quinta-feira, 4 de outubro de 2018
Casos de pobreza extrema na freguesia do Campanário
A senhora Fátima Freitas actualmente com 55 anos foi em Novembro de 2015 vítima de uma brutal agressão com moto-serra, num quadro de violência doméstica muito grave ocorrido naquela freguesia e que nesse mês horrorizou a Madeira. Actualmente Fátima Freitas vive numa situação de extrema pobreza e grande dificuldade na sua subsistência. Como ficou impossibilitada de trabalhar, depois dos graves ferimentos que lhe foram infligidos, agora apenas tenta sobreviver com uma escassa pensão de 220€ por mês, que lhe foi atribuída pela Segurança Social. A casa onde vive tem muito poucas condições de habitabilidade. Infiltrações de água de rega dos terrenos vizinhos, alagam os três quartinhos do piso térreo da pequena casa onde vive. Existe a falta de uma cozinha em condições. A comida é feita numa barraca de Madeira. A casa de banho não tem quaisquer condições de funcionar. Como não está ligada à rede pública de esgotos é canalizada para uma fossa séptica que por sua vez está saturada e faz com que os excrementos subam pela sanita acima. A senhora Fátima Freitas, não tem quaisquer condições financeiras de mandar arranjar a casa de banho ou abrir uma canalização da sua casa para a rede pública de esgotos, que passa mesmo em frente na estrada Comandante Camacho de Freitas.A senhora precisa urgentemente de ajuda da parte dos poderes públicos. Da segurança Social, que lhe deve aumentar a pensão de sobrevivência; pois 200 e tal euros por mês é manifestamente insuficiente para a senhora Fátima viver com dignidade.Além disso a Câmara Municipal da Ribeira Brava e a Junta de freguesia do Campanário devem urgentemente acudir a este e outros casos de pobreza grave, que nem só assolam a freguesia do Campanário como todo o concelho da Ribeira Brava. A Câmara e a junta de freguesia devem urgentemente providenciar obras na casa onde vive sem condições a senhora Fátima Freitas ou então lhe arranjarem uma habitação de renda Social que ofereça melhores condições de habitabilidade. Essa á uma função Social das autarquias locais e do próprio Governo Regional através da Segurança Social que é da sua tutela. O Partido Trabalhista, esteve no local e inteirou-se dos graves problemas que estão a afectar a senhora Fátima Freitas. Esperemos em breve uma intervenção por parte de quem tutela os poderes públicos. Pensamos que o dinheiro dos contribuintes, não deve ser ´só gasto em festas e conjuntos de música; mas sim também para ajudar quem precisa!
Aqui funciona a cozinha, sem um mínimo de condições!
quarta-feira, 3 de outubro de 2018
“Onde a Injustiça é Justiça, a Resistência é Obrigação!” Bertold Brecht
“Os dez mandamentos são tão curtos pelo facto, que eles foram feitos sem participação de juristas.” (Charles de Gaulle)
“Caso injustiça torna-se em direito, resistencia é uma obrigação.” (Bertolt Brecht
“A justiça esta morando num andar, onde os tribunais não tem accesso.” (Friedrich Duerrenmatt)
https://puschmann-international.com/?lang=pt-br
terça-feira, 2 de outubro de 2018
Miguel de Sousa o deputado mama-sono
Os trabalhos plenários recomeçaram esta terça-feira, só que parece que as férias não foram suficientes para o descanso dos senhores deputados. O nosso enviado especial fez a cobertura do acontecimento directamente da Assembleia Legislativa da Madeira, ora veja abaixo:
O deputado mama-sono! Carlos Rodrigues diz que ele ressona como uma locomotiva.
Vejam o deputado Miguel Sousa, O Cervejeiro, a dormir na assembleia regional como um lagarto ao Sol. Ele anda cansado, nê, pois anda toda a manhã a gerir os negócios do sr. Pestana e normalmente só chega ao parlamento pelas 11h30 e meio dia, olha ele?! Vejam só o artista, limpa uma saca de cacau na sua percentagem secreta do Centro Internacional de Negócios, um chorudo ordenado na Empresa de Cervejas e mais a gestão de bares, na mão dum cabeça de ferro, o Dario da Laranjada, que alimenta a propaganda do Careca da Câmara, e ainda mama um ordenado limpo da assembleia sem fazer a ponta dum corno senão xonar como um lagarto e nem a voz de trovão do deputado Carlos Rodrigues o acorda. É caso para se dizer que a ladroíce-politica compensa e ele está milionário quando antes era teso como um carapau e ainda diz mal do Alberto João.
O nosso enviado especial da Assembleia Legislativa da Madeira
J. Leandro
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
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