sexta-feira, 10 de julho de 2026

A burguesia diz que a luta de classes acabou; que é coisa do passado! Entretanto, os tra­ba­lha­dores ví­timas do saque fiscal sobre o tra­balho

 Atentismo é uma atitude passiva de "esperar para ver", em que alguém ou algum grupo adia a tomada de decisões ou ações, ficando à espera de um momento mais oportuno ou de que as circunstâncias se alterem por si próprias.

Albano Nunes grande ideólogo marxista do PCP


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A derrota do pacote laboral em Portugal, pondo em evidência o papel determinante da luta organizada dos trabalhadores no combate à agenda reaccionária do Governo PSD/CDS, tem um significado político e ideológico de valor universal. Quando no centro da ofensiva ideológica do imperialismo está precisamente a ideia de que a luta de classes é coisa do passado e que  “não há alternativa” ao sistema de exploração e opressão capitalista; se incute a ideia de que os destinos do mundo se decidem no plano geopolítico, à margem dos interesses e da luta dos trabalhadores e dos povos procurando semear atentismo e passividade; e a classe dominante procura normalizar o fascismo e a guerra, mais importante se torna mostrar, a partir de exemplos concretos da luta quotidiana, onde realmente está o motor da transformação progressista e revolucionária da sociedade: na luta de classes, na organização e na intervenção dos trabalhadores e dos povos, no papel dos comunistas e de outras forças progressistas e revolucionárias. É certo que a luta nem sempre conduz aos resultados pretendidos, implica riscos e mesmo sacrifícios. A verdade, 
porém, é que se quem luta nem sempre ganha, quem não uta perde sempre. E a experiência mostra que num processo histórico irregular e acidentado, juncado de vitórias e derrotas, de períodos de luminoso avanço revolucionário e de tempos sombrios de reacção, o sentido da evolução mundial é o da liberdade, do progresso social e do socialismo e que na base dessa transformação está a resistência e a luta  contra todas as formas de exploração e opressão. Resistência e luta com expressões de massas e dimensão social e política muito diversificada. Em geral, em torno de objectivos concretos limitados, mas que traduzem situações de generalizado descontentamento perante políticas antipopulares e que frequentemente evoluem para o plano abertamente político, pondo em causa o poder dominante. Não há repressão, por mais violenta que seja, nem situações de perversa instrumentalização, que consigam abafar as contradições entre exploradores e explorados e anular a luta de classes. É o que vemos nomeadamente na América Latina, onde sucessivas viragens à direita no plano institucional (El Salvador, Honduras, Argentina, Chile, Bolívia, Equador, Peru) não conseguiram impedir importantes mobilizações populares que, mais cedo ou mais tarde, acabarão por encontrar o caminho que conduzirá à derrota da famigerada “Doutrina Monroe” norte-americana. Esta é a perspectiva que a ideologia e a comunicação social dominantes se esforçam por apagar. É sintomático que a generalidade dos comentadores encartados, apresentados como “especialistas” em questões militares ou de relações internacionais, só muito marginalmente levem em linha de conta nas suas análises as lutas populares que percorrem os cinco continentes, nomeadamente a generalização de manifestações de solidariedade internacionalista e contra o militarismo e a guerra. Valorizar essas lutas e manter bem vivo o superior objectivo de superação revolucionária do capitalismo é tarefa nossa. A luta é o caminho da vitória.»

(análise como estas são impossíveis de serem publicadas no Dn do padre das esmolinhas e no JM do nosso "meia-saca".)

1956 – fundado no Brasil o jornal “Portugal Democrático” Publicado no exílio, em São Paulo, entre 1956 e 1975, o jornal “Portugal Democrático” tornou-se uma importante voz da oposição democrática portuguesa no estrangeiro. O seu primeiro número foi lançado a 7 de julho de 1956. Por iniciativa de Vítor de Almeida Ramos e de Manuel Ferreira de Moura, ambos militantes do PCP, foi possível reunir naquele projeto republicanos, socialistas, comunistas, católicos progressistas e muitos outros democratas na luta contra a ditadura fascista. Nele participaram, entre outros, Jaime Cortesão, Adolfo Casais Monteiro, Jorge de Sena, Joaquim Barradas de Carvalho, Miguel Urbano Rodrigues, Eduardo Lourenço, Fernando Lemos e Maria Archer. O “Portugal Democrático“ também correspondeu a um movimento político, sendo um instrumento de resistência política, de combate à censura e de defesa da democracia. Através da divulgação de informação livre, da denúncia das práticas repressivas do fascismo e da mobilização da oposição no exílio, contribuiu para enfraquecer a imagem internacional da ditadura e para manter viva a esperança de uma mudança democrática em Portugal. É hoje reconhecido como uma das publicações mais importantes da imprensa portuguesa no exílio e um símbolo da resistência ao fascismo de Salazar e Caetano.

Os quatros bispos grandes militantes do Partido Social Democrata da ilha da Madeira

 D. Francisco Santana foi o mais reacionário de todos. Era o confessor do Almirante fascista Henrique Tenreiro o antigo ministro das pescas do dr. Oliveira Salazar.


quinta-feira, 9 de julho de 2026

A brigada do reumático assistindo ao lançamento do livro sobre a Autonomia na Região Autónoma da Madeira

 



O Dr. Papadas está cada vez mais caquético

UMA DESILUÇÃO ESTE PORTUGAL cervejeiro aqui mesmo ao lado 



Sete agentes da PSP foram detidos em março por tortura em esquadras de Lisboa.

 

Relação confirma prisão preventiva de polícias suspeitos de tortura em esquadras de Lisboa

Sete agentes da PSP foram detidos em março por tortura em esquadras de Lisboa.

O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) confirmou, esta quinta-feira, a aplicação de prisão preventiva aos sete agentes da PSP detidos em março por tortura em esquadras de Lisboa, alegando que há o risco de continuarem a cometer crimes.

"Ponderando os locais onde os crimes foram cometidos (esquadras policiais) e a especial qualidade dos arguidos (agentes policiais), foi assinalado [no acórdão] o especial desvalor ético das condutas, a incapacidade de contenção revelada, o desrespeito pelas funções atribuídas e o comportamento grupal demonstrado, concluindo o tribunal existir perigo de continuação da atividade criminosa", informou, em comunicado, o TRL.

Os juízes desembargadores salientaram, ainda, que há "fortes indícios" de que os arguidos - seis da esquadra do Rato e um da do Bairro Alto - cometeram os crimes, sublinhando que é "previsível que, com a prova já carreada, os arguidos sejam alvo de penas de prisão efetivas quando julgados".

https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/relacao-confirma-prisao-preventiva-de-policias-suspeitos-de-tortura-em-esquadras-de-lisboa

Na atribuição de tachinhos o JPP é igualzinho ao PPD/PSD

 

  Leonardo Pereira é o Comandante dos bombeiros Sapadores de Santa Cruz desde 2019, ganha 2500 euros de vencimento. Sua companheira é a deputada o JPP Lina Pereira. Vao-se acautelando com aqueles lugarzinhos bem pagos e seguros. Fazem como o PSD Ora!Ora!


O Karma é lixado diz o nosso amigo Miguel Pita na sua página do facebook

 


KARMA

👌
Em 2021 instauraste-me dois processos internos, para os quais eu nem tive direito a defesa, ficaste satisfeito com as minhas duas suspensões e posterior saída voluntária do Partido CHEGA.
Confesso que sempre pensei que eu também ficasse feliz com o que te está sucedendo, mas na verdade até lamento, pois tenho a percepção que o CHEGA - Madeira mudou para pior e todo o trabalho que muitos de nós desenvolvemos desde 2019 possa cair por terra.
Eu no teu lugar faria o que dizias na altura "o André que se fod@, se me chateia muito passo a independente"
😉
Quando entramos no CHEGA éramos bem poucos na ilha da Madeira, trabalhamos arduamente com os que já lá estavam e tratamos de trazer mais pessoas, hoje em dia é com grande tristeza que vejo que quase ninguém sobreviveu ao escrutínio que foi feito, agora surgem como cogumelos para tirar dividendos do trabalho feito desde 2019 em que tudo o que fazíamos em prol do partido e do seu líder Dr. André Ventura, pagávamos do nosso bolso, pois o CHEGA não tinha dinheiro ... hoje até sobra
💰
Não guardo rancor meu caro, sei que a tua ambição era grande e sempre disseste que não estavas na política para fazer amigos e aqui está ... os teus colegas também não.
Até no fundo te agradeço a tua traição para comigo que desde 2020 ajudei tanto a promover-te aquando das eleições autárquicas, pois hoje estou bem e feliz no ADN - Alternativa Democrática Nacional que valoriza as pessoas e tem uma ideologia que me identifico, sem extremismos e radicalismos, lidero aqui na RAM a estrutura do ADN Madeira onde tenho uma equipa fantástica e unida, sem lugar a individualismos, somos uma família e funcionamos como tal..
Fica bem Basílio Miguel Castro .


quarta-feira, 8 de julho de 2026

O marido de Sara Madalena com um alto tacho no Governo da Madeira

 


João Nuno Alencastre Perestrelo Gonçalves de Freitas, marido de Sara Madalena deputada do CDS na ALRAM , foi premiado com um tacho bastante chorudo, no governo do Albukocas.

O melhor órgão de informação é a picardia, é mais ou menos o "zangam-se as comadres". Todos são honrados e impolutos, mas no "kse kse sejem amigues" aparece a verdadeira notícia que não sai na comunicação social. No fundo todos jogam o mesmo jogo e esperam que, por isso, briguem, mas que não se toque no rabo de palha. Ora dá cá um e a seguir dá outro, depois dá mais um que só dois é pouco... rezo para que o Ricardo Araújo Pereira não se lembre da "bilha".

P

ercebes que atingiste o “nervo” do adversário quando este entra em modo desatinado com ameaças veladas. Foi o que aconteceu recentemente com a deputada Sara Madalena que perdeu a compostura depois do Élvio Sousa ter abordado o milionário acordo de incidência parlamentar entre o PSD e o CDS para viabilizar esta “geringonça” regional.

“Quem é, quem é que não acha, que é o PSD que põe a Madeira em marcha”. Falta acrescentar nestes ínvios tempos que o refrão agora tem de cantar “Quem é, quem é que não acha, que é o PSD e o CDS que põem a Madeira em marcha”, por muito que custe à velha guarda do PSD.

Mas, como bem sabemos, não há almoços grátis e estas terceiras núpcias do PSD com o CDS, giram ao ritmo das discretas nomeações de amigos, familiares e cônjuges dos eleitos do partido mais pequeno, mas que garante as condições de governabilidade para o governo e para a elite empresarial para quem trabalha.

Neste caso, a deputada do CDS “espigou-se toda” porque no dia anterior o marido tinha sido nomeado para Diretor de Serviços de Gestão e Tratamento de Arquivos (Despacho n.º 271/2026). Dai a revolta e o tom ameaçador com que confrontou o deputado do JPP. Tocaram-lhe nos delicados calos e sua excelência agiu em conformidade.

Este episódio de ópera bufa expõe à saciedade todo um conluio de interesses que giram em torno da administração pública, uma verdadeira manjedoura de interesses aonde o gado das fidelidades partidárias vai comer a erva fresquinha do suor do contribuinte madeirense. Sara foi levada à loucura com a assertividade cortante do deputado madeirense. Caso para dizer “aceita que doí menos Madalena!”

Quando der os gases é melhor contar até 10.

O melhor órgão de informação é a picardia, é mais ou menos o "zangam-se as comadres". Todos são honrados e impolutos, mas no "kse kse sejem amigues" aparece a verdadeira notícia que não sai na comunicação social. No fundo todos jogam o mesmo jogo e esperam que, por isso, briguem, mas que não se toque no rabo de palha. Ora dá cá um e a seguir dá outro, depois dá mais um que só dois é pouco... rezo para que o Ricardo Araújo Pereira não se lembre da "bilha".

P

ercebes que atingiste o “nervo” do adversário quando este entra em modo desatinado com ameaças veladas. Foi o que aconteceu recentemente com a deputada Sara Madalena que perdeu a compostura depois do Élvio Sousa ter abordado o milionário acordo de incidência parlamentar entre o PSD e o CDS para viabilizar esta “geringonça” regional.

“Quem é, quem é que não acha, que é o PSD que põe a Madeira em marcha”. Falta acrescentar nestes ínvios tempos que o refrão agora tem de cantar “Quem é, quem é que não acha, que é o PSD e o CDS que põem a Madeira em marcha”, por muito que custe à velha guarda do PSD.

Mas, como bem sabemos, não há almoços grátis e estas terceiras núpcias do PSD com o CDS, giram ao ritmo das discretas nomeações de amigos, familiares e cônjuges dos eleitos do partido mais pequeno, mas que garante as condições de governabilidade para o governo e para a elite empresarial para quem trabalha.

Neste caso, a deputada do CDS “espigou-se toda” porque no dia anterior o marido tinha sido nomeado para Diretor de Serviços de Gestão e Tratamento de Arquivos (Despacho n.º 271/2026). Dai a revolta e o tom ameaçador com que confrontou o deputado do JPP. Tocaram-lhe nos delicados calos e sua excelência agiu em conformidade.

Este episódio de ópera bufa expõe à saciedade todo um conluio de interesses que giram em torno da administração pública, uma verdadeira manjedoura de interesses aonde o gado das fidelidades partidárias vai comer a erva fresquinha do suor do contribuinte madeirense. Sara foi levada à loucura com a assertividade cortante do deputado madeirense. Caso para dizer “aceita que doí menos Madalena!”

Quando der os gases é melhor contar até 10.

https://www.madeiraopina.com/2026/07/sara-nao-me-leves-loucura.html