domingo, 3 de março de 2024
sábado, 2 de março de 2024
José Manuel Coelho sozinho em ação de rua do Partido Trabalhista Português em Lisboa
José Manuel Coelho sozinho em ação de rua do Partido Trabalhista Português em Lisboa
Pelas 12h00, hora marcada no comunicado enviado à comunicação social, José Manuel Coelho apareceu sozinho junto à estátua de D. José I, no Terreiro do Paço, quase passando despercebido sem o habitual aparato das ações de campanha eleitoral. "Aquilo [a Lusa] é um órgão inútil, aquilo devia ser transformado", apontou José Manuel Coelho, justificando a alegada inutilidade da agência de notícias por "não cumprir as funções para a qual foi criada, que é difundir notícias".
"Eles não difundem, é só para subscritores".
Explicando que, enquanto "homem de Abril", é contra os despedimentos, o candidato do PTP propôs que se fechasse a agência e que os jornalistas da Lusa fossem distribuídos por outros órgãos de informação estatais e, para os que não aceitassem, sugeriu a transformação da agência noticiosa "num lar de terceira idade".
A RTP também foi alvo do descontentamento do candidato do partido que obteve 3.616 votos nas últimas eleições legislativas, acusando responsáveis da rádio e televisão públicas de usarem "o lápis azul" (numa referência à censura durante o regime do Estado Novo), por não transmitir os pequenos partidos em horário nobre.
"Os portugueses têm de estar alertados, que, muitas vezes, estes senhores dos órgãos de informação são tudo menos sérios, porque impedem -- não é todos -- mas eles impedem que a mensagem dos pequenos partidos chegue aos portugueses", acusou.
Questionado sobre a mensagem que o seu partido quer passar, José Manuel Coelho destacou a reforma no sistema de Justiça, defendendo a eleição dos juízes do Tribunal Constitucional, que acusou de "roubar" os partidos sem assento parlamentar.
Já na área da Saúde, o candidato defendeu o fim do financiamento do Estado aos "ladrões da medicina privada" e a exigência de registo de ponto dos médicos no Serviço Nacional de Saúde (SNS), para controlar o número de horas de trabalho.
Quanto a ideias para fazer crescer a economia e criar mais emprego, José Manuel Coelho defendeu o aumento do salário mínimo para 1.100 euros na próxima legislatura.
O candidato José Manuel Coelho apresentou na sexta-feira uma queixa à CNE contra a Lusa por ter dado uma entrevista à agência noticiosa que só foi "facultada aos órgãos de informação que são subscritores da Lusa" e a que "o grande público não teve acesso".
A Direção de Informação da Lusa respondeu à CNE que "o processo descrito corresponde inteiramente ao normal funcionamento da Lusa, que fornece conteúdos jornalísticos aos órgãos de comunicação social e não ao grande público". (cm)
José Manuel Coelho, acha que a sede da agência LUSA em Lisboa deveria ser convertida num lar para a terceira idade
José Manuel Coelho do PTP deu hoje uma conferência de imprensa para denunciar aquilo que considera ser o lápis azul da rtp1 e da agência lusa.
O antigo presidente da república Jorge Sampaio dizia que para ele não havia cidadãos dispensáveis, mas para o José Manuel Coelho que pensa ao contrário do que pensava o ex- presidente, há cidadãos dispensáveis a saber: Nicolau Santos, presidente do conselho de administração da RTP, António José Teixeira, director de informação da RTP, e o diretor da agência lusa. Assim como também o pivô reacionário da RTP, José Rodrigues dos Santos.
A agência lusa deve fechar e ser transformada num lar de 3ª idade. Os jornalistas devem ser colocados a cuidar dos velhinhos para assim fazerem serviço público que seja útil à comunidade!
Assim como também os 13 juizes do tribunal constitucional porque através da entidade de contas penhoram abusivamente o dinheiro das contas dos pequenos partidos. Inventam multas, coimas e contra-ordenações para penhoram o dinheiro das contas de campanha dos pequenos partidos.
Por isso mesmo o PTP não tem dinheiro para comprar bandeiras e mandar fazer panfletos e cartazes para distribuir pelos eleitores. Por isso a nossa mensagem não passa para as pessoas ou seja para o grande público e depois não conseguimos os votos. São sempre os mesmos partidos a elegerem deputados para a AR. Digamos que os pequenos partidos são sempre ostracizados ou seja: são sempre os "coitadinhos da Silva".
Abaixo os juízes fascistas e reacionários do TC que ordenam penhoras e roubos de dinheiro das contas dos pequenos partidos e absolvem os grandes ou seja os grandes partidos do sistema! Sendo fortes com os fracos e fracos com os grandes. Os directores da RTP são pessoas indígnas porque cobram 3€ a cada cidadão consumidor na conta da luz e depois não fazem serviço público. Antes pelo contrário fazem algo mais grave: Ou seja, aplicam o lápis azul, a censura tal como faziam os censores salazaristas do tempo do estado novo.
Abaixo a reação e as forças antidemocráticas deste país, não passarão ! Viva o PTP! Viva o 25 de Abril!
José Manuel Coelho sozinho em ação de rua do PTP em Lisboa e sem contactar populares
José Manuel Coelho deixou criticas aos meios de comunicação social, em particular órgãos públicos. Descreveu a Lusa como "inútil" e acusou responsáveis da RTP de usarem "o lápis azul".
O dirigente do Partido Trabalhista Português (PTP), José Manuel Coelho, participou este sábado sozinho numa ação de campanha para as legislativas, em Lisboa, na qual não contactou com qualquer popular, falando apenas à comunicação social, da qual se queixou.Pelas 12h00, hora marcada no comunicado enviado à comunicação social, José Manuel Coelho apareceu sozinho junto à estátua de D. José I, no Terreiro do Paço, quase passando despercebido sem o habitual aparato das ações de campanha eleitoral.
Sentado perto de um grupo de turistas, José Manuel Coelho foi abordado pela Lusa, a quem começou por recusar-se a prestar declarações, mas sublinhando que, caso aparecessem outros meios de comunicação social, a Lusa podia gravar.Com a chegada da TSF, o candidato iniciou a sua ação de rua, que se cingiu a uma declaração aos jornalistas que durou cerca de um quarto de hora, onde explicou o motivo do seu descontentamento com a comunicação social, em concreto com os órgãos públicos ou da esfera do Estado – a agência noticiosa e o grupo RTP.
“Aquilo [a Lusa] é um órgão inútil, aquilo devia ser transformado”, apontou José Manuel Coelho, justificando a alegada inutilidade da agência de notícias por “não cumprir as funções para a qual foi criada, que é difundir notícias”. “Eles não difundem, é só subscritores”.Explicando que, enquanto “homem de Abril”, é contra os despedimentos, o candidato do PTP propôs que se fechasse a agência e que os jornalistas da Lusa fossem distribuídos por outros órgãos de informação estatais e, para os que não aceitassem, sugeriu a transformação da agência noticiosa “num lar de terceira idade”.
A RTP também foi alvo do descontentamento do candidato do partido que obteve 3.616 votos nas últimas eleições legislativas, acusando responsáveis da rádio e televisão públicas de usarem “o lápis azul” (numa referência à censura durante o regime do Estado Novo), por não transmitir os pequenos partidos em horário nobre.
"Os portugueses têm de estar alertados, que, muitas vezes, estes senhores dos órgãos de informação são tudo menos sérios, porque impedem — não é todos — mas eles impedem que a mensagem dos pequenos partidos chegue aos portugueses”, acusou.
Questionado sobre a mensagem que o seu partido quer passar, José Manuel Coelho destacou a reforma no sistema de Justiça, defendendo a eleição dos juízes do Tribunal Constitucional, que acusou de “roubar” os partidos sem assento parlamentar.
Já na área da Saúde, o candidato defendeu o fim do financiamento do Estado aos “ladrões da medicina privada” e a exigência de registo de ponto dos médicos no Serviço Nacional de Saúde (SNS), para controlar o número de horas de trabalho.
Quanto a ideias para fazer crescer a economia e criar mais emprego, José Manuel Coelho defendeu o aumento do salário mínimo para 1.100 euros na próxima legislatura.
O candidato José Manuel Coelho apresentou na sexta-feira uma queixa à CNE contra a Lusa por ter dado uma entrevista à agência noticiosa que só foi “facultada aos órgãos de informação que são subscritores da Lusa” e a que “o grande público não teve acesso”.
A Direção de Informação da Lusa respondeu à CNE que “o processo descrito corresponde inteiramente ao normal funcionamento da Lusa, que fornece conteúdos jornalísticos aos órgãos de comunicação social e não ao grande público”.
José Manuel Coelho sozinho em ação de rua do PTP em Lisboa e sem contactar populares.
O dirigente do Partido Trabalhista Português (PTP), José Manuel Coelho, participou hoje sozinho numa ação de campanha para as legislativas, em Lisboa, na qual não contactou com qualquer popular, falando apenas à comunicação social, da qual se queixou.
Pelas 12:00, hora marcada no comunicado enviado à comunicação social, José Manuel Coelho apareceu sozinho junto à estátua de D. José I, no Terreiro do Paço, quase passando despercebido sem o habitual aparato das ações de campanha eleitoral.
Sentado perto de um grupo de turistas, José Manuel Coelho foi abordado pela Lusa, a quem começou por recusar-se a prestar declarações, mas sublinhando que, caso aparecessem outros meios de comunicação social, a Lusa podia gravar.
Com a chegada da TSF, o candidato iniciou a sua ação de rua, que se cingiu a uma declaração aos jornalistas que durou cerca de um quarto de hora, onde explicou o motivo do seu descontentamento com a comunicação social, em concreto com os órgãos públicos ou da esfera do Estado - a agência noticiosa e o grupo RTP.
"Aquilo [a Lusa] é um órgão inútil, aquilo devia ser transformado", apontou José Manuel Coelho, justificando a alegada inutilidade da agência de notícias por "não cumprir as funções para a qual foi criada, que é difundir notícias".
"Eles não difundem, é só subscritores".
Explicando que, enquanto "homem de Abril", é contra os despedimentos, o candidato do PTP propôs que se fechasse a agência e que os jornalistas da Lusa fossem distribuídos por outros órgãos de informação estatais e, para os que não aceitassem, sugeriu a transformação da agência noticiosa "num lar de terceira idade".
A RTP também foi alvo do descontentamento do candidato do partido que obteve 3.616 votos nas últimas eleições legislativas, acusando responsáveis da rádio e televisão públicas de usarem "o lápis azul" (numa referência à censura durante o regime do Estado Novo), por não transmitir os pequenos partidos em horário nobre.
"Os portugueses têm de estar alertados, que, muitas vezes, estes senhores dos órgãos de informação são tudo menos sérios, porque impedem -- não é todos -- mas eles impedem que a mensagem dos pequenos partidos chegue aos portugueses", acusou.
Questionado sobre a mensagem que o seu partido quer passar, José Manuel Coelho destacou a reforma no sistema de Justiça, defendendo a eleição dos juízes do Tribunal Constitucional, que acusou de "roubar" os partidos sem assento parlamentar.
Já na área da Saúde, o candidato defendeu o fim do financiamento do Estado aos "ladrões da medicina privada" e a exigência de registo de ponto dos médicos no Serviço Nacional de Saúde (SNS), para controlar o número de horas de trabalho.
Quanto a ideias para fazer crescer a economia e criar mais emprego, José Manuel Coelho defendeu o aumento do salário mínimo para 1.100 euros na próxima legislatura.
O candidato José Manuel Coelho apresentou na sexta-feira uma queixa à CNE contra a Lusa por ter dado uma entrevista à agência noticiosa que só foi "facultada aos órgãos de informação que são subscritores da Lusa" e a que "o grande público não teve acesso".
A Direção de Informação da Lusa respondeu à CNE que "o processo descrito corresponde inteiramente ao normal funcionamento da Lusa, que fornece conteúdos jornalísticos aos órgãos de comunicação social e não ao grande público". (RTP1)
sexta-feira, 1 de março de 2024
Coito Pita e Tranquada Gomes e sua relação com a Mossak da Fonseca no Panamá
Os 70 nomes portugueses nos Panama Papers já publicados
No último mês, o Expresso e a TVI, em parceria com o Consórcio Internacional de Jornalistas e Investigação, encontraram mais de 300 nomes portugueses nos ficheiros da Mossack Fonseca. A investigação levou já à publicação de 70 desses nomes. No dia em que o Consórcio torna pública uma parte substancial da base de dados, veja o balanço e a lista dos nomes já tornados públicos.
quando, às 19 horas de 9 de maio de 2016, o ICIJ – Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação torna pública grande parte da base de dados da base de dados da Mossack Fonseca, o Expresso e a TVI tinham já encontrado cerca de 300 nomes portugueses. Desses, 70 foram publicados, depois de um trabalho de investigação individual. A publicação da base de dados da sociedade panamiana, que foi alvo de uma fuga de informação para o jornal alemão “Süddeutsche Zeitung”, permite aos leitores “viajar” livremente pelo universo de offshores e entidades relacionadas.
O Expresso, em parceria com a TVI, analisou uma parte da extensa documentação da base de dados e revelou algumas das ligações a sociedades offshore de mais de 70 cidadãos e empresas nacionais. Em muitos casos, com interesses em mais do que uma offshore. Os nomes divulgados incluem quase 30 responsáveis com procurações para movimentar contas bancárias a partir de offshores, mais de duas dezenas de beneficiários e acionistas desse tipo de estruturas e mais de uma dezena de intermediários ou prestadores de serviços de apoio à criação ou compra de offshores.
Nomes como os do patrão da Bial, Luís Portela, o do advogado José Miguel Júdice, o da designer Graça Viterbo, o do dono da Gelpeixe, Manuel Tarré Fernandes, e o do empresário Pedro Queiroz Pereira surgem nos “Panama Papers” com diversos tipos de envolvimento, ilustrando bem a diversidade de atores que ao longo de anos (décadas, na verdade) se cruzaram com o secreto mundo dos paraísos fiscais.
Muitas das personalidades citadas nos registos da Mossack (alguns com meros poderes de procuração ou assinatura, outros com o efetivo estatuto de acionista) alegaram, quando contatados, não se recordar dos veículos a que ficaram associados. Por falta de memória dos visados e também por falta de informação nos ficheiros, numa grande parte dos casos a investigação não conseguiu produzir conclusões detalhadas sobre o uso das offshores pelos portugueses, os montantes movimentados, os patrimónios ocultos e os negócios feitos.
Na sua primeira edição sobre este tema, o Expresso revelou haver mais de 240 portugueses envolvidos nos ficheiros da Mossack (mas não necessariamente donos de offshores). Hoje, com o aprofundamento da investigação e após a análise de centenas de documentos, são mais de 300 os nomes de cidadãos nacionais referenciados na base de dados do Panamá. A Mossack, recorde-se, é apenas a quarta maior empresa do género).
O Expresso optou desde o início por não publicar a lista completa de nomes encontrados nos primeiros cruzamentos de informação, de forma a apenas trazer a público os casos em que fosse possível detalhar o grau de envolvimento das pessoas referenciadas e procurar o devido contraditório.
A generalidade dos casos publicados durante um mês não têm associados quaisquer indícios de ilícitos. Mas após o surgimento dos “Panama Papers”, os paraísos fiscais ganharam notoriedade. No final de abril o Ministério das Finanças publicou estatísticas sobre as transferências de cidadãos portugueses para offshores. Na última semana o PSD apresentou no Parlamento uma proposta para reforço da transparência em transações financeiras e o Bloco de Esquerda propôs um pacote de medidas para combater offshores.
NOMES JÁ PUBLICADOS PELO EXPRESSO E PELA TVI
PROCURAÇÕES OU PODERES DE ASSINATURA
Nomes que surgem na documentação da base de dados da Mossack Fonseca com procurações para representar uma determinada sociedade offshore num ou mais procedimentos. Nesta lista estão incluídas outras pessoas que mediante a sua assinatura estavam habilitadas para tomar diversas decisões pela offshore em causa (como, por exemplo, movimentar contas bancárias). Os responsáveis com poderes de assinatura em alguns casos coincidem com os beneficiários finais das empresas, noutros não.
Ângelo Correia
António Guichard Alves
António Ricciardi
BPP
Coito Pita
Fernando Lopes Lima
Henrique Monteiro da Silva
Ilídio Pinho
João Costa Carvalho
Jorge Amaral Penedo
José Castella
José Manuel Espírito Santo
José Miguel Júdice
Luís Caprichoso
Luís de Mello Champalimaud
Luís Portela
Manuel de Brito
Manuel Fernando Espírito Santo
Mário Mosqueira do Amaral
Miguel José Luís de Sousa
Patrick Monteiro de Barros
PLMJ
Ricardo Salgado
Rita Alarcão Júdice
Rui Domingues
Salvador Fezas Vital
Simmons & Simmons Rebelo de Sousa
Sofia Palhavã Champalimaud Charters Monteiro
Tranquada Gomes
BENEFICIÁRIOS E ACIONISTAS
Nomes explicitamente referenciados na documentação da Mossack Fonseca como beneficiários finais ("ultimate beneficial owners") de uma determinada offshore ou como acionistas da mesma, isto é, aqueles que tiram efetivamente partido dos bens e ativos associados às empresas offshore.
António Mota
Bernardo Maria Santos de Sampaio Nunes
Caetano de Freitas & Associados
Carlos Menezes Falcão
Ernst Alex Rosenthal
Eva Rosenthal
Francisco Cruz Martins
Graça Viterbo Abreu Loureiro
Helder Bataglia
João Rendeiro
Joaquim Mota
Jorge Cunha
José da Costa Rodrigues
José Maria Ricciardi
Lena Hotéis
Luís Horta e Costa
Manuel Fernando Moniz Galvão Espírito Santo Silva
Manuel Tarré Fernandes
Manuel Vilarinho
Maria João Calçada Bastos
Mário Miguel Simão Fernandes Silva
Miguel Vieira da Rocha
Paulo Sérgio Fernandes de Almeida
Pedro Mosqueira do Amaral
Pedro Queiroz Pereira
Ricardo Salgado
Vasco Pereira Coutinho
INTERMEDIÁRIOS E PRESTADORES DE SERVIÇOS
Nomes nas offshores monitorizadas pela Mossack Fonseca com um envolvimento distinto, seja como intermediários (agentes que promoveram a criação de sociedades offshore para os seus clientes), seja como prestadores de serviços (por exemplo, os escritórios de advogados que apenas encaminharam documentação necessária para a abertura e manutenção de empresas offshore).
Abreu Advogados
Ana Bruno e Associados
André Silva (advogado)
André Gouveia e Silva
Eduardo Peixoto Gomes
FTA Consulting
Interunion - Serviços Internacionais
Jacqueline Vieira
José António Silva e Sousa
Sontax Lda
Startrade Management
Tallantyre Consultants
Tânia Castro
TPM Tax Planning Management
TPMC Limitada
As denúncias do Tolentino o marido da deputada Olga do PS/Madeira (o jornal dos ardidos ataca forte e feio)
Expresso refere que “Vespas” foi alegadamente usada para lavar dinheiro O jornal “Expresso” publicou uma reportagem na qual refere que a discoteca “Vespas” “foi alegadamente usada durante anos como uma plataforma giratória para fazer circular dinheiro vivo entre empresários e políticos na ilha da Madeira”.
Afirma o jornal que esta “é uma das linhas de investigação seguida pelo Ministério Público e pela Polícia Judiciária nos três inquéritos-crime sobre a corrupção na Madeira que têm estado a ser conduzidos por três procuradoras do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), depois de terem sido descobertos meio milhão de euros em dinheiro vivo na casa do dono e gerente daquela discoteca durante a megaoperação de buscas feita na região a 24 de janeiro”.
“Para o MP, o dinheiro encontrado nessa casa — que é também a sede formal da empresa das Vespas, como é conhecida a discoteca — serviu para lavar dinheiro de diversas origens e com diversas finalidades”.
“Segundo a investigação”, refere o Expresso, “esse dinheiro estará ligado a Pedro Calado, ex-presidente da Câmara do Funchal e antigo vice-presidente do Governo Regional da Madeira. Calado tem sido desde 2016 copiloto de ralis na Team Vespas, equipa que representa a discoteca em competições”.
O jornal acrescenta ainda, numa reportagem da autoria de Hugo Franco e Micael Pereira: “Nas buscas a uma das firmas que deram dinheiro nos últimos anos para o carro de ralis do antigo número dois de Miguel Albuquerque, a Acin — iCloud Solutions, a Polícia Judiciária encontrou um dos sócios-gerentes no local disponível para prestar declarações. Tolentino Pereira contou aos inspetores que Calado e o seu piloto, Alexandre Camacho, têm o controlo efetivo das Vespas”.
Tolentino Pereira é o esposo da deputada Olga
Emanuel Rebelo dono da discoteca VESPAS era afinal o manager da "Lavandaria"
O jornal “Expresso” publicou uma reportagem na qual refere que a discoteca “Vespas” “foi alegadamente usada durante anos como uma plataforma giratória para fazer circular dinheiro vivo entre empresários e políticos na ilha da Madeira”.
Afirma o jornal que esta “é uma das linhas de investigação seguida pelo Ministério Público e pela Polícia Judiciária nos três inquéritos-crime sobre a corrupção na Madeira que têm estado a ser conduzidos por três procuradoras do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), depois de terem sido descobertos meio milhão de euros em dinheiro vivo na casa do dono e gerente daquela discoteca durante a megaoperação de buscas feita na região a 24 de janeiro”.
“Para o MP, o dinheiro encontrado nessa casa — que é também a sede formal da empresa das Vespas, como é conhecida a discoteca — serviu para lavar dinheiro de diversas origens e com diversas finalidades”.
“Segundo a investigação”, refere o Expresso, “esse dinheiro estará ligado a Pedro Calado, ex-presidente da Câmara do Funchal e antigo vice-presidente do Governo Regional da Madeira. Calado tem sido desde 2016 copiloto de ralis na Team Vespas, equipa que representa a discoteca em competições”.
O jornal acrescenta ainda, numa reportagem da autoria de Hugo Franco e Micael Pereira: “Nas buscas a uma das firmas que deram dinheiro nos últimos anos para o carro de ralis do antigo número dois de Miguel Albuquerque, a Acin — iCloud Solutions, a Polícia Judiciária encontrou um dos sócios-gerentes no local disponível para prestar declarações. Tolentino Pereira contou aos inspetores que Calado e o seu piloto, Alexandre Camacho, têm o controlo efetivo das Vespas”.
Tolentino Pereira é o esposo da deputada OlgaEmanuel Rebelo dono da discoteca VESPAS era afinal o manager da "Lavandaria"
PTP: Coelho defende aproximação dos salários e pensões mínimas nacionais aos valores pagos em Espanha
PTP: Coelho defende aproximação dos salários e pensões mínimas nacionais aos valores pagos em Espanha
José Manuel Coelho, candidato do PTP às legislativas nacionais de 10 de março, defendeu hoje que “Portugal tem de se aproximar dos valores pagos em Espanha nos salários e pensões mínimas”.
A necessidade destas medidas foi defendida hoje numa iniciativa realizada em Lisboa, onde o candidato afirmou “que a sua luta é em prol dos mais necessitados, ser a voz daqueles que não têm voz, dos reformados com baixas pensões, da luta pelo aumento dos salários”.
Coelho lembrou que viajou sem “acompanhantes ou bandeiras porque não tem dinheiro para pagar alimentação e viagens como fazem os grandes partidos que usam para isso o dinheiro dos contribuintes através das subvenções da Assembleia da República”.
O candidato referiu ainda que também não tem “os caciques do poder local a encher camionetas para andar atrás dele. Nem tão pouco tem o poder do Nazareno da multiplicação do pão e do peixe para alimentar os seus seguidores citando a passagem bíblica: ‘Trabalhai não só pelo pão que perece mas sim por aquele que permanece, para a vida eterna’.
O PTP, prometeu, vai “canalizar os recursos do orçamento do estado em prol dos que mais precisam e não gastar o dinheiro a salvar bancos falidos e no sorvedouro de dinheiros públicos que é por exemplo a TAP para dar empregos aos boys dos partidos do sistema”.

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