domingo, 1 de fevereiro de 2026

Madeira Opina denunucia práticas de perseguição na Madeira por parte das juizas e juizes corruptos ao serviço do regime dos ladrões do PSD

 Se não fosse a imprensa clandestina estávamos tramados na ilhota dos mamadeiras!

Justiça ou Ajuste de Contas? O Lawfare na Madeira.

Boa tarde, só aos fins de semana tenho hipóteses de vos escrever, mas durante a semana vou pensando no tema. Parabéns pelo site novo, espero que as perseguições que vos movem sejam um dia contadas por vós para toda a gente saber. Não vejo o porquê de guardarem esse trunfo. Aqui vou eu...

E

spero, sinceramente, que o reforço da equipa da PJ sobre os casos da Madeira tragam à luz do dia a dimensão da promiscuidade, subserviência e corrupção que existe na Madeira num regime com 50 anos que geram uma máquina do medo bem oleada, mas cada vez mais descarada. É falta de lei, coimas e condenações que geram este à vontade, tanto que até instrumentalizam a Justiça para amedrontar os oposicionistas ou pelo menos as opiniões contrárias. Não se esqueçam que todos os negócios, inclusive a advocacia têm como maior cliente pagante o GR.

Justiça ou ajuste de contas? O perigo da instrumentalização política. A separação de poderes é o pilar que sustenta qualquer sociedade livre. Contudo, assistimos hoje a um fenómeno corrosivo: o uso do aparelho judicial não para repor a legalidade, mas para aniquilar adversários políticos. Esta prática, muitas vezes designada como lawfare, transforma tribunais em arenas de combate e magistrados em peões de uma estratégia de poder.

O efeito silenciador. Quando a Justiça é instrumentalizada, o objetivo raramente é uma sentença final célere. O verdadeiro trunfo é o processo. A abertura de inquéritos em momentos eleitorais estratégicos, as fugas de informação seletivas para a comunicação social e a "pena de banimento" pública servem para silenciar vozes críticas antes mesmo de qualquer prova ser apresentada em tribunal.

A Justiça como arma de arremesso. Na Região Autónoma da Madeira, onde a identidade própria e o governo autonómico exigem uma vigilância constante, o risco de contaminação política nas instituições é real. Usar o Ministério Público ou as forças de segurança para "encomendar" investigações contra quem ousa discordar é o primeiro passo para o autoritarismo.

Uma Justiça que escolhe alvos por conveniência política deixa de ser Justiça, passa a ser um braço armado do regime. E contra isso, a única sentença possível é a transparência absoluta.

Justiça por encomenda, o manual de sobrevivência do regime. A democracia na Madeira enfrenta um dos seus maiores desafios: a transformação da Justiça numa arma de arremesso político. Quando o debate de ideias falha, o regime recorre aos "advogados do sistema" para silenciar quem ousa levantar a voz. Esta é a anatomia da intoxicação judicial que nos rodeia.

A intoxicação pelos "Advogados do Regime". O modus operandi é conhecido, os advogados do regime não defendem apenas causas; eles gerem narrativas. A intoxicação começa com a "fabricação" de queixas por difamação ou injúrias, muitas vezes baseadas em críticas políticas legítimas. O objetivo não é a justiça, mas o desgaste. O adversário é arrastado para tribunal, forçado a gastar fortunas em honorários e a viver sob o estigma de "arguido", enquanto os pasquins do sistema alimentam a praça pública com fugas de informação seletivas.

A Bofetada de Estrasburgo: O Exemplo de Coelho e Canha. A prova de que esta perseguição é real e sistémica veio de fora. José Manuel Coelho e Gil Canha foram, durante anos, os alvos preferenciais desta máquina de moer gente. No entanto, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) acabou por dar uma lição de democracia ao regime: ao ilibar ambos, Estrasburgo confirmou que a "justiça" local estava a ser usada para punir a liberdade de expressão. O tribunal europeu lembrou que os políticos devem estar sujeitos a um escrutínio maior e que a sátira ou a denúncia não são crimes, mas deveres cívicos num território livre.

Litígios inventados: o crime de colarinho branco "legalizado". Mais grave do que a perseguição é a utilização de tribunais para o saque de fundos públicos. Existe uma técnica refinada: o "litígio inventado" (pensavam que eram só as obras?). Criam-se processos judiciais fictícios ou facilitados entre entidades públicas e empresas amigas, onde o Estado "perde" propositadamente ou aceita acordos extrajudiciais milionários. É a forma perfeita de perdoar dívidas ou pagar indemnizações colossais com uma capa de legalidade. O dinheiro sai do bolso do contribuinte para o bolso do regime, tudo isto carimbado por uma sentença judicial que ninguém ousa questionar.

A Justiça madeirense precisa de se libertar das amarras do regime, das asas do regime, ou continuará a ser apenas o departamento de cobranças e castigos de quem manda. Assim, desmoraliza a atitude cívica e enlouquecem para derrubar o regime. Pensem nisso.

https://www.madeiraopina.com/2026/02/justica-ou-ajuste-de-contas-o-lawfare.html

Lá vem o Adelino Camacho outra vez a dizer bem da polícia

 Lá vem ele com a sua ladainha ! Vem com o cabelo cheio de brilhantina dizer bem de uma polícia que não faz qualquer segurança aos cidadãos anda metida dentro das esquadras e quando sai à rua é apenas para multar os automobilistas e as pessoas que são cidadãos honestos e que trabalham. Quem circular `a noite ou de dia na cidade do Funchal, anda sujeito  a ser assaltado por ladrões e toxicodependentes , não vê um polícia que seja nas ruas só à frente do banco de Portugal. Adelino Camacho vai mas é dar banho ao cão mais a tua conversa para boi dormir!


Filipe Sousa o único deputado que merece aquilo que ganha na Assembleia da República

 


PONTO DE ORDEM!

Subsídio de Mobilidade: A Traição em Curso.
O subsídio de mobilidade aérea deveria garantir igualdade. Hoje, expõe a submissão da Madeira. Aquilo que era um direito tornou-se num instrumento de humilhação, aplicado com a cumplicidade de quem devia defender a Região.
Isto não é governação. É farsa. Lisboa decide, recua e impõe. A Madeira cala e aceita.
Miguel Albuquerque deixou de representar os madeirenses. Escolheu a obediência partidária em vez do confronto político. Onde devia haver firmeza, há silêncio. Onde se exigia luta, há rendição.
A novela em torno do subsídio de mobilidade aérea é um insulto à inteligência dos madeirenses. Governos fingem divergências em público enquanto acertam tudo nos bastidores. Trocam comunicados como atores trocam falas, encenam indignações coreografias e tratam o povo como figurante descartável. No fim do espetáculo, quem paga são sempre os mesmos: famílias sufocadas por preços obscenos, estudantes com o futuro condicionado, doentes tratados como entraves logísticos e trabalhadores presos a uma insularidade forçada.
Não é incompetência. É escolha.
Não é erro. É traição.
Traição à autonomia, à dignidade e ao direito básico de ir e vir em igualdade de circunstâncias. Um Governo Regional que se ajoelha perante Lisboa abdica da sua razão de existir.
A Madeira não precisa de obedientes. Precisa de resistência. Tudo o resto é rendição.
Um bom domingo para todos.
Filipe Sousa