domingo, 24 de abril de 2016

As piores concessões do Governo Regional

As piores concessões do Governo Regional


Uma auditoria do Tribunal de Contas divulgada há cerca de uma semana veio expor um quadro de situações lesivas dos interesses públicos no domínio das concessões de espaços tutelados pelo Governo Regional da Madeira. Borlas de rendas durante 18 anos, pagamento de contas da luz e água que cabia aos privados assumir e contrapartidas fixadas de forma discricionárias foram algumas das situações detectadas.
UM ENTREPOSTO COM LUZ E ÁGUA À BORLA
Durante 12 anos (entre Setembro de 1995 e Setembro de 2007) o concessionário do Entreposto Frigorífico de Câmara de Lobos (António Justino Ferreira) não pagou nada pela energia eléctrica e água consumidas naquela infraestrutura. A factura era assumida pelo Governo Regional através da lota anexa, quando o contrato de concessão do entreposto estipulava que tais encargos eram da responsabilidade da empresa. A conta da luz das duas estruturas no período em causa ascendeu a 159 mil euros. António Justino Ferreira beneficou de um apoio público de 600 mil euros para uma obra de modernização do entreposto que ficou incompleta e acumulou 11 mil euros de rendas em atraso. Facilidades concedidas pelos governos de Jardim e que terminaram com o actual executivo. Menos de um mês depois de tomar posse, o secretário Humberto Vasconcelos rescindiu esta concessão e anunciou uma acção judicial para reclamar as rendas.
800 MIL A RECEBER PELA ESCOLA HOTELEIRA
A empresa Celff deve 800 mil euros à Secretaria Regional da Economia, Turismo e Cultura pela exploração da escola hoteleira. Este caso foi apenas levemente referido na auditoria do Tribunal de Contas sobre as concessões “dado que se encontra a decorrer uma auditoria especificamente dirigida” à situação da escola hoteleira.
--
NEGÓCIO RUINOSO NA QUINTA DO MONTE
Em 2003, o Governo Regional decidiu concessionar a obra de reconstrução e exploração da Quinta do Monte à empresa Madeiquintas, de Luís Camacho, que ficava obrigada a investir 4,3 milhões de euros. Como o projecto não avançou, o executivo decidiu rescindir o contrato em 2011. Só que a sociedade recorreu ao tribunal, que, de forma provisória, suspendeu a retirada da concessão. O diferendo foi ultrapassado com um acordo que define a entrega da quinta à Região mediante o pagamento de 825 mil euros à Madeiquintas, pelas obras já realizadas. Resultado, durante 8 anos a Região cedeu parte do seu património a um privado sem receber nada em troca e ainda teve de pagar uma pequena fortuna para recebê-lo de volta.
--
‘NINHARIA’ PELA OCUPAÇÃO DO LITORAL
O Tribunal de Contas contabilizou 127 licenças de utilização do domínio público marítimo que geraram uma receita no ano de 2014 de 123 mil euros. É um valor relativamente modesto tendo em conta o potencial de receitas dos negócios que se instalam à beira-mar, desde casas da lancha no Porto Santo a 14 hotéis em diferentes pontos da Região. Ainda por cima, muitos titulares ‘esquecem-se’ de pagar as licenças. Por exemplo, os donos do antigo CS Hotel deviam 149 mil euros ao Governo Regional.
--
ESTALEIROS COM CALOTE DE 897 MIL
É elevada a dívida associada à concessão de dois estaleiros. No final de 2014, a Repmarítima devia 787 mil euros pela exploração do estaleiro de Água de Pena e a ‘Linha Sextante’ devia 110 mil euros pelo estaleiro naval da Ribeira dos Socorridos. Também é significativo o montante em dívida que explora o complexo balnear do Garajau: 151 mil euros.
--
‘QUINTA DO LORDE’ DEVE 195 MIL
No final de 2014, a empresa ‘Quinta do Lorde SA’ devia 195 mil euros ao Governo Regional pela concessão da exploração da marina e empreendimento hoteleiro através da utilização do domínio público marítimo. Este valor não consta da lista de créditos reclamados no âmbito do processo especial de revitalização que envolve a empresa. É a concessão com prazo mais longo atribuída pelo executivo de Jardim - foi atribuída em 2002 e só termina no ano 2077!
--
PARQUE EÓLICO E PORTOS DE RECREIO POR ESCLARECER
A Secretaria das Finanças não esclareceu as condições em que se fizeram as concessões para a utilização de diversas parcelas de terreno no Paúl da Serra para que as empresas ‘Perform 3’ e ‘Euroventos Atlantic’ ali instalassem os seus parques eólicos. Também não foram explicadas as concessões dos portos de recreio junto à foz da Ribeira da Boaventura (Santa Cruz) e da Calheta, bem como a exploração do snack-bar do sítio da Praia, na Tabua.
--
UMA BOMBA DE GASOLINA ‘PIRATA’?
O Tribunal de Contas ficou com dúvidas sobre a situação legal que esteve na origem da instalação da bomba de gasolina da Galp existente sobre a Ribeira de Santa Luzia, no Funchal. O Governo Regional respondeu que se tratava de uma “ocupação muito antiga” e que não encontrou nos seus arquivos qualquer título de ocupação de domínio público hídrico. Mais informou que a Galp quis “recentemente regularizar a ocupação” mas que tal pretensão foi recusada, pois “é opção do Governo Regional reduzir ao estritamente indispensável a cobertura de linhas de água, pelo que se prevê que a curto prazo a ocupação seja fisicamente desactivada”.
--
DÚVIDAS SOBRE RESTAURANTE E ESPAÇOS NOS MIRADOUROS
O executivo também não conseguiu esclarece minimamente o Tribunal de Contas sobre o enquadramento legal do funcionamento do restaurante ‘Mozart’ na Fortaleza de São Tiago e sobre o arrendamento de 15 espaços comerciais no Pico do Areeiro, Pico do Barcelos e Cabo Girão. A Secretaria das Finanças “limitou-se a informar que nesses casos não existia concessão mas sim um contrato de arrendamento, sem apresentar documentação que permitisse dissipar as dúvidas sobre a natureza dos contratos em causa”.
--
POSTOS DO MERCADO ABASTECEDOR ATRIBUÍDOS SEM REGRAS
Na concessão da exploração dos postos fixos de venda do Mercado Abastecedor de S. Martinho a Direcção Regional de Agricultura “recorre de forma sistemática ao ajuste direto (regime excepcional) sem que se encontre suficientemente fundamentada a sua necessidade não assegurando a igualdade de acesso a todos os potenciais interessados nem a devida transparência nos processos de adjudicação”. Igualmente “não estão definidos critérios objectivos para a fixação do valor das rendas”, levando a que aquele departamento “tenha vindo a fixar de forma arbitrária o seu montante atribuindo, inclusive, isenções de renda sem que tal situação se encontre prevista no regulamento”. O snack-bar do mercado também foi entregue por ajuste directo e o concessionário não pagou a renda durante 18 anos e só foi afastado com a entrada em funções do actual Governo Regional, que ameaça com uma cobrança coerciva dos 30 mil euros em dívida. (diário/assinantes)

O estranho caso do CINM


'PERNALONGA DO CANIÇAL' 
BOTA PALAVRA CONTUNDENTE

Confrade Pernalonga repreende o 'Fénix': deixe-se dos colchões abandonados na via pública e dos estacionamentos de gente rica; investigue mas é os mistérios da SDM e da Zona Franca da Madeira. Muito bem observado, Pernalonga. Se estiver ao nosso alcance...


Sr. Calisto veja 4 yuppies na RTP regional a falar da Zona Franca da Madeira - qual CINM qual carapuça - tudo a defender tachos. O das Finanças que devia ter uma distancia face aos privados confunde-se com eles. E o pior sr. Calisto é que mentem sobre os postos de trabalho criados no actual quadro da Zona Franca da Madeira. Sem as patifarias de empresas que estavam antes no Funchal e que se instalaram na Zona Franca para fugirem aos impostos, directamente criados pelas empresas que ali se instalaram não há mais de 1000 postos de trabalho e mesmo assim duvido. Um rapazola qualquer ligado à SDM quando lhe pediram o número correcto de postos de trabalho directos já...não tinha os dados consigo!!! Desafie a SDM sr. Calisto a divulgar a relação de todas as empresas existentes na Zona Franca da Madeira - qual CINM qual carapuça - com a indicação dos postos de trabalho correspondentes a cada uma, dos impostos anuais pagos até 2012 e dos impostos pagos desde 2012 até hoje. E inclua uma colina com os benefícios fiscais atribuídos a cada empresa.

Sabia sr. Calisto que a concessão da Zona Franca da Madeira dá lucros anuais de 7 milhões e euros, uma verdadeira mama para os privados que dominam a concessão até 2017? E eles nem precisam de investir. Que investimentos a concessão realiza? É encher os bolsos e mais nada!
Lamentável o director das finanças. De facto o presidente da SDM nem precisa de estar presente. O governo tem esta figura algo sinistra que se encarrega de defender a dama do sr. Costa da SDM e do seu parceiros sr. Dionisio Pestana e sr. Miguel Sousa.
Sabia sr. Calisto que naquelas rodas de imprensa da SDM um dos presentes na mesa é um tal notário do Governo Regional? Disseram-me que sim. Como é possível esta promiscuidade? Senhor Calisto, faça-nos o favor a este povo desgraçado: deixe da mão os colchões na rua ou estacionamentos de gente rica a brigar com autarcas e desvende os mistérios da SDM e da Zona Franca da Madeira. A comunicação social local está coberta de um manto de silêncio comprado publicitariamente e com prestações de serviços à mistura.
Pernalonga do Caniçal. (fénix)

sábado, 23 de abril de 2016

Hospital dos Marmeleiros precisa urgentemente de manutenção

PTP EXIGE OBRAS URGENTES NO HOSPITAL DOS MARMELEIROS
O PTP alertou esta manhã para a necessidade de «obras imediatas» no hospital dos Marmeleiros, considerando que as instalações continuam sem reunir as condições mínimas de higiene e segurança para os doentes.
«É um hospital que se encontra praticamente abandonado pelo SESARAM. A degradação do prédio é bastante acentuada, não há higiene nas enfermarias, falta pintura nas paredes, há falta de limpeza e manutenção, e tudo isso traduz-se em vírus altamente perigosos para os doentes, porque a maior parte destes, quando são aqui internados, é para morrer», denunciou o deputado do PTP.
Neste contexto, José Manuel Coelho atribuiu a culpa pelo estado de deterioração do hospital ao Governo Regional. «Miguel Albuquerque diz que o estado social é a sua paixão, mas isso não é uma proposição verdadeira aqui no hospital dos Marmeleiros, no qual não há qualquer investimento», lamentou, requerendo uma «assistência condigna e fiável» para aqueles doentes. (JM)


Coelho denuncia "condições lastimáveis" dos Marmeleiros

Numa visita ao Hospital dos Marmeleiros, José Manuel Coelho, líder do Partido Trabalhista Português, afirmou hoje que o “desmazelo" e a “falta de condições” daquela unidade hospitalar acontece porque o secretário da saúde “não tem dinheiro para investir no hospital, uma vez que esse valor é utilizado para servir os grandes senhores do regime”.O líder do PTP acusou também Tranquada Gomes e Miguel Sousa, presidente e vice-presidente da Assembleia Legislativa da Madeira de, nos últimos 20 anos, estarem “empenhados a desviar dinheiro de impostos que em vez de serem pagos na Madeira vão para os paraísos fiscais fazendo com que haja cada vez menos dinheiro na Região para fazer face às despesas da saúde”.“Temos um assunto de extrema gravidade. Os doentes quando são internados aqui, são internados para morrer. Isto, porque as condições que existem neste hospital são lastimáveis”, sublinhou.Segundo Coelho, há falta de manutenção há vários anos, falta de higiene e até falta de limpeza. As paredes estão por pintar e existem até "portas ratadas”.“O que existe é apenas um depósito de pessoas para morrer. As pessoas chegam, são metidas nas enfermarias que estão cheias de vírus e já saem em quatro tábuas”, disse o líder do PTP, apelando aos madeirenses para mudarem de atitude nas próximas eleições. (dnoticias.pt)





Tranquada Gomes e suas respostas esfarrapadas sobre o Panamá Papers


sexta-feira, 22 de abril de 2016

Cafôfo vai rasteirar o Pereirinha para em 2019 ser candidato do PS a presidente do Governo Regional da Madeira

Jacinto Serrão também faz parte do Grupo que pretende afastar  Pereirinha

Aqui na Madeira Paulo Cafôfo e Miguel Iglésias atualmente conspiram para afastar o Pereirinha da presidência do PS Madeira. O Sonho de Paulo Cafôfo é ser presidente do Governo Regional da Madeira em 2019. O traidor Cafôfo nas últimas eleições Regionais arranjou mais o Iglésias uma equipa de colaboradores para sabotar a coligação "Mudança" do Víctor Freitas. Andaram apelando ao voto no BE por todo o concelho do Funchal. Traição parecida cometeu em Machico o Ricardo Franco (presidente da CM Machico) para sabotar o Víctor e o seu próprio partido o PS. Andou aconselhando todo o pessoal das suas relações naquele concelho onde é presidente a votar nos verdinhos do JPP. Com traidores e faquistas deste calibre o PS Madeira não vai muito longe. O Carlos Pereira que se ponha à tabela e de pé atrás com eles.
Víctor Freitas sofreu pesada derrota nas Regionais mercê da traição dos próprios «camaradas»

Carlos Pereira e Ricardo Franco

"Mossak" Tranquada apanhado mais o cervejeiro nos papéis do Panamá

Bandeira do Panamá




Tranquada Gomes e Miguel de Sousa, atuais presidente e vice-presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, aparecem referenciados no caso dos “Papéis do Panamá”, que está a ser investigado pelo ICIJ - Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação, representado em Portugal por repórteres do Expresso e da TVI.
Tranquada Gomes, na qualidade de advogado, é referenciado em procurações, passadas por empresas diferentes, junto da Mossack Fonseca.
Entre 1994 e 2005, quando era deputado do PSD, Tranquada Gomes foi procurador de várias empresas registadas no Panamá e nas Ilhas Virgens Britânicas, com poderes para as representar perante as autoridades portuguesas e também para a compra e venda de quotas em sociedades nacionais.
Confrontado com estes dados, Tranquada Gomes confirmou que foi procurador, para representar empresas com interesses na Zona Franca da Madeira, mas acrescentou que nunca teve contactos com sociedades offshore e que acabou por nunca exercer qualquer mandato na sequência dessa procuração.
O mesmo se aplica ao seu sócio, Coito Pita, que era na altura, deputado do PSD. Hoje, está fora da política.
Tranquada Gomes, enquanto presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, tem suspensa a sua carteira profissional de advogado.
Também referido nos "Papéis do Panamá" surge Miguel Sousa, atual vice-presidente da Assembleia Legislativa da Madeira. Entre 1996 e 1998, quando era deputado do PSD Madeira, Miguel Sousa foi nomeado para representar empresas registadas na ilha de Nieu e fazer ligação com a Zona Franca da Madeira e o Governo Regional. (TVI24)


quinta-feira, 21 de abril de 2016

PS de Machico pede desculpas ao «padre» do Diário de Notícias

O diário do Blandy é uma arma poderosa para destruir políticos e partidos aqui na Região. Daí o mêdo do PS/Madeira em hostilizar a grande folha de propaganda dos ingleses. Vejam este pedido de desculpas muito conveniente ao Ricardo Oliveira, director do matutino madeirense.



História da vida de António Loja grande democrata e historiador madeirense

Uma Vida, Uma História (III) - Episódio 4 - RTP Play - RTP


António Loja era capitão na guerra colonial e na Guiné comandou uma companhia com 180 homens






Dn de hoje traz a resposta do nosso "recauchutado" a Alberto João Jardim

Um ano de Governo

O Governo Regional completou o seu primeiro ano de trabalho. Certamente o mais difícil e penoso para quem assume essas funções pela primeira vez. Mas apesar disso não deixou de ser um ano inovador e renovador.
Desde logo uma nova atitude política de respeito pelas pessoas,
sem ofensas públicas nem permanente má criação. Firmeza, sem dúvida, mas direito de discordar, se opôr ou não gostar. Um direito que não tem feito crescer o protesto, o desacordo ou a insatisfação. Pacificou a sociedade, ninguém de pé atrás, não é preciso proteger as costas, a normalidade é a regra.
Já nem é preciso corrigir ou pedir desculpa pelos disparates do topo da hierarquia
.
Respiramos um novo ar fresco. Finalmente conquistámos a democracia. Perdemos o medo. Voltou o orgulho de ser madeirense. Os que falam em nome da maioria são respeitados, têm competência e é reconhecida oportunidade e bom senso.
Tenho orgulho de fazer parte e contribuir para esta nova época histórica.
Obviamente existem os predadores. Curiosamente os que saíram, levados pelo tempo em que espezinharam todos, alguns porque simplesmente olharam para o lado errado ou apenas reencontraram, num qualquer café, um antigo colega agora na oposição.
Mas desses estamos livres, ainda que persistam, na forma covarde do anonimato, no desrespeito, insulto gratuito e ofensas graves
. Frustrados por terem sido despedidos, ninguém os querer para nada de nada nem para ouvir opinião. São a parte podre da nossa história e com ela vão viver. Ignorados por quem os despreza.
Dois desafios para os próximos três anos : a oposição melhorar e todos nos associarmos num esforço conjunto pelo sucesso da Madeira.
Temos de trabalhar nesta nova fase da democracia. Somos todos importantes, imprescindíveis e responsáveis pelo resultado final. Que é o de juntarmos a esta frescura na relação das pessoas um modelo de boa gestão, rigor e “nada na manga” nem “debaixo do tapete”. Como já temos faz agora um ano!
 (ver)

Vejam este ataque demolidor do nosso "recauchutado" contra o tio Alberto: é de partir o côco a rir:
nota da redação:
«na forma covarde do anonimato» diz Miguel Sousa. O Alberto sabe tal como nós que na Madeira nunca houve liberdade de expressão sem ter os juízes do 24 de Abril à perna. Daí os ataques anónimos no famoso blogue «renovadinhos»