Podem não gostar do estilo do deputado Francisco Gomes mas ele denuncia as roubalheiras do regime Albuquerquista.
(Francisco Gomes é como um grande elefante numa loja de loiça: Parte tudo!)
O deputado do Chega na Assembleia da República, Francisco Gomes, veio hoje a público denunciar a existência de alegadas “irregularidades graves” no Serviço de Transporte de Doentes Não-Urgentes do SESARAM.
Em comunicado de imprensa, o parlamentar refere que o partido recebeu informações que “apontam para situações suscetíveis de configurar fraude, favorecimento indevido, pagamentos irregulares e eventual lesão do erário público”.
Segundo Francisco Gomes, as denúncias recebidas relatam “alegadas práticas que se prolongam há vários anos e que envolvem registos de assiduidade, horas extraordinárias, distribuição de escalas de serviço e atribuição de benefícios laborais”.
“Se estas denúncias forem confirmadas, estaremos perante uma situação escandalosa. Dinheiro público que deveria servir os doentes e os madeirenses pode ter sido utilizado para alimentar esquemas e privilégios dentro de um serviço público essencial”, sublinha.
A mesma nota diz ainda que as informações recebidas pelo Chega apontam para alegados registos de “presença ao serviço em feriados, fins-de-semana e tolerâncias de ponto sem que tenha existido prestação efetiva de trabalho, situação que poderá ter originado pagamentos indevidos de remunerações, suplementos e trabalho extraordinário”.
A denúncia refere ainda alegadas “irregularidades na distribuição de escalas, horas extraordinárias e outros benefícios laborais, que estariam concentrados num número reduzido de trabalhadores, em prejuízo dos restantes profissionais do serviço”.
Francisco Gomes considera igualmente preocupantes as dúvidas levantadas relativamente à gestão operacional da frota de ambulâncias e à validação de documentação administrativa relacionada com assiduidade e processamento salarial.
Neste contexto, o deputado defende a realização de uma auditoria completa aos registos de assiduidade, escalas de serviço, processamento salarial e pagamentos de trabalho suplementar, bem como o apuramento de todas as responsabilidades que possam existir.
Segundo Francisco Gomes, a gravidade das informações recebidas exige “uma resposta rápida das entidades competentes e uma investigação sem condicionamentos”.
“Quem roubou dinheiro público deve responder pelos seus actos. Quem autorizou, validou ou fechou os olhos também deve ser responsabilizado”, conclui.
CHEGA denuncia alegada fraude no SESARAM e pede investigação

O deputado do CHEGA na Assembleia da República, Francisco Gomes, denunciou a existência de alegadas irregularidades graves no Serviço de Transporte de Doentes Não-Urgentes do SESARAM, afirmando que o partido recebeu informações que apontam para situações suscetíveis de configurar fraude, favorecimento indevido, pagamentos irregulares e eventual lesão do erário público.
Segundo o parlamentar, as denúncias recebidas relatam alegadas práticas que se prolongam há vários anos e que envolvem registos de assiduidade, horas extraordinárias, distribuição de escalas de serviço e atribuição de benefícios laborais.
«Se estas denúncias forem confirmadas, estaremos perante uma situação escandalosa. Dinheiro público que deveria servir os doentes e os madeirenses pode ter sido utilizado para alimentar esquemas e privilégios dentro de um serviço público essencial.»
As informações recebidas pelo CHEGA apontam para alegados registos de presença ao serviço em feriados, fins de semana e tolerâncias de ponto sem que tenha existido prestação efetiva de trabalho, situação que poderá ter originado pagamentos indevidos de remunerações, suplementos e trabalho extraordinário.
A denúncia refere ainda alegadas irregularidades na distribuição de escalas, horas extraordinárias e outros benefícios laborais, que estariam concentrados num número reduzido de trabalhadores, em prejuízo dos restantes profissionais do serviço.
Francisco Gomes considera igualmente preocupantes as dúvidas levantadas relativamente à gestão operacional da frota de ambulâncias e à validação de documentação administrativa relacionada com assiduidade e processamento salarial.
«Os madeirenses estão fartos de esquemas na governação e em organismos públicos. A saúde não pode ser transformada num terreno fértil para compadrios, esquemas ou abusos pagos com o dinheiro dos contribuintes. Isso tem de acabar!»
O deputado defende a realização de uma auditoria completa aos registos de assiduidade, escalas de serviço, processamento salarial e pagamentos de trabalho suplementar, bem como o apuramento de todas as responsabilidades que possam existir. Segundo Francisco Gomes, a gravidade das informações recebidas exige uma resposta rápida das entidades competentes e uma investigação sem condicionamentos.
«Quem roubou dinheiro público deve responder pelos seus atos. Quem autorizou, validou ou fechou os olhos também deve ser responsabilizado. O tempo da impunidade tem de acabar e que faz isto tem de responder pelo que fez!»
https://funchalnoticias.net/2026/06/20/chega-denuncia-alegada-fraude-no-sesaram-e-pede-investigacao/
«Um pateta (na verdade um analfabeto presunçoso) enviou em seu nome um texto para os dois panfletos, que subservientemente o publicaram na íntegra. O escrito assinado pelo fascista/comunista da nova vaga, Gomes, recorre ao estilo do antigo aliado da extrema-direita coelho, falando de corrupção e ladrões.
O má língua esquece que à luz do texto constitucional e do estatuto da Região, os deputados e os membros do governo não respondem civil nem criminalmente pelas declarações feitas durante os debates parlamentares. Por isso a manobra do PS (santa aliança) nunca devia ter sido aceite. O que a desgraçada oposição que temos queria era era ver um secretário arguido, o que não quer dizer que esteja ilibado seja do fôr, pois um dia que deixe o cargo pode ser ouvido. É claro que o destino da manobra será o arquivamento e isso dói muito naquelas mentes doentes.»
https://renovadinhos.blogspot.com/2026/06/um-pateta-na-verdade-um-analfabeto.html#comment-form

Este pardalão foi o primeiro a defraudar o povo madeirense traindo o João Carlos Abreu que lhe deu tudo, dinheiro para tirar um curso da treta a jogar basket ball e lhe garantiu um tacho logo á chegada à Madeira. Quem pagou tudo isto foram os madeirenses. Foi como o Bentley, só que foi na América e custou mais caro. Parabéns Sr. Coelho por defender este pardalão fascista.
ResponderEliminarÉ caso para dizer: viva Álvaro Cunhal. Volta. Estás perdoado. Coelho sofreu a deriva imperialista.
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