domingo, 1 de novembro de 2026
Do Bentley directamente para o calabouço
sábado, 31 de outubro de 2026
Recordar é viver... a famosa prisão de Pedro Calado
Policia Judiciária veio de avião à Madeira para prender Pedro Calado acusado de grandes falcatruas.Foi preso após a sua famosa estadia na cidade de Londres onde andou a passear de Bentley
A memória é um ato político.
E
Pedro Calado era o número dois do governo madeirense. Vice-presidente do Governo Regional e presidente da Câmara Municipal do Funchal simultaneamente. Um dos homens mais poderosos desta ilha. E foi detido por um avião da Força Aérea Portuguesa. O Tribunal da Relação de Lisboa validou as suspeitas de corrupção, concluindo existirem fortes indícios da prática de crimes de corrupção, recebimento indevido de vantagem e fraude fiscal qualificada.
E o que disse Miguel Albuquerque? Desvalorizou o acórdão, afirmando que "não há nenhum agravamento das medidas cautelares." Nada para ver aqui. Passem. Há duas explicações possíveis para esta reação. Ou Miguel Albuquerque genuinamente não sabia o que o seu número dois fazia — o que revela uma incapacidade de gestão de proporções históricas. Ou sabia. E achou normal. Escolham.
A história não fica em Pedro Calado. O Tribunal da Relação de Lisboa concluiu existirem fortes indícios da prática de crimes de corrupção, recebimento indevido de vantagem e fraude fiscal qualificada no processo que envolve a governação de Miguel Albuquerque. Fortes indícios. De corrupção. Palavras do tribunal — não nossas. E o presidente continua a governar. A inaugurar. A recomendar livros.
O Quadro Completo:
Um presidente arguido com fortes indícios de corrupção governa a Madeira. O seu ex-número dois foi detido por avião militar e continua arguido. Contratos públicos fluem para os círculos de sempre. Recordar — quantas vezes for preciso.-
O pardalão está de volta; tem total garantia de impunidade! Ele sabe que as juizas são todas do PSD. Não há o risco de ser condenado e preso!Jorge Freitas de Sousa, jornalista do regime, entrevistou o Pedro Calado.A concessão de um espaço nobre de capa garrafal e três páginas, acompanhadas de fotografias de destaque e chamadas dramáticas em caixa alta, funciona na prática como uma operação de relações públicas e "lavagem de imagem". O jornal atua como caixa de ressonância para que o protagonista imponha a sua narrativa antes de qualquer veredito judicial. Reparem que tudo isto é na mesma casa e interesses»













