terça-feira, 3 de março de 2026

Pedro Sánchez diz não ao genocida Donald Trump

"Com a direita no poder" canta José Barata Moura

 

Márcio Amaro levou um calote do presidente da casa do povo de Santa Maria Maior

 Eduardo Rodrigues é o cacique do PPDê caloteiro!

𝐑𝐄𝐒𝐏𝐄𝐈𝐓𝐎
Empenhamo-nos ao máximo para elevar cada evento em que participamos.
Levamos talento, dedicação, investimento próprio e profissionalismo a cada palco.
Mas profissionalismo exige respeito.
Somos artistas, sim, mas também somos trabalhadores, pais e mães de família, pessoas com responsabilidades e contas para pagar.
Cumprimos a nossa parte com rigor. Exigimos que a outra parte faça o mesmo.
Não estamos a pedir favores.
Estamos a exigir o pagamento justo pelo trabalho realizado.
A cultura não se faz de promessas, faz-se de compromisso, seriedade e respeito por quem sobe ao palco e dá o melhor de si.
Continuaremos a honrar a nossa arte.
Esperamos que honrem a palavra dada.



Paulo Jorge Vieira Morgado de Carvalho. é vice PGR do Ministério Público não gostou de uma crítica de um procurador e decidiu puni-lo

 A liberdade de expressão numa organização fascista, não permite críticas.


Paulo Jorge Vieira Morgado de Carvalho
. Vice-procurador-geral do MP

 

Procurador que chamou “besta” a vice-PGR arrisca 130 dias de suspensão

Inspetora propôs pena para magistrado que participou num grupo de “whatsapp” de contestação e liderança do Ministério Público.

Foi no verão de 2025 que mais de mil procuradores do Ministério Público participaram num grupo de Whatsapp destinado a contestar o movimento judicial que seria aprovado em setembro do ano passado. A certa altura, Pedro Serra, um dos intervenientes do grupo “Pela Dignidade do Ministério Público” decidiu publicar a mensagem: “Já agora, correr com a besta do vice que é o ideólogo da marmelada”. Certo é que a mensagem acabaria por chegar ao conhecimento do tal “vice”, Paulo Morgado de Carvalho que a encaminhou para o Procurador-geral, Amadeu Guerra. Este não teve dúvidas em instaurar um processo disciplinar ao procurador, que culminou com a proposta de 130 dias de suspensão sem ordenado, pena que terá que ser confirmada, ou não, pelo Conselho Superior do Ministério Público.

  O, em julho de 2025. À época, o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, Paulo Lona, apenas confirmou que o colega suspeito da infração tinha pedido apoio judiciário. Esta terça-feira, entretanto, a CNN/Portugal adiantou que após o inquérito disciplinar, a instrutora não teve dúvidas em concluir que o procurador Pedro Serra “após aderir” ao referido grupo de Whatsapp “decidiu servir-se dele, para, por um lado, interna e externamente denegrir, desrespeitar, desacreditar e humilhar o Exmo. Senhor Vice-Procurador Geral da República, e por outro lado, incitar os colegas a pôr em causa a sua permanência no cargo de Vice-Procurador-Geral da República”. Além da pena de suspensão, a instrutora do processo propôs ainda que o magistrado seja impedido de ser promovido durante dois anos.

   O grupo de Whatsapp surgiu num contexto de contestação às regras definidas pela Procuradoria-geral da República para o movimento dos magistrados, passando a incluir os magistrados em vários departamentos e tribunais e simultâneo. O Sindicato dos Magistrados do MP contestou a decisão. A Procuradoria-Geral da República justificou a opção com a necessidade de "otimizar os recursos existentes", num "contexto de reconhecida e notória carência de recursos humanos".

Burocratas de Bruxelas chumbam ajudas para renovar a frota ao peixe espada preto. Os chavelhas votam sempre no seu PPDê e agora têm o pagamento

 

  O

lá a todos, quero falar do chumbo da renovação do peixe-espada-preto. Vivemos tempos de um moralismo ecológico de gabinete, sem experiência. Exige-se eficiência, mas nega-se o motor novo. Exige-se sustentabilidade, mas impede-se a modernização que reduziria o consumo e aumentaria a segurança. Para os burocratas europeus, a potência de um barco é apenas um número numa tabela de Excel, para um pescador é a diferença entre conseguir fugir de uma tempestade ou ficar à mercê dela. 

 Por outro lado, enquanto a pesca de linha e anzol, a mais seletiva e amiga do ambiente, é asfixiada, assistimos a um fenómeno curioso na nossa costa, a proliferação das jaulas de aquicultura. Parece haver sempre espaço e vontade política para expandir a produção industrial de douradas, mas nunca há folga para deixar o pescador de espada renovar a sua ferramenta de trabalho.

 Não quero que ninguém se ofenda mas sou obrigado a pensar numas coisas...

 Estamos a assistir a uma substituição deliberada da nossa soberania alimentar artesanal por um modelo de exploração industrial? Estaremos a trocar o peixe-espada-preto, símbolo da nossa gastronomia e peça fulcral para o cartaz turístico, por um mar de plástico e concessões privadas? Será que há mais pessoas a pensar como eu?

 Sem barcos novos, não haverá jovens pescadores. Sem jovens, a arte morre. E quando a arte morrer, o peixe-espada-preto passará de prato regional a raridade de luxo, possivelmente importada, enquanto as nossas águas servem de quintal para monoculturas marinhas que pouco dizem à nossa identidade.

 É urgente que o Governo Regional e os nossos representantes em Bruxelas batam o pé. A especificidade da Madeira não pode ser chumbada por quem nunca sentiu o balanço do mar. A justiça social e a preservação da nossa história exigem mais do que lamentações, exigem motores novos, barcos dignos e um mar que continue a pertencer aos madeirenses.

 Não restam muitas profissões tradicionais na Madeira.

 Os PPDês destruiram a indústria do bordado a indústria da obra de vimes a agricultura rural. Estão agora a  destruir as vinhas do Estreito que produzem o vinho Madeira, com a construção de apartamentos pelos patos bravos do PPD.   Agora estão empenhados na destruição da pesca do peixe espada preto. Viva o PêPêdê!.

A mulher do louco suicida preside a sessão da Assembleia das Nações Unidas