terça-feira, 7 de abril de 2026

Diário ao serviço do dono disto tudo e das empresas dele

 "Padre" Ricardo Oliveira director do Diário de Notícias do Funchal ao serviço do seu patrão Sousa. O jornal "Diário" dirigido por ele é subsidiado com o dinheiros dos contribuintes madeirenses e está ao serviço das empresas do monopolista. É preciso ter cá uma lata.


Olhem a foto do pardalão quando traiu o sr. bispo D. Teodoro

Os madeirenses votam aos milhares no PPDê e depois são roubados pelas empresas de condomínios

 

Os maus empreiteiros tramam as famílias madeirenses

A indústria que rouba os madeirenses por todos os lados.


Decidi desabafar. Estou fulo com empreiteiros, esses corruptos. Há muito negócio a arruinar as famílias madeirenses. O retrato do que vou descrever é um ciclo vicioso que asfixia a classe média e as famílias trabalhadoras na Madeira. O que deveria ser o porto de abrigo, a casa própria, transforma-se, para muitos, num pesadelo financeiro e emocional.

Viver na Madeira tornou-se um exercício de equilibrismo onde as variáveis estão todas viciadas contra quem trabalha. As famílias que investiram as poupanças de uma vida e se endividaram por décadas para adquirir um teto, dão por si reféns de um sistema de construção civil que, em muitos casos, opera na fronteira da negligência.

Assistimos à proliferação do "empreiteiro fantasma". Constrói-se depressa, com materiais que mascaram deficiências estruturais e acabamentos precários. Quando os problemas inevitáveis começam a brotar, as infiltrações, as fissuras e o isolamento térmico inexistente, a empresa original desaparece num processo de falência providencial. Sem rosto e sem ativos (olha destes anónimos não falam?), a garantia torna-se um papel sem valor, deixando os proprietários desamparados perante a lei.

Para as famílias que já lutam contra ordenados que não acompanham o custo de vida insular, a fatura final chega através das quotas extraordinárias de condomínio. O prédio, ainda novo no papel, mas velho na estrutura, exige obras urgentes. É aqui que entram os "parasitas da inflação" na loucura da construção, empresas de reabilitação que, aproveitando a escassez de mão de obra e o custo dos materiais, apresentam orçamentos astronómicos, ditando preços por capricho, sabendo que as famílias não têm alternativa senão pagar para não verem o seu património ruir.

A base salarial na região não reflete o custo real de manter uma habitação. Gente trabalhadora e honrada, esta sim, estraga a sua vida em dois tempos. A inflação dos materiais é usada muitas vezes como desculpa para margens de lucro imorais. A pressão turística, que desvia os melhores recursos e profissionais para o setor do luxo e do alojamento local, deixa as migalhas e os preços altos para a construção residencial.

No fim da linha, o Madeirense vê-se num beco sem saída. Trabalha para pagar um banco, paga para sustentar um condomínio que corrige os erros de outros, e ainda tem de alimentar uma máquina inflacionista que parece não ter teto nem escrúpulos.

Viver na "Pérola do Atlântico" está a tornar-se um luxo que o próprio povo da terra já não consegue pagar, não por falta de esforço, mas porque o sistema permite que a má construção e a especulação devorem o rendimento de quem apenas queria um lugar seguro para viver.

Eu não tenho esperança nos madeirenses, parece que quando as broncas acontecem colocam-se do lado do mais forte em vez de se por do lado do correto e, o conjunto de todos fazerem uma força invencível, Por este andar a Madeira ficará sem madeirenses, graças aos ladrões, chulos, vigaristas, corruptos e verdadeiros inimigos internos.

Ivo Rosa queria libertar pedófilo mas as outras duas juizas do colectivo não deixaram

 

Ivo Rosa queria libertar psicólogo suspeito de abusar de paciente menor, mas foi travado por juízas.

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Grande deputado Élvio em luta contra o monopolista que rouba os madeirenses com o preço do ´gáz



A ironia da capa do DN Madeira

 


«Imaginem que tínhamos o ARMAS a fazer serviço Canárias - Madeira - Continente e vice-versa. Imaginem que agora na Páscoas tínhamos ido de carro às Canárias. Enchíamos o carro antes de voltar e percorríamos 470/500km sem gastar uma gota.

 Vocês com certeza vão dizer, mas tem o custo a passagem. Meus amigos peanuts, porque também os supermercados são muito mais baratos e com concorrência nas Canárias. O preço da passagem, passageiros e carro, era abafada pelas poupanças, continuava a sair mais barato e ficava o passeio com umas compras do mês nas Canárias.

 Mas agora imaginem que isto pegava na moda uma vez por mês, basicamente, o serviço de ferry tornaria a Madeira e as Canárias com uma fronteira física (o navio), tal como muitos continentais atravessam a fronteira no continente.

 É evidente que isto não interessa ao Miguel Albuquerque, aos supermercados de cá e o senhor Sousa, proprietário do DN-M, do Lobo Marinho e dos porta-contentores que não quer concorrência.

 Quem for a pensar temos várias ditaduras na Madeira, mas o madeirense anda sempre entretido com as babuseiradas que os ditadores inventam, até ao dia que não pensam na ironia da capa.

 Venham vídeos do cozinheiro, capas com o mecenas e os grandes descontos que os supermercados "oferecem".»


(Emanuel Bento)

O monopolista dos portos Luis Miguel de Sousa cada vez é mais rico

 

 Este prédio que vemos na foto situado no centro da cidade do Funchal junto à Igreja da Sé pertence ao Luís Miguel de Sousa o grande monopolista do regime PPDê na ilha da Madeira. 
 Segundo nos informaram inquilinos do prédio, ele é dono deste edifício e de muitos mais espalhados pela cidade.
 Luís Miguel de Sousa nunca mais parou de crescer e aumentar o seu império desde que o Governo Regional da Madeira comprou o navio Lobo Marinho e o entregou ao monopolista Sousa, para o explorar em regime de monopólio a linha de passageiros do Porto Santo.
 Quem não se lembra da guerra que ele fez ao Naviera Armas junto com a famigerada Conceição Estudante na altura secretária do Turismo do fascista Jardim para expulsar o navio ferrie espanhol da Madeira?!

 Viva a gloriosa Autonomia ao serviço destes novos capitães donatários!

Nova semana, novo aumento e a mesma falta de vergonha de quem nos governa.

 


O preço do barril Brent desce, mas na Madeira os combustíveis sobem como se os governantes regionais vivessem noutra realidade, isto já não engana ninguém.

O secretário regional da Economia, José Manuel Rodrigues, fiel bengala de Miguel Albuquerque, volta a meter a mão no bolso dos madeirenses sem pudor e já nem conseguem esconder a falta de vergonha na cara.
Isto já não é coincidência, escolheram a semana da Páscoa, mais turismo, mais consumo, estudantes em casa, é o cenário perfeito para assaltarem ainda mais quem cá vive.
Enquanto no resto de Portugal e por toda a Europa os preços dos combustíveis descem, na Madeira sobem por decreto governamental.
Isto não é política económica, é oportunismo descarado é ROUBO, e durante décadas, o gasóleo foi quase sempre muito mais barato que a gasolina em Portugal.
Castigam as famílias e as empresas, protegem o lucro das gasolineiras e enchem os cofres públicos com impostos que já ultrapassaram todos os limites do aceitável.
E perante isto, fica cada vez mais claro, o CDS Madeira deixou de servir os interesses do povo madeirense.
O CDS Madeira tornou-se parte do problema dos madeirenses, está na hora do povo madeirense ter a coragem seguir o mesmo caminho que os continentais tiveram e fazer desaparecer o CDS Madeira do panorama político, porque quem governa contra o povo não merece governar.