quinta-feira, 25 de julho de 2024

Antigo secretário da Educação tem uma escola com o seu nome

 O Regime jardinista fazia o culto da personalidade tal como se faz na Coreia do Norte. Inaugura grandes obras públicas com o nome dos governantes estando os mesmos ainda vivos. Por isso mesmo o Francisco Fernandes tem uma escola profissional em S. Martinho a funcionar com o seu nome.

Francisco Fernandes é o primeiro da esquerda na foto de família do grupelho do Manuel António

Quem compõe o "conselho de redação" escolhido à pressa pelo padre Oliveira?

 


 São jornalistas muito subservientes a depender de um ordenado. Onde estão as actas das reuniões do dito conselho de redação?
 Será que foi constituido à ultima da hora para evitar as multas da ERC? 
 Estas preocupações não parecem incomodar o falso padre das esmolinhas. O que lhe interessa é estar bem com o seu patrão Luís Miguel de Sousa.
 Ricardo Oliveira sabe que o seu jornal não precisa de leitores assinantes, pois recebe todos os anos 300 mil euros do MEDIARAM. Ou seja, dinheiro dos contribuintes via Governo Regional da Madeira.
 O Jornal subsidiado está entregue a dois grandes empresários: Luís Miguel de Sousa o monopolista dos Portos e Avelino Farinha o tal grande empresário do regime que antigamente o Diário acusava de roubar pedra nas ribeiras da ilha e depois vendê-la ao governo a preços das arábias. Lá andam os contribuintes madeirenses a pagar impostos para aguentar um jornal Diário que apenas promove os negócios destes dois "capitães donatários" da ilha.
Padre Ricardo como director/editor/ditador do Diário de Notícias do Funchal, ganha mais que um deputado: 4 mil euros por mês.
Padre Ricardo e esposa na recente festa do PPD, junto do filhote do Jaime Ramos

Será que o "Conselho de Redação " do Diário fica no "Chão da Lagoa"?
A brincar um pouco, para introduzir assuntos sérios.
Ontem na versão on line, o Diário de Noticias da Madeira (DN-M) emitiu um esclarecimento em que desmente a inexistência de um Conselho de Redação. Enviei um comunicado, e como é habitual, na falta de pluralismo e de rigor pelo contraditório, não publicaram. Sintomático!
Hoje, na edição impressa, lá vem uma página inteira, totalmente dedicada à minha pessoa. Agradeço aos donos do Diário de Notícias Madeira [www.dnoticias.pt], grupos Sousa e AFA, essa estimada atenção. Mas o que é escrito não é totalmente verdade, e o que o Ricardo Freitas escreve, numa linguagem muito pessoalizada, alterada emocionalmente e emocionada, carece de verdade... o habitual.
Vejamos:
1. Como refere o site da transparência da ERC – Entidade Reguladora da Comunicação Social o Diário Noticias da Madeira (DN-M) é detido pelos Grupos Sousa/AFA, cujas áreas de domínio têm sido temas que o JPP tem apostado e intensificado a fiscalização e o esclarecimento públicos. O caso do gás engarrafado, cujo monopólio, recai sobre esses dois grupos é o tema do custo de vida do madeirense que o JPP se tem empenhado, E continuará.
2. O Diário já foi obrigado a publicar dezenas de direitos de resposta por obrigação do Regulador. Devia ter aprendido a lição! Se não é do malho é do malhadeiro?
3. A inexistência de um Conselho de Redação (CR) já é abordado pelo JPP há mais de 2 anos a esta parte, sem contudo que o DN-M tenha vindo a publico desmentir ou contradizer. Se ele existe, que o seu diretor mostre a cronologia da sua constituição e torne publico as suas atas, e nomeadamente quantas decisões tomou o CR sobre a orientação editorial e o CR concorda com a atual linha editorial do DN?
4. Que o diretor mostre a atas da constituição do CR que refere a peça de hoje e nomeadamente as suas atas.
5. De igual modo, se defende a apregoada transparência, nem que seja pelos 300 mil euros de apoios públicos (fora publicidade) recebidos anualmente, que o diretor do DN-M revele a todos os leitores as cartas recebidas das entidades reguladoras e dos organismos independentes de direito público sobre a necessidade imperiosa de um CR no Diário de Noticias-Madeira.
6. A esse respeito, em fevereiro deste ano, o Regulador instigava o Diário a operacionalizar esse Conselho de Redação. Cabe ao diretor do Diário, se defende o rigor e a transparência, a publicar essas recomendações. Ou será preciso pedir os "papelinhos".
Sendo assim, o fact chek será, na minha opinião, como muitos outros IMPRECISO.
Ou então o desejado CONSELHO DE REDAÇÁO do DIÁRIO "REINA" NO CHÃO da LAGOA! Será que ser sarcástico é alegado crime?

O deputado Carlos Pereira do PS/Madeira no famoso jornal "TAL&QUAL". Virou homem de negócios

 




Padre Ricardo das esmolinhas ameaça com Tribunal Élvio de Sousa para intimidar o JPP

 

Em defesa da liberdade de imprensa

‘Bullying político’ do JPP leva o DIÁRIO a apresentar participação a várias entidades
O secretário-geral do JPP emitiu terça-feira um comunicado, que teve tratamento jornalístico no dnoticias.pt, em que recorre novamente à mentira na tentativa de esquivar-se ao impacto ditado pelo rigor dos factos.

. Élvio Sousa começa por referir que o DIÁRIO de Notícias da Madeira (DN-M) emitiu um esclarecimento em que desmente a inexistência de um Conselho de Redacção (CR), na sequência de várias declarações suas. Ora, o esclarecimento que desmascara o agente da desinformação em curso na Região e comprova a sua total ausência de conhecimento em relação ao funcionamento deste jornal e respectivo CR sobre o qual tece levianamente considerações abusivas, postura que em nada contribui para a credibilidade de quem devia ter responsabilidades acrescidas na vida política regional, é da autoria do CR do DIÁRIO, como pode ler-se na nossa plataforma digital e no ‘Fact Check’ da edição impressa de ontem.

RESERVADO PARA SI

. Élvio Sousa atreveu-se a exibir, mais uma vez, um inaceitável ‘bullying’ político contra este meio de comunicação social ao referir que a sua manobra de desinformação vem de longe, alegando que “a inexistência de um CR já é abordada pelo JPP há mais de 2 anos a esta parte, sem, contudo, o DN-M ter vindo a público desmentir ou contradizer”. Deturpa a verdade, pelos vistos, há mais de dois anos, mas também comprova que nem lê os textos de recurso do DIÁRIO aos recorrentes direitos de resposta da ala parlamentar do JPP, pois sempre que duvidou da existência do CR do DIÁRIO, tamanha falsidade foi denunciada.

. Élvio Sousa volta a pôr em causa a existência do CR, desafiando o Director do DIÁRIO a mostrar “a cronologia da sua constituição e a tornar público as suas atas, nomeadamente quantas decisões tomou o CR sobre a orientação editorial e se o CR concorda com a actual linha editorial do DN”. Devia perceber de uma vez por todas o que a Entidade Reguladora para Comunicação Social já lhe deixou claro o que está consagrado no número 3 do nosso estatuto editorial: que “o DIÁRIO é um jornal pertencente a uma empresa privada, cuja a orientação, superintendência e determinação do seu conteúdo é da responsabilidade do Director, que subordinará a actuação deste periódico a critérios de pluralismo e de isenção, procurando manter rigorosa independência na sua tarefa de informar”. E também já devia saber que “extravasa o direito de crítica, a formulação de juízos de valor ofensivos sem demonstração de suporte factual”, como deliberou a ERC a 26 de Julho de 2023 num processo em que era queixoso. De qualquer forma, salvaguardando tudo o que diz respeito à vida interna da Redacção e da EDN, temos todo o gosto em informar o secretário-geral do JPP que na reunião do CR de 19 de Outubro de 2023 - na qual ficou definido que os direitos de resposta que apresentem falta de relação directa e útil com o texto de origem e que contenham expressões desprimorosas seriam, a partir de então, recusados - todos os conselheiros presentes concordaram com a decisão, “tendo em conta que se teme a banalização dos direitos de resposta e o desprestígio do trabalho que tem vindo a ser efectuado pelos jornalistas, dado o teor dos mesmos”. E que na reunião de 15 de Julho último, os mesmos conselheiros decidiram selar o seu mandato com a tomada de posição que entenderam tornar pública.

. Élvio Sousa insiste também num logro, ao referir que “nem que seja pelos 300 mil euros de apoios públicos (fora publicidade) recebidos anualmente” – verba decorrente do transparente, mas desactualizado MEDIARAM - estamos obrigados a tudo, como se a mesma, que é também atribuída a outros meios de comunicação social da Região e, por sinal, elogiada em todo o País, tivesse contrapartidas editoriais. É de lamentar que o secretário-geral do JPP, para além de parecer ignorar que as contas do DIÁRIO são anualmente depositadas para consulta pública na respectiva Conservatória, nem saiba em que consiste o Programa Regional de Apoios à Comunicação Social Privada (MEDIARAM) que foi aprovado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 39/2016/M, de 18 de agosto e regulamentado pela Portaria n.º 451/2016, de 21 de outubro, e aplica-se aos órgãos de comunicação social de natureza privada, com sede e difusão na Região. O programa contempla a atribuição de dois tipos de incentivos: 1. Apoio à Produção – suporta os custos com a aquisição, transporte e manuseamento do papel, impressão, manutenção de plataformas informáticas e alojamento de conteúdos, agências noticiosas e telecomunicações (comparticipação de 25% das despesas elegíveis executadas); 2. Apoio Especial ao Emprego – compensação dos custos laborais suportados pelas empresas, nomeadamente com as remunerações atribuídas aos seus trabalhadores e respetivos encargos sociais (comparticipação de 25% das despesas elegíveis executadas). Acha mesmo que 294 mil euros anuais cobrem os 2 milhões de euros de salários e os cerca de 600 mil euros relacionados com os custos de produção no DIÁRIO?

. Élvio Sousa insta “o diretor do DN-M a revelar a todos os leitores as cartas recebidas das entidades reguladoras e dos organismos independentes de direito público sobre a necessidade imperiosa de um CR no Diário de Notícias-Madeira”. Aguardamos que as mesmas instâncias nos façam chegar a alegada correspondência em questão e autorizem a publicação, pois até hoje o único posicionamento a esse nível, com uma “informação sobre conselhos de redação”, culminou num pedido de desculpas por parte da entidade que a enviou por “lapso na apreciação e interpretação de uma denúncia remetida”. Contudo, ficámos a saber desde já quem foi o autor das denúncias ou de participações que por dever de sigilo algumas entidades nunca iriam revelar.

. Élvio Sousa faz ainda uma alusão parcial ao site da transparência da ERC – Entidade Reguladora da Comunicação Social – para concluir que “o Diário Noticias da Madeira (DN-M) é detido pelos Grupos Sousa/AFA, cujas áreas de domínio têm sido temas que o JPP tem apostado e intensificado a fiscalização e o esclarecimento públicos. O caso do gás engarrafado, cujo monopólio, recai sobre esses dois grupos, é o tema do custo de vida do madeirense que o JPP se tem empenhado e assim continuará”. Nem copiar sabe, já que omite, vá lá saber-se porquê, a composição integral da estrutura accionista da EDN. Nem tem noção do que escreve como se os grupos empresariais que tanto abomina não gerassem emprego, não pagassem impostos e não estivessem expostos a escrutínio.

Diz o Povo que a mentira tem perna curta. As opiniões de Élvio Sousa têm o condão de confirmar o intuito óbvio da baixa política em recorrer a expedientes que no passado recente mereceram reparo severo a quem atentou de diversas formas contra a liberdade de imprensa e tentou condicionar jornalistas.

Assim, o DIÁRIO de Notícias da Madeira faz saber que não abdicará dos seus direitos, mesmo que conflituam com os demais, e que vai apresentar queixa junto das entidades competentes pelos comportamentos da ala parlamentar do JPP que, na nossa óptica, comprometem de forma permanente, grave e inadmissível em democracia quer o nosso direito à informação, bem como as liberdades de imprensa e de expressão.

Numa primeira fase, enviaremos toda a documentação acumulada à Presidência da República, Assembleia da República, Assembleia Legislativa da Madeira, Entidade Reguladora para a Comunicação Social, Comissão da Carteira Profissional de Jornalista, Sindicatos dos Jornalistas e Associação Portuguesa de Imprensa, e dado que em muitos expedientes levados a cabo pelo JPP há matéria para outro tipo de actuação, accionaremos os mecanismos judiciais que julgarmos por convenientes.

Apesar da manifesta campanha de difamação, o DIÁRIO de Notícias da Madeira não altera a sua postura editorial em matéria de pluralismo, dando a devida cobertura às iniciativas do JPP, seus impactos e consequências. Primeiro, porque apenas está ao serviço dos leitores. Segundo, porque não cede a chantagens e ameaças. Depois, porque não confunde o JPP com alguns dos seus protagonistas com obsessões.

Ricardo o "padre das esmolinhas" vai recorrer aos tribunais e juizas do regime para calar Élvio de Sousa.
 Eis as juizas do regime ao serviço do PPD que bem podem condenar o grande deputado Élvio de Sousa por difamação por se atrever a criticar o falso padre"traidor da Santa Madre Igreja" e o patrão dele o monopolista Luís Miguel de Sousa, o tal que obriga os madeirenses a comprar o gás mais caro que nos Açores..

quarta-feira, 24 de julho de 2024

Apenas 42 em cada 100 desempregados recebem subsídio de desemprego em Portugal e o governo tenciona agravar ainda mais a situação

 

 A ministra do Trabalho anunciou mexidas no subsídio de desemprego. O objectivo, segundo disse, ”é tentar evitar que seja mais atractivo para pessoas que beneficiam de prestações sociais, nomeadamente do regime não contributivo, ficar em casa em vez de trabalhar”. Ou seja, a justificação dos patrões. Os números oficiais são claros: o subsídio médio de desemprego varia entre 428€ (o social) e 649€ (o inicial). O desemprego é a principal causa de pobreza em Portugal. Mas o governo não ouve senão a conversa dos patrões. É para isso que lá está.


Claúdia Monteiro de Aguiar é Secretária de estado das Pescas. Um tachinho no governo da República

 Monteiro de Aguiar pai da Claúdia foi deputado do PS, foi sindicalista e depois mudou de poio para o PSD/Madeira. O Rui Marote conta aqui a história do Pardalão (ver este link)


Francisco Gomes mudou de partido e chegou a deputado da República, deu o salto do PSD para o CHEGA. Ganda salto...pelos vistos com sucesso. Na Madeira um deputado quanto mais reaça e mais anti-25 de Abril, mais votos tem.
Emigrante madeirense fala contra Nicolás Maduro, o habitual nos nossos miras venezuelanos. São todos de direita. E na maior parte dos casos são reacionários.
Este é um dos maiores vigaristas que passaram pelo Parlamento Regional da Madeira


Aproxima-se o desporto dos ricos que os pobres da Madeira adoram


 Rocha da Silva, (foto abaixo) antigo director Regional das Florestas no tempo do fascista Alberto. É ultra-reacionário


Pedro Calado aqui ao lado de Cláudia Aguiar antes de cair em desgraça na grande operação policial desencadeada anos mais tarde, pela procuradora geral Lucília Gago!
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