sexta-feira, 4 de abril de 2014

trabalho dos deputados do PTP em Lisboa, na Procuradoria e na Presidência da República

COELHO EM LISBOA PARA APRESENTAR QUEIXA DO FUNCIONAMENTO ANTI-DEMOCRÁTICO DA ALRAM (ver blog Coelho/presidente)Coelho vai a Lisboa apresentar queixa do bom funcionamento da Assembleia Legislativa da MadeiraCoelho dirige-se à casa civil para apresentar queixa contra Miguel MendonçaCoelho apresenta queixa à oficial de justiça sobre o não agendamento do debate potestativo na ALRAM

Coelho em Lisboa para apresentar queixa do funcionamento antidemocrático da ALRAM

PTP e “homem de Abril” em palestra
Ângelo Paulos é o orador que irá dirigir a palestra sobre a Revolução dos Cravos.
Para muitos parece que foi ontem. Outros nem presenciaram esse dia mas o aniversário da Revolução dos Cravos está já mesmo aí. Um dia histórico que celebra o  40.º aniversário.

De modo a assinalar uma data que foi e continua ser importante para a população portuguesa, o grupo parlamentar do Partido Trabalhista Português na Assembleia Legislativa da Madeira celebra com os cidadãos.  No dia 23 de Abril, realizar-se-á uma conferência, promovida pelo  partido no Funchal.
Com o Hotel Orquídea como ponto de encontro, a palestra tem início previsto paras as 18h30 e irá prolongar-se até às 21 horas.
Este encontro trará como orador principal Ângelo Paulos, um histórico socialista. “O Ângelo é um homem do 25 de Abril, que sofreu aqui a perseguição da FLAMA”, referiu José Manuel Coelho.
Com esta iniciativa, serão postos em cima da mesa sub-temas que abrirão a discussão sobre a Madeira no pré e pós-25 de Abril.
Para além disso, serão igualmente analisadas as vantagens que a Revolução trouxe. 
A conferência estará aberta a todos os interessados. (Dn/assinantes)

Empresário Luís Miguel Sousa pede indemnização de 250 mil euros a jornal satírico 'O Garajau'
O tribunal de Vara Mista do Funchal ouviu hoje as testemunhas arroladas no processo cível em que o empresário madeirense Luís Miguel Sousa pede uma indemnização de 250 mil euros aos responsáveis do quinzenário 'O Garajau'.
Os réus são o diretor da publicação, entretanto extinta, Gil Canha, e o adjunto, Eduardo Welsh. O Garajau ficou conhecido como um jornal satírico e em causa estão artigos publicados em 2006 e 2007 relacionados com a gestão dos portos da Madeira, administrada por Luís Miguel Sousa.
Numa ação declarativa de condenação, o autor do processo considera que houve uma campanha de "perseguição desenfreada", demonstrada em artigos de sucessivas edições, nas quais, diz, "o Garajau inventou factos falsos, procurando criar a convicção nos leitores de que o autor era culpado da prática de crimes".
Um dos artigos referidos na petição inicial intitula-se 'O porto já está a arder', no qual a publicação se reportava a "um processo de inquérito, na época em segredo de justiça, afirmando no essencial que o Ministério Público teria recolhido prova suficiente da prática de crimes na administração da ETP/RAM (Empresa de Trabalho Portuário)", um processo que acabou por ser arquivado, sem qualquer acusação, salienta o autor.
As testemunhas ouvidas hoje em audiência foram confrontadas com um outro artigo, publicado a 23 de março de 2007, referindo o texto que "descarregar um navio no Caniçal é igual a descarregar uma palhete de dinheiro na fundação laranja [PSD]".
"Esta frase imputa à empresa que efetua as descargas dos navios no porto do Caniçal um comportamento ilegal de financiamento de uma fundação ligada ao Partido Social Democrata ou mesmo ao PSD", alega o autor na petição inicial.
Luis Miguel Sousa declara que "a referida insinuação é completamente falsa" e acrescenta que a suspeição de que "no exercício da sua atividade empresarial pode recorrer a esquemas fraudulentos como elementos financeiros falseados em sede de balanços, à prática de crimes ou troca de favores por recurso a financiamentos ilícitos mina a credibilidade e afeta a confiança, causando prejuízos incomensuráveis para o queixoso".
O empresário considera que os réus violaram o segredo de justiça e o princípio da presunção da inocência, "atuaram sem qualquer investigação prévia, sem cumprimento do contraditório, inventando informações falsas". As suas "afirmações, insinuações, suspeições constantes revestem objetivamente um caráter injurioso", acrescenta.
O autor salienta que a divulgação destas notícias ofenderam a sua "imagem, honra, bom nome e reputação", mencionando que têm tido "repercussão também no continente, sobretudo no meio empresarial". (dnotícias.pt)

Welsh "espantado" com apoio do PS e CDS à fuga dos governantes à justiça

Deputado do PND faz apelo para levantamento da imunidade
  
O deputado do PND, Eduardo Welsh, admitiu hoje o seu “espanto” por as bancadas parlamentares do PS e do CDS terem, anteontem, votado contra o levantamento da imunidade a dois membros do Governo Regional para que fossem responder a tribunal e desafiou aqueles partidos da oposição a reverem tal posição no futuro, de modo a facilitar a actuação da justiça na Madeira.
“Quando estamos numa luta para trazer justiça à Região e para que os governantes sejam responsabilizados pelos seus crimes, acho totalmente incoerente a actuação desses dois partidos e peço-lhes que mudem de atitude urgentemente”, disse o deputado do PND, numa conferência de imprensa realizada à porta do parlamento regional. “Imaginem que um desses processos era o caso 'Cuba Livre'. Qual seria a posição do PS e do CDS? Vão votar contra o levantamento da imunidade parlamentar? Isso não faz sentido nenhum”, exclamou.
Apesar de tudo, Eduardo Welsh regozijou-se com o facto de, pela primeira vez, o levantamento da imunidade de membros do Governo Regional ter sido votado na Assembleia Legislativa Regional. “Isso foi fruto de um combate que o PND teve na Assembleia e que levou o senhor presidente [Miguel Mendonça] a pedir um parecer de um constitucionalista que veio confirmar aquilo que pensávamos, ou seja, que as imunidades têm de ser votadas”, rematou o porta-voz partidário. (dnotícias)

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Tolentino Nóbrega fala da falência do serviço de saude da RAM

Falência do Serviço de Saúde instalou caos no Hospital Central do Funchal
O governo regional desistiu da construção de um novo hospital e optou por obras no Hospital Nélio Mendonça, inaugurado em Setembro de 1973



Ruptura de medicamentos, falta de equipamentos, infecções hospitalares em número alarmante, longas listas de espera para consultas e cirurgias causam apreensão em utentes aos quais até roupa de cama e papel higiénico faltam durante internamento. Um caos, reconhece a própria administração.O desinvestimento no sector da saúde está a provocar uma situação caótica no Hospital Central do Funchal, que engloba as unidades hospitalares Nélio Mendonça e Marmeleiros. Em situação de falência técnica, o Serviço Regional de Saúde (SRS, EPE) atravessa a sua maior crise, agravada pelas restrições e cortes determinados pelo Programa de Ajustamento Económico e Financeiro da Madeira para inverter a declarada falência.
Francisco Rodrigues e Carmelita Spínola, ambos de 55 anos, aguardam há dois anos, impacientemente, por próteses da anca e do joelho no serviço de ortopedia do Hospital Nélio Mendonça que adia a cirurgia por falta de material. No Hospital dos Marmeleiros, a família de António Freitas, com 72 anos, acamado com problemas respiratórios crónicos, esforça-se por ultrapassar a falta roupa de cama e artigos indispensáveis aos mais básicos cuidados de higiene, por não estarem a ser fornecidos pela instituição. Mário Freitas, diabético, com 28 anos, recebeu o diagnóstico de uma grave doença oftalmológica - está na iminência de ficar cego -  e foi  colocado numa lista de espera de dois anos. Declinou a sugestão de imediato atendimento, pelo mesmo médico hospitalar, numa clinica privada do Funchal e optou por ser operado, a expensas próprias, em Coimbra. “É uma vergonha”, protesta Francisco. “Até papel higiénico pedem à minha família para trazer”, frisa António. 
Reveladores da preocupante situação vivida no Hospital Central do Funchal, nos últimos dias deram entrada no parlamento regional seis pedidos de audição dos responsáveis máximos pela saúde na região, dois dos quais apresentados pelo PSD que além das suas iniciativas apenas viabilizou outra proposta do PS, rejeitando duas do CDS-PP e uma do PCP. Os deputados, fazendo eco das reclamações dos utentes e dos profissionais do sector, exigem explicações do secretário dos Assuntos Sociais, Jardim Ramos, e do presidente da Administração do Serviço Regional de Saúde (SESARAM), Miguel Ferreira, sobre a existência de faltas e falhas graves. Esta quarta-feira, um requerimento do CDS-PP para a constituição de uma comissão parlamentar de inquérito às consequências clínicas e económicas das infecções hospitalares no Serviço Regional de Saúde, acabou por ser rejeitado pela maioria PSD na Assembleia Legislativa da Madeira. Todos os deputados da oposição votaram a favor
“A saúde é, sem dúvida, a área mais polémica e contestada na qual recaem dúvidas, suspeitas e, certamente, discordância sobre a actuação do Governo da Madeira”, frisa o presidente da comissão parlamentar dos Assuntos Sociais, Mário Pereira (CDS/PP) que em Abril de 2012 subscreveu o pedido de inquérito à gestão financeira e à direcção clinica do SESARAM. Mais recentemente requereu uma auditora clínica à farmácia hospitalar.
Infecções aumentam 44%
As consequências clinicas e socio-económicas das infecções hospitalares no Serviço Regional de Saúde estiveram em foco nos últimos dias, mas o inquérito requerido por aquele partido sobre tal matéria e outro sobre a aquisição de equipamentos foram rejeitados pelo PSD. Os dados reportados pelas instituições regionais à Direcção-Geral de Saúde são preocupantes, pois referem que no espaço de três anos (2010/12) o número de infecções hospitalares aumentou 44%, sendo de 14,4% a taxa registada em 2013, o valor mais alto do país.

“Estamos a falar de infecções hospitalares adquiridas após internamento hospitalar e que não resultam directamente da doença, nem são motivadas por esse internamento, mas sim da interacção do doente com o ambiente físico e biológico do hospital”, refere Mário Pereira. “O nível de carências na reposição de material clinico consumível existente e admitido pelo SRS, por via das dificuldades financeiras que atravessa, favorece o risco acrescido de infecções”, alerta, exemplificando com inexistência regular de pensos e cobertura de feridas, luvas, aventais, máscaras, material de desinfecção e higiene, como álcool e sabão, nas  enfermarias, gabinetes e outros locais de prestação de cuidados.
Além das insuficientes acções de prevenção, o médico aponta também a inadaptação das actuais instalações hospitalares, as constantes e frequentes obras que deterioram a qualidade do ar e a inexistência de corredores técnicos nos hospitais Nélio Mendonça e dos Marmeleiros. “Pelo mesmo corredor passam utentes internados, visitas, profissionais, medicamentos, alimentação, lixo, material administrativo e equipamentos médicos, bem como os cadáveres aquando dos óbitos”, conta Mário Pereira. (público)

Suspeitas de negócios escuros entre o grupo Sousa e governantes do Governo Regional da Madeira

Um licença provisória (com 19 anos) de exploração dos portos da Madeira  ao Grupo Sousa a custo zero para a Região deixa  suspeitas de fumos de corrupção e negócios escuros protegidos pelo MP

Coelho diz que Alberto João Jardim ou é pouco inteligente ou está feito com os Sousas

recordando notícia do jornal Público:

 Polícia Judiciária e Finanças investigam fraude fiscal no Porto do Funchal

Era "prática contínua" da Empresa de Trabalho Portuário, de que o Governo regional é sócio-fundador, recorrer a falsas assessorias para absorver os lucros e fugir ao fisco

 A Procuradoria-Geral da República mandou investigar alegadas fraudes fiscais praticadas pela Empresa de Trabalho Portuário (ETP), de que o
Governo Regional da Madeira é sócio-fundador com dois sindicatos e a empresa Operações Portuárias da Madeira (OPM). Contra esta sociedade, que também está a ser investigada pela Polícia Judiciária (PJ) e pela Direcção-Geral dos Impostos, foi instaurado um procedimento au-
tónomo para verificar eventuais ilícitos penais e fiscais.
Apesar de ter mandado arquivar o processo relativo à ETP em que foram apurados factos indiciados de prática de crimes de peculato, participação económica em negócio e administração danosa, a procuradora Paula Pereira, no despacho a que o PÚBLICO teve acesso, concluiu que "interessa investigar em autónomo os eventuais ilícitos penais que tenham sido cometidos" na sua actividade pela OPM, sociedade que "detém interes-
se público".
Por isso mandou extrair certidão dos interrogatórios aos seis arguidos e a dirigentes sindicais constantes no processo, "a fim de ser instaurado pro-
cedimento criminal autónomo relativamente à OPM. A certidão foi remetida à PJ para ser investigada. O despacho assinado por Paula Pereira, com data de 31 de Julho de 2007, determina também que seja remetida idêntica certidão aos serviços centrais da Direcção-Geral dos Impostos para efeitos de investigação, dado que "o sistema de assessorias na ETP é prática contínua, ocorrendo eventualmente a verificação de crime fiscal".
Empresas fictícias
A perícia financeira e contabilística levada a cabo pela PJ à actividade da ETP, no período entre 1998 e 2001, constata que "teriam sido constituídas empresas para celebrar negócios jurídicos de molde a absorver, sem fundamento, os lucros provenientes" daquela associação de direito privado sem fins lucrativos, tendo por objectivo o exercício da actividade de cedência temporária de trabalhadores portuários nos portos da Madeira. Teve por sócios-fundadores os dois sindicatos portuários, o Governo re-
gional e a OPM, que recrutava trabalhadores à ETP e os colocava onde entendia ser necessário.
De acordo com os autos, foram constituídos arguidos os presidentes da ETP, António Chaves (em representação do Governo regional) e José David Pedra (pelos sindicatos), Cristina Pedra Costa, directora financeira da empresa, Rui S. Marcos (administrador, pela OPM), Luís Miguel Sousa (administrador), José Manuel de Freitas (presidente do sindicato SLCD) e Carlos Jardim da Silva (trabalhador portuário com funções administrativas na ETP e de contabilidade naquele sindicato).
A investigação da PJ confirmou que vários trabalhadores eventuais da ETP prestaram trabalho para David e Cristina Pedra na construção de duas moradias e no arranjo de dois apartamentos, bem como na Igreja de Santo Amaro e nas instalações da OPM, dominada pelo Grupo Sousa, que tem a concessão exclusiva da ligação marítima com o Porto Santo. Também na casa do presidente do sindicato foi utilizada mão-de-obra da ETP.
A análise contabilística e financeira realizada confirmou igualmente que os arguidos constituíram ou associaram-se a 17 sociedades, de que eram igualmente sócios familiares seus, e com as quais, em representação da ETP, vieram a celebrar diversos negócios jurídicos, nomeadamente a prestação de assessorias não prestadas mas pagas aos administradores da ETP.
A três administradores arguidos foram também pagas assessorias atra-
vés das empresas Trimad e Ecossanto, "constituídas para absorver os lu-
cros da ETP". Quanto a Cunha e Silva, que também exerceu funções na ETP em representação do Governo de que é actualmente vice-presidente, a investigação concluiu que pagou "impostos sobre remuneração recebida" como administrador e consultor jurídico da empresa.  (público)
Trabalho jornalístico do consagrado jornalista madeirense Tolentino Nóbrega

Deputado da bandeira nazi preso preventivamente



José Manuel Coelho, detido esta manhã e libertado seis horas depois, garante preferir "trabalhos forçados na cadeia" a cumprir as 186 horas de serviço comunitário que lhe faltam.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/deputado-da-bandeira-nazi-preso-preventivamente=f515524#ixzz2xr2QhCLR
Recordando outro arquivamento célebre

Caso do ex-vice no Nacional e procurador Carlos Santos foi arquivado (veja dnotícias.pt)

Paulo Rosa Gomes condenado a três anos de prisão

Pena é efectiva porque caso contrário população ficava com "sensação de um sistema penal demasiado brando e muito protector dos mais poderosos"
 O ex-administrador da empresa municipal Frente Mar e ex-assessor da Câmara do Funchal Paulo Rosa Gomes foi condenado, esta manhã, na Vara Mista do Funchal, a três anos de prisão, com pena efectiva, pela prática do  crime de participação económica em negócio. Pelo mesmo crime foram condenados a mulher do ex-administrador, Susana Rosa Gomes, e Manuel Ferreira, respectivamente, a dois anos e dois meses de prisão e a um ano e meio de prisão, ambos com pena suspensa.
O casal Rosa Gomes foi ainda condenado a pagar uma indemnização de 43 mil euros à empresa municipal e o arguido Manuel Ferreira de 25 mil euros, correspondentes aos valores que ficaram provados como prejuízo causado à empresa detida pela Câmara do Funchal no negócio do aluguer de espreguiçadeiras e guarda-sóis nos complexos balneares e que reverteram a favor dos arguidos.
Na leitura do acórdão, o presidente do colectivo de juizes que apreciou este processo, Filipe Câmara, explicou que a pena de Paulo Rosa Gomes tem de ser efectiva, pois caso contrário poderia "deixar na população a sensação de um sistema penal demasiado brando e muito protector dos mais poderosos". Por outro lado, a conduta do antigo administrador da FrenteMar e assessor da CMF "integra uma criminalidade chamada de colarinho branco, protagonizada pelos estratos mais elevados da sociedade e que representa, em termos de política criminal, uma preocupação cada vez maior, sendo por isso no seu caso enormes as necessidades de prevenção geral, que são incompatíveis com aquela suspensão da execução da pena"Ao que o DIÁRIO apurou, Paulo Rosa Gomes deverá recorrer desta decisão da primeira instância judicial. 
(dnoticias.pthttp://www.dnoticias.pt/actualidade/madeira/439862-paulo-rosa-gomes-condenado-a-tres-anos-de-prisao?page=1)
Deputados deslocam-se amanhã, a Lisboa, para entregarem documentos em mão. Foto Arquivo

PTP-MADEIRA PEDE A ACTUAÇÃO DE CAVACO SILVA E DE JOANA MARQUES VIDAL

Cansado de esperar, o PTP leva o não agendamento do debate sobre as viagens de Jardim à Procuradora-Geral e ao Presidente da República. Para isso, os deputados deslocam-se, amanhã, a Lisboa, para fazerem a entrega em mão de um documento. A Joana Marques Vidal e a Cavaco Silva, os deputados vão entregar uma explicação do que está a acontecer.
O PTP lembra que, no dia 15 de Janeiro, entregou um requerimento no parlamento madeirense para um debate potestativo sobre ‘As viagens oficiais do Dr. Alberto João Jardim”. Até agora, “a Mesa da Assembleia e a Conferência de Líderes não agendaram o debate anteriormente referido constituindo este acto um atropelo à democracia, não permitindo o normal funcionamento do parlamento regional e ferindo o Regimento da Assembleia e o Estatuto dos deputados”.
Por entender que este é um assunto que entra na esfera de competências do Procurador-Geral da República, os deputados do PTP solicitam à detentora do cargo que “promova a defesa da legalidade democrática no primeiro órgão de Governo próprio da Região Autónoma, tomando as medidas que considerar adequadas para o efeito”. Os argumentos e pedidos que vão ser levados a Cavaco Silva são praticamente iguais.
Apesar da ida a Lisboa, não está garantido que os deputados sejam recebidos pelos titulares dos cargos.
No que diz respeito à Presidência da República e segundo o PTP, está uma audiência solicitada há mais de um mês que, até agora, não obteve qualquer resposta. O grupo parlamentar está preparado para não ser recebido por Cavaco Silva, mas não deixará de ir a Belém com esse objectivo.
Na pior das hipóteses, o documento será entregue na Casa Civil do Presidente da República.
Os grupos parlamentares têm direito ao agendamento de debates anuais, com a devida fundamentação da urgência.
O problema é que a ALM diz estar à espera da disponibilidade de agenda do presidente.
Um dos problemas com essa disponibilidade ou falta dela, prende-se exactamente com as ausências em viagem.
Élvio Passos
genesis_DNOTICIAS_logo (ver também blog Coelho Presidente)
A procuradora que arquivou a fraude já foi promovida
Ver Jardim A grande Fraude AQUI

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Lília Bernardes fala hoje do padre Frederico no Diário de Notícias de Lisboa


 
Ainda o fantasma do BPN aflorado no Editorial do jornal Público de hoje
Veja mais em apodrecetuga


Os tribunais protegem o grupo Sousa e perseguem Coelho

"Esta roubalheira dos portos é protegida pelos tribunais"
José Manuel Coelho aproveitou a discussão de uma proposta do PS para criar um regime de concessão das operações portuárias, no Caniçal e no Porto Santo, para recordar as investigação levadas a cabo pela Polícia Judiciária, mas que acabaram por ser arquivadas pelo Ministério Público. Um processo em que o deputado do PTP, quando era director do extinto jornal 'Garajau' esteve envolvido, sendo alvo de queixas que ainda estão a ser julgadas.
"Esta roubalheira dos portos é protegida pelos tribunais", afirmou.(dnoticias.pt)
Comentário de um leitor do DN:
O que se passa nos portos da Madeira desde a 20 anos, é O MAIOR ESCÂNDALO deste país de escandalos pffffffffffffff eu sinceramente não consigo compreender...como é que um governo, que é o mesmo durante estes 20 anos, permite este SAQUE a todos os madeirenses, e durante todo este tempo???

Coelho sugere turismo de mafiosos italianos na Madeira para aprenderem com os melhores


Raquel Coelho apoia o bem estar da população MadeirenseCoelho acusa PSD de ter acabado com a pecuária, bordados e vimes tradicionaisCoelho afirma que o 25 de Abril trouxe um milagre à vida de Jaime RamosCoelho recorda que PSD e CDS privatizaram os CTTRaquel Coelho pretende a criação da rede social para combater as medidas nefastas do governoCoelho foi pioneiro a combater Miguel de Sousa dos Portos da Madeira

terça-feira, 1 de abril de 2014

Trabalho do Grupo Parlamentar do PTP na Assembleia Legislativa da Madeira

Coelho afirma que os partidos de direita também querem fazer milagres e se fazer passar por esquerda

Raquel Coelho apresenta lucros das empresas do regimeCoelho acusa CDS de não apresentar soluções para a população do Paúl do MarRaquel Coelho pretende custos judiciais gratuitosCoelho homenageia o professor Nicolau de FreitasCoelho acusa CDS de decretar as medidas mais gravosas contra a natalidade

Verdades importantes de António Costa proferidas na "quadratura de Círculo"

Foi no último programa  "Quadratura do Circulo ".
Os outros intervenientes, Pacheco Pereira e Lobo Xavier, nem abriram a boca.
Claro que o moderador também não.
Merece ser lido
Comentadores e analistas políticos não têm a coragem de dizer o que disse António Costa, em menos de 3 minutos, no programa "Quadratura do círculo".

LEMBRAR

E aqui está textualmente o que ele disse (transcrito manualmente):

(...) A situação a que chegámos não foi uma situação do acaso. A União Europeia financiou durante muitos anos Portugal para Portugal deixar de produzir; não foi só nas pescas, não foi só na agricultura, foi também na indústria, por ex. no têxtil. Nós fomos financiados para desmantelar o têxtil porque a Alemanha queria (a Alemanha e os outros países como a Alemanha) queriam que abríssemos os nossos mercados ao têxtil chinês basicamente porque ao abrir os mercados ao têxtil chinês eles exportavam os teares que produziam, para os chineses produzirem o têxtil que nós deixávamos de produzir.

E portanto, esta ideia de que em Portugal houve aqui um conjunto de pessoas que resolveram viver dos subsídios e de não trabalhar e que viveram acima das suas possibilidades é uma mentira inaceitável.

Nós orientámos os nossos investimentos públicos e privados em função das opções da União Europeia: em função dos fundos comunitários, em função dos subsídios que foram dados e em função do crédito que foi proporcionado. E portanto, houve um comportamento racional dos agentes económicos em função de uma política induzida pela União Europeia. Portanto não é aceitável agora dizer isto? Podemos todos concluir e acho que devemos concluir que errámos, agora eu não aceito que esse erro seja um erro unilateral dos portugueses. Não, esse foi um erro do conjunto da União Europeia e a União Europeia fez essa opção porque a União Europeia entendeu que era altura de acabar com a sua própria indústria e ser simplesmente uma praça financeira. E é isso que estamos a pagar!

A ideia de que os portugueses são responsáveis pela crise, porque andaram a viver acima das suas possibilidades, é um enorme embuste.
 Esta mentira só é ultrapassada por uma outra. A de que não há alternativa à austeridade, apresentada como um castigo justo, face a hábitos de consumo exagerados.
 Colossais fraudes.
 Nem os portugueses merecem castigo, nem a austeridade é inevitável.

Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o orçamento do estado.
A administração central e local enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma.
 A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção.
 Os exemplos sucederam-se.
 A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo.
Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha.
 E foram as vigarices de Isaltino Morais. A que se juntam os casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas 16 e mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público.
Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos.
E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos.

Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do europeu, não acima das suas possibilidades.
  Não devemos pois, enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos antes exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam.
 Há que renegociar as parcerias público-privadas, rever os juros da dívida pública, extinguir organismos...
Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos.

Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe política que se resolve a crise.
 Resolve-se combatendo as suas causas, o regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se anuncia