Eles aqui na Madeira, só servem para aplicar multas, nada mais!
Segurança às populações: ZERO.
O povo da Madeira está farto desta bófia fascista. Devem ser todos desarmados e metidos em aviões e recambiados todos para o retctângulo lá dos cubanos.
Sindicato da PSP acusa Governo de manipular verdade ao actualizar valor de serviços remunerados
A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) acusou o Governo de manipular a verdade ao dizer que tinha ouvido as estruturas sindicais sobre a atualização dos valores devidos por serviços remunerados, hoje publicada.
"Das duas, uma: ou fizeram de conta, ou não ouviram nem leram. Na atual portaria não consta uma tabela única [...], não consta o aumento proposto nos valores a processar e não constam as limitações à carga horária, entre outras propostas já endereçadas há muito a este Governo e aos anteriores", afirma, em comunicado, a ASPP/PSP.
A associação presidida por Paulo Santos condena, por isso, "a manipulação com meias-verdades e falsas auscultações", ainda que admita que a matéria não é prioritária para a ASPP/PSP.
O valor pago aos polícias por serviços prestados a entidades públicas e privadas fora do horário do trabalho vai aumentar para entre 36,46 e 85,96 euros por quatro horas, segundo uma portaria dos ministérios da Administração Interna e das Finanças hoje publicada em Diário da República.
O diploma, que entra em vigor dentro de 15 dias, altera quer a tabela geral quer a referente a competições desportivas de natureza não profissional, mantendo-se o pagamento de valores distintos consoante o dia e horário do serviço prestado e categoria profissional dos elementos da GNR e da PSP.
Atualmente, a remuneração varia entre 26,50 euros e 62,50 euros por cada quatro horas de serviços remunerados, também conhecidos por gratificados.
Na portaria, o Governo refere que "foram ouvidas as associações socioprofissionais da GNR e as associações sindicais da PSP".
No final de 2025, a ASPP/PSP, o maior sindicato desta força policial, abandonou as negociações com o Governo, por entender que este não está a cumprir com o acordo assinado em julho de 2024.
"A ASPP abandona as negociações porque a proposta apresentada não vai ao encontro daquilo que esperaríamos em relação às tabelas remuneratórias, suplementos e portaria de avaliação", disse à Lusa, em 28 de novembro, Paulo Santos, no final de uma reunião com a ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral.
Estes três dossiês continuam a ser considerados prioritários pela associação sindical. (diário do padre das esmolinhas)

Abaixo esta puliça preguiça
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