sábado, 22 de julho de 2017

Paulo Avelino da Escola de condução Infante, engana mais um aluno


Paulo Avelino Silva ,o artista da Escola de Condução Infante





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Aluno alega ter sido burlado por escola de condução

Leandro Cardoso diz que director pediu 100€ para tentar subornar examinador
Um aluno natural de Aveiro que frequentou aulas para obter carta de condução para pesados de passageiros, alega que foi burlado por uma escola de condução do Funchal que chegou a pedir dinheiro para tentar subornar um examinador. Esta semana, o lesado viajou  para a Madeira determinado a reaver o dinheiro mas regressou ontem ao continente de mãos a abanar. Apresentou reclamação escrita na escola, formalizou queixa-crime na Polícia e decidiu denunciar o caso publicamente para que mais ninguém seja enganado.

Leandro Cardoso era militar da Força Aérea Portuguesa destacado no Porto Santo por seis meses quando, a 16 de Abril de 2013, decidiu inscrever-se na filial da escola de condução Infante naquela ilha para obter carta de categoria D (autocarros).

Como tinha habilitação legal para conduzir veículos ligeiros de passageiros e pesados de mercadorias, bastavam-lhe 12 aulas práticas e 20 teóricas para poder ir a exame. “Eu disse ao director da escola que estava na ilha até 31 de Julho e que depois ia definitivamente para o continente”, recorda o formando.

Segundo o ofendido, ficou acertado com o director da escola que as aulas teóricas eram leccionadas no Porto Santo, mas que o aluno teria de assegurar as deslocações à Madeira para frequentar as de condução que seriam dadas em quatro dias, o último dos quais para realização dos exames: de manhã o teórico e à tarde o prático.

E assim foi. Leandro Cardoso concluiu as aulas de Código de Estrada ao fim de um mês e pagou as viagens, no Lobo Marinho, para a ilha da Madeira. Depois de terminar as aulas de condução aguardou pela marcação do exame.

Segundo o queixoso, o director da escola pediu-lhe 50 euros para pagar o carácter “extraordinário” da inscrição no exame teórico na Direcção Regional dos Transportes Terrestres (DRTT) e mais 100 euros para “a cunha ao examinador” que lhe garantia aprovação do exame de condução e a obtenção da carta de pesados de passageiros. Um procedimento que pode configurar aliciamento a funcionário e suborno.

Não obstante Leandro Cardoso pagou. Mas nunca chegou a ir a exame. As desculpas sucediam-se. “Ele disse que o examinador estava doente e não podia fazer o exame, depois já não atendia o telefone”, recorda.

Entretanto, voltou ao Porto Santo por motivos profissionais e no final do mês tinha viagem marcada para o continente, para Santa Maria da Feira (Aveiro), de onde é natural.

Antes, confrontou o director da escola de condução que lhe sugeriu que fizesse o exame numa escola da sua área de residência e que assumiria os custos para que o aluno pudesse ir a exame. Leandro Cardoso deixou o NIB da sua conta para que fosse feita a transferência bancária. Mas o dinheiro nunca chegou.

Procurou as propostas mais baratas junto de escolas de condução de Santa Maria da Feira e encontrou uma que custava 400 euros.

Mas o martírio estava ainda longe do fim. A escola de condução tardou a expedir o processo, sem o qual não poderia se inscrever e recuperar as aulas já dadas.

Os documentos que foram enviados não foram os requisitados, além de que neles constava o registo de aulas teóricas, práticas e técnicas em datas fictícias.

Entretanto, Leandro Cardoso começou a trabalhar em Aveiro e o caso ficou adormecido. Esta semana, reavivou o processo, apostado em recuperar o que já gastou na escola de condução Infante e em avançar com o caso para tribunal.

Na passada segunda-feira, desembolsou 80 euros e viajou para a Madeira com o propósito de reaver os 400 euros. Fez esperas ao director à porta da escola Infante e do parque de estacionamento. “Ele ficou surpreendido ao ver-me por aqui e prometeu que arranjava os 400 euros amanhã”.

A promessa foi sendo adiada por mais um dia, por mais umas horas. “Depois disse que fazia o pagamento seria por transferência bancária em prestações de 50 euros”, recorda.

Saturado de conversa fiada, Leandro Cardoso pediu o livro de reclamações e registou a queixa na escola de condução. Depois deslocou-se à esquadra do Funchal e apresentou queixa-crime por burla contra Paulo Silva, director da escola de condução Infante. Na PSP soube que há outros casos semelhantes.

Alvará aprovado para Porto Santo
“O que me deixa mais indignado é que não sou o primeiro, não vou ser o último lesado deste senhor”, desabafa Leandro Cardoso.

Diz que não compreende como é possível que o director da Escola de Condução do Infante tenha obtido alvará, datado de 14 de Março de 2014, para instalar uma escola de condução no Porto Santo, como o próprio fez questão de lhe demonstrar.

Em Abril do ano passado, esta escola contava 17 reclamações e cerca de 80 pedidos de apoio, informação e ajuda no Serviço de Defesa do Consumidor. A responsável por este organismo na Região, Graça Moniz, referiu, na altura, que raramente houve “colaboração do agente económico para chegar a um consenso” nas tentativas de mediação do conflito.

Em Fevereiro último, a Associação Nacional dos Industriais de Ensino de Condução Automóvel pediu mais fiscalização junto das escolas de condução que praticam preços abaixo do custo, considerando tratar-se de “publicidade enganosa” e “concorrência desleal”.

“No continente é que fazem aldrabices”
Paulo Silva, director da escola de condução Infante, nega que alguma vez tenha proposto o aluno a exame justificando que Leandro Cardoso não tinha as aulas obrigatórias e precisava de pelo menos três semanas para concluir as de condução na Madeira. “Ele tem de vir à Madeira acabar as aulas de mecânica e de condução, que ainda faltavam algumas, e depois então é que ia ser proposto a exame”, esclarece o dirigente, contactado pelo DIÁRIO.

“Isso é muito simples, esse senhor dirigiu-se à escola para se inscrever, entretanto, estava ainda a cumprir serviço militar, portanto, foi pedida e emitida a licença de aprendizagem pela Direcção de Viação, entregue a ele e quando acabasse o serviço militar no Porto Santo, ia à Madeira concluir a carta”, sintetiza.

Paulo Silva nega que a escola Infante se propôs a  assumir os custos com o exame no continente. “Não ficou nada assegurado. O senhor tem é dois anos para tirar essa carta de condução na Madeira, se o senhor quiser ir para outra escola então que vá”, contrapôs.  “Era só o que faltava! Ele aqui já tem elas [as aulas] pagas.
Agora eu não vou devolver um cêntimo nem tenho nada que devolver”, asseverou.

Diz que na escola o aviso está afixado à vista de todos: “nós não reembolsamos e a pessoa tem dois anos para tirar a carta”, sublinha.

Sobre o exame de condução e de código marcados para o mesmo dia, Paulo Silva considera que “são tudo histórias” do queixoso. “Como é que ele vai fazer exame de código e de condução no mesmo dia? Está maluco? Ele nem sequer tinha tempo para tirar as aulas!”.

O director da escola de condução Infante devolve ao cliente as acusações de tentativa de suborno. “Esse senhor pensa que é só chegar, pagar uma carta de pesados e ir a exame amanhã, mas não é assim”, reagiu. “No continente fazem aldrabices mas aqui não é assim”, garantiu Paulo Silva. (ver diário
24 MAR 2014)



quinta-feira, 20 de julho de 2017

Francisco Teixeira da Mota mais uma vez derrota juízes fascistas

Supremo anula indemnização de €395 mil a Santana Lopes

Jornalistas do grupo Impala tinham sido condenados por invasão da vida privada e injúrias ao antigo primeiro-ministro. Supremo Tribunal de Justiça anulou condenação com o argumento de que Santana Lopes nunca escondeu a vida privada

O Supremo Tribunal de Justiça anulou as condenações a indemnizações no valor total de 395 mil euros que pendiam sobre vários jornalistas da editora DescobrirPress (do Grupo Impala), bem como sobre a própria editora.
A ação judicial, interposta em 2007 pelo ex-primeiro ministro Pedro Santana Lopes, tinha dado lugar a duas sentenças que lhe eram favoráveis. Na primeira instância, foram atribuídas indemnizações num valor total de mais de 700 mil euros. A Relação baixou-as quase para metade, mas ainda assim tratava-se de uma soma extraordinária para o que é tradição em Portugal.
Agora, o Supremo Tribunal anulou todas as condenações. As queixas do atual provedor da Santa Casa estavam relacionadas com duas questões diferentes. Por um lado, noticias saídas em revistas cor-de-rosa e similares que invadiam a esfera da sua vida privada: por exemplo, sobre restaurantes e outros estabelecimentos que frequentava, ou sobre pessoas com quem convivia.
Por outro, textos de comentadores políticos extremamente agressivos que teriam afetado gravemente a sua imagem, ao ponto de poderem ter sido responsáveis, em larga medida, por o Presidente da República Jorge Sampaio o ter demitido em 2005.

SANTANA "SEMPRE TORNOU PÚBLICOS ASPETOS DA SUA VIDA PRIVADA", DIZ O ACÓRDÃO

O Supremo rejeitou ambas as alegações. Em relação à invasão da vida privada, o acórdão considera que "o Autor (Santana Lopes) sempre tornou públicos aspetos da sua vida privada e familiar, participando abertamente em eventos sociais, concedendo entrevistas, participando em iniciativas e autorizando a publicação de imagens em revistas ditas cor-de-rosa".
Além disso, acrescentam os juízes conselheiros no acórdão, mesmo quando as notícias pudessem ser incorretas, "pela natureza dos factos em questão" não eram suscetíveis de "afrontar o direito à honra e consideração pessoal do visado".
Quanto aos artigos dos comentadores, diz o acórdão, são "fundamentalmente artigos de opinião e crítica política, envolvendo essencialmente juízos e apreciações valorativas (e não propriamente factuais), escrutinando, de forma mordaz e implacável, aspetos de essencial relevância para a vida democrática". Neste âmbito, "as exigências de uma sociedade democrática não se coadunam com a imposição de restrições formais" e as peças em questão "não atentam desproporcionalmente contra os direitos individuais de personalidade do homem político visado".
Francisco Teixeira da Mota, advogado de dois dos réus, disse aoExpresso que "esta decisão do Supremo revoga uma decisão da Relação que esmagava completamente a liberdade de expressão e de informação em nome de um pretensamente ofendido direito a honra e ao bom nome". O Expresso procurou obter uma comentário de Santana Lopes, mas à hora que nos atendeu ainda não tinha conhecimento da decisão.
A DescobrirPress tem outros processos por notícias saídas nas suas revistas, interpostos por personalidades como Luís Figo e Manuela Moura Guedes, e que nalguns casos também se encontram em fase final. (EXPRESSO)

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Discurso da tomada de posse de John F. Kennedy em 1961

 "Por isso, meus compatriotas, não perguntem o que seu país pode fazer por vocês - mas o que vocês podem fazer pelo seu país".

Discurso de posse do Presidente John Fitzgerald Kennedy

Capitólio dos Estados Unidos da América
Washington, D.C.
20 de janeiro de 1961
Vice-presidente Johnson, Sr. Presidente da Câmara, Sr. Presidente da Suprema Corte, Presidente Eisenhower, Vice-presidente Nixon, Presidente Truman, Autoridades Eclesiásticas, meus compatriotas:Observamos hoje não a vitória de um partido, mas a celebração da liberdade - símbolo de um fim, mas também de um começo - que carrega o significado da renovação e da mudança. Pois prestei diante de vocês e de Deus Todo-Poderoso o mesmo juramento solene que nossos antepassados formularam há pouco mais de cento e setenta anos.
O mundo hoje é muito diferente, pois o homem detém em suas mãos mortais o poder de abolir todas as formas de pobreza humana e todas as formas de vida humana. No entanto, os mesmos ideais revolucionárias pelos quais lutaram nossos antepassados ainda são questionados em todo o mundo: a crença de que os direitos do homem não vêm da generosidade do Estado, mas da mão divina.
Hoje não ousamos esquecer que somos os herdeiros daquela primeira revolução. Que não se restrinja a este momento nem a este lugar, e que chegue igualmente a amigos e inimigos, a notícia de que a tocha foi passada a uma nova geração de norte-americanos — nascidos neste século, endurecidos pela guerra, disciplinados por uma dura e amarga paz, orgulhosos de nosso patrimônio ancestral — e relutantes por testemunhar ou permitir o lento desgaste dos direitos humanos com os quais este país sempre esteve comprometido e com os quais nos comprometemos hoje, em nossa pátria e ao redor do mundo.
Que cada nação, queira-nos bem ou mal, saiba que pagaremos qualquer preço, suportaremos qualquer fardo, enfrentaremos qualquer dificuldade, apoiaremos qualquer companheiro, confrontaremos qualquer adversário para garantir a perpetuação e o êxito da liberdade.
Com isso nos comprometemos, e com muito mais.
Aos antigos aliados, cujas origens culturais e espirituais compartilhamos, prometemos a lealdade de amigos fiéis. Unidos, há muito pouco que não possamos fazer diante de inúmeras iniciativas de cooperação. Divididos, há pouco que possamos fazer, pois não nos atreveremos a enfrentar um grande desafio se desunidos e em conflito.
Aos novos Estados que acolhemos nas fileiras da liberdade, empenhamos nossa palavra de que uma forma de controle colonial não há de ser derrotada para que uma tirania ainda mais ferrenha a substitua. Não devemos esperar que sempre apoiem nossos pontos de vista. Mas devemos sempre esperar que sustentem com firmeza sua própria liberdade - e se lembrem de que, no passado, aqueles que tolamente buscaram o poder cavalgando no dorso do tigre acabaram devorados.
Àqueles que vivem em choupanas e aldeias na metade do mundo, lutando para romper os grilhões da miséria em massa, prometemos nossos melhores esforços para ajudá-los a se ajudarem, por quanto tempo for necessário. Não porque os comunistas talvez o façam, não porque buscamos seus votos, mas porque é direito. Se uma sociedade livre não pode ajudar os muitos que são pobres, também não pode salvar os poucos que são ricos.
Às repúblicas coirmãs ao sul de nossa fronteira, fazemos uma promessa solene: transformar as boas palavras em boas ações, em uma nova aliança para o progresso, a fim de ajudar homens e governos livres a se livrar das amarras da pobreza. Mas essa revolução pacífica da esperança não cair presa de potências hostis. Saibam nossos vizinhos que nos uniremos a eles para nos opor à agressão e à subversão em cada canto das Américas. E saibam todas as demais potências que este hemisfério pretende continuar senhor de sua própria casa.
Àquela assembleia mundial de Estados soberanos, a Organização das Nações Unidas, nossa última e melhor esperança em uma era na qual os instrumentos da guerra superaram em muito os instrumentos da paz, renovamos nosso compromisso de apoio para evitar que se torne apenas um fórum de invectivas, para que a proteção ao novo e ao fraco seja fortalecida e que o alcance de sua lei seja ampliado.
Por fim, àquelas nações que se fazem adversárias, oferecemos não uma promessa, mas um pedido: que ambos os lados recomecem a busca pela paz, antes que as forças sombrias da destruição, desencadeadas pela ciência, engulam a humanidade como um todo em um autoextermínio planejado ou acidental.
Não ousamos provocá-las com fragilidade. Pois somente quando nossas armas forem inquestionavelmente suficientes, poderemos estar inequivocadamente seguros de que jamais serão utilizadas.
Mas tampouco podem os dois grandes e poderosos grupos de nações achar confortável sua condição presente; ambos os lados sobrecarregados pelo custo das armas modernas, justificadamente alarmados com a contínua disseminação do átomo letal, e ainda correndo para alterar o equilíbrio instável do terror que precariamente impede a eclosão da guerra final da humanidade.
Vamos então começar do zero, lembrando, de um lado e de outro, que civilidade não é sinal de fraqueza, e que a sinceridade está sempre sujeita a prova. Que jamais negociemos por medo, mas que nunca tenhamos medo de negociar.
Que ambos os lados explorem quais problemas nos unem, em vez de aprofundar aqueles nos separam.
Que ambos os lados, pela primeira vez, formulem propostas sérias e precisas para a inspeção e o controle de armas e submetam o poder absoluto de destruir outras nações ao controle absoluto de todas as nações.
Que ambos os lados procurem invocar as maravilhas da ciência, e não os seus terrores. Juntos, havemos de explorar as estrelas, conquistar os desertos, erradicar as doenças, alcançar as profundezas do oceano e incentivar as artes e o comércio.
Que ambos os lados se juntem para ouvir em todos os cantos da Terra o comando de Isaías: "removei os pesados fardos... (e) deixai os oprimidos ser livres".
E se a vanguarda da cooperação puder recuar a selva da desconfiança, que os dois lados se unam para criar um novo empenho; não um novo equilíbrio de poder, mas um novo mundo de direito, onde os fortes sejam justos, os fracos, seguros, e a paz seja preservada.
Nada disso estará concluído nos primeiros cem dias. Nem se concluirá nos primeiros mil dias, nem durante este mandato, nem mesmo, talvez, durante nossa vida na Terra. Mas devemos começar.
Meus compatriotas, reside em suas mãos, mais do que nas minhas, o êxito ou o fracasso de nosso curso de ação. Desde a fundação deste país, cada geração de americanos foi convocada a prestar testemunho de sua lealdade à nação. Os túmulos de jovens americanos que responderam ao chamado para servir espalham-se pelo mundo.
Agora, a trombeta nos conclama novamente — não um chamado para empunhar as armas, embora delas precisemos; não um chamado para a batalha, embora estejamos entrincheirados — mas um chamado para suportar o peso de uma longa e incerta luta, ano após ano, "regozijando-nos na esperança, pacientes nas tribulações" — uma luta contra os inimigos comuns do homem: a tirania, a pobreza, a doença e a própria guerra.
Conseguiremos formar contra esses inimigos uma aliança ampla e global, de Norte a Sul, de Leste a Oeste, que possa garantir uma vida mais proveitosa para toda a humanidade? Querem fazem parte deste esforço histórico?
Na longa história do mundo, a poucas gerações foi concedido o papel de defender a liberdade nas horas de maior perigo. Eu não me esquivo desta responsabilidade — recebo-a de bom grado. Creio que nenhum de nós trocaria de lugar com qualquer outro povo ou qualquer outra geração. A energia, a fé, a devoção que trouxermos para esta empreitada vão iluminar o nosso país e a todos os que a ele servem - e o brilho desse fogo pode de fato iluminar o mundo.
Por isso, meus compatriotas, não perguntem o que seu país pode fazer por vocês - mas o que vocês podem fazer pelo seu país.
Companheiros cidadãos do mundo, não perguntem o que a América fará por vocês, mas o que juntos podemos fazer pela liberdade do homem.
Por fim, sejam vocês cidadãos americanos ou do mundo, exijam de nós os mesmos padrões elevados de vigor e sacrifício que de vocês exigimos. Com uma consciência tranquila como única recompensa e a história como juiz final de nossos atos, marchemos avante para conduzir a terra que amamos, implorando a bênção e a ajuda de Deus, sabendo porém que aqui na Terra a Sua obra deve ser, na verdade, tarefa nossa.

A ditadura na Turquia persegue toda a gente



Alberto João desmascara o oportunismo de Tranquada Gomes no seu "RENOVADINHOS"




 A espécie de ''Assembleia de Freguesia'' que tem à frente um rapazinho que recrutou todos os funcionários do seu antigo??? escritório de forma a aliviar a tabela salarial à sua conta, fechou...finalmente para férias.
Ali do alto da ''importância'' da mesa que conduz os trabalhos o rapazinhho, ocupa-se a dirigir a fraca capacidade de dialéctica dos seu pares que passam vida a falar sobre o problema do buraco na estrada, sobre a falta de água num recôndito lugar, sobre a escuridão por falta de luz num outro sítio, e mais umas minudências, típicas de uma reunião participada por uns inúteis como o ''gilinho'' que apareceu a falar em tom de típico de um padre fora de época (devem ser efeitos da horas passadas junto do velho sacerdote que foi íntimo e ajudou a sua família a enriquecer).
As populações da Madeira e do Porto Santo, continuam a ser esquecidas por um parlamento onde têm assento uns incompetentes sem bases e cultura política, independentemente do partido representado. Na oposição??? encontram-se uns desempregados. Na situação exibem-se uns palermas que nunca souberam o que é trabalhar de facto.
O povo está cansado e tem todas as condições para fazer ouvir as sua voz já em outubro deste ano, preparando a grande mudança em 2019, onde aí sim há oportunidade de afastar todo o parasitismo instalado e manda-lo para as listas do desemprego.
É bom lembrar que muitos dos que hoje vivem à grande por força da sua colocação nos lugares, nunca ''vergaram o serrote''.
A coisa fechou com um debate anual sobre a tristeza da Região e foi de gargalhada assistir ao passa culpas do falhanço dos últimos dois anos para o Terreiro do Paço, como se eles não tivessem sido eleitos e mandatados pelo povo para governarem a Madeira, usando as competências que se encontram consagradas na Constituição e no Estatuto (o que não implica que estas leis não careçam de revisão urgente).
Se é para continuarem a gritar pela intervenção do poder de Lisboa nas coisas que só a nós dizem respeito é melhor fecharem a loja!

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O homem da mochila (o secretário da Saúde), é um cara legal, mas está muito gordo-deve fazer uma dietazinha!

Debate autárquico do concelho do Porto Moniz


Viva o candidato do PTP no Porto Moniz
Gabriel Farinha é candidato num movimento independente (Melhor Porto Moniz) pelo Porto Moniz. Já foi presidente da Câmara pelo PSD agora vem dividir o partido e facilitar a vitória do Emanuel Câmara do PS.  Nos anos 90 foi expulso do PSD pelo  Alberto João, depois de se ter passado da cabeça e ter empurrado uma munícipe pelas escadas abaixo da Câmara. Aquilo foi um escândalo, que deu tribunal e tudo! Não tem qualquer hipótese de ser eleito.Apenas vai vingar-se do seu antigo partido e servir de lebre para nova vitória do Emanuel!
O candidato do PSD é muito bom. É um homem culto e bem intencionado. No entanto não vai ganhar a Câmara do Porto Moniz porque o Gabriel Farinha apesar de ressabiado vai dividir o eleitorado do PSD.

 Deputado Gil Canha no Debate sobre o Estado da Região fez uma importante intervenção  que importa ouvir muito bem. É uma análise política muito completa e esclarecedora!

Quintino Costa formaliza a sua candidatura pelo Concelho de Câmara de Lobos

O dirigente do PTP/Madeira Quintino Costa, cabeça de lista do partido às Eleições Autárquicas em Câmara de Lobos - formalizou hoje a sua candidatura - com a entrega das listas no Palácio da Justiça.



O antigo deputado municipal pelo concelho e actual deputado na Assembleia Legislativa da Madeira, em regime de rotatividade informou em conferência de imprensa que irá concorrer a todos os órgãos do concelho, com uma "equipa responsável, com experiência política e capaz de corresponder aos desafios que o Concelho apresenta".

A candidatura do PTP por Câmara de Lobos diz ter como ter como principal objetivo "garantir um poder democrático, com a humildade suficiente para ouvir os populações do concelho". O candidato considera "inaceitável haver um poder autárquico que coloque em primeiro lugar os interesses dos hoteleiros e dos grupos económicos que controlam o PSD  e impeça as populações de participar nas decisões que digam respeito à autarquia", dando o exemplo da requalificação do centro histórico de Câmara Lobos.



O candidato a presidente de Câmara realçou a importância das zonas altas de Câmara de Lobos, e criticou o facto de estarem "completamente abandonadas pelo poder local", dando o exemplo da Quinta Grande e do Estreito como ​principal ponto de comércio do Concelho.


Quintino Costa também defendeu a conclusão da via expresso entre o Estreito e o Jardim da Serra, assim como a devolução dos 5% de IRS e a redução do IMI, para o valor mais baixo, só assim garante ser possível combater a pobreza e a exclusão social do munícipio.  (fénix do atlântico)


Fotos da entrega de candidatura de Quintino Costa









Outra notícia:

 Domingos Rodrigues (assinalado a amarelo) excluído da nova equipa de Paulo Cafôfo. Comia pizzas e dormia no gabinete que lhe tinha sido atribuído na vereação da Câmara, o que irritou Cafôfo. Ao lado temos o Artur Andrade o advogado explorador dos pequenos comerciantes: anda a processar os comerciantes que se recusam a pagar a taxa do audio visual por terem aparelhos de televisão dentro dos seus estabelecimentos