sábado, 3 de dezembro de 2016

Grande verdade do famoso escritor brasileiro Paulo Coelho

 O regime "democratico" burguês  é muito eficaz a trabalhar esta questão. Por isso os ricos vendem a ideia que "dos piores sistemas este é o menos mau" esta ideia é defendida nas maiores e mais prestigiadas escolas de economia do mundo.
Paulo Coelho
Escritor
Paulo Coelho de Souza é um escritor, letrista e jornalista brasileiro. Sua obra O Alquimista é o livro brasileiro mais vendido de todos os tempos e é considerado um importante fenômeno literário do século XX

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Faleceu na Austrália a velha glória do Sport Club Santacruzense: José Joaquim França

«José Joaquim França

O nosso “Embaixador” em Camberra – Austrália

O amigo e grande Santacruzense José Joaquim França deixou o mundo dos vivos! Que a sua alma descanse em paz eterna!

 À sua mulher, filho, irmão Gil França e restante família os meus sentidos pêsames.Um homem bom, um grande amigo e um enorme Santacruzense!

 Em sentida homenagem publico as fotos da minha visita oficial à Cidade onde vivia e onde me recebeu, na companhia do seu irmão Bráulio França e amigo José Ferreira também já perecidos.

 Com saudade e consideração um forte abraço eterno e até sempre meu bom amigo Zé Joaquim!»






 Redação de blog Pravda

  Falecimento da velha glória do Clube, o José Joaquim. Recordando também o grande santacruzense Braúlio França seu irmão também ele grande atleta e dirigente do nosso clube.Aqui temos as fotos da visita de Luís Gabriel e Braúlio França à Austrália.José Joaquim era também irmão do ex-deputado do Partido Socialista Gil França a quem apresentamos sentidas condolências. Obrigado José Joaquim por aquilo que fizeste por nós. Muito Obrigado. Até breve! ( A nossa vida terrena é de fato uma passagem. Nada podemos contra a morte, essa eterna inimiga do Homem!)







Velhinho campo de Futebol Municipal onde no passado jogou José Joaquim antes de partir para a Austrália

 Seis personalidades do regime jardinista que hoje irão estar presentes no jogo do Marítimo-Benfica que inaugurará a nova bancada do Estádio dos Barreiros

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

A maçonaria faz as leis e os juízes corruptos aplicam-nas

Votar significa manifestar uma preferência partidária e delegar poder a pessoas ou partidos políticos para nos representarem. Delegamos a responsabilidade a outros e responsabilizamo-nos a aceitar que tudo aquilo que a pessoa ou partido faz, independentemente se o faz bem ou mal, tenha o nosso acordo. Também significa aceitar e estar de acordo com o sistema político do país, e no caso português é a democracia representativa. Existem países que praticam outro tipo de democracia, ou seja, a democracia participativa.
O que é a democracia?O termo origina-se das palavras gregas δῆμος (demos ou “povo“) e κράτος (kratos ou “poder“). Portanto, democracia é a forma de governo em que asoberania é exercida pelo povo.
O que é a cleptocracia?Cleptocracia, é um termo de origem grega, que significa literalmente, “Estado governado por ladrões”, cujo objectivo é o roubo de capital financeiro dum país e do seu bem-comum. A cleptocracia, ocorre quando uma nação deixa de ser governada por um Estado de Direito imparcial, e passa a ser governada pelo poder discricionário de pessoas, que tomaram o poder político nos diversos níveis e que conseguem transformar esse poder político, em valor económico, por diversos modos.
A fase “cleptocrática” do Estado ocorre, quando a maior parte do sistema público governamental é capturada por pessoas que praticam corrupção política, institucionalizando a corrupção e os seus derivados, como o nepotismo e o peculato, de forma que estes delitos ficam impunes, devido ao facto que todos os sectores do poder são corruptos, desde a Justiça, aos funcionários da lei e todo o sistema político e económico.
O que é a democracia representativa e participativa?A democracia é directa ou participativa, quando o povo expressa sua vontade por meio do voto directo. Usa referendos regularmente e participa activamente nas políticas do país.
Na democracia representativa o povo exprime a sua vontade elegendo representantes que tomam as decisões políticas em seu nome. É o que se pratica em Portugal.


Alberto João faz sugestão aos renovadinhos:Candidatem o cervejeiro à CMF!

 Alberto João chama à secretária Rubina Leal a «miss solidária» e aconselha os Renovadinhos do Albuquerque a candidatarem à CMF o Miguel de Sousa a quem chama de «cervejeiro». Alberto diz que chegou à hora de Miguel Sousa provar nas urnas aquilo que vale. (ver renovadinhos AQUI)

Cromos do post de hoje
sem malicia(ao lado direito)
Cervejeiro foto de cima

Miss solidária

Mais um caso vindo de Angola. Pois só mesmo em Angola.


"DENUNCIA PÚBLICA!

RECLUSAS NO ESTABELECIMENTO PRISIONAL DO KUANZA-SUL SÃO OBRIGADAS A FAZER SEXO COM OS CHEFES DOS RECURSOS HUMANOS E CONTROL PENAL PARA PODEREM SAIR EM LIBERDADE


Segundo uma denúncia feita por um familiar de uma das vítimas, a sua sobrinha sai da cadeia com um filho de 4 meses de idade coisa impossível segundo os familiares sendo que a Santa como é chamada ficou 4 anos privada de liberdade e quando sai e para a agonia dos familiares com um filho nos braços recém nascido.

Foi mantido este segredo à todos principalmente a minha família pois me obrigaram a fazer um aborto sobre ameaça se não tirares vamos te envenenar, e mesmo assim não aceitei. Segundo ela, dormiu com 4 chefes em dias diferentes e como estava presa não tinha como me cuidar tomando pílulas e com toda certeza quem me engravidou foi o chefe do Recursos humanos de nome Dani dizia ela chorando.

Esta pratica que já é constante principalmente se a reclusa tiver uma boa aparência e bom corpo é obrigada a dormir com alguns chefes do Estabelecimento. Depois de cumprir a sua pena e quando o mandato de soltura é encaminhado para soltar um preso os chefes guardam e aliciam as reclusas, e só dão a soltura se em troca passar a noite com os chefes e se não aceitar muitas ficam presas por mas 1 ano ou meses, e caso a família reclamar no Tribunal eles alegavam que ela esta cumprir uma indisciplina por ter lutado ou roubado.

Peço a quem de direito que ponham fim a esta pratica pois para além de sermos abusadas sexualmente somos obrigadas a trabalhar como empregadas doméstica sem remuneração nas casas dos chefes que esta ao lado do Estabelecimento Prisional no bairro Jorge Boa Vida e na ausência da sua mulher e dos filhos nos obrigam dormir com eles sem camisinha em troca de comida. (agora aguenta)

A última entrevista do treinador Caio Júnior antes da tragédia que o tirou do mundo dos vivos


Veja fotos da SIC AQUI




Coelho denuncia: Partido Juntos Pelo Povo com duas caras."Amigo da onça" dos pescadores!




O Partido Trabalhista Português (PTP) acusou hoje o PSD e o JPP de serem, respectivamente, “inimigos” e “falsos amigos” dos pescadores, nomeadamente os da pesca lúdica.Numa acção realizada em Câmara de Lobos, o deputado José Manuel Coelho, lembrou que estes partidos fizeram aprovar no parlamento regional um documento que proibia a pesca lúdica, “isto é, punha graves restrições à pesca que se pratica em Câmara de Lobos e um pouco por toda a ilha”, ficando “praticamente impedidos de comercializar o peixe e de passar a terceiros”, acusa.No seu entender, ao ficarem restringidos a pescar apenas 10 kg de peixe e obrigados a pagar uma taxa, que “agora é dois euros, mas daqui a quatro anos pode ser 20 ou 30 euros”.

José Manuel Coelho lembra que o JPP votou ao lado do PSD no regulamento e ainda forma mais longe com outras restrições, frisando que esta situação revelou serem “mais papistas que o papa”, acusa, pois “vieram a Câmara de Lobos vender gato por lebre, que agora prejudica centenas de famílias, pois o pescador desempregado acaba por ficar sem poder sustentar a sua família, quando era o único meio de sustento”, conclui..(diário)

PTP desmistifica com documentação clara e objectiva a polítca inconsequente dos JPP no Blogue do Calisto

Reacção ao contra-ataque do JPP sobre pescas





JPP quer jogar areia 
para os olhos dos pescadores

O Partido Trabalhista Português, na Assembleia Legislativa da Madeira, vem por este meio reafirmar a posição tomada, publicamente, em relação ao JPP no que concerne ao diploma de iniciativa do Governo que regula a pesca com fins lúdicos.

Como prova disso, abaixo indicamos, as atas da 3º Comissão Especializada Permanente de Recursos Naturais e Ambiente, nas quais verificamos as propostas de alteração da autoria do JPP, em relação ao diploma em questão, bem como a votação favorável em relação às propostas de alteração do PSD:




O arquiteto Gualberto Fernandes é também deputado na ALRAM, natural da freguesia dos Canhas concelho da Ponta do Sol. Atualmente nem precisa do vencimento de deputado para viver. Ganhou imenso dinheiro quando foi arquiteto da CMPS (Câmara da Ponta de Sol) e mais tarde arquiteto na CMF. Durante a febre imobiliária dos anos 90 enriqueceu graças ao tráfico de influências que exercia no meandros do poder ligados ao governo e às câmaras do PSD para conseguir a aprovação de imensas construções que violavam os planos diretores Municipais afim de servir os patos bravos que gravitavam todos à volta do PSD que com a ajuda dos juízes dos tribunais e magistrados do MP faziam tudo aquilo que queriam e ninguém os poderia deter fosse onde fosse.
Gualberto Fernandes além do vasto património que detém na Região, possui quintas no Brasil. Bom proveito lhe faça! "O mundo é dos espertos" tal como diz o nosso povo. (ver aqui a aprovação do diploma que restringe a pesca lúdica)

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

A história repete-se 70 anos depois: Em 1936 mulheres presas na Madeira pelo Salazar. Em 2016 Maria Lurdes no chamado regime "democrático"

 Passados 70 anos a situação das liberdades direitos e garantias, volta à estaca zero em Portugal; regressamos ao Salazarisnmo do século XXI

Maria de Lurdes Lopes Rodrigues, presa em Tires por delito de Opinião em 2016, é a presa nº 4
Em 1936 são 10 camponesas madeirenses presas na cadeia das Mónicas em Lisboa por terem participado na Revolta do Leite descontentes com uma lei do Salazar contra os laticínios.


 Foto acima mostra a relação das presas madeirenses aprisionadas na cadeia das Mónicas











Cadeia das Mónicas onde estiveram presas as mulheres madeirenses

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Miguel Urbano Rodrigues escreveu acerca de Cuba e do glorioso FIDEL

 

O revolucionário cubano não podia então prever que essa situação, que o preocupava, iria manter-se por muitas décadas.

A doença que o levou agora a transferir a chefia do Estado e do Partido para o irmão desencadeou a nível mundial uma avalanche de opiniões contraditórias sobre o homem e a sua intervenção na História. Raramente em vida de um estadista célebre se escreveu e falou tanto sobre ele como agora sobre Fidel.

Ele foi na segunda metade do século XX o dirigente do Terceiro Mundo que maior influência exerceu pela palavra e pela acção no rumo de acontecimentos que marcaram o processo da descolonização e as lutas contra o imperialismo.

A meditação sobre a temática do poder pessoal acompanha-o desde a juventude.

Creio que foi sincero ao definir como perigoso o excesso de autoridade concentrada num dirigente. Foram as próprias circunstâncias da História que o investiram de um poder cada vez maior que não ambicionava.

Fidel tinha lido na universidade os clássicos do marxismo. Estudou-os depois na prisão. Mas a sua opção pelo socialismo resultou do movimento, da dialéctica da História.

O atentado terrorista que fez explodir [o navio] La Coubre e a invasão mercenária de Playa Giron, ideada e financiada pelos EUA, ocorreram numa época em que o brado soy y seré marxista-leninista, que alarmou Washington, expressou mais a decisão de defender a Revolução situando-a no campo socialista, do que propriamente uma opção ideológica.

Fidel insistiu muitas vezes no significado que sempre atribuiu à avaliação da correlação de forças. Ao reconhecer que em Cuba foram cometidos muitos erros tácticos na condução do processo, conclui que não identifica um só erro estratégico importante. O mérito, acrescentarei, é seu.

Já na Sierra Maestra durante a luta armada, ele revelara dotes de um grande estratego. Mas foi posteriormente que, na confrontação permanente com o imperialismo, desenvolveu uma capacidade extraordinária de compreender o movimento da História nos momentos em que o seu rumo se define.

Escolha dolorosa 

Isso aconteceu concretamente na fase crítica em que a Revolução, numa guinada brusca, rompeu com o discurso e a praxis dos anos da utopia para fazer uma escolha dolorosa. Cuba estava à beira do desastre económico e o único país que lhe estendeu a mão foi a União Soviética. Sem essa aliança tudo se teria afundado. Naturalmente o preço foi muito alto. A Revolução entrou num período cinzento – assim lhe chamaram – num processo de burocratização que atingiu duramente a intelligentsia, sufocou o debate de ideias e a criatividade em múltiplas frentes.

Mas não havia alternativa.

Até o Che, o homem novo do futuro, na definição de Fidel, o companheiro entre todos admirado e querido, que tinha sobre o mundo um olhar nem sempre coincidente, reconheceu na sua carta de despedida, ao partir para a aventura africana, que lamentava não se ter apercebido mais cedo das capacidades de liderança e de visão estratégica que faziam do comandante um revolucionário incomparável, único.

Lenine emergiu como um líder incontestado na mais brilhante geração de revolucionários profissionais europeus do século XX. Fidel não foi tão afortunado, nem isso era possível.

O núcleo de quadros revolucionários do Exército rebelde era insuficiente para enfrentar após a vitória os desafios colocados pela História. A geração que acompanhou Fidel forjou-se em circunstâncias muito adversas num pequeno país já bloqueado pelos EUA, vítima de uma guerra não declarada.

A excepção Fidel 

Alguns historiadores criticam em Fidel um voluntarismo que nunca conseguiu dominar. Esse voluntarismo marcou-lhe aliás a intervenção nas lutas do seu povo desde os anos da Universidade. A própria definição que Fidel apresenta do "marxismo martiano" como síntese do materialismo dialéctico e do idealismo que vinha de Luz Caballero y Varela confirma uma evidência: a Revolução Cubana configura um desafio à lógica da História. Assim aconteceu com Moncada, com a aventura do Granma, a luta na Sierra, e o choque posterior com o imperialismo norte-americano. A decisão de resistir e a coragem do povo cubano no combate que confirmou ser possível a resistência serão recordadas pelo tempo adiante como acontecimentos épicos da História da humanidade.

Ora o épico não pode ser explicado pela razão.

Para compreendermos a excepção Fidel, os tratados de ciência política são insuficientes.

Identifico nele uma síntese de heróis mitológicos e de heróis modernos que o inspiraram num batalhar que já se tornou História.

Fidel traz à memória Aquiles, Martí e Bolívar.

Do aqueu e do venezuelano herdou a coragem sobre-humana e a fome dos desafios ao impossível aparente. Mas a sede de glória, que acompanhou Bolívar, nunca o fascinou e a desambição foi sua companheira permanente. Contrariamente a Aquiles não atravessou o mar para destruir as Tróias contemporâneas. A sua gente atravessou um oceano mas para levar solidariedade a povos que se batiam pela liberdade.

Do cubano Martí aprendeu que revolução alguma pode vencer sem fidelidade a uma concepção ética da vida, sem amor pela humanidade. E, por humano, apresenta também alguns defeitos dos três.

Ao escrever estas linhas recordo uma conhecida afirmação sua: o dever do revolucionário é fazer a revolução.

Poucos homens em milénios de História colocaram com tanta coerência a sua vida ao serviço desse objectivo, erigido em infinito absoluto.

Imagino-o na sua cama, no hospital, insensível ao vendaval de calúnias desencadeado pela sua doença e tocado pelo furacão simultâneo de afecto, respeito e admiração.

Os revolucionários de todos os povos, onde quer que se encontrem, desejam-lhe um rápido restabelecimento. Agradecem-lhe o que fez pela humanidade.

Quase carregou o Estado e o Partido às costas em períodos de crise. E isso foi negativo. Por ter consciência da lei da vida, sabe que exigiu de si muito mais do que podia e devia. Exagerou.

Recuperada a saúde, poderá ser ainda por longos anos uma consciência actuante da humanidade revolucionaria se, distanciado de esgotantes tarefas do quotidiano, utilizar o tempo para transmitir ao seu povo e ao mundo o saber e a experiência acumulados, a sua lição de moderno Aquiles, de discípulo de Bolívar.

El comandante 

Vivi oito anos em Cuba. Mais de uma vez, escutando durante muitas horas os seus discursos na Praça da Revolução em Havana, ou em comemorações do 26 de Julho noutras cidades da Ilha, me interroguei sobre a contradição entre um poder pessoal enorme, minimamente partilhado a nível decisório, e o humanismo de quem o exercia, identificável no amor pelas crianças e na solidariedade com os oprimidos e excluídos de todo o planeta.

Comportam-se como hipócritas conscientes aqueles que por ódio ou fanatismo ideológico qualificam Fidel de ditador brutal e sanguinário, de tirano feroz.

Sabem que a acusação é falsa 

Quem conhece um pouco Cuba não ignora que existe uma relação de afecto profundo entre o povo cubano e el comandante en jefe. Ele é amado pela esmagadora maioria dos seus compatriotas. Depositam nele uma confiança absoluta. É um sentimento que não cultivou e talvez o inquiete por estar consciente de que qualquer dirigente, por mais dotado e sábio que seja, não pode substituir o colectivo como sujeito transformador da História.

Não há calúnia mediática que resista à prova da vida. Definir como ditador um dirigente amado por um povo que governa há quase meio século é um absurdo maldoso. O consenso entre o governante e a sua gente ridiculariza a diatribe forjada pelos seus inimigos.

A grandeza de Fidel teria obviamente de desencadear campanhas de ódio. Mas não fez surgir somente inimigos e caluniadores. É inseparável também do aparecimento de uma geração de epígonos. Em Cuba e pelo mundo afora eles apareceram. Ora a tendência para a glorificação incondicional dos grandes homens é sempre negativa. Porque não há governante perfeito. E Fidel sabe disso e não gosta que vejam nele um super-homem.

Ele é o que é, um ser mortal, modelado por uma vontade de aço, uma inteligência excepcional, e uma fome insaciável de humanização revolucionária da vida, mas com uma lúcida percepção das limitações da condição humana. 
[*] O presente artigo, anterior ao falecimento, foi publicado no Avante! e no Granma. 

O original encontra-se em www.odiario.info/um-revolucionario-incomparavel-fidel-um-aquiles/ 


Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .


Cromos do dia da RTP/Madeira

Albuquerque visita S. Vicente e foi convidar o Garcês para vir de novo para o PSD


Olha a menina Rubina Berardo: Não se contenta com "meio hospital"!



Albuquerque sempre ao lado do seu adjunto o "sem malícia"!

Olhem o visual do filhote do Jaime Ramos.
Eh pá, que cara-má, mete terror às criancinhas!
Olha a Cristina Pedra.(hoje apresentou-se com um penteado "foleiro").
Esta vem à Madeira prender o Alberto João e todos os ladrões do "cuba livre"

Vejam o nosso "contabilista"!

Rubina Leal toda concentrada, numa sessão de esclarecimento do PSD na freguesia do Monte

Grande doutor cirurgião!

O Guarda redes Boeck escapou por milagre do desastre aéreo esta tarde na Colombia. Bem se pode dizer, que este homem nasceu duas vezes!