domingo, 1 de novembro de 2026

Está identificado o pardalão da polícia que puxou da pistola para apontar aos manifestantes ontem na cidade do Porto

 




Os cinco pastores mais ricos do mundo

 

O Testemunho de um jovem comunista do Porto

 Os policias não estão do nosso lado!

Deus Pátria e Família

 



Do Bentley directamente para o calabouço

 


 Este padreco traidor do sr. bispo D. Teodoro Faria, merecia também uma temporada no calabouço pois andou em Londres de Bentley a passear com o nosso dinheiro!



O monopolista Sousa quer mais uns milhões dos contribuintes para a electrificação do Porto do Funchal

 Mais dinheiro do contribuinte para ele embolsar...assim também eu...


sábado, 31 de outubro de 2026

Recordar é viver... a famosa prisão de Pedro Calado

 

Policia Judiciária veio de avião à Madeira para prender Pedro Calado acusado de grandes falcatruas.
Foi preso após a sua famosa estadia na cidade de Londres onde andou a passear de Bentley

A memória é um ato político. 

E

specialmente na Madeira. Especialmente quando o poder conta com o esquecimento como estratégia de governação. Especialmente quando entre uma detenção por avião militar e a próxima eleição passam meses suficientes para que a maioria das pessoas esteja ocupada com a vida — com a renda, com os filhos, com o trabalho — e não tenha tempo de recordar o que aconteceu. Por isso recordemos.

Pedro Calado era o número dois do governo madeirense. Vice-presidente do Governo Regional e presidente da Câmara Municipal do Funchal simultaneamente. Um dos homens mais poderosos desta ilha. E foi detido por um avião da Força Aérea Portuguesa. O Tribunal da Relação de Lisboa validou as suspeitas de corrupção, concluindo existirem fortes indícios da prática de crimes de corrupção, recebimento indevido de vantagem e fraude fiscal qualificada.

E o que disse Miguel Albuquerque? Desvalorizou o acórdão, afirmando que "não há nenhum agravamento das medidas cautelares." Nada para ver aqui. Passem. Há duas explicações possíveis para esta reação. Ou Miguel Albuquerque genuinamente não sabia o que o seu número dois fazia — o que revela uma incapacidade de gestão de proporções históricas. Ou sabia. E achou normal. Escolham.

A história não fica em Pedro Calado. O Tribunal da Relação de Lisboa concluiu existirem fortes indícios da prática de crimes de corrupção, recebimento indevido de vantagem e fraude fiscal qualificada no processo que envolve a governação de Miguel Albuquerque. Fortes indícios. De corrupção. Palavras do tribunal — não nossas. E o presidente continua a governar. A inaugurar. A recomendar livros.

O Quadro Completo:

Um presidente arguido com fortes indícios de corrupção governa a Madeira. O seu ex-número dois foi detido por avião militar e continua arguido. Contratos públicos fluem para os círculos de sempre. Recordar — quantas vezes for preciso.-

O pardalão está de volta; tem total garantia de impunidade! Ele sabe que as juizas são todas do PSD. Não há o risco de ser condenado e preso!
Jorge Freitas de Sousa, jornalista do regime, entrevistou o Pedro Calado.

«Calado contrapõe as acusações de corrupção à ideia do "obra feita" e do crescimento económico da Região. Ataca a oposição e os partidos pequenos, acusando-os de "bloquear o desenvolvimento" através de queixas e providências cautelares. A vida é um carro de rali na via rápida do poder.

A concessão de um espaço nobre de capa garrafal e três páginas, acompanhadas de fotografias de destaque e chamadas dramáticas em caixa alta, funciona na prática como uma operação de relações públicas e "lavagem de imagem". O jornal atua como caixa de ressonância para que o protagonista imponha a sua narrativa antes de qualquer veredito judicial. Reparem que tudo isto é na mesma casa e interesses»