quarta-feira, 20 de maio de 2026

Gil da Silva Canha, denuncia os patos bravos e a anarquia urbanística da Costa norte da ilha da Madeira

Inacreditável: Projeto de Relevante interesse Municipal!

«Há dias alertei a comunidade madeirense para a urbanização selvagem da nossa Costa Norte, que deveria permanecer imaculada, sendo só permitido habitações unifamiliares com vista à salvaguarda da nossa paisagem e do nosso desenvolvimento sustentável.
Para quem não sabe, a Madeira é a única região do País que não tem Reserva Agrícola, isto quer dizer que temos uma espécie de “BAR ABERTO” urbanístico, onde todos os terrenos têm potencial para levar com betão em cima.
Não sei se estão lembrados, os grandes defensores da implementação da “Reserva Agrícola” na região eram as Primas Donas do CDS, mas agora que estão no Governo, fecharam pudicamente o bico. Depois da recente selvajaria urbanística no Estreito de Câmara de Lobos, os Patos Bravos, apoiados pelo Governo destrutivo de M. Albuquerque avançaram para a Costa Norte em força, e neste momento estão a construir um edifício habitacional de cerca de 18 apartamentos no sítio das Feiteiras, no Concelho de Ponta Delgada. E o mais criminoso, é que o referido edifício privado foi considerado pela autarquia vicentina do Ex. Presidente José António Garcês, um PROJECTO DE RELEVANTE INTERESSE MUNICIPAL – podem fechar a boca, que é assim mesmo! (Jornal Oficial, II Série, Nº 88, de 10/05/2023) está lá, preto no branco. Esta gente não dorme só em pensar em golpadas, e com este favorecimento autárquico o índice de construção disparou para níveis estratosféricos, numa bela zona rural de habitação dispersa que deveria ser protegida.
Para terminar, seria bom o Ministério Público perguntar ao sr. António Garcês porque cargas de água foi considerado de RELEVANTE INTERESSE MUNICIPAL o tal caixote no meio da paisagem?»
Gil da Silva Canha

No meio da desgraça venceu a estupidez!

«Tive conhecimento que a Câmara Municipal de Câmara de Lobos vai organizar no início de fevereiro um pomoso debate sobre o futuro da viticultura, intitulado, “A Videira e as Alterações Climáticas”.
Esta iniciativa trágico-cómica é muito mais absurda e hilariante que a famosa proposta de fornecer aos portugueses vinho canalizado. Imaginem na Faixa de Gaza, no meio de tanta desgraça, os palestinianos organizarem o Seminário sobre “Erosão Costeira”, ou os Ucranianos, no meio de um destrutivo ataque de drones, em Kherson, discutirem “A Subida da Temperatura Global no comportamento das lontras do Rio Dnieper”. Sinceramente, quando se olha para o Estreito de Câmara de Lobos, e se vê aquela floresta de gruas no meio das videiras, prédios com vários andares plantados anarquicamente na paisagem vinícola, onde não se vê nenhum plano, nenhuma preocupação paisagística, nem nenhuma alma autárquica ou governamental que defenda a “Reserva Agrícola” para se salvar o que resta do nosso famoso “Vinho Madeira”.
E no meio desta desgraça, desta selvajaria promovida pelos nossos inteligentíssimos autarcas e governantes, a CMCL organiza candidamente um singelo seminário sobre a influência dos orvalhos da manhã nos cachos de uvas. Não é de uma alma perder o tino e começar por aí à chapada?!
A Madeira tornou-se famosa pelo seu vinho, desde nobres que se fizeram afogar em Malvasia, Piratas, como o famoso Barba Negra que em 1717 saqueou o navio Betty, que fazia a ligação da nossa ilha à Carolina do Sul, e que invés dos piratas pegarem nos valiosos bens do navio, levaram somente o vinho Madeira, para não falar do velho gosto inglês e americano pelo nosso precioso néctar. E depois de todo este prestígio e fama, bastou quatro presidente de Câmara e dois governantes meio atontalhados para dar cabo de uma das paisagens vinícolas mais bonitas da ilha. Como castigo, deveriam ser amarrados numa parreira de vinha na região protegida do Douro ou na região vinícola francesa de Languedoc, e durante vinte anos seriam obrigados a assistir todos os dias a uma conferencia sobre “A influência das Alterações Climáticas na Estupidez Humana”. »

A HISTÓRIA É PARA SER CONTADA E NÃO GUARDADA.Abaixo esse mausoléu em honra do assassino Agostinho Neto!


27 de maio de 1977.
O período da rusga era apartir das 0 horas, jovens tirado das ruas outros das suas casas e eram direcionado para a:
Nona Brigada motorizada DE infantataria Ali no R20. Jovens inocentes eram ali mesmo executados dentro das celas Com pistolas.
Nos locais primeiro era feita uma lista, onde cada metia seu nome e depois seguia a fila onde estava o cota Margoso com uma pistola nas mãos e Granada na outra e o corpo todo ensanguentado, noutra sala estava o cota IKO, carreira também nas mesmas condições.
Muitos outros jovens eram postos nos elecopetero para serem levados no aeroporto e de lá eram posto num avião e os levavam ao antigo Luso (LUENA MOXICO), campo de fuzilamento.
Estima-se serem fuzilados lá no luso milhares de jovens Angolanos e outros milhares aqui mesmo em Luanda.
E para quem conhecem os Ramiros, deve saber que o cota Nito Alves e muitos outros comissários foram fuzilados bem na zona da paragem da lixeira.
Por isso a CIVICOP, deve também tirar os corpos que foram interrados na zona dos Ramiros.
27 DE MAIO DE 1977, MATOU MILHARES DE JOVENS ANGOLANOS PARA SALVAGUARDAR OS INTERESSES DE UMA MINORIA A SERVIÇO


Em memória de João Abel Manta

 



segunda-feira, 18 de maio de 2026

Na próxima reencarnação o padre Ricardo Oliveira terá esta reconfiguração


  De facto o padre das esmolinhas Ricardo Oliveira, vai numa próxima existência reencarnar numa espécie inferior, pelo pecado de ter traído o seu amo o sr. Bispo D. Teodoro Faria.
Analisemos um pouco a doutrina de Gautama Buda:
A reencarnação de fato existe no Budismo, mas difere por um fio filosófico da reencarnação no Hinduísmo. Os budistas acreditam que, quando um ser morre, um novo ser vem à existência que, segundo Ch’en, “herda o karma do passado.”
Esse ser “não é o mesmo que acabou de falecer, mas também não é diferente.” Ele está conectado à vida passada por um “fluxo de vida”.
Para ilustrar esse conceito, o sábio budista Nagasena usou a imagem de um rio. Ele mantém as mesmas margens e curvas de um dia para o outro, mas não tem hoje uma única gota de água que tinha ontem. Assim, uma pessoa reencarnada, embora de substância diferente do eu anterior, ainda carrega as mesmas tendências e padrões de relacionamento que o eu anterior possuía.

A Igreja metida na Política. A igreja é o grande sustentáculo que mantém e eterniza o PSD no Poder

 



 «Está resolvido o enigma do corte da porta da Sé, dias depois o Bispo Brás apresentou o seu livro envolvido pelo poder, com certeza foi para não se tropeçarem uns nos outros na usurpação de funções.

Um evento religioso pelos 250 anos dos EUA, com 9 horas de música religiosa, decorreu este fim de semana nos Estados Unidos, com militares, um discurso em vídeo de Trump falando a Bíblia e de Pet(e) Hegseth, o "ministro" da Guerra (que pediu ajuda a Deus para a guerra), terá também Marco Rubio com presença pessoal. Quem viu a notícia vai achar arrepiante ver o fanatismo religioso a crescer nos EUA, como se fosse a mesma receita do Irão.

Os EUA é, historicamente, protestante. Na atualidade, as Igrejas Evangélicas estão com Trump e os Republicanos, as Igrejas Protestantes mais históricas com o Partido Democrático e, curiosamente, o voto católico é dividido mas é dos que ganham, já com tradição na história universal e então na Autonomia da Madeira... é total.

Importa ver a evolução dos outros para perceber o que se segue na Madeira, ainda vai haver cantos religiosos no Chão da Lagoa... é baixo custo para quem anda teso.

O PSD e suas figuras usam a Igreja madeirense a toda hora, e a Igreja não percebe o afastamento de fiéis por isso, passando a organização do PSD-M e não braço do Vaticano. Parece uma estratégia global, está implementada em países terroristas, radicais, ditaduras e países rumo à ditadura como é o caso dos Estados Unidos... se permitirem o Trump.»


Até os verdinhos de Gaula também usam a religião católica e seus rituais para caçarem votos e têm tido bastante sucesso. Aprenderam com o PPDê.

Os revolucionários sabiam usar o dinheiro do regime fascista para combater o próprio regime opressor

 




«Hoje 17 de Maio de 2026 é o dia do aniversário de uma das mais audaciosas, e bem sucedidas, acções revolucionárias contra a Ditadura que oprimiu a nossa Pátria durante 48 anos. O assalto ao Banco de Portugal na Figueira da Foz, em 17 de Maio de 1967. Uma acção feita á mão armada mas sem que fosse disparado um único tiro e ou muito menos ferido alguém. Palma Inácio de quem fui muito amigo e admirador, Camilo Mortágua que conheci e admirava também, António Barracosa, e Luis Benvindo, que não conheci nunca pessoalmente mas cuja coragem também admiro. Entraram à tarde no Banco de Portugal, dominaram sem nenhum recurso a violência todo o pessoal do Banco. Explicaram o sentido da sua acção politica revolucionária e aguardaram um quarto de hora pela chegada do segundo gerente do Banco. Para poderem dispor das duas chaves que abriam o cofre. Depois esvaziaram o conteúdo do cofre para sacos onde levaram o dinheiro expropriado ao Banco de Portugal. Dirigiram-se ao pequeno aerodromo de Cernache, onde havia uma pista de aviação e pequenos aviões de treino da Mocidade Portuguesa. Acabaram por ter de esperar mais um quarto de hora para que a esposa do guarda do aérodromo desse de mamar a um bébe que era seu filho recem nascido. Partiram depois num pequeno avião pilotado por Palma Inacio. Com destino a uma pista rudimentar em Vila do Bispo no Algarve onde dois amigos com dois carros os aguardavam. Deixaram um desses carros junto a uma praia creio que no Sotavento (para darem a ideia de que tinham saído do país de barco.) E dirigiram-se à fronteira de Espanha onde também os aguardava do lado espanhol outro carro. E nesse seguiram até França, saindo de Espanha pela zona de Barcelona. Já ao nascer do sol do dia seguinte. A operação destinava-se a obter fundos para acções revolucionarias armadas o que aliás aconteceu por mais de uma vez. Palma , Mortágua, e os companheiros gente@@ de uma grande seriedade que não tocou, e ou usou, em proveito próprio um cêntimo do dinheiro do Banco de Portugal. Camilo Mortágua tinha entrado com Henrique Galvão na tomada do paquete Santa Maria uns anos antes. E ele e Palma tinham desviado o avião da TAP da linha Casablanca Lisboa, para lançarem sobre Lisboa e o Sul de Portugal panfletos apelando à revolta contra a ditadura de Salazar. Esta data, que é uma data importante na luta contra a ditadura, merece ser evocada. Bem como a memória dos quatro homens honrados e muito corajosos, que participaram nesta acção. Honra às suas memórias de patriotas, honrados, abnegados e bravos.»
Escreve João Soares