlos Gonçalves do partido CHEGA
Helena de São Vicente é um submarino do PSD para deitar abaixo o partido CHEGA na CMSV.
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No xadrez político que se desenhou, Zé Carlos tomou uma decisão estratégica clara: retirar poderes políticos diretos a Helena e ao seu escudeiro Fábio. Em contrapartida, optou por nomear um conjunto de chefes de divisão e reforçar a dimensão técnica da máquina administrativa. À primeira vista, pode parecer uma solução inteligente, diluir responsabilidades, distribuir decisões e proteger-se politicamente.
Mas a política municipal raramente funciona de forma tão simples.
Quando os poderes ficam formalmente concentrados numa estrutura técnica, na prática continuam a convergir para quem lidera. A pressão, as decisões difíceis, os conflitos internos e externos acabam sempre por regressar ao mesmo ponto: ao presidente e ao centro do poder político.
Zé Carlos é, reconhecidamente, um excelente vendedor de seguros. É um homem habituado ao mundo das vendas, da negociação e da persuasão. Esse perfil pode funcionar muito bem numa primeira fase, especialmente quando se trata de gerir relações e construir consensos.
Contudo, governar uma autarquia é uma maratona, não um sprint. Durante um ou dois anos, é possível suportar a pressão constante que vem de todos os lados, da oposição, da administração, da população e das inevitáveis crises locais. Mas manter durante muito tempo todos os focos de tensão concentrados numa só liderança pode tornar-se um teste psicológico e político difícil de sustentar.
É precisamente aí que a história política pode dar a sua volta.
Tal como nas grandes narrativas clássicas, quando o protagonista começa a vacilar, surge a figura que estava à espera do seu momento. E nesse enredo, Helena pode muito bem assumir esse papel.
Helena reúne características que, no tempo certo, podem transformá-la numa figura de liderança forte. Experiência local, conhecimento das pessoas e capacidade de se afirmar num contexto político exigente.
Não seria absurdo imaginar, num futuro não muito distante, um cenário em que Helena reunisse as condições para se tornar a primeira mulher presidente da Câmara Municipal de São Vicente.
A política local tem muitas surpresas. E, por vezes, as verdadeiras protagonistas entram em cena quando menos se espera.
Força, Helena.»
https://www.madeiraopina.com/2026/03/helena-de-sao-vicente.html
terça-feira, 10 de março de 2026
Élia Ascenção ofereceu um carro à GNR (polícia dos cubanos) e eles já começaram a fazer "servico" . multando os automobilistas de Santa Cruz
segunda-feira, 9 de março de 2026
A questão da má escolha e preparação dos quadros autárquicos vai dar cabo do partido CHEGA na Madeira
Em vez de se reunirem previamente para analisarem a Órdem de Trabalhos para poderem a falar a uma só voz. Cada um vota e age como lhe dá na cabeça e depois dá nisto ficam divididos contra si mesmos.
Já dizia o Cristo de Nazaré no seu célebre Sermão da Montanha:
«Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá» Mat.12:25.
O partido CHEGA está condenado a desaparecer. Anda infestado de oportunistas que são rejeitados pelos outros partidos por serem vira-latas oportunistas e tontos e agora ao chegarem a ser eleitos não dão uma para a caixa. São desunidos covardes e desleais uns para os outros. Apenas se servem do partido CHEGA para serem eleitos e agarrarem tacho para depois passarem a independentes. Os pardalões roem a corda ao partido pelo qual foram eleitos.
Helena Freitas e Fábio Costa (à esquerda) perderam a confiança de José Carlos Gonçalves.A opção de José Carlos Gonçalves expõe uma clara divisão interna no executivo e poderá trazer dificuldades acrescidas à gestão camarária, sobretudo no que respeita às deliberações tomadas em reunião de câmara.
Recorde-se que o Chega tem três vereadores contra dois do PSD. Nesta fase, porém, José Carlos Gonçalves poderá ficar politicamente isolado no executivo municipal.»
José Carlos Gonçalves rodeado destes dois falsos não tem condicões para continuar a dirigir a CMSV. É um presidente nado mort,o ao lado destes dois pardalões. Além de vilhões e falsos eles são tontos!
O impasse teve origem na última reunião camarária, onde uma proposta relacionada com a empresa municipal Naturnorte e com o processo das grutas de São Vicente acabou rejeitada. A iniciativa da presidência foi chumbada com os votos contra dos dois vereadores do PSD e do próprio vereador do Chega, Fábio Costa, expondo uma divisão inédita dentro da maioria.
Após essa votação foi convocada uma reunião de emergência que juntou o executivo e responsáveis nomeados da autarquia para analisar a situação política criada. A única ausência foi a da vice-presidente Helena Freitas, que se encontrava de férias. Ainda assim, segundo foi possível apurar, a vice-presidente terá deixado lavrada uma declaração de voto onde indicava que também votaria contra a proposta apresentada pelo presidente caso tivesse participado na reunião. Na sessão camarária acabou por ser substituída por Cátia Capontes, que votou favoravelmente a proposta.
Entretanto, numa nova reunião realizada hoje com os vereadores, descrita por fontes próximas como particularmente tensa, José Carlos Gonçalves terá mesmo solicitado a renúncia dos dois vereadores ao cargo. O pedido, contudo, foi recusado por Helena Freitas e Fábio Costa, que decidiram manter o mandato para o qual foram eleitos.
Perante essa recusa, o presidente da Câmara avançou com a retirada dos pelouros que estavam atribuídos aos dois vereadores. A decisão é interpretada nos bastidores da política local como consequência directa da quebra de confiança política dentro do executivo.
Apesar de ficarem sem responsabilidades executivas nas áreas que tutelavam, Helena Freitas e Fábio Costa mantêm o estatuto de vereadores e continuam a integrar o executivo municipal, participando nas reuniões e votações da Câmara.
O episódio aprofunda a fractura dentro do executivo liderado pelo Chega e abre uma nova fase de instabilidade política no município de São Vicente, numa altura em que o processo das grutas e da empresa Naturnorte continua a marcar a agenda política do concelho.»
https://www.dnoticias.pt/2026/3/9/484091-vereadores-do-chega-ficam-sem-pelouros/
O ex- banco dos ladrões do PPDê da Madeira vira emprendimento imobiliário para o pato Bravo da SOCICORREIA o tal dos edificios pretos
Os miras foram as principais vítimas deste banco. Muitos perderam no BANIF todas as suas economias. No entanto não desistem de dar cada vez mais votos ao PSD que os burlou através da gestão fraudolenta do banco. Pobre povo! A ignorância deles roça o absurdo.
A falta de liberdades democráticas e a punição da liberdade de expressão pelos tribunais fascistas leva a que se recorra cada vez mais ao anonimato
Agora são os polícias que estão descontentes. querem mais poder para multar e espancar os detidos tal como faziam antigamente. Querem mais liberdade para reprimir e mais efectivos para terem cada vez menos trabalho.
Os sindicatos deles são todos do Partido fascista CHEGA. Se o novo presidente da República não proceder à extinção de PSP tal como se fez com o SEF, dentro de pouco tempo vamos ter um problema sério de segurança aqui na nossa Região Autónoma da Madeira.








