Oferta do poeta Emanuel Bento para os leitores do Pravda
A caridade e as boas obras não se exibem! Aliás não é à toa que Pedro Calado foi ver o Papa Francisco e usou isso nas redes sociais para se promover como católico e bonzinho. Depois foi preso.
A Fé e a caridade não se exibem, nem se usam para fins pessoais! É o básico dos ensinamentos de Jesus Cristo e da Bíblia!
https://d7.dnoticias.pt/2023/4/3/354687-papa-francisco-recebeu-pedro-calado/
Se os homens do mar se chamam marujos, porque razão os homens do ar não se chamam araújos?
Pela mesmíssima razão que os pêlos do pinto se chamam pintelhos e os pêlos do cú não se chamam cuelhos!
O juiz considerou haver fortes indícios de que Sancho Marília, conhecido como Maia, e Josué Marília, ambos de Braga, atacaram o trabalhador, por este se ter recusado a fazer uma reparação a um veículo Mercedes, que tinha o motor de arranque avariado. Os dois haviam sido detidos quinta-feira pela PJ de Braga.
A vítima, com oficina nos arredores da cidade, não quis fazer o "serviço", dado que, em ocasiões anteriores, tinha trabalhado para o Sancho Marília, e este demorou muito tempo a pagar. O que, aliás, queria fazer agora com a entrega de perfumes e de roupa, que vendia como feirante.
Face à recusa do eletricista, o pai atacou-o com um pau e o filho fê-lo com uma faca, do tipo punhal, atingindo-o no abdómen, que perfurou 30 a 40 centímetros, tendo atingido o intestino.
O eletricista, que foi ainda atingido na nuca, numa mão e na zona occipital, teve de ser operado no Hospital de Braga, onde ficou internado.
Em declarações ao JN, o advogado João Ferreira Araújo disse que vai recorrer das medidas de coação, por as considerar “exageradas”, sobretudo no que toca a Sancho, dado que não foi ele quem esfaqueou o eletricista. O magistrado justificou a medida de coação com o facto de haver perigo de continuação da atividade criminosa.
O juiz deu como indiciado que o eletricista já há vários anos que conhece os dois suspeitos, por frequentarem uma café nas proximidades e por aquele ter prestado diversos serviços a Sancho cujo preço este tardava a pagar, querendo, com frequência, fazê-lo através de perfumes e roupa.
No dia 21, este arguido contratou um reboque para levar um Mercedes para a oficina, após o que os suspeitos foram lá tendo-lhe pedido para reparar o motor de arranque. Este recusou-se a fazê-lo dadas as dificuldades anteriores em receber.
Assim, e depois de 20 a 30 minutos a insistir com ele, Sancho disse-lhe: “Podia segurar-te aqui!”. Ao que o visado respondeu: “Vens para aqui ameaçar! Põe-te lá fora! Empurrando os dois para o exterior da oficina, e virando costas para regressar”.
Então, Sancho Marília pegou num cabo de machado com uma extremidade partida, mas com 56 centímetros de comprimento e cinco de grossura, e deu-lhe uma pancada no lado esquerdo da nuca. O eletricista voltou-se e conseguiu agarrar o pau, mas o arguido tornou a tirá-lo e a tentar agredi-lo,
Enquanto isso, diz ainda o juiz, José Marília segurava na mão uma faca parecida com um punhal com 10 a 15 cm de lâmina. Aí, ao ver a faca o mecânico fugiu para dentro da oficina, mas foi seguido pelos dois, um com o pau e o outro com a faca.
A seguir, e ao aproximar-se de umas escadas no meio do piso, levou com outra paulada na nuca e com uma facada na mesma zona. Tentou proteger-se com as mãos na cabeça, mas levou facadas na mão e no abdómen, tendo os agressores fugido do local. Apesar de estar a sangrar, ainda foi atrás deles, mas Sancho Marília atirou-lhe um tijolo apanhado na berma da estrada, atingindo-o nas mãos.
Por força da facada na "barriga", a vítima sofreu uma perfuração até à face posterior do estômago e duas perfurações do intestino grosso. Ficou, ainda, com feridas numa mão, três na cabeça e uma na zona occipital.
Diamantino Alturas o dono do sindicato da construção civil nos últimos 50 anos bota faladura sobre o aluguer de garagens para albergar a emigração ilegal que vai chegando à ilha da Madeira.
O nosso povo nunca falou em autonomia. Esta foi inventada pela nova elite de mamões do PSD que surgiu logo após a Revolução do 25 de Abril. Os maiores beneficiários da Autonomia foram todos estes régulos mamões que não param de enriquecer à custa do Orçamento regional e dos fundos Europeus. A parte de leão destes recursos tem caído nos bolsos destes mamões que agarraram a teta dos milhões e nunca mais a largaram.
No programa da TVI 24 "Olhos nos Olhos" em 17 Setembro 2012, Medina Carreira e o convidado Paulo Morais, comentam o polémico tema da "Corrupção em Portugal", onde perante vários factos relatados durante o programa, acerca da actual classe política portuguesa, Medina Carreira conclui que esta Democracia não poderá sobreviver com toda esta gatunagem que se verifica no Regime político actual.
(FARSANTE):