A justiça em acção
sábado, 28 de fevereiro de 2026
Francisco Teixeira da Mota escreve no jornal PÚBLICO sobre os três milhões de euros que o activista Coelho foi condenado a pagar à agente de execução Maria João Marques
A justiça em acção
Padre maquiavélico obriga o grande Jornalista Élvio Passos a fazer uma entrevista laudatória ao direitolas José Manuel Rodrigues
Quando o ganha pão está em jogo é sempre melhor entrar no jogo dos corruptos , porque ser democrata e antifascista não paga as contas no fim do mês.
Élvio Passos foi obrigado a entrevistar o aliado nº1 do Luís Miguel de Sousa o monopolista dos Portos na Madeira. Se não fizesse esta laudatória entrevista claro que era logo despedido do Diário de Notícias do Funchal.
Este é o "padre das esmolinhas" que bem podia despedir Élvio Passos se ele não fizesse a entrevista ao direitolas do regime mamadeiras.
Joana Amaral Dias denuncia o ministro da agricultura do Governo de Montenegro
Vítimas da guerra colonial fascista nas ex-colónias bem cantava Zeca Afonso:" o soldadinho não volta do outro lado do mar!"
Carne para canhão no tempo do fascismo em Portugal
A FOTOGRAFIA DESTACA O CONTRASTE entre o protocolo militar rígido (representado pelos oficiais em farda de gala e as tropas formadas ao fundo) e o luto profundamente pessoal da humilde mulher, vestida de preto e com o lenço tradicional, simbolizando o sacrifício das famílias portuguesas durante a Guerra do Ultramar nas décadas de 1960 e 1970, . Estas mulheres jovens tinham direito (além da medalha) a uma pensão de sobrevivência que perderiam caso se casassem de novo!
O sobrinho riquinho Sauda o tio riquinho na sua página do facebook
Os três senhores da Guerra que podem causar a destruição do Mundo tal como o conhecemos
O palhaço de Portugal acha bem o ataque de Trump ao Irão e condena é o pais invadido por se defender
Governo português condena ataques do Irão aos países vizinhos: são "injustificáveis"O Executivo apela ainda à "máxima contenção" das partes envolvidas e pede "máxima cautela" aos cidadãos portugueses na região.
O Governo considera "injustificáveis" os ataques do Irão aos países vizinhos - Arábia Saudita, Catar, Emiratos Árabes Unidos, Kuwait e Jordânia -, apelando para que estes cessem "imediatamente".
Num comunicado divulgado na sua página oficial, o Executivo afirma estar a acompanhar com "grande preocupação" os ataques desencadeados pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão, sublinhando que o faz em "coordenação estreita" com os parceiros europeus e aliados da NATO.
"Sob a coordenação do Ministério dos Negócios Estrangeiros, a nossa rede diplomática, em particular através das embaixadas na região, está plenamente mobilizada para a proteção dos nossos cidadãos, a quem apelamos que mantenham a máxima cautela. A proteção dos civis é essencial e deve ser plenamente assegurada", lê-se.
Portugal apela ainda à "máxima contenção" das partes envolvidas, a fim de ser evitada uma escalada da situação, bem como para "preservar a paz e a segurança internacionais e garantir a estabilidade regional, em linha com a Carta das Nações Unidas".
Para que tal seja possível, continua o Governo português, é preciso que o Irão "cesse" o seu programa nuclear.
"Insistimos também, como sempre fizemos, na necessidade de o Irão respeitar os direitos humanos do seu povo, que têm sido violados de forma inadmissível", sublinha.
Israel e Estados Unidos lançaram este sábado um ataque contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visou "eliminar ameaças iminentes" do Irão, enquanto o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, confirmou a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".
Os líderes de França, Alemanha e Reino Unido condenaram os ataques iranianos e apelaram ao regresso às negociações, num contexto de crescente instabilidade na região.
Paulo Azevedo do confia nos Tribunais Fascistas para resolver os problemas da habitação das pessoas pobres
Isso mesmo! São os tribunais fascistas com juizes que ganham 6 mil euros por mês abonados com o subsídio de mais 850€/mês para ajuda da renda da casa que vão resolver o problema da habitação dos mais pobres. Bem visto sim senhor!
Moral da breve história:
O Povo da Madeira correu com a esquerda do Parlamento Regional e agora pede à Direita da Direita do PSD que resolva os seus problemas Sociais. Ah! Povo enganado!
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
Não estão bem ? Vão embora senhores magistrados. Os democratas da Madeira e do país agradecem.
Mensagem do Pravda:
Senhores magistrados do MP é melhor vossas excelências mudarem de profissão se acham que não estão bem!
Dispensamos a vossa "JUSTIÇA"pois apenas servem as elites corruptas do nosso país: Com a vossa justiça para ricos e outra para pobres estamos conversados. Passem bem!
Magistrados do MP denunciam sobrecarga e falta de condições na Madeira
O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) realizou, esta manhã, um plenário de magistrados do Ministério Público (MP) na Comarca do Funchal. No encontro, que decorreu no Palácio da Justiça, foram discutidas de forma aprofundada as condições de trabalho, os recursos humanos disponíveis e o impacto que a actual organização tem na capacidade de resposta do MP na Região Autónoma da Madeira.
A Comarca do Funchal engloba todos os municípios da Região, constituindo uma única comarca para todo o território insular. "Trata-se de comarca geograficamente dispersa, marcada por fortes diferenças entre zonas urbanas e rurais, por acessibilidades difíceis em vários concelhos e pela dupla insularidade que afecta Porto Santo. Esta configuração territorial, aliada a uma população distribuída de forma desigual e a um volume processual muito elevado, torna a Comarca do Funchal uma das mais exigentes do país em termos de carga de trabalho e necessidades operacionais do MP", pode ler-se no comunicado.
Dados apresentados no plenário indicam que, só em 2025, foram movimentados mais de 15.000 processos em toda a Madeira, incluindo 10.194 inquéritos no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) do Funchal. Apesar de ter sido alcançada uma taxa de resolução de 110%, o sindicato sublinha que tal resultado só foi possível graças a um "esforço extraordinário e insustentável" dos magistrados. Nesse sentido, defende a colocação de, pelo menos, mais dois magistrados para assegurar "uma distribuição equilibrada do trabalho e evitar a sobrecarga que se tornou regra".
Embora o quadro legal de magistrados do MP esteja formalmente preenchido, o sindicato alerta que a realidade é marcada por "ausências prolongadas e por um subdimensionamento estrutural que não acompanha o volume processual da Região".
No que respeita aos funcionários judiciais, o cenário é descrito como "preocupante, com ausências de longa duração, envelhecimento do quadro e falta de renovação".
"A Comarca necessita de cerca de 40 funcionários em efectividade de funções para assegurar o normal funcionamento dos serviços. A situação é particularmente delicada em vários pontos da Região: não existe um escrivão dos serviços do MP, o Magistrado do Ministério Público Coordenador de Comarca não dispõe de qualquer funcionário, o Tribunal de Trabalho conta com apenas um magistrado do MP para as duas ilhas — servindo cerca de 260.000. habitantes — e a Central Criminal enfrenta agendamentos quase diários, sem tempo útil para despachos e recursos", explica o sindicato.
As condições materiais e de instalação foram igualmente alvo de críticas. "Apesar de algumas melhorias, no tribunal do Funchal, persistem gabinetes partilhados por magistrados e apenas uma sala de inquirição para DIAP e MP da Família, gerando atrasos e sobreposição de diligências. Não existe sala de apoio à vítima, o edifício 2000 - onde funcionam os juízos centrais de cível, criminal e de trabalho - não dispõe de entrada própria para magistrados", esclarece.
Quanto ao Tribunal de Santa Cruz, o sindicato indica que apresenta "infiltrações e um arquivo em risco estrutural".
"O Tribunal do Porto Santo funciona numa vivenda adaptada com condições impróprias para ouvir pessoas, e a secção de proximidade de São Vicente encontra-se em ruínas, com a sala de audiências interditada pelo Conselho Superior da Magistratura", acrescenta.
O SMMP alerta ainda que, apesar do investimento na digitalização, o Ministério da Justiça não actualizou o hardware, faltando computadores e monitores adequados.
Os magistrados manifestaram também preocupação com os conteúdos funcionais actualmente definidos, que consideram não permitir uma "gestão equilibrada do esforço".
"A acumulação de matéria criminal, cível e DIAP cria situações impossíveis, como a de magistrados com 700 a 800 inquéritos que, simultaneamente, deveriam despachar processos cíveis", sublinha.
Por fim, os magistrados afirmam que a vida pessoal se tornou "inconciliável" com o volume de trabalho, sendo frequente o recurso ao trabalho fora do horário da secretaria e aos fins de semana, "uma prática que se normalizou", mas que consideram "inaceitável".
"A situação vivida na Comarca do Funchal representa um risco sério para a qualidade da justiça, para a protecção das vítimas e para a saúde dos profissionais. O Sindicato reafirma a necessidade de uma intervenção urgente ao nível dos recursos humanos, das instalações e da revisão dos conteúdos funcionais, de forma a garantir um Ministério Público capaz de responder às exigências da Região Autónoma da Madeira", conclui.(copiado do Diário do falso padre das esmolinhas)
Ora cá está hoje o sr. Paulo Esteireiro do Conservatório de Música hoje com um destacável pago no Diário do padre
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Os pecados do nosso "padre das esmolinhas" e seu comparsa "meia-saca"
Comparsa é um termo de origem italiana, usado para designar um figurante em cinema/teatro, um cúmplice em atos ilícitos ou um companheiro.
Os senhores que alimentam a guerra, fazem o mal e a caramunha
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
O inferno do Haiti
Embora proibido pela Constituição de concorrer a um segundo mandato, François Duvalier adiou-o até 1967. Em 14 de setembro de 1964, durante um referendo fraudulento, declarou-se "presidente vitalício". Em 1971, em seu leito de morte, impôs sua sucessão por meio de uma consulta popular apenas formal: seu filho, Jean-Claude, foi eleito. A longevidade desse despotismo familiar não pode ser compreendida sem contextualizá-la: as convulsões geopolíticas e, em particular, a revolução na vizinha Cuba; as guerrilhas de esquerda que se desenvolviam no continente considerado pelos Estados Unidos como seu eram todas ameaças percebidas pela administração americana. Este país "mostrou-se receptivo às demonstrações iniciais de firmeza de Duvalier (...) e acreditava ter encontrado o homem capaz de restaurar a ordem no Haiti, um país que não soube aproveitar o período sob o protetorado de Washington" na década de 1920, quando os soldados americanos ocuparam o território, explica Christian Rudel. A potência dominante enviou uma missão militar para treinar o exército, bem como… os Tonton Macoutes.
Durante anos, essas gangues criminosas manipuladas cometeram assassinatos, estupros, saques e sequestros, culminando no massacre de La Saline em 2018: 71 mortos e estupros em massa. A ilha não realiza eleições desde 2016 e está sem presidente desde o assassinato de Jovenel Moïse em julho de 2021. Instalado em 2024 para restaurar a estabilidade, o Conselho Presidencial de Transição, mais um órgão sob influência dos EUA, renunciou em 7 de fevereiro e entregou o poder ao primeiro-ministro Alix Didier Fils-Aimé, apoiado por Washington, com pouca esperança de que eleições livres sejam realizadas em agosto do ano que vem, como planejado. Quarenta anos após a queda da ditadura Duvalier, a transição democrática ainda parece sufocada na nação de Toussaint Louverture.
Relembrando o que foi a FLAMA no passado
Alberto Joao Jardim, Gabriel Drumond, Daniel Drumond e Jaime Ramos foram terroristas da FLAMA
O LÍDER do PCP na Madeira no pós-25 de Abril, Rui Nepumoceno, com a mulher, Aida. Ao lado direito Jerónimo deSousa ex- secretário geral do PCP.




























