terça-feira, 1 de setembro de 2026

Gil Canha fala e muito bem de José Manuel Rodrigues o distinto funcionário do grupo SOUSA na Madeira

 

Nem sabem mentir!
«A propósito do tal estudo do Ferry Boat em que o único armador que falaram foi com o Grupo Sousa, está tudo dito! E o mais hilariante foi ver a cara matreira e muito sentida do sr. Rodrigues, distinto funcionário do Dono da Madeira, a se lamuriar feliz, que os custos milionários da operação devem ser suportados pelo Governo da República - e que ele muito lamenta! (Mas que desperdício a Broadway ou o Scala de Milão não terem descoberto mais cedo os dotes teatrais do sr. Rodrigues!)
Quando eu era deputado no parlamento regional resolvi um dia contactar as três empresas que fazem a ligação via ferry, entre Huelva e Cadis (Espanha) e as ilhas Canárias (Fred Olsen, Trasmediterrânea, e na altura, o Armas, presentemente a Baleària). Perguntei-lhes se havia interesse em fazerem um pequeno desvio e passarem na Madeira, e pelo DESVIO, poder-se-ia pensar em receberem um subsídio do governo português, à semelhança do que recebiam do governo espanhol.
E obviamente, a carga, os passageiros, e os automóveis desembarcavam em Huelva (fica a cerca de 50 minutos de automóvel até Vila Real de Santo António), ou mais longe, até Cádis, e ficava a malta madeirense com um pé no continente europeu. A Fred Olsen e a Trasmediterrânea responderam positivamente, mas (este, Mas é importante) informaram-me que além das difíceis negociações com o governo português, havia uma mais séria, que era a aversão e hostilidade do Governo Regional da Madeira que protegia o seu único armador (leia-se grupo Sousa), e que para a operação ser rentável financeiramente, além do transporte de passageiros, teria de haver obrigatoriamente carga comercial, isto é, transporte rodado de mercadorias.
Isto é prova que o Governo Regional da Madeira sempre criou entraves burocráticos estapafúrdios, limitações de carga e taxas portuárias do além para afugentar concorrentes, como aliás aconteceu com o Armas, que já na altura estavam a sofrer “as passas do Algarve” com a nossa máfia regional, facto que não era alheio às outras duas concorrentes.

E lá ficou a minha ideia nas catacumbas da Assembleia Legislativa Regional aguardando que um dia o povo desperte e se liberte dos seus oligarcas mamões e dos seus altos funcionários sugadores de sangue humano.»-Gil Canha

4 comentários:

  1. Não concordo com o Sr Gil Canha! Eu acho que os vilões que votam no PPD devem continuar a ser roubados pela máfia no bom sentido e pelos oligarcas corruptos que governam a mamadeira! Só quando estiverem a pão e água, é que poderemos pensar numa alternância democrática. Por isso concordo que o povo madeirense continue a ser roubado! Bem haja aos ladrões!

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  2. Esse gil e um idiota chapado

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  3. Gil Canha vem de uma família rica, não é pobre nenhum

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    1. Pobre és tu, burro de merda, que nem vês quando alguém te defende!

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