terça-feira, 7 de abril de 2026
Diário ao serviço do dono disto tudo e das empresas dele
Os madeirenses votam aos milhares no PPDê e depois são roubados pelas empresas de condomínios
Os maus empreiteiros tramam as famílias madeirenses
A indústria que rouba os madeirenses por todos os lados.
Viver na Madeira tornou-se um exercício de equilibrismo onde as variáveis estão todas viciadas contra quem trabalha. As famílias que investiram as poupanças de uma vida e se endividaram por décadas para adquirir um teto, dão por si reféns de um sistema de construção civil que, em muitos casos, opera na fronteira da negligência.
Assistimos à proliferação do "empreiteiro fantasma". Constrói-se depressa, com materiais que mascaram deficiências estruturais e acabamentos precários. Quando os problemas inevitáveis começam a brotar, as infiltrações, as fissuras e o isolamento térmico inexistente, a empresa original desaparece num processo de falência providencial. Sem rosto e sem ativos (olha destes anónimos não falam?), a garantia torna-se um papel sem valor, deixando os proprietários desamparados perante a lei.
Para as famílias que já lutam contra ordenados que não acompanham o custo de vida insular, a fatura final chega através das quotas extraordinárias de condomínio. O prédio, ainda novo no papel, mas velho na estrutura, exige obras urgentes. É aqui que entram os "parasitas da inflação" na loucura da construção, empresas de reabilitação que, aproveitando a escassez de mão de obra e o custo dos materiais, apresentam orçamentos astronómicos, ditando preços por capricho, sabendo que as famílias não têm alternativa senão pagar para não verem o seu património ruir.
A base salarial na região não reflete o custo real de manter uma habitação. Gente trabalhadora e honrada, esta sim, estraga a sua vida em dois tempos. A inflação dos materiais é usada muitas vezes como desculpa para margens de lucro imorais. A pressão turística, que desvia os melhores recursos e profissionais para o setor do luxo e do alojamento local, deixa as migalhas e os preços altos para a construção residencial.
No fim da linha, o Madeirense vê-se num beco sem saída. Trabalha para pagar um banco, paga para sustentar um condomínio que corrige os erros de outros, e ainda tem de alimentar uma máquina inflacionista que parece não ter teto nem escrúpulos.
Viver na "Pérola do Atlântico" está a tornar-se um luxo que o próprio povo da terra já não consegue pagar, não por falta de esforço, mas porque o sistema permite que a má construção e a especulação devorem o rendimento de quem apenas queria um lugar seguro para viver.
Eu não tenho esperança nos madeirenses, parece que quando as broncas acontecem colocam-se do lado do mais forte em vez de se por do lado do correto e, o conjunto de todos fazerem uma força invencível, Por este andar a Madeira ficará sem madeirenses, graças aos ladrões, chulos, vigaristas, corruptos e verdadeiros inimigos internos.
Ivo Rosa queria libertar pedófilo mas as outras duas juizas do colectivo não deixaram
Ivo Rosa queria libertar psicólogo suspeito de abusar de paciente menor, mas foi travado por juízas.
Ivo Rosa ganhou notoriedade como juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal
Foto: Gerardo Santos / Arquivo
O desembargador Ivo Rosa defendeu que um psicólogo de Alenquer, em prisão preventiva por alegado abuso sexual de uma adolescente que era sua paciente, deveria ser libertado e sujeito só a termo de identidade e residência. Mas a posição do juiz, conhecido por ser especialmente sensível aos direitos, liberdades e garantias dos arguidos, não vingou. Maria do Carmo Lourenço e Ana Paula Guedes, que compunham o coletivo do Tribunal da Relação de Lisboa (TRL), entenderam que o psicólogo poderia ficar, quando muito, preso em casa.
A data dos factos (2022-2024), a vítima tinha 16 e 17 anos. Num quadro de especial vulnerabilidade, por já ter sido abusada anteriormente, procurou apoio psicológico numa clínica de Alenquer onde o arguido, de 46 anos, se terá aproveitado da sua fragilidade para praticar atos de natureza sexual em consultório e trocar fotografias e vídeos íntimos ao longo de mais de dois anos.
segunda-feira, 6 de abril de 2026
A ironia da capa do DN Madeira
Vocês com certeza vão dizer, mas tem o custo a passagem. Meus amigos peanuts, porque também os supermercados são muito mais baratos e com concorrência nas Canárias. O preço da passagem, passageiros e carro, era abafada pelas poupanças, continuava a sair mais barato e ficava o passeio com umas compras do mês nas Canárias.
Mas agora imaginem que isto pegava na moda uma vez por mês, basicamente, o serviço de ferry tornaria a Madeira e as Canárias com uma fronteira física (o navio), tal como muitos continentais atravessam a fronteira no continente.
É evidente que isto não interessa ao Miguel Albuquerque, aos supermercados de cá e o senhor Sousa, proprietário do DN-M, do Lobo Marinho e dos porta-contentores que não quer concorrência.
Quem for a pensar temos várias ditaduras na Madeira, mas o madeirense anda sempre entretido com as babuseiradas que os ditadores inventam, até ao dia que não pensam na ironia da capa.
Venham vídeos do cozinheiro, capas com o mecenas e os grandes descontos que os supermercados "oferecem".»
(Emanuel Bento)
O monopolista dos portos Luis Miguel de Sousa cada vez é mais rico
Viva a gloriosa Autonomia ao serviço destes novos capitães donatários!
Nova semana, novo aumento e a mesma falta de vergonha de quem nos governa.





