domingo, 29 de março de 2026

Mercenários ligados ao CDS contratados para matar padre Max há 50 anos

 


O 2 de abril de 1976 não fica só marcado na História de Portugal como o dia em que foi aprovada a Constituição da República Portuguesa. Naquela noite, há 50 anos, acontecia o duplo homicídio que mudou a forma como a igreja e o país olhavam para os atentados bombistas da época. As mortes do padre Maximino Sousa e Maria de Lurdes Correia, às mãos das bombas da extrema-direita, nunca tiveram culpados na justiça. Porém, uma confissão de 2014 feita por um dos bombistas revela como tudo aconteceu e que foi um segurança do deputado Galvão de Melo, do CDS, a contratar dois dos cinco mercenários que executaram o crime.

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A incrível história do mercenário bombista que confessou a morte do Padre Max

PADRE MAX, 50 ANOS DEPOIS: A EXTREMA-DIREITA MATOU-O, MAS NINGUÉM FOI JULGADO POR ISSO



1 comentário:

  1. O Irã simplesmente não acreditou em Trump e historiadores te explicam | João Carvalho
    https://www.youtube.com/watch?v=Qbk4awgpLQQ

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