quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

A nova Juiza presidente está farta de fazer fretes ao regime dos mamadeiras: Um tachão de 7 mil por mês para o madeirense pagar

 Isso é que o advogado Emanuel Silva não tem a coragem de dizer. De jornalista saneado do Diário de Notícias do Funchal onde fazia autocensura em tudo o que escrevia, agora além de jornalista no FUNCHAL NOTÍCIAS (que ajudou a fundar mais o camarada Marote) tirou o curso de advocacia para melhor glorificar a juizada fascista que trabalha na Madeira toda para o PPDê.

Comarca da Madeira com nova juíza presidente a 4 de março

Foto Linkdln

 O atual juiz presidente da Comarca da Madeira, Filipe Câmara cessa a sua comissão de serviço, como Juiz Presidente da Comarca, no dia 28 de fevereiro de 2026.

 A nova Juiz Presidente da Comarca, Teresa Miranda toma posse no dia 04 de março de 2026.

 Recorde-se que o Conselho Superior da Magistratura (CSM), reunido em sessão plenária no dia 9 de dezembro último, concluiu o procedimento de seleção e nomeação do juiz presidente do Tribunal Judicial da Comarca da Madeira. Foi nomeada a juiz de direito Teresa do Rosário Ferreira de Sousa Pires Miranda, atualmente colocada no Juízo Central Criminal do Funchal.

 A juíza Teresa Miranda ingressou na magistratura em setembro de 1990, no 9.º curso do CEJ. Exerceu funções em Aveiro, Mêda, Trancoso, Arcos de Valdevez e Águeda.

 Desempenhou ainda funções na área da cooperação internacional, tendo registo de uma comissão de serviço em Timor-Leste.

 Desde 2007 está colocada na área da Comarca da Madeira, onde exerceu funções nas jurisdições criminal e laboral.

 Mais recentemente, acumulou funções no Tribunal de Execução de Penas de Lisboa.

 Entretanto, o atual Administrador Judiciário, Sr. Adelino Manuel Gaspar da Cruz, cessou as suas funções, por aposentação, no dia 31 de janeiro de 2026.

 Em sua substituição, até que a nova juíza presidente da comarca defina quem será o novo Administrador Judiciário, Filipe Câmara nomeou o Sr. Fernando Alves Lopes Roda para exercer as funções de Administrador Judiciário do Tribunal Judicial da Comarca da Madeira, em regime de substituição, com efeitos a 1 de fevereiro de 2026 e até à nomeação efetiva de novo titular.

Lá vem o geólogo Baptista e o jornalista do regime a pretender dar música à gente

 

 Acredita nele quem quer. Quando se construiu o projecto MUDANÇA que depois o Paulo Cafófo destruiu quqndo se aliou mais o Iglésias ao grupo Sousa, o professor Batista foi convidado a integrar o projecto mas como duvidava da sua vitória não quis aceitar. O mesmo aconteceu na altura com o padre José Luís Rodrigues e o professor Raimundo Quintal. 
 Agora o professor Baptista bem pode dar lições aos seus amiguinhos do regime, porque assim não prejudica a sua carreira nem vê comprometidas as suas mordomias que o regime o vai agraciando.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Alexandre Lourênço denunciado pela TVI mas a juizada fascista manda apagar as denúncias

 Outra vez a justiça portuguesa a fazer censura aplicando a  lei da rolha aos jornalistas que denunciam os corruptos

Ministra da Saúde afasta Alexandre Lourenço da presidência do Hospital de Coimbra após investigação da TVI.

Víctor Freitas vém a terreiro defender o corrupto do partido dele.


A decisão de Ana Paula Martins surge após uma investigação do Exclusivo sobre o médico em maio de 2025

A ministra da Saúde demitiu afastou Alexandre Lourenço da presidência do Hospital de Coimbra (ULSC). A decisão de Ana Paula Martins surge após uma investigação do Exclusivo em maio de 2025 sobre o médico.

Em 2017, Alexandre Lourenço assumiu a presidência da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH) enquanto desempenhava funções na Unidade de Inovação e Desenvolvimento no Centro Hospitalar de Coimbra.

Durante seis anos representou a associação em conferências por todo o mundo, financiadas pela indústria farmacêutica, e continuava a ser pago pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS). Mas as ausências acumulavam-se no hospital.

Na altura, o Exclusivo revelou que Alexandre Lourenço acumulava faltas injustificadas nos recursos humanos do hospital porque não tinha autorização para acumular funções. As provas a que tivemos acesso mostram que, durante seis anos, Alexandre Lourenço alegou falhas constantes no registo biométrico - precisamente nos dias em que participava em eventos da associação, por exemplo.

Em maio de 2022, no dia 3, alegou a falha na marcação do registo biométrico. Portanto, admite que estava a trabalhar. Mas, no blogue pessoal publicou um vídeo que prova o contrário: afinal, estava no Congresso de Sustentabilidade em Saúde, em Lisboa.

Depois da investigação da TVI, a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) abriu um inquérito e agora, no relatório preliminar a que tivemos acesso, esse facto é confirmado.

As funções principais exercidas na ULSC, enquanto administrador hospitalar, acumuladas com outras funções privadas, designadamente na APAH, potenciaram ausências e sobreposições irregulares.

Em súmula, foram identificados dias em que o trabalhador registou presenças de assiduidade na ULSC através de picagem biométrica e o registo manual, apesar de se encontrar comprovadamente a participar em sobreposição em eventos em representação da APAH.

Mas há mais, nomeadamente as relações estreitas com empresas que colaboravam com a APAH e que mais tarde, já com Alexandre Lourenço como presidente da ULS de Coimbra, efetuaram ajustes diretos com o hospital.

A análise dos contratos celebrados com as empresas ByMe e NoBox revelam indícios de práticas suscetíveis de configurar um eventual fracionamento contratual e violação dos princípios da contratação pública, nomeadamente no que respeita à agregação de necessidades, transparência e concorrência, factos que poderão eventualmente integrar infrações geradoras de responsabilidade financeira sancionatória.

Responsabilidades que crescem quando olhamos para os valores declarados só em 2019, no site do Infarmed, pela APAH, liderada à época por Alexandre Lourenço. Só nesse ano recebeu da indústria farmacêutica 210 mil euros mas, no relatório de contas a que o Exclusivo teve acesso, o valor dos patrocínios é superior a 400 mil euros.

A análise revelou discrepâncias significativas entre os valores de patrocínios declarados pela APAH e os registados na plataforma do Infarmed, totalizando uma diferença de 520.179 euros entre 2019 e 2024.

Alexandre Lourenço foi informado deste relatório e recorreu. O Exclusivo sabe que os inspetores da IGAS estão prestes a enviar a versão final para a ministra da Saúde mas, perante os factos e a conduta de Alexandre Lourenço, Ana Paula Martins já tomou uma decisão.

Alexandre Lourenço diz que encara a decisão com naturalidade e serenidade. Para o seu lugar, a ministra prepara-se para indicar Francisco Maia Matos, doutor em Medicina, professor auxiliar na Faculdade de Coimbra, assistente graduado sénior e até agora o diretor de Anestesiologia deste hospital. Teve um papel relevante durante a pandemia como coordenador de áreas críticas e redator do Plano de Emergência e Catástrofe da Instituição. É o homem que se segue e encerra um capítulo repleto de polémicas.

Novo navio Ferry entre a Madeira e Lisboa

 Foi aprovado numa reunião cimeira tripartida entre o governo regional da Madeira, o sr. ministro das infraestruturas do Governo Central e o empresário e grande armador Nacional,  Luís Miguel de Sousa.



Os contribuintes do Funchal é que têm que pagar as despesas judiciais do sistema judicial colonial fascista que a República mantém cá na ilhota dos mamadeiras

 E olhem que não é nada pouco. Vejam só!



domingo, 15 de fevereiro de 2026

Mais um bófia burro com o rei na barriga a multar os passageiros no areoporto. A Élia Ascenção ainda oferece carros aos pardalões!

 Denuncia o nosso leitor Xavi Pita:


«Hoje vivi uma situação no Aeroporto da Madeira que me deixou profundamente indignado.

 Cheguei à ilha com a minha mulher. O meu pai estacionou o carro apenas o tempo suficiente para abrir a mala e colocar as nossas bagagens. Nesse momento, duas turistas francesas, com cerca de 80 anos, pediram ajuda para perceber como funcionava o transporte para o Funchal. Como qualquer pessoa educada faria, parei uns segundos para explicar à senhora o que precisava de fazer.
 Quando virei o rosto, deparei-me com o agente da PSP, Manuel Olim, a multar o carro — sem qualquer aviso prévio, sem dizer uma palavra, mesmo com a mala do carro ainda aberta e claramente em processo de descarga de bagagem.
 Fui pedir explicações com respeito. Inclusive, a própria turista tentou explicar ao agente que estava a ser ajudada naquele momento. A resposta que recebeu foi:
“Fale português que não percebo o que está a dizer.”
Estamos a falar de uma senhora de 80 anos, turista, acabada de chegar à ilha. É esta a imagem que queremos passar a quem nos visita?
Não se trata apenas de uma multa. Trata-se de bom senso, humanidade e educação. A autoridade deve ser exercida com equilíbrio e respeito, especialmente num local como o aeroporto, porta de entrada da nossa região.
Fui apresentar queixa. E curiosamente, até na esquadra ouvi algo que me marcou: “A nós ensinam-nos a ser polícias, mas a educação vem de casa.”
Fica a reflexão»