terça-feira, 21 de abril de 2026

Desmontando a falsa noticia publicada no Diário do padre atribuindo aos madeirenses cada vez mais tesos a responsabilidade pelo aumento da produção de lixo

 


Desmentindo uma reportagem do DN-M.

«Não é necessário um doutoramento para perceber o óbvio! Se a população residente diminui ou empobrece, e o lixo aumenta, o fator externo é a única variável lógica! Imputar essa culpa ao madeirense não é ciência, é uma estratégia de branqueamento político que ignora a realidade das ruas e dos bolsos de quem cá vive todo o ano.»


N

ão me impressiona de onde venha qualquer título, de jornal ou de pessoa, só respeito o conhecimento. Não é verdade que o madeirense produza mais lixo se cada vez consome menos, pelo poder de compra que tem a par da inflação e não crescimento paralelo dos ordenados. Não saber usar as palavras destroem

Minha senhora, o número de madeirenses está a mingar apesar do alvoroço de estrangeiros que meteram cá dentro. É preciso um curso para tirar esta ilação. A mudança é do turismo de Hotel para a massificação do turismo de AL que vai ao supermercado. Fica feio imputar responsabilidades aos madeirenses, antes é da dupla Eduardo Jesus vs Miguel Albuquerque.

Às vezes acho que algumas figurinhas carentes de protagonismo são usadas como propaganda do regime e branquear as asneiras que fazem. É o primeiro servicinho da candidatura a emprego?

A senhora atendeu à diferença entre a população residente e a população flutuante? Quando uma reportagem atribui o aumento de resíduos ao "madeirense", sem ponderar a pressão demográfica do turismo de massa, está a cometer um erro de diagnóstico que tem implicações políticas e sociais profundas! A mim irritou-me e fez-me escrever!

  A recente abordagem de 19 de abril do DN Madeira, sobre o aumento da produção de resíduos na Madeira, enferma de uma falácia perigosa, a de que o consumo interno do residente é o culpado pela pegada ecológica da região. É um discurso que ignora a matemática básica da sobrevivência e a realidade do terreno. É preciso desmontar esta narrativa com factos que as "figuras de cartaz" parecem omitir. O DN Madeira que faz tantos fact-checks não lhe provocou meter a verdade no seu eixo. Pois, serve os propósitos pagos.

  Afirmar que o madeirense comum está a produzir mais lixo é ignorar o esmagamento do seu poder de compra.       Num cenário de inflação galopante, onde os ordenados estagnaram e o custo de vida disparou (viram os 50% de aumento do cabaz em 3 anos? ARAE onde andas? Nos ovos?), o consumo das famílias diminuiu. Quem consome menos, descarta menos. O madeirense está a "mingar", tanto em número como em capacidade económica, tornando-se logicamente impossível que seja ele o motor desse crescimento de resíduos.

  No hotel, o resíduo é gerido e contabilizado de forma empresarial. No AL, o turista vai ao supermercado, compra embalagens e utiliza os contentores públicos da vizinhança. Outra faceta da insustentabilidade do turismo trazido por Eduardo Jesus para esta ilha, repito, ilha.

  Ao contabilizar este lixo como "resíduos urbanos", a responsabilidade é injustamente imputada a quem cá vive, quando, na verdade, é o resultado de uma política de portas abertas que privilegiou a quantidade sobre a qualidade e o impacto ambiental sobre o bem-estar da população.

  É preocupante observar como títulos académicos e "gerações do futuro" são usados para branquear asneiras de gestão. Usar a ciência para validar uma perceção errada, a de que o problema é o comportamento do local e não a pressão da massificação turística, é uma forma de propaganda que visa desviar o foco da dupla governativa.

  Não é necessário um doutoramento para perceber o óbvio! Se a população residente diminui ou empobrece, e o lixo aumenta, o fator externo é a única variável lógica! Imputar essa culpa ao madeirense não é ciência, é uma estratégia de branqueamento político que ignora a realidade das ruas e dos bolsos de quem cá vive todo o ano.

  O título interno, "Atitude Sustentável" deve ser encaminhado para Eduardo Jesus e não aos madeirenses! Só no lixo não temos "inimigo externo"?

https://www.madeiraopina.com/2026/04/desmentindo-uma-reportagem-do-dn-m.html


Em Viseu os delinquentes de lá já descobriram que policia bom é polícia morto

 

Dois militares da GNR foram esta terça-feira baleados quando cumpriam um mandado de busca em Zonho de Côta, Viseu.

Dois militares da GNR baleados em Viseu

GNR foi realizar uma busca a casa de um suspeito e foi recebida a tiro de caçadeira.

Dois militares da GNR ficaram feridos, esta manhã de terça-feira, após uma troca de tiros na localidade de Zonho, na freguesia de Côta, em Viseu.  

Pelas 8h00 a GNR de Viseu, com o apoio do Grupo de Intervenção de Ordem Pública, foi realizar uma busca a casa de um suspeito e foi recebida a tiro de caçadeira, confirmando as suspeitas de que o homem teria armas na habitação. A GNR respondia a uma denúncia de ameaças e ofensas à integridade física, e de posse de armas ilegais.

Dois militares ficaram feridos e foram transportados para o Hospital de Viseu. O atirador foi atingido a tiro na zona da barriga e ficou com ferimentos graves.

Uma fonte militar disse ainda à Lusa que os dois militares da GNR "foram considerados feridos ligeiros, com ferimentos nos braços, um no direito e outro no esquerdo". Um dos militares vai ter de ser submetido a uma cirurgia.

O caso foi entregue à Polícia Judiciária (PJ), que fica responsável pela investigação.

https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/dois-militares-da-gnr-feridos-em-troca-de-tiros-em-viseu

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Mais um escrevinhador do PS/mamadeiras a se congratular com a nomeação do juiz fascista Paulo Barreto

 

P.S. Parabéns ao Dr. Paulo Barreto pela sua nomeação para Representante da República na Madeira.- (lá diz o pardalão escrevinhador do Socialismo caviar).



A prostituta do sistema corrupto Madeirense

 


O uso indiscriminado da defesa da honra trama muitos democratas nos tribunais portugueses

 

“A defesa da honra em tribunal deve ser muito, muito excecional”. Paulo de Morais alerta para uso de processos judiciais abusivos para silenciar jornalistas, ativistas e denunciantes

“É sempre preciso falar da liberdade, falar da democracia, para que ela permaneça”




«Não me hables assim» Emanuel Bento oferece aos leitores do Pravda enquanto prepara o lançamento do seu novo livro de poesia

No me hables, no me hablesNo me hables asíNo me mientas, que me dueleQue me traten así
Ya no sé si dejarte de ladoO fingir que me voy por no verteSi, total, ya conoces mis fallosY al final me tendrás a tu suerte
Y no me hables, no me hablesNo me hables asíNo me mientas, que me dueleQue me traten así
Pues a ver, ¿qué tiene de maloQuerer como estoy queriéndote?Si un día comías en mi mano¿Por qué hoy no has de reconocerlo?
No me hables, no me hablesNo me hables asíNo me mientas, que me dueleQue me intenten mentir
De cada día nuevo no te aprendes el consejoTe molesta, pues evitas el que te hablen de míY es que el llanto de mi cuerpo no atraviesa tu ventanaLa mantienes bien cerrada y solamente para mí
No me hables, no me hables, noNo me hables asíNo me mientas, que me dueleQue me traten asíNo me hables, no me hables, noNo me hables así
Ya no sé si dejarte de ladoO fingir que me voy por no verteSi, total, ya conoces mis fallosY al final me tendrás a tu suerte
No me hables, no me hables, noNo me hables asíNo me mientas, que me dueleQue me intenten mentir
No me hables, no me hablesNo me hables asíNo me mientas, que me dueleQue me intenten mentir
Y no me hables, no me hablesNo me hables así
(compilado por Emanuel Bento)

Assembleia Municipal de Lisboa rejeitou homenagear Marcelino da Mata na toponímia da cidade


  Nascido em Bula, na Guiné-Bissau, Marcelino da Mata, um guineense que virou costas ao seu país e juntou-se ao Estado colonial português. Foi co-fundador do regimento militar português conhecido como "Comandos africanos", um exército colonial português que mais cometeu barbaridades na Guiné-Bissau, durante a luta colonial.

Marcelino era um dos mais temidos, pois as suas barbaridades eram desumanas, matava até grávidas e depois abria suas barrigas; cortava cabeças de tropas revolucionários guineenses do PAIGC, enfiava suas cabeças numa vara e percorria toda aldeia para que todos habitantes possam ver. Amarava pessoas com uma corda nos pés e contra uma viatura, arrastava enquanto a viatura circula em toda aldeia. Era uma forma de tortura e intimidação mais desumana.
Uma irmã de Marcelino da Mata, de nome Quinta da Mata foi também assassinada grávida, em ajuste de contas.
Após o partido Africano para Independência da Guiné e Cabo-Verde (PAIGC) ter conquistado a independência da Guiné-Bissau a 24 de Setembro de 1973, Marcelino fugiu para Portugal juntamente com outros tropas portugueses e nunca mais voltou a Guiné-Bissau.
Em Portugal, Marcelino recebeu diversas condecorações militares pelo serviço que pestou ao Estado português. Em 2021, morreu aos 80 anos vítima de covid-19.
Os restantes membros do "Comandos africanos" (ex-combatentes guineenses que lutaram para Portugal), que após a luta foram abandonados pelo Portugal na Guiné, sofreram ajustes de contas, muitos foram presos, acusados de traição a Pátria e fuzilados.
Ontem, 11 de Abril de 2026, Assembleia Municipal de Lisboa rejeitou uma recomendação do partido PSD para atribuir o nome do militar Marcelino da Mata a um espaço da cidade, com os votos contra da esquerda, da IL e da deputada do CDS-PP Helena Ferro Gouveia, considerando que a atribuição do nome do militar Marcelino da Mata a um espaço da cidade normaliza "atrocidades cometidas" na Guerra Colonial, é uma "tentativa de reescrever a história" e um "insulto" a quem lutou pela liberdade.