sábado, 27 de junho de 2026

O nosso fascista Alberto, antes de ser "traído" pelo Fancisco Gomes fez-lhe rasgados elogios quando este escreveu e publicou um livro sobre a Autonomia

Eram tão amigos e agora não se podem ver!  Vejam só!



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PREFÁCIO
"Com este livro, o Dr. Francisco Manuel Freitas Gomes, presta mais um grande serviço à Região Autónoma da Madeira.
“Mais um”, na medida em que este jovem Quadro da nossa vida
cívica, tem já um excelente currículo em prol do Povo Madeirense.
Desde as lides parlamentares nacionais e regionais, à reflexão e
publicação de temas que estão na primeira linha do decisivo para o arquipélago, passando ainda por outras actividades importantes de carácter cultural, académico e na Administração Pública.
 Pode-se dizer que, em Portugal, Francisco Gomes é um dos Autores que mais e melhor disseca a questão da Autonomia Política da Madeira.
  Fá-lo com exigente espírito científico, sublimando a inevitável
afectividade que todos normalmente temos com o nosso berço
geográfico e depois cultural. Nas suas linhas não se deteta um pensamento marcado pela revolta legítima do colonizado contra o colonizador, mas antes uma perspectiva pragmática de considerar as conjunturas e respectiva evolução. Sem que isso signifique enjeitar o lado humano de as utopias também integrarem a dinâmica histórica.
Acho este modelo de pensamento e sua comunicação, um caminho para o racionalismo se impôr às balelas do determinismo histórico ou do “fim da História”. E colocar a Autonomia Política na sua perfeita dimensão de fenómeno social a ser constantemente produzido e mexido pela criatividade do Povo Madeirense.

Pegar no tema Autonomia, hoje na República Portuguesa é um acto de coragem.

Primeiro, por causa das tradições político-culturais da História

nacional, de carácter centralista sempre, e de carácter colonialista a partir do século XV.

Segundo, o sistema político hoje implantado em Portugal - sem

prévio referendo democrático, convém relembrar - um sistema que, com a curiosidade de ao mesmo tempo alimentar e se alimentar da “esquerda caviar” e da “direita dos interesses”, estabeleceu um modelo de prevalência do “politicamente correcto”, quase a desbancar para um “pensamento único”.

Ora, o facto de a Autonomia Política da Madeira desagradar ao

património político-cultural português, por causa do passado e por causa de hoje, tal legítima emancipação foi colocada no “índex” da opinião oficiosa do situacionismo que acaba sempre por ser estabelecido para defesa dos sectores dominantes.

Se de Clausewitz podemos aferir ser a Política a guerra sem armas, cada Madeirense e Portossantense deve se vestir com a mesma ousadia do Autor, assumindo não poder haver neutralidade entre autoritarismo e Liberdade, entre colonialismo e Democracia.

Corajosamente, Francisco Gomes rejeita sempre o amorfismo, a

ambiguidade e o cinzentismo burgueses. Daí alguns espinhos injustos na sua brilhante carreira.

A evolução da Autonomia Política é inevitável, sobretudo pelo

aproveitamento inteligente que o Povo Madeirense, mais cedo ou mais tarde, saberá fazer das especificidades regionais, desde as geográficas às restantes endógenas.

E que inteligentemente a concretizará, sabendo aproveitar as

características planetárias da economia global, bem como os

constrangimentos internos que fatalmente ocorrerão na parcela da faixa litoral oeste da Península Ibérica.

Daí que o presente livro contribua para um alicerçar científico dessa

evolução, pois a cadência dos projectos políticos, por um lado exige cada coisa no tempo certo. E, por outro lado, exige bases que permitam sustentar o que a cada momento se fôr fazendo.

Eu diria também que este livro do Dr. Francisco Gomes tem uma

oportunidade felicíssima.

O desenvolvimento de um projecto sócio-político como é a

Autonomia Política da Madeira, a exemplo de outros na História, não se concretiza a um mesmo ritmo constante.

Hoje, creio estarmos num trilhar mais lento. Francisco Gomes ao

produzir este Trabalho, entre tantos Méritos, tem o de aquecer de novo as caldeiras.As Autonomias Políticas constituíram das mais bem conseguidas soluções portuguesas.

Solução portuguesa, porque rejeita qualquer separatismo, luta por aquilo que concebe ideal para a concretização do Desenvolvimento Integral da população insular.

Enquanto, hoje, a Europa democrática se defronta com graves

problemas independentistas, cuja repercussão parece não estar a ser correctamente avaliada em Bruxelas, a evolução na Madeira foi conduzida sempre no propósito do fim do colonialismo significar o reforço e a integridade de Portugal.

O curioso é que estigmas históricos na classe política de Lisboa - e quase nove séculos não se mudam só com o 25 de Abril - jamais as fez reconhecer tais esforços patrióticos dos políticos insulares, antes estabelecendo uma dialética agressiva, hostil, de boicote.

Raymond Aron escreveu em “Histoire et politique, textes et

témoignage”, que “quando a idiotice prevalece, eu deixo de

compreender”.

Incomodou-os sempre a Madeira ter percebido que, para se ter voz legítima, não nos podemos confinar a reivindicações paroquiais de prioridade discutível. Mas, antes, os titulares políticos resultantes de eleições democraticamente representativas da vontade do Povo Madeirense, em permanência têm de intervir nas questões e debates de
carácter nacional. E em qualquer parte do território.A luta autonómica continua a exigir que, na dialética com a capital, não se recúe mediocremente, apenas a só considerar questões locais.

Exige, patrioticamente, que se participe na discussão e na formulação das soluções nacionais.

Até porque mais Autonomia, a Dívida Histórica do Estado central, o Centro Internacional de Negócios das Madeira e os Fundos Europeus, as transferências de competências que estão ainda por concretizar, a Universidade da Madeira, tudo são questões de âmbito nacional, decisivas para o futuro desta parcela portuguesa, sendo trágico porventura vê-las secundarizadas por um analfabeto “politicamente

correcto” que não produz sequer qualquer renovação.

Antes se traduz num recúo político e histórico.

Com os temas que este livro aborda, Francisco Gomes reequaciona as questões que urge retomar prioritariamente.

Tem de se reconhecer que as ideias do Dr. Francisco Gomes, para

além do rigor conceptual que expressam, assentam sempre numa

perspectiva positiva de esperança e de optimismo. O que é importante, pois provoca ainda mais a atracção que o leitor sente na leitura da Obra.

Neste Trabalho temos uma elaboração das mais rigorosas que já se viu no abordar quer as origens, quer a evolução histórica da Autonomia Política da Madeira.

Rigor este que constatáramos nos valiosos livros antes publicados

por Francisco Gomes. E tal como acima chamei a atenção, o Autor não tem receio em considerar todo o contexto histórico de séculos que rodeia a Dívida Pública da Madeira, necessária para o aproveitamento dos Fundos Europeus. Pois o Estado central lançou sobre o Orçamento regional o ónus, que não podia suportar, de pagar a quota parte nacional se quisséssemos aproveitar tais Fundos.

Ora, teria sido criminoso os políticos eleitos madeirenses não terem utilizado tal dinheiro, na medida em que, no 25 de Abril 74, a Madeira era a Região mais atrasada do País.

Ou o Povo Madeirense não tem Direito a uma qualidade de vida, na média da dos cidadãos europeus?!...

Depois, os dinheiros foram comprovadamente para investimentos, estruturação física, social, cultural e ambiental do arquipélago, para criação de mais Emprego. Não se perderam em políticas assistencialistas que visam estabelecer a subsídio-dependência para comprar votos e assim mantêm e crescem as situações de pobreza, com a agravante anti-democrática de proletarizar a Classe Média.

Ou o desenvolvimento da Madeira, não é também desenvolvimento de Portugal?!...

Extremamente clara é a descrição sensata e séria que o Autor faz

dos desafios que a Autonomia Política terá de enfrentar. Expressa-os de maneira desapaixonada, deste forma robustecendo a argumentação utilizada.E creio que as conclusões deste livro são uma síntese correcta, feliz e bem organizada, e ao mesmo tempo como que uma catapulta para o que será preciso realizar.

Julgo que todos os Madeirenses e Portossantenses devem um

grande “muito obrigado” ao Dr. Francisco Gomes, por todo o aquilo em que, estou certo, este Trabalho ajudará a fundamentar o futuro.

Funchal, Março de 2020"

João Cardoso Gonçalves Jardim

Nota da Redação do Pravda: 
Alberto o nosso dr. "Papadas" hoje diz cobras e lagartos do Francisco Gomes, depois de antes o ter idolatrado como sendo um grande pensador Autonomista. 
 Agora já não presta! Bem dizia o nosso grande Camões: 
"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades!"

Francisco Gomes

 Nasceu no Funchal a 18 de abril de 1980. Doutorado ‘Cum Laude’ em Ciência Política pela Universidade de Cádis, mestre na mesma área pela Universidade de Oxford. Licenciado em Ciência Política e em Comunicação Social pelas Universidades de Denison e Harvard. Possui também uma pós-graduação em Guerra da Informação (Academia Militar Portuguesa) e concluiu o Curso de Defesa Nacional (Instituto da Defesa Nacional). Trabalhou na Empresa de Eletricidade da Madeira e no Governo Regional. Representou a Madeira como deputado na Assembleia da República e no parlamento regional. É autor de 14 livros e mais de 700 artigos de opinião. Atualmente, é chefe de gabinete do grupo parlamentar do CHEGA na Assembleia Legislativa da Madeira.


7 comentários:

  1. Ah ah ah O Velho Marreta Jarreta Buceta é só contradições! Puta que Pariu o filho e vizinho das duas putas do Quebra Costas! Ressabiado e frustrado.

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  2. Filho bastardo do Mijinhas! Sim. Essa era a alcunha do "pai adoptivo" do Ofélia Dez para as Duas!

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  3. Então e a história dos cursos nos usa à conta do basquete... Contributos

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  4. O velho louco muda de opiniao como quem muda de camisa. Está todo queimado dos cornos.

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  5. Este pardalão era elogiado como um génio pelo idiota do Joãozinho das Festas. O aldrabão é licenciado pela Universidade das Rocky Mountains em fuck-up trouxas!

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  6. Tem um curso de enraba-vilões pela Universidade de Oxford e doutourou-se summa cum laude na arte de mentir e mamar.

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  7. É como o padre das esmolinhas. Estudou desumanização social e em Paris fez um mestrado em Traição de Bispos

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