Assalto ao Banco de Portugal por Palma Inácio
No assalto ao Banco de Portugal da Figueira da Foz desapareceram quase 30 mil contos. Uma fortuna, que serviu, em parte, para financiar a luta da LUAR, uma organização revolucionária que de pretendia o fim do regime do Estado Novo.
Em 1991 a RTP juntou os funcionários do Banco de Portugal da Figueira da Foz, com Palma Inácio, o líder do grupo que assaltou a instituição, em 1967, com o objetivo de financiar a Liga da União e Ação Revolucionária (LUAR). Foi um encontro que juntou várias perspetivas sobre o mesmo acontecimento.
O assalto aconteceu a meio da tarde do dia 17 de março, e o grupo escapou num carro que os levou até ao aeródromo de Cernache, onde voaram numa avioneta até ao Algarve. Dali seguiram para Espanha e França de automóvel.
Parte dos 30 mil contos (cerca de 149 mil euros) foram devolvidos à PIDE poucos meses depois, mas o resto do dinheiro continuou a financiar a atividade da LUAR na sua luta contra o regime. Em 1968, num outro golpe em Bragança, Palma Inácio seria preso, encontrando-se no Forte de Caxias quando se deu a revolução do 25 de Abril de 1974.

Isso é só uma gota de água..ao pé daqueles n milhões que os comunas roubaram e levaram para a Rússia.
ResponderEliminarSerá um tal Costa Martins comuna que lhe deram a pasta do Trabalho e depois desapareceu levando um camião de ouro?
EliminarSim
EliminarEsse fdp comuna de rabo, roubou que se fartou e pirou-se para o estrangeiro e anos depois patrocionaram o seu regresso, depois de ser considerado desertor das Forças Armadas.
Pasme-se...ainda o promoveram a coronel.
Esse Grande FDP levou em 1976 o valor de "Um dia de salário pela Nação"
EliminarPois é... os portugueses contribuiram com um dia de trabalho para esse camelo encher os bolsos.
EliminarMuito pior que assaltar o Banco de Portugal