sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Os mais pobres na Madeira, passam o Natal, sem o RSI


PTP denuncia atraso no pagamento do RSI

Raquel Coelho acusa o Estado de se esquecer dos mais pobres este Natal
A Representação Parlamentar do PTP - Madeira criticou hoje o "pagamento tardio aos beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI).
"Os mais pobres entre os pobres, ficaram privados dos seus parcos rendimentos este Natal", afirmou em tom crítico a deputada trabalhista Raquel Coelho, numa conferência de imprensa, na Assembleia Legislativa da Madeira.
A parlamentar considerou inaceitável em plena época festiva as famílias beneficiarias do RSI, só receberem a prestação social no final do mês.
"É preciso ter em consideração que muitas vezes o RSI é o único rendimento que as pessoas têm e verem-se privadas desses recursos numa altura como o Natal, é muito triste para as famílias, uma insensibilidade", declarou.
Para o PTP é necessário relevar a política social, junto daqueles que mais precisam e não apenas com intuitos eleitoralistas.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Blog homónimo (que tem o mesmo nome) do PRAVDAILHÉU broca forte e feio na imprensa vendida aos grupos económicos na Madeira

“Horas Más” - o estado calamitoso da nossa Imprensa regional

“Horas Más” é uma magnifica obra de Gabriel Garcia Marques e conta a história de um pequeno vilarejo onde quase todas as manhãs são pregados anonimamente nas portas das casas, panfletos, denunciando a vida privada deste e daquele, nomeadamente casos de infidelidade, segredo de família e amores proibidos. A situação torna-se de tal maneira explosiva e lamacenta, que leva o povoado a uma espécie de Estado-de-sítio, com mortes, vinganças, e com aproveitamentos políticos pelo meio.

Deste modo, só espero que a nossa pequena comunidade insular não seja tomada por este género de contágio asqueroso, de gente a escarafunchar na vida privada de cada um, no intuito de alcançar sórdidos e repugnantes objetivos. 

Mas, o mais grave e condenável, é haver certa Imprensa da região a indicar dicas e achegas nas suas páginas eletrónicas, com o objetivo patológico de guiarem os seus leitores em direção a este pantanal putrefato. 

Digo isto, como também condeno o atual estado da nossa Imprensa escrita, onde a informação credivel, independente e objetiva, deu lugar a uma espécie de leilão jornalístico, onde a força política que promove mais encartes, mais iniciativas promocionais de propaganda, mais “chouriços” - como se diz na gíria jornalística - e aquela que desvia mais dinheiros públicos para os seus proprietários, é a força política que triunfa, que tem mais destaque, e aquela cujos líderes políticos mais aparecem com as suas cremalheiras sorridentes ao lado dos seus pseudosucessos em celulose.

E como a maioria das pessoas não estão treinadas nem preparadas para distinguir o que é jornalismo sério e o que é propaganda e manipulação, tornam-se sem o saber, vítimas e agentes teleguiados destes vendilhões de papel, nomeadamente no dia que irão meter o seu voto na urna.

É tempo de se dizer basta! De se acabar com esta sangria de dinheiro dos contribuintes a caírem diretamente nos bolsos insaciáveis dos patrões destes órgãos de propaganda. Já estamos fartos de ver jornais preocupados com o deputado que rasgou o papelinho; o videozinho que os apanhou na retoiça; aquele outro que mascou pastilha elástica; ou um outro que se excedeu numa noite de copos, situações censuráveis, é certo, mas cuja importância é infinitamente menor, do que os grandes casos de corrupção que abalam a nossa sociedade, como o desvio de milhões de euros dos contribuintes para grupos privados; contratos públicos mafiados; monopólios de rapina instituídos e protegidos; tachos na administração regional e municipal para satisfazer clientelas políticas; apartamentos onde são engendrados milhões de euros em faturas falsas; orçamentos participativos realizados para a propaganda e para beneficiar filhos e enteados; ajustes diretos de negócios públicos a sociedades amigas, em troca de favores monetários, tudo situações deliberadamente abafadas ou publicados envergonhadamente em páginas interiores que ninguém lê.

E ai daquele que se atreva a desmascará-los e criticá-los, pois é logo crucificado e achincalhado nas folhas dos respetivos jornais.

É este o estado calamitoso da nossa Imprensa regional, onde os jornalistas de uma forma muito subtil são amordaçados e manietados por estes poderes ocultos, e onde se promove a autocensura e o encobrimento.

Por isso, senhores deputados, parece que batemos no fundo! Vivemos “Horas Más”!

Discurso de Gil Canha no encerramento do debate do Orçamento da Região Autónoma da Madeira para 2019. (ver blog que nos copia)

Por quem não esqueciSétima legião

Por quem não esqueci Sétima legião (EMI) Há uma voz de sempre que chama por mim para que eu lembre que a noite tem fim ainda procuro por quem não esqueci em nome de um sonho em nome de ti procuro à noite um sinal de ti eu espero à noite por quem não esqueci eu peço à noite um sinal de ti quem eu não esqueci por sinais perdidos espero em vão por tempos antigos por uma canção ainda procuro por quem não esqueci por quem já não volta por quem eu perdi procuro à noite um sinal de ti eu espero à noite por quem não esqueci eu peço à noite um sinal de ti quem eu não esqueci
(EMI)


terça-feira, 25 de dezembro de 2018

A arrogância imperial dos EUA

Gangsterismo

A prisão da directora financeira e filha do fundador da cooperativa chinesa Huawei tem grande significado. Meng Wanzhou foi presa no Canadá, a pedido dos EUA, em trânsito de Hong Kong para o México. As acusações levaram dias a ser reveladas (ou inventadas). Dizem respeito a uma alegada violação de sanções dos EUA ao Irão. Para os EUA, as suas leis valem no planeta inteiro. Soberania nacional é algo para ignorar.  ...O mundo é pequeno, mas o gangsterismo capitalista é grande. A recordar, quando nos falarem em «aliados da NATO».(FONTE)

De facto o Correio da Madeira, tem carradas de razão: estes senhores procuradores são de facto um obstáculo à democracia e metem mesmo nojo!

A Mobília da Senhora Procuradora

«Armando Vara vai ficar para a história como o primeiro político condenado a cinco anos de prisão efetiva por três crimes de Tráfego de Influências. 

 Já ninguém se lembra que este senhor já foi Ministro da Juventude e Desporto depois de ter sido secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna, ou seja, a vida dá umas voltas, e pela boca morre o peixe (peço desculpa ao PAN pelo uso indevido do proverbio com animais), e foi até caricato ver o desespero de Armando Vara quando na televisão insinuou que, o que falhou foi não ter comprado o Juiz Carlos Alexandre com o cargo de Diretor do SIS.

Claro que isto tudo aconteceu para os lados longínquos de Lisboa, e não é para admirar, porque toda a gente sabe que os portugueses do Continente são todos tendencialmente delinquentes criminosos e corruptos, ao contrário de nós madeirenses que somos honestos por hereditariedade genética.   Diga-se, que em 40 anos de regime democrático, e seis mil milhões de euros de dívida depois, não há um único condenado político, seja pelo que for. Se isto não é prova de honestidade, o que é?

Por falar em honestidade, lembro-me de uma conversa, há vinte anos atrás, com o velho jarreta onde ele transmitiu-me a crença que em política nunca se deve ter medo de ninguém, mas depois parou para pensar, e acrescentou a sorrir, com exceção de médicos e de juízes. E foi assim que fiquei a saber que o velho jarreta tem mais medo de médicos e de juízes do que de Deus.

 E, bem a propósito, no outro dia, ouvi na rádio uma rara entrevista da Senhora Procuradora Coordenadora dos Serviços do Ministério Publico da Comarca da Madeira. Não fosse a rádio ser a JM e o jornalista ter lido perguntas previamente encomendadas que até podia ter sido uma entrevista simplesmente brilhante. Como ia a conduzir, ficou-me apenas na retina, uma história que a Senhora Procuradora contou sobre uma carpintaria, e sobre a importância das ferramentas. Contou a Senhora Procuradora que numa carpintaria havia um martelo, um serrote, e uma lixa, onde todos estavam convencidos que eram as ferramentas mais importantes, mas que depois descobriram que sem o carpinteiro não conseguiam fazer uma simples mobília. A história parecia banal, mas não era. Não foi difícil de perceber, nas entrelinhas da história da carpintaria, os objetivos da Sra. Procuradora, que no fim da entrevista até prometeu fazer uma mobília para colocar no Palácio da Justiça da Madeira.

A história foi interessante e teve a sua graça, mas no fim ficamos todos sem saber se a mobília era uma comoda com muitas gavetas para guardar os processos difíceis, um sofá para descansar, ou uma cama para dormir. Mas como a esperança é última a morrer, vamos esperar que o caruncho (o bicho da madeira) não corroa a madeira e a mobília se estrague.

 Um Feliz Natal Senhora Procuradora.» (CM)
extracto do jornal Avante

 O PCP defende a inamovibilidade dos magistrados! Não defende eleições para eles! Segue o princípio estalinista do juíz inamovível para fazer tudo aquilo que bem quiser e entender sem ser punido, nem prestar contas ao povo através de eleições livres tal como se fazem com outros Órgãos de Soberania. Os Magistrados tanto dos tribunais como do MP actualmente não passam de ditadores e acérrimos inimigos da Democracia e da Liberdade de Expressão em Portugal!
 Ganham salários das Arábias que não passam de insultos aos nossos cidadãos contribuintes! PCP infelizmente, já não é um partido revolucionário!

O poder dos juízes, por Fábio de Oliveira Ribeiro

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Mais uma machadada na «liberdade de expressão» desferida pela juizada fascista de Portugal

Voltamos novamente ao tempo do obscurantismo da santa Inquisição de sinistra memória e aos tempos persecutórios do intendente Diogo Inácio Pina Manique, braço direito do despota esclarecido Sebastião José de Carvalho e Melo, mais conhecido pelo Marquês de Pombal.

 Chegamos novamente à idade das trevas da Idade Média. Agora são os censores bafientos das togas pretas que vão determinar aquilo que os portugueses podem ou não podem, ler escrever e ver !

 Volta Salazar! Estás perdoado!?


quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Juíza Elsa Serrão vê suas sentenças serem anuladas pelo Tribunal da Relação de Lisboa


Elsa Serrão aqui assinalada pelo círculo é casada com o António Henriques o empresário afecto ao regime jardinista que explora o negócio chorudo das Inspecções automóveis na Madeira.
O espertalhão do "Mijinhas" também foi absolvido por esta senhora juíza, vejam só!

Esta juíza já absolveu o corrupto do "Mijinhas" mas viu a sua sentença ser anulada pelo Tribunal da Relação de Lisboa.Também absolveu o director regional de estradas da Madeira de um atropelamento mortal, que vitimou uma idosa de 78  anos. Também essa sentença tendenciosa para favorecer um apaniguado do regime jardinista foi anulada pelo Tribunal da Relação de Lisboa.
O mal destes juízes da treta é não serem fiscalizados por um organismo eleito pelo povo de 4 em 4 anos. No Órgão de Soberania (Tribunais) o povo português não risca nada.

 Além disso os juízes além de serem inimputáveis são também inamovíveis. Ficam ad eternum na mesma Comarca! Beneficiam de um estatuto com mais poder do que tinham no tempo do fascista Salazar.

 No tempo do botas eram submetidos a um regime de rotatividade. Agora na democracia da treta em que vivemos ficam nas Comarcas o tempo que quiserem. Podem ser parciais e corruptos o tempo que quiserem e o nosso povo é obrigado a comer com eles e não pode abrir o bico porque eles são considerados Órgão de Soberania. 

Abençoado povo que tais leis tem! Isto é que vai aqui uma Democracia!





PTP apresenta voto de congratulação pelo 80º aniversário do padre José Martins Júnior

PTP apresenta voto de congratulação na ALRAM pelos 80 anos do padre Martins
O PTP apresentou na Assembleia Legislativa da Madeira um voto de congratulação pelo 80º aniversário do padre José Martins Júnior. Para os trabalhistas, este é “um marco histórico na vida e obra deste homem e da democracia na Região Autónoma da Madeira”.
Os trabalhistas classificam José Martins Júnior como “um ícone da luta pelos ideais da Revolução do 25 de Abril de 1974”, que deu um “contributo heróico pelo direito dos camponeses à posse da terra acabando com o injusto e arcaico regime de colonia existente na ilha da Madeira”.
“A sua luta contra a exploração do homem pelo homem, através da mensagem do Mestre de Nazaré, fizeram de José Martins Júnior um verdadeiro apóstolo de uma igreja diferente. Uma igreja ao serviço dos pobres, das pessoas que trabalham e labutam pelo seu pão do dia-a-dia e não ao serviço dos poderosos e grandes senhores do dinheiro”, sublinha o PTP, que considera que o padre Martins merece ser homenageado pela Assembleia Legislativa da Madeira, “pois foi um deputado que durante duas décadas combateu o obscurantismo do regime jardinista que sempre procurou destruir as conquistas do 25 de Abril e afastar esse ideal libertador da mente do nosso povo”. (funchal-notícias)

PTP propõe voto de congratulação pelo 80º aniversário do Padre Martins

20 DEZ 2018 / 18:01 H.

A Representação Parlamentar do PTP na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira submeteu hoje um voto de congratulação intitulado “Pelo 80º aniversário do reverendo padre José Martins Júnior”, que no passado dia 16 de Novembro completou 80 anos de idade.Para os trabalhistas “o Padre Martins merece ser homenageado pela Assembleia Legislativa da Madeira, pois foi um deputado que durante duas décadas combateu o obscurantismo do regime jardinista que sempre procurou destruir as conquistas do 25 de Abril e afastar esse ideal libertador da mente do nosso povo”.“O seu currículo fala por si: um lutador, homem de causas, democrata que por direito próprio conquistou um lugar na história da Madeira”, refere o mesmo documento, lembrandoNascido em 1938, na Banda D’ Além, em Machico, José Martins Júnior, mais conhecido por Padre Martins, foi pároco, político, professor, capelão na Guerra do Ultramar e uma figura incontornável e controversa no panorama político e religioso da Madeira, que os trabalhistas dizem agora querer homenagear. (diário)