Menina,Sara Ricardo Jornalista
Indivíduo apanhado a grafitar parede em plena via pública em Santa CruzNa madrugada desta sexta-feira, um homem foi filmado na via pública, no concelho de Santa Cruz, enquanto escrevia a frase “VIVA o 1.º DE MAIO”, numa parede situada junto a uma estrada secundária.
De acordo com uma testemunha que passava no local, o indivíduo utilizou tinta de cor vermelha para inscrever a mensagem, tendo a ação sido registada em vídeo e fotografia.
Até ao momento, a identidade do suspeito é desconhecida e não há indicação de que tenha sido formalizada qualquer participação às autoridades relativamente a esta situação.
Recorde-se que este tipo de comportamento pode configurar um ato de vandalismo, enquadrado como crime público, sendo passível de procedimento criminal nos termos da lei.
https://www.jm-madeira.pt/ocorrencias/individuo-apanhado-a-grafitar-parede-em-plena-via-publica-em-santa-cruz-DC20114362
Vandalismo assinala madrugada de 25 de Abril em Santa Cruz
Várias paragens de transporte público no concelho de Santa Cruz foram alvo de atos de vandalismo durante a madrugada deste 25 de Abril, confirmou o Município através de uma nota oficial divulgada nas redes sociais.
As estruturas surgiram pintadas com inscrições como “25 de Abril Sempre”, em letras vermelhas, provocando danos visíveis em equipamentos públicos utilizados diariamente por dezenas de passageiros. As ocorrências foram registadas em diferentes pontos do concelho.
Embora a mensagem remeta para a Revolução dos Cravos e para os valores de liberdade e democracia celebrados nesta data histórica, a autarquia considera inadmissível que o património público seja usado como suporte para este tipo de ações.
“O 25 de Abril é uma data de liberdade e democracia, mas não confere o direito de vandalizar o património público”, refere o Município, acrescentando que os valores associados à efeméride devem traduzir-se em respeito pelos espaços comuns.
A Câmara Municipal condena os comportamentos registados e alerta para os prejuízos causados à população, uma vez que estes equipamentos são essenciais para quem depende dos transportes públicos no dia a dia.
Além do impacto visual e da degradação do espaço urbano, os custos de limpeza e reparação terão de ser suportados pelos cofres municipais, ou seja, por toda a comunidade.
O Município lançou ainda um apelo ao civismo e à colaboração dos munícipes na preservação dos bens públicos, reforçando que a defesa do património coletivo é uma responsabilidade de todos.
