segunda-feira, 12 de outubro de 2026

 


Os dois possíveis pais da criança assassinada na ilha de Santa Maria (Açores) voltam a ser denunciados por Rafael Macedo

 "Os putativos pais da criança, a mãe da criança e a putativa madrinha da criança assassinada à nascença, Secretária da Saúde da Região Autónoma dos Açores, Dra. Mónica Seidi, que mantém como responsável da saúde dos Açores, o moçambicano Dr. Carlos Pinto (putativo pai da criança e que é putativo responsável pela morte da criança à nascença? Já tem historial desse comportamento!). São 26 suspeitos de pais da criança que tinha ar nos pulmões na nova autópsia, alegadamente. Quer dizer: nasceu viva como eu disse."



Elisabete Sousa Simão



«Pois pais (putativos?) da criança assassinada à nascença? O tipo da vossa esquerda é o putativo médico Presidente do CA da Saúde da Ilha de Santa Maria, da confiança do Governo Regional dos Açores. O Presidente do Governo Regional Bolieiro mantém a confiança no putativo pai da criança assassinada à nascença na Ilha de Santa Maria. A mãe da criança tem limitações intelectuais clinicamente evidentes».- diz Rafael Macedo



A verdadeira missão da PSP é reprimir pela força as manifestações de protesto do povo

 

A Polícia Municipal do Porto, apoiada pela PSP, retirou, esta segunda-feira de manhã, as tendas onde manifestantes pernoitaram nas últimas duas noites na Praça D. João I.

  A Polícia chegou ao local às 6.30 horas e informou que era preciso desmontar as tendas porque estavam a obstruir a via pública. O JN sabe que os manifestantes começaram a cumprir a ordem, ainda que em protesto. Entretanto, chegou um camião da Câmara do Porto para levar as tendas que ainda não estavam desmontadas. Pessoas juntaram-se a bloquear o camião para que conseguissem continuar a desmontar, sendo empurradas pelas forças policiais que intervieram e retiraram as tendas. Durante a operação, ouviam-se cânticos como: (jornal de notícias)

domingo, 11 de outubro de 2026

JM do "meia-saca" regozija-se com a fraca adesão à manifestação

 Acaba por ter razão. As lutas na Madeira não têm qualquer adesão popular pois os pobres e carênciados são todos da direita. Seria de esperar outra coisa do zé povinho dos arraiais espetadas e vinho sêco?  

 Olha a Madeira é um Brasil em miniatura. Lá o povão vai dar maioria ao fascista Bolsonaro.




O pobre de direita sonha em ser rico

«Nenhum país se torna maior por se ajoelhar perante os seus ídolos» [Lá diz o falso padre Ricardo Oliveira no seu DN/Sousas referindo-se ao nosso glorioso Ronado]

 O pardalão do falso padre traidor do sr. bispo D. Teodoro Faria é ser especialista na arte de falar muito e não dizer nada!

O Padre Ricardo depois de andar de Bentley em Londres, mais o Pedro Calado, perdeu o discernimento.
O manhoso esteve em Londres a passear com o nosso dinheiro



A irmã Lúcia foi encarcerada por longos anos em conventos disse o padre da Lixa pouco antes de morrer

Os padres enclausuraram a irmã Lúcia durante 86 anos para não entrar em contradição com a montagem dos milagres de Fátima. 
Foi o maior sequestro de uma criança de que há memória em Portugal.


Sim, a Irmã Lúcia de Jesus, a mais velha dos três pastorinhos que presenciaram as aparições de Fátima em 1917, passou a maior parte da sua vida num regime de internato e de clausura em conventos. [1]
O percurso religioso e o seu afastamento da vida pública aconteceram em várias etapas organizadas pela Igreja Católica para proteger a sua privacidade e vocação: [1, 2]
  • O Internato no Porto (1921–1925): Aos 14 anos, por indicação do Bispo de Leiria, Lúcia deixou Fátima e foi encaminhada para o Colégio do Vilar, no Porto. Esta instituição pertencia às Irmãs de Santa Doroteia, onde estudou sob uma identidade protegida para evitar a atenção constante dos peregrinos. [1, 2, 3]
  • Os Conventos em Espanha (1925–1948): Mais tarde, ingressou formalmente na Congregação das Irmãs Doroteias. Viveu em conventos na Galiza, passando por Pontevedra e Tui, onde fez os seus votos religiosos e adotou inicialmente o nome de Irmã Maria Lúcia das Dores. [1, 2, 3]
  • O Convento de Clausura em Coimbra (1948–2005): Procurando uma vida de maior recolhimento, silêncio e oração, Lúcia obteve autorização papal para mudar de congregação. Em março de 1948, entrou para a Ordem das Carmelitas Descalças no Carmelo de Santa Teresa, em Coimbra, assumindo o nome de Irmã Maria Lúcia de Jesus e do Coração Imaculado. [1, 2, 3, 4]
Lúcia permaneceu neste convento de Coimbra em regime de estrita clausura até à sua morte, no dia 13 de fevereiro de 2005, aos 97 anos

Rafael Macedo volta a abrir o livro e denuncia falcatruas no SESARAM e na ilha de Santa Maria nos Açores