Mais uma juiza do sistema a inocentar os policias violadores da esquadra do Rato
Se calhar a senhora juiza Maria de Fátima Gomes e mais uma prostituta fina amantizada com algum figurão da PSP e então saiem-nos cá estas pérolas da chamada instrução do processo do chamado ÓRGÃO de SOBERANIA.
Para a senhora juiza não se passou nada de anormal e as provas do MP para ela são fracas. Com prostitutas destas nos nossos tribunais os bófias estão à vontade para fazerem o que quiserem e até violarem os presos.
Juíza diz que não há provas de tortura por parte de oito polícias no caso da esquadra do Rato
Sete agentes e um chefe da polícia receberam a medida menos gravosa de termo de identidade e residência
A juíza de instrução do caso da esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, considerou que os indícios apresentados pelo Ministério Público sobre oito polícias são insuficientes para provar tortura e classificou como bárbaras agressões de seis polícias.
Fonte ligada ao processo revelou esta terça-feira à Lusa que a juíza de instrução Maria Fátima Gomes considerou na segunda-feira - a propósito da aplicação das medidas de coação aos 14 polícias detidos por suspeitas de tortura e agressões nas esquadras do Largo do Rato e do Bairro Alto - estar perante uma ausência de prova capaz de sustentar a indiciação avançada pelo Ministério Público.
Face a essa falta de prova relativa a oito polícias - sete agentes e um chefe -, a juíza de instrução determinou que estes arguidos fossem libertados, tendo sido aplicada a medida menos gravosa de termo de identidade e residência.
Ainda sobre estes oito polícias e de acordo com a mesma fonte, a juíza de instrução indicou que as declarações dos arguidos e das vítimas não coincidem, além de que o depoimento de uma das testemunhas ao Ministério Público terá algumas contradições.
Dos 14 polícias detidos que ouviram na segunda-feira as medidas de coação, quatro ficaram em prisão preventiva, que poderá passar a domiciliária caso estejam reunidas todas as condições, e dois foram suspensos de funções e proibidos de contactar com as vítimas.
Em relação a estes seis polícias, a juíza de instrução considerou existirem indícios suficientes para suspeitas dos crimes de tortura e de abuso de poder, nomeadamente através do reconhecimento pelas vítimas e da existência de vídeos e fotos, acrescentou ainda fonte ligada ao processo.
A juíza de instrução classificou na segunda-feira as agressões destes polícias como bárbaras e de excecional gravidade, ainda que os mesmos as tenham negado, e considerou que estes seis polícias tiveram como objetivo humilhar, intimidar e castigar as vítimas.
Na aplicação das medidas de coação, a juíza entendeu que existe um receio de repetição das agressões, dada a personalidade dos arguidos, que considerou ser caracterizada por um desprezo e desrespeito pelas vítimas.
No total, foram detidos 15 polícias e um civil, segurança de um espaço noturno, tendo um dos polícias sido libertado logo depois da detenção, que aconteceu na terça-feira, e o civil libertado na quinta-feira, depois de o tribunal de instrução ter aceitado o pedido de ‘habeas corpus’ por detenção ilegal.
Com a detenção de 15 polícias - 13 agentes e dois chefes -, aumenta para 24 o número de elementos da Polícia de Segurança Pública envolvidos no processo de alegadas torturas e violações nas esquadras do Largo do Rato e do Bairro Alto, numa investigação denunciada pela PSP.
Muitos desses abusos foram filmados e partilhados em grupos de WhatsApp com dezenas de outros agentes.
As primeiras duas detenções ocorreram em julho de 2025 e outras sete em março de 2026, estando os nove polícias em prisão preventiva.
Esquadra do Rato. Juíza diz não ter provas de tortura de oito polícias
12 mai, 2026 - 14:02 •Lusa
Fonte ligada ao processo revelou à Lusa que a juíza de instrução Maria Fátima Gomes considerou na segunda-feira - a propósito da aplicação das medidas de coação aos 14 polícias detidos por suspeitas de tortura e agressões nas esquadras do Largo do Rato e do Bairro Alto - estar perante uma ausência de prova capaz de sustentar a indiciação avançada pelo Ministério Público.
A juíza de instrução do caso da esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, considerou que os indícios apresentados pelo Ministério Público sobre oito polícias são insuficientes para provar tortura e classificou como bárbaras agressões de seis polícias.
Fonte ligada ao processo revelou à Lusa que a juíza de instrução Maria Fátima Gomes considerou na segunda-feira - a propósito da aplicação das medidas de coação aos 14 polícias detidos por suspeitas de tortura e agressões nas esquadras do Largo do Rato e do Bairro Alto - estar perante uma ausência de prova capaz de sustentar a indiciação avançada pelo Ministério Público.
Face a essa falta de prova relativa a oito polícias - sete agentes e um chefe -, a juíza de instrução determinou que estes arguidos fossem libertados, tendo sido aplicada a medida menos gravosa de termo de identidade e residência.
Ainda sobre estes oito polícias e de acordo com a mesma fonte, a juíza de instrução indicou que as declarações dos arguidos e das vítimas não coincidem, além de que o depoimento de uma das testemunhas ao Ministério Público terá algumas contradições.
Dos 14 polícias detidos que ouviram na segunda-feira as medidas de coação, quatro ficaram em prisão preventiva, que poderá passar a domiciliária caso estejam reunidas todas as condições, e dois foram suspensos de funções e proibidos de contactar com as vítimas.
Em relação a estes seis polícias, a juíza de instrução considerou existirem indícios suficientes para suspeitas dos crimes de tortura e de abuso de poder, nomeadamente através do reconhecimento pelas vítimas e da existência de vídeos e fotos, acrescentou ainda fonte ligada ao processo.
A juíza de instrução classificou na segunda-feira as agressões destes polícias como bárbaras e de excecional gravidade, ainda que os mesmos as tenham negado, e considerou que estes seis polícias tiveram como objetivo humilhar, intimidar e castigar as vítimas.
Na aplicação das medidas de coação, a juíza entendeu que existe um receio de repetição das agressões, dada a personalidade dos arguidos, que considerou ser caracterizada por um desprezo e desrespeito pelas vítimas.
No total, foram detidos 15 polícias e um civil, segurança de um espaço noturno, tendo um dos polícias sido libertado logo depois da detenção, que aconteceu na terça-feira, e o civil libertado na quinta-feira, depois de o tribunal de instrução ter aceitado o pedido de "habeas corpus" por detenção ilegal.
Com a detenção de 15 polícias - 13 agentes e dois chefes -, aumenta para 24 o número de elementos da Polícia de Segurança Pública envolvidos no processo de alegadas torturas e violações nas esquadras do Largo do Rato e do Bairro Alto, numa investigação denunciada pela PSP.
Muitos desses abusos foram filmados e partilhados em grupos de WhatsApp com dezenas de outros agentes.
As primeiras duas detenções ocorreram em julho de 2025 e outras sete em março de 2026, estando os nove polícias em prisão preventiva.
Coelho é o maior. Consegue tirar fotos de polícias e de juízas dentro do tribunal. Não é qualquer pessoa que consegue tirar fotos em locais com segurança reforçada.
Ai se apanham a rata da cuelhinha.....que anda muito esfomeada...
ResponderEliminarCoelho é o maior. Consegue tirar fotos de polícias e de juízas dentro do tribunal. Não é qualquer pessoa que consegue tirar fotos em locais com segurança reforçada.
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