sábado, 7 de fevereiro de 2026

Manuel Nicolau abominava o regime de terror que abateu sobre o diário das notícias do Funchal, efectuado pelo padre Ricardo das esmolinhas

Ainda a perfídia feita ao grande democrata Manuel Nicolau. Como é sabido, o grande fotógrafo Manuel Nicolau sempre foi um homem de Abril e admirador do padre Martins. Ora vejam lá que Albucocas deixou-se comover pelo desejo do Nicolau publicar um livro. Mesmo assim, só depois de morto e quem arranjou Albucocas para apresentar a obra?

 Nada menos do que o reles padre das esmolinhas, que Nicolau abominava pelo regime de terror que abateu sobre o diário de notícias. Vejam a lata do pardalão! Padre das esmolinhas aproveitou para dar mais um show de hipocrisia dizendo que fez isto e aquilo com Nicolau. Mentira! Nicolau odiava o padre das esmolas e o meia saca. 
  Ah pobre Nicolau perdoa-lhes!
Foto do saudoso Manuel Nicolau, cedida pelo nosso colaborador Rui Olim Marote

Um legado que distingue o DIÁRIO

Ricardo Oliveira destaca jornalismo de proximidade de Manuel Nicolau

O director geral editorial do DIÁRIO, Ricardo Miguel Oliveira, destacou hoje, terça-feira, dia 3, o legado humano e jornalístico de Manuel Nicolau, no lançamento do livro Manuel Nicolau, Retratos, sublinhando que o fotógrafo “não procurou o rosto estético nem o enquadramento ideal”, mas antes a Madeira real, crua e profundamente humana.

Na sua intervenção, Ricardo Oliveira afirmou que Manuel Nicolau nunca vendeu a sua identidade nem se afastou do território, assumindo com orgulho a ligação à Madeira, ao 25 de Abril e à autonomia. “Não invadiu privacidades, não recriou cenários, nem bajulou exclusivos”, frisou, apontando a obra como prova de um jornalismo assente em rostos e factos, e não em encenações.

O responsável editorial recordou a experiência pessoal de trabalhar com Manuel Nicolau em 1997, numa extensa reportagem pela Madeira e Porto Santo, que permitiu conhecer “uma ilha desigual, a desenvolver-se a várias velocidades”, consolidando um jornalismo de proximidade que ainda hoje diferencia o DIÁRIO.

Ricardo Miguel Oliveira salientou ainda a paixão do fotógrafo pela profissão, a disponibilidade permanente para aprender e surpreender, bem como a convicção de que a realidade não podia ser ficcionada. Considerou que Retratos é mais do que uma homenagem, assumindo-se como “um ensinamento”.

A edição da obra póstuma de Manuel Nicolau é da Secretaria Regional de Turismo, Ambiente e Cultura, através da Direcção Regional de Cultura, e reúne uma selecção do vasto acervo fotográfico acumulado ao longo de décadas de actividade no DIÁRIO.

https://www.dnoticias.pt/2026/2/3/479980-um-legado-que-distingue-o-diario/

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