quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
O inferno do Haiti
Embora proibido pela Constituição de concorrer a um segundo mandato, François Duvalier adiou-o até 1967. Em 14 de setembro de 1964, durante um referendo fraudulento, declarou-se "presidente vitalício". Em 1971, em seu leito de morte, impôs sua sucessão por meio de uma consulta popular apenas formal: seu filho, Jean-Claude, foi eleito. A longevidade desse despotismo familiar não pode ser compreendida sem contextualizá-la: as convulsões geopolíticas e, em particular, a revolução na vizinha Cuba; as guerrilhas de esquerda que se desenvolviam no continente considerado pelos Estados Unidos como seu eram todas ameaças percebidas pela administração americana. Este país "mostrou-se receptivo às demonstrações iniciais de firmeza de Duvalier (...) e acreditava ter encontrado o homem capaz de restaurar a ordem no Haiti, um país que não soube aproveitar o período sob o protetorado de Washington" na década de 1920, quando os soldados americanos ocuparam o território, explica Christian Rudel. A potência dominante enviou uma missão militar para treinar o exército, bem como… os Tonton Macoutes.
Durante anos, essas gangues criminosas manipuladas cometeram assassinatos, estupros, saques e sequestros, culminando no massacre de La Saline em 2018: 71 mortos e estupros em massa. A ilha não realiza eleições desde 2016 e está sem presidente desde o assassinato de Jovenel Moïse em julho de 2021. Instalado em 2024 para restaurar a estabilidade, o Conselho Presidencial de Transição, mais um órgão sob influência dos EUA, renunciou em 7 de fevereiro e entregou o poder ao primeiro-ministro Alix Didier Fils-Aimé, apoiado por Washington, com pouca esperança de que eleições livres sejam realizadas em agosto do ano que vem, como planejado. Quarenta anos após a queda da ditadura Duvalier, a transição democrática ainda parece sufocada na nação de Toussaint Louverture.
Relembrando o que foi a FLAMA no passado
Alberto Joao Jardim, Gabriel Drumond, Daniel Drumond e Jaime Ramos foram terroristas da FLAMA
O LÍDER do PCP na Madeira no pós-25 de Abril, Rui Nepumoceno, com a mulher, Aida. Ao lado direito Jerónimo deSousa ex- secretário geral do PCP.
http://mamadeiralaranja.blogspot.com/2010/07/alberto-joao-jardim-gabriel-drumond-e.html
Martinho do Santo e o filho juntamente com Rocha da Silva estão entre os sete arguidos na roubalheira dos dinheiros do (FEADER)
Eles plantavam milhões de árvores importadas para ficarem com os fundos europeus do (FEADER) mas como eles plantavam as árvores e não as regavam; a coisa acabava assim com este cenário: Plantavam mil árvores para escaparem dez.
Sua área de influência era no Santo da Serra e em S. Vicente; por coincidência (os dois redutos da antiga FLAMA bombista por alturas do 25 de Abril). O Rocha da Silva exerceu sua influência em S. Vicente e os dois Martinhos pai e filho era no Santo da Serra, onde a FLAMA tinha o seu quartel general contra a Democracia portuguesa. As empresas de floricultura (uma delas a Flora Santo) não precisavam de ter clientes privados pois só os negócios para o governo regional com fundos europeus chegavam.
A Florasanto tem actualmente a seu cargo a manutenção de muitos jardins públicos do governo, a limpeza floresatal na Via rápida e na via Expresso assim como a manutenção dos espaços verdes à volta do Aeroporto Cristiano Ronaldo.
A Propósito da FLAMA convém lembrar o assassinato do Julinho que foi eliminado para não descobrir os bombistas: Julinho era um operacional da organização separatista que sabia demais.
Foi assassinado por uma simples razão: OS MORTOS NÃO FALAM.
Sete arguidos em investigação de fraude na obtenção de fundos na Madeira com danos superiores a 3,6 milhões de eurosSete arguidos em investigação de fraude na obtenção de fundos na Madeira com danos superiores a 3,6 milhões de euros
No âmbito desta operação foram constituídos sete arguidos, cinco deles pessoas singulares e outros dois pessoas coletivas.
A Polícia Judiciária (PJ) anunciou esta quarta-feira, 25 de fevereiro, que desencadeou, nos distritos de Lisboa e do Funchal, uma operação de combate à fraude na atribuição de fundos europeus destinados a projetos de reflorestação na Madeira, com danos estimados em mais de 3,6 milhões de euros. No âmbito desta operação foram constituídos sete arguidos, cinco deles pessoas singulares e outros dois pessoas coletivas.
No âmbito da operação Terra Queimada, foram cumpridos 26 mandados de busca e apreensão, executados por 58 inspetores e 15 especialistas de polícia científica, com a participação de dois procuradores europeus delegados.
"No decurso da investigação, foram detetadas relações de domínio de gestão e de capital entre entidades beneficiárias e fornecedoras, no âmbito de projetos cofinanciados pelo programa Portugal 2020, suscetíveis de enquadrar situações de conflito de interesses", diz a PJ.
De acordo com esta polícia, "os intervenientes integram entidades beneficiárias de operações que respeitam ao Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER), através do qual foi solicitado o pagamento de 3.829.345,27 euros e obtida a aprovação e pagamento de incentivos no valor global de, pelo menos, 3.675.231,87 euros".
Segundo indica a PJ, os factos em investigação são passíveis de enquadrar a prática de crimes de fraude qualificada na obtenção de subsídio, participação económica em negócio, recebimento indevido de vantagem, corrupção e branqueamento. (sapo)
A pose arrogante e boçal do cacique Martinho Gouveia. Ele mais o filho agora são também donos da Quinta Escuna em Santa Cruz. Aquilo foi tudo dinheiro roubado do FEADER:Rocha da Silva em jovem e em pose recente já reformado com uma reforma choruda da Direção Regional de Florestas o seu El dourado para encher os bolsos
O Filho do Martinho Gouveia já foi presidente da Junta de freguesia do Santo da Serra até ser derrotado pelo JPP (Na foto ele aparece ao lado do fascista Alberto.
João Pedro Barreto de Sousa, abotoa-se a 6.000€ por mês por exercer o cargo de:
Vice-presidente na EEM - Electricidade da Madeira, S.A.
TRL absolve a banca de pagar multas milionárias a que foi condenado:Rua com todos aqueles juízes do Tribunal da Relação de Lisboa!
Tribunais controlados pela maçonaria dá nisto, pois claro!
Deputado do Chega acusa "grande banca" de ser "um cancro que corrói Portugal!" O deputado do Chega (CH) eleito pelo círculo da Madeira, acusa "a grande banca de ser um cancro que corrói a economia, a sociedade, a política e a justiça portuguesa", lê-se numa nota de imprensa de Francisco Gomes, dizendo que estas declarações "foram proferidas durante as audições realizadas na Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia da República ao Montepio Geral e à Caixa de Crédito Agrícola, comissão da qual é membro efetivo".
As audições "tiveram como propósito analisar o envolvimento destas instituições no chamado 'cartel da banca', escândalo que resultou na condenação de vários bancos por concertação ilegal na troca de informação sensível sobre crédito à habitação e crédito ao consumo, prática que distorceu a concorrência e prejudicou milhares de clientes", acusa.
Para Francisco Gomes, "apesar das condenações sucessivas da Autoridade da Concorrência e de decisões judiciais confirmatórias pelo Tribunal da Concorrência e pelo Tribunal da Justiça da União Europeia, o Tribunal da Relação de Lisboa determinou a prescrição das acusações, ilibando todos os bancos envolvidos da multa de 225 milhões de euros a que tinham sido antes condenados a pagar".
O deputado afirmou que "a decisão judicial não apaga os factos nem a gravidade do conluio" e determinando que "não apaga os crimes, não apaga o conluio e não apaga a vergonha. O que aconteceu foi um esquema organizado para explorar os portugueses. E quem participou nisso traiu a confiança do país", atira.
Francisco Gomes sublinhou que, "enquanto cidadãos comuns são alvo de processos executivos por pequenas dívidas fiscais, a banca viu anuladas multas milionárias, num contraste que considera revoltante". E acrescentou: "Um português esquece-se de pagar 28 euros e é esmagado pelo Fisco. Tem a vida toda rebentada! Já a banca combina preços, lucra milhares de milhões e sai impune. Isto é gozar com quem trabalha e paga impostos."
O parlamentar recordou, ainda, "os lucros acumulados da banca nos últimos anos, superiores a 14 mil milhões de euros, num país com milhões de pessoas em risco de pobreza, pensões baixíssimas e grave crise na habitação", reforçando que "ganham 15 milhões por dia num país onde milhões não têm 15 euros por dia para viver. E ainda têm a arrogância de dizer que não houve cartel nenhum. Isto é um cancro que está a matar Portugal por dentro".
Gomes também questionou "o papel da banca na economia nacional", acusando-a de "não contribuir para resolver os problemas estruturais do país, mas de prosperar à sombra de uma governação complacente e de uma justiça conivente".
Em conclusão face a esta audição, o CH "reafirma que continuará a exigir responsabilidade política, financeira e criminal sempre que estejam em causa práticas que prejudiquem os portugueses, defendendo que a confiança nas instituições só pode ser restaurada com verdade, transparência e consequências efetivas".
O deputado do Chega (CH) eleito pelo círculo da Madeira, acusa "a grande banca de ser um cancro que corrói a economia, a sociedade, a política e a justiça portuguesa", lê-se numa nota de imprensa de Francisco Gomes, dizendo que estas declarações "foram proferidas durante as audições realizadas na Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia da República ao Montepio Geral e à Caixa de Crédito Agrícola, comissão da qual é membro efetivo".
As audições "tiveram como propósito analisar o envolvimento destas instituições no chamado 'cartel da banca', escândalo que resultou na condenação de vários bancos por concertação ilegal na troca de informação sensível sobre crédito à habitação e crédito ao consumo, prática que distorceu a concorrência e prejudicou milhares de clientes", acusa.
Para Francisco Gomes, "apesar das condenações sucessivas da Autoridade da Concorrência e de decisões judiciais confirmatórias pelo Tribunal da Concorrência e pelo Tribunal da Justiça da União Europeia, o Tribunal da Relação de Lisboa determinou a prescrição das acusações, ilibando todos os bancos envolvidos da multa de 225 milhões de euros a que tinham sido antes condenados a pagar".
O deputado afirmou que "a decisão judicial não apaga os factos nem a gravidade do conluio" e determinando que "não apaga os crimes, não apaga o conluio e não apaga a vergonha. O que aconteceu foi um esquema organizado para explorar os portugueses. E quem participou nisso traiu a confiança do país", atira.
Francisco Gomes sublinhou que, "enquanto cidadãos comuns são alvo de processos executivos por pequenas dívidas fiscais, a banca viu anuladas multas milionárias, num contraste que considera revoltante". E acrescentou: "Um português esquece-se de pagar 28 euros e é esmagado pelo Fisco. Tem a vida toda rebentada! Já a banca combina preços, lucra milhares de milhões e sai impune. Isto é gozar com quem trabalha e paga impostos."
O parlamentar recordou, ainda, "os lucros acumulados da banca nos últimos anos, superiores a 14 mil milhões de euros, num país com milhões de pessoas em risco de pobreza, pensões baixíssimas e grave crise na habitação", reforçando que "ganham 15 milhões por dia num país onde milhões não têm 15 euros por dia para viver. E ainda têm a arrogância de dizer que não houve cartel nenhum. Isto é um cancro que está a matar Portugal por dentro".
Gomes também questionou "o papel da banca na economia nacional", acusando-a de "não contribuir para resolver os problemas estruturais do país, mas de prosperar à sombra de uma governação complacente e de uma justiça conivente".
Em conclusão face a esta audição, o CH "reafirma que continuará a exigir responsabilidade política, financeira e criminal sempre que estejam em causa práticas que prejudiquem os portugueses, defendendo que a confiança nas instituições só pode ser restaurada com verdade, transparência e consequências efetivas".













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