sexta-feira, 14 de agosto de 2026
100 anos com Fidel
Livro sobre a vida sindical do grande sindicalista madeirense Leonel Nunes
O livro foi escrito por João Lizardo, advogado de Leonel Nunes.
Nunes foi despedido do Hotel Reids em 1976 por se ter ausentado do trabalho para participar num curso sobre sindicalismo na ex- Checoslováquia.
Um país de Leste no tempo da antiga União Soviética. Dez anos depois (1986) Leonel Nunes ganhou o processo no Tribunal. Mas só foi reintegrado dez anos depois em 1996.
A juiza do regime Teresa de Sousa é uma magistrada perigosa para os democratas que se opõem ao fascismo laranja do PPD
O "Meia-Saca" do JM hoje faz grande manchete com a juiza Teresa de Sousa.
quinta-feira, 13 de agosto de 2026
O jornalista equiparado Roberto Ferreira do DN/Funchal faz noticias tendenciosas contra o deputado madeirense Francisco Gomes
Sempre que aparece um deputado sério que deseja combater a corrupção e logo alvo de críticas injustas e notícias falsas e maldosas com o objectivo de lhe destruir a imagem e a reputação perante a opinião pública.
Roberto Ferreira publicou hoje estas mentiras grosseiras e maldosas disfarçadas de noticias para desacredirar a imagem do grande deputado madeirense anti corrupção Francisco Gomes.
O insólito acontece sempre num grande país como o Brasil
TJ afasta juiz que bebeu e fumou durante audiência
«O ministro Mauro Campbell Marques, corregedor nacional de Justiça, marcou para o dia 18 o julgamento do juiz Milton Lívio Lemos Salles, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Salles foi flagrado, anteontem, durante audiência online, bebendo uma garrafa de vinho do gargalo e acendendo um cigarro com um maçarico. Ele já havia sido suspenso das atividades pelo tribunal mineiro. Campbell disse que o juiz está “privado do domínio de si e das faculdades exigidas para o desempenho do encargo”. O caso seria julgado hoje no Órgão Especial do TJMG, mas a decisão foi adiantada depois que Salles divulgou vídeo em que afirma que o Tribunal estadual, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Supremo Tribunal Federal (STF) e o ministro Alexandre de Moraes “são todos corruptos”. O Estadão procurou Moraes e as Cortes, mas não houve resposta. “Sei de corrupção do Nelson Missias, do Gilson Lemos, do Luiz Carlos, do Vicente, da compra de mais de 170 Corollas híbridos. Vocês me dão vergonha”, afirmou, citando colegas do TJ-MG. Vicente de Oliveira Silva é presidente do TJ de Minas. Gilson Lemos e Nelson Missias são expresidentes. Luiz Carlos Corrêa Júnior foi corregedor-geral. Procurados, os magistrados não se manifestaram.» -Estado de S. Paulo
Entretanto José Manuel Coelho continua pagando mil euros por dia pela "honra" da senhora ladra Maria João Marques por ordem da juiza terrorista Micaela de Sousa
Texto da notícia do jornalista Miguel Fernandes Luís:
"O megaprocesso que envolve a ex-agente de execução Maria João Marques, acusada de desviar 352 mil euros em 15 processos de cobrança de dívidas, vai mesmo ser julgado no tribunal do Funchal (Edifício 2000). Assim o decidiu em 20 de Julho passado o Tribunal da Relação de Lisboa, que foi chamado a resolver uma teima entre os tribunais do Funchal e de Cascais, cada um a empurrar para o outro o julgamento do caso.
O processo, com mais de 12 anos, é dos mais complexos e antigos que aguardam julgamento na Madeira e junta, além de Maria João Marques, o marido Rui Marques, a funcionaria madeirense Ana Cristina e a sociedade Oceanflowers, SGPS. Os ar-guidos respondem por peculato, branqueamento de capitais e falsidade informática, sendo a ex-agente de execução ainda acusada de falsificação de documento.
Segundo a acusação do Ministério Público, confirmada por pronúncia do Juízo de Instrução do Funchal de Fevereiro de 2025, o esquema terá sido montado a partir de 2007, quando Maria João Marques e o marido delinearam um plano para desviar para contas próprias e para sociedades que controlavam os valores que ela recebia no exercício das funções de agente de execução, encobrindo os desvios através de registos falsos no sistema informático de apoio à profissão.
A disputa sobre o tribunal competente para investigar e julgar o caso arrasta-se há 13 anos e já envolveu as comarcas do Porto, Cascais, Sintra, Lisboa e Funchal. Em Janeiro de 2026, a juíza do Funchal declarou-se territorialmente incompetente e remeteu o volumoso processo com 10 mil páginas (a que acrescem 98 volumes apensos) para Cascais, por entender que fora na Parede, onde reside o casal arguido e onde a ex-agente de execução tinha o escritório principal que o plano terá sido gi-zado. A defesa de Maria João e Rui Marques, que considera que a crimes de falsificação de document e falsidade informática já prescreverem, também acha que o caso devia ser julgado em Cascais.
Em Abril, contudo, o tribunal de Cascais entendeu que o processo devia ser julgado no Funchal, por ser o local do último acto do crime mais grave (peculato) e não o local onde alegadamente foi traçado o plano. Segundo o tribunal conti-nental, o último acto de apropriação ocorreu na Madeira, com o depósito de cerca de 17.471 euros na conta de uma empresa sediada na capital madeirense e criada para o efeito, no âmbito de uma execução que correu termos na então VaraMista do Funchal.
Chamado a dirimir o impasse, o Tribunal da Relação de Lisboa deu razão a Cascais. A juíza desembargadora Simone Pereira considera que a decisão do Funchal assentava numa presunção sem suporte nos factos da pronúncia, pois em lado nenhum da acusação consta que o plano tenha sido decidido na Parede. Tal alegação vinha apenas na contestação dos próprios argui-dos, sem valor probatório pleno. E mesmo que constasse da pronún-cia, sublinha a juíza desembargadora, "o local da resolução criminosa e centro de comando da actividade criminosa" não é, por si só, O tribunal recordou que, quando um crime se consuma por actos su-cessivos, é competente o tribunal da área onde foi praticado o último acto. Como o peculato é o crime mais grave no processo e o seu último acto ocorreu no Funchal, é este o tribunal competente, concluiu o Tribunal da Relação.
Quando esta decisão se tornar definitiva (trânsito em julgado), o regaprocesso regressará ao tribunal do Funchal, oito meses depois deste se ter declarado incompetente para o julgar. Resta saber se o julgamento arrancará a tempo de evitar a prescrição dos crimes." -Dn/Madeira edicão de hoje
Quando a própria Justiça e seus agentes corruptos protegem os ladrões de colarinho branco é assim que acontece.
José Manuel Coelho, todos os meses vê penhorado dinheiro da sua reforma para entregar à senhora ladra.

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