sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Durão Barroso veio do MRPP e agora é um aliado dos imperialistas americanos

 O pardalão veio à Madeira para  falar de Autonomia mas esqueceu-se de falar que foi um dos co-responsáveis para a invasão do Iraque onde foram acabar com as armas de destruição maciça que afinal não existiam. Matou o Sadam Hussein  e mais300 mil Iraquianos. quando franqueou a base das Lages para os EUA conseguirem concretizar a invasão. Durão Barroso tornou-se num verdadeiro criminoso de guerra.

Num momento em que se assinalam os 50 anos da autonomia, José Manuel Durão Barroso sublinhou que o percurso da Madeira deve ser lido à luz da democracia conquistada após o 25 de Abril e do enquadramento europeu que permitiu alavancar o desenvolvimento da Região. As declarações foram feitas à margem das Conferências do Atlântico, em Câmara de Lobos.

Num momento em que se assinalam os 50 anos da autonomia, José Manuel Durão Barroso sublinhou que o percurso da Madeira deve ser lido à luz da democracia conquistada após o 25 de Abril e do enquadramento europeu que permitiu alavancar o desenvolvimento da Região. As declarações foram feitas à margem das Conferências do Atlântico, em Câmara de Lobos.

“Autonomia rima com democracia”, afirmou, recordando que foi a Constituição de 1976 que criou as condições institucionais para o autogoverno das regiões.

O antigo primeiro-ministro e ex-presidente da Comissão Europeia destacou que a evolução da Madeira resulta de vários factores, entre eles o quadro europeu e as políticas específicas para as regiões ultraperiféricas.

Referiu que a sua Comissão teve um papel na consolidação de um estatuto reforçado para estas regiões, permitindo maior flexibilidade e instrumentos adaptados às suas especificidades.

“Há razões para comemorar, não apenas pelo desenvolvimento político e pela estabilidade democrática, mas também pelo progresso económico e social”, disse.

Durão Barroso recordou a profunda transformação da Madeira ao longo das últimas décadas.

“Quem se lembra de como estava a Madeira há décadas percebe bem a mudança”, afirmou.

Sublinhou ainda que a União Europeia passou a encarar territórios como a Madeira como activos geoestratégicos, o que se traduziu em políticas e apoios diferenciados.

Sem entrar em leituras simplistas, deixou implícito que o desenvolvimento regional resulta da conjugação entre autonomia política, integração europeia e investimento público, num processo cumulativo ao longo de décadas.

https://sapo.pt/artigo/a-autonomia-rima-com-democracia-6998929c4c6a066718d89922

2003: Das Lajes saiu o rastilho de uma guerra que nunca terminou.

Portugal ficou irremediavelmente ligado à decisão de avançar com uma intervenção no Iraque motivada por armas que nunca existiram.

Na tarde de 16 de Março de 2003 Durão Barroso, então primeiro-ministro de Portugal, estendia a mão a três visitantes ilustres: George W. Bush, presidente dos Estados Unidos, Tony Blair, primeiro-ministro do Reino Unido, e José Maria Aznar, líder do governo espanhol. Numa ilha no meio do Atlântico, em território português, aquela estava longe se ser apenas mais uma reunião. Quatro dias depois, na madrugada de dia 20, iniciar-se-ía a intervenção no Iraque e a Cimeira das Lajes, como ficaria conhecida, marcou o início de uma guerra que, ainda que com mudanças nos interveniente, se mantém até hoje.

Na conferência de imprensa que os líderes deram no final do encontro, George W. Bush anunciou: "Ou o Iraque se desarma ou é desarmado pela força." Vingou a tese da força, mas a teoria de Bush, de que Saddam Hussein, o líder iraquiano, teria escondidas armas de destruição maciça nunca se confirmaria. Pelo contrário, aliás, como acabariam por reconhecer, anos mais tarde, os vários participantes na Cimeira das Lajes.

Saddam foi capturado e condenado à morte por um tribunal iraquiano e milhares de militares e civis morreram ou ficaram feridos. Os americanos, que lideraram a intervenção, ficaram até 2011, mas nunca conseguiram instaurar no país um verdadeiro regime democrático. O Iraque debateu-se com uma guerra civil entre sunitas e xiitas e luta agora contra grupos jihadistas radicais. Os iraquianos, esses, continuam a fugir das suas casas, engrossando as fileiras de refugiados que chegam à Europa e chorando as centenas de milhares de mortos desde a intervenção militar decidida nas Lajes e à qual Portugal ficaria irremediavelmente ligado.Na ilha Terceira, nos Açores, já pouco resta da Base das Lajes, controlada durante anos pelos americanos, no âmbito de um protocolo com o Estado português. Também já nenhum dos quatro líderes que se reuniram na cimeira de 2003 se mantém na política activa. No Iraque, no entanto, a guerra continua. Ainda.

https://www.jornaldenegocios.pt/economia/mundo/detalhe/2003-das-lages-saiu-o-rastilho-de-uma-guerra-que-nunca-terminou

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