quinta-feira, 30 de abril de 2026

A verdadeira história da origem do 1º de Maio



Porque se comemora o Dia do Trabalhador?

  No primeiro dia de Maio celebra-se o Dia do Trabalhador, mas mais do que um feriado, esta pretende ser uma data que assinala a luta daqueles que trabalham e que buscam melhores condições de vida.

A data remonta ao ano de 1886 quando, a 1 de Maio, mais de 500 mil trabalhadores saíram à rua, em Chicago, naquela que foi uma manifestação pacífica que exigia que o horário de trabalho fosse reduzido para as 8 horas diárias. Apesar de os manifestantes terem adoptado uma postura pacífica, os polícias tentaram dispersar o aglomerado, acabando por ferir e matar dezenas de pessoas.

Até esse ano, os trabalhadores jamais ousavam exigir melhores condições, limitando-se apenas a trabalhar.

Três anos depois, em 1891, o Congresso Operário Internacional convocou, em França, uma manifestação anual, em homenagem às lutas sindicais de Chicago. Já a 23 de Abril de 1919, França acabaria mesmo por ratificar as 8 horas de trabalho e proclamou o 1.º de Maio como feriado. Alguns anos depois, a Rússia seguiu o exemplo.

Em Portugal, a celebração do 1.º de Maio ocorreu logo no primeiro ano da celebração internacional, embora de forma algo ‘contida’, com alguns piquetes de confraternização entre trabalhadores. Foi ao longo da 1.ª República que se consolidou a data. Mesmo durante a ditadura, os trabalhadores tentaram ‘dar a volta’, mostrando o seu descontentamento, embora fosse proibido. As consequências para quem se rebelava eram graves.

Mas a 1 de Maio de 1974, na ressaca da Revolução dos Cravos, deu-se a maior manifestação de trabalhadores da história do país. A Junta de Salvação Nacional decretou feriado e, pela primeira vez em quase cinco décadas, o Dia do Trabalhador voltou a ser assinalado.

Actualmente, os assuntos que são reivindicados não são os mesmos de há anos. A precariedade, os baixos salários, os horários desregulados, o trabalho por turnos e a falta de protecção para quem trabalha por conta própria continuam a ser temas centrais nas reivindicações sindicais.

A manifestação no Funchal acontece com concentração marcada para as 10 horas, junto à Assembleia Legislativa da Madeira.

O "muletas" anda louco drogado e insulta as pessoas na rua dr. Fernão de Ornelas (FUNCHAL). A Polícia do Partido CHEGA, na da faz

 

Homem conhecido por “Muletas” imobilizado por populares (com vídeo).


Um homem em situação de sem-abrigo, conhecido localmente pela alcunha de “Muletas”, voltou a gerar momentos de tensão no centro do Funchal, desta vez na Rua Fernão de Ornelas, uma das artérias comerciais mais movimentadas da cidade.

Segundo testemunhas no local, o indivíduo terá insultado várias pessoas que circulavam na via, dirigindo ainda ameaças de agressão a residentes e turistas que se encontravam naquela zona. Perante o clima de insegurança criado, alguns populares acabaram por imobilizá-lo.

A Rua Fernão de Ornelas é uma das principais ruas do comércio funchalense, sendo diariamente frequentada por centenas de residentes, visitantes e trabalhadores, pelo que o episódio causou apreensão entre quem assistiu à situação.

Este caso surge na sequência de outros episódios recentes atribuídos ao mesmo homem. Recorde-se que já tinham sido relatados comportamentos agressivos na Avenida do Mar, onde testemunhas denunciaram insultos, intimidações e ameaças a transeuntes.

De acordo com fontes locais, existem diversas queixas apresentadas às autoridades relacionadas com o comportamento do suspeito, o que tem aumentado a preocupação de comerciantes e moradores do centro da cidade.

Nas redes sociais, imagens do incidente rapidamente começaram a circular, motivando várias reações e renovando os apelos para uma intervenção eficaz que garanta a segurança pública nas zonas mais movimentadas do Funchal.

Veja o vídeo largamente partilhado nas redes sociais.

https://www.cantinhodamadeira.pt/ultimas/item/5909-alegado-homicida-de-agua-de-pena-transferido-para-a-cadeia

Os profissionais da PSP e da GNR não podem ter filiação partidária, mas muitos polícias e guardas aderiram formalmente ao partido de André Ventura. Há indícios de crimes por promoção de racismo, xenofobia e ódio nas redes sociais.
O jornalista Miguel Carvalho identificou dezenas de polícias e militares comprometidos com o ideário do Chega.



Coelho "Mais um artista perseguido" caricatura o diário do sr. «Padre das esmolinhas»

 O Diário de Notícias do Funchal considera «acto de vandalismo» combater o partido fascista CHEGA e o seu dirigente nazi André Ventura. Atenção o diário é pago e sustentado com o dinheiro dos contribuintes madeirenses para depois vir defender fascismo e os inimigos da Democracia conquistada com o 25 de Abril. (leiam esta pérola do diário do sr."padre das esmolinhas")-(copiado da página do facebook de José Manuel Coelho)

A ERC já faz processos a quem usa a sua Liberdade de expressão em Portugal. Qualquer dia já não se pode falar. Eles agem de passo em passo até tirarem as liberdades todas

 A vítima da canalha fascista, agora é o partido JPP.


  Já é preciso registar uma publicação periódica e não periódica para distribuí-la pelo público.   Caso contrário a publicação é considerada ilegal pela entidade Reguladora da Comunicação Social. E seus autores na opinião da ERC cometem um ilícito criminal e arriscam condenação em tribunal. 
  Vejam só até onde já vai a lata destes cabrões «para não lhes chamar filhos da puta» como antigamente dizia o nosso fascista Alberto. Eles querem a publicação registada com nome do proprietário do respectivo do director e editores do jornal.

 Claro! Para depois lhes aplicarem a lei da rolha atrávés dos tribunais fascistas tal como fizeram ao antigo quinzenário humorístico "O Garajau".

 A publicação segundo as regras deles tem de ser registada para depois responsabilizar os autores afim de levarem com processos por difamação aplicação  de multas e pagamento de indemnizações aos ladrões e corruptos do sistema quando forem denunciados. Tal e igualzinho como fizeram com o antigo jornal "O GARAJAU"!



quarta-feira, 29 de abril de 2026

Luís Gabriel Andrade Rodrigues solidário com José Manuel Coelho


 Luis Gabriel Andrade Rodrigues

 
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Nosso amigo Coelho
Sempre foi pintor profissional
Depois político
Mas acima de tudo
O pintor de serviço desde o tempo do PCP
A democracia também é isto!
No meu tempo de autarca
Foi o pintor de serviço
Nunca nos deixamos de nos respeitar mutuamente
Tolerância democrática
Respeito pelos adversários políticos
E fomos sempre amigos
JMVC nunca deixarás em vida de ser o que és ...
Porque acreditas no que fazes!
Não estamos de acordo em muitas coisas...
Mas sabemos nos dar ao respeito!
Pela Democracia
Pela Liberdade
Pela Madeira
Um abração de luz

A Polícia de Segurança Pública na Madeira trabalha para o partido CHEGA. Que o diga José Manuel Coelho a quem hoje lhe prenderam pequenas latas de tinta e pincéis


A redação do PRAVDA ILHEU repudia o nazi-fascismo. A intolerância e o ódio. Quem atenta contra os valores democráticos e da liberdade. Sempre pela democracia!

Não fazemos apologia ao fascismo nem ao nazismo. Que fique claro! Estamos aqui sim, para combater o fascismo e defender os valores de Abril.

Abaixo as forças tenebrosas do 24 de abril. Por isso transcrevemos a reportagem do Diário de Notícias da Madeira. 


"Só estava lá a tirar a fotografia"

José Manuel Coelho garante que não tem qualquer ligação a uma nova pintura de uma cruz suástica em Santa Cruz, surgida junto a um cartaz do Chega.


Após a notícia publicada, há pouco, pelo DIÁRIO, a dar conta que José Manuel Coelho garantia não ter qualquer ligação a uma nova pintura de uma cruz suástica em Santa Cruz, surgida junto a um cartaz do Chega, o dirigente do PTP diz ter sido identificado pela Polícia de Segurança Pública, que lhe apreendeu material de pintura. 

"Apreenderam-me uma latinha de tinta preta, uma raspadeira e um pincel", dá conta ao DIÁRIO, alegando que não iria usar o material para pinturas."Só estava lá a tirar a fotografia"

José Manuel Coelho garante que não tem qualquer ligação a uma nova pintura de uma cruz suástica em Santa Cruz, surgida junto a um cartaz do Chega.

O antigo deputado e figura conhecida do panorama político regional teceu, ainda, duras críticas, aos agentes policiais. "Eu não fiz crime nenhum e fui identificado e autuado. Eles apreenderam-me o pincel, uma raspadeira e uma latinha de tinta preta, uma latinha pequenita, para servir de prova, como se eu tivesse feito um crime."
"Está é mais uma razão para defendermos Abril, quando a própria polícia quando devia defender as liberdades democráticas, não defende", acusa.

https://www.dnoticias.pt/2026/4/29/490179-jose-manuel-coelho-diz-ter-sido-abordado-pela-psp-que-lhe-apreendeu-material-de-pintura/




Uma cruz suástica foi pintada recentemente junto a um cartaz do Chega, no concelho de Santa Cruz. O DIÁRIO recebeu, na noite de ontem, um vídeo onde é possível ver José Manuel Coelho no local, a tirar uma fotografia, tendo ao lado um balde de tinta.

Confrontado pelo DIÁRIO, o dirigente do PTP garante não ter qualquer envolvimento na pintura, afirmando que apenas se encontrava no local para registar a imagem, por concordar com a mensagem. “Eu não estava a pintar. Eu só parei para admirar a obra de arte”, disse.

Apesar de rejeitar a autoria, considera que a acção tem fundamento. “Passados 52 anos [do 25 de Abril], aparecem partidos saudosistas do antigamente. Querem que os portugueses passem de cavalo para burro, como diz o povo. Ora, nós não podemos passar de cavalo para burro, porque fizemos uma revolução para desenvolver o nosso país, dar liberdade às pessoas, liberdade da mulher, direitos iguais, salários decentes e boas reformas. A nossa luta é esta. Não podemos voltar para o 24 de Abril, como pretende o senhor Ventura e os seus acólitos.”

Acrescenta que apenas deixaria de concordar com situações deste tipo caso o partido visado e o seu líder, André Ventura  “se arrependesse e se convertesse à democracia”.

“Mas ele não se converte à democracia porque não quer só um Salazar, quer três”, afirmou, acusando o líder do Chega de pretender destruir a democracia conquistada com a Revolução dos Cravos.

“Eu só estava lá a tirar a fotografia porque achei que estava muito bem feito. É preciso voltar a expor e a denunciar os energúmenos que são contra as liberdades conquistadas em Abril. Querem que a nossa sociedade volte para trás”, acrescentou.

No dia 25 de Abril, o DIÁRIO noticiou vários actos de vandalismo em paragens de autocarro e paredes no concelho de Santa Cruz, com pinturas alusivas à data, como a frase ‘25 de Abril sempre’, causando danos no espaço público.

Na altura, o DIÁRIO recebeu também um vídeo onde José Manuel Coelho surgia junto a uma das estruturas vandalizadas. O próprio negou então qualquer envolvimento, alegando não ter meios para adquirir tinta. “Eu estava lá e vi isso, mas não fui eu que pintei. Não tenho dinheiro para gastar em tinta”, afirmou.

https://www.dnoticias.pt/2026/4/29/490169-so-estava-la-a-tirar-a-fotografia/

"Não tenho dinheiro para gastar em tinta"

José Manuel Coelho nega autoria das pinturas em Santa Cruz mas considera um acto "nobre"
Vídeo captado esta noite mostra o ex-deputado junto de uma das paragens de autocarro vandalizadas.

Várias paragens de autocarro e paredes no concelho de Santa Cruz foram alvo de actos de vandalismo durante a última noite, com pinturas alusivas ao 25 de Abril, incluindo a frase '25 de Abril sempre', causando danos no espaço público.

A redacção do DIÁRIO recebeu, esta manhã,  um vídeo captado durante a noite, onde é possível ver José Manuel Coelho junto a uma das estruturas vandalizadas. Nesse contexto, o DIÁRIO procurou ouvir o antigo deputado e figura conhecida do panorama político regional que negou qualquer envolvimento na autoria das “Eu estava lá e vi isso, mas não fui eu que pintei, não tenho dinheiro para gastar em tinta”, afirmou. Ainda assim, considerou que a intenção da acção é legítima, considerando que “o objectivo é nobre”, por entender que remete para a importância histórica do 25 de Abril e dos valores democráticos.

Nas declarações prestadas ao DIÁRIO, José Manuel Coelho defendeu ainda a importância da data, sublinhando que muitos dos direitos e cargos políticos actuais resultam da revolução. “Se não fosse o 25 de Abril, essas pessoas não tinham a posição que têm hoje e não viviam bem”, afirmou, reforçando que não é contra este tipo de manifestações, apesar de garantir que não participou.

Ainda durante a manhã de hoje, a Câmara Municipal de Santa Cruz reagiu publicamente aos acontecimentos, condenando os actos de vandalismo. Numa publicação nas redes sociais, a autarquia refere que “foram registados actos de vandalismo em várias paragens de transporte público no concelho, causando danos no espaço público e prejuízo para a população”.

https://www.dnoticias.pt/2026/4/25/489683-nao-tenho-dinheiro-para-gastar-em-tinta/



Os PPDês destroiem tudo, até já destruiram as flores da Madeira. Tem de as importar do estrangeiro para fazerem a festa da flôr