terça-feira, 7 de julho de 2026

Nuno Morma é um artista que sempre viveu às custas do regime. Agora tem saudades do Alberto João. Já viram a lata deste pardalão?!


 Ele a sua falecida mãe a Maria Aurora eram críticos do regime mas mamavam tudo aquilo que o regime lhes porporcionava. Nuno Morna trabalhou em controlador de tráfego aéreo na ANA aeroportos. Quem lhe arranjou aquele tacho de 7 mil por mês, foi o João Carlos Abreu, assim como também a saudosa Maria Aurora com o seu programa Atlântida na RTP/ Madeira. Onde estava destacada e a ganhar chorudo ordenado mensalmente. Tudo tachos arrranjados pelo João Carlos Abreu e pelo regime jardinista.
 Por isso mesmo o tachista Nuno Morna tem saudades do Alberto João Jardim, esse ditador abjecto que se tivesse todo o poder nas unhas era igual ou pior ao Stalin da Rússia. Quem não se lembra das perseguições que o fascista Alberto fez aos democratas que editavam o jornal "O Garajau". Eram dezenas de processos em tribunal. O patife do Alberto tinha as ranhosas das juízas da Comarca da Madeira, todas a trabalhar para ele  e a perseguir todos aqueles que se opunham ao troglodita Jardim. Quem não se lembra da condenação judicial do professor João Carlos Gouveia, (na altura presidente do PS madeira), condenado pelos tribunais do regime a pagar 35 mil euros de indemnização ao fascista Jardim pela sua honra e pelo facto de ser conselheiro de Estado. 
 Esse regime do Alberto perseguia toda a gente tinha o MP a polícia Judiciária da Madeira, toda controlada, assim como as juizas dos tribunais todas a trabalhar para ele . O bandido até mandava os agentes das actividades económicas perseguir os comerciantes e pequenos empresários que tinham filhos que eram críticos do regime; ninguém escapava. 
 Tinha no Caniço o pistoleiro João da Sorte a perseguir aqueles que o patife do Alberto considerava que eram comunistas . João da Sorte deu seis tiros no Manuel Martins de Machico quando este colocava propaganda do partido comunista na freguesia de Gaula em 1985. João da sorte era compadre do Alberto João e tinha uma carta de louco passada pelo dr. Saturnino, o dr. dos loucos amigo do fascista Alberto. Actualmente esse pistoleiro João da Sorte (entretanto já falecido) tem uma rua no Caniço com o nome dele o pardalão; chama-se rua de João Baptista de Sá...
 Um filho dele anos mais tarde agrediu violentamente o deputado Paulo Martins da UDP, partindo-lhe o nariz com um violento soco e nem sequer respeitou o facto de ele ser deficiente motor.   Isto aconteceu num comício da UDP à saída da missa junto à igreja do Caniço nos anos 90. Tudo a mando do fascista Jardim e Nuno Morna acha que o tipo era uma pessoa recomendável, um democrata.
 Perguntamos:Como é que se pode ter saudades de um fascista? Um gajo que perseguiu muita gente? Que perseguiu jornalistas, chamando bastardos para não lhes chamar filhos da puta? Etc…  
 Quem elogia um ditador desta estirpe não respeita as pessoas que foram perseguidas por ele. 
  Como dizia o Diácono  dos Remédios, não havia necessidade!
  Nuno Morna  elogia o fundador do actual regime corrupto e reacionário como se AJJ fosse exemplo para alguma coisa. Um tipo que faliu a mamadeira duas vezes. Que criou a pior máfia que há sobre a terra, que criou os monopólios que roubam os madeirenses, e vem este gajo para aqui dizer que tem saudades do ditador Bokassa! 
 Vade Retro Satanás oh! Nuno Morna, tonto,  mais o aldrabão do padre das esmolinhas que te dá espaço no jornal do Regime, para propalares essas  tuas tontices e devaneios. Desaparece estamos mas é fartos de democratas como tu pardalão!

Resumindo em linguagem corrente:
 O Alberto João era um ditador de merda, perseguia toda a gente e controlava os tribunais. Se tivesse poder absoluto era pior que Stalin. Albuquerque é um simples empregado do Sousa ladrão e do Pestana; mas é mais democrata e tolerante. Sabemos bem que não dá cabo dum gajo, é por isso mesmo que surgiram tantos partidos novos e listas atualmente, como estes novos demokratas de chocadeira. Alguns a dizer bem dele e a pedirem uma salva de palmas para este fascista asqueroso na Assembleia da República.
O estivador Manuel Martins vítima dos tiros disparados pelo João da Sorte em Gaula em 1985.

3 comentários:

  1. Tal mãe....tal filho

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    1. Aquela cagança do charuto... Qual Fidel Castro de trazer-por-casa. Gente menor, como diria o Prof. Hermano Saraiva.

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  2. Nuno Morna já leste o primeiro parágrafo da reportagem do Coeelho. Se eu fosse tu não admitia tanta falta de respeito não só para a tua pessoa como para a tua falecida mãe.
    Só mesmo o Coelho para destilar tanto ódio e veneno. Mas o fim dele e de toda a família dele também vai chegar.
    Foi isso quecte ensinaram nas Testemunhas de Jeová Coelho?

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