quarta-feira, 23 de novembro de 2016

A maçonaria através do MP volta a perseguir José Manuel Coelho

José Manuel Coelho compareceu nos serviços do MP do Tribunal de Santa Cruz, hoje pelas 10 h 30m afim de ser ouvido em vídeo-conferência na qualidade de arguido em processo de difamação agravada.

 O atual Coordenador do DIAP na Comarca da Madeira dr. Nuno António Gonçalves foi encarregado de chamar Coelho a depôr como arguido num processo do DIAP do Tribunal da Relação de Lisboa através de vídeo-conferência por alegadamente ter difamado as magistraturas do Ministério Público em declarações feitas no Diário de Notícias do Funchal do dia 11 de Jan.2012 cujo conteúdo apresentamos num foto aqui abaixo deste têxto. Nessa altura Coelho denunciou a procuradora Maria Antunes Gameiro de com a conivência de Miguel Albuquerque então presidente da CMF ter construído uma vivenda clandestina em pleno Parque Natural da Madeira junto aos terrenos da Fundação Social Democrata na serra do Poiso concelho do Funchal. Ora isto tudo aconteceu pelo facto desta senhora procuradora viver maritalmente com o sr. Fernando da Mata assessor de Miguel Albuquerque na Câmara do Funchal.Na altura em que Coelho faz estas declarações a então coordenadora do MP na Madeira a sr.ª Isabel Maria Fernandes Dias instaura um processo por difamação ao deputado José Manuel Coelho acusando de difamação a pessoa colectiva punido no art.º 187 do CP. Do outro lado da linha da vídeo conferência (em Lisboa) estará a procuradora da "maçonaria" dr.ª Anabela Abrantes Magalhães.Tal diligência ficou adiada por Coelho ter recusado os serviços da advogada oficiosa Sandra Narciso uma vez que tinha o seu próprio advogado dr. Norberto Baptista e este por estar num julgamento do Tribunal do Funchal não poder comparecer em Santa Cruz para acompanhar Coelho no interrogatório feito pela vídeo conferência a partir de Lisboa. A diligência ficou adiada para uma data posterior a combinar com o advogado do Coelho.

O processo em Santa Cruz tem o nº434/16.9T9SCR

O mesmo Processo no DIAP de Lisboa tem o nº2126/12.9TDLSB



Bertino Freitas foi o técnico de justiça do MP de Santa Cruz que atendeu Coelho esta manhã. (este escrivão natural de Gaula) é um grande apoiante da luta de José Manuel Coelho na RAM por uma justiça mais decente.


Dr. Norberto Baptista é grande defensor de Coelho perante estas poderosas investidas da maçonaria portuguesa.

Outra denúncia de Coelho que irritou o MP e os senhores do "avental"

PTP denuncia caso à Procuradoria

 O deputado José Manuel Coelho deslocou-se ontem à Procuradoria-geral da República para entregar um processo que, segundo ele, foi arquivado na Madeira por magistrados que considerou "corruptos". 



 Segundo o deputado, "a Polícia Judiciária do Funchal está farta de investigar casos de corrupção ligados a figuras do regime jardinista, que, depois de entregues ao Ministério Público, são arquivadas", denunciou. O caso que levou à PGR e do qual, conforme garantiu, deu conhecimento a uma funcionária, "não foi arquivado por falta de provas, porque a PJ reúne as provas necessárias".O caso, bem como outros de que diz ter conhecimento, foi arquivado "por tráfico de influências junto dos magistrados do Ministério Público, dado que a maioria deles é corrupta", afirmou.

O processo que foi dar a conhecer tem, segundo o deputado, o número 496/07.0DAFUN. Trata-se de um processo que envolvia "uma figura grada do regime jardinista" e um padre católico. Os arguidos do processo, segundo garantiu, eram acusados de realizar cursos com benefício de subsídios europeus, de forma meramente virtual, ou seja, os cursos não se realizavam, mas uma determinada empresa recebia os dinheiros europeus. A empresária em causa, acusou, realizava verdadeiras "manigâncias, só para sacar dinheiro da União Europeia", estando, afirmou, de comum acordo com um padre de uma paróquia da costa norte da ilha. O caso, disse, "foi denunciado por alguém do PSD", e foi investigado pela PJ. Mas o caso foi arquivado na 2.ª secção de Ministério Público do Funchal. "Actualmente esse processo encontra-se a dormir desde 2007 nos arquivos da comarca de S. Vicente", atirou. Coelho garante que "havia provas que incriminavam os arguidos", mas que o magistrado do MP arquivou-o indevidamente. (diário)

José Manuel Coelho quer fim das 'sociedades secretas'

O presidente do PTP-M, José Manuel Coelho defendeu hoje o fim das «sociedades secretas» em Portugal e preconizou a obrigatoriedade de todos os políticos declararem se pertencem à maçonaria.

 Eu acho que as sociedades secretas têm que ser banidas, num país livre e democrático não pode haver sociedades secretas. essas sociedades secretas justificavam-se talvez no tempo do salazar, em que não havia liberdade, agora não se justificam», afirmou josé manuel coelho, em declarações à lusa, em lisboa, onde se deslocou para pedir a reabertura de um processo de corrupção arquivado em 2007 pelo ministério público da madeira.
defendendo que «devia ser obrigatório» os políticos declararem se pertencem à maçonaria, o presidente do ptp-m acusou «essas sociedades secretas» de fazerem a defesa da «corrupção, da alta finança» e de «exercerem tráfico de influência nos tribunais e no ministério público».
«um político que pertence à maçonaria não é de confiança. estão feitos com os grandes senhores do dinheiro e praticam actos que escondem de todos os portugueses, porque se não fosse assim não pertenciam às sociedades secretas», frisou.
sobre a sua deslocação até à procuradoria-geral da república, em lisboa, josé manuel coelho adiantou que se tratou de uma acção para «denunciar a corrupção na justiça portuguesa».
«nós hoje temos uma justiça completamente subordinada aos interesses da classe dominante, não é ao serviço de portugal de abril, não é ao serviço dos portugueses, não é ao serviço da democracia, mas é ao serviço da maçonaria, dos banqueiros e dos grandes senhores do dinheiro e dos ladrões de colarinho branco», disse.
e, acrescentou, porque «a madeira é um feudo que não escapa à regra», na região autónoma a maioria dos magistrados «são corruptos e estão feitos com o poder jardinista, que é a classe dominante».
insistindo nas críticas aos magistrados que são enviados para madeira, o presidente do ptp-m lamentou que a maioria arquive as investigações que a polícia judiciária faz à corrupção.
josé manuel coelho deu como exemplo o «caso paradigmático» de maria cristina pedra, uma empresária madeirense ligada ao negócio da administração do porto do funchal.
segundo o presidente do ptp-m, a polícia judiciária investigou durante um ano uma das empresas de maria cristina pedra - a gest líder - depois de uma denúncia sobre alegadas irregularidades com a utilização de fundos europeus para financiar projectos de formação profissional.
contudo, o processo acabou por ser arquivado pelo ministério público a 15 fevereiro de 2007, acrescentou josé manuel coelho, defendendo a reabertura do processo.
nesse sentido, o presidente do ptp-m entregou na procuradoria-geral da república um pedido para a reabertura do processo contra maria cristina pedra.

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