sábado, 7 de novembro de 2026

30 anos a segurar os interesses dos grandes senhorios desta terra!

 

José Manuel Rodrigues: “Faz hoje 30 anos que tomei posse como deputado na RAM”

José Manuel Rodrigues fez hoje a seguinte publicação na rede social Facebook:
“Faz hoje 30 anos que tomei posse, pela primeira vez, como deputado na Assembleia Regional. Desde então, percorri um longo caminho que me levou à Assembleia da República, à presidência da Assembleia Legislativa da Madeira, à presidência da Conferência das Assembleias Legislativas Regionais Europeias e, agora, ao exercício de funções executivas, como Secretário da Economia no Governo Regional da Madeira.
Quero agradecer a todos os que me acompanharam nesta caminhada e, sobretudo, expressar um grande obrigado a todos os que, em sucessivas eleições, confiaram em mim e no CDS.
Foi e continua a ser um enorme orgulho servir a minha terra e as suas gentes.
E quero dizer-vos: ainda estou aqui!”, conclui.

O Mário Soares estava farto de bófias. Pois no tempo do Salazar fora preso por eles várias vezes

 

 

Quem nos enviou este vídeo foi o subintendente Adelino Camacho. Ele vai escrever sobre este incidente no seu próximo artigo de opinião no diario do Sousa dos portos.

Só a verdade é revolucionária. Pedro Proença e Jorge Jesus é que não entendem

 



Ora cá está mais uma verdade inconveniente da nossa Mafalda

 


Um crime que é pouco conhecido, mas aconteceu. Mostra como funciona a justiça de classe ao serviço da alta burguesia

 

Na madrugada de 20 de abril de 1997, cinco jovens de famílias ricas de Brasília encontraram um homem dormindo em um ponto de ônibus. O que fizeram com ele foi uma das maiores brutalidades da história recente do país.

A vítima era Galdino Jesus dos Santos, indígena do povo Pataxó Hã-Hã-Hãe, de 44 anos, agricultor, marido e pai de três filhas. Ele estava na capital federal participando de reuniões com representantes do governo para defender as terras de seu povo, no sul da Bahia.
Depois das atividades do Dia do Índio, Galdino voltou à pensão onde estava hospedado, mas encontrou a entrada fechada. Sem conseguir entrar, deitou-se em um ponto de ônibus próximo e adormeceu.
Enquanto isso, cinco rapazes circulavam pela cidade em um Chevrolet Monza: Max Rogério Alves, Eron Chaves de Oliveira, Antônio Novély Cardoso Vilanova, Tomás Oliveira de Almeida e Gutemberg Nader de Almeida Júnior, que tinha apenas 16 anos.
O grupo vinha de famílias de classe alta. Um deles era filho de um juiz federal; outro, enteado de um ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral.
Pouco antes do crime, os jovens compraram dois litros de álcool em um posto de combustível. Depois, encontraram Galdino dormindo, despejaram o líquido inflamável sobre seu corpo e atearam fogo. Enquanto o indígena era consumido pelas chamas, os cinco fugiram de carro.
Galdino foi socorrido por um advogado que passava pelo local e levado ao hospital ainda consciente. Mas 95% de seu corpo havia sido queimado. Ele sofreu falência respiratória e renal e morreu poucas horas depois.
Quando foram presos, os jovens disseram que tudo não passava de uma brincadeira. Alegaram que queriam apenas assustar o homem, imaginando que ele acordaria e sairia correndo. Um deles chegou a afirmar que o grupo pensou em voltar para ajudá-lo, mas ficou apavorado e foi embora.
Em 2001, os quatro maiores de idade foram condenados a 14 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado. Gutemberg, por ser adolescente, recebeu medida socioeducativa e deixou a internação ainda em 1997.
Mas a condenação não significou que os quatro permaneceriam presos durante os 14 anos. Em 2002, conseguiram autorização para trabalhar e estudar fora da prisão, retornando à noite. O benefício gerou revolta quando vieram à tona registros de que alguns deles aproveitavam momentos de lazer enquanto deveriam cumprir as condições impostas.
Em 2004, os quatro conseguiram liberdade condicional e deixaram a prisão antes de cumprir toda a pena em regime fechado.
Anos depois, a história ganhou outro capítulo: os cinco construíram carreiras no serviço público.
Gutemberg ingressou na Polícia Rodoviária Federal e chegou a ocupar uma função de chefia. Tomás tornou-se técnico do Senado Federal; Eron, agente de trânsito do Detran-DF; Antônio, fisioterapeuta da Secretaria de Saúde; e Max, analista do Tribunal de Justiça do Distrito Federal.
Em 2014, Gutemberg chegou a ser barrado em uma seleção para a Polícia Civil por causa de sua participação no assassinato, mas contestou a decisão na Justiça. Em 2016, conseguiu ingressar na PRF por decisão judicial.
O contraste é difícil de ignorar: Galdino estava em Brasília tentando defender as terras de seu povo. Era um agricultor que tinha esposa, três filhas e uma comunidade. Naquela madrugada, só queria dormir.
Os cinco jovens, por outro lado, decidiram transformar um homem indefeso em alvo. Depois da condenação e dos benefícios judiciais, conseguiram construir carreiras estáveis em instituições públicas.
Galdino morreu com 95% do corpo queimado. Sua família nunca mais o teve de volta. E os responsáveis pelo ataque seguiram suas vidas, conquistando cargos e salários no serviço público.


quinta-feira, 5 de novembro de 2026

No Dossier de Imprensa de hoje a menina das historietas esteve bem defendeu o nosso Cristiano Ronaldo como deve ser

 



Alberto Pita esteve melhor quando disse que o Jorge Jesus entrou na Selecção com o objectivo de despachar Ronaldo

Miguel Fernandes Luís falou do caso do autarca António Gomes alegando que ele era inexperiente no uso de dinheiro públicos. O Albuquerque derreteu meio milhão eles não falaram.