sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Para o professor Francisco Taboada presidente da EEM a discriminação é necessária no atendimento dos clientes

 

 Os advogados e agentes de execução tem atendimento privilegiado nos balcões da Empresa de Electricidade da Madeira. 
 Têm prioridade de atendimento à frente dos demais cidadãos. Faz-nos lembrar a famosa historia da "Quinta dos Animais" do grande escritor e jornalista inglês George Orwell, onde dizia: «Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros!»



O depoimento do grande Chico Buarque apelando à votação em Luís Inácio Lula

 

Discurso de Lula no 1º de maio de 1979

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

As duas fotos que falam mais do que mil palavras

 E lá vão mais 27 milhões dos impostos dos madeirenseses para o Albuquerque oferecer de graça ao monopolista Sousa

 Outra foto que mostra o "sindicalista" Ricardo Freitas. Não fez qualquer greve durante 50 anos que vive com aquele tacho. Reclama-se da área política do PS.
Eterniza-se no sindicato sem ser eleito pelos trabalhadores. Só mesmo na Madeira!

Para que serve a Polícia de Segurança Pública?

 Serve para multar e agredir os cidadãos que reclamam os seus direitos




Grandes lutas do PSR e de Francisco Louçã sobre a habitação em 1991

 

"a minha casinha" na acampada do Rossio (Lisboa)

 

A praça do Rossio, em Lisboa, voltou a ser palco de protestos pelo direito à habitação. A manifestação contou com a presença e apoio ativo de vários nomes da cultura portuguesa, entre os quais Tim, Vitorino e Ana Moura. Um dos momentos marcantes ocorreu quando Tim e Vitorino entoaram "A Minha Casinha" em uníssono com os manifestantes.
Saiba mais em: https://bit.ly/4zHkd1L

Helena Matos uma fascista de ultra direita em comentadeira de Televisão


 Sérgio Sousa Pinto destroçou Helena Matos em directo na televisão!

Sem argumentos capazes de contrariar a linha de raciocínio de Sérgio Sousa Pinto, Helena Matos optou por uma estratégia pouco digna de quem se apresenta como comentadora política: insinuar repetidamente que o adversário não estava em condições de debater.
E fê-lo de forma tão insistente que a mensagem se tornou evidente. Quando faltam argumentos para rebater ideias, tenta-se desqualificar quem as apresenta. Ao dizer, por diversas vezes, que Sérgio Sousa Pinto «não está em condições para debater», Helena Matos abriu a porta a uma interpretação inevitável: estaria a insinuar que o comentador estava bêbedo, sob o efeito de drogas, mentalmente perturbado ou, quem sabe, possuído pelo demónio?
Naturalmente, não o disse nesses termos. Mas a insistência na insinuação acabou por transformar o debate numa tentativa de descredibilização pessoal, em vez de uma discussão séria sobre ideias, posições políticas e argumentos.
Foi neste contexto que surgiu a frase que marcou o confronto e que deixou Helena Matos visivelmente irritada. Sérgio Sousa Pinto respondeu-lhe, sem rodeios, com uma distinção política que considerou fundamental: «Sabe qual é a diferença? É que a Helena é de extrema-direita e eu não sou.»
Uma frase curta, contundente e politicamente demolidora, porque deslocou o confronto para o terreno em que, aparentemente, Helena Matos não esperava ser confrontada: o da sua própria identidade ideológica.
Sérgio Sousa Pinto é, reconheça-se, uma figura controversa. Embora militante do Partido Socialista, é frequentemente associado a posições de matriz social-democrata e assume, não raras vezes, posições incómodas para o próprio PS. Não é um socialista convencional, nem alguém que abdique facilmente das suas convicções para seguir a disciplina partidária.
Podemos discordar de muitas das suas posições. Podemos até considerar que algumas das suas intervenções são excessivas. Mas, quanto à capacidade intelectual, à agilidade argumentativa e ao conhecimento da política, é difícil negar-lhe uma preparação que lhe permite enfrentar debates exigentes sem precisar de recorrer sistematicamente à desqualificação pessoal do interlocutor.
E é precisamente por isso que o episódio merece reflexão. Helena Matos, que tem vindo a assumir posições cada vez mais contundentes no espaço televisivo, parece, por vezes, trocar a análise crítica pela defesa intransigente de uma visão política situada à direita do espectro ideológico. Uma postura que, quando ultrapassa os limites do confronto de ideias, corre o risco de transformar o comentário político numa trincheira de combate ideológico.
A questão, porém, vai muito além de dois comentadores e de um momento televisivo.
A democracia não se defende silenciando adversários, desqualificando pessoas ou tratando quem pensa de maneira diferente como alguém que não merece ser ouvido. Defende-se com argumentos, contraditório, liberdade de expressão e respeito pelas regras do debate democrático.
É legítimo que existam posições de direita, de esquerda e de todas as correntes que respeitem a democracia. O que não podemos aceitar passivamente é que a intolerância política se disfarce de comentário, que a agressividade substitua a argumentação ou que a normalização de discursos autoritários nos faça esquecer o valor da liberdade.
Portugal conhece demasiado bem o preço da ausência de democracia para que possamos olhar para estes sinais com indiferença.
Não podemos viver na permanente suspeita de que o passado se repetirá. Mas também não podemos ser ingénuos perante os riscos que ameaçam as instituições democráticas.
Quem ama a liberdade não vende as suas convicções por conveniência, não abdica dos seus princípios por medo e não troca a democracia pela ilusão de uma autoridade que promete resolver tudo.
Porque, quando a democracia começa a ser desvalorizada, raramente é de um dia para o outro que a perdemos. Muitas vezes, começa precisamente assim: quando deixamos de discutir ideias e passamos a combater pessoas; quando a intolerância se torna banal e quando confundimos a força de uma opinião com o direito de impor uma verdade.
E é nesse momento que importa dizer, sem hesitações: a democracia não se negocia, a liberdade não se oferece e os nossos princípios não se vendem barato