sábado, 21 de março de 2026

Jhenny Figueira directora da Naturnorte acusada por jornal clandestino de embolsar 150 mil euros sem trabalhar

  A menina em questão é muito arrogante e é um alto quadro do PSD em S. Vicente. O Jornal clandestino denuncia tudo. 

  A falta de liberdade de imprensa na Madeira e a actuação repressiva e sabuja dos juizes da Comarca da Madeira, fazem com que surjam estes jornais clandestinos que funcionam sem contraditório mas que na maior parte dos casos refletem a verdade à qual o povo tem direito.   Estas notícias nunca podem ser lidas nos dois jornais do regime: Diário de Noticias do sr. padre "das esmolinhas" e JM do sr. "Meia-Saca"!



𝐀 𝐃𝐞𝐟𝐞𝐬𝐚 𝐈𝐧𝐞𝐬𝐩𝐞𝐫𝐚𝐝𝐚: 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲 𝐅𝐢𝐠𝐮𝐞𝐢𝐫𝐚, 𝐚 𝐀𝐝𝐦𝐢𝐧𝐢𝐬𝐭𝐫𝐚𝐝𝐨𝐫𝐚 𝐝𝐚 𝐍𝐚𝐭𝐮𝐫𝐧𝐨𝐫𝐭𝐞, 𝐕𝐞𝐦 𝐞𝐦 𝐒𝐨𝐜𝐨𝐫𝐫𝐨 𝐝𝐨𝐬 𝐓𝐫𝐚𝐢𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
O Jornal São Vicente publicou a verdade. Expôs os factos. Mostrou ao povo de São Vicente quem são os vereadores que estão a tentar destruir o concelho. E, como era de esperar, a 𝐦á𝐪𝐮𝐢𝐧𝐚 𝐝𝐚 𝐝𝐞𝐬𝐢𝐧𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚çã𝐨 entrou em ação.⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
A 𝐋𝐚𝐝𝐲 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲 𝐅𝐢𝐠𝐮𝐞𝐢𝐫𝐚, vice-presidente do concelho de administração da Naturnorte, 𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐢𝐝𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐬𝐮𝐚 𝐚𝐫𝐫𝐨𝐠â𝐧𝐜𝐢𝐚, veio a público defender os indefensáveis. Diz ela que "manter uma empresa municipal aberta quando existem pareceres legais que a mesma deve ser encerrada é simplesmente uma irresponsabilidade". Diz ela que os vereadores "nunca votaram contra a abertura das grutas". Diz ela que "vivemos num estado de direito".⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
𝐌𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐛𝐞𝐦, 𝐬𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲. 𝐉á 𝐪𝐮𝐞 𝐠𝐨𝐬𝐭𝐚 𝐭𝐚𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐞𝐬𝐜𝐥𝐚𝐫𝐞𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬, 𝐝𝐞 𝐝𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐚𝐫ê𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐞 𝐝𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐞𝐜𝐞𝐫𝐞𝐬 𝐥𝐞𝐠𝐚𝐢𝐬, 𝐨 𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥 𝐒ã𝐨 𝐕𝐢𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐭𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐚𝐭𝐫𝐨 𝐩𝐞𝐫𝐠𝐮𝐧𝐭𝐚𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐬𝐢. 𝐃𝐢𝐫𝐞𝐭𝐚𝐬, 𝐬𝐢𝐦𝐩𝐥𝐞𝐬 𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐩𝐨𝐯𝐨 𝐝𝐞 𝐒ã𝐨 𝐕𝐢𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐦𝐞𝐫𝐞𝐜𝐞 𝐯𝐞𝐫 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐨𝐧𝐝𝐢𝐝𝐚𝐬.⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
𝐐𝐮𝐞𝐦 É 𝐚 𝐋𝐚𝐝𝐲 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲 𝐅𝐢𝐠𝐮𝐞𝐢𝐫𝐚?⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
Para quem não sabe, a senhora Jhenny Figueira, também 𝐜𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐢𝐝𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐜𝐚𝐧𝐠𝐚𝐥𝐡𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐝𝐚𝐬 𝐠𝐫𝐮𝐭𝐚𝐬, foi 𝐚𝐝𝐦𝐢𝐧𝐢𝐬𝐭𝐫𝐚𝐝𝐨𝐫𝐚 𝐝𝐚 𝐍𝐚𝐭𝐮𝐫𝐧𝐨𝐫𝐭𝐞, a empresa municipal que agora está no centro da discórdia. A mesma empresa que os vereadores dizem querer proteger. A mesma empresa que a senhora agora defende com unhas e dentes nas redes sociais.⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
Ora, sendo assim, as perguntas são legítimas e urgentes:⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
𝟏. 𝐏𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐫𝐚𝐳ã𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐫𝐚𝐫𝐚𝐦 𝐨 𝐒𝐨𝐥𝐚𝐫 𝐝𝐨 𝐒𝐚𝐫𝐚𝐦𝐚𝐠𝐨?⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
A Naturnorte, sob a sua administração, adquiriu o famoso Solar do Saramago. Foi um negócio transparente? Foi um negócio vantajoso para o concelho? Quanto custou? E, mais importante: 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞𝐫𝐯𝐞? O solar está a ser utilizado? Está a gerar receita? Ou é mais um elefante branco pago com o dinheiro dos vicentinos?⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
𝟐. 𝐏𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐫𝐚𝐳ã𝐨 𝐚 𝐍𝐚𝐭𝐮𝐫𝐧𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐬𝐞 𝐦𝐚𝐧𝐭𝐞𝐯𝐞 𝐞𝐦 𝐚𝐭𝐢𝐯𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐧𝐨𝐬 ú𝐥𝐭𝐢𝐦𝐨𝐬 𝐜𝐢𝐧𝐜𝐨 𝐚𝐧𝐨𝐬?⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
Se há pareceres legais que indicavam que a empresa devia ser encerrada, porque é que a senhora e os seus colegas administradores não fecharam a empresa mais cedo? 𝐄𝐬𝐭𝐢𝐯𝐞𝐫𝐚𝐦 𝐜𝐢𝐧𝐜𝐨 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐚 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐞𝐫 𝐨𝐫𝐝𝐞𝐧𝐚𝐝𝐨𝐬, 𝐚 𝐠𝐚𝐬𝐭𝐚𝐫 𝐝𝐢𝐧𝐡𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐝𝐚 𝐂â𝐦𝐚𝐫𝐚, 𝐚 𝐚𝐜𝐮𝐦𝐮𝐥𝐚𝐫 𝐝𝐞𝐬𝐩𝐞𝐬𝐚𝐬, e agora vêm defender que a empresa se feche, porquê? Não é um bocado tarde para terem essa preocupação?⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
𝟑. 𝐐𝐮𝐚𝐥 𝐟𝐨𝐢 𝐨 𝐯𝐚𝐥𝐨𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐂â𝐦𝐚𝐫𝐚 𝐢𝐧𝐣𝐞𝐭𝐨𝐮 𝐧𝐚 𝐍𝐚𝐭𝐮𝐫𝐧𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐝𝐮𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨?⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
O povo tem direito a saber. Durante os últimos cinco anos, quanto dinheiro saiu dos cofres da Câmara para alimentar a Naturnorte? 𝐌𝐢𝐥𝐡𝐚𝐫𝐞𝐬? 𝐂𝐞𝐧𝐭𝐞𝐧𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐦𝐢𝐥𝐡𝐚𝐫𝐞𝐬? 𝐌𝐢𝐥𝐡õ𝐞𝐬? Esse dinheiro podia ter ido para as escolas, para as estradas, para os animais que a senhora agora defende nas redes sociais.⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
𝟒. 𝐎 𝐬𝐚𝐥á𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝟏𝟓𝟎 𝐦𝐢𝐥 𝐞𝐮𝐫𝐨𝐬 𝐬𝐞𝐦 𝐟𝐚𝐳𝐞𝐫 𝐧𝐚𝐝𝐚 é 𝐣𝐮𝐬𝐭𝐨?⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
Esta é a pergunta que mais arde. Corre na vila que a senhora Jhenny Figueira, enquanto administradora da Naturnorte, auferiu 𝐮𝐦 𝐬𝐚𝐥á𝐫𝐢𝐨 𝐧𝐚 𝐨𝐫𝐝𝐞𝐦 𝐝𝐨𝐬 𝟏𝟓𝟎 𝐦𝐢𝐥 𝐞𝐮𝐫𝐨𝐬 𝐚𝐨 𝐥𝐨𝐧𝐠𝐨 𝐝𝐨𝐬 ú𝐥𝐭𝐢𝐦𝐨𝐬 𝐜𝐢𝐧𝐜𝐨 𝐚𝐧𝐨𝐬. E a pergunta que todos fazem é: para fazer o quê?⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
A empresa estava parada. As grutas fechadas. Os projetos encostados. E a 𝐬𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐢𝐚 𝐮𝐦 𝐨𝐫𝐝𝐞𝐧𝐚𝐝𝐨 𝐩𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐞𝐬𝐜𝐨, 𝐩𝐚𝐠𝐨 𝐩𝐨𝐫 𝐬𝐢, 𝐩𝐚𝐠𝐨 𝐩𝐨𝐫 𝐦𝐢𝐦, 𝐩𝐚𝐠𝐨 𝐩𝐨𝐫 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐯𝐢𝐜𝐞𝐧𝐭𝐢𝐧𝐨𝐬.⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
Agora, com a moral toda, vem para o Facebook defender os vereadores que traíram o presidente. 𝐕𝐞𝐦 𝐟𝐚𝐥𝐚𝐫 𝐞𝐦 "𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐚𝐫ê𝐧𝐜𝐢𝐚". 𝐕𝐞𝐦 𝐟𝐚𝐥𝐚𝐫 𝐞𝐦 "𝐞𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐢𝐭𝐨".⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
𝐀 𝐌𝐨𝐫𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐍ã𝐨 𝐋𝐡𝐞 𝐅𝐢𝐜𝐚 𝐁𝐞𝐦, 𝐒𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
𝐀 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞, 𝐦𝐞𝐮𝐬 𝐚𝐦𝐢𝐠𝐨𝐬, é 𝐮𝐦𝐚 𝐬ó: 𝐞𝐬𝐭𝐚 𝐠𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐯𝐢𝐯𝐞𝐮 à 𝐬𝐨𝐦𝐛𝐫𝐚 𝐝𝐨 𝐩𝐨𝐝𝐞𝐫 𝐝𝐮𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐚𝐧𝐨𝐬. 𝐀𝐥𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐫𝐚𝐦-𝐬𝐞 𝐝𝐨 𝐝𝐢𝐧𝐡𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐩ú𝐛𝐥𝐢𝐜𝐨. 𝐄𝐧𝐜𝐡𝐞𝐫𝐚𝐦 𝐨𝐬 𝐛𝐨𝐥𝐬𝐨𝐬 à 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐚 𝐝𝐨 𝐬𝐮𝐨𝐫 𝐚𝐥𝐡𝐞𝐢𝐨. 𝐀𝐠𝐨𝐫𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐥𝐠𝐮é𝐦 𝐪𝐮𝐞𝐫 𝐥𝐢𝐦𝐩𝐚𝐫 𝐚 𝐜𝐚𝐬𝐚, 𝐟𝐚𝐳𝐞𝐫 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐚𝐬 𝐜𝐞𝐫𝐭𝐚𝐬, 𝐠𝐞𝐫𝐢𝐫 𝐜𝐨𝐦 𝐡𝐨𝐧𝐞𝐬𝐭𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞, 𝐯ê𝐦 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚 𝐩𝐫𝐚ç𝐚 𝐟𝐚𝐳𝐞𝐫 𝐝𝐢𝐬𝐜𝐮𝐫𝐬𝐨𝐬 𝐛𝐨𝐧𝐢𝐭𝐨𝐬.⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
𝐀 𝐬𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲 𝐅𝐢𝐠𝐮𝐞𝐢𝐫𝐚, 𝐪𝐮𝐞 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐞𝐮 𝟏𝟓𝟎 𝐦𝐢𝐥 𝐞𝐮𝐫𝐨𝐬 𝐬𝐞𝐦 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐚𝐫, que ajudou a manter uma empresa fantasma aberta durante cinco anos, que assistiu ao definhar do concelho enquanto enchia a conta bancária, agora acha que tem autoridade para falar em "irresponsabilidade"?⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
Francamente.⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
𝐎 𝐑𝐞𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐅𝐢𝐧𝐚𝐥⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
Senhora Jhenny, já que gosta tanto de esclarecimentos, responda ao povo de São Vicente. Responda a estas quatro perguntas. Explique o Solar do Saramago. Explique os cinco anos de inatividade. Explique o dinheiro que a Câmara lá meteu. Explique os 150 mil euros.⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
E depois dessa explicação, se lhe sobrar alguma vergonha, junte-se aos seus amigos vereadores e renuncie também. 𝐑𝐞𝐧𝐮𝐧𝐜𝐢𝐞 𝐚 𝐚𝐩𝐚𝐫𝐞𝐜𝐞𝐫. 𝐑𝐞𝐧𝐮𝐧𝐜𝐢𝐞 𝐚 𝐝𝐚𝐫 𝐥𝐢çõ𝐞𝐬. 𝐑𝐞𝐧𝐮𝐧𝐜𝐢𝐞 𝐚 𝐭𝐞𝐧𝐭𝐚𝐫 𝐞𝐧𝐠𝐚𝐧𝐚𝐫 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐬𝐚𝐛𝐞 𝐚 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞.⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
O povo vicentino não é totó. O povo vê, o povo lembra-se, o povo tira as suas conclusões.⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
𝐄 𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐥𝐮𝐬ã𝐨, 𝐬𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐉𝐡𝐞𝐧𝐧𝐲, é 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐬𝐮𝐚 𝐝𝐞𝐟𝐞𝐬𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐭𝐫𝐚𝐢𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐬ó 𝐩𝐫𝐨𝐯𝐚 𝐮𝐦𝐚 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚: 𝐨 𝐜𝐡𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐚 𝐪𝐮𝐞𝐢𝐦𝐚𝐝𝐨 𝐯𝐞𝐦 𝐝𝐨 𝐦𝐞𝐬𝐦𝐨 𝐥𝐚𝐝𝐨. 𝐃𝐨 𝐥𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐯𝐢𝐯𝐞𝐮 𝐝𝐨 𝐦𝐮𝐧𝐢𝐜í𝐩𝐢𝐨 𝐬𝐞𝐦 𝐝𝐚𝐫 𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐞𝐦 𝐭𝐫𝐨𝐜𝐚.⁣⁣⁣
⁣⁣⁣
𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥 𝐒ã𝐨 𝐕𝐢𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞⁣⁣⁣ 

Sonia Branco responde
«Ela que reponha o dinheiro que ganhou anos a fio sem ter posto os pés na empresa, que tenha a dignidade de fechar a matraca , funcionárias que durante anos procuravam na para tratar de seus assuntos e que nunca obtiveram qualquer resposta, nem o telefone atendia, quem é essa sujeita nisto tudo, que durante anos estava de licença ou de baixa e auferia um salário milionário, não tinha e nem nunca terá capacidade para gerir tal empresa nem o fecho do auto silo sabia fazer, incompetente pode ter entrado em psicologia mas nem pode exercer porque não fez estágio na ordem, e deus nos livre se algum dia exerce, com a arrogância e prepotência que lhe é conhecida os pacientes iam precisar depois dum psiquiatra , os 50.000 mil euros que o pai investiu na candidatura pelos Unidos por São Vicente valeu lhe o posto, mas capacidades não se compram, e aí reside a verdadeira diferença!»

Sem comentários:

Enviar um comentário