quinta-feira, 19 de março de 2026

O Pacote Laboral do executivo e da CIP

 

Maria do Rosário Palma Ramalho

 A ministra dita do Trabalho e dos grandes patrões (CIP), deixou de fora na última reunião dos parceiros envolvidos na discussão do Pacote Laboral a maior representação sindical - a CGTP. Propositadamente!, porque mais próxima dos direitos de quem trabalha.   Convidou a amarela, UGT, para a reunião, porque sabe que a maioria dos trabalhadores, considera-a: ''conciliadora, moderada e assina (quase) sempre a favor de leis anti-trabalhadores''. Contenta-se com poucochinho...

 A Lei em vigor é má e não valoriza o trabalho, perfila-se esta, que é pior - um atentatório retrocesso civilizacional contra os trabalhadores, querendo-os escravos e submissos ao patronato. (Que Deus nos guarde!, também).

 A arrogância prepotente extrema da ministra dos patrões, camuflada com falinhas mansas, é clara: caso não haja acordo entre os parceiros, a versão inicial do Pacote Laboral, será levado ao Parlamento e, terá os votos da IL (intervenção capitalista) e, do neo-fascista, Chega. Não sendo aprovada - será por decreto desgovernamental(!). A CIP, aplaudirá com regozijo...

 As propostas, do Pacote Laboral, devem ser discutidas por quem trabalha e seus representantes, e não de quem manda trabalhar!

Vítor Colaço Santos

quarta-feira, 18 de março de 2026

A nova juiza presidente da Comarca da Madeira agora já anda nas acções políticas de Miguel Albuquerque


Teresa de Sousa é a nova juiza presidente da Comarca da Madeira a prestar vassalagem ao regime dos PPDês
Em tempos ela queria mandar prender o ex-deputado José Manuel Coelho chegou a condená-lo pelo "crime de difamação!" Na altura ela dizia: "Sr. Coelho eu sei que a cadeia está superlotada mas ainda arranjo lá um lugarzinho para si"- lá dizia a pardalona sem vergonha!


Nóbrega pai e "Nóbregas" filhos no dia do pai! (José Alberto de Freitas denunciou este pardalão do Nóbrega)

 

 José Alberto Freitas, na altura mandou fiscalizar a carne importada pelo Nóbrega que de seguida  foi declarada imprópria para o consumo. 
 Na altura José Alberto, era o director das actividdaes económicas da Madeira. O fascista Alberto João quis obrigá-lo a retirar o processo contra o seu amigo cacique do Caniço. Como José Freitas se recusou, foi bastante ostracizado e perseguido na altura pelo presidente do Governo Regional Alberto João Jardim.
José Alberto Freitas, nunca se arrependeu de dizer que o rei ia nú! 
 Sozinho foi dos primeiros democratas bater o pé ao fascista Jardim.

«Costuma dizer-se que o trabalho é a nossa segunda família. Na Nóbrega, isso tem um significado especial. E se somos família, o Sr. Nóbrega é o pai de todos nós. Feliz Dia do Pai!»

-Disse o patriarca da Família toda ela PPDê


[O advogado José Alberto Freitas denunciou o negócio da venda de carne imprópria para o consumo e foi perseguido pelo fascista João Jardim amigo do empresário. Também denunciou a falta de higiene e venda de alimentos fora de prazo no restaurante "o Páteo" situado na rua da Carreira no Funchal. (este restaurante pertencia na altura a alguns notáveis do regime PPDê, incluindo Sílvio Silva e o "sanitas"Jaime Ramos) Hoje este restaurante não existe. 

 Também levantou um auto contra o IVM e a empresa Justino Henriques, por comprarem vinho ganita no Continente para usá-lo no fabrico do conhecido e emblemático "Vinho Madeira", adulterando desta forma sua qualidade. 

ASSIM FOI COLECIONANDO INIMIGOS!

 José Alberto de Freitas por causa da sua coragem e honestidade foi perseguido pelo poder durante os governos do fascista Alberto e até no seu próprio partido o CDS, foi colocado à margem.]

 Nos anos 90 do século passado foi descoberta pela PJ do Funchal, droga no meio da carne que vinha importada do Brasil. O Nóbrega pai para não ir preso e acabar o  negócio da família, lá combinou com o filho do lado direito para ir preso no lugar dele. Assim ficou a dirigir a empresa enquanto o filho cumpria a pena no seu lugar. (este caso ainda hoje é comentado pelos actuais e antigos trabalhadores da empresa).


A história que ainda hoje é um assunto tabu em Angola

 

🩸
Sita Valles
Quem era:
Militante do MPLA
Ligada ao grupo de Nito Alves
Considerada uma das figuras mais destacadas da chamada “ala nitista”
O que aconteceu com ela:
Após os acontecimentos do 27 de Maio, foi presa pelas forças do Estado
Sofreu interrogatórios e tortura (segundo vários testemunhos e relatos históricos)
Foi posteriormente executada sem julgamento público
👉
Até hoje:
Não há confirmação oficial detalhada do local da sua morte
O seu corpo nunca foi oficialmente entregue à família
🔎
Sita Valles tornou-se um símbolo das vítimas do 27 de Maio, especialmente entre jovens e activistas.
🩸
Saíde Mingas
Quem era:
Nacionalista angolano
Pai da cantora Lura
Não era necessariamente um líder do golpe, mas foi apanhado na repressão
O que aconteceu com ele:
Foi detido após o 27 de Maio de 1977
Acusado de ligação aos “fraccionistas”
Acabou por ser executado pelas forças governamentais
👉
Tal como muitos outros:
Não teve julgamento transparente
A família ficou anos sem informações claras
É considerado uma das muitas vítimas da repressão pós-27 de Maio
⚠️
Contexto importante
Depois do 27 de Maio:
O governo liderado por Agostinho Neto lançou uma forte repressão
Milhares de pessoas foram:
presas
torturadas
executadas
Muitas desapareceram sem registo oficial
💔
Pode ser uma imagem de texto que diz "SITA SITAVALLE VALLES 23-08-1951+01-08-1977 23-08-1951 +01-08-1977 SAÍDE SAÍDEMINGAS MINGAS 07-06-1944 07-06-1944+27-05-1977 + +27-05-1977"

Todas as reações:
3,1 mil

Bófia dos cubanos prende mulher no Funchal à maneira dos americanos ou da policia dos Aiatolás

Veja vídeo no link

 https://www.facebook.com/reel/947118147848851

 Força excessiva para algemar uma pobre rapariga indefesa. Para mais, quando a mesma já se encontrava prostrada no solo!
 Estes bofias que o governo dos cubanos manda para a  Madeira, são daquela recruta de formandos na esquadra do largo do Rato em Lisboa!

 

Os crentes não acreditam que seja verdade a calúnia levantada ao padre Manuel Ornelas e demonstram sua solidariedade.

 





https://www.dnoticias.pt/2026/3/17/485180-alunos-e-paroquianos-demonstram-apoio-ao-padre-manuel-ornelas/









Artigo de Opinião de Silvia Vasconcelos no JM do «Meia Saca»

O Subsídio Social de Mobilidade

Já tanto se disse e escreveu sobre o Subsídio Social de Mobilidade (SSM), mas não é demais reforçar o rol de queixas e críticas em seu torno, pelo contrário. Há que fazer pressão sob os nossos representantes políticos, sobretudo os eleitos para a AR, para corrigirem as falhas e injustiças em torno do SSM e, mais recentemente, da Plataforma que o materializa.

Inaugurei-me recentemente nesta modalidade de reembolso e mesmo tendo alguma literacia informática, foi uma odisseia repleta de dificuldades até que pudesse concluir corretamente o pedido. O que, vinque-se, só foi possível com a ajuda da minha agência de viagens que, por sua vez, me confessou que também as agências têm tido dificuldades em lidar com a plataforma e que nem sempre lhes respondem aos emails de dúvidas que remetem. Não foi o meu caso, responderam-me sempre, mas como se eu dominasse a plataforma e os elementos requeridos. Ou seja, como se eu tivesse a obrigação de estar inteirada do trabalho que antes era feito pelos CTT e que tantas vezes suscitava dúvidas em alguns funcionários. A dita plataforma, na troca de emails que fizemos, fazia menção a duplicação documental (que fiz por ter tido a minha solicitação rejeitada e não me estar claro do que era, de facto, exigido); a erros relativos aos bilhetes (mais uma vez lá me dediquei a saber onde se processava a descrição de tarifas e números de bilhete num conjunto de documentos que tinha duplicação de informações de códigos e números e taxas); e a rejeição de documentos. Nem é preciso mencionar o tempo que perdi com todo este procedimento...

Esta plataforma que, em teoria, seria de simplificação e expedição do ressarcimento do montante para além da tarifa fixa, na verdade dificulta-nos, e muito, a nós, cidadãos. Nem consigo imaginar os constrangimentos de um grande número de pessoas com dificuldades no manuseio de dispositivos informáticos: para solicitar a chave digital é, desde logo, uma complexidade e o fracasso desta operação não é nada incomum... (sugiro que se recorra ao serviço da Loja do Cidadão para ajuda nesta etapa); segue-se a submissão de uma série de dados e documentos no portal definido pelo governo para o SSM, e finalmente tem-se acesso à plataforma, à qual se sucedem outras tantas (e maiores?) dificuldades (perante esta fase sugiro que, se possível, se socorram das agências de viagens). Em suma, a plataforma não veio facilitar a vida dos residentes da Madeira e dos Açores, onde há especificidades territoriais. É evidente o excesso de burocracia e, na verdade, este recurso não vem acrescentar nada ao SSM: continuamos a ter de adiantar o montante total da viagem que não raras vezes ascende a valores incomportáveis para a grande maioria dos cidadãos comuns (soube hoje que um pai pagou mais de 600 euros pela viagem da sua filha, estudante, só de ida, pelos dias da Páscoa, e que agora o teto de um só percurso é de 200 euros e não 400). Ou seja, somos fiadores do Estado e se antes recebíamos o reembolso logo a seguir à viagem, nos CTT, agora temos de o submeter, aguardar que o mesmo seja validado e que depois nos seja devolvido o montante que adiantámos. E isto, pode durar dias ou semanas (no meu caso, perdura há 2 semanas).

Por fim, senhores governantes e demais representantes políticos eleitos: este modelo de SSM e esta plataforma constituem uma tremenda injustiça para os ilhéus que, deste modo, continuam a ser discriminados nos seus direitos, nomeadamente o direito constitucional do Princípio da Continuidade Territorial. O Estado revela-se, assim, destituído do seu dever de solidariedade para com as Regiões Autónomas, e incapaz de corrigir as desigualdades que a insularidade comporta, nomeadamente no que à mobilidade diz respeito.