sábado, 31 de janeiro de 2026

Vanessa Rangeli deusa do carnaval brasileiro (oferta do vate Emanuel Bento para os leitores do Pravda)

 


Frederico Varandas criticou o corrupto Pinto da Costa e foi condenado por difamação no tribunal de 1ª Instância e absolvido depois pelo Tribunal da Relação do Porto

Artigo de Francisco Teixeira da Mota no jornal público

 «Frederico Varandas, presidente do Sporting, no dia 23 de Outubro de 2020, foi confrontado pelos jornalistas com as acusações que lhe tinham sido feitas por Pinto da Costa, então presidente do Futebol Clube do Porto, nomeadamente de aproveitamento político do episódio da invasão da Academia de Alcochete. E a resposta do presidente do Sporting não foi meiga: “E deixem-me dizer-vos — e agora falando para todos os sócios, para todos os adeptos do Sporting Clube de Portugal, que eu sei que eles merecem há décadas ouvir isto. (...) Mas não só os sportinguistas, também todos os portugueses que se levantam bem cedo para ir trabalhar e que tentam triunfar na sua vida não à custa da corrupção, do compadrio, dos esquemas. Para todos eles: pode ter um grande sentido de humor, pode ser uma pessoa culturalmente acima da média, pode ter um currículo cheio de vitórias, mas um bandido será sempre um bandido. E um bandido, no final, no final, um bandido será sempre recordado como um bandido. E o sr. Pinto da Costa, no dia em que se retirar, ou em que for obrigado a retirar-se, prestará um grande serviço ao futebol português e irá contribuir muito para que Portugal cada vez mais tenha uma imagem de país de primeiro mundo.” 
 Aqui-d’el-rei! As expressões de Varandas tinham ofendido o seu bom nome, honra e consideração e eram falsas e criminosas, queixou-se Pinto da Costa, uma vez que tinha sido absolvido do crime de corrupção desportiva de que tinha sido acusado no processo-crime conhecido como Apito Dourado e tinha um percurso isento de qualquer conduta penalmente reprovável, como resultava da ausência de quaisquer registos no seu Certificado de Registo Criminal. Pinto da Costa era uma vítima e foi, assim, buscar “colinho” aos tribunais... E conseguiu que, na 1.ª instância, Frederico Varandas fosse condenado pela prática de um crime de difamação, na pena de uma multa de 7200 euros e no pagamento aos seus sucessores de uma indemnização de 5000 euros pelos danos não patrimoniais por si sofridos. Mas na Relação do Porto, no passado dia 28, os juízes desembargadores Maria Dolores da Silva e Sousa, Isabel Maria Trocado Monteiro, Carla Carecho e Moreira Ramos estavam atentos ao jogo, revogaram a condenação e absolveram Frederico Varandas. E porque o fizeram? Porque o debate público sobre temas de interesse público é um jogo de adultos e não de pseudo-sensíveis “Çocos de neve”. Contrariamente ao tribunal da 1.ª instância, a Relação do Porto olhou para os factos “com olhos de ver”: partiu de uma básica distinção entre a afirmação de factos e a afirmação de juízos de valor. Neste caso, Varandas tinha dado a sua opinião, não tinha imputado nenhum crime concreto a Pinto da Costa. E uma opinião não é verdadeira ou falsa, o que pode é ter ou não ter uma base factual suficiente que legitime a crítica ou opinião crítica que sobre os factos em causa se exprimiu. Ora, no caso, não faltava a base factual: a prova documental, nomeadamente artigos publicados na comunicação social, bem como a testemunhal eram esmagadoras: a imagem pública de Pinto da Costa, como todos sabemos, mesmo os que somos alheios ao mundo do futebol, era, inequivocamente e ao longo dos anos, a de um dirigente desportivo ligado a fenómenos de corrupção desportiva nesse desporto. Ora, o tribunal de 1.ª instância tinha desconsiderado totalmente essa realidade. Analisara as expressões de Varandas no vazio, descontextualizara-as, tanto do que já existia antes — isto é, da imagem pública de Pinto da Costa — como do debate/polémica que estava em curso entre os dois dirigentes desportivos. E, no entanto, esse contexto era essencial para se poder aferir da legitimidade das afirmações do dirigente sportinguista. As acusações de Pinto de Costa e a resposta de Varandas eram um todo onde se inseriam os dirigentes em confronto, e a que acrescia a notoriedade de ambos, obrigados a demonstrar um nível de tolerância superior ao que seria esperado de figuras não públicas. Para além do evidente interesse público da matéria em causa — uma vez que as acusações ultrapassavam as pessoas em causa e tocavam em questões mais gerais do mundo do desporto —, existia, também, uma base factual suficiente que suportava a opinião de Varandas, pelo que as expressões em causa, nas palavras da Relação do Porto, embora desagradáveis, tinham de se considerar como “integradas a coberto da liberdade de expressão constitucionalmente garantida e pelo direito a emitir opiniões e criticar”. Diria eu que, muito graças ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, se vai generalizando o justo entendimento de que os tribunais criminais não são o palco adequado para se discutir a linguagem, mesmo que violenta e até injusta, quando inserida num debate de interesse público.»
Frederico Varandas


Discurso de Miguel Albuquerque reconhecendo que os portos geridos pelo monopolista Sousa são muito caror e não têm qualquer justificação nos seus preços

 Vídeo Histórico


Páginas do glorioso jornal "GARAJAU"

 






Polícias perigosos em Loures

 

Polícias confundidos com ladrões perseguem dois homens a tiro
Polícias à paisana são acusados de disparar sem nunca se identificarem


Cinco agentes da PSP, três dos quais da Esquadra de Investigação Criminal da Divisão Policial de Loures, acabam de ser acusados pelo Ministério Público (MP) de vários crimes por, alegadamente, terem abordado uma viatura sem se identificarem como agentes, iniciado uma perseguição automóvel com disparos, recorrido ao uso da força, proferido insultos e ameaças, causado danos materiais e elaborado um auto de notícia com factos que, segundo a acusação, não correspondem à realidade. (ver jn)

Perseguições ao deputado José Manuel Coelho começaram em 2012

 Silva Carlos

José Manuel Coelho, O Politico Sem Medo
(LEVANTAMENTO DA IMUNIDADE PARLAMENTAR)
- Parte da ordem de trabalhos na Assembleia Legislativa da Madeira para quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012:
Ponto 3 - " Leitura do parecer da Comissão de Regimento e Mandatos e votação, nos termos do artigo 39º b) do regimento, conjugado com o artigo 23, nº 6 do Estatuto Político-Administrativo, do PEDIDO DE LEVANTAMENTO DA IMUNIDADE PARLAMENTAR do deputado JOSÉ MANUEL COELHO, do PTP, requerido pelas Varas de Competência Mista do Funchal, 1ª Secção, no âmbito do processo nº 131/02.2JAFUN".


José Manuel Coelho

31 de janeiro de 2018 
Conteúdo partilhado com: Público
Público
Maria João Marques, a senhora ladra profissional protegida pela justiça "mamadeira" fugiu para Lisboa depois de ter encerrado o seu escritório de agente de execução situado na rua da Carreira nº 125. Burlou mais de 1600 madeirenses no valor de mais de 2 milhões de euros. Perante as denúncias de Coelho fugiu para Cascais e de lá, tratou através de um tribunal no Parque das Nações, apagar o blog da SAPO onde o deputado Coelho fazia a denúncia das suas roubalheiras. Atualmente beneficia do direito de penhorar diariamente ao deputado Coelho cerca de mil euros diários. Beneficiou de uma sentença iníqua de uma juíza fascistóide de nome Micaela de Sousa, do Tribunal judicial do Funchal. Tal direito de penhora concedido pela citada senhora juíza tem por objectivo salvaguardar a honra e o bom nome da ladra profissional.
Maria João Marques já tem o direito a penhorar a José Manuel Coelho , o deputado denunciante, a astronómica quantia de 2 milhões de euros, (ao rítmo vitalício de mil euros por dia) digamos que neste país de juízes fascistas e repugnantes o crime verdadeiramente compensa e é protegido por lei.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Vejam para que servem os "cabrões" da Polícia e da GNR em Portugal

 Dois militares da GNR acusados de ameaçar imigrantes com expulsão para os extorquir

Para coagir as vítimas a pagarem de imediato, eram feitas ameaças como o aumento substancial da multa e a detenção.
Guardas da GNR de Tavira estão acusados de um total de 27 crimes. Obrigariam vítimas a pagar multas por infracções inventadas Mariana Oliveira As vítimas seriam escolhidas a dedo: trabalhadores imigrantes, a maior parte proveniente do Bangladesh, mas também do Nepal e do Paquistão, que não falavam português. E o método de extorsão seria sensivelmente o mesmo. Abordá-los numa operação de fiscalização rodoviária, detectar infracções ou mesmo inventá-las e depois obrigá-los a pagarem as supostas multas no local, em dinheiro vivo. Quando as infracções eram reais, os montantes exigidos eram muito superiores aos previstos na lei e, muitas vezes, nem sequer era levantado qualquer auto. Para coagir as vítimas a pagarem de imediato, seriam usados vários expedientes e feitas diversas ameaças, como o aumento substancial da multa, a detenção da pessoa, a apreensão da viatura ou de documentos de identificação e até a expulsão de Portugal. É isso que relata o Departamento de Investigação e Acção Penal de Faro numa acusação contra dois militares da GNR de Tavira, um de 28 anos e outro com 26, que estão acusados ao todo de 27 crimes, num rol que inclui, entre outros, abuso de poder, falsificação de documento e burla qualificada. Aos dois, na qualidade de coautores, são imputados 20 crimes, respondendo ainda o mais novo por outros cinco ilícitos, um deles de ofensa à integridade física qualificada. O mais velho está acusado por outros dois crimes. A acusação é do final do ano passado, mas só foi agora conhecida. Os guardas mantêm-se em prisão domiciliária, a aguardar o desenrolar do processo. Um dos episódios terá ocorrido na tarde de 6 Junho de 2024, quando Amirul Khan, do Bangladesh, que conduzia o carro de um amigo, foi mandado parar pelos dois militares. Após lhe pedirem os documentos, os polícias terão percebido que lhe faltava o comprovativo do seguro. Segundo a acusação, Amirul Khan disse que pediria ao dono da viatura que lhe levasse o documento, mas os GNR recusaram. Insistiram que o veículo apresentava várias infracções cujas multas podiam chegar aos 400 euros, mas admitiram a possibilidade de o imigrante pagar apenas 120, se o fizesse de imediato e em dinheiro “Se não pagares 120 euros, não te damos os documentos, vamos comunicar à AIMA [Agência para a Integração, Migrações e Asilo] para não te dar residência e te cancelar a carta de condução e para te mandar para o Bangladesh”, ter-lhe-á dito um dos militares, segundo a acusação. Amirul terá ficado apavorado e pedido perdão. Explicou que não tinha dinheiro e pediu para pagar no dia seguinte. Mas os militares terão insistido que tinha de ser na hora. Acabou por telefonar ao dono da viatura que veio com um amigo, noutro carro, que acabou também fiscalizado e alvo de um esquema semelhante. Neste caso, o problema era a falta de limpeza do veículo, ter pneus carecas e luzes foscas, defeitos que, segundo o Ministério público, a viatura não tinha. Para resolver as duas situações, as vítimas terão aceitado pagar 220 euros. No fim, um dos imigrantes terá pedido o comprovativo do pagamento e a resposta foi que para tal teria de pagar 450 euros. No fim, nova ameaça: “Vou tirar-vos o cartão de residência e mandar-vos para o Bangladesh.” No mesmo dia, terão abordado outro imigrante que seguia de bicicleta. Pediram-lhe a identificação e a vítima terá mostrado uma fotografia do passaporte que tinha no telemóvel, o que não satisfez os militares, que lhe exigiram 60 euros na hora. E nem o facto de a vítima ter explicado que, se entregasse aquele montante, ficava sem dinheiro para comer demoveu os guardas. No mês seguinte, o visado foi um nepalês que conduzia um carro velho, que não teria condições para circular, ter-lhe-ão dito os militares. Deixá-lo-iam seguir se desembolsasse 350 euros, ao que este acedeu. Os guardas fizeram um auto por a viatura circular sem o banco do condutor e o do passageiro estofados, infracções que não corresponderiam à verdade, mas que custaram 14,96 euros. Foi esse montante que os guardas entregaram na GNR de Tavira, tendo ficado com o restante. Num outro episódio, foi mandada parar uma carrinha de nove lugares e pedido aos ocupantes que saíssem e se colocassem em linha para mostrarem a identificação. Além de os militares terem reivindicado 300 euros ao condutor e 120 euros aos restantes, “num tom de voz elevado e uma postura corporal agressiva”, exigiram “que os imigrantes olhassem para o chão, humilhando e intimidando todos os passageiros”, diz. Já a um bengalês fiscalizado em Março de 2025, terão sido retirados 50 euros da carteira por um dos militares enquanto o outro o revistava. O procurador António Ventinhas, que assina a acusação, calcula a vantagem ilícita total em perto de 1800 euros e, para cada vítima, pede uma indemnização no valor dos prejuízos sofridos. Solicita ainda que os dois GNR fiquem proibidos de exercer funções, “uma vez que cometeram flagrante e grave abuso da função, bem como manifesta e grave violação dos deveres que lhe são inerentes”. Na GNR, que investigou o caso, corre um processo disciplinar.

Mais um fascista do PPD o antigo comandante da polícia. Unha e carne com o fascista Alberto

 Comandante Homem Costa


quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Tributo a António Chaínho o mestre da guitarra portuguesa

 



Grande Lula!

 

Pela sua importância pedagógica voltamos a republicar este trabalho sobre o nosso peralvilho ( publicado no dia 10 de julho de 2023)

 

 Os salamaleques do padre das esmolinhas e o tonto do Paulo Neves o peralvilho (homem cagão e sem talento)
Paulo Neves o peralvilho:                                     [indivíduo afetado nas maneiras, no falar e no vestir, casquilho, peralta.] em suma um tonto da mosca para não dizer outra coisa  

 «O dia em que o padre das esmolinhas chorou perante a redacção do DN-Madeira: Por incrível que pareça, o perverso padre das esmolinhas não tem limites até onde pode levar a duplicidade. Esta história, que nos contaram, ilustra bem a sua falta de escrúpulos e de vergonha. Diz quem sabe, que em tempos que já lá vão (o sinistro padre já há muito lança a sua sombra sobre o matutino madeirense) que um certo palerma chamado Paulo Neves foi nomeado director por outro manda-chuva da empresa, o José Bettencourt da Canalha, como um dia apareceu na ficha técnica do jornal. O tal Neves era um peralvilho cheio de salamaleques e baboseiras, que falava como um menino queque. Apesar de madeirense, usava sotaque continental. Foi apresentado aos jornalistas como uma espécie de auditor, mas de repente levantou-se o véu: era afinal o novo director. O tal peralvilho foi incondicionalmente apoiado pelo Bettencourt da Canalha e o padre das esmolinhas apressou-se a tornar-se seu fiel servo e correligionário, como director adjunto. Porém, o novo director revelou-se um tonto que só queria tomar banhos de sol no Clube de Turismo, andar a passear-se como um socialite e só tinha ideias parvas e desastrosas para o Diário. No fim, até o Bettencourt da Canalha perdeu a paciência e deu-lhe valente chuto no traseiro. O peralvilho saiu directamente do DN e já foi direito ao aeroporto, rumo a Lisboa, de onde viera. Coube então ao padre Ricardo penitenciar-se perante a redacção pelo apoio incondicional que dera ao tal peralvilho durante a vigência do respectivo consulado. Algo que fez de voz embargada e a verter uma lágrima de crocodilo, lamentando-se amargamente: "Enganei-me, pensava que ele era uma coisa e afinal era outra...", numa representação digna de um Oscar. Os martirizados jornalistas contemplavam-no, mudos de espanto perante tal hipocrisia e sordidez. Já na altura padre Ricardo das Esmolinhas treinava para lamber o cu dos poderosos, mas ainda estava a aperfeiçoar a língua ao ânus dos seus chefes. E foi assim a bela história do dia em que o padre das esmolas das velhinhas chorou perante a redacção do Diário. Um conto edificante. »             

                 


Tachista do PSD de S. Vicente diz que a vitória do CHEGA foi uma traição do povo daquele concelho

 

“𝐋𝐨𝐮𝐜𝐨𝐬 𝐞 𝐈𝐧𝐠𝐫𝐚𝐭𝐨𝐬”: 𝐎 Ó𝐝𝐢𝐨 𝐝𝐚 𝐕𝐞𝐥𝐡𝐚 𝐄𝐥𝐢𝐭𝐞 𝐚𝐨𝐬 𝐕𝐢𝐜𝐞𝐧𝐭𝐢𝐧𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐎𝐮𝐬𝐚𝐫𝐚𝐦 𝐌𝐮𝐝𝐚𝐫
Jornal São Vicente está com Voz da Madeira.
13 h 
“𝐋𝐨𝐮𝐜𝐨𝐬 𝐞 𝐈𝐧𝐠𝐫𝐚𝐭𝐨𝐬”: 𝐎 Ó𝐝𝐢𝐨 𝐝𝐚 𝐕𝐞𝐥𝐡𝐚 𝐄𝐥𝐢𝐭𝐞 𝐚𝐨𝐬 𝐕𝐢𝐜𝐞𝐧𝐭𝐢𝐧𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐎𝐮𝐬𝐚𝐫𝐚𝐦 𝐌𝐮𝐝𝐚𝐫⁣⁣
⁣⁣
A máscara caiu. A raiva pura e arrogante da velha elite do PSD de São Vicente, derrotada e desesperada, expôs-se ao país numa entrevista à RTP. Many, um homem que fazia parte da elite do antigo sistema e pai de Guido Gonçalves, ex-presidente da Concelhia de São Vicente do PSD, não se conteve. Perante a histórica vitória da mudança, a sua análise foi esta: os vicentinos estão “𝐥𝐨𝐮𝐜𝐨𝐬” e o que fizeram foi uma “𝐯𝐞𝐫𝐠𝐨𝐧𝐡𝐚”. E porquê? Porque são “𝐢𝐧𝐠𝐫𝐚𝐭𝐨𝐬”.⁣⁣
⁣⁣
Este não é um comentário de um cidadão desiludido. É 𝐨 𝐠𝐫𝐢𝐭𝐨 𝐝𝐞 ó𝐝𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐩𝐞𝐫𝐝𝐞𝐮 𝐨𝐬 𝐬𝐞𝐮𝐬 𝐩𝐫𝐢𝐯𝐢𝐥é𝐠𝐢𝐨𝐬. É a voz da velha rede, da máquina que durante anos tratou São Vicente como sua quinta pessoal, a ter de ouvir um “não” retumbante do povo.⁣⁣
⁣⁣
 Dizer que é uma “vergonha” o povo escolher mudança é a definição de arrogância. É cuspir na democracia. Este senhor, que integrou o círculo dourado que se servia dos 𝐚𝐩𝐨𝐢𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚𝐬 𝐚𝐧𝐨𝐧𝐞𝐢𝐫𝐚𝐬 e das 𝐩𝐚𝐭𝐮𝐬𝐜𝐚𝐬 𝐧𝐨 𝐩𝐚𝐥𝐡𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐥𝐮𝐱𝐨 𝐝𝐨 𝐏𝐢𝐜𝐨 𝐝𝐚 𝐂𝐨𝐯𝐚, acha uma vergonha que o povo queira água na torneira, estradas dignas e contas transparentes.⁣⁣
⁣⁣
 Chamar “𝐥𝐨𝐮𝐜𝐨𝐬” aos vicentinos é o cúmulo do desprezo. A única loucura foi a do povo em ter aguentado, durante tanto tempo, uma gestão que deixou o concelho sem mapas da rede de água, com estradas degradadas e com uma dívida monstruosa. A lucidez chegou a 12 de outubro. A “loucura” foi querer algo melhor.⁣⁣
⁣⁣
 E a “ingratidão”? Esta é a mais reveladora. Para esta gente, os vicentinos deviam estar gratos pelos favores e migalhas distribuídas pelo ex-governo da Câmara municipal de São Vicente . Deviam ser gratos pelos negócios disfarçados de apoio rural, pelas festas privadas com dinheiro público, e 𝐝𝐞 𝐞𝐥𝐞𝐬 𝐞𝐧𝐜𝐡𝐞𝐫𝐞𝐦 𝐨𝐬 𝐛𝐨𝐥𝐬𝐨𝐬 𝐝𝐞𝐥𝐞s 𝐞 𝐝𝐨𝐬 𝐬𝐞𝐮𝐬 𝐚𝐦𝐢𝐠𝐨𝐬 𝐝𝐚 𝐞𝐥𝐢𝐭𝐞! A gratidão que eles exigem é a da submissão.⁣⁣
⁣⁣
 O povo de São Vicente não foi ingrato. 𝐅𝐨𝐢 𝐣𝐮𝐬𝐭𝐨. Acertou contas com um passado de abandono. Este ressentimento podre, expresso em cadeia nacional, só prova uma coisa: a mudança está a doer no sítio certo. E ao Jornal São Vicente, que sempre denunciou esta rede, só nos resta dizer ao sr. Many e à sua elite: a única vergonha aqui foi o seu governo. A “loucura” vai continuar a limpar a casa que sujaram.⁣⁣
⁣⁣
𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥 𝐒ã𝐨 𝐕𝐢𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞 e Voz da Madeira