Ivo Rosa queria libertar psicólogo suspeito de abusar de paciente menor, mas foi travado por juízas.
Ivo Rosa ganhou notoriedade como juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal
Foto: Gerardo Santos / Arquivo
Ivo Rosa ganhou notoriedade como juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal
Foto: Gerardo Santos / Arquivo
O desembargador Ivo Rosa defendeu que um psicólogo de Alenquer, em prisão preventiva por alegado abuso sexual de uma adolescente que era sua paciente, deveria ser libertado e sujeito só a termo de identidade e residência. Mas a posição do juiz, conhecido por ser especialmente sensível aos direitos, liberdades e garantias dos arguidos, não vingou. Maria do Carmo Lourenço e Ana Paula Guedes, que compunham o coletivo do Tribunal da Relação de Lisboa (TRL), entenderam que o psicólogo poderia ficar, quando muito, preso em casa.
A data dos factos (2022-2024), a vítima tinha 16 e 17 anos. Num quadro de especial vulnerabilidade, por já ter sido abusada anteriormente, procurou apoio psicológico numa clínica de Alenquer onde o arguido, de 46 anos, se terá aproveitado da sua fragilidade para praticar atos de natureza sexual em consultório e trocar fotografias e vídeos íntimos ao longo de mais de dois anos.
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