O primeiro tiro nos pés do presidente Tozé Seguro.
Quando os Democratas à volta do jornal "O Garajau" lutavam com grandes custos pessoais e financeiros contra o défice democrático existente na Madeira quando invadiram simbolicamente o Jornal da Madeira onde o fascista Alberto João derretia 50 milhões de euros dos contribuintes, apenas para atacar sem direito de resposta os seus adversários; o que foi que lhes aconteceu ?
Foram sumáriamente condenados pela juiza do regime Joana Pereira Dias a penas de prisão remíveis a dinheiro.
Esta juiza era amiga íntima do sr. Juiz desembargador Paulo Barreto. Quando José Manuel Coelho e o PND faziam grandes lutas na Madeira contra o regime, onde andava o cona de sabão do Paulo Cafôfo ? Onde andavam os coninhas de sabão dos maninhos verdinhos de Gaula? Estavam encolhidos com o bico calado e o rabo entre as pernas enquanto as juizas do regime condenavam e destruiam com pesadas multas e indemnizações os democratas do jornal satírico "o Garajau" e o ex-deputado José Manuel Coelho do PND e mais tarde do PTP.
Claro esses coninhas de sabão agora acham que o Paulo Barreto é uma nomeação boa para a Madeira, sabendo que ele quando foi delegado da CNE deixou passar em branco todas as chapeladas dos caciques do PSD durante as campanhas eleitorais em que o PPDê ganhava sempre todas as eleições. Quando as juizas do regime condenavam o Coelho a cadeia e ao pagamento de multas por denunciar as falcatruas do regime onde andavam esses coninhas de sabão? esses pardalões?
Agora dizem que o Paulo Barreto é boa pessoa e que foi uma excelente escolha para a Madeira. Logo esse pardalão *Paulo Barreto que quando era presidente da Comarca da Madeira nada fez para impedir a perseguição judicial das suas amigas juizas aos democratas do Jornal "O Garajau". O Pardalão dizia que elas eram Órgãos de Soberania e eram inimputáveis nas suas decisões. Vejam a lata do pardalão feito com o regime jardinista.
O Partido Trabalhista Português (PTP), através de José Manuel Coelho, manifesta “profunda estupefação” e “total desacordo” com a nomeação de Paulo Barreto para o cargo de Representante da República para a Região Autónoma da Madeira.
“Para o PTP, esta escolha é um sinal alarmante para as instituições democráticas da Região. Se Paulo Barreto for um representante da República tão ‘bom’ como foi enquanto presidente da Comarca da Madeira ou como delegado da Comissão Nacional de Eleições (CNE), os madeirenses e os porto-santenses estão, no entender do partido, ‘bem arranjados’”, pode ler-se em nota de imprensa
José Manuel Coelho diz fazer “questão de avivar a memória coletiva”, recordando que foi durante o mandato de Paulo Barreto que se assistiram a “episódios negros na justiça e na liberdade de expressão na Madeira”. O partido dá como exemplo “o cerco movido contra o jornal Garajau e contra diversos democratas que ousaram desafiar o regime jardinista”.
“Durante o seu tempo na Comarca da Madeira, a grande corrupção política floresceu sem que a justiça fizesse o seu devido trabalho de fiscalização e punição, permitindo que esquemas de compadrio se enraizassem na Região. Tendo dado como exemplo, o caso da dívida oculta da Madeira (processo ‘Cuba Livre’) e da agente de execução Maria João Marques que burlou muitos madeirenses”, acusa PTP
Coelho aponta “que não foi por acaso que operação ‘Zarco’ e a operação ‘Ab Initio’ teve de partir de fora da Região com o DCIAP, colocando a nu, a inoperância de anos e anos da justiça na Madeira, que esteve sobe a liderança e supervisão de Paulo Barreto”
O PTP acrescenta que “Paulo Barreto estava mais preocupado com questões da sua classe e corporativistas do que propriamente com interesse dos madeirenses e porto-santensses, que mereciam uma justiça decente”.
“Não é de admirar que Miguel Albuquerque e Paulo Cafofo estejam satisfeitos com a sua nomeação, porque está nomeação servirá uma vez mais como instrumento de proteção das elites que há décadas dominam o arquipélago”, argumenta o partido
Coelho conclui, classificando esta nomeação de Paulo Barreto para Representante da República como “o primeiro tiro nos pés” de António José Seguro.
PTP critica nomeação de Paulo Barreto e diz que madeirenses estão "bem arranjados".
O Partido Trabalhista Português (PTP), através de José Manuel Coelho, já se pronunciou sobre a nomeação de Paulo Barreto para Representante da República para a Madeira.
Numa nota enviada às redacções, vê nesta escolha um "sinal alarmante para as instituições democráticas da Região". E justifica essa avaliação com base no desempenho do novo Representante da República enquanto presidente da Comarca da Madeira ou delegado da Comissão Nacional de Eleições (CNE).
José Manuel Coelho recorda o que classifica como "episódios negros na justiça e na liberdade de expressão na Madeira", nomeadamente a acção contra o jornal 'Garajau' ou alguns "democratas que ousaram desafiar o regime jardinista", lemos na referida nota.
Na mesma missiva é referido que "durante o seu tempo na Comarca da Madeira, a grande corrupção política floresceu sem que a justiça fizesse o seu devido trabalho de fiscalização e punição, permitindo que esquemas de compadrio se enraizassem na Região", apontando como exemplos o caso da dívida oculta da Madeira ou o que envolveu a agente de execução Maria João Marques.
Perante a escolha de Paulo Barreto, o PTP diz que "não é de admirar que Miguel Albuquerque e Paulo Cafofo estejam satisfeitos", argumentando que esta escolha "servirá, uma vez mais, como instrumento de protecção das elites que há décadas dominam o arquipélago".
Por essas razões, Coelho diz que este "é o primeiro tiro nos pés" de António José Seguro.
Paulo Cafôfo felicita Paulo Barreto pela nomeação como Representante da República na MadeiraO líder parlamentar do PS, Paulo Cafôfo, felicitou Paulo Barreto pela sua escolha como Representante da República para a Região Autónoma da Madeira."As minhas felicitações ao Juiz Paulo Barreto por ter sido escolhido pelo Presidente da República, como Representante da República para a Região Autónoma da Madeira", começa por dizer.
Acrescenta ainda que lhe reconhece "qualidades pessoais e enquanto magistrado, com um percurso marcado pela independência e rigor", bem como "um profundo conhecimento da realidade da Região".
"Estas características, aliadas à sua idoneidade, ponderação e competência, conferem-lhe particulares condições para o exercício da função com equilíbrio, responsabilidade e respeito pelos valores autonómicos", salientou o socialista.
"A política é a arte de engolir sapos vivos sem fazer caretas"- disse uma vez o grande político Brasileiro Leonel Brizola



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ResponderEliminarhttps://youtu.be/G15U1H0tESE?si=jpnKzzqQZX0Pir8u
Esse Barreto é um criminoso.
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