quarta-feira, 6 de maio de 2026

Miguel Sousa congratula-se como sucesso dos novos capitães donatários da ilha da Madeira

 Os ilhéus sempre estiveram subservientes aos SENHORIOS nunca se  libertataram da canga e da vassalagem aos grandes senhores do dinheiro que mandam nisto tudo:  No governo e Tribunais e todos os organismos públicos na Região Autónoma trabalham sómente para o interesse deles e para o sucesso dos seus negócios. 
 A Autonomia praticamente só beneficia na Madeira  meia dúzia de grandes oligarcas. Toda a governação do PPDê trabalha e só está orientada  para esse fim ou seja: 
 Enriquecer cada vez mais estes três grandes senhores, nascidos e alimentados pela nossa AUTONOMIA! Viva a Autonomia dos senhores muito ricos!







Empresários da Autonomia

Pestana, Sousa e Farinha são de outra galáxia. Mais rápido vem um novo CR7 que três ícones desta dimensão

É comum destacar líderes políticos nesta caminhada cinquentenária da nossa autodeterminação política dentro do estado português. Todos os dias relemos os seus nomes na imprensa e ouvimos os seus comentários na rádio e televisão. 50 anos de dose diária de política que nos é dada pela diferente comunicação social.

A vida empresarial é menos conhecida. Tomamos conhecimento dos grandes sucessos e dos eventos publicitados, na maioria inaugurações, com a presença do governo.

Aqui, tanto na Madeira como, no geral, em Portugal, existe pudor, eu chamaria de estupidez aguda, má educação, falta de preparação e elevação profissional, para o jornalista elogiar e parabenizar qualquer sucesso de empresa ou empresário. Apenas noticia. Parece ser vergonha ou “pecado” proibido reconhecer e elogiar algo bem feito, acertado e positivo se realizado por privado. Cumprimentar e felicitar o acontecido não faz parte das regras “deontológicas” do nosso jornalismo. Não conhecem a palavra “parabéns”.

RESERVADO PARA SI

Em muitos anos de vida pública e privada nunca ouvi um qualquer jornalista felicitar um governante ou um empresário ou gestor por algo reconhecidamente bem feito, que tenha repercussão positiva na vida pública ou numa empresa.

Nem mesmo o jornal, rádio ou televisão sendo do governo ou de empresário privado. Nem elogiam o próprio patrão. Há um complexo intransponível.

O Jornal da Madeira foi do governo, o Diário sempre foi e ainda é de empresário mas não há um cumprimento ou brinde aos sucessos de quem investiu nesses jornais, lhes garantindo emprego e satisfação profissional, e em muitas outras actividades. Estão todos sob suspeita.

Há televisões privadas que nunca tiveram essas justas cortesias com os seus responsáveis.

Em muitas dezenas de conferências de imprensa ou encontros com jornalistas, para dar a conhecer dossiers ou dar entrevistas, nunca ouvi felicitar um acontecimento. Até no dia seguinte, na notícia, podem escrever ou dizer maravilhas do facto em causa mas, na véspera, não foram capazes de dar parabéns pelo conseguido.

Já que não fazem, faço eu! Não me importo de felicitar seja quem for, desde que por mérito. É o mínimo de educação.

Os 50 Anos da Autonomia não o foram apenas da política. Chegados aqui, muito mesmo só foi possível ter pelo contributo decisivo das muitas empresas privadas. Dos seus líderes, quadros dirigentes, técnicos especializados e trabalhadores em geral.

Antes da Autonomia, eram raros os grandes empresários. Alguns estrangeiros dominavam vários sectores económicos da Madeira e eram possuidores de grandes fortunas, acumuladas ao longo de muitos anos de exploração empresarial. Do lado madeirense alguns grupos familiares faziam negócios relevantes, geralmente num único sector da economia. Tinham elevado estatuto económico e social. Acumularam bons proveitos. Era o tempo da frágil concorrência. Os fortes grupos familiares imponham-se com destaque e facilidade.

A Autonomia trouxe uma nova realidade. Com ela chegou o fim dos monopólios, dos regimes de alvará para a maioria das actividades económicas e a liberdade de iniciativa, antes dependente de licença de Lisboa. O que dependia dos municípios era possível obter, mas tudo o mais só ficou acessível quando o despacho passou a ser obtido no Funchal.

Fui Secretário Regional do Comércio e Transportes, a partir de 1980, e sei bem do que falo. A própria designação de “Comércio” traduz bem ser este o único sector económico activo. Não havia mais: para além do comércio só agricultura em regime de colonia. As poucas indústrias eram no regime de alvará monopolista.

Passámos a importar o que queríamos e a exportar alguma coisa para além da banana. Os transportes multiplicam-se, são introduzidos os contentores, os telefones para fora da Madeira automatizam-se e, em simultâneo, entra o telex.

Já não temos só o que produzimos mas, também, o que importamos.

Com a Autonomia vem o poder legislativo, o governo de proximidade e o apoio a tudo o que mexe e pode ser decisivo para o crescimento económico e social.

Acontece o milagre, então disfarçado de monstro, com a integração na União Europeia.

É a região de Portugal que mais se desenvolve e, com isso, uma nova economia e um novo tecido empresarial com mais de trinta mil empresas. Um novo mundo económico onde se afirmam e destacam muitas empresas e alguns empresários.

Uma nova geração de empresários com talento, assumindo o risco inerente a uma ambição ilimitada, antes inexistente no Arquipélago.

Três são exemplo de acerto, competência, risco e coragem: Dionísio Pestana, Luís Miguel Sousa e Avelino Farinha. São de outra galáxia! Diferentes entre si. Não são só os maiores empresários da Madeira. São os líderes nacionais nas actividades que respectivamente desenvolvem: hotelaria, marinha mercante e obras públicas.

São empreendedores. Investidores que pensam no longo prazo. Que avaliam a sua sucessão familiar nas empresas. Esta é matriz comum. Não são especuladores.

É um orgulho ver o seu exemplo, até pela forma discreta como afirmam o seu poder e fortuna investida, como deve ser amplificado o seu sucesso pessoal e empresarial para que constitua semente para muitos outros jovens que ficam a saber que também, a partir da Ilha, se pode ser grande em Portugal e fora dele. Sem saber jogar futebol mas sendo igualmente “reis” na actividade que realizam.

Eu diria que estes Três Mosqueteiros, a que se junta o quarto mosqueteiro mais jovem de Alexandre Dumas que é Cristiano Ronaldo, formam o quarteto avançado da nossa dimensão para além-mar.

Naturalmente que outros ensaiaram capacidades e resultados mas a diferença para os nossos três líderes destacados é não serem especuladores de mercados que não dominam mas construtores de empresas sólidas, sem passo maior que a perna, com avaliação de riscos, crescimento sustentável e capazes de resistir às crises cíclicas de mercado que ocorrem, nomeadamente o “covid” e as guerras.

É corrente dizer-se que não é tão cedo que voltamos a ter um novo Cristiano Ronaldo. É provável que assim seja. Mas do que estou certo é ser muito difícil, nos próximos cinquenta anos, a partir da Madeira, voltarmos a criar três líderes nacionais de actividades económicas relevantes em Portugal. Mais rápido vem um CR7 que três ícones desta dimensão.

Pestana, Sousa e Farinha aproveitaram, como ninguém mais, um ambiente que tinha tanto de adverso como de estimulante. Foi sabedoria, bom senso, muita coragem e acerto nos negócios que visualizaram e para os quais reuniram as equipas profissionais necessárias. Conseguiram internacionalizar a sua actividade empresarial colocando, as suas marcas registadas, em todo o mundo. As suas empresas empregam milhares de colaboradores em todo o planeta.

É um orgulho constatar os hotéis espalhados pelo mundo, os navios mercantes nos mais longínquos portos comerciais e as obras em diversos países estrangeiros, com registo de empresas e empresários “born in Madeira”.

Esta é uma matriz de sucesso que precisa ser amplificada pois o crescimento económico precisa de protagonistas privados bem sucedidos. São as empresas os pilares de um futuro colectivo que se pretende gradualmente mais robusto e compensador para a população madeirense.

Devo destacar, nestas cinco décadas, muitos novos gestores provenientes de uma onda universitária anteriormente inexistente. O ensino superior, de mais fácil acesso a partir da década de oitenta, aproveitou enorme talento distribuído pelas diversas actividades económicas, financeiras e culturais. Uma geração melhor preparada tornou viável e bem sucedido um vasto conjunto de novas ideias traduzido em projectos e empresas de referência.

É no turismo que grupos familiares e de investidores aplicam o saber e experiência de uma actividade de longa tradição. A Madeira impõe-se como líder nacional da actividade turística. Aqui estão fixados os maiores e mais qualificados protagonistas do turismo português.

8 comentários:

  1. Era melhor o pravda não ter publicado este nojo! Quem é que criou esta máfia para sugar os madeirenses? Quantos empresários foram à falência por causa destes artistas e dos seus monopólios?

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  2. Coelho a dar destaque a esta crónica no Pravda contra a vontade da Coelhinha. Coelho é um homem rebelde e livre. Faz parte do seu ADN.

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  3. Este broquilha Cabeça de Bigorna, só por respirar, já é um hino á hipocrisia. Com que então a autonomia acabou com os monopólios. Com que então os empresários oligarcas não têm suficientes elogios dos jornalixteiros. Com que então, são génios desinteressados, benfeitores. Vai mas é para a puta que pariu hipócrita. Muito mamaste com os terrenos do aeroporto.

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    1. Sem dúvida! E Mamou as quotas da Região na ECM, apropriando-se dela, depois de afastar o Sr. Miles! Além de que foi o padrinho do primo, entregando-lhe a Estiva, os Portos e as ligações marítimas ao Porto Santo. Filho da puta é pouco...

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  4. Sociedade do (putativo) futuro presidente do Tribunal Constitucional já sacou este ano 1,6 milhões de euros em contratos com o Estado
    https://paginaum.pt/2026/05/04/sociedade-do-putativo-futuro-presidente-do-tribunal-constitucional-ja-sacou-16-milhoes

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  5. O cervejeiro está em forma. As zebras não precisam de reforços

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  6. Este relês individuo ê a definição da palavra “escroque”. Ele e os seus queridos amigos deveriam estar na prisão. Mas isso era se houvesse justiça

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    1. Tal qual o nosso sinistro "roedor"... se houvesse justiça teria residência fixa na Cancela até ser entupido.

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