sexta-feira, 22 de maio de 2026

«Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos.» -Provérbios 26:5

  Ora aí está um tema para reflectir. A Madeira é uma Sicília do Atlântico. Os mafiosos estão no Governo Regional da Madeira há mais de 50 anos a roubar e proteger os seus negócios.

  Há muito que capturaram os juízes locais e os magistrados do MP e todos as forças policiais. Na madeira são todos da máfia e trabalham só para as organizações mafiosas há muito instaladas. Todos, mas mesmo todos, trabalham para eles, para a máfia laranja.

  O povo tolo e pacóvio aplaude e vota neles dando-lhes votos com fartura para continuarem a roubalheira.   

   A Raquel Coelho já compreendeu o*modus operandi  do eleitor madeirense. Quanto mais ruim e ladrão for o candidato mais votos tem da viloada.

  Quem abrir a boca em contrário é logo ostracizado e considerado um alvo a abater. Na Madeira o sonho  de muitos e muitos eleitores do PSD é chegarem ao nível do Pedro Calado. encherem-se de dinheiro e terem quarto luxuoso em hotel para dormirem com p**** finas tal como o Calado o faz no Savoy do Avelino.

 Não fosse a ilha da Madeira uma grande reserva do regime fascista, do Salazar e do Caetano.

 A  maioria dos eleitores pepedês pensa assim : «Se eu estivesse lá também roubava! Burro e tonto é quem não o faz»

  Depois pensam: 

«Nem que seja daqui a dez anos, vai-me caber também  a mim qualquer coisa!».

 Por isso a viloada madeirense é sempre fiel no seu voto ao PSD e quando muda é sempre para pior, para a extrema direita o partido CHEGA.

 Mas a Raquel  Coelho, tem razão! É preciso dizer aos burros que eles são burros para que não pensem que são inteligentes e sábios.

 Tal como dizia o sábio Salomão nos seus provérbios. 

«Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos.»

Provérbios 26:5

*Modus operandi: traduzido do latim significa: Maneira de trabalhar.


PTP diz que indícios de corrupção de Calado são “rampa de lançamento” para o PSD ganhar as próximas eleições

 A líder do Partido Trabalhista Português (PTP), Raquel Coelho, reagiu hoje com forte ironia à decisão do Tribunal da Relação de Lisboa de confirmar os fortes indícios de corrupção que envolvem o ex-autarca do Funchal, Pedro Calado. Para a líder partidária, num regime moldado pela impunidade, o acórdão funciona como o “cartaz eleitoral perfeito”.

“A Justiça continental teima em não perceber o sistema político madeirense”, ironizou Raquel Coelho, lembrando que as investigações criminais na região parecem servir de tónico para o sucesso político.

Como prova, a líder do PTP apontou o exemplo paradigmático de Miguel Albuquerque: após ser alvo de duas megaoperações por suspeitas de corrupção , acabou reeleito com uma votação reforçada. “Albuquerque provou que, quanto mais corrupção, mais o eleitorado vota. Com esta confirmação de indícios contra Calado, as hipóteses de o PSD esmagar a oposição nas próximas eleições subiram exponencialmente”, prevê.

Raquel Coelho deixa um aviso a Jorge Carvalho:” Terá concorrência forte para as próximas eleições à Câmara do Funchal, correndo sérios riscos de ser substituído por Pedro Calado para disputar o acto eleitoral”.

O PTP lamentou o “voto cego” e a anestesia social de uma população que, perante o favorecimento de grupos económicos à custa dos dinheiros públicos, prefere continuar a votar sempre nos mesmos.

“A corrupção na Madeira já não é um defeito do sistema; tornou-se o próprio sistema, validado e carimbado pelo voto popular”, concluiu Raquel Coelho.

https://funchalnoticias.net/2026/05/22/ptp-diz-que-indicios-de-corrupcao-de-calado-sao-rampa-de-lancamento-para-o-psd-ganhar-as-proximas-eleicoes/


«Dediquei-me a mudar o mundo e não mudei absolutamente nada, mas diverti-me. E fiz muitos amigos e muitos aliados nesta loucura de mudar o mundo para melhor. E dei sentido à minha vida. »-Pepe Mujica

Dois monstros completamente desumanizados

 

Sexóloga e ex-polícia condenado: quem é o casal que abandonou duas crianças em Alcácer
Marine, mãe das crianças, tem uma relação recente com Marc

Os cidadãos franceses que abandonaram, na terça-feira, duas crianças, de quatro e cinco anos, junto à estrada entre Alcácer do Sal e a Comporta, foram identificados como Marine Rousseau, de 41 anos, e Marc Ballabriga, de 55.

Residente em Colmar, onde o desaparecimento das crianças foi comunicado às autoridades francesas há mais de uma semana, Marine Rousseau, mãe dos meninos, não tinha antecedentes criminais conhecidos.

Segundo a imprensa francesa, estudou psicomotricidade na Universidade Pierre e Marie Curie, em Paris, e trabalhava com EFT ("Emotional Freedom Techniques"), uma forma de "acupuntura psicológica" usada para aliviar a tensão psicológica e a dor física.

Relação recente

A imprensa francesa adianta também que Marine Rousseau tinha uma relação recente com Marc Ballabriga, um homem conhecido das autoridades francesas devido a antecedentes ligados a problemas psiquiátricos.

Formado na Universidade de Perpignan e ex-polícia, foi condenado em 2010 a nove meses de prisão, com dois anos de pena suspensa, por assédio e violência contra a mãe da filha, de acordo com o jornal francês "Le Parisien". Na avaliação psicológica que fez na altura, foi descrito como "normal", "sem patologias", "sociável, amigável, responsável, realista e equilibrada, com boa autoconfiança". Porém, acabou por deixar a polícia após um "longo período de depressão".Marc Ballabriga é também autor de um livro, uma autobiografia com o título "Renaissance" ("Renascimento, em tradução livre). "Marc, de 43 anos, injustamente privado da guarda da filha de quatro anos pelos tribunais, embarca numa jornada sem precedentes para deixar a França. Essa aventura levá-lo-á a mergulhar nas complexidades da sociedade. A sua jornada proporcionar-lhe-á encontros incríveis, situações inesperadas e um desfecho imprevisível. Ele descobrirá a sua verdadeira identidade, reconectar-se-á com a sua essência e libertar-se-á das correntes da escravidão social", lê-se na sinopse.

Nas redes sociais, o francês tem várias publicações com teorias da conspiração.

O casal terá viajado de carro de França até Portugal com as duas crianças. Na residência da mãe em Colmar, terá ficado um outro filho de Marine Rousseau, um adolescente de 16 anos.

Barthélémy e Zacharie, de quatro e cinco anos, foram encontrados sozinhos junto à estrada que liga Alcácer do Sal à Comporta. Depois de receberem assistência hospitalar, foram encaminhadas para uma família de acolhimento.

O casal foi localizado e detido em Fátima após a denúncia de uma mulher na casa dos 80 anos, que foi emigrante em França, e que desconfiou da dupla que se encontrava na esplanada de um café há várias horas. Marine Rousseau e Marc Ballabriga poderão ser acusados de rapto pela Justiça francesa, sendo que, em Portugal, são suspeito de crimes de violência doméstica e de exposição e abandono. Desconhece-se, ainda, onde serão julgados.

https://www.jn.pt/justica/artigo/sexologa-e-ex-policia-condenado-quem-e-o-casal-que-abandonou-duas-criancas-francesas-em-alcacer/18087050

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Miguel Fernandes Luís escreve sobre o Calado. Vai ter problemas com o padre renegado

 

O consagrado jornalista madeirense, Miguel Fernandes Luís é uma reencarnação do jornalista Tolentino Nóbrega do jornal Público.


quarta-feira, 20 de maio de 2026

Madeira Opina não poupa o "fitinhas". Coloca tudo a nú

 


Pedro Calado: e vai acima e vai abaixo, tanta baga que faz um cacho.

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O Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, datado de 20 de maio de 2026, debruça-se sobre o recurso interposto pelo Ministério Público contra a decisão inicial de não indiciação criminal de Pedro Calado, Custódio Correia e Avelino Farinha. O tribunal de recurso veio alterar de forma significativa o entendimento do juízo de instrução, validando a relevância da prova indireta e indiciária reunida nos autos. Consequentemente, a Relação deu como fortemente indiciada uma teia de relações e trocas de favores entre os envolvidos, contrariando a tese de que os factos descritos configuravam mera cortesia social ou interações profissionais lícitas.

Na substância jurídica, a decisão clarifica a distinção entre os crimes de corrupção e os de recebimento indevido de vantagem, estipulando que a ausência de um nexo direto com um contrato ou adjudicação específica impede a corrupção, mas preenche o tipo penal de recebimento ou oferta de vantagem. Sob esta premissa, o tribunal considerou fortemente indiciada a prática de crimes de recebimento indevido de vantagem por via de esquemas de patrocínios opacos a competições de rally que beneficiavam Pedro Calado, além de crimes de corrupção envolvendo a sociedade Afavias, bem como crimes de fraude fiscal e branqueamento de capitais derivados de elevados valores em numerário não declarados.
Apesar do agravamento substancial da qualificação jurídica dos factos e do reconhecimento de fortes indícios criminais, o acórdão acabou por julgar improcedente o pedido do Ministério Público no que respeita ao agravamento das medidas de coação. Os juízes desembargadores deliberaram que, por não se encontrarem preenchidos os pressupostos de perigo geral previstos no artigo 204.º do Código de Processo Penal, a aplicação de restrições severas como a prisão preventiva ficava legalmente impedida. Assim, os arguidos mantiveram-se em liberdade, sujeitos apenas à medida cautelar de Termo de Identidade e Residência.
As páginas mais explosivas do acórdão começam claramente a partir da 269. Aí o Tribunal da Relação entra finalmente na matéria factual sensível e as formulações usadas são politicamente devastadoras.
O ponto mais grave é provavelmente este:
Custódio Correia e Avelino Farinha tinham conhecimento prévio dos projectos de decisão do GRM (...) podendo (...) determinar Pedro Calado a alterações que lhes fossem mais convenientes.
Isto sugere acesso antecipado a decisões governativas e capacidade de influência directa sobre um vice-presidente do Governo. Depois vem a bomba do Hospital Central da Madeira:
Avelino Farinha (...) gizou com Pedro Calado um esquema que lhe permitiu, pelo menos, a adjudicação do Hospital Central da Madeira.
E pior ainda:
determinou ao arguido Pedro Calado diligenciar pela extinção do primeiro procedimento referente à construção do Hospital da Madeira.
Ou seja, o acórdão descreve alegadamente uma manipulação do concurso da maior obra pública da Madeira contemporânea. O tribunal escreve ainda que as empresas beneficiaram “em detrimento de sociedades concorrentes como a Mota Engil e a Teixeira Duarte”.
Há também detalhes altamente mediáticos:



“acesso ilimitado” de Pedro Calado ao Savoy Palace;
ofertas de “garrafas de vinho numeradas e de edição limitada”;
pagamento de festas de Natal de Secretarias Regionais;
pagamento do DJ da festa da Secretaria das Finanças.
Tudo isto é descrito como vantagens concedidas “como forma de compensá-lo nas intervenções e actos que praticou nos contratos”.
Outra passagem particularmente delicada:
Pedro Calado (...) teve intervenção em vários procedimentos nos quais foi adjudicatária a CTM, pouco tempo depois de nesta ter deixado de exercer funções”.
O acórdão fala mesmo num “esquema delineado” entre Avelino Farinha e Pedro Calado.
Politicamente, isto já não é apenas um processo judicial. É uma descrição quase sistémica de alegadas relações privilegiadas entre grandes grupos económicos e o núcleo do poder regional.

https://www.madeiraopina.com/2026/05/pedro-calado-e-vai-acima-e-vai-abaixo.html

A fraude de 10 milhões da AIMINHO envolve Patrícia Dantas

 



Tribunal da Relação de Lisboa considera que há fortes indícios de corrupção


Tribunal concluiu que existem ‘fortes indícios” de corrupção

O Tribunal da Relação de Lisboa concluiu que existem "fortes indícios" da prática de vários crimes de corrupção, recebimento indevido de vantagem e fraude fiscal qualificada no processo que envolve Pedro Calado, Avelino Farinha e Custódio Correia.A informação está a ser avançada pelo Diário de Notícias e reverte parcialmente uma decisão do juiz de instrução que, em fevereiro de 2024, tinha afastado esses indícios.

Num acórdão proferido hoje, o Tribunal da Relação de Lisboa considerou estarem reunidos indícios suficientes para atribuir a um dos arguidos três crimes de recebimento ou oferta indevidos de vantagem, um crime de corrupção passiva e um crime de fraude fiscal qualificada.

Um segundo arguido terá ficado indiciado por um crime de recebimento ou oferta indevidos de vantagem, enquanto o terceiro foi associado a um crime de corrupção ativa.

O Tribunal da Relação decidiu manter apenas a medida de coacção de termo de identidade e residência aplicada aos três arguidos. (RTP)

"Fortes indícios" de corrupção e outros crimes: Relação reverte decisão no caso que fez cair o governo da Madeira
o "fitinhas" com fortes indícios de corrupção

Há suspeitas relacionadas com o ex-presidente da Câmara Municipal do Funchal

O Tribunal da Relação de Lisboa entende que existem “fortes indícios” da prática de vários crimes no processo que envolve o ex-presidente da Câmara Municipal do Funchal Pedro Calado e os empresários Avelino Farinha e Custódio Correia, num caso que chegou mesmo a fazer cair o governo regional de Miguel Albuquerque, que voltou a ir a eleições e foi reeleito.

Na decisão conhecida esta quarta-feira, o coletivo de juízes reverte parcialmente uma outra tomada por um juiz de instrução que, em fevereiro de 2024, tinha colocado esses indícios de lado.

O acórdão agora divulgado conclui que há razões para que imputam aos arguidos vários crimes de corrupção, recebimento indevido de vantagem e fraude fiscal qualificada.

Ainda que tenha agravado a apreciação do caso, o Tribunal da Relação de Lisboa decidiu manter como medida de coação aplicada aos suspeitos, que chegaram a estar detidos vários dias na altura da operação, o termo de identidade e residência (TIR).

Uma decisão que o coletivo de juízes tomou por achar que não estão preenchidos os pressupostos legais necessários para medidas mais gravosas, nomeadamente o perigo de fuga, a perturbação do inquérito ou a continuação da atividade criminosa.

É por isso que esta acaba por ser apenas uma vitória parcial para o Ministério Público, que pretendia um agravamento das medidas de coação.

A Polícia Judiciária realizou, em 24 de janeiro, cerca de 130 buscas domiciliárias e não domiciliárias, sobretudo na Madeira, mas também nos Açores e em várias zonas do continente, no âmbito de um processo que investiga suspeitas de corrupção ativa e passiva, participação económica em negócio, prevaricação, recebimento ou oferta indevidos de vantagem, abuso de poderes e tráfico de influência.

A investigação atingiu também o então presidente do governo regional da Madeira (PSD/CDS-PP), Miguel Albuquerque, que foi constituído arguido e acabou por renunciar ao cargo, o que implicou a demissão do executivo madeirense. (CNN)

Tribunal da Relação vê "fortes indícios" de corrupção e fraude fiscal em processo da Madeira

Dezenas de investigadores chegaram à Madeira num avião militar e realizaram buscas em vários locais em Janeiro de 2024. FOTO HELDER SANTOS/ASPRESS
Dezenas de investigadores chegaram à Madeira num avião militar e realizaram buscas em vários locais em Janeiro de 2024. FOTO HELDER SANTOS/ASPRESS

O Tribunal da Relação de Lisboa concluiu, hoje, existirem “fortes indícios” da prática de vários crimes de corrupção, recebimento indevido de vantagem e fraude fiscal qualificada no processo que envolve o ex-presidente da CMF Pedro Calado e os empresários Avelino Farinha e Custódio Correia, revertendo parcialmente uma decisão do juiz de instrução que, em Fevereiro de 2024, tinha afastado esses indícios.

Num acórdão proferido nesta quarta-feira, em cumprimento de uma decisão anterior do Supremo Tribunal de Justiça, o Tribunal da Relação de Lisboa considerou estarem reunidos indícios suficientes para imputar a um dos arguidos três crimes de recebimento ou oferta indevidos de vantagem, um crime de corrupção passiva e um crime de fraude fiscal qualificada.

Um segundo arguido ficou indiciado por um crime de recebimento ou oferta indevidos de vantagem, enquanto o terceiro foi associado a um crime de corrupção activa.

Apesar do agravamento da avaliação judicial sobre os factos em investigação, o Tribunal da Relação decidiu manter apenas a medida de coacção de termo de identidade e residência (TIR) aplicada aos três arguidos.

Os juízes desembargadores entenderam não estarem preenchidos os pressupostos legais necessários para medidas mais gravosas, nomeadamente perigo de fuga, perturbação do inquérito ou da instrução, continuação da actividade criminosa ou perturbação da ordem e tranquilidade públicas. Desta forma, o tribunal julgou improcedente o recurso inicialmente interposto pelo Ministério Público quanto às medidas de coacção, confirmando a decisão da primeira instância nessa matéria.

https://www.dnoticias.pt/2026/5/20/492695-tribunal-da-relacao-ve-fortes-indicios-de-corrupcao-e-fraude-fiscal-em-processo-da-madeira/

Foto histórica:

Calado depois de andar de Bentley em Londres foi para o calabouço.

O presidente da República deve urgentemente extinguir a PSP. Está totalmente infiltrada pelo partido fascista CHEGA

  Se não o fizer os bófias vão começar a matar gente nas esquadras por todo o país. Devem ser extintos tal como o Costa fez com o SEF de sinistra memória.






Óscar Borges O  AÇOREANO