domingo, 28 de agosto de 2022

Os trabalhadores da Portway na Madeira são lutadores de sofá e não aderiram à greve

 Pudera eles já ganham bem acima da média. Para quê lutar! Além disso são fervorosos votantes no PSD está tudo explicado!

Com trabalhadores alaranjados não pode haver lutas.


sábado, 27 de agosto de 2022

Grandes verdades do médico madeirense Rafael Macedo

 O Tribuna da Madeira destoa da bajulação ao regime dos outros jornais da concorrência. Uma excepção honrosa!

Numa terra de lutadores de sofá 100 pessoas é muita gente. Os jornalistas vendidos  da Região Autónoma da Madeira não deram a noticia desta manif.




Seis meses após o colapso da Ucrânia, o mundo mudou para sempre

 

Seis meses após o início da Operação Militar Especial (SMO) pela Rússia na Ucrânia, as placas tectônicas geopolíticas do século XXI foram deslocadas a uma velocidade e profundidade surpreendentes – com imensas repercussões históricas já em mãos.

Parafraseando T.S. Eliot, esta é a maneira como um (novo) mundo começa, não com uma lamúria, mas com um estrondo.


O assassinato a sangue frio de Darya Dugina – terrorismo às portas de Moscou – pode ter coincidido fatalmente com o ponto interseção semestral, mas não irá alterar a dinâmica da atual mudança histórica, do trabalho em andamento.

O Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) parece ter resolvido o caso em pouco mais de 24 horas, designando o perpetrador como um operador neo-nazista Azov instrumentalizado pelo Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) – ele próprio uma mera ferramenta da combinação CIA/MI6 que governa de fato Kiev.

A agente Azov é apenas uma figura menor. A FSB nunca revelará ao público as informações que acumulou sobre aqueles que emitiram as ordens, nem como eles serão tratados.

Um tal de Ilya Ponomaryov, um personagem secundário anti-Kremlin, que recebeu a cidadania ucraniana, vangloriou-se de estar em contato com o grupo que preparou o ataque à família Dugin. Ninguém o levou a sério.

O que é manifestamente sério, no entanto, é como as facções do crime organizado ligado à oligarquia na Rússia teriam um motivo para eliminar Alexander Dugin, o filósofo nacionalista ortodoxo cristão que, segundo eles, pode ter influenciado o pivô do Kremlin para a Ásia (ele não influenciou).

Estas facções do crime organizado culparam Dugin por uma ofensiva concertada do Kremlin contra o poder desproporcional dos oligarcas judeus na Rússia. Assim, estes atores teriam um motivo e o expertise local para montar tal golpe.

Se for esse o caso, isso potencialmente soletra uma operação vinculada à Mossad – especialmente considerando-se o cisma sério nas relações recentes de Moscou com Tel Aviv. O que é certo é que a FSB manterá suas cartas bem próximas ao peito – e a retribuição será rápida, precisa e invisível.

A palha que quebrou as costas do camelo

Em vez de dar um sério golpe na psique russa que poderia impactar a dinâmica de suas operações na Ucrânia, o assassinato de Darya Dugina só expôs os perpetradores como assassinos de rua que esgotaram suas opções.

Um dispositivo explosivo improvisado (improvised explosive device, IED) [popularmente conhecido como bomba de fabricação caseira – nota do tradutor] não pode matar um filósofo – ou sua filha. Em um ensaio essencial, o próprio Dugin explicou como a verdadeira guerra – a Rússia contra o oeste coletivo liderado pelos EUA – é uma guerra de idéias. Uma guerra existencial.


Dugin define corretamente os EUA como uma “thalassocracia” [referência aos conceitos de Thalassa e Telúria – nota do tradutor], herdeira de “Britannia governa as ondas”. No entanto, agora as placas tectônicas geopolíticas estão soletrando uma nova ordem: O retorno das Terras Centrais.

O próprio presidente russo, Vladimir Putin, a explicou pela primeira vez na Conferência de Segurança de Munique, em 2007. Xi Jinping da China a colocou em ação ao lançar as Novas Estradas da Seda em 2013. O império reagiu com Maidan em 2014. A Rússia contra-atacou ao vir em auxílio da Síria em 2015.

O Império dobrou a aposta na Ucrânia, mandando armamento da OTAN sem parar, por oito anos. No final de 2021, Moscou convidou Washington para um diálogo sério sobre a “indivisibilidade da segurança” na Europa. Isso foi dispensado com uma resposta que era uma não-resposta.

Moscou não levou tempo para avaliar que um perigoso trio liderado pelos Estados Unidos estava, ao invés disso, em curso: uma iminente blitzkrieg de Kiev contra Donbass; a Ucrânia flertando com a aquisição de armas nucleares; e o trabalho dos laboratórios americanos de armas biológicas. Essa foi a palha que quebrou as costas do camelo.

Uma análise consistente das intervenções públicas de Putin nestes últimos meses revela que o Kremlin – assim como Nikolai Patrushev (Mestre Yoda) do Conselho de Segurança – percebem plenamente como os líderes políticos, meios de comunicação e as tropas de choque do oeste coletivo são dirigidas pelos governantes do Capitalismo Financeiro.

Como consequência direta, eles também percebem como a opinião pública ocidental é absolutamente ignorante, ao estilo das cavernas de Platão, totalmente cativa da classe financeira dominante, que não pode tolerar nenhuma narrativa alternativa.

Então Putin, Patrushev, e seus pares nunca presumiram que um leitor senil de teleponto na Casa Branca ou um comediante cocaínado em Kiev “dominem” nada.

Como os EUA dominam a cultura pop global, é apropriado tomar emprestado do que Walter White (Heisenberg), um americano médio canalizando seu mal interior, afirma em Breaking Bad: “Eu estou no negócio do Império”. E o negócio do Império é exercer o poder bruto, mantido com crueldade, por todos os meios necessários.

A Rússia quebrou esse feitiço. Mas a estratégia de Moscou é muito mais refinada do que varrer Kiev com armas hipersônicas, algo que poderia ter sido feito a qualquer momento, a partir de seis meses atrás.

Em vez disso, o que Moscou está fazendo é falar com praticamente todo o Sul Global, bilateralmente, ou com grupos de atores, explicando como o sistema mundial está mudando bem diante de nossos olhos, com os atores-chave do futuro configurados como a Iniciativa Cinturão e Estradas (BRI), Organização de Cooperação de Xangai (SCO), União Econômica da Eurásia (EAEU), BRICS+, a Parceria da Grande Eurásia.

E o que vemos são vastas extensões do Sul Global – ou 85% da população mundial – lentamente, mas seguramente, se preparando para expulsar os capitalistas financeiros de seus horizontes nacionais e, em última instância, derrubá-los: uma longa e tortuosa batalha que terá múltiplos reveses.

Os fatos no terreno

No solo na Ucrânia, que em breve será um estado residual, as armas hipersônicas Khinzal lançadas de bombardeiros Tu-22M3 ou interceptores Mig-31 continuarão a ser utilizadas.

Pilhas de HIMARS continuarão a ser capturadas. Lançadores múltiplos de foguetes termobáricos pesados TOS-1A continuarão a enviar convites para os quintos do inferno. A Defesa Aérea da Crimeia continuará a interceptar todos os tipos de drones pequenos com IEDs anexados. O terrorismo das células locais da SBU acabará sendo esmagado.

Usando essencialmente uma barragem de artilharia fenomenal – barata e produzida em massa – a Rússia anexará Donbass, muito valiosa em termos de terra, recursos naturais e poder industrial. E depois a Nikolaev, Odessa e Kharkov.

Geoeconomicamente, a Rússia pode se dar ao luxo de vender seu petróleo com descontos gordos a qualquer cliente do Sul Global, sem mencionar os parceiros estratégicos China e Índia. O custo de extração atinge um máximo de US$ 15 por barril, com um orçamento nacional baseado em US$ 40-45 para um barril de Urais, cujo valor de mercado hoje é quase o dobro disso.

Um novo padrão de referência de petróleo russo é iminente, assim como o petróleo em rublos seguindo o esquema de sucesso selvagem do gás em rublos.

O assassinato de Darya Dugina provocou infinitas especulações sobre o Kremlin e o Ministério da Defesa que finalmente quebrariam sua disciplina. Isso não vai acontecer. Os avanços russos ao longo da enorme frente de batalha de 1.800 milhas são implacáveis, altamente sistemáticos, e profundamente investidos em um Grande Quadro Estratégico.

Um ponto chave é se a Rússia tem possibilidade de vencer a guerra da informação com o Ocidente. Isso nunca acontecerá dentro do reino da OTAN – mesmo quando o sucesso estiver se desdobrando em todo o Sul Global.

Como Glenn Diesen demonstrou magistralmente em seu último livro, Russophobia, o ocidente coletivo é visceralmente impermeável a admitir qualquer mérito social, cultural e histórico da Rússia.

Eles já se catapultaram para a estratosfera da irracionalidade: a desnazificação e a desmilitarização de fato do exército imperial terceirizado na Ucrânia está levando os manipuladores do Império e seus vassalos literalmente à loucura.

Mas o Sul Global nunca deve perder de vista o “negócio do Império”. Essa indústria se destaca pela produção de caos e saques, sempre apoiada por extorsão, suborno de elites locais e assassinatos a baixo custo. Cada truque do livro “Dividir e Reinar” deve ser esperado a qualquer momento. Nunca subestime um império amargo, ferido, profundamente humilhado e em declínio.

Apertem seus cintos de segurança para mais desta dinâmica tensa durante o restante da década.

Mas antes disso, ao longo de todo o perímetro, prepare-se para a chegada do General Inverno, cujos cavaleiros estão se aproximando rapidamente. Quando os ventos começarem a uivar, a Europa estará congelando na calada das noites escuras, iluminada ocasionalmente por seus capitalistas financeiros soprando seus charutos gordos.

     [Resistir Info]   24/Agosto/2022

quarta-feira, 24 de agosto de 2022

Um testemunha de Jeová que foi apóstata como o José Milhazes

 António Madaleno, antigo ancião das testemunhas de Jeová, é o convidado desta sexta-feira do "Direto ao Assunto", programa de entrevista da manhã da Rádio Observador

A fabulosa Eliza Rose Watson

terça-feira, 23 de agosto de 2022

A MAIORIA DOS JORNALISTAS MADEIRENSES BAJULAM O GOVERNO COMO NO TEMPO DA DITADURA SALAZARISTA

 Os jornalistas da Madeira são traidores da Verdade


https://www.correiodamadeira.com/2022/08/os-jornalistas-da-madeira-sao-traidores.html
Puxa vida! Pravda Ilhéu já se tinha esquecido deste pardalão. Foi preciso uma chamada de atenção de um leitor nosso. Ricardo Oliveira é um vendido dos grandes. Estudou à custas das esmolas das piedosas velhinhas que ofertavam à porta das nossas igrejas para que o sacerdote RICARDO pudesse estudar Comunicação Social em Paris tudo pago pela diocese do Funchal. caramba!
















As mentiras do José Milhazes

 

Então o José Milhazes no seu Curriculum Vitae diz ter sido tradutor de russo-português nos XVIII e XIX congressos do PCUS. Ora estes congressos aconteceram em 1939 e 1952, respetivamente. O Milhazes nasceu em 1958.

Diz tudo sobre a sua credibilidade.
Este Senhor é bom a contar histórias para surdos.
Lá diz a canção "se queres saber histórias chama o Milhazes, chama o Milhazes".


Eis uma grande verdade descoberta pelo jornal Pravda

 

Este não dá ponto sem nó

Há menos de 60 anos, existiam zoológicos como este, onde negros, geralmente africanos, eram expostos para as crianças brancas. Foto de um zoológico humano, tirada em 1958 na Bélgica.