A máquina das finanças do Funchal não perdoa ninguém prossegue o saque impiedoso dos madeirenses que caíram em desgraça económica. Não têm como pagar são penhorados e caem na miséria absoluta. O aparelho da ladroíce não perdoa ninguém. Destrói e penhora tudo aos mais frágeis aos pobres aos desempregados aos reformados e aos trabalhadores. Ninguém escapa aos ladrões do saque, ao exército de agentes de execução que roubam tudo e todos em nome da máquina fiscal. Só no ano de 2024 executaram 4.800 penhoras deixando milhares de madeirenses na miséria e penúria absoluta. Esta máquina de fazer pobres prossegue o saque todos os dias impiedosamente e as pobres vítimas ainda continuam votando nestes ladrões do PPDê como se não fossem vitimas destes roubos continuados. Quando iremos correr da Madeira estes piratas corsários do aparelho ficscal que roubam o nosso povo diariamente.
O capitão e corsário francês Pierre-Bertrand de MontlucO capitão e corsário francês Pierre-Bertrand de Montluc (frequentemente referido na história portuguesa como Peyrot de Monluc) ficou tragicamente célebre por liderar o terrível Saque ao Funchal em outubro de 1566. [1, 2]
Filho do Marechal de França Blaise de Monluc, Pierre-Bertrand comandou uma armada de corsários huguenotes (protestantes franceses) que espalhou o terror na ilha da Madeira: [1]
Em tempo existiu um termo “regionalismo” quando te indignavas com alguém do tipo (não me chateies) dizia-se; vai para Argel. Todos os anos na Cidade de Machico no último fim de semana do mês de Agosto celebra-se a festa dos fachos, atualmente associada às festas do Santíssimo Sacramento, mas que outrora teriam raízes históricas, as fogueiras e sinais luminosos tinham na sua função de alertar para as invasões dos corsários franceses ocorridas nos séculos XVI e XVII. A escravatura dos corsários á Madeira e Porto Santo a invasão de corsários franceses no Funchal em 1566 resultou no saque à cidade e na captura de escravos que foram levados para as Ilhas Canárias e vendidos. Os corsários franceses, cujo líder era então Bertrand de Montlue e sediados em cidades do norte de África entre outras Argel, (Piratas de barbários), atacaram o Funchal pela praia Formosa, tendo se registado atos de vandalismo, nomeadamente a morte de mais de 200 moradores, com moradias e templo destruídos e pilhados, os engenhos e plantações de açúcar destruídos e diversos incêndios ateados. Sendo certo também que piratas Argelinos por diversas ocasiões no século XVII assaltaram e saquearam a Ilha do Porto Santo levando consigo grande parte da população como escravos. Porque a cidade muito vulnerável à época devido à falta segurança, de soldados e de armamento, a ocupação tornou-se relativamente fácil por parte dos oitocentos a novecentos “Arcabuzeiros” (termo de quem manobrava uma antiga arma de fogo) tendo um cúmplice o português “Gaspar Caldeira «O pirata Caldeira», que conhecia bem o terreno, vindo mais tarde ser executado em Lisboa por crime e traição à Pátria. Os reforços em apoio à defesa demoraram e só após dezoito dias é que chegaram à Madeira para fazer frente aos 10 barcos então utilizados tendo oito deles já partido e levando consigo além de aproximadamente 300 escravos, móveis, jóias e tecidos, felizmente que muito do património ter sido guardado em buracos escavado que tentados a retirar do esconderijo (Sé do Funchal ) devido ao cheiro que emanava era de tal forma insuportável que desistiram da busca. Entretanto o líder Montluc ferido em combate faleceu três dias depois além de dois dos barcos terem sido apreendidos.


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