quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Na Venezuela assassinam-se políticos incómodos . Na Madeira não é preciso. Os tribunais fascistas tratam disso!

 

José Carmelo Bislick Acosta, foi assassinado
 
Na Madeira ao contrário do que é prática na Venezuela, o assassínio dos políticos incómodos é feito pelos tribunais nazi-fascistas. 

 Não é preciso matar. Basta  levá-los a tribunal e acusá-los e condená-los por difamação . 

 O resto é fácil de fazer: 

 É obrigá-los a pagar grandes indemnizações aos corruptos e depois penhorar todos os seus bens e activos  e está o caso arrumado. 

 Na Madeira cala-se a voz incómoda sem alarido e sem violar os chamados "direitos Humanos". Viva o fascismo dos tribunais da Região Autónoma da Madeira! 

Os Venezuelanos tem de vir cá à ilhota do Povo Superior aprender essas técnicas com as juízas do grupo SOUSA dos portos.

Um conhecido dirigente do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV, o partido do Governo) foi sequestrado e assassinado, avança hoje a imprensa venezuelana, que cita fontes policiais e familiares.

Segundo o portal El Pitazo, José Carmelo Bislick Acosta, foi assassinado depois de denunciar, recentemente, corrupção na distribuição local de combustível e também tráfico ilícito de substâncias estupefacientes e psicotrópicas no estado venezuelano de Sucre (660 quilómetros a leste de Caracas), onde vivia.

“Na quarta-feira 18 de agosto, a vítima foi retirada de sua casa, no seu carro, por quatro homens que entraram pelos fundos da residência, situada no setor Guayacán do município Valdez (Estado de Sucre)”, noticiou o portal.

Segundo a irmã, Rosmery Bislick, os sequestradores “usavam macacões com capuz, (...) chapéus e tecidos como máscaras”. Estes disseram que o irmão “tinha comido a luz [cruzado uma linha perigosa]" e que o iam matar.

Na manhã do dia seguinte, a Guarda Nacional Bolivariana foi notificada de que uma viatura estacionada num terreno e com uma porta aberta. No interior, encontraram a vítima.

“Suspeitamos que foi pela sua crítica constante contra o tráfico de gasolina e a sua posição crítica dentro da revolução. Nem nós, como família, nem a sua equipa de trabalho, nunca soubemos de alguma ameaça”, explicou Rosmery Bislick aos jornalistas.

José Carmelo Bislick Acosta, tinha 51 anos. Natural de Güiria era professor universitário de educação física e um conhecido dirigente do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), o partido do Governo do Presidente, Nicolás Maduro.

Foi presidente do Instituto Nacional de Capacitação e Educação Socialista (Inces), autarca e presidente do Conselho Municipal de Güiria. Era coordenador municipal de Técnica Eleitoral do PSUV.

As juizas que trabalham para o Grupo Sousa aqui na Madeira resolvem tudo isso numa boa!

(ver JM)



"Serei tudo o que disserem: Poeta castrado não! "

 


Serei tudo o que disserem
por inveja ou negação:
cabeçudo dromedário
fogueira de exibição
teorema corolário
poema de mão em mão
lãzudo publicitário
malabarista cabrão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!

Os que entendem como eu
as linhas com que me escrevo
reconhecem o que é meu
em tudo quanto lhes devo:
ternura como já disse
sempre que faço um poema;
saudade que se partisse
me alagaria de pena;
e também uma alegria
uma coragem serena
em renegar a poesia
quando ela nos envenena.

Os que entendem como eu
a força que tem um verso
reconhecem o que é seu
quando lhes mostro o reverso:

Da fome já não se fala
- é tão vulgar que nos cansa -
mas que dizer de uma bala
num esqueleto de criança?

Do frio não reza a história
- a morte é branda e letal -
mas que dizer da memória
de uma bomba de napalm?

E o resto que pode ser
o poema dia a dia?
- Um bisturi a crescer
nas coxas de uma judia;
um filho que vai nascer
parido por asfixia?!
- Ah não me venham dizer
que é fonética a poesia!

Serei tudo o que disserem
por temor ou negação:
Demagogo mau profeta
falso médico ladrão
prostituta proxeneta
espoleta televisão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!

José Carlos Ary dos Santos


Viva a 44ª edição da Festa do Avante! Não há festa como esta !

 











A dupla Ricardo Oliveira/Roberto Ferreira volta ao ataque. Nada deixam de pé nem o Jornal onde são directores e vice-directores respectivamente

 

O padre Ricardo, continua a fazer jogo duplo em matéria de informação aos madeirenses e portossantenses. No jornal onde ambos são empregados do SOUSA (o monopolista dos Portos), lá fazem a informação que convém ao patrão deles. No "Correio da Madeira", fazem a informação que gostariam de fazer no jornal que dirigem e não podem por duas razões: 

1º. Ter problemas com as juízas fascistas lá do tribunal da Comarca da Madeira (quase todas feitas com o seu patrão SOUSA). 

 2º podem ambos ser despedidos pelo Sousa e lá se vão os 5 mil euros por mês que ganha cada um deles no matutino do monopolista.

Nota da redação do PRAVDA: 

Os pardalões acima descritos deixam fazer copy paste nos escritos do Correio da Madeira, mas não deixam fazer o mesmo no diário do patrão deles, na edição one line. 

Espertalhões!

Jornais: há papel mais barato para acender o braseiro
Omeu desabafo é curto porque não tenho muito tempo, já vi os jornais de hoje e sinceramente é mau demais, um é o complemento do outro, jogam para o mesmo. Tivemos a pior perfomance na recuperação do turismo e estamos muito à quem, ao ponto de grande parte dos hotéis estarem fechados a ver se o fluxo de turismo regulariza e seja capaz de não provocar mais despesas do que receitas. O secretário do turismo fala, como sempre, com aquele peito cheio que só ele tem mesmo falhando sempre. (JM)

O Calado agora é dono do Diário, quase tanto como Luís Miguel Sousa, o primeiro é outro cheio de si a vender o seu peixinho e novamente nada me convence, estamos a fazer dívida e as contas que ele apresenta são um remake do já visto na CMF. Vai dar barraca. O segundo faz publi-reportagem para o seu ferry e estadias, como as pessoas mudam de opinião quando o ferry é seu. Agora a Rádio Paria é a maior do mundo, a reboque do DN, coisa que nunca deu lucro e foi para controlar o Porto Santo através daquela ave rara que por lá anda ... e vai servir a costa norte da Madeira, deve ser um feito notável oferecer chouriços do Porto-Santo. Tudo notícias fantásticas. Folheia-se e não há rasgo de jornalismo, apesar da quantidade de situações pelas quais estamos a passar. (DN)A Saúde continua na mesma, "avariada" (DN), também eu acho que tudo isto é de propósito para encaminhar doentes para o privado e só me lembrava da publicação que ontem saiu no CM sobre os valores por áreas do nosso orçamento regional. Tão pouco para os madeirenses, para o que interessa, e tudo arrumado e por demais para os sanguessugas do erário público.

Sou de meia idade e pouco remédio tenho para mudar de vida mas se fosse mais novo ia-me embora daqui. Nem Governo nem Oposição prestam. Com tanto problema que toca as pessoas, o Presidente do PS não capitaliza, anda nas uvas, e seu mordomo faz a política toda, sempre com temas de ligação ao poder central ou coisas muito "esotéricas", não sabe falar do que sofrem os eleitores por consequência da inacção de todos eles.

Só mais uma coisinha, estou farto de tretas nas edições impressas e sobretudo no online, será que são capazes de ver que irritam pessoas que passam por dificuldades? Quero lá saber do Jet7 do mesmo saco de farinha que todas estas estrelas regionais à sombra do dinheiro e favorecimentos públicos. Poderão querer nos fazer de burros mas não somos, nem o Silly Season é Ad Eternum.

Bom dia, bom trabalho, para quem o tiver. (Ver Correio da Madeira)

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

A Coreia do Norte é um regime apoiado na força do exército e aplica à letra o princípio leninista: "Um partido de novo tipo."

 


Rui Pinto não falará em tribunal durante o seu julgamento

 

Rui Pinto avisa juízes de que não falará em tribunal dos ataques informáticos que levaram ao “Luanda Leaks” 
Ex-hacker admite que o acesso aos computadores da sociedade de advogados PLMJ lhe permitiu obter informações para denunciar a fortuna de Isabel dos Santos. Mas já deu conta ao coletivo de magistrados que o vai julgar de que “não se pronunciará” sobre esses crimes específicos - e explica porquê

Entre outubro e o final de dezembro de 2018, a sociedade de advogados PLMJ, fundada por José Miguel Júdice, foi alvo de ataques informáticos por parte de Rui Pinto, que acedeu a cerca de 150 computadores e retirou informação de dez mil pastas. O ex-hacker reconhece agora que, num daqueles ataques informáticos, chegou à “documentação constante da caixa de correio” da advogada Inês Almeida Costa, o que lhe “permitiu completar o puzzle que deu origem ao designado Luanda Leaks”, lê-se na contestação à acusação e à pronúncia que os seus defensores, Francisco Teixeira da Mota e Luísa Teixeira da Mota, enviaram ao coletivo de três juízes que vai julgar Rui Pinto, com o início das sessões agendado para o próximo dia 4.

Mas o jovem, de 31 anos, considera que não pode ser julgado pela prática do referido crime de violação de correspondência com a tipificação atribuída na acusação e na pronúncia. A mesma alegação é estendida aos crimes de violação das caixas de correio eletrónico de outros dois advogados que à época trabalhavam na PLMJ, João Medeiros e Rui Costa Pereira. Na contestação, Rui Pinto dá conta ao coletivo de magistrados do Juízo Central Criminal de Lisboa de que “não se pronunciará sobre os mesmos” (os crimes mencionados) no julgamento.

Quando se chegar às sessões sobre os ataques informáticos à PLMJ, ter-se-á, pois, remetida ao silêncio a fonte do Consórcio Internacional de Jornalismo de Investigação que, após trabalhar durante mais de um ano as informações fornecidas por Rui Pinto, denunciou a forma como Isabel dos Santos construiu um império de 2,2 mil milhões de euros, no chamado caso Luanda Leaks.

A argumentação do ex-hacker é simples. No pedido de alargamento do Mandado de Detenção Europeu (MDE), emitido em fevereiro de 2019 pelo Ministério Público (MP) português, visando a extradição de Rui Pinto de Budapeste para Lisboa, às seis infrações iniciais acrescentavam-se mais quatro, uma das quais referente ao n.º 1 do artigo 194 do Código Penal. É a parte relativa à “violação de correspondência ou de telecomunicações” que, no seu n.º 1, diz que “quem, sem consentimento, abrir encomenda, carta ou qualquer outro escrito que se encontre fechado e lhe não seja dirigido, ou tomar conhecimento, por processos técnicos, do seu conteúdo, ou impedir, por qualquer modo, que seja recebido pelo destinatário, é punido com pena de prisão até 1 ano ou com pena de multa até 240 dias”.No entanto, na acusação e na pronúncia, os três crimes relacionados com a violação das caixas de correio da PLMJ utilizadas por Inês Almeida Costa, João Medeiros e Rui Costa Pereira surgem agravados pelo artigo 197 do Código Penal, em que, conjugadas com outros cinco preceitos, as penas são “elevadas de um terço nos seus limites mínimo e máximo se o facto for praticado (…) através de meio de comunicação social, ou da difusão através da internet, ou de outros meios de difusão pública generalizada”.

Rui Pinto, pela voz dos seus advogados, alega que é “inadmissível que alguém possa ser julgado por crime que não esteja identificado no MDE”. Está em causa o chamado “princípio da especialidade”, que o Tribunal da Relação de Lisboa, num acórdão de janeiro de 2007, define como “uma garantia da pessoa procurada e como limite da ação penal ou da execução da pena ou da medida de segurança”, e que “representa uma segurança jurídica de que não será julgada por crime diverso do que fundamenta o Mandado de Detenção Europeu (MDE), ou que não cumprirá sanção diversa” daquela que ali consta.

Percebe-se, na contestação de Rui Pinto, que a estratégia da sua defesa passa por tentar reduzir os 90 crimes, pelos quais está pronunciado para julgamento, para os dez especificados no MDE e no pedido de alargamento (6+4) que o MP português enviou às autoridades húngaras, de maneira a conseguir a extradição do hacker. Esses dez ilícitos, conforme as informações recebidas pela Justiça húngara das autoridades portuguesas, são dois crimes de acesso ilegítimo, dois crimes de violação de segredo, um crime de ofensa a pessoa coletiva e outro crime de extorsão na forma tentada, a que se somaram, no pedido de alargamento, mais quatro – acesso ilegítimo, sabotagem informática, acesso indevido e violação de correspondência.

De volta aos ataques informáticos à PLMJ, a defesa de Rui Pinto requer mesmo que o coletivo de juízes solicite ao Tribunal de Justiça da União Europeia, “intérprete máximo do Direito da União”, o seguinte esclarecimento: “Está o Estado português autorizado a julgar um arguido pelo crime de violação de correspondência agravado que não era referido no MDE e no alargamento?”

Revista VISÃO


Mais um crime "muito grave" descoberto pela GNR na ilha do Porto Santo. (Os farizeus coam um mosquito e engolem um camelo tal como disse o Nazareno há 2000 anos atrás)

  A GNR prendeu o "mero" que um pobre pescador pescou no Porto Santo para vender em algum restaurante da vila baleira (porque o desemprego aumenta e a vida não está fácil na ilha) e vai oferecê-lo ao padre que ainda tem mais do que ele. Já viram?



Só é pena a GNR não autuar e prender o Sousa o dono do Diário de Notícias do Funchal, por este explorar o Porto do Caniçal com o monopólio da carga e descarga de navios a custo zero. 
 Isto é o que se pode chamar de roubo protegido dos recursos do povo madeirense.

O pescador do mero pode pagar 44.891 € de multa.

 Quanto vai ser a multa da GNR ao Luís Miguel Sousa  que pesca  todo o ano, milhares de "meros" na Região, avaliados em dezenas de milhões de euros (com a anuência do Governo Regional e a protecção dos magistrados dos tribunais?)









Carta de um leitor do diário do Blandy/Sousa, acerca do funcionamento da justiça em Portugal. Recomendamos a sua leitura