terça-feira, 29 de setembro de 2026

Três jornalistas do Público — José António Cerejo, Carlos Dias e Eduardo Dâmaso faziam jornalismo de investigação e foram condenados pelos tribunais fascistas de Portugal

 

José António Cerejo jornalista processado

Carlos Dias jornalista processado

Em Outubro de1997, três jornalistas do Público — José António Cerejo, Carlos Dias e Eduardo Dâmaso — publicaram oito peças sobre António Saleiro, presidente da Câmara de Almodôvar tornado Governador Civil de Beja: gasolinas, um investimento chinês que nunca existiu, uma viagem a Macau, fontes que deixaram de atender o telefone.
O Tribunal Almodôvar condenou os jornalistas, e o Tribunal de Relação de Évora confirmou a decisão. Em 2005, o STJ absolveu-os usando como prova o próprio despacho que arquivara o inquérito a Saleiro.
Depois disso, José António Cerejo escreveu no PÚBLICO (https://www.publico.pt/2001/01/09/jor...) : "O desfecho das investigações judiciais às actividades de António Saleiro (https://www.publico.pt/2020/07/07/pol...) é um notável exemplo do funcionamento da justiça criminal portuguesa. A Polícia Judiciária juntou numerosas provas contra o arguido durante dois anos. Mais tarde, o Ministério Público limitou-se a ouvir Saleiro e cinco testemunhas por ele indicadas. Em meia dúzia de palavras, os seis negam tudo o que a investigação concluiu. E os seus testemunhos foram suficientes para arquivar o caso..
António Saleiro
Eduardo Dâmaso jornalista processado

Estes senhores santos padres apoiam todos o maior partido do SOUSA monopolista

 



EIS AQUI A PÁTRIA AGRADECIDA AOS SOLDADOS QUE NÃO DESERTARAM E ACEITARAM MORRER PELA PÁTRIA

 Para aqueles que votam no CHEGA e dizem que no tempo do Salazar é que era bom!

Publicação não recomendável a fascistas e saudosistas do passado!
Telegrama informando a família de militar morto, das condições financeiras para a trasladação do corpo para a Metrópole.

O Rodrigues e o Albuquerque arranjam sempre pretexto para dar cada vez mais dinheiro ao grupo Sousa

 Estamos perante mais um financiamento encapotado ao grupo Sousa

Agora o pretexto é a subida escandalosa do preço dos combustíveis. Vamos dar mais dinheiro ao grupo Sousa para eles não subirem o preço dos transportes! Lá dizem eles!


Os pescadores do Caniçal votam sempre no PPDê e agora recebem os agradecimentos

 A polícia dos cubanos trata-lhes da saúde! Depois os PPDês voltam a encher a barriga deles com o velho chavão da Autonomia e eles ficam outra vez contentes!



segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Este é o documento que a classe médica que faz da Saúde um negócio, mais teme quando Rafael Macedo os denuncia

 


O entulho retirado em Gaza também esconde corpos e crimes

 

Israel com a cumplicidade dos EUA esconde as provas dos seus crimes de genocídio em Gaza.


Os efeitos das guerras ficaram normais
Esta foto pode ser elaborada sob os efeitos especiais da extraordinária tecnicidade que hoje, maravilhosamente, nos assiste.
Mas não é uma foto construída por nenhum meio técnico especializado.
É bem real.
Resulta das consequências cruéis das guerras nos tempos que vivemos.
Como é possível estes efeitos não deterem de uma vez quem promove as guerras como meio para chegar a resolução de problemas?
Esta mentira é antiga. Já não devia orientar nenhuma forma de governação.
Esta foto desnuda-nos a alma.
É como um murro à falsa fé no estômago, que devia suscitar gritos estridentes contra a morte e a destruição. Nada justifica a guerra.
Olhando esta guernica moderna, lembro-me da tragédia humana que se agarrou à nossa pele e que parece não nos deslargar, pois a humanidade teima em não aprender e não sabe existir sem violência. Alimenta-se da vontade de apagar o outro.
A meu ver esta foto envergonha o mundo que somos, tomado pelo encolher de ombros perante o sofrimento alheio.
Esta foto devia-nos ruborizar o rosto de vergonha, porque se impõe a ancestral pergunta: "que fizeste do teu irmão"?
E nada temos para responder
- Padre José Luís Rodrigues