segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

O diário do sr. "padre das esmolinhas", só é pluralista em período eleitoral

 Ainda assim (só em periodo eleitoral) é mais pluralista  do que todos os jornais do Continente juntos, que não publicam nada senão acerca dos 4 grandes partidos do regime.


domingo, 25 de fevereiro de 2024

Rui Tavares da esquerda caviar recusa ser entrevistado pela jornalista Elisabeth Tavares da "página um"

 

Rui Tavares, co-líder do Livre, optou por não conceder entrevista ao único órgão de comunicação social com uma iniciativa em que não discriminava nenhum partido independentemente de deter ou não representação parlamentar.

 Este espaço, que seria do Livre, fica assim dedicado a divulgar novamente as 10 entrevistas já publicadas pelo PÁGINA UM aos 10 líderes políticos do partidos inscritos no Tribunal Constitucional por ordem crescente de antiguidade. Esta postura do PÁGINA UM será repetida caso se verifiquem ‘faltas’ idênticas. Saliente-se que foram convidados todos os líderes (e apenas os líderes) dos 24 partidos, independentemente de estarem representados na Assembleia da República ou de participarem nas próximas eleições, sendo a sua divulgação feita por ordem crescente de antiguidade, terminando no dia 4 de Março com a entrevista ao Partido Comunista Português, o mais antigo do país.

https://paginaum.pt/2024/02/22/oica-e-leia-a-nao-entrevista-de-rui-tavares-co-porta-voz-do-livre/
Mas que dois : Dr. "Papadas" e o "Mijinhas"
"Mijinhas" aqui no seu escritório de advogado

O grupo do monopolista Sousa cresce, cresce... é cada vez maior no continente português

 





 A beira do rio Tejo ali para os lados de Santa Apolónia o monopolista Sousa  cresce a olhos vistos. Agora é ele quem manda na doca da marinha mercante no porto fluvial do Tejo. Luís Miguel Sousa, dá toda a assessoria necessária ao embarque  e desembarque de passageiros em todos os navios de cruzeiro que demandam o porto de Lisboa. Para isso contou com a preciosa ajuda do Partido Socialista e com a ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, esposa do também ex-ministro da Administração interna Eduardo Cabrita.



Assim vai a campanha para as legislativas na Região Autónoma da Madeira:

Boa mensagem de Raquel Coelho do PTP
Roberto Vieira é um submarino do PSD no meio do Partido RIR
Olhem este manhoso do PSD a enganar as pessoas

Francisco Teixeira da Mota diz com toda a razão: A RAM tem um regime politico e económico pouco recomendável

 Escrever direito:



«Alberto João Jardim, com o seu estilo truculento e apoiado no enorme peso que o governo regional, directa ou indirectamente, tem no mercado de trabalho da região, criou, ao longo dos anos, um tentacular regime de cumplicidades, silêncios e dependências com raízes profundas. As conversas com os meus amigos Tolentino da Nóbrega e Vicente Jorge Silva, ambos jornalistas, marcaram para sempre a minha compreensão da realidade política e social da Madeira que tenho, para quem não faça parte da elite, como opressiva. O ex-presidente do governo regional, creio eu, falava de uma democracia musculada… Acresce o facto de ter sido advogado de Gil Canha e de Eduardo Welsh, tanto no Funchal como em Estrasburgo, e que foram referidos como responsáveis pelas denúncias que deram origem a esta operação judicial, e, ainda, de José Manuel Coelho. Pessoalmente, ignoro totalmente se o Ministério Público tem, em relação a cada um deles, razões fundadas para os perseguir criminalmente ou se inexistem tais razões como parece resultar daquilo que conheço do despacho do juiz de instrução. Mas de uma coisa não tenho a menor dúvida, a Região Autónoma da Madeira tem um regime político e económico, de que toda a questão da Zona Franca e do Centro Internacional de Negócios da Madeira é um exemplo, muito pouco recomendável.»


sábado, 24 de fevereiro de 2024

O ex-deputado do PND Gil Canha desmascara o deputado "vendilhão templo" Víctor Freitas

 

Victor Freitas o maior camaleão do PS Madeira ( Ele não passa de um vendido um pau mandado e submarino do Sousa Monopolista dos Portos)

«Muito raramente vejo a RTP/Madeira Sousa porque não gosto de ser alvo de propaganda do regime. Contudo, amigos meus alertaram-me que viram num debate o sr. Vítor Freitas, do PS/Madeira Sousa, dizer que as denuncias ao DICIAP foram feitas por um ex militante do PSD/Madeira, referindo-se à minha pessoa. Ora tenho de dizer a esta criatura que já não sou militante do PSD/Madeira Sousa há 29 anos. Também tenho a dizer a esta criatura que não alimento traições, nem dou facadas nas costas nos próprios camaradas, somente para permanecer eternamente à tona do estrume; não tenho hábitos de apoiar e promover corruptos como o grupelho cafofiano corrupto que tomou conta do PS/Madeira Sousa, não sou político profissional nem parasita que vive desde a adolescência agarrado às orelhas do sistema, nem sou um vendido ao Sousa!
Na luta contra o jardinismo e contra a corrupção o sr. Vitor Freitas nem me chega aos dedos dos pés, nem passa das minhas unhas, quanto muito poderá ser um irritante e microscópio fungo pé-de-atleta. Nunca fui colaboracionista do regime, nunca lambi as botas nem almocei com os oligarcas da Mamadeira, nunca fui homem de jogadas sujas de bastidores nem na minha curta vida parlamentar votei na célebre medalha ao Alberto João Jardim, como apoiou e votou esta malévola e escorregadia criatura cospideira.»

Carro de passeio do Pedro Calado no Supermercado Continente em S. Martinho

 A foto foi obtida depois do ex autarca ter regressado à Madeira apos a sua detenção por 21 dias na cadeia da polícia judiciária de Lisboa.

O nosso autarca caído em desgraça, sempre teve uma predileção por carros muito caros.
Em Londres, Pedro Calado fez-se deslocar num Bentley.



Francisco Teixeira da Mota defensor da liberdade de expressão em Portugal

 


 A justiça dá-se mais ao escrutínio, mas a custo. Francisco Teixeira da Mota considera “um escândalo” que não sejam públicas todas as decisões judiciais tomadas em Portugal. As sentenças de primeira instância por regra não são divulgadas; nos tribunais superiores, há diferentes orientações, mas tomam-se decisões à porta fechada sem critérios conhecidos. A justiça portuguesa mantém uma resistência histórica à publicitação, diz o advogado. 

  Com 40 anos de experiência, especialista em liberdade de expressão e direito da comunicação social, defende a abertura das ordens profissionais a representantes da sociedade civil e uma mudança substancial na capacidade de escrutínio do trabalho de juízes, magistrados e advogados (por exemplo, com a divulgação dos votos vencidos dos coletivos de juízes). Apologista de uma aproximação ao princípio do tribunal aberto britânico e irlandês, tende a achar que a opacidade das instituições públicas se protela tanto por falta de vontade como por falta de meios.

 Nesta entrevista, falamos sobre a opacidade da justiça e das instituições públicas, sobre liberdade de expressão de funcionários públicos e proteção de denunciantes. Teixeira da Mota, cronista no jornal Público e advogado da redação, foi, em 2000, o advogado responsável pela primeira condenação do Estado português por violar o artigo 10.º da Convenção Europeia dos Direitos Humanos, que protege a liberdade de expressão. Desde então, tem levado outros casos de jornalistas condenados pelos tribunais portugueses ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, procurando alargar, através do direito, a proteção do direito de informar e da liberdade de expressão.

https://fumaca.pt/francisco-teixeira-da-mota-sobre-opacidade-das-instituicoes-e-liberdade-de-expressao/