Tribunais controlados pela maçonaria dá nisto, pois claro!
Deputado do Chega acusa "grande banca" de ser "um cancro que corrói Portugal!" O deputado do Chega (CH) eleito pelo círculo da Madeira, acusa "a grande banca de ser um cancro que corrói a economia, a sociedade, a política e a justiça portuguesa", lê-se numa nota de imprensa de Francisco Gomes, dizendo que estas declarações "foram proferidas durante as audições realizadas na Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia da República ao Montepio Geral e à Caixa de Crédito Agrícola, comissão da qual é membro efetivo".
As audições "tiveram como propósito analisar o envolvimento destas instituições no chamado 'cartel da banca', escândalo que resultou na condenação de vários bancos por concertação ilegal na troca de informação sensível sobre crédito à habitação e crédito ao consumo, prática que distorceu a concorrência e prejudicou milhares de clientes", acusa.
Para Francisco Gomes, "apesar das condenações sucessivas da Autoridade da Concorrência e de decisões judiciais confirmatórias pelo Tribunal da Concorrência e pelo Tribunal da Justiça da União Europeia, o Tribunal da Relação de Lisboa determinou a prescrição das acusações, ilibando todos os bancos envolvidos da multa de 225 milhões de euros a que tinham sido antes condenados a pagar".
O deputado afirmou que "a decisão judicial não apaga os factos nem a gravidade do conluio" e determinando que "não apaga os crimes, não apaga o conluio e não apaga a vergonha. O que aconteceu foi um esquema organizado para explorar os portugueses. E quem participou nisso traiu a confiança do país", atira.
Francisco Gomes sublinhou que, "enquanto cidadãos comuns são alvo de processos executivos por pequenas dívidas fiscais, a banca viu anuladas multas milionárias, num contraste que considera revoltante". E acrescentou: "Um português esquece-se de pagar 28 euros e é esmagado pelo Fisco. Tem a vida toda rebentada! Já a banca combina preços, lucra milhares de milhões e sai impune. Isto é gozar com quem trabalha e paga impostos."
O parlamentar recordou, ainda, "os lucros acumulados da banca nos últimos anos, superiores a 14 mil milhões de euros, num país com milhões de pessoas em risco de pobreza, pensões baixíssimas e grave crise na habitação", reforçando que "ganham 15 milhões por dia num país onde milhões não têm 15 euros por dia para viver. E ainda têm a arrogância de dizer que não houve cartel nenhum. Isto é um cancro que está a matar Portugal por dentro".
Gomes também questionou "o papel da banca na economia nacional", acusando-a de "não contribuir para resolver os problemas estruturais do país, mas de prosperar à sombra de uma governação complacente e de uma justiça conivente".
Em conclusão face a esta audição, o CH "reafirma que continuará a exigir responsabilidade política, financeira e criminal sempre que estejam em causa práticas que prejudiquem os portugueses, defendendo que a confiança nas instituições só pode ser restaurada com verdade, transparência e consequências efetivas".
O deputado do Chega (CH) eleito pelo círculo da Madeira, acusa "a grande banca de ser um cancro que corrói a economia, a sociedade, a política e a justiça portuguesa", lê-se numa nota de imprensa de Francisco Gomes, dizendo que estas declarações "foram proferidas durante as audições realizadas na Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia da República ao Montepio Geral e à Caixa de Crédito Agrícola, comissão da qual é membro efetivo".
As audições "tiveram como propósito analisar o envolvimento destas instituições no chamado 'cartel da banca', escândalo que resultou na condenação de vários bancos por concertação ilegal na troca de informação sensível sobre crédito à habitação e crédito ao consumo, prática que distorceu a concorrência e prejudicou milhares de clientes", acusa.
Para Francisco Gomes, "apesar das condenações sucessivas da Autoridade da Concorrência e de decisões judiciais confirmatórias pelo Tribunal da Concorrência e pelo Tribunal da Justiça da União Europeia, o Tribunal da Relação de Lisboa determinou a prescrição das acusações, ilibando todos os bancos envolvidos da multa de 225 milhões de euros a que tinham sido antes condenados a pagar".
O deputado afirmou que "a decisão judicial não apaga os factos nem a gravidade do conluio" e determinando que "não apaga os crimes, não apaga o conluio e não apaga a vergonha. O que aconteceu foi um esquema organizado para explorar os portugueses. E quem participou nisso traiu a confiança do país", atira.
Francisco Gomes sublinhou que, "enquanto cidadãos comuns são alvo de processos executivos por pequenas dívidas fiscais, a banca viu anuladas multas milionárias, num contraste que considera revoltante". E acrescentou: "Um português esquece-se de pagar 28 euros e é esmagado pelo Fisco. Tem a vida toda rebentada! Já a banca combina preços, lucra milhares de milhões e sai impune. Isto é gozar com quem trabalha e paga impostos."
O parlamentar recordou, ainda, "os lucros acumulados da banca nos últimos anos, superiores a 14 mil milhões de euros, num país com milhões de pessoas em risco de pobreza, pensões baixíssimas e grave crise na habitação", reforçando que "ganham 15 milhões por dia num país onde milhões não têm 15 euros por dia para viver. E ainda têm a arrogância de dizer que não houve cartel nenhum. Isto é um cancro que está a matar Portugal por dentro".
Gomes também questionou "o papel da banca na economia nacional", acusando-a de "não contribuir para resolver os problemas estruturais do país, mas de prosperar à sombra de uma governação complacente e de uma justiça conivente".
Em conclusão face a esta audição, o CH "reafirma que continuará a exigir responsabilidade política, financeira e criminal sempre que estejam em causa práticas que prejudiquem os portugueses, defendendo que a confiança nas instituições só pode ser restaurada com verdade, transparência e consequências efetivas".
Não atino com o Chega, mas tem razão em relação à ladroagem da banca!
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