quarta-feira, 4 de março de 2026
Roubaram-lhes o futuro!
A reabilitação política do Pedro Calado depois do escândalo de corrupção é um caso de estudo sem dúvida
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O regresso de Pedro Calado para a Comissão Política do PSD constituiu a notícia da moção “Madeira Livre” da recandidatura de Miguel Albuquerque à liderança do PSD. Este regresso anunciado de uma das mais polémicas figuras públicas da Região é o sinal de Albuquerque para a navegação. Apesar de todas as polémicas o PSD, desvaloriza as diligências judiciais que infelizmente arrastam o nome da Região na lama das tramas da corrupção, preferindo a fidelidade canina dos seus próximos. Nesta lista de notáveis há outras figuras admiráveis com casos de justiça a resolver.
Albuquerque, considera que “nada impede Pedro Calado de exercer plenamente os seus direitos políticos”. A bitola política para esta convicção está nele próprio: Albuquerque é o arguido, que ia se demitir, depois já não se demitia e cereja no topo do bolo, vai a eleições e ainda reforça a sua votação. (o povo adora estes ladrões) A eleições na Madeira deviam de constituir caso de estudo. Parece que quanto mais “artista” melhor score eleitoral tem.
Pedro Calado, vice-presidente de Albuquerque, chamado por Albuquerque para despachar as contas penduradas do patrão Avelino, passou para a presidência da Câmara do Funchal e foi um dos responsáveis para impedir a vinda do LIDL para a cidade do Funchal. O diamante encontrado no gabinete e transações mal-esclarecidas, levaram-no à cadeia, bem como a do amigo/patrão Avelino e Custódio Correia, o homem dos prédios pretos da Socicorreia.
Houve quem lhe vaticinasse o fim da sua carreira política, mas na Madeira as coisas são diferentes. Resguardou-se dos holofotes públicos e criou, entretanto, a Associação Turismo do Monte, porque há contas para pagar e tem de entrar dinheiro… para "promover o Monte".
Esta reabilitação é, como dizem os madeirenses, um gozo! Mas continuam a votar neles. Para 2030 querem ver que o candidato a presidente do Governo Regional é Pedro Calado? Desde que vi um porco a andar de bicicleta…
- Pedro Calado regressa à comissão política do PSD
- https://www.dnoticias.pt/2026/3/2/483234-pedro-calado-regressa-a-comissao-politica-do-psd/
"Bófias" a multar indiscriminadamente informa o Diário de Notícias do Funchal
Polícias do partido CHEGA continuam a fazer das SUAS.
Para quando a extinção da PSP fascista de Portugal tal como o Costa fez com o SEF?
Sete agentes da PSP detidos por tortura, agressões, violação e abuso de poder na Esquadra do RatoAs autoridades detiveram sete agentes da PSP na sequência da investigação a crimes de tortura grave, violação, agressões e abuso de poder na Esquadra do Rato, Lisboa, foi anunciado esta quarta-feira
Em comunicado, o Ministério Público (MP) e a PSP anunciaram que foram feitas sete detenções, nove buscas domiciliárias e sete buscas não domiciliárias a esquadras, no âmbito de um segundo inquérito relativo a factos ocorridos na Esquadra do Rato, a correr termos no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa.
"Foram emitidos sete mandados de detenção para sete agentes da PSP", num inquérito em que se investiga "a eventual prática de diversos crimes, designadamente, tortura grave, violação, abuso de poder, ofensas à integridade física qualificadas", refere o comando policial.(TSF)
"Foram emitidos sete mandados de detenção para sete agentes da PSP", num inquérito em que se investiga "a eventual prática de diversos crimes, designadamente, tortura grave, violação, abuso de poder, ofensas à integridade física qualificadas", refere o comando policial.
"As diligências realizadas pela PSP foram presididas por sete magistradas do MP", indica o comunicado.
No mesmo documento, a PSP afirma que "continuará a colaborar com as autoridades judiciárias competentes para o apuramento integral dos factos e para a realização da justiça".
Já em janeiro fora anunciada a detenção e prisão preventiva de dois agentes, acusados de tortura e violação, visando sobretudo toxicodependentes, pessoas sem-abrigo e estrangeiros.
Os dois polícias, de 21 e 24 anos, foram detidos em 10 de julho do ano passado, após buscas domiciliárias e nas esquadras do Bairro Alto e Rato, em Lisboa, e foi a PSP que denunciou os factos em investigação.
Os dois arguidos foram acusados pelo MP de crimes de tortura, abuso de poder, violação, ofensas à integridade física, entre outros.
Na acusação é referido que os dois agentes agrediam pessoas que tinham detido com "socos e chapadas e coronhadas na cabeça, tendo inclusivamente filmado e fotografado algumas dessas situações e as respetivas vítimas".
O Ministério Público referia que os agentes escolhiam maioritariamente toxicodependentes, pessoas que cometeram pequenos delitos, muitos com nacionalidade estrangeira e ilegais, ou em situação de sem-abrigo.
Um dos casos relatados é o de um cidadão marroquino que alegadamente terá sido sodomizado com um bastão por um dos arguidos e espancado e depois levado no carro patrulha e abandonado na rua.
Muitos desses abusos foram filmados e partilhados em grupos de WhatsApp com dezenas de outros agentes.
Já na ocasião, o Ministério Público admitia a constituição de mais arguidos e a identificação de mais casos no processo.
"Apesar da sua relevância criminal, das diligências já realizadas, os mesmos carecem ainda de diligências complementares", justifica o Ministério Público, que pediu novo inquérito para que a investigação continue.
Em comunicado, o Ministério Público (MP) e a PSP anunciaram que foram feitas sete detenções, nove buscas domiciliárias e sete buscas não domiciliárias a esquadras, no âmbito de um segundo inquérito relativo a factos ocorridos na Esquadra do Rato, a correr termos no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa.
"Foram emitidos sete mandados de detenção para sete agentes da PSP", num inquérito em que se investiga "a eventual prática de diversos crimes, designadamente, tortura grave, violação, abuso de poder, ofensas à integridade física qualificadas", refere o comando policial.(TSF)
"Foram emitidos sete mandados de detenção para sete agentes da PSP", num inquérito em que se investiga "a eventual prática de diversos crimes, designadamente, tortura grave, violação, abuso de poder, ofensas à integridade física qualificadas", refere o comando policial.
"As diligências realizadas pela PSP foram presididas por sete magistradas do MP", indica o comunicado.
No mesmo documento, a PSP afirma que "continuará a colaborar com as autoridades judiciárias competentes para o apuramento integral dos factos e para a realização da justiça".
Já em janeiro fora anunciada a detenção e prisão preventiva de dois agentes, acusados de tortura e violação, visando sobretudo toxicodependentes, pessoas sem-abrigo e estrangeiros.
Os dois polícias, de 21 e 24 anos, foram detidos em 10 de julho do ano passado, após buscas domiciliárias e nas esquadras do Bairro Alto e Rato, em Lisboa, e foi a PSP que denunciou os factos em investigação.
Os dois arguidos foram acusados pelo MP de crimes de tortura, abuso de poder, violação, ofensas à integridade física, entre outros.
Na acusação é referido que os dois agentes agrediam pessoas que tinham detido com "socos e chapadas e coronhadas na cabeça, tendo inclusivamente filmado e fotografado algumas dessas situações e as respetivas vítimas".
O Ministério Público referia que os agentes escolhiam maioritariamente toxicodependentes, pessoas que cometeram pequenos delitos, muitos com nacionalidade estrangeira e ilegais, ou em situação de sem-abrigo.
Um dos casos relatados é o de um cidadão marroquino que alegadamente terá sido sodomizado com um bastão por um dos arguidos e espancado e depois levado no carro patrulha e abandonado na rua.
Muitos desses abusos foram filmados e partilhados em grupos de WhatsApp com dezenas de outros agentes.
Já na ocasião, o Ministério Público admitia a constituição de mais arguidos e a identificação de mais casos no processo.
"Apesar da sua relevância criminal, das diligências já realizadas, os mesmos carecem ainda de diligências complementares", justifica o Ministério Público, que pediu novo inquérito para que a investigação continue.
Sánchez reitera oposição a ataques e diz não ter "medo de represálias"
Sánchez reitera oposição a ataques e diz não ter "medo de represálias"
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, disse hoje que está contra a guerra no Médio Oriente iniciada com ataques dos EUA e Israel ao Irão e que não vai mudar de posição "simplesmente por medo a represálias".
"Repudiamos o regime do Irão, que reprime, que mata vilmente os seus cidadãos, em especial as mulheres, mas ao mesmo tempo também rejeitamos o conflito e pedimos uma solução diplomática e política", disse Sánchez, numa declaração transmitida nas redes sociais e pelas televisões a partir da sede do Governo de Espanha, em Madrid.
A posição do Governo de Espanha "não é ingénua, é coerente", e igual à que tem assumido em relação à Ucrânia, Gaza, Gronelândia ou Venezuela, acrescentou, sublinhando que os ataques ao Irão e a resposta do regime de Teerão desrespeitam o direito internacional e a Carta das Nações Unidas.
"Ingénuo é acreditar que as democracias e o respeito entre nações brotam das ruínas ou pensar que praticar o seguidismo cego e servil é uma forma de liderar. A nossa posição não é ingénua, pelo contrário, é coerente, não vamos ser cúmplices de algo que é mau para o mundo e contrário aos nossos interesses simplesmente por medo de represálias de alguém", acrescentou.
Sánchez fez esta declaração sobre a posição de Espanha sobre o conflito entre EUA, Israel e o Irão depois de críticas e ameaças ao Governo espanhol por parte do Presidente norte-americano, Donald Trump, na terça-feira
"Espanha tem sido terrível. Vamos cortar todo o comércio com Espanha. Não queremos ter nada a ver com Espanha", disse Trump.
Espanha rejeitou a utilização por parte dos EUA das bases militares de Rota e Morón, no sul do país, para as operações relacionadas com os ataques ao Irão lançados no sábado, o que levou os norte-americanos a deslocar os aviões cisterna de abastecimento de outras aeronaves que tinha em território espanhol para bases noutros países da Europa.
Além da postura de Espanha sobre os ataques ao Irão, Trump voltou a criticar também a decisão do Governo espanhol, liderado pelo primeiro-ministro Pedro Sánchez, de recusar subir para 5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional o orçamento dedicado à defesa, como os restantes países-membros da NATO.
Sánchez sublinhou hoje que Espanha é "membro de pleno direito da União Europeia, da NATO e da comunidade internacional" e que é preciso "exigir aos EUA, ao Irão e a Israel que parem antes que seja demasiado tarde".
"Não se responde a uma ilegalidade com outra. È assim que começam os grandes desastres da história. Devemos aprender com a História", acrescentou.
O líder do Governo espanhol lembrou, entre outros conflitos, a guerra no Iraque, para a qual um governo norte-americano "arrastou" países europeus e que além de não ter dado resposta ou solucionado "quase nenhum" dos problemas que queria resolver, ainda provocou uma onda de violência, instabilidade e crises migratórias na Europa e outras regiões do mundo. (lusa)






