sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Reflexões do padre José Luís Rodrigues

 

A máfia no «bom sentido» até já tem um dignatário eclesiástico para lhes deitar a benção e perdoar os pecados de corrupção. Este ridículo «Cerejeira cansado» não se enxerga e presta-se ao exercício de ser figura mediocre e triste.

 O nosso bispo com o poder é indisfarçável, usado como contraponto à máfia, à corrupção, às acusaçõs e às rusgas do DCIAP do continente, à ditadura camuflada, ele é mais um contraponto à normalização do crime e do roubo nesta terra. A sua presença nos eventos passa a ideia para a população que o governo é isento, é santo. Eu nunca presenciei um bispo a dar saída a carros de rally. Será que fui eu que marquei o individuo e não reparei nos outros? Esta cereja no topo da corrupção será que leva a uma rusga à Igreja? É inimaginável a destruição da separação de poderes e dos pilares da democracia. Este bispo da zona mais pobre do país não se vê levantar a sua voz contra a pobreza e a total absorção do orçamento regional e do  PRR para esquemas privados.   Quem já abençoou empresas de lavagem de dinheiro no Funchal também pode abençoar o rally dos dinheiros públicos. E o povo cego pelo gosto dos rallys aprova isto tudo. Que lugar incrível esta Madeira. Toldaram as cabeças, até do bispo, só os de fora reparam nesta depravação total. 
 Sai mais um fait-check no diário do «padre das esmolinhas» se houve outros bispos a abençar os rallys das elites... este bispo precisa de chegar ao Vaticano. Mas será que também por lá a máfia também não exite chegada ao papa qual juiz dos 21 dias que passou pela Madeira e cegou com provas irrefutáveis ?

Cumplicidade entre juizes e empresáríos na Madeira fortalece o regime, mas o lucro vai sempre para os mesmos

 A juizada mafiosa encarrega-se silenciar quem disser mal dos negócios deles.

 Os juizes da Madeira trabalham para eles. Justiça independente não existe na Madeira, há muito tempo que é assim.

 A promiscuidade entre juízes e grandes empresários, advogados e esquemas de corrupção, uns que aparecem e desaparecem conforme a conveniência de viabilizar os seus clientes através de um cargo público (Ricardo Vieira é um exemplo disso) é um facto há muito exitente na ilha da Madeira. O uso da Justiça para criar falsos litígios com o fim de perdoar ou passar dinheiro público (caso do Luís Miguel Sousa), os inquéritos parlamentares premeditados para conclusões branqueadoras ou acusadoras e ainda  as obras inventadas mostram a enormidade do esbulho dos dinheiros públicos em favor de meia dúzia. Benefícios nas concessões aos monopólios. Sempre em favor dos mesmos. A premeditação de suspender o PDM depois o surgir  um túnel megalómano para  na sua extremidade mais aparecer mais um "bairro" só para ricos.
 O Governo Regional anda a infraestruturar negócios privados. Um negócio atrás do outro. O governo é uma máquina de enriquecer sempre os mesmos privados que depois apoiam a manutenção dos mesmos eleitos tanto da área do poder como da falsa Oposição- Lucro, lucro; uma mão lava a outra.



quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Os imortais Beatles:The Beatle Boys - Ob La Di, Obl La Da

 

Post preparado pela nossa grande Luz Henriques, artista plástica madeirense.

Desmond has a barrow in the marketplace Molly is the singer in a band Desmond says to Molly, "Girl, I like your face" And Molly says this as she takes him by the hand Ob-la-di, ob-la-da Life goes on, brah La, la, how the life goes on Ob-la-di, ob-la-da Life goes on, brah La, la, how the life goes on Desmond takes a trolley to the jeweler's store Buys a 20 carat golden ring (ring) Takes it back to Molly waiting at the door And as he gives it to her, she begins to sing (sing) Ob-la-di, ob-la-da (la, la, la, la, la, la) Life goes on, brah (la, la, la, la, la, la) La, la, how the life goes on Ob-la-di, ob-la-da (la, la, la, la, la, la) Life goes on, brah (la, la, la, la, la, la) La, la, how the life goes on (yeah) In a couple of years They have built a home, sweet home With a couple of kids running in the yard Of Desmond and Molly Jones (ha-ha-ha-ha-ha-ha) Happy ever after in the market place Desmond lets the children lend a hand (arm, leg) Molly stays at home and does her pretty face And in the evening, she still sings it with the band (yes) Ob-la-di, ob-la-da Life goes on, brah La, la, how the life goes on (hey) Ob-la-di, ob-la-da Life goes on, brah La, la, how the life goes on In a couple of years They have built a home, sweet home With a couple of kids running in the yard Of Desmond and Molly Jones (hey) Happy ever after in the market place Molly lets the children lend a hand Desmond stays at home and does his pretty face And in the evening, she's a singer with the band (yeah) Ob-la-di, ob-la-da Life goes on, brah La, la, how the life goes on (hey) Ob-la-di, ob-la-da Life goes on, brah La, la, how the life goes on And if you want some fun Take Ob-la-di-bla-da Thank you

Desmond tem um carrinho de mão no mercado Molly é a cantora de uma banda Desmond diz para Molly: "Garota, gosto da sua cara" E Molly diz isso enquanto o pega pela mão Ob-la-di, ob-la-da A vida continua, cara La, la, como a vida continua Ob-la-di, ob-la-da A vida continua, cara La, la, como a vida continua Desmond pega um carrinho até a joalheria Compra um anel de ouro de 20 quilates (anel) Leva de volta para Molly esperando na porta E quando ele dá a ela, ela começa a cantar (cantar) Ob-la-di, ob-la-da (la, la, la, la, la, la) A vida continua, cara (la, la, la, la, la, la) La, la, como a vida continua Ob-la-di, ob-la-da (la, la, la, la, la, la) A vida continua, cara (la, la, la, la, la, la) La, la, como a vida continua (sim) Em alguns anos Eles construíram um lar, doce lar Com um casal de crianças correndo no quintal De Desmond e Molly Jones (ha-ha-ha-ha-ha-ha) Felizes para sempre no mercado Desmond deixa as crianças ajudarem (braço, perna) Molly fica em casa e faz sua cara bonita E à noite ela ainda canta com a banda (sim) Ob-la-di, ob-la-da A vida continua, cara La, la, como a vida continua (ei) Ob-la-di, ob-la-da A vida continua, cara La, la, como a vida continua Em alguns anos Eles construíram um lar, doce lar Com um casal de crianças correndo no quintal De Desmond e Molly Jones (ei) Felizes para sempre no mercado Molly deixa as crianças ajudarem Desmond fica em casa e faz sua carinha linda E à noite, ela é cantora da banda (sim) Ob-la-di, ob-la-da A vida continua, cara La, la, como a vida continua (ei) Ob-la-di, ob-la-da A vida continua, cara La, la, como a vida continua E se você quiser um pouco de diversão Pegue Ob-la-di-bla-da Obrigado

Vejam a lucidez de João Tully sobre as eleições na Venezuela e a manipulação dos mídia para enganar o povo


Os yanques estão perdendo a paciência

Ramaventos a empresa do Sousa que não tem um único funcionário factura um milhão de euros ao Governo Regional da Madeira

 

Empresa de fachada fatura 1 milhão de euros e não tem um único funcionário
Terça-feira, 30 Julho 2024 | Destaque


 O JPP vai intensificar a componente de investigação dos atos do Executivo regional e das manobras de agências paralelas que estão sob o controlo dos Donos Disto Tudo (DDT), declarou esta terça-feira o secretário-geral do partido, Élvio Sousa, enunciando que o objetivo é trazer a público “quem se alimenta da manjedoura do Orçamento Regional”. Revela o que diz ser “um dos exemplos mais encobertos desta rede de ‘assalto’ aos cofres regionais, a RAMEVENTOS, uma empresa de fachada constituída em janeiro de 2019”.

 De acordo com a investigação conduzida pelo JPP, “A Rameventos já faturou, em quatro anos, mais de 1 milhão de euros com entidades públicas, totalizando 27 contratos. O curioso é que esta empresa especializada em organizar jantaradas, convívios e viagens, e que faturou mais de um milhão de euros, não tinha até 2023 um único funcionário registado nos seus quadros, um caso insólito!”
 Viva o Astérix de Gaula
Élvio Sousa contextualiza um momento particular desta empresa: “Recordamos que a Rameventos foi a entidade escolhida pelo Governo Regional para organizar a milionária e faustosa viagem de Albuquerque à Venezuela e cujo processo está a ser investigado pelo Ministério Público”, confirma, assinalando: “Com a investigação do JPP ficou implícito o desconforto dos agentes de comunicação, pelo facto de os dados alegadamente ilegais dos bilhetes de Albuquerque e da sua companheira terem sido emitidos nove dias antes do procedimento concursal, e daquela empresa ligada ao Grupo Sousa, ter sido a única a responder ao concurso apenas 15 minutos antes do fecho do prazo.”

“Importa, também, mostrar a coincidência dos clientes públicos desta empresa satélite ou de fachada do Grupo Sousa serem maioritariamente do PSD e CDS, nomeadamente a própria presidência do Governo, as secretarias regionais, as sociedades de desenvolvimento, as câmaras maioritariamente PSD e a própria Assembleia Legislativa Regional”, refere.

Notamos também que esta situação mostra a preferência deste Governo de Albuquerque por uma empresa de um único grupo, desprezando muitas vezes a organização destes eventos na própria estrutura do governo.

No ano de 2020 o principe Renato foi preso nos seus domínios (Ilhéu da Pontinha) por forças militares do Estado Português

 


https://pravdailheu.blogspot.com/2020/10/principe-renato-e-roubado-pela-mafia-do.html

Micaela de Sousa juíza desembargadora do regime PPD da Madeira trama o "principe" da Pontinha professor Renato Barros

 

O consagrado jornalista Miguel Fernandes Luís (um dos poucos que não se tem vergado à censura do "padre" das esmolinhas.)

 É precisamente isso que nos dá nota o jornalista Miguel Fernandes Luís na sua manchete de hoje do DN do Funchal (que conseguiu escapar à censura do seu director "padre" Ricardo Oliveira). 
 Fala-nos hoje o nosso amigo que a juiza madeirense Micaela de Sousa atualmente desembargadora (a ganhar 7 mil € por mês) a exercer no tribunal da Relação de Lisboa acabou de chumbar o recurso do professor Renato Barros, proprietário do Ilhéu da Pontinha, no Porto do Funchal, contra a penhora e arresto de que foi vítima por parte do regime Albuquerquista/jardinista da Madeira, para o qual o amigo Barros era persona non grata
 Esta senhora juiza madeirense ao serviço do  regime corrupto do PPD aplicou mais uma das suas famosas sentenças para favorecer os ladrões corruptos do Regime do PPD na ilha da Madeira. Desta vez foi no  Tribunal  da Relação de Lisboa para onde o nosso principe Renato recorreu em procura de Justiça (que não havia na Madeira) contra o  esbulho e roubo dos seus bens de que foi vítima.
Esta senhora juiza Micaela da Sousa juntamente com a juiza do regime Joana Pereira Dias andaram a tramar com condenações e penhoras os antigos directores do jornal satírico o "Garajau" Gil Canha e Eduardo Welsh, que os obrigaram a encerrar o jornal. 
 Micaela de Sousa é amiga da Cristina Pedra actual presidente da CMF e mandou penhorar o apartamento do Gil Canha para obrigá-lo a pagar 60 mil euros de indemnização ao corruto dos Portos o pai dela o falso sindicalista dos estivadores David Pedra . 
 Gil Canha foi obrigado a pagar esta quantia exorbitante para não ser despejado da sua moradia.
 Micaela de Sousa também arruinou financeiramente o ex-deputado do PND e PTP José Manuel Coelho ao condená-lo a pagar mil euros por dia à agente de execução ladra que em 2015 andou a roubar milhares de clientes na Madeira e acabando por fugir para Lisboa com o produto desses roubos sem ter apanhado um dia de cadeia sequer. Também ela protegida por esta juiza iniqua e suja (agora desembargadora no Tribunal da Relação de Lisboa a ganhar uma pipa de massa) que dá pelo nome de Micaela de Sousa.
 Segundo consulta da nossa redação ao conhecido advogado do Coelho, António Fontes, este disse-nos, que José Manuel Coelho  seu antigo cliente já "deve" à ladra agente de execução mais de 2 milhões de  euros e que esse número não para de crescer à razão de mil por dia. Só  daqui a uns  300 anos (talvez) segundo as contas do conhecido advogado madeirense é que o antigo deputado Coelho pagará este valor milionário decidido por esta infame juiza do regime PPD.

Gil Canha e Eduardo Welsh antigos directores do jornal satírico "Garajau".


Maria João Marques antiga agente de execução que roubou centenas de clientes madeirenses em valores milionários que atingiram dois milhões e meio de euros. A ladra fazia as penhoras e não entregava o dinheiro aos clientes. É amiga da juiza desembargadora madeirense Micaela de Sousa. A tal que tramou o Coelho.

José Manuel Coelho antigo deputado do PND e PTP.
António Fontes, antigo advogado de José Manuel Coelho


 Dr. Papadas apesar de caquético goza as suas férias na ilha do Porto Santo e escreveu no nosso blog o seguinte comentário:

«Grande Juíza!!!!
 Não fez mais que o seu dever arriar nesse pé-descalço armado em dono de uma rocha (qual rastejante).
  Esse traste teve sorte nunca lhe terem agarrado no "funil das calças " e ter adormecido no fundo do mar nesses lados da Pontinha.»