terça-feira, 1 de setembro de 2026

JPP chama para debate do Ferrie pessoas que nunca lutaram para acabar comos monopólios nos portos da Madeira

 Foi um pedaço parecido quando convidaram num passado recente o fascista Alberto e o "cabeça de bigorna" para um debate sobre a Autonomia. 
 Estes verdinhos são um flop tal como foi o Paulo Cafofo; ou seja: Mais do mesmo!

Grande verdade do camarada Lula

 


Apesar destes oportunistas todos, o povo continua votando em massa no PPD. Por votos eles ficam lá sempre!

 

Estas fotos nunca seiam publicadas no Diário do grupo Sousa


Jornalista do Diário de Notícias, subserviente ao patrão Sousa torna-se chefe de redação.

 Viajar de borla, ganhar milhas e subsídio de representação.
 Bem melhor do que governar na Madeira.

Q

ueres atenção do Governo Regional? O truque é simples, faz as malas e emigra! É que parece que nesta terra a malta só ganha valor aos olhos dos governantes quando atravessa o Atlântico. Quem fica cá a aguentar as rendas pelos cabelos, a vida cara e os serviços públicos a cair aos bocados, é tratado como paisagem. O povo residente serve para pagar impostos e ver o governo a trabalhar para a sua própria clientela e para os amigalhaços do costume, enquanto as preocupações reais de quem cá vive ficam na gaveta.

 Já para a governação, a nossa diáspora é a desculpa perfeita para andar de mala feita. É ver os homens a meterem-se no avião rumo à Venezuela, África do Sul, Reino Unido ou Américas, sempre com a cassete do "orgulho madeirense" a tocar. Há sempre orçamento para viagens oficiais, festas, banquetes, toasts e abraços aos emigrantes. Essa atenção toda e essa simpatia de fotografia contrastam em cheio com a frieza com que tratam o pessoal cá da ilha. No fundo, ir lá fora dá palco, dá viagens e dá votos fáceis, longe da poeira e da confusão do dia a dia da Região.

 No fim de contas, cria-se uma injustiça de bradar aos céus, o "emigrante valorizado" contra o "residente esquecido". Sempre esquecido. Se vives cá e tentas fazer a tua vida na Madeira, és invisível, se emigras, passas a ter direito a visitas de estado e discursos bonitos. A mensagem que passa é quase uma anedota, para seres ouvido pela malta da Quinta Vigia, o melhor mesmo é apanhares o avião e irem-te visitar ao outro lado do mundo!


Gil Canha fala e muito bem de José Manuel Rodrigues o distinto funcionário do grupo SOUSA na Madeira

 

Nem sabem mentir!
«A propósito do tal estudo do Ferry Boat em que o único armador que falaram foi com o Grupo Sousa, está tudo dito! E o mais hilariante foi ver a cara matreira e muito sentida do sr. Rodrigues, distinto funcionário do Dono da Madeira, a se lamuriar feliz, que os custos milionários da operação devem ser suportados pelo Governo da República - e que ele muito lamenta! (Mas que desperdício a Broadway ou o Scala de Milão não terem descoberto mais cedo os dotes teatrais do sr. Rodrigues!)
Quando eu era deputado no parlamento regional resolvi um dia contactar as três empresas que fazem a ligação via ferry, entre Huelva e Cadis (Espanha) e as ilhas Canárias (Fred Olsen, Trasmediterrânea, e na altura, o Armas, presentemente a Baleària). Perguntei-lhes se havia interesse em fazerem um pequeno desvio e passarem na Madeira, e pelo DESVIO, poder-se-ia pensar em receberem um subsídio do governo português, à semelhança do que recebiam do governo espanhol.
E obviamente, a carga, os passageiros, e os automóveis desembarcavam em Huelva (fica a cerca de 50 minutos de automóvel até Vila Real de Santo António), ou mais longe, até Cádis, e ficava a malta madeirense com um pé no continente europeu. A Fred Olsen e a Trasmediterrânea responderam positivamente, mas (este, Mas é importante) informaram-me que além das difíceis negociações com o governo português, havia uma mais séria, que era a aversão e hostilidade do Governo Regional da Madeira que protegia o seu único armador (leia-se grupo Sousa), e que para a operação ser rentável financeiramente, além do transporte de passageiros, teria de haver obrigatoriamente carga comercial, isto é, transporte rodado de mercadorias.
Isto é prova que o Governo Regional da Madeira sempre criou entraves burocráticos estapafúrdios, limitações de carga e taxas portuárias do além para afugentar concorrentes, como aliás aconteceu com o Armas, que já na altura estavam a sofrer “as passas do Algarve” com a nossa máfia regional, facto que não era alheio às outras duas concorrentes.

E lá ficou a minha ideia nas catacumbas da Assembleia Legislativa Regional aguardando que um dia o povo desperte e se liberte dos seus oligarcas mamões e dos seus altos funcionários sugadores de sangue humano.»-Gil Canha

Hugo Chavez falou da cobiça do petróleo Venezuelano por parte do imperialismo dos EUA


"Sindicalista" do CHEGA depois de tanta bajulice acaba subindo de divisão isto é: Promovido

 Vale sempre a pena ser engraxador! Mas o aumento do ordenado não vai chegar para o gel que o nosso amigo gasta a cuidar do cabelo!

Depois de tanto gel no cabelo e a graxa do costume lá o nosso amigo foi promovido de Comissário a Subintendente. Ganhava  2.188,90 euros mensais passa a ganhar 3000,00 euros mensais. Não é lá muito dinheiro  comparado por exemplo com o vencimento da juíza Joana Pereira Dias que é de 6600,00€/mês ultrapassando os 7 mil com ajudas de custo e outras benesses.
Vejam o artigo de opinião do nosso comissário graxa do regime mamadeiras 

«Há visitas que são apenas visitas. Há outras que podem marcar uma mudança. A deslocação do Sr. Ministro da Administração Interna, Luís Neves, à Madeira, por ocasião das comemorações do 148.º aniversário do Comando Regional da PSP, acompanhado pelo Sr. Diretor Nacional da PSP, Luís Carrilho, pode ser uma dessas oportunidades. Talvez por isso este possa ser O Dia LN: LN de Luís Neves, mas também de liderança, mudança e decisões.

Desde a sua tomada de posse, muitos polícias, como eu, acreditámos que Luís Neves poderia ser o Ministro capaz de iniciar uma mudança na Polícia e nas Forças de Segurança, valorizando os profissionais e melhorando as suas condições. Essa expectativa nasceu da esperança de que alguém que conhece a instituição e as dificuldades da profissão pudesse fazer diferente. Por isso, é importante dizê-lo: deixem-no trabalhar.

Quanto às hipotéticas peripécias do percurso recente do Ministro, não são essas que interessam aos polícias. Importa o trabalho que tem pela frente e a capacidade de resolver os problemas.

E problemas não faltam no Comando Regional da PSP Madeira: falta de efetivos, pressão operacional, dificuldades com horários e folgas, instalações que necessitam de intervenção, falta de meios e equipamentos e dificuldade em atrair e fixar polícias na Região.

A falta de efetivos não se resume a números. Traduz-se em polícias que fazem mais horas, abdicam de folgas, condicionam a vida familiar e cumprem mais missões. Quando esta realidade se prolonga, a capacidade operacional fica condicionada e a qualidade do serviço é afetada.

A insularidade acrescenta dificuldades. A Madeira tem especificidades, custos e constrangimentos próprios que tornam mais difícil atrair e fixar profissionais. Por isso, a criação de um mecanismo ou subsídio de fixação para os polícias colocados na Região merece ser discutida. Não se trata de privilégios, mas de reconhecer uma realidade específica que exige respostas adequadas.

Há ainda matérias que aguardam respostas: valorização remuneratória, suplementos, funções de maior exigência e risco, situação dos operadores do 112 e infraestruturas policiais. O próprio Ministro já observou, no Porto Santo, algumas das condições em que os polícias trabalham. Ao visitar outras instalações, verificará que essa realidade não é exclusiva e que existem esquadras em condições semelhantes.

É aqui que a visita ganha significado. Luís Neves está na Madeira numa data de celebração, mas tem a oportunidade de olhar para o futuro. Não podemos exigir uma Polícia presente, disponível e operacional sem garantir efetivos, meios, instalações e condições de trabalho adequadas.

Esta não deve ser apenas mais uma deslocação ministerial. Deve ser uma oportunidade para ver, ouvir, avaliar e decidir. Espera-se que o Ministro identifique prioridades e faça avançar dossiers. Porque um compromisso vale mais do que uma promessa, um calendário mais do que uma intenção e uma decisão mais do que qualquer cerimónia.

Luís Neves tem uma vantagem: conhece a Polícia por dentro e sabe o que significa trabalhar no terreno, sob pressão. Por isso, a esperança permanece. Muitos polícias continuam a acreditar que pode iniciar uma mudança. Deixem-no trabalhar.

O Comando Regional precisa de efetivos, investimento, valorização e respostas às especificidades da insularidade. Os polícias precisam de sentir que o Estado reconhece o esforço que lhes é exigido. A população precisa de uma Polícia forte, motivada e preparada.

Hoje, dia 1 de setembro, Luís Neves está na Madeira para assinalar os 148 anos do Comando Regional da PSP, acompanhado pelo Diretor Nacional da PSP, Luís Carrilho. Será um dia de homenagem e orgulho, mas poderá ser também O Dia LN: LN de Luís Neves, de liderança, mudança e decisões.

Senhor Ministro, seja bem-vindo à Madeira. Conheça a realidade, ouça quem está no terreno, avalie os dossiers e decida. Deixem-no trabalhar, mas que esse trabalho possa traduzir-se em resultados.

O Dia LN pode ser apenas uma data. Ou pode ser o dia de uma mudança que a Polícia e as Forças de Segurança esperam: uma mudança que todos esperamos há demasiado tempo.»



Abertura do novo ano judicial (por Miguel Fernandes Luís)

 

Os casos assinalados a amarelo era de toda a conveniência serem julgados por juizes experientes como por exemplo a juiza Joana Pereira Dias. 

GRANDE ÓRGÃO de SOBERANIA!

A meritíssima juiza Joana Pereira Dias a bordo do lobo Marinho na noite do Réveillon a convite do oligarca Luís Miguel de Sousa.