quarta-feira, 8 de abril de 2020

Didier Raoult o médico francês que está a ter sucesso no combate ao covid-19


Recordando Bill Withers a extraordinária voz do soul norte-americano nos anos 70 e 80 do século passado



Os mamões albuquerquistas queriam endividar a Madeira mas lixaram-se

Nem Satanás dá dinheiro à máfia no bom sentido

 Dar dinheiro aos ladrões do regime que andam à volta do Albuquerque e do Pedro Calado é omesmo que dar foguetes e bombas de estalo na mão de crianças.

Com votos contra de PS, PSD e PEV e abstenções de BE e PCP foi chumbado um dos diplomas que, quiçá, mais interessava ao Governo Regional, na longa maratona de hoje, na Assembleia da República.
Em causa estava pedido de suspensão do artigo 16 da Lei das Finanças Regionais, conforme era pretensão da Madeira.
No concreto, refere-se ao limite de endividamento, que a Região pretendia que fosse suspenso, de forma a iniciar operações de financiamento para suporte de medidas de apoio às empresas e às famílias madeirenses, neste período de crise de saúde pública, que é também já de crise e económica, com previsões ‘dramáticas’ para o pós-covid. (JM)

Ana Gomes congratula-se com a libertação de Rui Pinto

"Autoridades escolheram atuar a mando de um fundo chamado Doyen", diz Ana Gomes

Antiga eurodeputada aponta libertação de Rui Pinto como o início de "uma nova era de cooperação"

O fim da prisão preventiva de Rui Pinto é o primeiro passo para "uma nova era de cooperação" no combate à grande criminalidade, no entender da ativista Ana Gomes.
Em entrevista ao Porto Canal, a antiga eurodeputada salientou que as autoridades portuguesas podiam ter ido à Hungria "obter a colaboração" de Rui Pinto, "como fizeram as belgas, holandesas e francesas".
"As autoridades portuguesas escolheram não o fazer, escolheram atuar a mando de um fundo baseado em Malta chamado Doyen, um fundo altamente suspeito que está prestes a ser investigado em Espanha, e escolheram prendê-lo durante um ano", acusou.
Ana Gomes destacou o "extraordinário potencial de cooperação com a justiça" que Rui Pinto "sempre quis ver explorado" e que, até agora, "tinha sido recusado pelas autoridades".
"Rui Pinto sempre quis colaborar, chegou a fazer denúncias anónimas e viu que não eram investigadas, foi por isso que depois usou os canais do Football Leaks, teve um papel extraordinário em todo o processo do Luanda Leaks", argumentou.
Com o "extraordinário manancial de informação" recolhida por Rui Pinto, nos dez discos que as autoridades não conseguem desencriptar, esta "nova era de cooperação" apresenta-se como "fundamental" para os portugueses.
"Agora que estamos a ver como precisamos de recursos, não podemos continuar com os níveis de crime económico e fiscal do passado. É fundamental o trabalho que as autoridades façam com Rui Pinto para recuperar ativos e impedir o prosseguimento desse tipo de atividade criminosa", insistiu a ativista contra a corrupção.
O hacker encontra-se agora em prisão domiciliária, à guarda da Polícia Judiciária, uma "obrigação" das autoridades depois de o terem extraditado da Hungria.
"Estando em Portugal e a aguardar julgamento, é normal que esteja sob mais rigorosas medidas de segurança", reforçou.
Um jugalmento que "vai ser uma grande oportunidade para se saber muita coisa que ainda não se sabe" e abre a porta à recuperação de ativos "ligados à criminalidade organizada que está por trás dos offshores, dos esquemas de branqueamento de capitais, de fraude e evasão fiscal".
"Por isso é que a sua segurança é mais importante do que nunca", insistiu.
"Finalmente, houve bom-senso, houve alguém que entendeu que isto de facto era muito mau para a imagem e credibilidade da justiça em Portugal e [as autoridades] chegaram a entendimento com os advogados de Rui Pinto e com o próprio", concluiu Ana Gomes. (fonte)

O "padre" Ricardo com mais carga nos ladrões albuquerquistas , no CORREIO da MADEIRA.

Muito bem ! Aplaudimos! e apoiamos!



Eis os quatro candidatos a presidente da Comarca da Madeira. Será que o povo vai votar neles?

 Cada um destes ilustres senhores juízes ganha 5 mil euros por mês + 800 € também por mês, para ajuda da renda da casa. 

 Um deles será "eleito " presidente da Comarca da Madeira (mas o povo não tem direito a votar na sua escolha) . Depois arrogantemente dizem que são Órgãos de Soberania e que julgam em nome do povo.

  Deixem-nos rir! com esta palhaçada!

 Destes ilustres senhores juízes o que for "eleito" para presidente da Comarca da Madeira  irá abarbatar 7 mil € por mês + uma infinidade de mordomias. 

Não interessa. O povo paga isso tudo!

 Só o Conselho Superior da Magistratura é que  tem direito a voto (em nome do povo) para escolher o novo Juíz "Órgão de Soberania" para presidente da Comarca da Madeira.

  Com esta admirável lição de democracia directa lamentamos não termos todos direito a voto nesta "importante" matéria.

 Se a redação do Pravda ilhéu tivesse direito a voto escolheria com certeza para "presidente"da Comarca o"Órgão de Soberania" Teresa de Sousa, uma vez que ela tem imensa folha de serviços, cujo ponto alto foi dar 3 anos e meio de prisão ao Coelho e ajudar a juíza Carla Meneses a absolver o corrupto Avelino Farinha, no célebre caso da mega-burla dos 35 milhões de euros de facturas falsas.


Muito bem "padre" Edgar


Só é pena que a maioria desses trabalhadores que estavam nessas empresas e agora são descartados com o lay of são votantes fervorosos na sua larga maioria nos partidos do  Sousa PSD, PS e CDS/PP