Sempre que aparece um deputado sério que deseja combater a corrupção e logo alvo de críticas injustas e notícias falsas e maldosas com o objectivo de lhe destruir a imagem e a reputação perante a opinião pública.
Roberto Ferreira publicou hoje estas mentiras grosseiras e maldosas disfarçadas de noticias para desacredirar a imagem do grande deputado madeirense anti corrupção Francisco Gomes.
TJ afasta juiz que bebeu e
fumou durante audiência
«O ministro Mauro Campbell
Marques, corregedor nacional de Justiça, marcou para o
dia 18 o julgamento do juiz
Milton Lívio Lemos Salles,
do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Salles foi flagrado, anteontem, durante audiência online, bebendo uma
garrafa de vinho do gargalo e
acendendo um cigarro com
um maçarico. Ele já havia sido suspenso das atividades
pelo tribunal mineiro.
Campbell disse que o juiz
está “privado do domínio de
si e das faculdades exigidas
para o desempenho do encargo”. O caso seria julgado hoje
no Órgão Especial do TJMG, mas a decisão foi adiantada depois que Salles divulgou vídeo em que afirma que
o Tribunal estadual, o Superior Tribunal de Justiça
(STJ), o Supremo Tribunal
Federal (STF) e o ministro
Alexandre de Moraes “são todos corruptos”. O Estadão
procurou Moraes e as Cortes, mas não houve resposta.
“Sei de corrupção do Nelson Missias, do Gilson Lemos, do Luiz Carlos, do Vicente, da compra de mais de 170
Corollas híbridos. Vocês me
dão vergonha”, afirmou, citando colegas do TJ-MG. Vicente de Oliveira Silva é presidente do TJ de Minas. Gilson Lemos e Nelson Missias são expresidentes. Luiz Carlos Corrêa Júnior foi corregedor-geral. Procurados, os magistrados não se manifestaram.» -Estado de S. Paulo
Texto da notícia do jornalista Miguel Fernandes Luís:
"O megaprocesso que envolve a ex-agente de execução Maria JoãoMarques, acusada de desviar 352 mil euros em 15 processos de cobrança de dívidas, vai mesmo ser julgado no tribunal do Funchal (Edifício 2000). Assim o decidiu em 20 de Julho passado o Tribunal da Relação de Lisboa, que foi chamado a resolver uma teima entre os tribunais do Funchal e de Cascais, cada um a empurrar para o outro o julgamento do caso.
O processo, com mais de 12 anos, é dos mais complexos e antigos que aguardam julgamento na Madeira e junta, além de Maria João Marques, o marido Rui Marques, a funcionaria madeirense Ana Cristina e a sociedade Oceanflowers, SGPS. Os ar-guidos respondem por peculato, branqueamento de capitais e falsidade informática, sendo a ex-agente de execução ainda acusada de falsificação de documento.
Segundo a acusação do Ministério Público, confirmada por pronúncia do Juízo de Instrução do Funchal de Fevereiro de 2025, o esquema terá sido montado a partir de 2007, quando Maria João Marques e o marido delinearam um plano para desviar para contas próprias e para sociedades que controlavam os valores que ela recebia no exercício das funções de agente de execução, encobrindo os desvios através de registos falsos no sistema informático de apoio à profissão.
A disputa sobre o tribunal competente para investigar e julgar o caso arrasta-se há 13 anos e já envolveu as comarcas do Porto, Cascais, Sintra, Lisboa e Funchal. Em Janeiro de 2026, a juíza do Funchal declarou-se territorialmente incompetente e remeteu o volumoso processo com 10 mil páginas (a que acrescem 98 volumes apensos) para Cascais, por entender que fora na Parede, onde reside o casal arguido e onde a ex-agente de execução tinha o escritório principal que o plano terá sido gi-zado. A defesa de Maria João e Rui Marques, que considera que a crimes de falsificação de document e falsidade informática já prescreverem, também acha que o caso devia ser julgado em Cascais.
Em Abril, contudo, o tribunal de Cascais entendeu que o processo devia ser julgado no Funchal, por ser o local do último acto do crime mais grave (peculato) e não o local onde alegadamente foi traçado o plano. Segundo o tribunal conti-nental, o último acto de apropriação ocorreu na Madeira, com o depósito de cerca de 17.471 euros na conta de uma empresa sediada na capital madeirense e criada para o efeito, no âmbito de uma execução que correu termos na então VaraMista do Funchal.
Chamado a dirimir o impasse, o Tribunal da Relação de Lisboa deu razão a Cascais. A juíza desembargadora Simone Pereira considera que a decisão do Funchal assentava numa presunção sem suporte nos factos da pronúncia, pois em lado nenhum da acusação consta que o plano tenha sido decidido na Parede. Tal alegação vinha apenas na contestação dos próprios argui-dos, sem valor probatório pleno. E mesmo que constasse da pronún-cia, sublinha a juíza desembargadora, "o local da resolução criminosa e centro de comando da actividade criminosa" não é, por si só, O tribunal recordou que, quando um crime se consuma por actos su-cessivos, é competente o tribunal da área onde foi praticado o último acto. Como o peculato é o crime mais grave no processo e o seu último acto ocorreu no Funchal, é este o tribunal competente, concluiu o Tribunal da Relação.
Quando esta decisão se tornar definitiva (trânsito em julgado), o regaprocesso regressará ao tribunal do Funchal, oito meses depois deste se ter declarado incompetente para o julgar. Resta saber se o julgamento arrancará a tempo de evitar a prescrição dos crimes." -Dn/Madeira edicão de hoje
Quando a própria Justiça e seus agentes corruptos protegem os ladrões de colarinho branco é assim que acontece.
José Manuel Coelho, todos os meses vê penhorado dinheiro da sua reforma para entregar à senhora ladra.
Já lhe "deve" mais de 2 milhões de euros, nas contas do seu advogado António Fontes.
"António Fontes o advogado de José Manuel Coelho já andou fazendo as contas e chegou à surpreendente conclusão, que decorrido este tempo todo, Maria João Marques já tem créditos de penhora a receber de José Manuel Coelho no valor superior a 2 milhões de euros.Isto tal como nos antigos filmes americanos dos anos sessenta, chegamos finalmente à conclusão, que o crime compensa.
A justiça em Portugal tal como a do Brasil, é fundamentalista, terrorista, corrupta e fascista! Por isso vivemos numa República corrupta, de juízes e magistrados do MP ainda muito piores dos que existiam durante a ditadura do velho Salazar! »
Francisco Gomes tem mais uma bomba para virar do avesso os corruptos e em especial Miguel Albuquerque.Vai denunciar a casa que um conhecido enpresário está a construir para oferecer ao presidente do governo Regional. na ilha do Porto Santo, como recompensa de serviços prestados por parte de governante!
Francisco Gomes entregou o ouro ao bandido! Agora ficamos com o nosso caçador de ratos apanhado a mentir sobre o seu curso. O fascista Alberto, como sabia bem disso, moveu as suas influências na Revista SÁBADO para denunciar tudo o pardalão!
VERGONHA: DUAS CADEIRAS NÃO FAZEM UMA LICENCIATURA
A ficha oficial da Assembleia da República apresenta Francisco Gomes como licenciado em Ciência Política pelas universidades de Denison e Harvard. A página do Grupo Parlamentar do Chega repete a mesma conversa.
Mas, segundo a investigação da Sábado que aqui partilhámos, em Harvard o deputado terá feito apenas duas cadeiras numa Summer School.
Se isto se confirmar, não vale andar com paninhos quentes.
A palavra é VERGONHA.
Não por ter feito duas cadeiras. Estudar nunca é vergonha.
Vergonha é apresentar duas cadeiras como uma licenciatura inteira.
Quem faz duas cadeiras numa escola de verão estudou em Harvard.
Não ficou licenciado por Harvard.
E não é preciso ir a Harvard para perceber isso.
Duas cadeiras não fazem um curso, tal como duas aulas de condução não fazem um motorista.
O resto é currículo com fermento.
Em 1999, o Governo Regional atribuiu a Francisco Gomes 2.240 contos para apoiar os seus estudos na Universidade de Denison, nos Estados Unidos.
O apoio público foi para Denison e não é, por si só, motivo de censura. Investir na formação pode ser correto.
Mas o dinheiro do contribuinte foi verdadeiro.
O currículo também tem de ser.
Quem recebe apoio público, ocupa cargos e pede a confiança dos eleitores tem obrigação acrescida de falar claro e pôr os pontos nos “is”.
Por isso, o deputado deve responder sem dar voltas:
Harvard conferiu-lhe uma licenciatura?
Qual foi o grau?
Em que data?
Onde está o diploma?
Se existe, mostre-o e encerre o assunto.
Se não existe, corrija imediatamente a ficha do Parlamento, a página do Chega e peça desculpa aos cidadãos.
O que não vale é vender gato por lebre, assobiar para o lado e esperar que ninguém repare.
Quem exige verdade aos outros não pode ter um currículo que cresce conforme a ocasião.
Harvard não é um autocolante para dar lustro à biografia.
O mérito não se inventa.
A verdade não se estica.
E duas cadeiras, por mais famosas que sejam, continuam a ser duas cadeiras.
Se tudo isto se confirmar, fica uma pergunta simples para cada cidadão:
Se um deputado trata assim o próprio currículo, que confiança pode pedir quando fala, acusa e exige verdade aos outros?
Fontes: Sábado; Assembleia da República; Grupo Parlamentar do Chega; JORAM, Resolução n.º 1845/99.