sexta-feira, 20 de março de 2026

Os "camaradas" do MPLA mataram mais camaradas do Movimento do que os colonialistas portugueses

 

A HISTÓRIA É PARA SER CONTADA E NÃO GUARDADA ✍️🇦🇴

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Memória e Verdade – 27 de Maio de 1977
🇦🇴
Hoje recordamos duas jovens angolanas que perderam a vida num dos momentos mais sombrios da nossa história: Euvira da Conceição e Fernanda Anandi.
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Quando foram mortas?
Ambas foram mortas no contexto da repressão que se seguiu aos acontecimentos de 27 de Maio de 1977.
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O que aconteceu?
Após a alegada tentativa de golpe liderada por Nito Alves, o governo da época, sob liderança de Agostinho Neto, iniciou uma forte repressão contra pessoas suspeitas de envolvimento com o chamado “fraccionismo”.
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Euvira da Conceição e Fernanda Anandi foram:
Presas
Acusadas de ligação ao movimento nitista
E acabaram por ser executadas sem julgamento público conhecido
❗
Porquê foram mortas?
Foram consideradas, pelas autoridades da época, como parte ou simpatizantes do grupo que ameaçava o poder político vigente. No entanto, até hoje:
Muitos casos continuam sem provas públicas claras
Famílias nunca tiveram respostas completas
E há relatos de execuções injustas
🕯️
Por quem foram mortas?
As mortes ocorreram no contexto da repressão levada a cabo pelas forças de segurança do Estado angolano, durante aquele período.
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Para não esquecer:
O 27 de Maio não é apenas uma data — é uma memória de dor, silêncio e muitas vidas perdidas. Falar sobre isso é também uma forma de honrar quem partiu e exigir verdade histórica.
✊🏾
Que a memória dessas jovens nunca seja apagada.
🔥 SEXTA-FEIRA SANGRENTA – UM DIA QUE ANGOLA NÃO ESQUECE 🇦🇴
A chamada “Sexta-feira Sangrenta” aconteceu nos dias que se seguiram ao 27 de Maio de 1977, em Luanda. Foi um momento marcado por prisões em massa, execuções e desaparecimentos, deixando milhares de famílias angolanas em luto até hoje.
📌
Mas porquê aconteceu?
Tudo começou com uma tentativa de golpe dentro do próprio MPLA, liderada por Nito Alves e os seus apoiantes. O objetivo era contestar a liderança de Agostinho Neto.
Após o fracasso da tentativa, o governo reagiu com uma forte repressão, alegando que estava a defender o Estado contra uma ameaça interna.
⚠️
O que aconteceu na Sexta-feira Sangrenta?
Forças de segurança iniciaram uma onda de perseguições:
Pessoas foram retiradas de casa sem explicação
Muitos foram executados sem julgamento
Outros desapareceram até hoje sem qualquer informação
👥
Quem fez isso?
As ações foram conduzidas por estruturas do Estado ligadas ao governo do MPLA na época, incluindo forças de segurança e órgãos de defesa. Tudo aconteceu sob a liderança do então Presidente Agostinho Neto.
📉
Consequências
Estima-se que milhares de angolanos perderam a vida, embora os números exatos ainda sejam desconhecidos. Foi um período de medo, silêncio e dor profunda.
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Memória e reflexão
Hoje, a “Sexta-feira Sangrenta” é lembrada como um símbolo de repressão e sofrimento, mas também como um alerta para a importância da verdade, justiça e reconciliação em Angola.
👉
Que nunca se apague a memória dos que partiram.

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