Ora aí está um tema para reflectir. A Madeira é uma Sicília do Atlântico. Os mafiosos estão no Governo Regional da Madeira há mais de 50 anos a roubar e proteger os seus negócios.
Há muito que capturaram os juízes locais e os magistrados do MP e todos as forças policiais. Na madeira são todos da máfia e trabalham só para as organizações mafiosas há muito instaladas. Todos, mas mesmo todos, trabalham para eles, para a máfia laranja.
O povo tolo e pacóvio aplaude e vota neles dando-lhes votos com fartura para continuarem a roubalheira.
A Raquel Coelho já compreendeu o*modus operandi do eleitor madeirense. Quanto mais ruim e ladrão for o candidato mais votos tem da viloada.
Quem abrir a boca em contrário é logo ostracizado e considerado um alvo a abater. Na Madeira o sonho de muitos e muitos eleitores do PSD é chegarem ao nível do Pedro Calado. encherem-se de dinheiro e terem quarto luxuoso em hotel para dormirem com p**** finas tal como o Calado o faz no Savoy do Avelino.
Não fosse a ilha da Madeira uma grande reserva do regime fascista, do Salazar e do Caetano.
A maioria dos eleitores pepedês pensa assim : «Se eu estivesse lá também roubava! Burro e tonto é quem não o faz»
Depois pensam:
«Nem que seja daqui a dez anos, vai-me caber também a mim qualquer coisa!».
Por isso a viloada madeirense é sempre fiel no seu voto ao PSD e quando muda é sempre para pior, para a extrema direita o partido CHEGA.
Mas a Raquel Coelho, tem razão! É preciso dizer aos burros que eles são burros para que não pensem que são inteligentes e sábios.
Tal como dizia o sábio Salomão nos seus provérbios.
«Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos.»Provérbios 26:5
*Modus operandi: traduzido do latim significa: Maneira de trabalhar.
PTP diz que indícios de corrupção de Calado são “rampa de lançamento” para o PSD ganhar as próximas eleições
A líder do Partido Trabalhista Português (PTP), Raquel Coelho, reagiu hoje com forte ironia à decisão do Tribunal da Relação de Lisboa de confirmar os fortes indícios de corrupção que envolvem o ex-autarca do Funchal, Pedro Calado. Para a líder partidária, num regime moldado pela impunidade, o acórdão funciona como o “cartaz eleitoral perfeito”.
“A Justiça continental teima em não perceber o sistema político madeirense”, ironizou Raquel Coelho, lembrando que as investigações criminais na região parecem servir de tónico para o sucesso político.
Como prova, a líder do PTP apontou o exemplo paradigmático de Miguel Albuquerque: após ser alvo de duas megaoperações por suspeitas de corrupção , acabou reeleito com uma votação reforçada. “Albuquerque provou que, quanto mais corrupção, mais o eleitorado vota. Com esta confirmação de indícios contra Calado, as hipóteses de o PSD esmagar a oposição nas próximas eleições subiram exponencialmente”, prevê.
Raquel Coelho deixa um aviso a Jorge Carvalho:” Terá concorrência forte para as próximas eleições à Câmara do Funchal, correndo sérios riscos de ser substituído por Pedro Calado para disputar o acto eleitoral”.
O PTP lamentou o “voto cego” e a anestesia social de uma população que, perante o favorecimento de grupos económicos à custa dos dinheiros públicos, prefere continuar a votar sempre nos mesmos.
“A corrupção na Madeira já não é um defeito do sistema; tornou-se o próprio sistema, validado e carimbado pelo voto popular”, concluiu Raquel Coelho.


De burra não tem nada a coelhinha.
ResponderEliminarO calado muito menos. Olha a vida boa do malandro. Tomara eu!
EliminarPor isso a cuelhinha continua virgem
EliminarExcelente análise psicológica do matarruano mamadeira. Uma tribo corrupta
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