Maria do Rosário Palma Ramalho
A ministra dita do Trabalho e dos grandes patrões (CIP), deixou de fora na última reunião dos parceiros envolvidos na discussão do Pacote Laboral a maior representação sindical - a CGTP. Propositadamente!, porque mais próxima dos direitos de quem trabalha. Convidou a amarela, UGT, para a reunião, porque sabe que a maioria dos trabalhadores, considera-a: ''conciliadora, moderada e assina (quase) sempre a favor de leis anti-trabalhadores''. Contenta-se com poucochinho...
A Lei em vigor é má e não valoriza o trabalho, perfila-se esta, que é pior - um atentatório retrocesso civilizacional contra os trabalhadores, querendo-os escravos e submissos ao patronato. (Que Deus nos guarde!, também).
A arrogância prepotente extrema da ministra dos patrões, camuflada com falinhas mansas, é clara: caso não haja acordo entre os parceiros, a versão inicial do Pacote Laboral, será levado ao Parlamento e, terá os votos da IL (intervenção capitalista) e, do neo-fascista, Chega. Não sendo aprovada - será por decreto desgovernamental(!). A CIP, aplaudirá com regozijo...
As propostas, do Pacote Laboral, devem ser discutidas por quem trabalha e seus representantes, e não de quem manda trabalhar!
Vítor Colaço Santos

Só olhar para a cara da ministra já mete medo. Quem no seu perfeito juízo se senta à frente de uma cara tão feiosa?
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