quarta-feira, 29 de julho de 2026
Entretanto o povo do Funchal está noutra quer é festas e Ralis
Gil Canha ex-vereador do urbanismo da CMF critica o desinteresse da autarquia pela conservação do património modernista da cidade do Funchal
Agradeçam ao Cafofo!
terça-feira, 28 de julho de 2026
A Policia do PPDê na Madeira prendeu um agricultor de canabis. Já não querem apoiar a agricultura os pardalões!
PSP deteve homem de 66 anos de idade que era plantador de “cannabis”
O Comando Regional da Madeira da Polícia de Segurança Pública (PSP) veio dar conta de que, no dia 27 de Julho de 2026, deteve um homem de 66 anos de idade, residente no concelho do Funchal, pela presumível prática do crime de tráfico de estupefacientes.
A intervenção policial teve origem na detecção de uma plantação de cannabis existente numa horta localizada no interior de uma habitação. Na sequência das diligências efectuadas e após realização de uma busca domiciliária, a PSP apreendeu:
- 3 plantas de cannabis, com aproximadamente 1 metro de altura, com um peso bruto de 159,60 gramas, suficientes para a elaboração de cerca de 64 doses individuais;
- 4 plantas de cannabis, com aproximadamente 1,70 metros de altura, com um peso bruto de 1.015,81 gramas, suficientes para a elaboração de cerca de 406 doses individuais;
- 4 plantas de cannabis, com aproximadamente 1,80 metros de altura, com um peso bruto de 2.634,78 gramas, suficientes para a elaboração de cerca de 1.053 doses individuais.
No total, foram apreendidas 11 plantas de cannabis, correspondentes a um peso bruto superior a 3,8 quilogramas, suficiente para a produção de aproximadamente 1.523 doses individuais da referida substância estupefaciente, diz a Polícia.
O suspeito foi detido e presente às diligências processuais competentes. Após contacto com o Ministério Público, foi restituído à liberdade, ficando sujeito à medida de coação de Termo de Identidade e Residência, aguardando os ulteriores termos do inquérito.
A PSP reafirma o seu compromisso no combate ao tráfico de estupefacientes, prosseguindo uma actuação determinada na prevenção e repressão deste tipo de criminalidade, contribuindo para a segurança e tranquilidade da população.
segunda-feira, 27 de julho de 2026
Uma reportagem muito corajosa de Sandra Felgueiras que envolve o juíz desembargador do PPD Paulo Heliodoro Pereira de Gouveia
Esta reportagem nunca poderia ser feita por um jornalista madeirense, estão todos subserviêntes ao regime albuquerquista
domingo, 26 de julho de 2026
Élia Ascenção apanhada com a boca na botija
A entrevista de Élia Ascensão à RTP Madeira.
É
1) Quando diz que não tinha conhecimento dos factos, a verdade é que teve. Se foi interrogada como arguida, foi-lhe necessariamente dado conhecimento dos factos, da sua qualificação jurídica e das provas recolhidas. Por isso, não se percebe como pode afirmar que não teve conhecimento de nada, nem, principalmente, como ousa afiançar a sua convicção de que não foi cometido qualquer crime. Pergunta-se: perante isto, como não teve a iniciativa de tomar medidas quanto às funcionárias, nem mandar auditar os demais concursos públicos em que essas funcionárias intervieram como júri.
2) Élia Ascensão procurou sacudir a água do capote, dizendo que apenas praticou actos de gestão, a assinatura do despacho que abriu os concursos e que não sabia de nada. O problema é o que o despacho judicial deu como fortemente indiciado: ANTES de abrir os concursos, Élia Ascensão trocou mensagens com a presidente do júri (que foi suspensa de funções); numa dessas mensagens a presidente do júri disse a Élia Ascensão a quem se destinavam três das vagas postas a concurso; Élia Ascensão lei essa mensagem; SABENDO, porque lhe foi dito, QUE A PRESIDENTE DO JÚRI DESTINAVA TRÊS DAS VAGAS POSTAS A CONCURSO A PESSOAS DETERMINADAS, Élia Ascensão nomeou essa pessoa como presidente do júri dos concursos. Pergunta-se: Élia Ascensão acha isto normal?!?! Uma funcionária pública diz-lhe que as vagas de um concurso que ainda não abriu se destinam a pessoas concretas e Élia Ascensão nomeia essa funcionária presidente do júri: achava que ia acontecer o quê? Que o concurso não ia ser viciado?!?! Mas está a gozar?!?!
Afinal, bem vistas as coisas, percebe-se a razão pela qual Élia Ascensão não toma medidas. Sabia, porque lhe fora anunciada, da viciação dos concursos e escolheu nada fazer.




