domingo, 27 de julho de 2025

A repressão na Ucrânia do Zelensky é de bradar aos céus Procura-se este bandido pela morte de inocentes

 

O regime do Z tem de cair rapidamente

Naquela brilhante democracia sem eleições, sem separação de poderes e sem órgãos de fiscalização, a caça ao homem desaba sobre todos: epilépticos, amputados, amblíopes, pessoas com deficiência mental e distúrbios de linguagem, surdos e até indivíduos afectados pelo síndrome de Down. É preciso ter chegado ao grau zero da decência para encarar tais práticas com naturalidade.

O cara que vai preso não quer morrer na guerra estúpida da CIA por procuração ao zé das léndeas. 

Será que Nicolae Ceaușescu era assim tão mau para ser assassinado?

 Em Portugal também se vive numa ditadura do Poder Judicial e do poder da Máquina Fiscal. Ninguém escapa! 

 Vivemos numa Democracia a fingir.


A Roménia em choque após a divulgação do mais vasto estudo até hoje feito sobre o legado e a imagem de Nicolae Ceaușescu. Realizado pelo Instituto para o Estudo da Ditadura Comunista, entidade pública responsável pela preservação e estudo dos arquivos do regime caído em 1989, o trabalho socorre-se de uma impressionante massa de inquéritos aos romenos de hoje e o resultado é surpreendente: Ceaușescu reúne 66% de opiniões favoráveis. Os romenos concordam que a Roménia de então era mais rica, dotada de instuições mais eficazes e o Estado estava mais perto dos cidadãos, garantindo-lhes segurança, bom sistema educativo e de saúde e que Ceaușescu era um bom estadista. A rejeição da actual classe política e os recentes acontecimentos que configuraram um golpe de Estado urdido com o incentivo da UE parece ter influido decisivamente no estado de espírito dos entrevistados. (do facebook de Miguel Castelo Branco)


Joseph Praetorius

Não me espanta. Como não me espanta o facto de terem morrido (sem ninguém lhes tocar) todos os membros do pretenso tribunal que o assassinaram. Os romenos tinham uma vida contida, é verdade. Mas tinham o necessário. Não havia dívida externa. A política de educação era inteligente. E o estado estava livre dos constrangimentos que o endividamento traduz e gera (essa terá sido uma da causas para o seu assassinato).
Depois, havia aquelas coisas típicas das democracias populares, isso havia. Regimes militares, mesmo que sob forma civil, porque a pressão militar era enorme (como bem se nota hoje, porque aquela nobre terra está à beira da catástrofe militar) E havia a nostalgia popular do Rei, ainda vivo.
Ceacescu não era um homem bem educado e isso notava-se algumas vezes. Tinha a mania dos títulos, como todos aqueles que não se têm em grande conta. Fazia rebentar, em homenagem a si próprio, aclamações das quais nem o Imperador Bizantino se teria lembrado. "Estrela dos Cárpatos". "Conducator". Uma loucura.
Mas, depois, foi o canibalismo. É tão simples como isso.

sábado, 26 de julho de 2025

JM do "Meia Saca" apresenta movimentos de falsos independentes afim da favorecer o PSD e enfraquecer a verdadeira oposição

 A grande conspiração do PSD em desespero


 Até o professor Gouveia caiu na armadilha juntou-se aos falsos independentes de S. Vicente. Como fez o Agostinho o Cinquetum em Santa Cruz que aceitou conscientemente fazer o papel de cavalo de Tróia para destruir a verdadeira oposição ao PSD Madeira em Santa Cruz.



Faz hoje nove anos que houve esta sentença acerca do Miguel Relvas

 

O Tribunal Administrativo de Lisboa deu como nula a licenciatura de Miguel Relvas, atribuída de forma fraudulenta pela Universidade Lusófona. Além disso, demonstrou como foram consideradas algumas equivalências a cadeiras (32 em 36): apresentação de textos passados escritos em jornais. E, por fim, demonstrou que algumas das equivalências foram dadas a cadeiras que não existiam. Não são dados de uma investigação ou de suspeitas. São da sentença.
Miguel Relvas foi um dos políticos portugueses mais influentes da última década. A sua carreira conta com momentos como: Secretário Geral da Juventude Social Democrata, Deputado durante 14 anos, Secretário de Estado da Administração Local, Ministro dos Assuntos Parlamentares, Secretário Geral e Presidente do Conselho Nacional do PSD. Pertence à Loja Universalis da Maçonaria (GOL).
Pois agora é um eminente comentador televisivo. E é esta gente que nos entra pela casa adentro todas as noites para a lavagem cerebral...
Com este currículo de trapaceiro, pior só os deputados do Chega...

Grande artigo de opinião do deputado madeirense Filipe Sousa

 


Saber escutar o silêncio daqueles que sofrem
Há um sofrimento em Portugal que não aparece nos jornais. 
  Um sofrimento silencioso e silenciado. Que não grita, que não protesta, que não enche praças nem se torna viral nas redes sociais.

É o sofrimento doloroso de milhares de portugueses que, todos os dias, sobrevivem num país que lhes virou costas.

Não fico tranquilo perante as muitas “ilhas” sociais deste Portugal atlântico e insular.

• É a mãe que passa fome para alimentar os filhos;

• É o idoso que tem de escolher entre os medicamentos, a conta da água e da luz;

• É o jovem que sonha com uma vida digna, mas encontra portas fechadas às suas próprias iniciativas, desvalorização das suas competências, salários indignos, privados de comprar ou arrendar casa;

• São as famílias da classe média e as várias classes de trabalhadores, muito deles especialistas, que todos os dias trabalham e todos os dias têm de fazer contas à vida e, mesmo assim, ficam à porta de entrada da vergonhosa lista de pessoas que trabalham, mas estão em risco de pobreza;

• São as famílias com rendimentos baixos (não tributáveis), mas que veem o Estado a assobiar para o lado perante um custo de vida altíssimo e que teimam em não minimizar esse sofrimento.

São rostos anónimos, mas reais. Gente que não pede esmolas. Gente que vive envergonhada. Gente que pede respeito e justiça. Gente que pede que o Estado cumpra aquilo que promete.

Mas o Estado falhou e continua a falhar.

• Falha quando trata a habitação como um negócio, em vez de um direito;

• Falha ao empurrar doentes para listas de espera intermináveis;

• Falha quando fica indiferente ante a morte de todos aqueles que morrem devido à falta de assistência médica e urgência fechadas;

• Falha quando abandona o interior do País e permite que o povo das Regiões Autónomas continue prisioneiro na sua própria ilha;

• Falha quando marginaliza os mais velhos e os mais frágeis;

• Falha quando deixa de valorizar o mérito e fez com que tantos se sentissem “estrangeiros” no seu próprio país.

Hoje, mais do que nunca, temos de saber escutar esse silêncio. Porque o silêncio dos que sofrem é, muitas vezes, o grito mais profundo de um país em desequilíbrio.

E não basta apontar o dedo. É preciso coragem para mudar. Coragem para construir um Estado que não abandona, que não promete e depois esquece. Coragem para pôr as pessoas (todas as pessoas), no centro das decisões políticas.

Porque estar na política é, acima de tudo, um compromisso com os que mais precisam, com os que já perderam a esperança e com os que nunca tiveram voz.

Se queremos um país mais justo, temos de começar por ouvir os que nunca foram ouvidos.

E isso exige mais do que palavras. Exige ação. Exige presença. Exige empatia.

Enquanto houver portugueses esquecidos, não ficarei calado, porque a política serve para transformar o silêncio em dignidade.