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domingo, 17 de abril de 2022

Luís Miguel de Sousa salva o seu irmão Ricardo Sousa, caído em falência total

 


Bernardo Sousa. Como o império de milhões do pai do piloto foi ao fundo e ameaçou a fortuna da família

Pai do antigo piloto de automóveis viu-se obrigado a pedir ajudar para não afundar a fortuna do clã. Conheça os pormenores dos problemas financeiros que envolvem a família de Bernardo Sousa.Bernardo Sousa sempre vivou rodeado de luxos e mordomias... mas a vida do clã, um dos mais ricos da Madeira, esteve em risco.
A TV Guia dá conta que vários problemas financeiros afetaram o pai do antigo piloto de automóveis e foi mesmo preciso a intervenção da família para evitar o pior.
Bernardo sempre contou sempre com o apoio incondicional da mãe, Margarida Tomás, de 60 anos, da irmã Mariana Sousa Medeiros e dos sobrinhos, mas o pai, que estava há muitos anos divorciado da mãe, ficou cada vez mais distante e também cheio de problemas. Ricardo Sousa chegou mesmo a ver a banca, a quem devia 114 milhões de euros, pedir em tribunal a insolvência do resort de luxo no Caniçal que tinha idealizado e construído de raiz, que inaugurou em 2013 e era o menino dos seus olhos.
 Apesar de Ricardo Sousa ser um dos elementos da família Sousa, a mais rica da ilha da Madeira, controlando operações de fretes portuários, transportes marítimos e com inúmeros investimentos turísticos na Madeira e no continente, o quinhão do império dos Sousa está nas mãos de Luís Miguel Sousa, o tio de Bernardo, o maior armador português.

Luís Miguel é o grande mentor do afamado Grupo Sousa, que detém mais de 70 empresas conhecidas e fatura mais de 100 milhões de euros ao ano. Quando em 2016 surge a notícia escandalosa de que o luxuoso resort da Quinta do Lorde, no Caniçal, estava à beira da falência, uma nuvem negra abateu-se sobre a cabeça de todos os membros da família mais poderosa da Madeira, a quem alguns chamam, por graça e analogia ao banqueiro Ricardo Salgado e ao extinto BES, "os donos disto tudo".

O mano Ricardo Sousa, que detinha 10% do império da família, tinha-se aventurado a construir, perto da Ponta de São Lourenço, numa simpática enseada no Caniçal, um resort de 5 estrelas com 111 quartos, um conjunto de 103 apartamentos e 23 moradias, uma marina, capela privativa e salões para casamentos. O empreendimento chegou a conquistar, em 2016, o galardão mundial para "Melhor Hotel Verde de Portugal", atribuído pelos World Travel Awards. - revista 

quarta-feira, 17 de agosto de 2022

Bernardo Sousa «esclarece» notícia sobre iate, usando conversa fiada para enganar os leitores do JM

 Um leitor atento às notícias do Pravda ilhéu esclarece no anonimato (por causa das punições da juizada fascista) a verdade acerca do Iate supostamente alugado pelo Bernardo Sousa.

 «Há que anos que essa embarcação é do Ricardo Sousa (pai desse labrego) é o "banco mau" (parte caloteira) do Grupo Sousa. Constava na altura da aquisição desse barco (registado em Barbados e não nas Cayman) que o Luís Miguel Sousa e "banco bom" (o que só factura) não tenha gostada do show-off da aquisição. É que a Quinta do Lorde já era um caso perdido e deu nas vistas essa aquisição do papá do piloto estoira-carros. Consta que atracava de borla na Quinta do Lorde até esta ser saneada pela banca. Depois esteve no Funchal e agora Porto Santo, nunca pagando nada à Região. Nem na Madeira está registada...»

«Vamos ser claros, Bernardo Sousa veio à região para ser operado, espatifou um carro e num ápice chegou e partiu, tudo isto aconteceu em dias, houve quarentena? Não! (Ver Pravda)


Polémica: Bernardo Sousa destrói carro de luxo na Madeira mas o seu nome foi "apagado" do acidente

A notícia do desastre foi amplamente divulgada mas o nome do filho de Ricardo Sousa, um dos homens mais ricos da Madeira, nunca foi mencionado. Veja as imagens.


Os carros e as corridas são das maiores paixões de Bernardo Sousa, de 34 anos, que, desde cedo, entrou no mundo dos ralis... onde se tornou campeão. Mas a loucura do piloto por velocidades vai, por vezes, para além da competição: por exemplo, no dia 21 de maio de 2020, em plena pandemia, sofreu um aparatoso e perigoso acidente no Túnel do Paúl do Mar, na ilha Madeira.

O concorrente do 'Big Brother Famosos' seguia num Mercedes C63 AMG S, cabriolet, avaliado em cerca de 131 mil euros e que ficou destruído Ver Flash


quarta-feira, 4 de novembro de 2015

RTP Madeira falou esta noite no Telejornal do caso da agente de execução Maria João Marques

Ver link:AQUI

Cunhada diz que Sócrates pagava viagens e férias

A companheira de António Pinto de Sousa, falecido em 2011, contou ao MP como os gastos da família eram pagos pelo ex-primeiro-ministro

Tânia Gouveia, companheira de António Pinto de Sousa, irmão de José Sócrates falecido em 2011, relatou ao procurador Rosário Teixeira que várias despesas pessoais da família, como férias em hotéis de 5 estrelas, foram pagas pelo ex-primeiro-ministro, suspeito no processo dos crimes de corrupção, fraude fiscal e branqueamento de capitais. O depoimento foi de tal forma considerado importante que, ao contrário de outros que se mantiveram apenas gravados num CD, até foi escrito um detalhado resumo do mesmo numa informação da Autoridade Tributária no processo da Operação Marquês.
Ouvida a 17 de dezembro de 2014, um mês depois das primeiras detenções da Operação Marquês (de José Sócrates, Carlos Santos Silva, João Perna e Gonçalo Ferreira), Tânia Gouveia começou por contar ter sido hábito a família Pinto de Sousa passar férias junta. Como o marido ganhava cerca de 800 euros como funcionário público, Tânia afirmou ter-se sempre questionado quem pagava aquilo tudo. A companheira de António Pinto de Sousa acrescentou ser hábito passar férias, por exemplo, no Pine Cliffs Resort no Algarve (onde um quarto em época alta custa mais de 500 euros por noite). Além deste destino, Tânia recordou viagens a Salvador da Bahia, no Brasil, declarando novamente nunca ter pago nada.
O facto de o depoimento de Tânia Gouveia ter sido considerado como muito relevante poderá ter que ver com as revelações que a companheira de António Pinto de Sousa fez na primeira pessoa. Isto é, além dos indícios recolhidos pela própria investigação sobre os gastos de José Sócrates e as transferências de Carlos Santos Silva (que o ex-primeiro-ministro sempre afirmou tratar-se de empréstimos), as declarações de Tânia Gouveia surgem como prova testemunhal que poderá, de certa forma, corroborar os dados recolhidos pela investigação.
As últimas viagens, recordou ainda Tânia Gouveia, foram à Áustria e à Itália. E terão ocorrido em 2010 e 2011. Uma vez mais, a cunhada de José Sócrates disse que ficaram alojados em hotéis de 5 estrelas. Quem pagou? "Tudo era tratado pelo gabinete do senhor engenheiro, que era assim que se falava", respondeu Tânia Gouveia, dizendo ainda que nas férias em família era frequente a presença de José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo de José Sócrates. Ao Ministério Público (MP), o ex-primeiro-ministro garantiu não ter uma relação de muita proximidade com o seu primo, dizendo até não estar com ele há anos. No processo, porém, existem escutas telefónicas de conversas entre ambos em 2013 e 2014.
Os eventuais gastos de José Sócrates não se terão ficado pelas férias da família Pinto de Sousa. Tânia Gouveia declarou que todas as despesas do funeral do seu companheiro foram pagas pelo irmão, José Sócrates. Despesas essas que incluíram o transporte de António Pinto de Sousa para um hospital na Corunha num avião particular. De acordo com informações recolhidas pelo DN, tais despesas não terão sido pagas diretamente por Sócrates, mas sim por João Perna, o seu antigo motorista. Depois de registar uma transferência de 40 mil euros de Carlos Santos Silva, o antigo motorista terá emitido um cheque à Servilusa no valor de 27 mil euros e um segundo à Emergência Médica Internacional no valor de nove mil euros pelo transporte de António Pinto de Sousa de Lisboa para um hospital na Corunha, onde viria a morrer. Questionada pelo DN sobre este depoimento, a defesa de José Sócrates declarou que "é triste que esta investigação se tenha resumido a isto, coscuvilhice. Este depoimento deve suscitar uma reflexão sobre o que a investigação andou a fazer nos últimos dois anos".
Juiz censurou Ministério Público
Um dos momentos de maior tensão durante a investigação da Operação Marquês ocorreu em maio deste ano, durante um interrogatório a José Sócrates com o procurador Rosário Teixeira e o inspetor tributário Paulo Silva. O ex-primeiro-ministro entrou em diálogo com os investigadores, utilizando um tom bastante duro, chegando a prometer um ajuste de contas no final do processo. Isto não passou despercebido ao juiz de instrução, Carlos Alexandre. Em junho deste ano, o magistrado comentou o comportamento de José Sócrates, ao mesmo tempo que criticou o Ministério Público.
Confrontado com um primeiro requerimento, no qual o procurador defendia a substituição da prisão preventiva pela domiciliária, invocando para isso uma diminuição do perigo de perturbação do inquérito, Carlos Alexandre recordou vários momentos do interrogatório a Sócrates com o Ministério Público para questionar a opção: "O que surpreende não é a posição do arguido, mas sim a consideração pelo Ministério Público, perante tudo o que o arguido disse no seu interrogatório, de que o perigo de perturbação do inquérito diminuiu." (fonte)

terça-feira, 16 de agosto de 2022

Situação de privilégio na marina do Porto Santo para o sobrinho do DDT. O pardalão já é dono de um iate parece o Onassis o grego

 


Onde ganhou tanto dinheiro sem nunca trabalhar? A única ocupação conhecida, é ser piloto de ralis.

Iate novo de Bernardo Sousa avaria e pára em ‘porto proibido’ Embarcação entrou na marina do Porto Santo na semana passada, quando esta ainda se encontrava encerrada devido às obras. Piloto alegou avaria para justificar a permanência e beneficiou de exceção por esse motivo, confirma a APRAM.

Causou estranheza a várias pessoas que passavam pela marina do Porto Santo, no final da semana passada, a presença do ‘La Rêve’, uma embarcação solitária ali fundeada. Isto porque o espaço se encontrava ainda interditado, devido à intervenção em curso para beneficiação da marina. Trata-se de um iate de 23 metros, que, sabe o JM, foi recentemente adquirido pelo piloto madeirense Bernardo Sousa.


sábado, 11 de abril de 2015

Guerra pela liderança do PS/Madeira vai agitando internamente aquele partido empresarial

Miguel Silva 

                               Rui Caetano afecto aos interesses da oligarquia PSD


Nos bastidores Bernardo Trindade vai exercendo o seu tráfico de influência através dos conhecidos quadros do PS da freguesia do Seixal: Emanuel Jardim Fernandes e Duarte Caldeira, afim de convencer o actual presidente da Câmara do Porto Moniz, Emanuel Câmara a candidatar-se à liderança do PS/Madeira. Este apesar de pressionado recusa.Entretanto Carlos Pereira está à espera de um sinal dos militantes de base do partido para apresentar a sua candidatura, mas não tem encontrado o apoio necessário. Os militantes de base do PS gostam da competência de Carlos Pereira mas desconfiam das suas boas intenções uma vez que este veio de uma dissidência no PSD. Carlos Pereira é um homem da maçonaria e está ligado aos grandes negócios do Trindade (grupo Éden). O Bernardo Trindade está também por detrás dele. A situação está num impasse uma vez que Carlos Pereira não reune um claro apoio das bases. Surge em cena também o ambicioso Rui Caetano. Outro putativo candidato muito próximo do PSD e amigo pessoal de Jaime Filipe Ramos. Entretanto Víctor Freitas tem andado discreto e escondido, nem sequer atende os telefones aos militantes; está a ver onde param as modas e está à espera do seu quinhão nos negócios com a eleição da nova liderança do Partido. Na sombra continua a mexer os cordelinhos o Bernardo Trindade que tem como objectivo colocar pessoas da sua confinça ligadas à maçonaria afim de favorecer os seus negócios (não esquecer que Miguel Alburquerque também é um homem da maçonaria e um amigo muito especial do grupo Blandy. A Maçonaria pela porta do cavalo financiou o grupo de Gaula JPP afim de destruir rápidamente a liderança de Víctor Freitas para depois colcar o partido nas senda dos grandes negócios onde se cruzam vários interesse da oligarquia financeira madeirense (leia-se Jaime Ramos Luís Miguel Sousa , Bernardo Trindade e o pai António Trindade) Estes dois últimos estiveram por detrás de uma grande campanha difamatória afim de destruírem a Coligação Mudança e afastar a liderança do Víctor Freitas mais próxima das camadas populares do partido. Com a destruíção da liderança de Victor, ficou aberto o caminho para a hegemonia do grupo empresarial Edén em plena sintonia com o Grupo Blandy. Miguel Silva (chefe de redação do Diário de Notícias do Funchal) ontem e hoje tem-se desdobrado em muitos telefonemas para dentro do partido Socialista, a tentar conseguir apoio das bases para o Carlos Pereira. Está candidatura interessa imenso aos negócios do grupo Blandy. Basta só ver os milhares de euros que ganham em publicidade paga por aquele partido durante as campanhas eleitorais. Uma verdadeira pipa de massa. (amanhã publicaremos mais notícias acerca da preparação do próximo congresso do PS/Madeira e a luta pelo controlo do poder dentro daquele partido por parte da maçonaria e do grupo Blandy)

Foto Histórica
Com a devida vénia do ESTADÃO

segunda-feira, 1 de junho de 2020

O PSD Madeira faz desaparecer dívidas e multas dos seus amigalhaços à Segurança Social

Quem faz a denúncia, é o jornal  clandestino do ex-padre Ricardo
Depois de se saber que mais de 50 milhões, dos 300 milhões das dívidas à Segurança Social terem tido prescritas, por distração dos responsáveis, que como se sabe, levou ao afastamento de uma das responsáveis pela cobrança de dívidas, surge agora outro caso de perdões e esquecimentos com contornos similares e não menos estranhos.

Desta vez as suspeitas tropeçam na Direção Regional de Economia e Transportes Terrestres. Segundo se sabe, durante muitos anos sempre se falou em contra-ordenações e multas que, estranhamente, demoravam ou desapareciam no meio dos papéis e dos cadastros informáticos.O que parecia não ser possível acontecer, chamou a atenção de alguns responsáveis pelas falhas impossíveis do sistema e, pelo que se sabe, os casos ultrapassaram os simples favorzinhos a gente importante.

Para não levantar muito pó, o assunto foi abafado e alguns dos alegados suspeitos foram promovidos e afastados das funções com distinção. Um parece que foi nomeado Técnico Especialista e outro, segundo consta, é agora Diretor de Serviços.

Cabe agora a Rui Barreto mandar investigar onde é que os procedimentos da DRETT falharam e, ao Ministério Público, investigar se nesta nuvem de suspeitas houve crime de Favorecimento ou apenas negligência grosseira como o que aconteceu na Segurança Social.

Já agora, investiguem alguns processos das cartas dos miras que fugiram da Venezuela ...
 Perante esta roubalheira toda, perguntamos: Do que está à espera o Órgão de Soberania não eleito chamado Tribunais, onde só manda a maçonaria e o povo não risca nada?
Ah! já sabemos. Este Órgão de Soberania também faz desaparecer  facturas falsas quando as mesmas são dos grandes tubarões do betão, tipo Avelino.
  Quem não se lembra daquela célebre absolvição do Avelino Farinha daquele famoso caso das facturas falsas no valor de 34 milhões de euros. Só que a juíza não foi esta artista, mas sim outra  senhora que dá pelo nome de  Carla Menezes!?

As regras são apenas para alguns. Os filhos da elite não respeitam nada disso, acrescenta o nosso amigo padre:

«Vamos ser claros, Bernardo Sousa veio à região para ser operado, espatifou um carro e num ápice chegou e partiu, tudo isto aconteceu em dias, houve quarentena? Não!

 A secretária Prada em plena época dura de Covid estava na Suíça, quando chegou levou bronca do Pedro Ramos, esteve metida num hotel? Não, foi para casa e fez quarentena de lá.
 Serve para dizer que na Madeira não há lei que alguém da elite não vença e esta dualidade é atroz, este momento de Habeas Corpus vai esclarecer muita coisa, os dois pesos e duas medidas e de que lado está a Justiça. Se tudo correr como o previsto, a jovem é uma heroína numa terra de cornos mansos.» ver
 LINK



terça-feira, 9 de junho de 2015

Partido Trabalhista denuncia escravidão nos Hotéis do grupo Pestana

PTP chama três governantes para explicar

 precariedade laboral na hotelaria


Proposta já deu entrada na Assembleia regional


O deputado PTP na Assembleia Legislativa da Madeira apresentou hoje uma proposta de audição parlamentar. José Manuel Coelho quer ouvir os secretário regionais da Inclusão e Assuntos Sociais e da Educação, e ainda o director regional do Trabalho sobre o que pensa o Governo fazer na "resolução da precariedade laboral no sector da Hotelaria".A poposta de deputado trabahista recorda o peso da hotelaria na economia regional, nomeadamente na criação de milhares de postos de trabalho. No entanto, nota que a qualidade vem sendo descurada nos últimos tempos. O PTP aponta casos concretos. "O Governo Regional começou por entregar a Escola Hoteleira aos privados, transformando aquela infraestrutura de ensino específico e especializado em mais uma escola profissional genérica. Que escandalosamente ainda contribui para a exploração e a precariedade no trabalho, vejamos só o seguinte exemplo: o Sindicato da Hotelaria e Similares da Madeira no Natal do ano passado convocou uma greve e o que fez a Escola Hoteleira? Tratou logo de colocar os alunos ilegalmente à disposição dos diversos hotéis a fim de substituírem os trabalhadores que exerciam o direito à greve. Assim, o patronato substituiu os grevistas, pagando abaixo da tabela aos estudantes e ainda lhes descontaram para a segurança social o que levou a que muitos estudantes vissem o seu abono de família cortado por trabalharem apenas um dia".José Manuel Coelho recorda que "em muitos hotéis vive-se um ambiente de autência escravidão" com trabalhadores a fazer 12 e 14 horas diárias em troca de um salário qeu, de acordo com o deputado, será "muitas vezes abaixo do salário mínimo". Para o PTP, esta situação "é intolerável", nomeadamente em unidades de 4 e 5 estrelas.A proposta de audição parlamentar vem acompanhada de denúncias: "Ainda recentemente um trabalhador do Hotel Pestana, no Porto Santo, deu entrada nas urgências do centro de saúde, desmaiado, porque estava a trabalhar 12 horas seguidas e sem direito ao descanso semanal. Situação esta recorrente em relação aos trabalhadores do Hotel Pestana no Porto Santo. Sendo muitos deles estagiários ou até mesmo emigrantes", informa Coelho.  "Há hotéis como o caso dos Jardins da Ajuda que embora apresentem taxas de ocupação elevadas atrasam sistematicamente o pagamento dos salários aos trabalhadores, com a agravante de ainda imporem aos horas extra sem o devido pagamento e exigirem assinatura de novos contratos por períodos reduzidos a trabalhadores que já tinham um vínculo laboral efectivo", acrescenta.A denúncia chega também a entidades regionais. "Também é recorrente queixas dos trabalhadores que quando se dirigem à Inspeção de Trabalho para fazer alguma denúncia, o patrão toma logo conhecimento, providenciado de imediato um jantar com os responsáveis destas instituições. Assim reina a paz podre, o medo e o tráfico de influências, situação que o governo insiste em comemorar anualmente, chamando a isto, paz social."Para esclarecer o que se passa no sector, o deputado do Partido Trabalhista pede a presença no Parlamento, com carácter de urgência, da secretária da Inclusão e Assuntos Sociais, o director regional do Trabalho e o secretário da Educação. (dnoticias.pt)

Luis silva

O "comendador" Dionisio Pestana do Grupo Pestana assim como o Miguel de Sousa Administrador jntamente com o Luigi Valle tudo gente que se senta á mesa com os nossos governantes pagam nos resorts" do Porto Santo €1,78 há hora aos trabalhadores independentemente da sua categoria e sem direito a alimentação em espécie como está regulamentado no Contrato Coletivo de Trabalho.Se isso não é escravidão então não sei o que é ser escravo.
Este Sr.Dionisio Pestana e restantes elementos da Administração do Grupo Pestana deviam ser condecorados como eram condecorados os "negreiros" que traficavam os escravos no tempo da monarquia ,no próximo dia 1 de Julho pelo "renovado" Miguel Albuquerque e pela "múmia" que é o representante da República.

Maioria PSD rejeita voto contra isolamento da população do Porto Santo


José Manuel Coelho (PTP) culpa Governo pela manutenção do monopólio do Grupo Sousa que estrangula economia da ilha

A maioria social-democrata 'chumbou', esta manhã, no plenário da Assembleia Legislativa da Madeira, um voto de protesto do PTP contra o crescente isolamento a que está votada a população do Porto Santo. Todos os partidos da oposição votaram a favor, excepto a bancada do CDS, que se absteve.
Segundo José Manuel Coelho (PTP), o novo Governo Regional “mudou tudo mas não mudou o essencial” como é o caso do monopólio do Grupo Sousa que está a estrangular a economia do Porto Santo.
Da parte da maioria PSD, o deputado Bernardo Caldeira declarou que o voto apresentado pelo PTP “reflecte um passado que hoje já não existe”, pois o novo executivo regional “assumiu o Porto Santo como uma prioridade e está sob tutela directa” do presidente do Governo. O mesmo representante 'laranja' sublinhou ainda que a 'ilha dourada' terá no próximo Verão o maior número de voos até hoje.


Plenário da Assembleia ‘chumba’ voto de protesto do PTP contra isolamento do Porto Santo

Com os votos contra do PSD e a abstenção do CDS, a Assembleia Legislativa da Madeira (ALM) rejeitou hoje um voto de protesto do Partido Trabalhista (PTP) contra o crescente isolamento a que está votada a população do Porto Santo.Com a excepção do CDS, que se absteve, todos os partidos da oposição votaram a favor do voto de protesto.Esta manhã, a maioria PSD rejeitou também um projeto de decreto legislativo regional da autoria do Grupo Parlamentar do PCP, intitulado “Complemento de pensão na Região Autónoma da Madeira”, apresentado com processo de urgência.Foi também rejeitada pela maioria PSD, embora com os votos a favor de toda a oposição, o processo de urgência apresentado pelo CDS-PP intitulado “Carta dos Direitos de acesso aos cuidados de saúde pelos utentes do serviço regional de saúde". (funchal /notícias).

sexta-feira, 1 de março de 2024

Coito Pita e Tranquada Gomes e sua relação com a Mossak da Fonseca no Panamá

 


Os 70 nomes portugueses nos Panama Papers já publicados 

 No último mês, o Expresso e a TVI, em parceria com o Consórcio Internacional de Jornalistas e Investigação, encontraram mais de 300 nomes portugueses nos ficheiros da Mossack Fonseca. A investigação levou já à publicação de 70 desses nomes. No dia em que o Consórcio torna pública uma parte substancial da base de dados, veja o balanço e a lista dos nomes já tornados públicos.

quando, às 19 horas de 9 de maio de 2016, o ICIJ – Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação torna pública grande parte da base de dados da base de dados da Mossack Fonseca, o Expresso e a TVI tinham já encontrado cerca de 300 nomes portugueses. Desses, 70 foram publicados, depois de um trabalho de investigação individual. 
A publicação da base de dados da sociedade panamiana, que foi alvo de uma fuga de informação para o jornal alemão “Süddeutsche Zeitung”, permite aos leitores “viajar” livremente pelo universo de offshores e entidades relacionadas.

O Expresso, em parceria com a TVI, analisou uma parte da extensa documentação da base de dados e revelou algumas das ligações a sociedades offshore de mais de 70 cidadãos e empresas nacionais. Em muitos casos, com interesses em mais do que uma offshore. Os nomes divulgados incluem quase 30 responsáveis com procurações para movimentar contas bancárias a partir de offshores, mais de duas dezenas de beneficiários e acionistas desse tipo de estruturas e mais de uma dezena de intermediários ou prestadores de serviços de apoio à criação ou compra de offshores.

Nomes como os do patrão da Bial, Luís Portela, o do advogado José Miguel Júdice, o da designer Graça Viterbo, o do dono da Gelpeixe, Manuel Tarré Fernandes, e o do empresário Pedro Queiroz Pereira surgem nos “Panama Papers” com diversos tipos de envolvimento, ilustrando bem a diversidade de atores que ao longo de anos (décadas, na verdade) se cruzaram com o secreto mundo dos paraísos fiscais.

Muitas das personalidades citadas nos registos da Mossack (alguns com meros poderes de procuração ou assinatura, outros com o efetivo estatuto de acionista) alegaram, quando contatados, não se recordar dos veículos a que ficaram associados. Por falta de memória dos visados e também por falta de informação nos ficheiros, numa grande parte dos casos a investigação não conseguiu produzir conclusões detalhadas sobre o uso das offshores pelos portugueses, os montantes movimentados, os patrimónios ocultos e os negócios feitos.

Na sua primeira edição sobre este tema, o Expresso revelou haver mais de 240 portugueses envolvidos nos ficheiros da Mossack (mas não necessariamente donos de offshores). Hoje, com o aprofundamento da investigação e após a análise de centenas de documentos, são mais de 300 os nomes de cidadãos nacionais referenciados na base de dados do Panamá. A Mossack, recorde-se, é apenas a quarta maior empresa do género).

O Expresso optou desde o início por não publicar a lista completa de nomes encontrados nos primeiros cruzamentos de informação, de forma a apenas trazer a público os casos em que fosse possível detalhar o grau de envolvimento das pessoas referenciadas e procurar o devido contraditório.

A generalidade dos casos publicados durante um mês não têm associados quaisquer indícios de ilícitos. Mas após o surgimento dos “Panama Papers”, os paraísos fiscais ganharam notoriedade. No final de abril o Ministério das Finanças publicou estatísticas sobre as transferências de cidadãos portugueses para offshores. Na última semana o PSD apresentou no Parlamento uma proposta para reforço da transparência em transações financeiras e o Bloco de Esquerda propôs um pacote de medidas para combater offshores.

NOMES JÁ PUBLICADOS PELO EXPRESSO E PELA TVI

PROCURAÇÕES OU PODERES DE ASSINATURA

Nomes que surgem na documentação da base de dados da Mossack Fonseca com procurações para representar uma determinada sociedade offshore num ou mais procedimentos. Nesta lista estão incluídas outras pessoas que mediante a sua assinatura estavam habilitadas para tomar diversas decisões pela offshore em causa (como, por exemplo, movimentar contas bancárias). Os responsáveis com poderes de assinatura em alguns casos coincidem com os beneficiários finais das empresas, noutros não.

Ângelo Correia

António Guichard Alves

António Ricciardi

BPP

Coito Pita

Fernando Lopes Lima

Henrique Monteiro da Silva

Ilídio Pinho

João Costa Carvalho

Jorge Amaral Penedo

José Castella

José Manuel Espírito Santo

José Miguel Júdice

Luís Caprichoso

Luís de Mello Champalimaud

Luís Portela

Manuel de Brito

Manuel Fernando Espírito Santo

Mário Mosqueira do Amaral

Miguel José Luís de Sousa

Patrick Monteiro de Barros

PLMJ

Ricardo Salgado

Rita Alarcão Júdice

Rui Domingues

Salvador Fezas Vital

Simmons & Simmons Rebelo de Sousa

Sofia Palhavã Champalimaud Charters Monteiro

Tranquada Gomes

BENEFICIÁRIOS E ACIONISTAS

Nomes explicitamente referenciados na documentação da Mossack Fonseca como beneficiários finais ("ultimate beneficial owners") de uma determinada offshore ou como acionistas da mesma, isto é, aqueles que tiram efetivamente partido dos bens e ativos associados às empresas offshore.

António Mota

Bernardo Maria Santos de Sampaio Nunes

Caetano de Freitas & Associados

Carlos Menezes Falcão

Ernst Alex Rosenthal

Eva Rosenthal

Francisco Cruz Martins

Graça Viterbo Abreu Loureiro

Helder Bataglia

João Rendeiro

Joaquim Mota

Jorge Cunha

José da Costa Rodrigues

José Maria Ricciardi

Lena Hotéis

Luís Horta e Costa

Manuel Fernando Moniz Galvão Espírito Santo Silva

Manuel Tarré Fernandes

Manuel Vilarinho

Maria João Calçada Bastos

Mário Miguel Simão Fernandes Silva

Miguel Vieira da Rocha

Paulo Sérgio Fernandes de Almeida

Pedro Mosqueira do Amaral

Pedro Queiroz Pereira

Ricardo Salgado

Vasco Pereira Coutinho

INTERMEDIÁRIOS E PRESTADORES DE SERVIÇOS

Nomes nas offshores monitorizadas pela Mossack Fonseca com um envolvimento distinto, seja como intermediários (agentes que promoveram a criação de sociedades offshore para os seus clientes), seja como prestadores de serviços (por exemplo, os escritórios de advogados que apenas encaminharam documentação necessária para a abertura e manutenção de empresas offshore).

Abreu Advogados

Ana Bruno e Associados


André Silva (advogado)


André Gouveia e Silva

Eduardo Peixoto Gomes

FTA Consulting

Interunion - Serviços Internacionais

Jacqueline Vieira

José António Silva e Sousa

Sontax Lda

Startrade Management

Tallantyre Consultants

Tânia Castro

TPM Tax Planning Management

TPMC Limitada